Questões de Concurso Sobre português
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Instrução: Leia o trecho da canção Boiadeira, de Ana Castela, e responda à questão.
A maquiagem dela agora é poeira
A patricinha virou boiadeira.
Largou o vinho pra tomar cerveja
A patricinha virou boiadeira.
(Disponível em: https://www.letras.mus.br/ana-castela/boiadeira/).
Instrução: Leia o trecho da canção Boiadeira, de Ana Castela, e responda à questão.
A maquiagem dela agora é poeira
A patricinha virou boiadeira.
Largou o vinho pra tomar cerveja
A patricinha virou boiadeira.
(Disponível em: https://www.letras.mus.br/ana-castela/boiadeira/).
Com relação à morfologia da língua portuguesa, analise as assertivas:
I – As letras rg da palavra largou é um encontro consonantal perfeito.
II – Dela é um pronome possessivo.
III – O verbo tomar está no presente do indicativo.
IV – A letra A usada no início das duas primeiras frases é um artigo definido.
Está correto o que se afirma em:
Instrução: Leia o trecho da canção Boiadeira, de Ana Castela, e responda à questão.
A maquiagem dela agora é poeira
A patricinha virou boiadeira.
Largou o vinho pra tomar cerveja
A patricinha virou boiadeira.
(Disponível em: https://www.letras.mus.br/ana-castela/boiadeira/).
As chuvas que castigaram o Rio Grande do Sul nos últimos dias causaram uma tragédia com 95 mortos, 131 desaparecidos e 159 mil desabrigados em 401 municípios (dados de 07/05) e deram origem a uma corrente nacional de solidariedade aos atingidos. Além das pessoas atingidas o custo para a economia do estado também é altíssimo. Segundo informações do governo Federal já foi destinado mais de R$ 1,5 bilhão para o Rio Grande do Sul, valor destinado para saúde, adiantamento de benefícios sociais, auxílio aos desabrigados, garantia de alimentos e energia e o presidente Lula foi pessoalmente avaliar a situação.
Além do governo a população brasileira também se mobiliza e inúmeras campanhas de arrecadação de mantimentos e roupas para os desabrigados estão em curso nos mais diversos locais do Brasil. Em sintonia com estas medidas a Revista Pirralha e seus artistas elaboraram desenhos que fazem pensar e despertam a solidariedade para com as vítimas.
Redação
Revista Pirralha

A hipérbole é uma figura de linguagem utilizada para expressar o exagero. É uma maneira de enfatizar algo, seja para fins dramáticos, humorísticos ou retóricos. Na charge 1 podemos observar uma pequena embarcação navegando em um “rio de lágrimas” que corre do olho de quem chora diante à tragédia da enchente que afetou o Rio Grande do Sul em maio desse ano. A expressão “Chorou rios de lágrimas” é uma hipérbole que pode representar, nesse contexto, a tristeza sentida por todo o Brasil diante essa tragédia. Dentre as opções a seguir, aquela que apresenta uma hipérbole é:
Parte da tragédia no Rio Grande do Sul foi causada por ação humana
Entre as ações, pesquisador cita construções em áreas de alagamento
Por Alana Gandra
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro
Parte da tragédia que atingiu 446 municípios gaúchos foi causada pela ação do homem, que construiu em locais onde não deveria construir, em áreas de alagamento, e não fez as manutenções corretas nos diques de contenção e nas barreiras anti-alagamento.
A avaliação é do professor Roberto Reis, do Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Evolução da Biodiversidade da Escola de Ciências da Saúde e da Vida da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Ele acrescentou que essas obras, feitas nos anos 1970, nunca receberam manutenção adequada. “A culpa da enchente é do planeta. Mas a culpa da tragédia é dos administradores do estado e das cidades”.
Em entrevista à Agência Brasil, Reis afirmou que Porto Alegre é área de várzea, de confluência de rios na beira do Lago Guaíba, que alaga sempre que tem enchente. “É natural. A gente é que não deveria ter construído na área que alaga periodicamente”.
Segundo o professor, a cada dois ou três anos há alagamentos em Porto Alegre só que, desta vez, foi extremamente severo. “Nunca foi tão alto”. Ele explicou que não há como evitar que haja cheias no Guaíba. “Mas que haja enchente, há como evitar, fazendo bem feito os diques de contenção e tudo o mais”. A manutenção ou reconstrução dos diques e barragens nos rios do estado é a saída apontada pelo professor da PUCRS para evitar que novas tragédias voltem a ocorrer.
Reis lembrou que, em setembro do ano passado, o estado enfrentou grande enchente. “Aí se viu que as comportas e parte dos diques não estavam funcionando. Era hora de ter arrumado. Foi uma mega-enchente. A grande veio agora. Deveríamos ter arrumado tudo de setembro para cá. Espero que desta vez aprendam, porque o custo está sendo muito alto”.
Na avaliação de Roberto Reis, chuva em excesso, causada por mudança climática, é fenômeno natural. “A cada tempo, há chuvas extremas que causam enchentes”, completou. Desta vez, contudo, ocorreu no estado a enchente mais forte de toda a história, que ele atribui, em parte, à mudança climática causada pelo excesso de gás carbônico na atmosfera. “Essa é a parte natural do evento”. O resto, para ele, é ação do homem.
Chuvas no Rio Grande do Sul devastam o Estado, provocando mortes e o deslocamento de populações
Pedro Luiz Côrtes, da USP, aponta três motivos para a tragédia: frentes frias, umidade oceânica e uma barreira de alta pressão. Governo federal suspende restrições legais para a reconstrução
Jornal da USP no Ar Texto:
Redação
“É um desastre que se colocaria, sem exagero, no rol de um grande terremoto”, disse ao Jornal da USP o professor Pedro Luiz Côrtes, do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo. “As enchentes afetam o Estado de formas tão abrangentes e intensas que é possível fazer essa comparação”, acrescenta.
“A necessidade de reconstrução é praticamente total, porque todos os principais recursos de que o Estado e a população podem dispor foram comprometidos no seu todo ou em grande parte”, aponta Côrtes. Acomeçar pela infraestrutura do transporte. Na sua visão, além da dificuldade de locomoção, evacuação dos locais e resgate de vítimas, a segurança alimentar e energética são dificuldades consequentes. Sem meios de levar comida e energia, a fome, a distribuição de combustível e a impossibilidade de recuperar a rede elétrica se tornam problemas também.
Para Côrtes, a saúde é mais um ponto preocupante de atenção. “Mesmo as cidades que não tiveram o fornecimento de água comprometido, mas que sofreram com alagamentos, podem ter contaminação das redes de distribuição de água. Infelizmente, isso pode ampliar as doenças de veiculação hídrica, como é o caso da hepatite e da leptospirose, por exemplo”. Não havia enchentes da grandeza da ocorrida na semana passada no Rio Grande do Sul desde 1941, que na época registrou picos de 4,76 metros. A da semana passada atingiu 5,31 metros.
Chuvas no Rio Grande do Sul devastam o Estado, provocando mortes e o deslocamento de populações
Pedro Luiz Côrtes, da USP, aponta três motivos para a tragédia: frentes frias, umidade oceânica e uma barreira de alta pressão. Governo federal suspende restrições legais para a reconstrução
Jornal da USP no Ar Texto:
Redação
“É um desastre que se colocaria, sem exagero, no rol de um grande terremoto”, disse ao Jornal da USP o professor Pedro Luiz Côrtes, do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo. “As enchentes afetam o Estado de formas tão abrangentes e intensas que é possível fazer essa comparação”, acrescenta.
“A necessidade de reconstrução é praticamente total, porque todos os principais recursos de que o Estado e a população podem dispor foram comprometidos no seu todo ou em grande parte”, aponta Côrtes. Acomeçar pela infraestrutura do transporte. Na sua visão, além da dificuldade de locomoção, evacuação dos locais e resgate de vítimas, a segurança alimentar e energética são dificuldades consequentes. Sem meios de levar comida e energia, a fome, a distribuição de combustível e a impossibilidade de recuperar a rede elétrica se tornam problemas também.
Para Côrtes, a saúde é mais um ponto preocupante de atenção. “Mesmo as cidades que não tiveram o fornecimento de água comprometido, mas que sofreram com alagamentos, podem ter contaminação das redes de distribuição de água. Infelizmente, isso pode ampliar as doenças de veiculação hídrica, como é o caso da hepatite e da leptospirose, por exemplo”. Não havia enchentes da grandeza da ocorrida na semana passada no Rio Grande do Sul desde 1941, que na época registrou picos de 4,76 metros. A da semana passada atingiu 5,31 metros.
INSTRUÇÃO: Leia o texto abaixo e responda à questão.
Preços de carne bovina caem no mercado internacional e impulsionam exportações em janeiro, diz associação
A Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) informou que as exportações totais de carne bovina do Brasil aumentaram 28% em janeiro de 2024 em função da queda de preços no mercado internacional. De acordo com a entidade, os preços médios desses produtos caíram 14,16% no primeiro mês do ano.
De acordo com a associação, os preços médios caíram de US$ 4.630 por tonelada em janeiro de 2023 para US$ 3.954 por tonelada em janeiro de 2024. A receita total no mês chegou a US$ 930,6 milhões contra US$ 851,1 milhões em janeiro do ano passado, num crescimento de 9,3%.
O volume exportado quase dobrou em janeiro. Segundo os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), que foram compilados pela Abrafrigo, a movimentação passou de 183.817 toneladas em 2023 para 235.341 toneladas no primeiro mês de 2024.
(Disponível em:
https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/precos-decarne-bovina-caem-no-mercado-internacional-e-impulsionaexportacoes-em-janeiro-diz-associacao/).
INSTRUÇÃO: Leia o texto abaixo e responda à questão.
Preços de carne bovina caem no mercado internacional e impulsionam exportações em janeiro, diz associação
A Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) informou que as exportações totais de carne bovina do Brasil aumentaram 28% em janeiro de 2024 em função da queda de preços no mercado internacional. De acordo com a entidade, os preços médios desses produtos caíram 14,16% no primeiro mês do ano.
De acordo com a associação, os preços médios caíram de US$ 4.630 por tonelada em janeiro de 2023 para US$ 3.954 por tonelada em janeiro de 2024. A receita total no mês chegou a US$ 930,6 milhões contra US$ 851,1 milhões em janeiro do ano passado, num crescimento de 9,3%.
O volume exportado quase dobrou em janeiro. Segundo os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), que foram compilados pela Abrafrigo, a movimentação passou de 183.817 toneladas em 2023 para 235.341 toneladas no primeiro mês de 2024.
(Disponível em:
https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/precos-decarne-bovina-caem-no-mercado-internacional-e-impulsionaexportacoes-em-janeiro-diz-associacao/).
INSTRUÇÃO: Leia o texto abaixo e responda à questão.
Preços de carne bovina caem no mercado internacional e impulsionam exportações em janeiro, diz associação
A Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) informou que as exportações totais de carne bovina do Brasil aumentaram 28% em janeiro de 2024 em função da queda de preços no mercado internacional. De acordo com a entidade, os preços médios desses produtos caíram 14,16% no primeiro mês do ano.
De acordo com a associação, os preços médios caíram de US$ 4.630 por tonelada em janeiro de 2023 para US$ 3.954 por tonelada em janeiro de 2024. A receita total no mês chegou a US$ 930,6 milhões contra US$ 851,1 milhões em janeiro do ano passado, num crescimento de 9,3%.
O volume exportado quase dobrou em janeiro. Segundo os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), que foram compilados pela Abrafrigo, a movimentação passou de 183.817 toneladas em 2023 para 235.341 toneladas no primeiro mês de 2024.
(Disponível em:
https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/precos-decarne-bovina-caem-no-mercado-internacional-e-impulsionaexportacoes-em-janeiro-diz-associacao/).
INSTRUÇÃO: Leia o trecho do poema Procura da Poesia, de Carlos Drummond de Andrade, e responda à questão.
“[...] Convive com teus poemas, antes de escrevê-los.
Tem paciência, se obscuros. Calma, se te provocam.
Espera que cada um se realize e consume
com seu poder de palavra
e seu poder de silêncio.
Não forces o poema a desprender-se do limbo.
Não colhas no chão o poema que se perdeu.
Não adules o poema. Aceita-o
como ele aceitará sua forma definitiva e concentrada
no espaço. [...]”
(Trecho do poema Procura da poesia, de Carlos
Drummond de Andrade.
Disponível em: https://wp.ufpel.edu.br/aulusmm/2016/10/04/procurada-poesia-carlos-drummond-de-andrade/).
INSTRUÇÃO: Leia o trecho do poema Procura da Poesia, de Carlos Drummond de Andrade, e responda à questão.
“[...] Convive com teus poemas, antes de escrevê-los.
Tem paciência, se obscuros. Calma, se te provocam.
Espera que cada um se realize e consume
com seu poder de palavra
e seu poder de silêncio.
Não forces o poema a desprender-se do limbo.
Não colhas no chão o poema que se perdeu.
Não adules o poema. Aceita-o
como ele aceitará sua forma definitiva e concentrada
no espaço. [...]”
(Trecho do poema Procura da poesia, de Carlos
Drummond de Andrade.
Disponível em: https://wp.ufpel.edu.br/aulusmm/2016/10/04/procurada-poesia-carlos-drummond-de-andrade/).
INSTRUÇÃO: Leia o trecho do poema Procura da Poesia, de Carlos Drummond de Andrade, e responda à questão.
“[...] Convive com teus poemas, antes de escrevê-los.
Tem paciência, se obscuros. Calma, se te provocam.
Espera que cada um se realize e consume
com seu poder de palavra
e seu poder de silêncio.
Não forces o poema a desprender-se do limbo.
Não colhas no chão o poema que se perdeu.
Não adules o poema. Aceita-o
como ele aceitará sua forma definitiva e concentrada
no espaço. [...]”
(Trecho do poema Procura da poesia, de Carlos
Drummond de Andrade.
Disponível em: https://wp.ufpel.edu.br/aulusmm/2016/10/04/procurada-poesia-carlos-drummond-de-andrade/).
INSTRUÇÃO: Leia o trecho do poema Procura da Poesia, de Carlos Drummond de Andrade, e responda à questão.
“[...] Convive com teus poemas, antes de escrevê-los.
Tem paciência, se obscuros. Calma, se te provocam.
Espera que cada um se realize e consume
com seu poder de palavra
e seu poder de silêncio.
Não forces o poema a desprender-se do limbo.
Não colhas no chão o poema que se perdeu.
Não adules o poema. Aceita-o
como ele aceitará sua forma definitiva e concentrada
no espaço. [...]”
(Trecho do poema Procura da poesia, de Carlos
Drummond de Andrade.
Disponível em: https://wp.ufpel.edu.br/aulusmm/2016/10/04/procurada-poesia-carlos-drummond-de-andrade/).
INSTRUÇÃO: Leia a ilustração da personagem Dona Anésia e responda à questão.

(Disponível: https://www.instagram.com/p/CqTOoSRLsbT/.)
Sobre a ilustração, julgue as assertivas em verdadeiro (V) ou falso (F).
( ) Quero cativar é uma locução conjuntiva.
( ) O sujeito da oração é determinado.
( ) O pronome isso é um elemento de coesão.
Assinale a sequência correta
INSTRUÇÃO: Leia a ilustração da personagem Dona Anésia e responda à questão.

(Disponível: https://www.instagram.com/p/CqTOoSRLsbT/.)
Na fala de dona Anésia está explícita a preocupação em não se envolver com os problemas de outrem, a ilustração pode ser resumida no conceito de:
INSTRUÇÃO: Leia a ilustração da personagem Dona Anésia e responda à questão.

(Disponível: https://www.instagram.com/p/CqTOoSRLsbT/.)
A ilustração de Dona Anésia é uma releitura da capa do livro O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry. O fator linguístico da textualidade presente na produção deste tipo de obra é a:
Preencha a lacuna acima: