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Questões de Concurso Sobre português

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Q4064489 Português
De acordo com as normas técnicas da ABNT para trabalhos acadêmicos, do que se tratam as seções e as outras partes do trabalho, na mesma ordem e grafia em que a matéria nele se sucede?
Alternativas
Q4064167 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Proporção de indígenas na liderança de grupos de pesquisa cresce mais de 5O%o em 23 anos


   A proporção de pesquisadores Indígenas entre os líderes de grupos de pesquisa aumentou de 0,25% em 2000 para O,38% em 2023. É o que mostra o artigo "A liderança indígena nos grupos de pesquisa no Brasil: um panorama por grandes áreas do conhecimento de 2000 a 2023" , que será publicado na edição número 81 do Boletim Radar, com lançamento previsto para 4 de maio. O estudo baseia-se em dados do Censo do Diretório dos Grupos de Pesquisa (DGP) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

  Os dados do DGP mostram crescimento no número de líderes indígenas de 46 em 2000 para 252 em 2023. A presença de mulheres indígenas entre as lideranças também aumentou: em 2000, elas representavam 0,06% do total de líderes, número que aumentou para 0,16% em 2023.

   Embora os resultados mostrem crescimento nos números de líderes indígenas ao longo do período, sua participação é inferior a 0,5% em todas as áreas de conhecimento, enquanto as pessoas declaradas indígenas no Censo de 2022 representaram 0,83% da população brasileira.

   A análise por sexo revela desigualdades na liderança indígena. Homens predominam na maior parte do período em todas as áreas do conhecimento. A exceção é Ciências da Vida, onde, em 2023, havia 33 mulheres indígenas na liderança, contra 19 homens.

  Nas Humanidades, há anos com maior presença feminina, mas, em 2023, os homens ainda eram maioria (81 líderes, ante 62 mulheres). Apesar disso, a participação feminina cresceu ao longo do tempo em todas as áreas. Ainda assim, a expansão da liderança indígena segue desigual e reflete diferenças de gênero entre os campos do conhecimento.

  O próximo passo é fortalecer a agenda de pesquisa sobre povos indígenas. "Neste texto do Radar, fizemos um primeiro retrato, mais descritivo, para entender em quais áreas do conhecimento esses líderes estão e como evoluíram ao longo do tempo. Agora estamos avançando. Queremos entender melhor quais são as linhas de pesquisa desses líderes indígenas, se há padrões específicos ou não", explica um dos autores.

 "Também pretendemos conversar diretamente com um conjunto desses pesquisadores para compreender suas trajetórias, os desafios que enfrentam, como constroem sua legitimidade científica e se trazem outras cosmovisôes que complementam ou mesmo contradizem processos científicos. Além disso, nos interessa analisar como grupos liderados por indígenas se conectam com outros grupos e parceiros externos, e como se organizam essas colaborações", conta.

  Mesmo com avanços importantes para estimular a presença de indígenas no ambiente acadêmico - políticas afirmativas, editais específicos, programas voltados para a diversidade -, ainda há um longo caminho a percorrer.


Adaptado de: https://www.ipea.gov.brlportal/categorias/45- todas-as-noticias/noticias/1 6341-proporcao-de-indigenas-nalideranca-de-grupos-de-pesquisa-cresce-mais-de-50-em-23-anos.
Considere o trecho a seguir, extraído do quinto parágrafo do texto, e, com base nos aspectos morfológicos e nas regras de acentuação da Língua Portuguesa, analise as assertivas:

a expansão da liderança indígena segue desigual e reflete diferenças de gênero entre os campos do conhecimento.

I. A palavra entre é classificada como preposição.
II. As palavras indígena e gênero recebem acento gráfico por serem proparoxítonas.
III. A palavra desigual resulta de processo de composição por justaposição, em que se unem dois radicais sem alteração formal.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4064166 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Proporção de indígenas na liderança de grupos de pesquisa cresce mais de 5O%o em 23 anos


   A proporção de pesquisadores Indígenas entre os líderes de grupos de pesquisa aumentou de 0,25% em 2000 para O,38% em 2023. É o que mostra o artigo "A liderança indígena nos grupos de pesquisa no Brasil: um panorama por grandes áreas do conhecimento de 2000 a 2023" , que será publicado na edição número 81 do Boletim Radar, com lançamento previsto para 4 de maio. O estudo baseia-se em dados do Censo do Diretório dos Grupos de Pesquisa (DGP) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

  Os dados do DGP mostram crescimento no número de líderes indígenas de 46 em 2000 para 252 em 2023. A presença de mulheres indígenas entre as lideranças também aumentou: em 2000, elas representavam 0,06% do total de líderes, número que aumentou para 0,16% em 2023.

   Embora os resultados mostrem crescimento nos números de líderes indígenas ao longo do período, sua participação é inferior a 0,5% em todas as áreas de conhecimento, enquanto as pessoas declaradas indígenas no Censo de 2022 representaram 0,83% da população brasileira.

   A análise por sexo revela desigualdades na liderança indígena. Homens predominam na maior parte do período em todas as áreas do conhecimento. A exceção é Ciências da Vida, onde, em 2023, havia 33 mulheres indígenas na liderança, contra 19 homens.

  Nas Humanidades, há anos com maior presença feminina, mas, em 2023, os homens ainda eram maioria (81 líderes, ante 62 mulheres). Apesar disso, a participação feminina cresceu ao longo do tempo em todas as áreas. Ainda assim, a expansão da liderança indígena segue desigual e reflete diferenças de gênero entre os campos do conhecimento.

  O próximo passo é fortalecer a agenda de pesquisa sobre povos indígenas. "Neste texto do Radar, fizemos um primeiro retrato, mais descritivo, para entender em quais áreas do conhecimento esses líderes estão e como evoluíram ao longo do tempo. Agora estamos avançando. Queremos entender melhor quais são as linhas de pesquisa desses líderes indígenas, se há padrões específicos ou não", explica um dos autores.

 "Também pretendemos conversar diretamente com um conjunto desses pesquisadores para compreender suas trajetórias, os desafios que enfrentam, como constroem sua legitimidade científica e se trazem outras cosmovisôes que complementam ou mesmo contradizem processos científicos. Além disso, nos interessa analisar como grupos liderados por indígenas se conectam com outros grupos e parceiros externos, e como se organizam essas colaborações", conta.

  Mesmo com avanços importantes para estimular a presença de indígenas no ambiente acadêmico - políticas afirmativas, editais específicos, programas voltados para a diversidade -, ainda há um longo caminho a percorrer.


Adaptado de: https://www.ipea.gov.brlportal/categorias/45- todas-as-noticias/noticias/1 6341-proporcao-de-indigenas-nalideranca-de-grupos-de-pesquisa-cresce-mais-de-50-em-23-anos.
Considerando o emprego dos dois-pontos no segundo parágrafo do texto, bem como seu valor semântico e função na organização das ideias, analise as assertivas que seguem, julgando-as V, se Verdadeiras, ou F, se Falsas: 

( ) O segmento introduzido pelos dois-pontos mantem dependência semântica em relação à oração anterior.
( ) A substituição dos dois-pontos por um conectivo adversativo manteria o sentido original do texto.
( ) A relação estabelecida pelos dois-pontos é de especificação, ao apresentar dados numéricos que concretizam a ideia geral.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4064165 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Proporção de indígenas na liderança de grupos de pesquisa cresce mais de 5O%o em 23 anos


   A proporção de pesquisadores Indígenas entre os líderes de grupos de pesquisa aumentou de 0,25% em 2000 para O,38% em 2023. É o que mostra o artigo "A liderança indígena nos grupos de pesquisa no Brasil: um panorama por grandes áreas do conhecimento de 2000 a 2023" , que será publicado na edição número 81 do Boletim Radar, com lançamento previsto para 4 de maio. O estudo baseia-se em dados do Censo do Diretório dos Grupos de Pesquisa (DGP) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

  Os dados do DGP mostram crescimento no número de líderes indígenas de 46 em 2000 para 252 em 2023. A presença de mulheres indígenas entre as lideranças também aumentou: em 2000, elas representavam 0,06% do total de líderes, número que aumentou para 0,16% em 2023.

   Embora os resultados mostrem crescimento nos números de líderes indígenas ao longo do período, sua participação é inferior a 0,5% em todas as áreas de conhecimento, enquanto as pessoas declaradas indígenas no Censo de 2022 representaram 0,83% da população brasileira.

   A análise por sexo revela desigualdades na liderança indígena. Homens predominam na maior parte do período em todas as áreas do conhecimento. A exceção é Ciências da Vida, onde, em 2023, havia 33 mulheres indígenas na liderança, contra 19 homens.

  Nas Humanidades, há anos com maior presença feminina, mas, em 2023, os homens ainda eram maioria (81 líderes, ante 62 mulheres). Apesar disso, a participação feminina cresceu ao longo do tempo em todas as áreas. Ainda assim, a expansão da liderança indígena segue desigual e reflete diferenças de gênero entre os campos do conhecimento.

  O próximo passo é fortalecer a agenda de pesquisa sobre povos indígenas. "Neste texto do Radar, fizemos um primeiro retrato, mais descritivo, para entender em quais áreas do conhecimento esses líderes estão e como evoluíram ao longo do tempo. Agora estamos avançando. Queremos entender melhor quais são as linhas de pesquisa desses líderes indígenas, se há padrões específicos ou não", explica um dos autores.

 "Também pretendemos conversar diretamente com um conjunto desses pesquisadores para compreender suas trajetórias, os desafios que enfrentam, como constroem sua legitimidade científica e se trazem outras cosmovisôes que complementam ou mesmo contradizem processos científicos. Além disso, nos interessa analisar como grupos liderados por indígenas se conectam com outros grupos e parceiros externos, e como se organizam essas colaborações", conta.

  Mesmo com avanços importantes para estimular a presença de indígenas no ambiente acadêmico - políticas afirmativas, editais específicos, programas voltados para a diversidade -, ainda há um longo caminho a percorrer.


Adaptado de: https://www.ipea.gov.brlportal/categorias/45- todas-as-noticias/noticias/1 6341-proporcao-de-indigenas-nalideranca-de-grupos-de-pesquisa-cresce-mais-de-50-em-23-anos.
Considere o trecho do terceiro parágrafo: Embora os resultados mostrem crescimento nos números de líderes indígenas ao longo do período, sua participação é inferior a 0,5% em todas as áreas de conhecimento. Nesse contexto, o conectivo Embora estabelece uma relação semântica de:
Alternativas
Q4064164 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Proporção de indígenas na liderança de grupos de pesquisa cresce mais de 5O%o em 23 anos


   A proporção de pesquisadores Indígenas entre os líderes de grupos de pesquisa aumentou de 0,25% em 2000 para O,38% em 2023. É o que mostra o artigo "A liderança indígena nos grupos de pesquisa no Brasil: um panorama por grandes áreas do conhecimento de 2000 a 2023" , que será publicado na edição número 81 do Boletim Radar, com lançamento previsto para 4 de maio. O estudo baseia-se em dados do Censo do Diretório dos Grupos de Pesquisa (DGP) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

  Os dados do DGP mostram crescimento no número de líderes indígenas de 46 em 2000 para 252 em 2023. A presença de mulheres indígenas entre as lideranças também aumentou: em 2000, elas representavam 0,06% do total de líderes, número que aumentou para 0,16% em 2023.

   Embora os resultados mostrem crescimento nos números de líderes indígenas ao longo do período, sua participação é inferior a 0,5% em todas as áreas de conhecimento, enquanto as pessoas declaradas indígenas no Censo de 2022 representaram 0,83% da população brasileira.

   A análise por sexo revela desigualdades na liderança indígena. Homens predominam na maior parte do período em todas as áreas do conhecimento. A exceção é Ciências da Vida, onde, em 2023, havia 33 mulheres indígenas na liderança, contra 19 homens.

  Nas Humanidades, há anos com maior presença feminina, mas, em 2023, os homens ainda eram maioria (81 líderes, ante 62 mulheres). Apesar disso, a participação feminina cresceu ao longo do tempo em todas as áreas. Ainda assim, a expansão da liderança indígena segue desigual e reflete diferenças de gênero entre os campos do conhecimento.

  O próximo passo é fortalecer a agenda de pesquisa sobre povos indígenas. "Neste texto do Radar, fizemos um primeiro retrato, mais descritivo, para entender em quais áreas do conhecimento esses líderes estão e como evoluíram ao longo do tempo. Agora estamos avançando. Queremos entender melhor quais são as linhas de pesquisa desses líderes indígenas, se há padrões específicos ou não", explica um dos autores.

 "Também pretendemos conversar diretamente com um conjunto desses pesquisadores para compreender suas trajetórias, os desafios que enfrentam, como constroem sua legitimidade científica e se trazem outras cosmovisôes que complementam ou mesmo contradizem processos científicos. Além disso, nos interessa analisar como grupos liderados por indígenas se conectam com outros grupos e parceiros externos, e como se organizam essas colaborações", conta.

  Mesmo com avanços importantes para estimular a presença de indígenas no ambiente acadêmico - políticas afirmativas, editais específicos, programas voltados para a diversidade -, ainda há um longo caminho a percorrer.


Adaptado de: https://www.ipea.gov.brlportal/categorias/45- todas-as-noticias/noticias/1 6341-proporcao-de-indigenas-nalideranca-de-grupos-de-pesquisa-cresce-mais-de-50-em-23-anos.
No último parágrafo, a afirmação de que ainda há um Iongo caminho a percorrer, mesmo diante de avanços institucionais, produz um efeito de sentido que:
Alternativas
Q4064163 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Proporção de indígenas na liderança de grupos de pesquisa cresce mais de 5O%o em 23 anos


   A proporção de pesquisadores Indígenas entre os líderes de grupos de pesquisa aumentou de 0,25% em 2000 para O,38% em 2023. É o que mostra o artigo "A liderança indígena nos grupos de pesquisa no Brasil: um panorama por grandes áreas do conhecimento de 2000 a 2023" , que será publicado na edição número 81 do Boletim Radar, com lançamento previsto para 4 de maio. O estudo baseia-se em dados do Censo do Diretório dos Grupos de Pesquisa (DGP) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

  Os dados do DGP mostram crescimento no número de líderes indígenas de 46 em 2000 para 252 em 2023. A presença de mulheres indígenas entre as lideranças também aumentou: em 2000, elas representavam 0,06% do total de líderes, número que aumentou para 0,16% em 2023.

   Embora os resultados mostrem crescimento nos números de líderes indígenas ao longo do período, sua participação é inferior a 0,5% em todas as áreas de conhecimento, enquanto as pessoas declaradas indígenas no Censo de 2022 representaram 0,83% da população brasileira.

   A análise por sexo revela desigualdades na liderança indígena. Homens predominam na maior parte do período em todas as áreas do conhecimento. A exceção é Ciências da Vida, onde, em 2023, havia 33 mulheres indígenas na liderança, contra 19 homens.

  Nas Humanidades, há anos com maior presença feminina, mas, em 2023, os homens ainda eram maioria (81 líderes, ante 62 mulheres). Apesar disso, a participação feminina cresceu ao longo do tempo em todas as áreas. Ainda assim, a expansão da liderança indígena segue desigual e reflete diferenças de gênero entre os campos do conhecimento.

  O próximo passo é fortalecer a agenda de pesquisa sobre povos indígenas. "Neste texto do Radar, fizemos um primeiro retrato, mais descritivo, para entender em quais áreas do conhecimento esses líderes estão e como evoluíram ao longo do tempo. Agora estamos avançando. Queremos entender melhor quais são as linhas de pesquisa desses líderes indígenas, se há padrões específicos ou não", explica um dos autores.

 "Também pretendemos conversar diretamente com um conjunto desses pesquisadores para compreender suas trajetórias, os desafios que enfrentam, como constroem sua legitimidade científica e se trazem outras cosmovisôes que complementam ou mesmo contradizem processos científicos. Além disso, nos interessa analisar como grupos liderados por indígenas se conectam com outros grupos e parceiros externos, e como se organizam essas colaborações", conta.

  Mesmo com avanços importantes para estimular a presença de indígenas no ambiente acadêmico - políticas afirmativas, editais específicos, programas voltados para a diversidade -, ainda há um longo caminho a percorrer.


Adaptado de: https://www.ipea.gov.brlportal/categorias/45- todas-as-noticias/noticias/1 6341-proporcao-de-indigenas-nalideranca-de-grupos-de-pesquisa-cresce-mais-de-50-em-23-anos.
Considerando os dados do texto, os recursos coesivos empregados e a progressão argumentativa do texto sobre a liderança indígena em grupos de pesquisa no Brasil, analise as partes que seguem:

(1o parte): A proposta de fortalecimento da agenda de pesquisa, mencionada no sexto parágrafo, sugere a necessidade de ampliação de investimentos teóricos, metodológicos e institucionais no campo.  
(2o parteA expressão Apesar disso, no quinto parágrafo, estabelece uma relação de causalidade entre o crescimento da participação feminina e a persistência da predominância masculina.

Pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q4064162 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Proporção de indígenas na liderança de grupos de pesquisa cresce mais de 5O%o em 23 anos


   A proporção de pesquisadores Indígenas entre os líderes de grupos de pesquisa aumentou de 0,25% em 2000 para O,38% em 2023. É o que mostra o artigo "A liderança indígena nos grupos de pesquisa no Brasil: um panorama por grandes áreas do conhecimento de 2000 a 2023" , que será publicado na edição número 81 do Boletim Radar, com lançamento previsto para 4 de maio. O estudo baseia-se em dados do Censo do Diretório dos Grupos de Pesquisa (DGP) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

  Os dados do DGP mostram crescimento no número de líderes indígenas de 46 em 2000 para 252 em 2023. A presença de mulheres indígenas entre as lideranças também aumentou: em 2000, elas representavam 0,06% do total de líderes, número que aumentou para 0,16% em 2023.

   Embora os resultados mostrem crescimento nos números de líderes indígenas ao longo do período, sua participação é inferior a 0,5% em todas as áreas de conhecimento, enquanto as pessoas declaradas indígenas no Censo de 2022 representaram 0,83% da população brasileira.

   A análise por sexo revela desigualdades na liderança indígena. Homens predominam na maior parte do período em todas as áreas do conhecimento. A exceção é Ciências da Vida, onde, em 2023, havia 33 mulheres indígenas na liderança, contra 19 homens.

  Nas Humanidades, há anos com maior presença feminina, mas, em 2023, os homens ainda eram maioria (81 líderes, ante 62 mulheres). Apesar disso, a participação feminina cresceu ao longo do tempo em todas as áreas. Ainda assim, a expansão da liderança indígena segue desigual e reflete diferenças de gênero entre os campos do conhecimento.

  O próximo passo é fortalecer a agenda de pesquisa sobre povos indígenas. "Neste texto do Radar, fizemos um primeiro retrato, mais descritivo, para entender em quais áreas do conhecimento esses líderes estão e como evoluíram ao longo do tempo. Agora estamos avançando. Queremos entender melhor quais são as linhas de pesquisa desses líderes indígenas, se há padrões específicos ou não", explica um dos autores.

 "Também pretendemos conversar diretamente com um conjunto desses pesquisadores para compreender suas trajetórias, os desafios que enfrentam, como constroem sua legitimidade científica e se trazem outras cosmovisôes que complementam ou mesmo contradizem processos científicos. Além disso, nos interessa analisar como grupos liderados por indígenas se conectam com outros grupos e parceiros externos, e como se organizam essas colaborações", conta.

  Mesmo com avanços importantes para estimular a presença de indígenas no ambiente acadêmico - políticas afirmativas, editais específicos, programas voltados para a diversidade -, ainda há um longo caminho a percorrer.


Adaptado de: https://www.ipea.gov.brlportal/categorias/45- todas-as-noticias/noticias/1 6341-proporcao-de-indigenas-nalideranca-de-grupos-de-pesquisa-cresce-mais-de-50-em-23-anos.
No desenvolvimento argumentativo do texto, a abordagem das desigualdades de gênero na liderança indígena deve ser compreendida como:
Alternativas
Q4064161 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Proporção de indígenas na liderança de grupos de pesquisa cresce mais de 5O%o em 23 anos


   A proporção de pesquisadores Indígenas entre os líderes de grupos de pesquisa aumentou de 0,25% em 2000 para O,38% em 2023. É o que mostra o artigo "A liderança indígena nos grupos de pesquisa no Brasil: um panorama por grandes áreas do conhecimento de 2000 a 2023" , que será publicado na edição número 81 do Boletim Radar, com lançamento previsto para 4 de maio. O estudo baseia-se em dados do Censo do Diretório dos Grupos de Pesquisa (DGP) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

  Os dados do DGP mostram crescimento no número de líderes indígenas de 46 em 2000 para 252 em 2023. A presença de mulheres indígenas entre as lideranças também aumentou: em 2000, elas representavam 0,06% do total de líderes, número que aumentou para 0,16% em 2023.

   Embora os resultados mostrem crescimento nos números de líderes indígenas ao longo do período, sua participação é inferior a 0,5% em todas as áreas de conhecimento, enquanto as pessoas declaradas indígenas no Censo de 2022 representaram 0,83% da população brasileira.

   A análise por sexo revela desigualdades na liderança indígena. Homens predominam na maior parte do período em todas as áreas do conhecimento. A exceção é Ciências da Vida, onde, em 2023, havia 33 mulheres indígenas na liderança, contra 19 homens.

  Nas Humanidades, há anos com maior presença feminina, mas, em 2023, os homens ainda eram maioria (81 líderes, ante 62 mulheres). Apesar disso, a participação feminina cresceu ao longo do tempo em todas as áreas. Ainda assim, a expansão da liderança indígena segue desigual e reflete diferenças de gênero entre os campos do conhecimento.

  O próximo passo é fortalecer a agenda de pesquisa sobre povos indígenas. "Neste texto do Radar, fizemos um primeiro retrato, mais descritivo, para entender em quais áreas do conhecimento esses líderes estão e como evoluíram ao longo do tempo. Agora estamos avançando. Queremos entender melhor quais são as linhas de pesquisa desses líderes indígenas, se há padrões específicos ou não", explica um dos autores.

 "Também pretendemos conversar diretamente com um conjunto desses pesquisadores para compreender suas trajetórias, os desafios que enfrentam, como constroem sua legitimidade científica e se trazem outras cosmovisôes que complementam ou mesmo contradizem processos científicos. Além disso, nos interessa analisar como grupos liderados por indígenas se conectam com outros grupos e parceiros externos, e como se organizam essas colaborações", conta.

  Mesmo com avanços importantes para estimular a presença de indígenas no ambiente acadêmico - políticas afirmativas, editais específicos, programas voltados para a diversidade -, ainda há um longo caminho a percorrer.


Adaptado de: https://www.ipea.gov.brlportal/categorias/45- todas-as-noticias/noticias/1 6341-proporcao-de-indigenas-nalideranca-de-grupos-de-pesquisa-cresce-mais-de-50-em-23-anos.
Considerando a organização argumentativa, os recursos discursivos empregados e as inferências possíveis a partir do texto sobre a liderança indígena em grupos de pesquisa no Brasil, analise as assertivas a seguir:

I. A construção argumentativa do texto se organiza por meio de analogias metafóricas e linguagem figurada.
II. A partir do texto, infere-se que o crescimento numérico de líderes indígenas não é suficiente para assegurar equidade estrutural na produção científica.
III. Considerando o conjunto do texto, a ampliação da agenda de pesquisa proposta pelos autores indica uma mudança de foco do quantitativo para o qualitativo na compreensão da liderança indígena.

Está CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Q4064160 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Proporção de indígenas na liderança de grupos de pesquisa cresce mais de 5O%o em 23 anos


   A proporção de pesquisadores Indígenas entre os líderes de grupos de pesquisa aumentou de 0,25% em 2000 para O,38% em 2023. É o que mostra o artigo "A liderança indígena nos grupos de pesquisa no Brasil: um panorama por grandes áreas do conhecimento de 2000 a 2023" , que será publicado na edição número 81 do Boletim Radar, com lançamento previsto para 4 de maio. O estudo baseia-se em dados do Censo do Diretório dos Grupos de Pesquisa (DGP) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

  Os dados do DGP mostram crescimento no número de líderes indígenas de 46 em 2000 para 252 em 2023. A presença de mulheres indígenas entre as lideranças também aumentou: em 2000, elas representavam 0,06% do total de líderes, número que aumentou para 0,16% em 2023.

   Embora os resultados mostrem crescimento nos números de líderes indígenas ao longo do período, sua participação é inferior a 0,5% em todas as áreas de conhecimento, enquanto as pessoas declaradas indígenas no Censo de 2022 representaram 0,83% da população brasileira.

   A análise por sexo revela desigualdades na liderança indígena. Homens predominam na maior parte do período em todas as áreas do conhecimento. A exceção é Ciências da Vida, onde, em 2023, havia 33 mulheres indígenas na liderança, contra 19 homens.

  Nas Humanidades, há anos com maior presença feminina, mas, em 2023, os homens ainda eram maioria (81 líderes, ante 62 mulheres). Apesar disso, a participação feminina cresceu ao longo do tempo em todas as áreas. Ainda assim, a expansão da liderança indígena segue desigual e reflete diferenças de gênero entre os campos do conhecimento.

  O próximo passo é fortalecer a agenda de pesquisa sobre povos indígenas. "Neste texto do Radar, fizemos um primeiro retrato, mais descritivo, para entender em quais áreas do conhecimento esses líderes estão e como evoluíram ao longo do tempo. Agora estamos avançando. Queremos entender melhor quais são as linhas de pesquisa desses líderes indígenas, se há padrões específicos ou não", explica um dos autores.

 "Também pretendemos conversar diretamente com um conjunto desses pesquisadores para compreender suas trajetórias, os desafios que enfrentam, como constroem sua legitimidade científica e se trazem outras cosmovisôes que complementam ou mesmo contradizem processos científicos. Além disso, nos interessa analisar como grupos liderados por indígenas se conectam com outros grupos e parceiros externos, e como se organizam essas colaborações", conta.

  Mesmo com avanços importantes para estimular a presença de indígenas no ambiente acadêmico - políticas afirmativas, editais específicos, programas voltados para a diversidade -, ainda há um longo caminho a percorrer.


Adaptado de: https://www.ipea.gov.brlportal/categorias/45- todas-as-noticias/noticias/1 6341-proporcao-de-indigenas-nalideranca-de-grupos-de-pesquisa-cresce-mais-de-50-em-23-anos.
O fato de, na área de Ciências da Vida, em 2023, haver maior número de mulheres indígenas na liderança de grupos de pesquisa em relação aos homens deve ser interpretado como:
Alternativas
Q4064159 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Proporção de indígenas na liderança de grupos de pesquisa cresce mais de 5O%o em 23 anos


   A proporção de pesquisadores Indígenas entre os líderes de grupos de pesquisa aumentou de 0,25% em 2000 para O,38% em 2023. É o que mostra o artigo "A liderança indígena nos grupos de pesquisa no Brasil: um panorama por grandes áreas do conhecimento de 2000 a 2023" , que será publicado na edição número 81 do Boletim Radar, com lançamento previsto para 4 de maio. O estudo baseia-se em dados do Censo do Diretório dos Grupos de Pesquisa (DGP) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

  Os dados do DGP mostram crescimento no número de líderes indígenas de 46 em 2000 para 252 em 2023. A presença de mulheres indígenas entre as lideranças também aumentou: em 2000, elas representavam 0,06% do total de líderes, número que aumentou para 0,16% em 2023.

   Embora os resultados mostrem crescimento nos números de líderes indígenas ao longo do período, sua participação é inferior a 0,5% em todas as áreas de conhecimento, enquanto as pessoas declaradas indígenas no Censo de 2022 representaram 0,83% da população brasileira.

   A análise por sexo revela desigualdades na liderança indígena. Homens predominam na maior parte do período em todas as áreas do conhecimento. A exceção é Ciências da Vida, onde, em 2023, havia 33 mulheres indígenas na liderança, contra 19 homens.

  Nas Humanidades, há anos com maior presença feminina, mas, em 2023, os homens ainda eram maioria (81 líderes, ante 62 mulheres). Apesar disso, a participação feminina cresceu ao longo do tempo em todas as áreas. Ainda assim, a expansão da liderança indígena segue desigual e reflete diferenças de gênero entre os campos do conhecimento.

  O próximo passo é fortalecer a agenda de pesquisa sobre povos indígenas. "Neste texto do Radar, fizemos um primeiro retrato, mais descritivo, para entender em quais áreas do conhecimento esses líderes estão e como evoluíram ao longo do tempo. Agora estamos avançando. Queremos entender melhor quais são as linhas de pesquisa desses líderes indígenas, se há padrões específicos ou não", explica um dos autores.

 "Também pretendemos conversar diretamente com um conjunto desses pesquisadores para compreender suas trajetórias, os desafios que enfrentam, como constroem sua legitimidade científica e se trazem outras cosmovisôes que complementam ou mesmo contradizem processos científicos. Além disso, nos interessa analisar como grupos liderados por indígenas se conectam com outros grupos e parceiros externos, e como se organizam essas colaborações", conta.

  Mesmo com avanços importantes para estimular a presença de indígenas no ambiente acadêmico - políticas afirmativas, editais específicos, programas voltados para a diversidade -, ainda há um longo caminho a percorrer.


Adaptado de: https://www.ipea.gov.brlportal/categorias/45- todas-as-noticias/noticias/1 6341-proporcao-de-indigenas-nalideranca-de-grupos-de-pesquisa-cresce-mais-de-50-em-23-anos.
O texto informa que a proporção de líderes indígenas em grupos de pesquisa passou de 0,25% em 2000 para O,38% em 2023. Considerando esses dados, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4064137 Português
Analise o texto abaixo:

A identificação de riscos no ambiente escolar e a orientação de condutas seguras são ações voltadas à .................... de acidentes e ......................... ao dos estudantes.

Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
Alternativas
Q4063945 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


A Evolução da Vitivinicultura em Pinto Bandeira


    A região de Pinto Bandeira está localizada junto à principal região produtora de vinhos cio Brasil - a Serra Gaúcha. As primeiras notícias da ocupação do território por imigrantes italianos estão nos relatos dos cônsules e intendentes no início da colonização. 

    Os primeiros imigrantes italianos, oriundos especialmente da região do Vêneto, chegaram a pinto Bandeira em 1876. Conforme o projeto de colonização, compraram colônias (lotes de aproximadamente 24ha) e instalaram-se nas Linhas Palmeiro, Jansen, Jacinto e Silva Pinto.

    Os imigrantes exploraram suas pequenas propriedades (lotes) com trabalho exclusivamente familiar, com diversas culturas e criações para consumo próprio. Anos mais tarde, a comercialização dos excedentes dessa produção integrou à região à economia regional e nacional. 

    O verdadeiro impulso à expansão da vitivinicultura em Pinto Bandeira foi dado em 1930, com o estabelecimento de um posto de vinificação da Companhia Vinícola Rio-Grandense S.A. Por muitos anos ela centralizou a produção e a comercialização de vinhos e derivados de uva de seus associados, colaborando na disseminação de algumas variedades Vitis vinifera, com a distribuição de material vegetativo daquelas que obtiveram boa adaptação na região, entre elas as brancas Trebbiano e Moscato e as tintas Barbera, Bonarda, Cabernet Franc e Merlot. 

    Em Pinto Bandeira o conjunto da agricultura apresenta um desenvolvimento com particularidades. A policultura das primeiras décadas incluía o cultivo de cereais. Nos anos 70 houve tendência à monocultura da videira. Atualmente, além da vitivinicultura há a produção de pêssego (aproximadamente 7% da área cultivada e 12o/o da produção do Rio Grande do Sul), de maçã e de ameixa, importantes na geração da renda agrícola da região.


Fonte: Circular Técnica da Embrapa de Bento Gonçalves. Dez./2005.
Texto adaptado. 
Em relação à crase destacada no terceiro parágrafo, assinale a alternativa com a justificativa correspondente.
Alternativas
Q4063944 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


A Evolução da Vitivinicultura em Pinto Bandeira


    A região de Pinto Bandeira está localizada junto à principal região produtora de vinhos cio Brasil - a Serra Gaúcha. As primeiras notícias da ocupação do território por imigrantes italianos estão nos relatos dos cônsules e intendentes no início da colonização. 

    Os primeiros imigrantes italianos, oriundos especialmente da região do Vêneto, chegaram a pinto Bandeira em 1876. Conforme o projeto de colonização, compraram colônias (lotes de aproximadamente 24ha) e instalaram-se nas Linhas Palmeiro, Jansen, Jacinto e Silva Pinto.

    Os imigrantes exploraram suas pequenas propriedades (lotes) com trabalho exclusivamente familiar, com diversas culturas e criações para consumo próprio. Anos mais tarde, a comercialização dos excedentes dessa produção integrou à região à economia regional e nacional. 

    O verdadeiro impulso à expansão da vitivinicultura em Pinto Bandeira foi dado em 1930, com o estabelecimento de um posto de vinificação da Companhia Vinícola Rio-Grandense S.A. Por muitos anos ela centralizou a produção e a comercialização de vinhos e derivados de uva de seus associados, colaborando na disseminação de algumas variedades Vitis vinifera, com a distribuição de material vegetativo daquelas que obtiveram boa adaptação na região, entre elas as brancas Trebbiano e Moscato e as tintas Barbera, Bonarda, Cabernet Franc e Merlot. 

    Em Pinto Bandeira o conjunto da agricultura apresenta um desenvolvimento com particularidades. A policultura das primeiras décadas incluía o cultivo de cereais. Nos anos 70 houve tendência à monocultura da videira. Atualmente, além da vitivinicultura há a produção de pêssego (aproximadamente 7% da área cultivada e 12o/o da produção do Rio Grande do Sul), de maçã e de ameixa, importantes na geração da renda agrícola da região.


Fonte: Circular Técnica da Embrapa de Bento Gonçalves. Dez./2005.
Texto adaptado. 
Considerando a polissemia da palavra ocupação, no primeiro parágrafo, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4063943 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


A Evolução da Vitivinicultura em Pinto Bandeira


    A região de Pinto Bandeira está localizada junto à principal região produtora de vinhos cio Brasil - a Serra Gaúcha. As primeiras notícias da ocupação do território por imigrantes italianos estão nos relatos dos cônsules e intendentes no início da colonização. 

    Os primeiros imigrantes italianos, oriundos especialmente da região do Vêneto, chegaram a pinto Bandeira em 1876. Conforme o projeto de colonização, compraram colônias (lotes de aproximadamente 24ha) e instalaram-se nas Linhas Palmeiro, Jansen, Jacinto e Silva Pinto.

    Os imigrantes exploraram suas pequenas propriedades (lotes) com trabalho exclusivamente familiar, com diversas culturas e criações para consumo próprio. Anos mais tarde, a comercialização dos excedentes dessa produção integrou à região à economia regional e nacional. 

    O verdadeiro impulso à expansão da vitivinicultura em Pinto Bandeira foi dado em 1930, com o estabelecimento de um posto de vinificação da Companhia Vinícola Rio-Grandense S.A. Por muitos anos ela centralizou a produção e a comercialização de vinhos e derivados de uva de seus associados, colaborando na disseminação de algumas variedades Vitis vinifera, com a distribuição de material vegetativo daquelas que obtiveram boa adaptação na região, entre elas as brancas Trebbiano e Moscato e as tintas Barbera, Bonarda, Cabernet Franc e Merlot. 

    Em Pinto Bandeira o conjunto da agricultura apresenta um desenvolvimento com particularidades. A policultura das primeiras décadas incluía o cultivo de cereais. Nos anos 70 houve tendência à monocultura da videira. Atualmente, além da vitivinicultura há a produção de pêssego (aproximadamente 7% da área cultivada e 12o/o da produção do Rio Grande do Sul), de maçã e de ameixa, importantes na geração da renda agrícola da região.


Fonte: Circular Técnica da Embrapa de Bento Gonçalves. Dez./2005.
Texto adaptado. 
No último parágrafo do texto, observam-se os vocábulos décadas, tendência, pêssego, região e maçã. Em relação à acentuação, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4063942 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


A Evolução da Vitivinicultura em Pinto Bandeira


    A região de Pinto Bandeira está localizada junto à principal região produtora de vinhos cio Brasil - a Serra Gaúcha. As primeiras notícias da ocupação do território por imigrantes italianos estão nos relatos dos cônsules e intendentes no início da colonização. 

    Os primeiros imigrantes italianos, oriundos especialmente da região do Vêneto, chegaram a pinto Bandeira em 1876. Conforme o projeto de colonização, compraram colônias (lotes de aproximadamente 24ha) e instalaram-se nas Linhas Palmeiro, Jansen, Jacinto e Silva Pinto.

    Os imigrantes exploraram suas pequenas propriedades (lotes) com trabalho exclusivamente familiar, com diversas culturas e criações para consumo próprio. Anos mais tarde, a comercialização dos excedentes dessa produção integrou à região à economia regional e nacional. 

    O verdadeiro impulso à expansão da vitivinicultura em Pinto Bandeira foi dado em 1930, com o estabelecimento de um posto de vinificação da Companhia Vinícola Rio-Grandense S.A. Por muitos anos ela centralizou a produção e a comercialização de vinhos e derivados de uva de seus associados, colaborando na disseminação de algumas variedades Vitis vinifera, com a distribuição de material vegetativo daquelas que obtiveram boa adaptação na região, entre elas as brancas Trebbiano e Moscato e as tintas Barbera, Bonarda, Cabernet Franc e Merlot. 

    Em Pinto Bandeira o conjunto da agricultura apresenta um desenvolvimento com particularidades. A policultura das primeiras décadas incluía o cultivo de cereais. Nos anos 70 houve tendência à monocultura da videira. Atualmente, além da vitivinicultura há a produção de pêssego (aproximadamente 7% da área cultivada e 12o/o da produção do Rio Grande do Sul), de maçã e de ameixa, importantes na geração da renda agrícola da região.


Fonte: Circular Técnica da Embrapa de Bento Gonçalves. Dez./2005.
Texto adaptado. 
No último parágrafo, a locução prepositiva além da atua instaurando valor de:
Alternativas
Q4063941 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


A Evolução da Vitivinicultura em Pinto Bandeira


    A região de Pinto Bandeira está localizada junto à principal região produtora de vinhos cio Brasil - a Serra Gaúcha. As primeiras notícias da ocupação do território por imigrantes italianos estão nos relatos dos cônsules e intendentes no início da colonização. 

    Os primeiros imigrantes italianos, oriundos especialmente da região do Vêneto, chegaram a pinto Bandeira em 1876. Conforme o projeto de colonização, compraram colônias (lotes de aproximadamente 24ha) e instalaram-se nas Linhas Palmeiro, Jansen, Jacinto e Silva Pinto.

    Os imigrantes exploraram suas pequenas propriedades (lotes) com trabalho exclusivamente familiar, com diversas culturas e criações para consumo próprio. Anos mais tarde, a comercialização dos excedentes dessa produção integrou à região à economia regional e nacional. 

    O verdadeiro impulso à expansão da vitivinicultura em Pinto Bandeira foi dado em 1930, com o estabelecimento de um posto de vinificação da Companhia Vinícola Rio-Grandense S.A. Por muitos anos ela centralizou a produção e a comercialização de vinhos e derivados de uva de seus associados, colaborando na disseminação de algumas variedades Vitis vinifera, com a distribuição de material vegetativo daquelas que obtiveram boa adaptação na região, entre elas as brancas Trebbiano e Moscato e as tintas Barbera, Bonarda, Cabernet Franc e Merlot. 

    Em Pinto Bandeira o conjunto da agricultura apresenta um desenvolvimento com particularidades. A policultura das primeiras décadas incluía o cultivo de cereais. Nos anos 70 houve tendência à monocultura da videira. Atualmente, além da vitivinicultura há a produção de pêssego (aproximadamente 7% da área cultivada e 12o/o da produção do Rio Grande do Sul), de maçã e de ameixa, importantes na geração da renda agrícola da região.


Fonte: Circular Técnica da Embrapa de Bento Gonçalves. Dez./2005.
Texto adaptado. 
O autor utiliza o adjetivo verdadeiro no retângulo em destaque no início do quarto parágrafo do texto. Acerca da construção de sentido, o emprego desse termo na oração atua para:
Alternativas
Q4063940 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


A Evolução da Vitivinicultura em Pinto Bandeira


    A região de Pinto Bandeira está localizada junto à principal região produtora de vinhos cio Brasil - a Serra Gaúcha. As primeiras notícias da ocupação do território por imigrantes italianos estão nos relatos dos cônsules e intendentes no início da colonização. 

    Os primeiros imigrantes italianos, oriundos especialmente da região do Vêneto, chegaram a pinto Bandeira em 1876. Conforme o projeto de colonização, compraram colônias (lotes de aproximadamente 24ha) e instalaram-se nas Linhas Palmeiro, Jansen, Jacinto e Silva Pinto.

    Os imigrantes exploraram suas pequenas propriedades (lotes) com trabalho exclusivamente familiar, com diversas culturas e criações para consumo próprio. Anos mais tarde, a comercialização dos excedentes dessa produção integrou à região à economia regional e nacional. 

    O verdadeiro impulso à expansão da vitivinicultura em Pinto Bandeira foi dado em 1930, com o estabelecimento de um posto de vinificação da Companhia Vinícola Rio-Grandense S.A. Por muitos anos ela centralizou a produção e a comercialização de vinhos e derivados de uva de seus associados, colaborando na disseminação de algumas variedades Vitis vinifera, com a distribuição de material vegetativo daquelas que obtiveram boa adaptação na região, entre elas as brancas Trebbiano e Moscato e as tintas Barbera, Bonarda, Cabernet Franc e Merlot. 

    Em Pinto Bandeira o conjunto da agricultura apresenta um desenvolvimento com particularidades. A policultura das primeiras décadas incluía o cultivo de cereais. Nos anos 70 houve tendência à monocultura da videira. Atualmente, além da vitivinicultura há a produção de pêssego (aproximadamente 7% da área cultivada e 12o/o da produção do Rio Grande do Sul), de maçã e de ameixa, importantes na geração da renda agrícola da região.


Fonte: Circular Técnica da Embrapa de Bento Gonçalves. Dez./2005.
Texto adaptado. 
No período sublinhado no quarto parágrafo, os termos destacados cumprem a função de coesão referencial. Nesse sentido, identifique seus respectivos referentes sintático-semânticos no texto e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4063939 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


A Evolução da Vitivinicultura em Pinto Bandeira


    A região de Pinto Bandeira está localizada junto à principal região produtora de vinhos cio Brasil - a Serra Gaúcha. As primeiras notícias da ocupação do território por imigrantes italianos estão nos relatos dos cônsules e intendentes no início da colonização. 

    Os primeiros imigrantes italianos, oriundos especialmente da região do Vêneto, chegaram a pinto Bandeira em 1876. Conforme o projeto de colonização, compraram colônias (lotes de aproximadamente 24ha) e instalaram-se nas Linhas Palmeiro, Jansen, Jacinto e Silva Pinto.

    Os imigrantes exploraram suas pequenas propriedades (lotes) com trabalho exclusivamente familiar, com diversas culturas e criações para consumo próprio. Anos mais tarde, a comercialização dos excedentes dessa produção integrou à região à economia regional e nacional. 

    O verdadeiro impulso à expansão da vitivinicultura em Pinto Bandeira foi dado em 1930, com o estabelecimento de um posto de vinificação da Companhia Vinícola Rio-Grandense S.A. Por muitos anos ela centralizou a produção e a comercialização de vinhos e derivados de uva de seus associados, colaborando na disseminação de algumas variedades Vitis vinifera, com a distribuição de material vegetativo daquelas que obtiveram boa adaptação na região, entre elas as brancas Trebbiano e Moscato e as tintas Barbera, Bonarda, Cabernet Franc e Merlot. 

    Em Pinto Bandeira o conjunto da agricultura apresenta um desenvolvimento com particularidades. A policultura das primeiras décadas incluía o cultivo de cereais. Nos anos 70 houve tendência à monocultura da videira. Atualmente, além da vitivinicultura há a produção de pêssego (aproximadamente 7% da área cultivada e 12o/o da produção do Rio Grande do Sul), de maçã e de ameixa, importantes na geração da renda agrícola da região.


Fonte: Circular Técnica da Embrapa de Bento Gonçalves. Dez./2005.
Texto adaptado. 
Qual e a ideia principal do texto sobre o desenvolvimento agrícola e vitivinícola da região?
Alternativas
Q4063938 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


A Evolução da Vitivinicultura em Pinto Bandeira


    A região de Pinto Bandeira está localizada junto à principal região produtora de vinhos cio Brasil - a Serra Gaúcha. As primeiras notícias da ocupação do território por imigrantes italianos estão nos relatos dos cônsules e intendentes no início da colonização. 

    Os primeiros imigrantes italianos, oriundos especialmente da região do Vêneto, chegaram a pinto Bandeira em 1876. Conforme o projeto de colonização, compraram colônias (lotes de aproximadamente 24ha) e instalaram-se nas Linhas Palmeiro, Jansen, Jacinto e Silva Pinto.

    Os imigrantes exploraram suas pequenas propriedades (lotes) com trabalho exclusivamente familiar, com diversas culturas e criações para consumo próprio. Anos mais tarde, a comercialização dos excedentes dessa produção integrou à região à economia regional e nacional. 

    O verdadeiro impulso à expansão da vitivinicultura em Pinto Bandeira foi dado em 1930, com o estabelecimento de um posto de vinificação da Companhia Vinícola Rio-Grandense S.A. Por muitos anos ela centralizou a produção e a comercialização de vinhos e derivados de uva de seus associados, colaborando na disseminação de algumas variedades Vitis vinifera, com a distribuição de material vegetativo daquelas que obtiveram boa adaptação na região, entre elas as brancas Trebbiano e Moscato e as tintas Barbera, Bonarda, Cabernet Franc e Merlot. 

    Em Pinto Bandeira o conjunto da agricultura apresenta um desenvolvimento com particularidades. A policultura das primeiras décadas incluía o cultivo de cereais. Nos anos 70 houve tendência à monocultura da videira. Atualmente, além da vitivinicultura há a produção de pêssego (aproximadamente 7% da área cultivada e 12o/o da produção do Rio Grande do Sul), de maçã e de ameixa, importantes na geração da renda agrícola da região.


Fonte: Circular Técnica da Embrapa de Bento Gonçalves. Dez./2005.
Texto adaptado. 
Considere o termo exclusivamente em destaque no início do terceiro parágrafo. Pela logica dedutiva, se o autor desejasse exprimir a ideia diametralmente oposta, indicando que a mão de obra familiar dividia espaço com outros modelos de trabalho, qual vocábulo constituiria o antônimo contextual CORRETO?
Alternativas
Q4063683 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A armadilha da carga cognitiva: por que estudar mais tempo nem sempre é sinônimo de aprender mais


Muitas pessoas acreditam que estudar por mais tempo, necessariamente, conduz a melhores resultados. No entanto, evidências da área educacional indicam que o aprendizado não depende apenas da quantidade de horas dedicadas ao estudo. Ler de maneira repetida um conteúdo sem assimilá-lo demonstra que o cérebro possui limites para processar novas informações. Assim, aumentar indiscriminadamente o tempo de estudo gera fadiga mental sem produzir ganhos efetivos.

Segundo estudos sobre aprendizagem, o cérebro não aprende por simples acumulação de dados, mas pela integração das informações. Dois conceitos ajudam a compreender esse processo: memória de trabalho e carga cognitiva. A memória de trabalho corresponde ao espaço mental temporário em que manipulamos informações para realizar tarefas complexas, como compreender textos ou resolver problemas. Esse espaço possui capacidade limitada e precisa ser utilizado de forma eficiente.

A carga cognitiva representa o esforço mental necessário para processar novas informações. Ela é dividida em dois tipos principais. A carga intrínseca está relacionada à própria complexidade do conteúdo estudado. Já a carga extrínseca surge quando fatores externos dificultam o processamento das informações, como explicações confusas, excesso de estímulos ou ambientes inadequados para a aprendizagem.

Pesquisas indicam que a memória de trabalho manipula ao mesmo tempo apenas um número reduzido de unidades de informação, entre cinco e nove elementos. Esses elementos são dados simples ou conceitos mais complexos. A diferença depende do nível de conhecimento do indivíduo. Para iniciantes, diversos dados aparecem como informações isoladas; para especialistas, essas mesmas informações são agrupadas em conceitos mais amplos e organizados.

O processo de aprendizagem consiste em transformar múltiplos dados dispersos em estruturas conceituais mais integradas. Dessa forma, as informações ocupam menos espaço na memória de trabalho, permitindo que o indivíduo realize análises mais complexas. Por isso, especialistas não possuem maior capacidade de memória, mas uma organização mais eficiente do conhecimento acumulado.

Estudos mostram que distribuir o tempo de estudo ao longo de vários dias é mais eficaz do que concentrar muitas horas em uma única sessão.

O cérebro aprende com maior eficiência quando precisa recuperar informações ativamente. Por isso, atividades que exigem reorganização do conhecimento tendem a produzir melhores resultados do que simples releituras. Entre essas atividades estão transformar textos em esquemas, reinterpretar gráficos, responder a perguntas de autoavaliação ou explicar o conteúdo a outra pessoa.

O descanso também exerce papel fundamental no aprendizado. Durante o sono, especialmente em determinadas fases, ocorrem processos de consolidação da memória que fortalecem as conexões entre os neurônios. Além disso, ambientes de estudo organizados e com menos estímulos externos contribuem para redução de interferências na memória de trabalho.

Em momentos de dificuldade, uma estratégia eficiente consiste em fragmentar o conteúdo em partes menores. Aprender pequenos elementos de cada vez facilita a compreensão progressiva do tema e reduz a sensação de sobrecarga cognitiva. À medida que o conhecimento se organiza, torna-se possível integrar essas partes em estruturas conceituais mais amplas.

Dessa forma, o aprendizado eficaz não depende de esforço contínuo e excessivo, mas do uso inteligente das capacidades cognitivas. Compreender os limites da memória de trabalho, reduzir esforços mentais desnecessários e organizar as informações de forma adequada são estratégias que favorecem a construção de um aprendizado mais profundo e duradouro.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg1y1gzgypo.adaptado.
A aprendizagem envolve processos cognitivos relacionados à forma como as informações são organizadas, articuladas e recuperadas pelo indivíduo. A interpretação de textos exige identificar relações entre ideias, compreender inferências e reconhecer o modo como os argumentos se estruturam ao longo da exposição.

De acordo com o texto-base, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Respostas
7201: A
7202: B
7203: D
7204: C
7205: A
7206: B
7207: B
7208: C
7209: C
7210: D
7211: A
7212: C
7213: D
7214: B
7215: A
7216: D
7217: B
7218: A
7219: C
7220: E