Questões de Concurso Sobre português
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I. São Paulo, 12 de janeiro de 1978.
II. As meninas, ao contrário do que pensam, são muito valentes e corajosas.
III. José, João e Miguel, eram os alunos mais bagunceiros daquela turma.
Os sinais de pontuação estão corretamente empregados apenas em:
(__) Os estudos realizados com pessoas, ainda que em fase inicial, demonstraram que as vacinas inversas poderiam efetivamente interromper a reação autoimune associada a uma doença semelhante à esclerose múltipla.
(__) A vacina descrita no estudo atua de modo a criar uma tolerância imunológica específica, marcando proteínas que não devem ser atacadas pelo sistema imunológico.
(__) Uma das principais vantagens da vacina inversa, no que diz respeito às doenças autoimunes, é que não prejudicam o sistema imunológico, como fazem os atuais tratamentos.
(__) As chamadas vacinas inversas ainda apresentam um desafio: como existem distintos antígenos associados às doenças autoimunes, as vacinas precisam ser pensadas para cada um desses antígenos.
É correto o que se afirma em:
Primeira coluna: processo de formação
(1) Derivação sufixal.
(2) Derivação prefixal.
(3) Derivação prefixal e sufixal.
Segunda coluna: exemplo
(__) autoimune
(__) imunológica
(__) pesquisadores
(__) incorretamente
(__) imunitário
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Nossa vida é uma coleção de "ontens"
Tem gente que coleciona carrinhos de brinquedo, outros discos de vinil, tem a galera das figurinhas da Copa agora. Mas tem algo que todos nós colecionamos, querendo ou não: os "ontens".
Tenho um certo receio de pensar este tema, na verdade, porque a gente, às vezes, fica falando "Olha, o fulano morre... Tão novo" ou "Nossa, nunca imaginei que ela fosse tão cedo...", e a gente esquece que nossa vez também pode chegar tão rápido quanto se pisca o olho. Socorro...
Mas é aí, justamente, que podemos lançar uma boa reflexão: se a nossa única certeza é a morte, o que estamos fazendo para honrar cada segundo por aqui?".
É claro que é pergunta velha, mas as respostas ou os insights sempre são novos.
Um deles, por exemplo, dá título à crônica. Eu comprei uma camiseta com a frase "O ontem já passou. O amanhã ainda não chegou!", em uma mensagem clara de que devemos realmente cultivar o "hoje" em toda sua extensão, suas delícias e suas dores. (...)
Mas olhar nosso passado não precisa ser uma experiência ruim ou algo que deva deixar de ser feito. Afinal, a nossa vida é uma coleção de "ontens".
(...)
Seja como for, bons ou ruins, são eles que te ajudam a viver o presente de forma mais lúcida e coerente e ainda assim olhar para o futuro de maneira mais planejada.
Cuide de sua coleção de "ontens". E se depois de eu tê-los provocado, a sensação é de que sua coleção tá bem "ruinzinha", nada mais oportuno do que renovar tudo. Afinal, o dia de hoje, já já estará em sua estante de "ontens". E você fez o quê?
Roberto Mancuzo
https://www.imparcial.com.br/noticias/nossa-vida-e-uma-colecao-de-ont ens,54861
Considere as afirmativas relacionadas ao texto apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__) O autor conclui incentivando o leitor a cuidar de sua própria "coleção de ontens", sugerindo que, caso ela não esteja satisfatória, é possível renová-la, assumindo o controle sobre as experiências que compõem sua história pessoal.
(__) Em suma, o texto oferece uma reflexão profunda sobre a natureza da vida e a importância de viver de forma consciente e plena, reconhecendo a influência dos "ontens" em nossa jornada pessoal.
(__) O texto reconhece que tanto os momentos positivos quanto os negativos moldam nossa visão de mundo e influenciam nossas escolhas futuras. Para isso, autor incentiva o leitor a abandonar a sua própria "coleção de ontens" e renová-la para uma vida mais satisfatória.
Assinale a alternativa com a sequência CORRETA:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Nossa vida é uma coleção de "ontens"
Tem gente que coleciona carrinhos de brinquedo, outros discos de vinil, tem a galera das figurinhas da Copa agora. Mas tem algo que todos nós colecionamos, querendo ou não: os "ontens".
Tenho um certo receio de pensar este tema, na verdade, porque a gente, às vezes, fica falando "Olha, o fulano morre... Tão novo" ou "Nossa, nunca imaginei que ela fosse tão cedo...", e a gente esquece que nossa vez também pode chegar tão rápido quanto se pisca o olho. Socorro...
Mas é aí, justamente, que podemos lançar uma boa reflexão: se a nossa única certeza é a morte, o que estamos fazendo para honrar cada segundo por aqui?".
É claro que é pergunta velha, mas as respostas ou os insights sempre são novos.
Um deles, por exemplo, dá título à crônica. Eu comprei uma camiseta com a frase "O ontem já passou. O amanhã ainda não chegou!", em uma mensagem clara de que devemos realmente cultivar o "hoje" em toda sua extensão, suas delícias e suas dores. (...)
Mas olhar nosso passado não precisa ser uma experiência ruim ou algo que deva deixar de ser feito. Afinal, a nossa vida é uma coleção de "ontens".
(...)
Seja como for, bons ou ruins, são eles que te ajudam a viver o presente de forma mais lúcida e coerente e ainda assim olhar para o futuro de maneira mais planejada.
Cuide de sua coleção de "ontens". E se depois de eu tê-los provocado, a sensação é de que sua coleção tá bem "ruinzinha", nada mais oportuno do que renovar tudo. Afinal, o dia de hoje, já já estará em sua estante de "ontens". E você fez o quê?
Roberto Mancuzo
https://www.imparcial.com.br/noticias/nossa-vida-e-uma-colecao-de-ont ens,54861
O texto reconhece que tanto os momentos bons quanto os ruins contribuem para moldar nossa visão de mundo e influenciar nossas escolhas futuras. Essa aceitação dos eventos passados como parte integrante da vida é fundamental para uma abordagem mais madura e equilibrada em relação ao presente e ao futuro.
O autor faz essa reflexão destacando:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Nossa vida é uma coleção de "ontens"
Tem gente que coleciona carrinhos de brinquedo, outros discos de vinil, tem a galera das figurinhas da Copa agora. Mas tem algo que todos nós colecionamos, querendo ou não: os "ontens".
Tenho um certo receio de pensar este tema, na verdade, porque a gente, às vezes, fica falando "Olha, o fulano morre... Tão novo" ou "Nossa, nunca imaginei que ela fosse tão cedo...", e a gente esquece que nossa vez também pode chegar tão rápido quanto se pisca o olho. Socorro...
Mas é aí, justamente, que podemos lançar uma boa reflexão: se a nossa única certeza é a morte, o que estamos fazendo para honrar cada segundo por aqui?".
É claro que é pergunta velha, mas as respostas ou os insights sempre são novos.
Um deles, por exemplo, dá título à crônica. Eu comprei uma camiseta com a frase "O ontem já passou. O amanhã ainda não chegou!", em uma mensagem clara de que devemos realmente cultivar o "hoje" em toda sua extensão, suas delícias e suas dores. (...)
Mas olhar nosso passado não precisa ser uma experiência ruim ou algo que deva deixar de ser feito. Afinal, a nossa vida é uma coleção de "ontens".
(...)
Seja como for, bons ou ruins, são eles que te ajudam a viver o presente de forma mais lúcida e coerente e ainda assim olhar para o futuro de maneira mais planejada.
Cuide de sua coleção de "ontens". E se depois de eu tê-los provocado, a sensação é de que sua coleção tá bem "ruinzinha", nada mais oportuno do que renovar tudo. Afinal, o dia de hoje, já já estará em sua estante de "ontens". E você fez o quê?
Roberto Mancuzo
https://www.imparcial.com.br/noticias/nossa-vida-e-uma-colecao-de-ont ens,54861
Este texto, escrito por Roberto Mancuzo, aborda uma reflexão profunda sobre a natureza efêmera da vida e a importância de viver plenamente o momento presente.
Nesse contexto, analise as afirmações que seguem:
I. O autor utiliza a metáfora da "coleção de ontens" para transmitir a ideia de que cada momento vivido se torna parte de nossa história pessoal, seja ele bom ou ruim.
II. A introdução destaca a diversidade de coleções que as pessoas podem ter, desde objetos físicos até experiências passadas.
III. O autor expressa sua inquietação ao abordar o tema da morte e a rapidez com que a vida pode mudar.
Está CORRETO o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Nossa vida é uma coleção de "ontens"
Tem gente que coleciona carrinhos de brinquedo, outros discos de vinil, tem a galera das figurinhas da Copa agora. Mas tem algo que todos nós colecionamos, querendo ou não: os "ontens".
Tenho um certo receio de pensar este tema, na verdade, porque a gente, às vezes, fica falando "Olha, o fulano morre... Tão novo" ou "Nossa, nunca imaginei que ela fosse tão cedo...", e a gente esquece que nossa vez também pode chegar tão rápido quanto se pisca o olho. Socorro...
Mas é aí, justamente, que podemos lançar uma boa reflexão: se a nossa única certeza é a morte, o que estamos fazendo para honrar cada segundo por aqui?".
É claro que é pergunta velha, mas as respostas ou os insights sempre são novos.
Um deles, por exemplo, dá título à crônica. Eu comprei uma camiseta com a frase "O ontem já passou. O amanhã ainda não chegou!", em uma mensagem clara de que devemos realmente cultivar o "hoje" em toda sua extensão, suas delícias e suas dores. (...)
Mas olhar nosso passado não precisa ser uma experiência ruim ou algo que deva deixar de ser feito. Afinal, a nossa vida é uma coleção de "ontens".
(...)
Seja como for, bons ou ruins, são eles que te ajudam a viver o presente de forma mais lúcida e coerente e ainda assim olhar para o futuro de maneira mais planejada.
Cuide de sua coleção de "ontens". E se depois de eu tê-los provocado, a sensação é de que sua coleção tá bem "ruinzinha", nada mais oportuno do que renovar tudo. Afinal, o dia de hoje, já já estará em sua estante de "ontens". E você fez o quê?
Roberto Mancuzo
https://www.imparcial.com.br/noticias/nossa-vida-e-uma-colecao-de-ont ens,54861
"... a gente às vezes fica falando "Olha, o fulano morre... Tão novo" ou "Nossa, nunca imaginei que ela fosse tão cedo...", e a gente esquece que nossa vez também pode chegar tão rápido quanto se pisca o olho.. "
Esse trecho do texto estabelece uma relação específica com todas as informações precedentes. Essa relação é de:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Nossa vida é uma coleção de "ontens"
Tem gente que coleciona carrinhos de brinquedo, outros discos de vinil, tem a galera das figurinhas da Copa agora. Mas tem algo que todos nós colecionamos, querendo ou não: os "ontens".
Tenho um certo receio de pensar este tema, na verdade, porque a gente, às vezes, fica falando "Olha, o fulano morre... Tão novo" ou "Nossa, nunca imaginei que ela fosse tão cedo...", e a gente esquece que nossa vez também pode chegar tão rápido quanto se pisca o olho. Socorro...
Mas é aí, justamente, que podemos lançar uma boa reflexão: se a nossa única certeza é a morte, o que estamos fazendo para honrar cada segundo por aqui?".
É claro que é pergunta velha, mas as respostas ou os insights sempre são novos.
Um deles, por exemplo, dá título à crônica. Eu comprei uma camiseta com a frase "O ontem já passou. O amanhã ainda não chegou!", em uma mensagem clara de que devemos realmente cultivar o "hoje" em toda sua extensão, suas delícias e suas dores. (...)
Mas olhar nosso passado não precisa ser uma experiência ruim ou algo que deva deixar de ser feito. Afinal, a nossa vida é uma coleção de "ontens".
(...)
Seja como for, bons ou ruins, são eles que te ajudam a viver o presente de forma mais lúcida e coerente e ainda assim olhar para o futuro de maneira mais planejada.
Cuide de sua coleção de "ontens". E se depois de eu tê-los provocado, a sensação é de que sua coleção tá bem "ruinzinha", nada mais oportuno do que renovar tudo. Afinal, o dia de hoje, já já estará em sua estante de "ontens". E você fez o quê?
Roberto Mancuzo
https://www.imparcial.com.br/noticias/nossa-vida-e-uma-colecao-de-ont ens,54861
O texto é uma reflexão que serve como um convite à consciência do tempo e à valorização de cada momento vivido.
Ao mencionar a camiseta com a frase "O ontem já passou. O amanhã ainda não chegou!", o autor ressalta que é:
"A ciência é uma maneira de pensar, uma maneira de ver o mundo. É uma forma de questionar, de investigar, de buscar evidências. É uma forma de aprender e de crescer. A ciência é um processo de descoberta, não de dogma. Ela é baseada na observação, na experimentação e na revisão. A ciência está sempre mudando, à medida que novas evidências surgem. A ciência é uma ferramenta poderosa. Ela pode nos ajudar a entender o mundo ao nosso redor, a resolver problemas e a melhorar nossas vidas."
De acordo com a passagem, a ciência é:
Texto para responder à questão.
Carnaval
Incipiente alegria na tarde carnavalesca. Os sambas passam nos automóveis abertos. Um vento beija a avenida larga, trêmula nas serpentinas, rodopia nos confetes, caminha na voz das cantigas. As moças lindas, em fantasias de cores vivas e leves, vão com os cabelos alvoroçados pelo vento. Meu amigo comprou 200 gramas metálicas. Andou pelas ruas que se animavam. Encheu os bolsos de confetes. Foi andando...
Incipiente alegria na tarde carnavalesca. Os sambas passam nos automóveis abertos. Um vento beija a avenida larga, trêmula nas serpentinas, rodopia nos confetes, caminha na voz das cantigas. As moças lindas, em fantasias de cores vivas e leves, vão com os cabelos alvoroçados pelo vento. Meu amigo comprou 200 gramas metálicas. Andou pelas ruas que se animavam. Encheu os bolsos de confetes. Foi andando...
Meu amigo entrou no baile. Agarrou-se ao ombro de uma mulher e foi no cordão, dançando, cantando, suando. Repetiu três vezes com o mesmo par a marchinha do momento. Apaixonou-se de repente por uma fantasia, por um corpo, por uma risada. Bebeu. Meu amigo foi a outro baile. De madrugada, meu amigo saiu pela rua vazia, sem programa. Passavam os foliões cansados, as mulheres mais belas pela fadiga e pelo suor. Um homem grisalho carregava pelo braço uma adolescente que se queixava de dor nos pés.
Meu amigo arranjou uma mulher: a mulher que sempre aparece. A mulher que não vimos na rua nem no baile e que aparece na mesa do bar ou do restaurante, no último instante. Esguichou seu último lança-perfume nos braços e nos seios da mulher. Jogou os últimos confetes em seu cabelo. Ela repetiu um samba mil vezes repetido. Foram.
No caminho, meu amigo parou. No canto da calçada, um menino sujo e esfarrapado dormia. Dormia sobre um saco de estopa cheio de serpentinas que juntara para vender. Pararam. A mulher disse: coitadinho... Meu amigo olhou em silêncio o menino que dormia. Sentiu pena. Olhou a mulher. Balançou a bisnaga. Ainda havia um resto de éter. Jogou na perna da criança, que acordou assustada. A mulher disse: você é ruim! coitadinho... A criança ficou olhando estremunhada, resmungou um xingamento e tornou a dormir. Meu amigo jogou a bisnaga no asfalto. Sentia-se bêbado. Apertou a mulher contra seu corpo e mandou parar um automóvel que passava. No apartamento, antes de deitar-se, olhou-se no espelho do guardaroupa. Fantasiado. Exausto. Beijou a mulher na boca como se beija uma noiva. E pensou desanimado: eu sou um folião. Evoé!
BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.