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Q3427397 Português
Células podem indicar chave para frear efeitos do envelhecimento


Elas estão espalhadas por todo o nosso corpo — do cérebro ao fígado —, e atuam liberando moléculas prejudiciais que degradam os tecidos, afetando a cognição, aumentando a fragilidade e enfraquecendo o sistema imunológico. E seu número aumenta à medida que envelhecemos.

Estamos nos referindo às células senescentes, muitas vezes, chamadas de "células zumbis".

Com a idade, elas passam por um processo de senescência, um estado em que não crescem e não se dividem, no entanto resistem em morrer e liberam uma combinação prejudicial de sinais biológicos nocivos.

Quando uma pessoa é jovem, o sistema imunológico elimina células senescentes. Mas muitas conseguem perseverar, contribuindo para problemas de saúde e doenças associadas ao avanço da idade.

Há mais de uma década, várias equipes de cientistas pesquisam formas de destruir estas células, e assim, deter os problemas do envelhecimento.

As doenças, as lesões e os outros fatores de estresse danificam as células de todo o nosso corpo.

Idealmente, nosso sistema imunológico elimina as células danificadas por meio de um processo chamado apoptose.

Mas, à medida que envelhecemos, o nosso organismo já não é tão eficaz na eliminação de células disfuncionais, e isso contribui para o enfraquecimento do sistema imunológico e outros processos biológicos menos eficientes.

Nas dezenas de ensaios clínicos realizados em células senescentes atualmente, os pesquisadores usam desde medicamentos — novos e adaptados — até biomarcadores e ferramentas genéticas para reprogramar e matar estas células, na esperança de acabar com as doenças associadas ao avanço da idade.

"Sabemos que as pessoas envelhecem em ritmos diferentes, e que a idade cronológica de uma pessoa nem sempre coincide com a sua idade biológica", explicou Jennifer Sauver, principal autora do estudo.

"Descobrimos que um grupo de diversas proteínas liberadas pelas células zumbis funciona como biomarcadores da senescência e prevê resultados relacionados à saúde em adultos mais velhos."

Os pesquisadores também descobriram que medir estes biomarcadores no sangue ajuda a prever a mortalidade, para além da combinação da idade cronológica, do sexo e da presença de uma doença crônica.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4nn0v2g45mo. adaptado.
Descobrimos que um grupo de diversas proteínas liberadas pelas células zumbis funciona como biomarcadores da senescência e prevê resultados relacionados à saúde em adultos mais velhos.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3427395 Português
Células podem indicar chave para frear efeitos do envelhecimento


Elas estão espalhadas por todo o nosso corpo — do cérebro ao fígado —, e atuam liberando moléculas prejudiciais que degradam os tecidos, afetando a cognição, aumentando a fragilidade e enfraquecendo o sistema imunológico. E seu número aumenta à medida que envelhecemos.

Estamos nos referindo às células senescentes, muitas vezes, chamadas de "células zumbis".

Com a idade, elas passam por um processo de senescência, um estado em que não crescem e não se dividem, no entanto resistem em morrer e liberam uma combinação prejudicial de sinais biológicos nocivos.

Quando uma pessoa é jovem, o sistema imunológico elimina células senescentes. Mas muitas conseguem perseverar, contribuindo para problemas de saúde e doenças associadas ao avanço da idade.

Há mais de uma década, várias equipes de cientistas pesquisam formas de destruir estas células, e assim, deter os problemas do envelhecimento.

As doenças, as lesões e os outros fatores de estresse danificam as células de todo o nosso corpo.

Idealmente, nosso sistema imunológico elimina as células danificadas por meio de um processo chamado apoptose.

Mas, à medida que envelhecemos, o nosso organismo já não é tão eficaz na eliminação de células disfuncionais, e isso contribui para o enfraquecimento do sistema imunológico e outros processos biológicos menos eficientes.

Nas dezenas de ensaios clínicos realizados em células senescentes atualmente, os pesquisadores usam desde medicamentos — novos e adaptados — até biomarcadores e ferramentas genéticas para reprogramar e matar estas células, na esperança de acabar com as doenças associadas ao avanço da idade.

"Sabemos que as pessoas envelhecem em ritmos diferentes, e que a idade cronológica de uma pessoa nem sempre coincide com a sua idade biológica", explicou Jennifer Sauver, principal autora do estudo.

"Descobrimos que um grupo de diversas proteínas liberadas pelas células zumbis funciona como biomarcadores da senescência e prevê resultados relacionados à saúde em adultos mais velhos."

Os pesquisadores também descobriram que medir estes biomarcadores no sangue ajuda a prever a mortalidade, para além da combinação da idade cronológica, do sexo e da presença de uma doença crônica.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4nn0v2g45mo. adaptado.
O número de células zumbis aumenta à medida que envelhecemos, já que nosso corpo não é mais tão eficaz na eliminação de células disfuncionais.
De acordo com o texto base, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3427392 Português
Células podem indicar chave para frear efeitos do envelhecimento


Elas estão espalhadas por todo o nosso corpo — do cérebro ao fígado —, e atuam liberando moléculas prejudiciais que degradam os tecidos, afetando a cognição, aumentando a fragilidade e enfraquecendo o sistema imunológico. E seu número aumenta à medida que envelhecemos.

Estamos nos referindo às células senescentes, muitas vezes, chamadas de "células zumbis".

Com a idade, elas passam por um processo de senescência, um estado em que não crescem e não se dividem, no entanto resistem em morrer e liberam uma combinação prejudicial de sinais biológicos nocivos.

Quando uma pessoa é jovem, o sistema imunológico elimina células senescentes. Mas muitas conseguem perseverar, contribuindo para problemas de saúde e doenças associadas ao avanço da idade.

Há mais de uma década, várias equipes de cientistas pesquisam formas de destruir estas células, e assim, deter os problemas do envelhecimento.

As doenças, as lesões e os outros fatores de estresse danificam as células de todo o nosso corpo.

Idealmente, nosso sistema imunológico elimina as células danificadas por meio de um processo chamado apoptose.

Mas, à medida que envelhecemos, o nosso organismo já não é tão eficaz na eliminação de células disfuncionais, e isso contribui para o enfraquecimento do sistema imunológico e outros processos biológicos menos eficientes.

Nas dezenas de ensaios clínicos realizados em células senescentes atualmente, os pesquisadores usam desde medicamentos — novos e adaptados — até biomarcadores e ferramentas genéticas para reprogramar e matar estas células, na esperança de acabar com as doenças associadas ao avanço da idade.

"Sabemos que as pessoas envelhecem em ritmos diferentes, e que a idade cronológica de uma pessoa nem sempre coincide com a sua idade biológica", explicou Jennifer Sauver, principal autora do estudo.

"Descobrimos que um grupo de diversas proteínas liberadas pelas células zumbis funciona como biomarcadores da senescência e prevê resultados relacionados à saúde em adultos mais velhos."

Os pesquisadores também descobriram que medir estes biomarcadores no sangue ajuda a prever a mortalidade, para além da combinação da idade cronológica, do sexo e da presença de uma doença crônica.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4nn0v2g45mo. adaptado.

A idade cronológica de uma pessoa nem sempre coincide com a sua idade biológica.

Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase: 

Alternativas
Q3427287 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Resorts de esqui estocam neve para compensar falta no inverno


Na estação de esqui de Ruka, na Finlândia, a neve normalmente derrete em abril. No início de maio, seus vinte e dois teleféricos não funcionam temporariamente. E, como todos os anos, suas quarenta e uma pistas de esqui ficam verdes, transformando as encostas em um destino para apaixonados por trilhas e ciclistas de montanha, não para esquiadores.


Mas cinco das pistas são marcadas por dois montes de neve cobertos por mantas brancas de poliestireno. Cada monte contém cerca de trinta mil metros cúbicos de neve. Eles ficam lá durante todo o verão.


Quando estes montes forem descobertos em outubro, haverá ainda cerca de 80% a 90% da neve, o suficiente para ser espalhado por três ou quatro encostas, além do parque de neve.


Para uma estação de esqui de baixa altitude como Ruka, que não chega a atingir 500 metros, isso não é apenas conveniente. É um divisor de águas, especialmente no início da temporada de esqui, quando tanto a neve quanto as temperaturas variam bastante.


O fato de a neve ser armazenada o ano todo parece surpreendente, mas a prática remonta há séculos. Antes da refrigeração, as pessoas armazenavam gelo e neve no subsolo durante o verão, permitindo que conservassem os alimentos por exemplo.


Nas últimas décadas, à medida que a indústria do esqui testava maneiras de conservar a neve para permitir a realização de eventos no outono ou início do inverno, os resorts empilhavam a neve, e depois cobriam as pilhas com um material orgânico como serragem, lascas de madeira ou palha.


Estes métodos são surpreendentemente eficazes: uma pesquisa mostrou que eles preservam entre 72% e 85% da massa de neve durante o verão.


Hoje, no entanto, a tecnologia é muito mais avançada. O sistema da empresa finlandesa Snow Secure inclui mantas brancas de poliestireno, com 50mm ou 70 mm de espessura, projetadas para se ajustarem com precisão a montes de neve com formato geométrico.


De acordo com testes da própria empresa, o sistema funciona mesmo nas temperaturas mais altas. Ao longo de uma semana de junho de 2023 em Vihti, na Finlândia, a temperatura no topo da manta que cobre a neve armazenada chegou a 44°C, segundo as medições realizadas. E abaixo da manta? A temperatura atingiu apenas 2,5°C.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cg3lqg0vrpjo. adaptado

À medida que os invernos esquentam e a neve se torna menos previsível, as estações de esqui precisam criar novas maneiras de conservar a neve.
De acordo com o texto base, assinale a alternativa correta sobre a prática de armazenamento de neve.
Alternativas
Q3427236 Português

Leia o trecho abaixo e responda à questão:


"Ele está sempre feliz, pois vê o lado bom das coisas."


Assinale a alternativa que classifica corretamente a conjunção "pois" no trecho acima. 

Alternativas
Q3427235 Português

Leia o trecho abaixo e responda à questão:


"A casa é grande, espaçosa e confortável."


Marque a alternativa que classifica corretamente as palavras "grande", "espaçosa" e "confortável".

Alternativas
Q3427234 Português

Leia o trecho abaixo e responda à questão:


"Ele não gosta de café, mas prefere chá."


Assinale a alternativa que classifica corretamente a conjunção "mas" no trecho acima.

Alternativas
Q3427233 Português

Leia o trecho abaixo e responda à questão:


"Vamos ao parque ou ao cinema?"


Marque a alternativa que classifica corretamente a conjunção "ou" no trecho acima. 

Alternativas
Q3427232 Português

Leia o trecho abaixo e responda à questão:


"Ela perguntou por que ele não veio à aula."


Assinale a alternativa que explica corretamente o uso do termo "por que" no trecho acima.

Alternativas
Q3427231 Português

Leia o trecho abaixo e responda à questão:


"Os alunos estudaram para a prova."


Marque a alternativa que classifica corretamente a expressão "para a prova". 

Alternativas
Q3427230 Português

 Leia o trecho abaixo e responda à questão:


"Ela é muito inteligente e dedicada."


Assinale a alternativa que classifica corretamente as palavras "inteligente" e "dedicada".

Alternativas
Q3427228 Português

Leia o trecho abaixo e responda à questão:


"Ele não sabia o porquê de tanta confusão." Assinale a alternativa que explica corretamente o uso do termo "porquê" no trecho acima. 

Alternativas
Q3427227 Português

Leia o trecho abaixo e responda à questão:


"Paulo gosta de estudar à noite porque é mais silencioso." Assinale a alternativa que classifica corretamente a palavra sublinhada no trecho acima.

Alternativas
Q3427226 Português

QUEDA EM IDOSOS, UM FANTASMA A SER EVITADO


À medida que o familiar envelhece, é coerente investir em adaptações que proporcionem liberdade de deslocamento seguro. Além de ser importante para manter a sensação de pertencimento ao seu ambiente, isso protege a saúde mental, pois permite a manutenção das atividades que eram rotineiras, e é fundamental para evitar o declínio da funcionalidade musculoesquelética.


Inicia-se um ciclo de prosperidade: mais movimento, mais músculos, mais força, mais consciência corporal, menos queda.


A queda é deletéria de várias maneiras; gera estresse doloroso, necessidade de medicamentos analgésicos, que podem complicar a saúde do estômago, aumenta o risco de agravos para fígado, coração, rim e podem exigir um procedimento cirúrgico.


Isso gera para o paciente idoso, muitas vezes já com vulnerabilidades de saúde, um risco anestésico maior, tanto pelo declínio de funcionalidade dos órgãos quanto pela utilização de medicamentos crônicos, além de uma internação e todas as suas consequências.


Sabemos que o risco de infecção é bem mais alto nos idosos, e o ambiente hospitalar, que, apesar dos meticulosos cuidados para prevenção de infecção, é, por sua característica de receber pessoas doentes, um ambiente de maior risco.


Recebo muitos pacientes na clínica de dor após histórico de queda e vejo o quanto ela representa um declínio abrupto na qualidade de vida de pacientes que, previamente, estavam bem e, depois, muitas vezes, ficam com incapacidades e comumente muito mais medrosos para se deslocar. Sem falar na dor que, em alguns casos, vai exigir um cuidado crônico.


Mulheres, pela maior incidência de sarcopenia e osteoporose, são mais vulneráveis quando ocorre uma queda, mas os homens não estão imunes ao risco.


Temos também uma situação muito particular, em que o idoso não cai e quebra, mas acontece o contrário: o osso quebra pela fragilidade óssea e, por isso, o indivíduo cai.


Nas duas situações, um fator particular torna esse cenário bem mais delicado: o uso cada vez mais frequente de medicamentos que diminuem a consciência, a coordenação e o equilíbrio do paciente.


São eles: indutores do sono, medicamentos utilizados para regular o humor, anticonvulsivantes e opioides (utilizados para o controle da dor), muitas vezes prescritos sem considerar a idade e a perda natural da capacidade dos órgãos que metabolizam esses medicamentos. Em função da idade, deve-se pesar muito bem o risco e o benefício. Se for imprescindível, devemos ajustar a dose e o horário para que o paciente não se levante à noite com nível reduzido de consciência e caia.


Em função do uso cada vez mais frequente de medicamentos, é cada vez mais comum pacientes caírem à noite enquanto se levantam para ir ao banheiro. Precisamos prestar atenção nessa alta frequência para investir em cuidados que reduzam esses riscos.


(Por Meira Souza. Publicado em 17/07/2024. Disponível em https://www.otempo.com.br/opiniao/dra-meira souza/2024/7/6/queda-em-idosos--um-fantasma-a-ser evitado)

Qual é a principal mensagem que a autora deseja transmitir com o texto? 
Alternativas
Q3427225 Português

QUEDA EM IDOSOS, UM FANTASMA A SER EVITADO


À medida que o familiar envelhece, é coerente investir em adaptações que proporcionem liberdade de deslocamento seguro. Além de ser importante para manter a sensação de pertencimento ao seu ambiente, isso protege a saúde mental, pois permite a manutenção das atividades que eram rotineiras, e é fundamental para evitar o declínio da funcionalidade musculoesquelética.


Inicia-se um ciclo de prosperidade: mais movimento, mais músculos, mais força, mais consciência corporal, menos queda.


A queda é deletéria de várias maneiras; gera estresse doloroso, necessidade de medicamentos analgésicos, que podem complicar a saúde do estômago, aumenta o risco de agravos para fígado, coração, rim e podem exigir um procedimento cirúrgico.


Isso gera para o paciente idoso, muitas vezes já com vulnerabilidades de saúde, um risco anestésico maior, tanto pelo declínio de funcionalidade dos órgãos quanto pela utilização de medicamentos crônicos, além de uma internação e todas as suas consequências.


Sabemos que o risco de infecção é bem mais alto nos idosos, e o ambiente hospitalar, que, apesar dos meticulosos cuidados para prevenção de infecção, é, por sua característica de receber pessoas doentes, um ambiente de maior risco.


Recebo muitos pacientes na clínica de dor após histórico de queda e vejo o quanto ela representa um declínio abrupto na qualidade de vida de pacientes que, previamente, estavam bem e, depois, muitas vezes, ficam com incapacidades e comumente muito mais medrosos para se deslocar. Sem falar na dor que, em alguns casos, vai exigir um cuidado crônico.


Mulheres, pela maior incidência de sarcopenia e osteoporose, são mais vulneráveis quando ocorre uma queda, mas os homens não estão imunes ao risco.


Temos também uma situação muito particular, em que o idoso não cai e quebra, mas acontece o contrário: o osso quebra pela fragilidade óssea e, por isso, o indivíduo cai.


Nas duas situações, um fator particular torna esse cenário bem mais delicado: o uso cada vez mais frequente de medicamentos que diminuem a consciência, a coordenação e o equilíbrio do paciente.


São eles: indutores do sono, medicamentos utilizados para regular o humor, anticonvulsivantes e opioides (utilizados para o controle da dor), muitas vezes prescritos sem considerar a idade e a perda natural da capacidade dos órgãos que metabolizam esses medicamentos. Em função da idade, deve-se pesar muito bem o risco e o benefício. Se for imprescindível, devemos ajustar a dose e o horário para que o paciente não se levante à noite com nível reduzido de consciência e caia.


Em função do uso cada vez mais frequente de medicamentos, é cada vez mais comum pacientes caírem à noite enquanto se levantam para ir ao banheiro. Precisamos prestar atenção nessa alta frequência para investir em cuidados que reduzam esses riscos.


(Por Meira Souza. Publicado em 17/07/2024. Disponível em https://www.otempo.com.br/opiniao/dra-meira souza/2024/7/6/queda-em-idosos--um-fantasma-a-ser evitado)

Assinale a alternativa que melhor reflete o ciclo de prosperidade mencionado no texto. 
Alternativas
Q3427224 Português

QUEDA EM IDOSOS, UM FANTASMA A SER EVITADO


À medida que o familiar envelhece, é coerente investir em adaptações que proporcionem liberdade de deslocamento seguro. Além de ser importante para manter a sensação de pertencimento ao seu ambiente, isso protege a saúde mental, pois permite a manutenção das atividades que eram rotineiras, e é fundamental para evitar o declínio da funcionalidade musculoesquelética.


Inicia-se um ciclo de prosperidade: mais movimento, mais músculos, mais força, mais consciência corporal, menos queda.


A queda é deletéria de várias maneiras; gera estresse doloroso, necessidade de medicamentos analgésicos, que podem complicar a saúde do estômago, aumenta o risco de agravos para fígado, coração, rim e podem exigir um procedimento cirúrgico.


Isso gera para o paciente idoso, muitas vezes já com vulnerabilidades de saúde, um risco anestésico maior, tanto pelo declínio de funcionalidade dos órgãos quanto pela utilização de medicamentos crônicos, além de uma internação e todas as suas consequências.


Sabemos que o risco de infecção é bem mais alto nos idosos, e o ambiente hospitalar, que, apesar dos meticulosos cuidados para prevenção de infecção, é, por sua característica de receber pessoas doentes, um ambiente de maior risco.


Recebo muitos pacientes na clínica de dor após histórico de queda e vejo o quanto ela representa um declínio abrupto na qualidade de vida de pacientes que, previamente, estavam bem e, depois, muitas vezes, ficam com incapacidades e comumente muito mais medrosos para se deslocar. Sem falar na dor que, em alguns casos, vai exigir um cuidado crônico.


Mulheres, pela maior incidência de sarcopenia e osteoporose, são mais vulneráveis quando ocorre uma queda, mas os homens não estão imunes ao risco.


Temos também uma situação muito particular, em que o idoso não cai e quebra, mas acontece o contrário: o osso quebra pela fragilidade óssea e, por isso, o indivíduo cai.


Nas duas situações, um fator particular torna esse cenário bem mais delicado: o uso cada vez mais frequente de medicamentos que diminuem a consciência, a coordenação e o equilíbrio do paciente.


São eles: indutores do sono, medicamentos utilizados para regular o humor, anticonvulsivantes e opioides (utilizados para o controle da dor), muitas vezes prescritos sem considerar a idade e a perda natural da capacidade dos órgãos que metabolizam esses medicamentos. Em função da idade, deve-se pesar muito bem o risco e o benefício. Se for imprescindível, devemos ajustar a dose e o horário para que o paciente não se levante à noite com nível reduzido de consciência e caia.


Em função do uso cada vez mais frequente de medicamentos, é cada vez mais comum pacientes caírem à noite enquanto se levantam para ir ao banheiro. Precisamos prestar atenção nessa alta frequência para investir em cuidados que reduzam esses riscos.


(Por Meira Souza. Publicado em 17/07/2024. Disponível em https://www.otempo.com.br/opiniao/dra-meira souza/2024/7/6/queda-em-idosos--um-fantasma-a-ser evitado)

Marque a alternativa que explica corretamente a relação entre a fragilidade óssea e as quedas em idosos, conforme apresentado no texto.
Alternativas
Q3427223 Português

QUEDA EM IDOSOS, UM FANTASMA A SER EVITADO


À medida que o familiar envelhece, é coerente investir em adaptações que proporcionem liberdade de deslocamento seguro. Além de ser importante para manter a sensação de pertencimento ao seu ambiente, isso protege a saúde mental, pois permite a manutenção das atividades que eram rotineiras, e é fundamental para evitar o declínio da funcionalidade musculoesquelética.


Inicia-se um ciclo de prosperidade: mais movimento, mais músculos, mais força, mais consciência corporal, menos queda.


A queda é deletéria de várias maneiras; gera estresse doloroso, necessidade de medicamentos analgésicos, que podem complicar a saúde do estômago, aumenta o risco de agravos para fígado, coração, rim e podem exigir um procedimento cirúrgico.


Isso gera para o paciente idoso, muitas vezes já com vulnerabilidades de saúde, um risco anestésico maior, tanto pelo declínio de funcionalidade dos órgãos quanto pela utilização de medicamentos crônicos, além de uma internação e todas as suas consequências.


Sabemos que o risco de infecção é bem mais alto nos idosos, e o ambiente hospitalar, que, apesar dos meticulosos cuidados para prevenção de infecção, é, por sua característica de receber pessoas doentes, um ambiente de maior risco.


Recebo muitos pacientes na clínica de dor após histórico de queda e vejo o quanto ela representa um declínio abrupto na qualidade de vida de pacientes que, previamente, estavam bem e, depois, muitas vezes, ficam com incapacidades e comumente muito mais medrosos para se deslocar. Sem falar na dor que, em alguns casos, vai exigir um cuidado crônico.


Mulheres, pela maior incidência de sarcopenia e osteoporose, são mais vulneráveis quando ocorre uma queda, mas os homens não estão imunes ao risco.


Temos também uma situação muito particular, em que o idoso não cai e quebra, mas acontece o contrário: o osso quebra pela fragilidade óssea e, por isso, o indivíduo cai.


Nas duas situações, um fator particular torna esse cenário bem mais delicado: o uso cada vez mais frequente de medicamentos que diminuem a consciência, a coordenação e o equilíbrio do paciente.


São eles: indutores do sono, medicamentos utilizados para regular o humor, anticonvulsivantes e opioides (utilizados para o controle da dor), muitas vezes prescritos sem considerar a idade e a perda natural da capacidade dos órgãos que metabolizam esses medicamentos. Em função da idade, deve-se pesar muito bem o risco e o benefício. Se for imprescindível, devemos ajustar a dose e o horário para que o paciente não se levante à noite com nível reduzido de consciência e caia.


Em função do uso cada vez mais frequente de medicamentos, é cada vez mais comum pacientes caírem à noite enquanto se levantam para ir ao banheiro. Precisamos prestar atenção nessa alta frequência para investir em cuidados que reduzam esses riscos.


(Por Meira Souza. Publicado em 17/07/2024. Disponível em https://www.otempo.com.br/opiniao/dra-meira souza/2024/7/6/queda-em-idosos--um-fantasma-a-ser evitado)

De acordo com o texto, qual é uma das principais causas das quedas noturnas em idosos?
Alternativas
Q3427222 Português

QUEDA EM IDOSOS, UM FANTASMA A SER EVITADO


À medida que o familiar envelhece, é coerente investir em adaptações que proporcionem liberdade de deslocamento seguro. Além de ser importante para manter a sensação de pertencimento ao seu ambiente, isso protege a saúde mental, pois permite a manutenção das atividades que eram rotineiras, e é fundamental para evitar o declínio da funcionalidade musculoesquelética.


Inicia-se um ciclo de prosperidade: mais movimento, mais músculos, mais força, mais consciência corporal, menos queda.


A queda é deletéria de várias maneiras; gera estresse doloroso, necessidade de medicamentos analgésicos, que podem complicar a saúde do estômago, aumenta o risco de agravos para fígado, coração, rim e podem exigir um procedimento cirúrgico.


Isso gera para o paciente idoso, muitas vezes já com vulnerabilidades de saúde, um risco anestésico maior, tanto pelo declínio de funcionalidade dos órgãos quanto pela utilização de medicamentos crônicos, além de uma internação e todas as suas consequências.


Sabemos que o risco de infecção é bem mais alto nos idosos, e o ambiente hospitalar, que, apesar dos meticulosos cuidados para prevenção de infecção, é, por sua característica de receber pessoas doentes, um ambiente de maior risco.


Recebo muitos pacientes na clínica de dor após histórico de queda e vejo o quanto ela representa um declínio abrupto na qualidade de vida de pacientes que, previamente, estavam bem e, depois, muitas vezes, ficam com incapacidades e comumente muito mais medrosos para se deslocar. Sem falar na dor que, em alguns casos, vai exigir um cuidado crônico.


Mulheres, pela maior incidência de sarcopenia e osteoporose, são mais vulneráveis quando ocorre uma queda, mas os homens não estão imunes ao risco.


Temos também uma situação muito particular, em que o idoso não cai e quebra, mas acontece o contrário: o osso quebra pela fragilidade óssea e, por isso, o indivíduo cai.


Nas duas situações, um fator particular torna esse cenário bem mais delicado: o uso cada vez mais frequente de medicamentos que diminuem a consciência, a coordenação e o equilíbrio do paciente.


São eles: indutores do sono, medicamentos utilizados para regular o humor, anticonvulsivantes e opioides (utilizados para o controle da dor), muitas vezes prescritos sem considerar a idade e a perda natural da capacidade dos órgãos que metabolizam esses medicamentos. Em função da idade, deve-se pesar muito bem o risco e o benefício. Se for imprescindível, devemos ajustar a dose e o horário para que o paciente não se levante à noite com nível reduzido de consciência e caia.


Em função do uso cada vez mais frequente de medicamentos, é cada vez mais comum pacientes caírem à noite enquanto se levantam para ir ao banheiro. Precisamos prestar atenção nessa alta frequência para investir em cuidados que reduzam esses riscos.


(Por Meira Souza. Publicado em 17/07/2024. Disponível em https://www.otempo.com.br/opiniao/dra-meira souza/2024/7/6/queda-em-idosos--um-fantasma-a-ser evitado)

Assinale a alternativa que melhor sintetiza o tema central do texto. 
Alternativas
Q3427096 Português
Resorts de esqui estocam neve para compensar falta no inverno


Na estação de esqui de Ruka, na Finlândia, a neve normalmente derrete em abril. No início de maio, seus vinte e dois teleféricos não funcionam temporariamente. E, como todos os anos, suas quarenta e uma pistas de esqui ficam verdes, transformando as encostas em um destino para apaixonados por trilhas e ciclistas de montanha, não para esquiadores.

Mas cinco das pistas são marcadas por dois montes de neve cobertos por mantas brancas de poliestireno. Cada monte contém cerca de trinta mil metros cúbicos de neve. Eles ficam lá durante todo o verão.

Quando estes montes forem descobertos em outubro, haverá ainda cerca de 80% a 90% da neve, o suficiente para ser espalhado por três ou quatro encostas, além do parque de neve.

Para uma estação de esqui de baixa altitude como Ruka, que não chega a atingir 500 metros, isso não é apenas conveniente. É um divisor de águas, especialmente no início da temporada de esqui, quando tanto a neve quanto as temperaturas variam bastante.

O fato de a neve ser armazenada o ano todo parece surpreendente, mas a prática remonta há séculos. Antes da refrigeração, as pessoas armazenavam gelo e neve no subsolo durante o verão, permitindo que conservassem os alimentos por exemplo.

Nas últimas décadas, à medida que a indústria do esqui testava maneiras de conservar a neve para permitir a realização de eventos no outono ou início do inverno, os resorts empilhavam a neve, e depois cobriam as pilhas com um material orgânico como serragem, lascas de madeira ou palha.

Estes métodos são surpreendentemente eficazes: uma pesquisa mostrou que eles preservam entre 72% e 85% da massa de neve durante o verão.

Hoje, no entanto, a tecnologia é muito mais avançada. O sistema da empresa finlandesa Snow Secure inclui mantas brancas de poliestireno, com 50mm ou 70 mm de espessura, projetadas para se ajustarem com precisão a montes de neve com formato geométrico.

De acordo com testes da própria empresa, o sistema funciona mesmo nas temperaturas mais altas. Ao longo de uma semana de junho de 2023 em Vihti, na Finlândia, a temperatura no topo da manta que cobre a neve armazenada chegou a 44°C, segundo as medições realizadas. E abaixo da manta? A temperatura atingiu apenas 2,5°C.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cg3lqg0vrpjo. adaptado
À medida que a indústria do esqui testava maneiras de conservar a neve para permitir a realização de eventos no outono ou início do inverno, os resorts empilhavam 'a neve', e depois cobriam as pilhas com um material orgânico.
Substituindo o termo destacado pelo pronome oblíquo adequado, tem-se:
Alternativas
Respostas
49501: D
49502: C
49503: D
49504: A
49505: B
49506: D
49507: A
49508: B
49509: C
49510: C
49511: D
49512: X
49513: C
49514: B
49515: A
49516: D
49517: A
49518: B
49519: C
49520: D