Questões de Concurso Sobre português

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Q3964436 Português
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Na charge, o presidente norte-americano tenta convencer a população da Groenlândia a ceder (I) aos Estados Unidos. Caso isso acontecesse, uma das consequências seria a (II) à população local, que poderia, assim, acessar o território continental dos Estados Unidos da América (III).
Assinale a alternativa que indica a forma correta de preencher os espaços indicados por (I), (II) e (III).



Alternativas
Q3964434 Português
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A charge relaciona dois problemas atuais da sociedade mundial e brasileira. Assinale a alternativa que indica corretamente os problemas.
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Q3964421 Português
    “Falam tanto sobre a vida de casado. De como ela acaba com o amor, de como se tornam distantes os que vivem ao alcance das mãos. Afirmam que é destino da intimidade abrir passagem para a indelicadeza, que a disponibilidade afasta o desejo e a convivência mina o afeto, como se essas fossem leis imutáveis. São fartos os exemplos dos que vivem juntos apenas se tolerando, dos que se destroem com o empenho com que se beijavam.
    Que falem os mal-amados sobre suas profecias amargas, que sinalizem os abismos, as curvas, as areias movediças – nada comoverá. Não há quem convença um apaixonado com a dor alheia. Nem a própria dor pode salvá-lo. Cite todos os casos, reúna todos os parentes infelizes no amor, pregue nas paredes as páginas policiais escritas com sangue e paixão, nada demoverá os que foram fisgados.”


Carla Madeira. Tudo é rio.
No trecho “pregue nas paredes as páginas policiais escritas com sangue e paixão”, observa-se, predominantemente, a figura de linguagem denominada 
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Q3964420 Português
    “Falam tanto sobre a vida de casado. De como ela acaba com o amor, de como se tornam distantes os que vivem ao alcance das mãos. Afirmam que é destino da intimidade abrir passagem para a indelicadeza, que a disponibilidade afasta o desejo e a convivência mina o afeto, como se essas fossem leis imutáveis. São fartos os exemplos dos que vivem juntos apenas se tolerando, dos que se destroem com o empenho com que se beijavam.
    Que falem os mal-amados sobre suas profecias amargas, que sinalizem os abismos, as curvas, as areias movediças – nada comoverá. Não há quem convença um apaixonado com a dor alheia. Nem a própria dor pode salvá-lo. Cite todos os casos, reúna todos os parentes infelizes no amor, pregue nas paredes as páginas policiais escritas com sangue e paixão, nada demoverá os que foram fisgados.”


Carla Madeira. Tudo é rio.
No trecho “como se essas fossem leis imutáveis”, Carla Madeira usa essa expressão para 
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Q3964419 Português
Texto para a questão


No texto, a sequência “não só..., mas...” estabelece o significado de¬¬
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Q3964418 Português
Texto para a questão


A estratégia argumentativa predominante no texto consiste em 
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Q3964417 Português
Depois de contarmos uns para os outros como havia sido a semana, o garçom veio e perguntou o que queríamos. Todos nós fizemos nossos pedidos. O papo estava ótimo, muitas risadas e a cerveja também estava deliciosa. Foi quando Luíza disse para mim e para o Paulo.

“−Posso contar uma piada?”¬¬
“−Claro que pode!”, falamos nós.
“−É uma piada racista”, disse Luíza.
“−Prefiro que não conte”, eu disse.
Paulo somente observava.
“−É só uma piada”, disse ela.
“−Como falei prefiro que não conte”, eu disse novamente.
“−A piada é rapidinha”, ela insistiu.
“− OK! Você pode contar a piada, e eu saio da mesa e,
quando você terminar, você me chama e eu volto!”. Então
levantei da cadeira.
Paulo somente observava.


Aparecida de Jesus Ferreira. Racismo no Brasil? É coisa da sua cabeça: Histórias de racismo e empoderamento no ambiente familiar, escolar e nas relações sociais.
A expressão “É só uma piada” revela a tentativa da personagem de
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Q3964416 Português
Depois de contarmos uns para os outros como havia sido a semana, o garçom veio e perguntou o que queríamos. Todos nós fizemos nossos pedidos. O papo estava ótimo, muitas risadas e a cerveja também estava deliciosa. Foi quando Luíza disse para mim e para o Paulo.

“−Posso contar uma piada?”¬¬
“−Claro que pode!”, falamos nós.
“−É uma piada racista”, disse Luíza.
“−Prefiro que não conte”, eu disse.
Paulo somente observava.
“−É só uma piada”, disse ela.
“−Como falei prefiro que não conte”, eu disse novamente.
“−A piada é rapidinha”, ela insistiu.
“− OK! Você pode contar a piada, e eu saio da mesa e,
quando você terminar, você me chama e eu volto!”. Então
levantei da cadeira.
Paulo somente observava.


Aparecida de Jesus Ferreira. Racismo no Brasil? É coisa da sua cabeça: Histórias de racismo e empoderamento no ambiente familiar, escolar e nas relações sociais.
O conflito central do texto estabelece-se a partir
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Q3964415 Português
Texto para a questão


Na frase “A regra é clara”, o adjetivo “clara” exerce função argumentativa ao 
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Q3964414 Português
Texto para a questão


No contexto em que é apresentada, a expressão “não faz parte do jogo” deve ser compreendida como 
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Q3964413 Português
Texto para a questão


A articulação entre a imagem do cartão vermelho e a frase “A regra é clara: preconceito não faz parte do jogo” produz o sentido de: 
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Ano: 2026 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2026 - USP - Auxiliar de Laboratório |
Q3964334 Português
     “As plantas viam o jardineiro como as plantas veem. Não se sentiam agradecidas. Tratavam o seu regador à semelhança da chuva que caía sobre elas nas noites de Outono. Florescerem não era o seu meio de meterem conversa com o jardineiro, mas uma forma de acentuarem a sua indiferença à declaração de amor que ele cultivava a cada hora.

       Tanto lhes fazia serem cuidadas por um assassino, se eram sujas as mãos que as amparavam ou o que viera antes do amor que ele lhes dedicava.

        Seguiam-no com seu olhar sem julgamento, alheias a que, todas as manhãs, Celestino acordava por elas. Vigiavam os seus passos, pressentiam a sua presença, alegravam-se de o ver, conheciam as suas rotinas. Sem que por um instante lhe sentissem a falta, ou se afligissem com as suas ausências ocasionais.

       Por maiores que fossem os cuidados do jardineiro, às plantas tanto lhes fazia viver ou morrer. Tanto lhes dava que ele se finasse no sono ou voltasse ao quintal todos os dias. Tanto lhes dava que tivesse encontrado nelas uma razão de viver ou as amasse.

     Se lhes faltasse a rega, murchariam. Não seria por mal, não o levavam a mal. Nada esperavam dele.”


Djaimilia Pereira de Almeida, A visão das plantas.
No trecho “Seguiam-no com o olhar”, o termo “-no” contribui para a coesão do texto porque
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Ano: 2026 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2026 - USP - Auxiliar de Laboratório |
Q3964333 Português
     “As plantas viam o jardineiro como as plantas veem. Não se sentiam agradecidas. Tratavam o seu regador à semelhança da chuva que caía sobre elas nas noites de Outono. Florescerem não era o seu meio de meterem conversa com o jardineiro, mas uma forma de acentuarem a sua indiferença à declaração de amor que ele cultivava a cada hora.

       Tanto lhes fazia serem cuidadas por um assassino, se eram sujas as mãos que as amparavam ou o que viera antes do amor que ele lhes dedicava.

        Seguiam-no com seu olhar sem julgamento, alheias a que, todas as manhãs, Celestino acordava por elas. Vigiavam os seus passos, pressentiam a sua presença, alegravam-se de o ver, conheciam as suas rotinas. Sem que por um instante lhe sentissem a falta, ou se afligissem com as suas ausências ocasionais.

       Por maiores que fossem os cuidados do jardineiro, às plantas tanto lhes fazia viver ou morrer. Tanto lhes dava que ele se finasse no sono ou voltasse ao quintal todos os dias. Tanto lhes dava que tivesse encontrado nelas uma razão de viver ou as amasse.

     Se lhes faltasse a rega, murchariam. Não seria por mal, não o levavam a mal. Nada esperavam dele.”


Djaimilia Pereira de Almeida, A visão das plantas.
Assinale a alternativa que mantém a ordem lógica dos fatos apresentada no texto.
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Ano: 2026 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2026 - USP - Auxiliar de Laboratório |
Q3964332 Português
     “As plantas viam o jardineiro como as plantas veem. Não se sentiam agradecidas. Tratavam o seu regador à semelhança da chuva que caía sobre elas nas noites de Outono. Florescerem não era o seu meio de meterem conversa com o jardineiro, mas uma forma de acentuarem a sua indiferença à declaração de amor que ele cultivava a cada hora.

       Tanto lhes fazia serem cuidadas por um assassino, se eram sujas as mãos que as amparavam ou o que viera antes do amor que ele lhes dedicava.

        Seguiam-no com seu olhar sem julgamento, alheias a que, todas as manhãs, Celestino acordava por elas. Vigiavam os seus passos, pressentiam a sua presença, alegravam-se de o ver, conheciam as suas rotinas. Sem que por um instante lhe sentissem a falta, ou se afligissem com as suas ausências ocasionais.

       Por maiores que fossem os cuidados do jardineiro, às plantas tanto lhes fazia viver ou morrer. Tanto lhes dava que ele se finasse no sono ou voltasse ao quintal todos os dias. Tanto lhes dava que tivesse encontrado nelas uma razão de viver ou as amasse.

     Se lhes faltasse a rega, murchariam. Não seria por mal, não o levavam a mal. Nada esperavam dele.”


Djaimilia Pereira de Almeida, A visão das plantas.
Ao atribuir às plantas ações humanas, como “seguir com o olhar” e “vigiar os passos”, o texto utiliza
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Ano: 2026 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2026 - USP - Auxiliar de Laboratório |
Q3964331 Português
     “As plantas viam o jardineiro como as plantas veem. Não se sentiam agradecidas. Tratavam o seu regador à semelhança da chuva que caía sobre elas nas noites de Outono. Florescerem não era o seu meio de meterem conversa com o jardineiro, mas uma forma de acentuarem a sua indiferença à declaração de amor que ele cultivava a cada hora.

       Tanto lhes fazia serem cuidadas por um assassino, se eram sujas as mãos que as amparavam ou o que viera antes do amor que ele lhes dedicava.

        Seguiam-no com seu olhar sem julgamento, alheias a que, todas as manhãs, Celestino acordava por elas. Vigiavam os seus passos, pressentiam a sua presença, alegravam-se de o ver, conheciam as suas rotinas. Sem que por um instante lhe sentissem a falta, ou se afligissem com as suas ausências ocasionais.

       Por maiores que fossem os cuidados do jardineiro, às plantas tanto lhes fazia viver ou morrer. Tanto lhes dava que ele se finasse no sono ou voltasse ao quintal todos os dias. Tanto lhes dava que tivesse encontrado nelas uma razão de viver ou as amasse.

     Se lhes faltasse a rega, murchariam. Não seria por mal, não o levavam a mal. Nada esperavam dele.”


Djaimilia Pereira de Almeida, A visão das plantas.
No trecho “Nada esperavam dele”, a frase mostra que as plantas 
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Ano: 2026 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2026 - USP - Auxiliar de Laboratório |
Q3964330 Português
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Na frase “ É mais uma vítima da própria ignorância...”, a palavra “ignorância” pode ser substituída, sem prejuízo do sentido, por 
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Ano: 2026 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2026 - USP - Auxiliar de Laboratório |
Q3964329 Português

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No trecho “no fundo, também sofre...”, a expressão “no fundo” indica

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Ano: 2026 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2026 - USP - Auxiliar de Laboratório |
Q3964328 Português

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Ao afirmar “Raiva não... fico com pena! ”, o personagem revela uma postura de

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Ano: 2026 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2026 - USP - Auxiliar de Laboratório |
Q3964327 Português

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A ideia central da tirinha de Armandinho é:

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Ano: 2026 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2026 - USP - Auxiliar de Laboratório |
Q3964326 Português
No trecho “preconceito não faz parte do jogo”, a palavra ”jogo” é utilizada com o objetivo de 
Alternativas
Respostas
11501: D
11502: E
11503: B
11504: E
11505: D
11506: C
11507: E
11508: D
11509: B
11510: A
11511: C
11512: E
11513: B
11514: C
11515: B
11516: A
11517: D
11518: C
11519: D
11520: D