Questões de Concurso Sobre português
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Entenda teste que pode detectar mulheres com mais risco de perder o bebê
Pesquisadores do Reino Unido dizem ter criado um exame capaz de identificar mulheres com alterações no revestimento do útero que podem elevar o risco de abortos espontâneos.
Em um estudo publicado recentemente na Science Advances, cientistas afirmam que esse avanço pode abrir novas possibilidades de tratamento para aquelas que enfrentam perdas gestacionais recorrentes.
"Trata-se de identificar abortos espontâneos evitáveis", disse a Dra. Joanne Muter, da Escola Médica de Warwick, autora principal da pesquisa, cujo trabalho é financiado pela Tommy's como parte do seu Centro Nacional de Pesquisa de Aborto Espontâneo.
"Muitas mulheres ouvem que simplesmente tiveram 'azar', mas nossas descobertas mostram que o próprio útero pode estar preparando o terreno para a perda gestacional, mesmo antes da concepção", acrescentou.
O estudo, conduzido por especialistas da Universidade de Warwick, observou que em algumas mulheres com histórico de aborto espontâneo, o revestimento uterino não reage de forma adequada, falhando em se transformar no ambiente propício para a implantação do embrião.
Organizações de apoio afirmam que essas descobertas podem lançar luz sobre as causas de abortos recorrentes, que frequentemente causam grande sofrimento emocional.
O autor sênior, Professor Jan Brosens, Professor de Obstetrícia e Ginecologia no Warwick and UHCW NHS Trust e Diretor Científico do Tommy's National Miscarriage Research Centre, também explicou qual pode ser a causa de uma mulher sofrer mais de uma perda gestacional.
"Está bem estabelecido que erros cromossômicos em embriões são responsáveis ??pelo aumento das taxas de aborto espontâneo em mulheres com mais de 35 anos. Este estudo mostra que cada aborto espontâneo aumenta o risco de implantação de um embrião em um revestimento uterino anormal, independentemente da idade."
Até agora, a maioria das investigações na área focava na qualidade do embrião, enquanto o papel do revestimento uterino ainda é pouco compreendido.
O revestimento do útero tem como função acolher o embrião e sustentá-lo durante a gestação, por meio de uma resposta biológica que transforma suas células em uma forma mais receptiva e favorável.
Contudo, quando essa resposta é incompleta ou falha, o risco de sangramento e de perdas gestacionais precoces aumenta significativamente.
Os cientistas também destacam que, uma vez que essa resposta falha ocorra, há maior probabilidade de que ela se repita em futuras gestações.
Para lidar com isso, eles desenvolveram um teste inovador capaz de detectar sinais de resposta normal ou anormal no revestimento uterino.
A ferramenta está sendo avaliada com mais de mil pacientes no Centro Nacional Tommy de Pesquisas sobre Perda Gestacional, no Hospital Universitário de Coventry e Warwickshire (UHCW).
Uma das pacientes a quem foi oferecido o novo teste, segundo a Universidade, Holly Milikouris, diz que ter a oportunidade de participar do estudo mudou sua vida depois de ter sofrido cinco abortos espontâneos.
O teste diagnóstico de Holly revelou que o revestimento do útero não se preparou bem para a gravidez, o que afetou o desenvolvimento dos embriões. Após o tratamento com o Professor Brosens, ela e o marido Chris tiveram dois filhos saudáveis: George, de 3 anos, e Heidi, de 17 meses.
"Ter a oportunidade de participar deste estudo mudou minha vida. Pela primeira vez, os resultados da minha biópsia foram normais, e tivemos não uma, mas duas gestações bem-sucedidas. Nunca seremos capazes de agradecer o suficiente ao Professor Brosens e temos esperança de que os resultados deste estudo inovador ajudem muitas outras famílias", destacou Holly.
Os diagnósticos de fertilidade atuais concentram-se fortemente em embriões, níveis hormonais ou fatores genéticos, muitas vezes negligenciando o papel do útero.
Este avanço posiciona o revestimento uterino como um fator-chave na saúde do início da gravidez, abrindo novos caminhos para cuidados pré-concepcionais, tratamento personalizado e alívio emocional para pacientes que viveram por muito tempo sem respostas.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/entenda-teste-que-pode-detectar-m/
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Entenda teste que pode detectar mulheres com mais risco de perder o bebê
Pesquisadores do Reino Unido dizem ter criado um exame capaz de identificar mulheres com alterações no revestimento do útero que podem elevar o risco de abortos espontâneos.
Em um estudo publicado recentemente na Science Advances, cientistas afirmam que esse avanço pode abrir novas possibilidades de tratamento para aquelas que enfrentam perdas gestacionais recorrentes.
"Trata-se de identificar abortos espontâneos evitáveis", disse a Dra. Joanne Muter, da Escola Médica de Warwick, autora principal da pesquisa, cujo trabalho é financiado pela Tommy's como parte do seu Centro Nacional de Pesquisa de Aborto Espontâneo.
"Muitas mulheres ouvem que simplesmente tiveram 'azar', mas nossas descobertas mostram que o próprio útero pode estar preparando o terreno para a perda gestacional, mesmo antes da concepção", acrescentou.
O estudo, conduzido por especialistas da Universidade de Warwick, observou que em algumas mulheres com histórico de aborto espontâneo, o revestimento uterino não reage de forma adequada, falhando em se transformar no ambiente propício para a implantação do embrião.
Organizações de apoio afirmam que essas descobertas podem lançar luz sobre as causas de abortos recorrentes, que frequentemente causam grande sofrimento emocional.
O autor sênior, Professor Jan Brosens, Professor de Obstetrícia e Ginecologia no Warwick and UHCW NHS Trust e Diretor Científico do Tommy's National Miscarriage Research Centre, também explicou qual pode ser a causa de uma mulher sofrer mais de uma perda gestacional.
"Está bem estabelecido que erros cromossômicos em embriões são responsáveis ??pelo aumento das taxas de aborto espontâneo em mulheres com mais de 35 anos. Este estudo mostra que cada aborto espontâneo aumenta o risco de implantação de um embrião em um revestimento uterino anormal, independentemente da idade."
Até agora, a maioria das investigações na área focava na qualidade do embrião, enquanto o papel do revestimento uterino ainda é pouco compreendido.
O revestimento do útero tem como função acolher o embrião e sustentá-lo durante a gestação, por meio de uma resposta biológica que transforma suas células em uma forma mais receptiva e favorável.
Contudo, quando essa resposta é incompleta ou falha, o risco de sangramento e de perdas gestacionais precoces aumenta significativamente.
Os cientistas também destacam que, uma vez que essa resposta falha ocorra, há maior probabilidade de que ela se repita em futuras gestações.
Para lidar com isso, eles desenvolveram um teste inovador capaz de detectar sinais de resposta normal ou anormal no revestimento uterino.
A ferramenta está sendo avaliada com mais de mil pacientes no Centro Nacional Tommy de Pesquisas sobre Perda Gestacional, no Hospital Universitário de Coventry e Warwickshire (UHCW).
Uma das pacientes a quem foi oferecido o novo teste, segundo a Universidade, Holly Milikouris, diz que ter a oportunidade de participar do estudo mudou sua vida depois de ter sofrido cinco abortos espontâneos.
O teste diagnóstico de Holly revelou que o revestimento do útero não se preparou bem para a gravidez, o que afetou o desenvolvimento dos embriões. Após o tratamento com o Professor Brosens, ela e o marido Chris tiveram dois filhos saudáveis: George, de 3 anos, e Heidi, de 17 meses.
"Ter a oportunidade de participar deste estudo mudou minha vida. Pela primeira vez, os resultados da minha biópsia foram normais, e tivemos não uma, mas duas gestações bem-sucedidas. Nunca seremos capazes de agradecer o suficiente ao Professor Brosens e temos esperança de que os resultados deste estudo inovador ajudem muitas outras famílias", destacou Holly.
Os diagnósticos de fertilidade atuais concentram-se fortemente em embriões, níveis hormonais ou fatores genéticos, muitas vezes negligenciando o papel do útero.
Este avanço posiciona o revestimento uterino como um fator-chave na saúde do início da gravidez, abrindo novos caminhos para cuidados pré-concepcionais, tratamento personalizado e alívio emocional para pacientes que viveram por muito tempo sem respostas.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/entenda-teste-que-pode-detectar-m/
Isso significa que
Nesse contexto, agendar autoavaliações é um meio para a importante tarefa de
Considerando as regras de concordância nominal na norma culta, analise o trecho a seguir:
"Os documentos _____ (1) devem ser enviados _____ (2) à diretoria, pois as informações estão _____ (3) atualizadas. Ressaltamos que versões incompletas ou desatualizadas serão rejeitadas imediatamente."
Assinale a alternativa que preenche correta e sequencialmente as lacunas, justificando sua escolha com base nas relações sintáticas e semânticas entre os termos:
Leia com atenção as colunas a seguir:
Coluna 01:
(__) O equipamento foi submetido a testes rigorosos e aprovado pelos engenheiros.
(__) Seja por erro de configuração, seja por desgaste de peças, o defeito precisa ser diagnosticado.
(__) A manutenção preventiva é essencial, pois evita falhas catastróficas.
(__) O sistema operacional foi atualizado, no entanto a lentidão persistiu.
(__) O manual foi traduzido para três idiomas, portanto atende a normas internacionais.
Coluna 02:
I. Aditiva.
II. Adversativa.
III. Alternativa.
IV. Conclusiva.
V. Explicativa.
Correlacione as colunas de acordo com a classificação da oração coordenada sindética presente em cada sentença da Coluna 01. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta:
Leia as afirmativas a seguir, analisando a regência verbal de acordo com a norma culta:
I. "Os técnicos aspiraram as amostras de ar filtrado e aspiraram às certificações internacionais para o laboratório."
II. "A equipe assistiu o vídeo do treinamento obrigatório e depois assistiu os novos estagiários durante o procedimento crítico."
III. "O projeto custou recursos significativos e custou a ser concluído, mas o gerente informou os investidores a tempo."
IV. "Os engenheiros visaram o relatório de falhas e visaram ao cumprimento das normas de segurança, sem implicar com as críticas."
V. "Chegamos em São Paulo às 08h00 e fomos no centro de convenções para assistir a demonstração do novo protótipo."
Em quais afirmativas todas as ocorrências de regência verbal estão corretas?
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Brasileira morta em vulcão: saiba o que é traumatismo por força contundente
A autópsia da brasileira Juliana Marins, que morreu após uma queda no vulcão Rinjani, na Indonésia, concluiu que a causa da morte foi traumatismo por força contundente, que resultou em danos aos órgãos internos e hemorragia extensa.
As descobertas forenses indicam que o óbito ocorreu em um período muito curto após os ferimentos, ressaltando a natureza súbita do ocorrido. As lesões por abrasão e deslizamento ("luka lecet geser") observadas no corpo são compatíveis com uma queda.
De acordo com o Dr. Ida Bagus Putu Alit, médico legista do Hospital Bali Mandara, a morte de Juliana Marins foi "imediatamente" após o trauma, com uma estimativa de não mais de 20 minutos após a lesão mais grave.
O traumatismo por força contundente é caracterizado por uma lesão causada por forte impacto contra uma superfície ou objeto, sem lesão penetrante na pele, conforme explica Gustavo Tadeu Sanchez, diretor da Sociedade Brasileira do Trauma Ortopédico (SBTO), à CNN.
"O impacto pode gerar lesões relacionadas com a energia do trauma. Então, pode haver fraturas e contusão do pulmão, com possibilidade de hemorragia associada", afirma.
No caso de Juliana, os exames revelaram múltiplas fraturas e lesões disseminadas por quase todo o corpo, incluindo órgãos internos no tórax e no abdômen. A área mais gravemente afetada foi a região do dorso/coluna, que sofreu lesões que comprometeram os órgãos internos relacionados à respiração.
"Ela teve um trauma torácico grave, ou seja, uma contusão de alta energia na caixa torácica. Isso, além de pegar as costelas, que seriam o nosso "para-choque", pode causar a contusão no pulmão", explica Sanchez. "Isso atrapalha a função do pulmão, que é justamente de fazer essa troca gasosa, podendo levar, também, à hemorragia", completa.
A hemorragia também pode diminuir o transporte de oxigênio para os órgãos. "A perda de sangue gera o que chamamos de vasoconstrição, que é o estreitamento dos vasos para otimizar a propagação de oxigênio. Ela também aumenta a velocidade do batimento do coração, assim como a frequência da respiração", explica Sanchez.
No entanto, todas essas medidas tomadas pelo corpo em prol de sua própria sobrevivência geram repercussões no paciente. "Se a hemorragia não for contida, chega um momento em que essas medidas não são suficientes e podem, inclusive, evoluir para morte", afirma. "Isso depende muito da gravidade da lesão e da quantidade que há de perda sanguínea", finaliza.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/brasileira-morta-em-vulcao-saiba-o-que-e-traumatismo-por-forca-contundente/
Com base no texto apresentado, é possível inferir que:
Leia as afirmativas a seguir, analisando a classificação do predicado de acordo com a norma gramatical:
I. "Os engenheiros calibraram os instrumentos com precisão milimétrica." → Predicado verbo-nominal.
II. "O sistema de refrigeração permaneceu estável durante os testes de estresse." → Predicado nominal.
III. "A equipe considerou o resultado satisfatório após a última auditoria." → Predicado verbo-nominal.
IV. "Os controladores desligaram os equipamentos imediatamente após o alerta." → Predicado verbal.
V. "O software tornou-se obsoleto em menos de seis meses." → Predicado verbo-nominal.
Em quais afirmativas a classificação do predicado está corretamente identificada?
Leia com atenção as afirmativas a seguir:
I. Os técnicos compareceram à fábrica para inspeções, mas retornaram a sede antes do almoço.
II. Refiro-me àquela norma técnica que, à luz do novo regulamento, exige adaptação.
III. O equipamento foi enviado a cliente prioritário e chegará as 15h em ponto.
IV. À exemplo do manual, conectamos os cabos à entrada correspondente.
V. Responderemos às demandas à medida que os relatórios forem validados.
Em quais afirmativas há emprego correto da crase em todas as ocorrências indicadas?
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Brasileira morta em vulcão: saiba o que é traumatismo por força contundente
A autópsia da brasileira Juliana Marins, que morreu após uma queda no vulcão Rinjani, na Indonésia, concluiu que a causa da morte foi traumatismo por força contundente, que resultou em danos aos órgãos internos e hemorragia extensa.
As descobertas forenses indicam que o óbito ocorreu em um período muito curto após os ferimentos, ressaltando a natureza súbita do ocorrido. As lesões por abrasão e deslizamento ("luka lecet geser") observadas no corpo são compatíveis com uma queda.
De acordo com o Dr. Ida Bagus Putu Alit, médico legista do Hospital Bali Mandara, a morte de Juliana Marins foi "imediatamente" após o trauma, com uma estimativa de não mais de 20 minutos após a lesão mais grave.
O traumatismo por força contundente é caracterizado por uma lesão causada por forte impacto contra uma superfície ou objeto, sem lesão penetrante na pele, conforme explica Gustavo Tadeu Sanchez, diretor da Sociedade Brasileira do Trauma Ortopédico (SBTO), à CNN.
"O impacto pode gerar lesões relacionadas com a energia do trauma. Então, pode haver fraturas e contusão do pulmão, com possibilidade de hemorragia associada", afirma.
No caso de Juliana, os exames revelaram múltiplas fraturas e lesões disseminadas por quase todo o corpo, incluindo órgãos internos no tórax e no abdômen. A área mais gravemente afetada foi a região do dorso/coluna, que sofreu lesões que comprometeram os órgãos internos relacionados à respiração.
"Ela teve um trauma torácico grave, ou seja, uma contusão de alta energia na caixa torácica. Isso, além de pegar as costelas, que seriam o nosso "para-choque", pode causar a contusão no pulmão", explica Sanchez. "Isso atrapalha a função do pulmão, que é justamente de fazer essa troca gasosa, podendo levar, também, à hemorragia", completa.
A hemorragia também pode diminuir o transporte de oxigênio para os órgãos. "A perda de sangue gera o que chamamos de vasoconstrição, que é o estreitamento dos vasos para otimizar a propagação de oxigênio. Ela também aumenta a velocidade do batimento do coração, assim como a frequência da respiração", explica Sanchez.
No entanto, todas essas medidas tomadas pelo corpo em prol de sua própria sobrevivência geram repercussões no paciente. "Se a hemorragia não for contida, chega um momento em que essas medidas não são suficientes e podem, inclusive, evoluir para morte", afirma. "Isso depende muito da gravidade da lesão e da quantidade que há de perda sanguínea", finaliza.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/brasileira-morta-em-vulcao-saiba-o-que-e-traumatismo-por-forca-contundente/
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Empresário Aposta R$ 14 Milhões em IA para Transformar o Mundo Corporativo
Izaias Pertrelly, empreendedor em série e fundador da Blue Saúde e da Inventu, acaba de apostar alto em uma nova fronteira tecnológica: a inteligência artificial agêntica. Com um investimento próprio superior a US$ 2,5 milhões (cerca de R$ 14 milhões), ele desenvolveu o Thanus, uma plataforma que vai além dos tradicionais assistentes digitais e propõe um novo paradigma para automação corporativa.
Com mais de uma década de atuação em projetos de inovação e saúde, Pertrelly viu na IA uma oportunidade de ampliar a eficiência das empresas. "Nosso objetivo é fazer do Thanus o cérebro operacional das organizações modernas", diz ele. E a promessa não é modesta: diferentemente de modelos passivos como ChatGPT ou Gemini, o Thanus é uma IA ativa e autônoma, que executa tarefas no mundo real com base em sua própria infraestrutura computacional.
A plataforma possui seu próprio sistema operacional, com capacidade de instalar programas, escrever código, preencher formulários online, enviar e-mails, analisar concorrência, desenvolver sites SaaS e muito mais — tudo sem depender da máquina do usuário. Um dos grandes diferenciais é o recurso Agent Builder, que permite a qualquer pessoa, mesmo sem conhecimento técnico, criar assistentes personalizados capazes de, por exemplo, buscar passagens aéreas com base em agenda e preço ou monitorar o mercado financeiro.
Destinado a empresas que desejam escalar com inteligência e reduzir dependência de equipes robustas, o Thanus atende desde autônomos e startups até grandes corporações. Suas aplicações vão da automação de rotinas operacionais à geração de relatórios, dashboards e decisões orientadas por dados.
Izaias acredita que o Thanus está mais próximo do conceito de Inteligência Artificial Geral (AGI) do que qualquer outra solução disponível comercialmente. "Ele não apenas responde — ele decide, age e entrega. É a evolução prática da IA que estávamos esperando", afirma.
O Thanus segue em expansão, com módulos e integrações sendo adicionados mensalmente. E segundo Pertrelly, demonstrações com casos reais estão disponíveis para interessados que queiram conhecer de perto essa proposta de futuro já em funcionamento.
https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/06/empresario-aposta-r-14-milhoes-em-ia-para-transformar-o-mundo-corporativo/
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Empresário Aposta R$ 14 Milhões em IA para Transformar o Mundo Corporativo
Izaias Pertrelly, empreendedor em série e fundador da Blue Saúde e da Inventu, acaba de apostar alto em uma nova fronteira tecnológica: a inteligência artificial agêntica. Com um investimento próprio superior a US$ 2,5 milhões (cerca de R$ 14 milhões), ele desenvolveu o Thanus, uma plataforma que vai além dos tradicionais assistentes digitais e propõe um novo paradigma para automação corporativa.
Com mais de uma década de atuação em projetos de inovação e saúde, Pertrelly viu na IA uma oportunidade de ampliar a eficiência das empresas. "Nosso objetivo é fazer do Thanus o cérebro operacional das organizações modernas", diz ele. E a promessa não é modesta: diferentemente de modelos passivos como ChatGPT ou Gemini, o Thanus é uma IA ativa e autônoma, que executa tarefas no mundo real com base em sua própria infraestrutura computacional.
A plataforma possui seu próprio sistema operacional, com capacidade de instalar programas, escrever código, preencher formulários online, enviar e-mails, analisar concorrência, desenvolver sites SaaS e muito mais — tudo sem depender da máquina do usuário. Um dos grandes diferenciais é o recurso Agent Builder, que permite a qualquer pessoa, mesmo sem conhecimento técnico, criar assistentes personalizados capazes de, por exemplo, buscar passagens aéreas com base em agenda e preço ou monitorar o mercado financeiro.
Destinado a empresas que desejam escalar com inteligência e reduzir dependência de equipes robustas, o Thanus atende desde autônomos e startups até grandes corporações. Suas aplicações vão da automação de rotinas operacionais à geração de relatórios, dashboards e decisões orientadas por dados.
Izaias acredita que o Thanus está mais próximo do conceito de Inteligência Artificial Geral (AGI) do que qualquer outra solução disponível comercialmente. "Ele não apenas responde — ele decide, age e entrega. É a evolução prática da IA que estávamos esperando", afirma.
O Thanus segue em expansão, com módulos e integrações sendo adicionados mensalmente. E segundo Pertrelly, demonstrações com casos reais estão disponíveis para interessados que queiram conhecer de perto essa proposta de futuro já em funcionamento.
https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/06/empresario-aposta-r-14-milhoes-em-ia-para-transformar-o-mundo-corporativo/
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Empresário Aposta R$ 14 Milhões em IA para Transformar o Mundo Corporativo
Izaias Pertrelly, empreendedor em série e fundador da Blue Saúde e da Inventu, acaba de apostar alto em uma nova fronteira tecnológica: a inteligência artificial agêntica. Com um investimento próprio superior a US$ 2,5 milhões (cerca de R$ 14 milhões), ele desenvolveu o Thanus, uma plataforma que vai além dos tradicionais assistentes digitais e propõe um novo paradigma para automação corporativa.
Com mais de uma década de atuação em projetos de inovação e saúde, Pertrelly viu na IA uma oportunidade de ampliar a eficiência das empresas. "Nosso objetivo é fazer do Thanus o cérebro operacional das organizações modernas", diz ele. E a promessa não é modesta: diferentemente de modelos passivos como ChatGPT ou Gemini, o Thanus é uma IA ativa e autônoma, que executa tarefas no mundo real com base em sua própria infraestrutura computacional.
A plataforma possui seu próprio sistema operacional, com capacidade de instalar programas, escrever código, preencher formulários online, enviar e-mails, analisar concorrência, desenvolver sites SaaS e muito mais — tudo sem depender da máquina do usuário. Um dos grandes diferenciais é o recurso Agent Builder, que permite a qualquer pessoa, mesmo sem conhecimento técnico, criar assistentes personalizados capazes de, por exemplo, buscar passagens aéreas com base em agenda e preço ou monitorar o mercado financeiro.
Destinado a empresas que desejam escalar com inteligência e reduzir dependência de equipes robustas, o Thanus atende desde autônomos e startups até grandes corporações. Suas aplicações vão da automação de rotinas operacionais à geração de relatórios, dashboards e decisões orientadas por dados.
Izaias acredita que o Thanus está mais próximo do conceito de Inteligência Artificial Geral (AGI) do que qualquer outra solução disponível comercialmente. "Ele não apenas responde — ele decide, age e entrega. É a evolução prática da IA que estávamos esperando", afirma.
O Thanus segue em expansão, com módulos e integrações sendo adicionados mensalmente. E segundo Pertrelly, demonstrações com casos reais estão disponíveis para interessados que queiram conhecer de perto essa proposta de futuro já em funcionamento.
https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/06/empresario-aposta-r-14-milhoes-em-ia-para-transformar-o-mundo-corporativo/
Em relação à estrutura e à organização das cartas, assinale a alternativa correta.
De acordo com as características do bilhete, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que o inverno de 2025 deve ser mais frio que o de anos anteriores
Mesmo no auge dos invernos de 2023 e 2024, muitos brasileiros praticamente não sentiram frio.
Mas tudo indica que esse cenário não deve se repetir agora em 2025.
A estação deste ano, que começa em junho, será mais gélida, embora as temperaturas ainda possam ser superiores às médias históricas.
Por trás dessa previsão, há o comportamento e a influência das águas do Oceano Pacífico, além de outros fenômenos que costumam se desenrolar no país nessa época do ano.
Danielle Ferreira, do Instituto Nacional de Meteorologia (InMet), explica que, durante o inverno brasileiro, as chuvas se concentram mais no noroeste da Região Norte, na parte leste do Nordeste e na Região Sul, ou seja, nos extremos do território nacional.
"Com isso, a parte central do Brasil, que abrange o Centro-Oeste, o Sudeste e o sul da região amazônica tem uma escassez de chuvas durante o inverno e vive um período mais seco", acrescenta a meteorologista.
"Isso acontece por causa da presença de massas de ar seco nessas áreas, que bloqueiam as frentes frias que vêm do sul", complementa ela.
As previsões climatológicas apontam que o inverno de 2025 ficará dentro do que se espera para esse período do ano.
E isso tem muito a ver com o comportamento das águas superficiais do Oceano Pacífico.
Quando ocorre o El Niño, as águas superficiais oceânicas próximas da Linha do Equador estão mais quentes que o normal em boa parte das Américas.
Já com La Niña, ocorre o contrário: as temperaturas ficam abaixo da média na região.
E esse fenômeno modifica todo o padrão climatológico de várias partes do mundo, inclusive do Brasil.

Em relação às classes gramaticais da frase acima, assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que o inverno de 2025 deve ser mais frio que o de anos anteriores
Mesmo no auge dos invernos de 2023 e 2024, muitos brasileiros praticamente não sentiram frio.
Mas tudo indica que esse cenário não deve se repetir agora em 2025.
A estação deste ano, que começa em junho, será mais gélida, embora as temperaturas ainda possam ser superiores às médias históricas.
Por trás dessa previsão, há o comportamento e a influência das águas do Oceano Pacífico, além de outros fenômenos que costumam se desenrolar no país nessa época do ano.
Danielle Ferreira, do Instituto Nacional de Meteorologia (InMet), explica que, durante o inverno brasileiro, as chuvas se concentram mais no noroeste da Região Norte, na parte leste do Nordeste e na Região Sul, ou seja, nos extremos do território nacional.
"Com isso, a parte central do Brasil, que abrange o Centro-Oeste, o Sudeste e o sul da região amazônica tem uma escassez de chuvas durante o inverno e vive um período mais seco", acrescenta a meteorologista.
"Isso acontece por causa da presença de massas de ar seco nessas áreas, que bloqueiam as frentes frias que vêm do sul", complementa ela.
As previsões climatológicas apontam que o inverno de 2025 ficará dentro do que se espera para esse período do ano.
E isso tem muito a ver com o comportamento das águas superficiais do Oceano Pacífico.
Quando ocorre o El Niño, as águas superficiais oceânicas próximas da Linha do Equador estão mais quentes que o normal em boa parte das Américas.
Já com La Niña, ocorre o contrário: as temperaturas ficam abaixo da média na região.
E esse fenômeno modifica todo o padrão climatológico de várias partes do mundo, inclusive do Brasil.

De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que