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Q3583576 Português
RIM DE PORCO É REMOVIDO DE MULHER NOS ESTADOS UNIDOS APÓS REJEIÇÃO DO ÓRGÃO

Roni Caryn Rabin
12 abr. 2025, às 11h04


   Cirurgiões removeram o rim de um porco geneticamente modificado de uma mulher do Alabama (Estados Unidos) após ela sofrer rejeição aguda do órgão, disseram na sexta-feira (11) autoridades do NYU Langone Health.

   Towana Looney, 53, viveu com o rim por 130 dias, o que é mais tempo do que qualquer outra pessoa tolerou um órgão de um animal geneticamente modificado. Ela retomou a diálise, disseram autoridades do hospital.

   Robert Montgomery, cirurgião de Looney e diretor do Instituto de Transplantes do NYU Langone, disse que o explante não foi um retrocesso para o campo do xenotransplante – o esforço de usar órgãos de animais para substituir aqueles que falharam em humanos.

   Este é o maior tempo que um desses órgãos durou", disse ele [Robert Montgomery] em uma entrevista, acrescentando que Looney tinha outras condições médicas que poderiam ter complicado seu prognóstico. "Tudo isso leva tempo", disse ele. "Este jogo será vencido por melhorias incrementais, simples e duplas, não tentando acertar um home run".

   Um tratamento adicional de Looney poderia ter salvado o órgão, mas ela e sua equipe médica decidiram que não era adequado, disse Montgomery.

   “A prioridade número um é a segurança; precisávamos ter certeza de que ela ficaria bem”, disse ele. Looney, que voltou para sua casa no Alabama após ir a Nova York para tratamento, disse em um comunicado que estava grata pela oportunidade de participar do procedimento inovador.

   “Pela primeira vez desde 2016, aproveitei o tempo com amigos e família sem ter que me planejar em torno dos tratamentos de diálise”, disse em um comunicado fornecido pelo NYU Langone.

   “Embora o resultado não seja o que ninguém queria, sei que muito foi aprendido com meus 130 dias com um rim de porco, e que isso pode ajudar e inspirar muitos outros em sua jornada para superar a doença renal”, disse ela.

   Autoridades do hospital declararam que a função renal de Looney caiu após ela sofrer rejeição do órgão. Acausa estava sendo investigada, afirmou Montgomery. A resposta ocorreu após uma redução nos medicamentos imunossupressores que ela estava tomando para tratar uma infecção não relacionada, acrescentaram.


Fonte: RABIN, Roni Caryn. Rim de porco é removido de mulher nos Estados Unidos após rejeição do órgão. Folha de São Paulo [on-line], 12 abr. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2025/04/rim-de-porco-e-removido-de-mulher -nos-estados-unidos-apos-rejeicao-do-or gao.shtml. Acesso em: 24 jun. 2025.
Considere o período composto “Um tratamento adicional de Looney poderia ter salvado o órgão, mas ela e sua equipe médica decidiram que não era adequado, disse Montgomery”. A oração em destaque se classifica como sendo uma:
Alternativas
Q3583575 Português
RIM DE PORCO É REMOVIDO DE MULHER NOS ESTADOS UNIDOS APÓS REJEIÇÃO DO ÓRGÃO

Roni Caryn Rabin
12 abr. 2025, às 11h04


   Cirurgiões removeram o rim de um porco geneticamente modificado de uma mulher do Alabama (Estados Unidos) após ela sofrer rejeição aguda do órgão, disseram na sexta-feira (11) autoridades do NYU Langone Health.

   Towana Looney, 53, viveu com o rim por 130 dias, o que é mais tempo do que qualquer outra pessoa tolerou um órgão de um animal geneticamente modificado. Ela retomou a diálise, disseram autoridades do hospital.

   Robert Montgomery, cirurgião de Looney e diretor do Instituto de Transplantes do NYU Langone, disse que o explante não foi um retrocesso para o campo do xenotransplante – o esforço de usar órgãos de animais para substituir aqueles que falharam em humanos.

   Este é o maior tempo que um desses órgãos durou", disse ele [Robert Montgomery] em uma entrevista, acrescentando que Looney tinha outras condições médicas que poderiam ter complicado seu prognóstico. "Tudo isso leva tempo", disse ele. "Este jogo será vencido por melhorias incrementais, simples e duplas, não tentando acertar um home run".

   Um tratamento adicional de Looney poderia ter salvado o órgão, mas ela e sua equipe médica decidiram que não era adequado, disse Montgomery.

   “A prioridade número um é a segurança; precisávamos ter certeza de que ela ficaria bem”, disse ele. Looney, que voltou para sua casa no Alabama após ir a Nova York para tratamento, disse em um comunicado que estava grata pela oportunidade de participar do procedimento inovador.

   “Pela primeira vez desde 2016, aproveitei o tempo com amigos e família sem ter que me planejar em torno dos tratamentos de diálise”, disse em um comunicado fornecido pelo NYU Langone.

   “Embora o resultado não seja o que ninguém queria, sei que muito foi aprendido com meus 130 dias com um rim de porco, e que isso pode ajudar e inspirar muitos outros em sua jornada para superar a doença renal”, disse ela.

   Autoridades do hospital declararam que a função renal de Looney caiu após ela sofrer rejeição do órgão. Acausa estava sendo investigada, afirmou Montgomery. A resposta ocorreu após uma redução nos medicamentos imunossupressores que ela estava tomando para tratar uma infecção não relacionada, acrescentaram.


Fonte: RABIN, Roni Caryn. Rim de porco é removido de mulher nos Estados Unidos após rejeição do órgão. Folha de São Paulo [on-line], 12 abr. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2025/04/rim-de-porco-e-removido-de-mulher -nos-estados-unidos-apos-rejeicao-do-or gao.shtml. Acesso em: 24 jun. 2025.
Quanto ao processo de formação de palavras, analise as assertivas abaixo.

I- Apalavra xenotransplante é formada por derivação prefixal composta, pois apresenta dois prefixos: xeno e trans. II- As palavras explante e renal resultam do mesmo processo de formação. III- A palavra relacionada é formada por derivação parassintética. IV- A palavra redução é formada por derivação regressiva.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3583574 Português
RIM DE PORCO É REMOVIDO DE MULHER NOS ESTADOS UNIDOS APÓS REJEIÇÃO DO ÓRGÃO

Roni Caryn Rabin
12 abr. 2025, às 11h04


   Cirurgiões removeram o rim de um porco geneticamente modificado de uma mulher do Alabama (Estados Unidos) após ela sofrer rejeição aguda do órgão, disseram na sexta-feira (11) autoridades do NYU Langone Health.

   Towana Looney, 53, viveu com o rim por 130 dias, o que é mais tempo do que qualquer outra pessoa tolerou um órgão de um animal geneticamente modificado. Ela retomou a diálise, disseram autoridades do hospital.

   Robert Montgomery, cirurgião de Looney e diretor do Instituto de Transplantes do NYU Langone, disse que o explante não foi um retrocesso para o campo do xenotransplante – o esforço de usar órgãos de animais para substituir aqueles que falharam em humanos.

   Este é o maior tempo que um desses órgãos durou", disse ele [Robert Montgomery] em uma entrevista, acrescentando que Looney tinha outras condições médicas que poderiam ter complicado seu prognóstico. "Tudo isso leva tempo", disse ele. "Este jogo será vencido por melhorias incrementais, simples e duplas, não tentando acertar um home run".

   Um tratamento adicional de Looney poderia ter salvado o órgão, mas ela e sua equipe médica decidiram que não era adequado, disse Montgomery.

   “A prioridade número um é a segurança; precisávamos ter certeza de que ela ficaria bem”, disse ele. Looney, que voltou para sua casa no Alabama após ir a Nova York para tratamento, disse em um comunicado que estava grata pela oportunidade de participar do procedimento inovador.

   “Pela primeira vez desde 2016, aproveitei o tempo com amigos e família sem ter que me planejar em torno dos tratamentos de diálise”, disse em um comunicado fornecido pelo NYU Langone.

   “Embora o resultado não seja o que ninguém queria, sei que muito foi aprendido com meus 130 dias com um rim de porco, e que isso pode ajudar e inspirar muitos outros em sua jornada para superar a doença renal”, disse ela.

   Autoridades do hospital declararam que a função renal de Looney caiu após ela sofrer rejeição do órgão. Acausa estava sendo investigada, afirmou Montgomery. A resposta ocorreu após uma redução nos medicamentos imunossupressores que ela estava tomando para tratar uma infecção não relacionada, acrescentaram.


Fonte: RABIN, Roni Caryn. Rim de porco é removido de mulher nos Estados Unidos após rejeição do órgão. Folha de São Paulo [on-line], 12 abr. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2025/04/rim-de-porco-e-removido-de-mulher -nos-estados-unidos-apos-rejeicao-do-or gao.shtml. Acesso em: 24 jun. 2025.
A respeito dos elementos coesivos do texto, considere as seguintes assertivas.

I- No período "Este é o maior tempo que um desses órgãos durou", o pronome demonstrativo em destaque tem como referente a expressão “130 dias”.
II- No período “[...] o explante não foi um retrocesso para o campo do xenotransplante – o esforço de usar órgãos de animais para substituir aqueles que falharam em humanos”, o pronome demonstrativo aqueles retoma anaforicamente o referente “órgãos”.
III- No período “'Tudo isso leva tempo', disse ele. 'Este jogo será vencido por melhorias incrementais, simples e duplas, não tentando acertar um home run'”, não é possível identificar no texto a que se referem as expressões em destaque, o que acarreta uma coesão problemática.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3583573 Português
RIM DE PORCO É REMOVIDO DE MULHER NOS ESTADOS UNIDOS APÓS REJEIÇÃO DO ÓRGÃO

Roni Caryn Rabin
12 abr. 2025, às 11h04


   Cirurgiões removeram o rim de um porco geneticamente modificado de uma mulher do Alabama (Estados Unidos) após ela sofrer rejeição aguda do órgão, disseram na sexta-feira (11) autoridades do NYU Langone Health.

   Towana Looney, 53, viveu com o rim por 130 dias, o que é mais tempo do que qualquer outra pessoa tolerou um órgão de um animal geneticamente modificado. Ela retomou a diálise, disseram autoridades do hospital.

   Robert Montgomery, cirurgião de Looney e diretor do Instituto de Transplantes do NYU Langone, disse que o explante não foi um retrocesso para o campo do xenotransplante – o esforço de usar órgãos de animais para substituir aqueles que falharam em humanos.

   Este é o maior tempo que um desses órgãos durou", disse ele [Robert Montgomery] em uma entrevista, acrescentando que Looney tinha outras condições médicas que poderiam ter complicado seu prognóstico. "Tudo isso leva tempo", disse ele. "Este jogo será vencido por melhorias incrementais, simples e duplas, não tentando acertar um home run".

   Um tratamento adicional de Looney poderia ter salvado o órgão, mas ela e sua equipe médica decidiram que não era adequado, disse Montgomery.

   “A prioridade número um é a segurança; precisávamos ter certeza de que ela ficaria bem”, disse ele. Looney, que voltou para sua casa no Alabama após ir a Nova York para tratamento, disse em um comunicado que estava grata pela oportunidade de participar do procedimento inovador.

   “Pela primeira vez desde 2016, aproveitei o tempo com amigos e família sem ter que me planejar em torno dos tratamentos de diálise”, disse em um comunicado fornecido pelo NYU Langone.

   “Embora o resultado não seja o que ninguém queria, sei que muito foi aprendido com meus 130 dias com um rim de porco, e que isso pode ajudar e inspirar muitos outros em sua jornada para superar a doença renal”, disse ela.

   Autoridades do hospital declararam que a função renal de Looney caiu após ela sofrer rejeição do órgão. Acausa estava sendo investigada, afirmou Montgomery. A resposta ocorreu após uma redução nos medicamentos imunossupressores que ela estava tomando para tratar uma infecção não relacionada, acrescentaram.


Fonte: RABIN, Roni Caryn. Rim de porco é removido de mulher nos Estados Unidos após rejeição do órgão. Folha de São Paulo [on-line], 12 abr. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2025/04/rim-de-porco-e-removido-de-mulher -nos-estados-unidos-apos-rejeicao-do-or gao.shtml. Acesso em: 24 jun. 2025.
Acerca do texto, analise as assertivas abaixo.
I- O fato de Looney ter rejeitado o rim de porco significa o fracasso da técnica inovadora do xenotransplante. II- O fato de Looney ter comorbidades pode ter contribuído para a rejeição do órgão. III- Afunção renal de Looney piorou após ela ter rejeitado o rim de porco.
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3583572 Português
Conforme a BNCC, a análise linguística é uma prática de linguagem a ser desenvolvida nas aulas de Língua Portuguesa. Ela envolve “[...] o conhecimento sobre a língua, sobre a norma-padrão e sobre as outras semioses, que se desenvolve transversalmente aos dois eixos – leitura/escuta e produção oral, escrita e multissemiótica – e que envolve análise textual, gramatical, lexical, fonológica e das materialidades das outras semioses” (Brasil, 2018, p. 15).
Fonte: BRASIL. Base Nacional Comum Curricular:Ensino Fundamental. Brasília: Ministério da Educação, 2018.

Considerando este contexto, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:

I- O conhecimento sobre a norma-padrão faz parte do saber sobre a língua, mas não deve ser o carro-chefe do ensino de Língua Portuguesa.
PORQUE
II- O ensino de português deve priorizar o conhecimento sobre a língua em suas diversas semioses, implicando a análise textual, gramatical, lexical, fonológica e das materialidades dessas semioses.

A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA:
Alternativas
Q3583570 Português
“A finalização da atividade [de escrita] não pode se satisfazer com a construção de representações fragmentárias justapostas, cada uma correspondente a uma compreensão parcial eventualmente correta, mas sem articulação com o conjunto que lhes dá unidade e coerência. [...] O problema, portanto, para todos os que se preocupam com aprendizagem e ensino, é tentar compreender esses desvios ou insuficiências da conduta da atividade de leitura, para melhor preveni-los e corrigi-los” (Fayol, 2017, p. 25).

Fonte: FAYOL, Michel. Aquisição da escrita.Tradução de Marcos Bagno. São Paulo: Parábola Editorial, 2014 (Coleção Estratégias de Ensino; v. 45). 
Levando em conta o posicionamento de Fayol (2014) sobre a atividade de escrita, analise as seguintes assertivas:
I- A escrita de textos fragmentários, por mais que tenha informações corretas, deve ser considerada insuficiente.
II- O mais importante é que o texto escrito pelo aluno contenha informações corretas, por mais que elas estejam desconexas.
III- A falta de articulação entre as partes do texto acarreta a fragmentação da escrita.
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3583569 Português
Faraco e Zilles (2017, p. 11, grifo dos autores) afirmam que:
“O termo norma tem, nos estudos da linguagem verbal, dois sentidos: a. um geral: norma equivale à variedade linguística – a toda e qualquer variedade linguística; e b. um específico: norma equivale a um conjunto de preceitos que definem o chamado “bom uso”, o uso socialmente prestigiado”.
Fonte: FARACO, Carlos Alberto; ZILLES, Ana Maria. Para conhecer norma linguística. São Paulo: Contexto, 2017.

Considerando este contexto, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I- Um professor de Língua Portuguesa que em suas aulas ensine exclusivamente a gramática normativa está levando em conta apenas o sentido geral do termo norma.
PORQUE
II- O conceito específico de norma está ligado à norma culta, ou seja, ao uso linguístico das classes sociais de prestígio.


A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA:
Alternativas
Q3583568 Português
ABNCC amplia o ensino de Língua Portuguesa, ao afirmar que:

“Os conhecimentos sobre os gêneros, sobre os textos, sobre a língua, sobre a norma-padrão, sobre as diferentes linguagens (semioses) devem ser mobilizados em favor do desenvolvimento das capacidades de leitura, produção e tratamento das linguagens, que, por sua vez, devem estar a serviço da ampliação das possibilidades de participação em práticas de diferentes esferas/campos de atividades humanas” (Brasil, 2018, p. 67). Fonte: BRASIL. Base Nacional Comum Curricular:Ensino Fundamental. Brasília: Ministério da Educação, 2018.

Levando em conta esse posicionamento, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3583567 Português
Comentando as contribuições da ciência da linguagem para o ensino de português, Antunes (2009, p. 49, grifos da autora) elucida que “[...] se chegou a dois consensos: o de que usar a linguagem é uma forma de agir socialmente, de interagir com os outros, e o de que essas coisas somente acontecem em textos”. Nesse contexto, analise as assertivas abaixo à luz das teorias sociointeracionistas:
Fonte: ANTUNES, Irandé. Língua, texto e ensino: outra escola possível. São Paulo: Parábola, 2009 (Coleção Estratégias de Ensino; v. 10).

I- O ensino de Língua Portuguesa deve sempre partir do texto.
II- O texto deve ser usado primordialmente como fonte para o ensino de gramática.
III- A concepção interacional da linguagem está relacionada com a importância central que o texto deve assumir na aula de português.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3583566 Português
Antunes (2009, p. 20, grifos da autora) define a língua nos seguintes termos:
“[...] a língua deixa de ser apenas um conjunto de signos [...]; deixa de ser apenas um conjunto de regras ou um conjunto de frases gramaticais, para definir-se como um fenômeno social, como uma prática de atuação interativa, dependendo da cultura de seus usuários, no sentido mais amplo da palavra.
Fonte: ANTUNES, Irandé. Língua, texto e ensino: outra escola possível. São Paulo: Parábola, 2009 (Coleção Estratégias de Ensino; v. 10).

Considerando este contexto, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I- A dimensão da interação deve ser contemplada no ensino de Língua Portuguesa.
PORQUE
II-A língua deve ser concebida apenas como sistema de signos.

A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA:
Alternativas
Q3583246 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

[...] seu impactante romance Torto arado (2018) conquistou em Portugal o prestigioso Prêmio LeYa, concedido por unanimidade pelo modo como representa de forma sólida e realista o universo rural brasileiro. O enredo enfatiza trabalhadores sem-terra remanescentes do regime escravista, em especial as personagens femininas duplamente vítimas da violência que impera nos grotões mais afastados, realidade representada por meio de uma sensível e sofisticada escrita, como bem notaram os jurados do concurso em sua nota de justificativa:

"O Prémio LeYa 2018 é atribuído ao romance 'Torto Arado', de Itamar Vieira Junior, pela solidez da construção, o equilíbrio da narrativa e a forma como aborda o universo rural do Brasil, colocando ênfase nas figuras femininas, na sua liberdade e na violência exercida sobre o corpo num contexto dominado pela sociedade patriarcal. Sendo um romance que parte de uma realidade concreta, em que situações de opressão quer social quer do homem em relação à mulher, a narrativa encontra um plano alegórico, sem entrar num estilo barroco, que ganha contornos universais. Destaca-se a qualidade literária de uma escrita em que se reconhece plenamente o escritor. Todos estes motivos justificam a atribuição por unanimidade deste prémio."

Situando a história em uma região remota e imaginária do nordeste brasileiro, Itamar Vieira Junior abrange problemáticas que envolvem proporções maiores ligadas tanto ao modo de funcionamento histórico e social do país quanto à complexa e intrincada rede de sentimentos e emoções intrínsecas ao ser humano. Em concomitância, temos um romance que fornece elementos para debate sobre as desigualdades e violências entre cidade e campo, as desigualdades de gênero, as formas de resistência das religiões de matriz africana e indígena, as permanências e continuidades da escravidão simbolizadas na relação de mando inviolável entre patrão/dono e trabalhador/agregado, assim como do tríplice espólio sobre o trabalhador: sua mão de obra, seu produto final e seu tempo. Somada a esses fatores há também na narrativa uma implícita, mas potente reflexão sobre os sentidos da posse de terra e de uma necessária reforma agrária no território nacional. Ao mesmo tempo, portanto, em que há um "Brasil profundo" sendo problematizado, somos convidados a sentir de maneira pungente o caótico estado emocional de personagens que, mesmo vivendo sobre constante tensão, manifestam complexos e contraditórios estados emocionais.

(Disponível em: http://www.letras.ufmg.br/literafro/autores/1270-itamar-vieira-junior. Acesso em 23 jul. 2025. Adaptado.)
Leia o texto e analise as assertivas que seguem:
I.É uma breve resenha do romance Torto Arado, de Itamar Vieira Jr., e tem como objetivo principal descrever os principais aspectos do livro e emitir uma opinião.
II.O segundo parágrafo está entre aspas por se tratar de um citação direta da nota emitida pelos jurados do Prêmio Leya, de Portugal.
III.Entre os motivos que justificam o prêmio estão a construção sólida e equilibrada da narrativa e o fato de ser possível reconhecer Itamar Vieira Jr. em sua própria escrita, resultado da qualidade literária dele. 
É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3583220 Português

Considerando os Textos V e VI, analise as assertivas a seguir.


I- Os textos Ve VI possuem ponto de vista semelhante sobre economia em compras.

II- Os textos Ve VI são considerados multissemióticos, pois possuem texto verbal e não verbal que, juntos, produzem sentido.

III- O texto V é considerado multissemiótico. Já o texto VI não é considerado multissemiótico.

IV- No texto V, o conhecimento prévio do personagem pode contribuir para uma produção de sentidos ainda mais significativa.

V- O uso do “Se” nos textos V e VI introduzem a ideia de condicionalidade.




É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q3583217 Português
Texto I - Vício de adolescentes em redes sociais pode virar, oficialmente, um transtorno mental; entenda


Jornal o Globo


   Um grupo de cientistas está propondo que a relação nociva de alguns adolescentes com as redes sociais e a internet seja considerada, oficialmente, um novo tipo de transtorno mental.

   Se a proposta ganhar impulso e for aceita, ela poderia entrar no manual de estatísticas e diagnósticos da psiquiatria, o DSM, que influencia políticas públicas no mundo todo. Segundo os proponentes, a ideia é que a condição possa também integrar a Classificação Internacional de Doenças (CID), da Organização Mundial da Saúde (OMS).

   A proposta ganhou visibilidade nesta semana com a revista científica JAMA, da Associação Médica Americana, que publicou um artigo sugerindo critérios para determinar o que é o consumo exagerado de mídias sociais e a partir de que ponto ele se torna um distúrbio médico.

   O trabalho foi baseado em um estudo feito com adolescentes pela Universidade de Stony Brook, em Nova York, liderado pela sanitarista Lauren Hale, que buscou avaliar o quanto o tempo excessivo de tela estava afetando a vida dos voluntários.

   Inspirado em um critério gradual para avaliar gradações de alcoolismo, o pediatra Dimitri Christakis, da Universidade de Washington, propôs uma escala para avaliar a relação patológica de adolescentes com as redes de acordo com o tempo gasto nesse tipo de mídia.

   Os dois cientistas afirmam que a situação é urgente. Nos Estados Unidos, onde mais de 95% dos adolescentes possuem smartphones, os profissionais de saúde precisam de um sistema de classificação para trabalhar com o problema. É relativamente consensual entre psicólogos e psiquiatras que os indivíduos afetados que enfrentam problemas na escola, no trabalho ou nas relações pessoais precisam de ajuda.

   “Introduzir essa classificação não poderia ser mais urgente”, escrevem Hale e Christakis. “Enquanto acadêmicos se alongam em discussões abstratas sobre o assunto, mais de 6 milhões de adolescentes americanos já estão exibindo o que nós chamamos provisoriamente de consumo pesado de mídia, e uma parcela considerável deles provavelmente já sofre de transtorno de uso de mídia”.

    A proposta inicial da dupla é que se definam inicialmente os limiares de tempo gasto com redes sociais e internet para identificar indivíduos com problemas. Os pesquisadores reconhecem, porém, que será preciso discutir o conteúdo consumido, porque o problema está ligado a fenômenos como o bullying e a propagação de conteúdos preconceituosos e ofensivos. “Embora o debate sobre a existência de algo como transtorno de games, vício em internet ou uso problemático de mídias sociais continue entre acadêmicos e a indústria, o tempo gasto em dispositivos envolvidos em diversas atividades está substituindo as interações do mundo real de maneira tanto sutil quanto dramática”, dizem os pesquisadores.

   A OMS, por exemplo, já publicou um documento com diretrizes. A organização recomenda que o uso desses dispositivos seja evitado por crianças abaixo de 2 anos, e que para crianças de 2 a 4 anos não ultrapasse uma hora supervisionada por dia. A ideia é maximizar o tempo de interação com pessoas reais e desestimular o sedentarismo, seja pelo consumo games, desenhos animados ou qualquer atividade em tela.

   Grupos de psicólogos e pediatras estão produzindo também diretrizes mais voltadas a crianças maiores e adolescentes, que têm usado também redes sociais. Para essa faixa etária acima dos 11 anos, a Academia Americana de Pediatria não estabelece um limite de tempo, por exemplo, mas pede atenção para que atividades em telas não prejudiquem sono, esportes e relações pessoais.

   A Sociedade Brasileira de Pediatria segue princípios semelhantes, e recomenda que crianças menores de 13 anos não tenham seus próprios perfis em plataformas. (Esse limite já é lei nos EUA e outros países). É recomendado que entre 13 e 17 anos o uso de redes sociais seja supervisionado.

   Uma recomendação mais específica é a de não deixar dispositivos dentro dos quartos das crianças e adolescentes durante a noite, e retirá-los uma a duas horas antes de dormir. Outro ponto importante é evitar acesso a telas na hora de fazer lição de casa. No mais, os pediatras pedem a pais ou responsáveis atenção para sinais problemáticos, como irritabilidade excessiva diante da restrição a tablets ou smartphones.

   Em suma, o ideal é que os pais os ajudem a avaliar a qualidade do conteúdo a ser consumido na internet e evitem fontes propensas a desinformação e hostilidade. Há casos especiais que requerem mais atenção, como adolescentes com histórico de traumas ou problema de autoimagem corporal.


Fonte: VÍCIO DE ADOLESCENTES EM REDES SOCIAIS PODE VIRAR, OFICIALMENTE, UM TRANSTORNO MENTAL; ENTENDA. Jornal O Globo, 5 jun. 2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/05/06/vicio-de-adolescentes-em-redes-sociais-pode-virar-oficialmente-um-transtorno-mentalentenda.ghtml.Acesso em: 12 maio 2025. Adaptado.








Fonte: Disponível em: https://www.instagram.com/p/DJMRsMnRDux/?igsh=ZnVqbGtyYWQ0ems0. Acesso em: 12 maio 2025. 



Texto IV– Infográfico






Fonte: Disponível em: https://iclnoticias.com.br/atg/dependencia-digital/. Acesso em: 12 maio 2025.
Observe o trecho “Ao ser liberada, causa impulsividade”. Quanto ao recurso de coesão utilizado, marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3583216 Português
Texto I - Vício de adolescentes em redes sociais pode virar, oficialmente, um transtorno mental; entenda


Jornal o Globo


   Um grupo de cientistas está propondo que a relação nociva de alguns adolescentes com as redes sociais e a internet seja considerada, oficialmente, um novo tipo de transtorno mental.

   Se a proposta ganhar impulso e for aceita, ela poderia entrar no manual de estatísticas e diagnósticos da psiquiatria, o DSM, que influencia políticas públicas no mundo todo. Segundo os proponentes, a ideia é que a condição possa também integrar a Classificação Internacional de Doenças (CID), da Organização Mundial da Saúde (OMS).

   A proposta ganhou visibilidade nesta semana com a revista científica JAMA, da Associação Médica Americana, que publicou um artigo sugerindo critérios para determinar o que é o consumo exagerado de mídias sociais e a partir de que ponto ele se torna um distúrbio médico.

   O trabalho foi baseado em um estudo feito com adolescentes pela Universidade de Stony Brook, em Nova York, liderado pela sanitarista Lauren Hale, que buscou avaliar o quanto o tempo excessivo de tela estava afetando a vida dos voluntários.

   Inspirado em um critério gradual para avaliar gradações de alcoolismo, o pediatra Dimitri Christakis, da Universidade de Washington, propôs uma escala para avaliar a relação patológica de adolescentes com as redes de acordo com o tempo gasto nesse tipo de mídia.

   Os dois cientistas afirmam que a situação é urgente. Nos Estados Unidos, onde mais de 95% dos adolescentes possuem smartphones, os profissionais de saúde precisam de um sistema de classificação para trabalhar com o problema. É relativamente consensual entre psicólogos e psiquiatras que os indivíduos afetados que enfrentam problemas na escola, no trabalho ou nas relações pessoais precisam de ajuda.

   “Introduzir essa classificação não poderia ser mais urgente”, escrevem Hale e Christakis. “Enquanto acadêmicos se alongam em discussões abstratas sobre o assunto, mais de 6 milhões de adolescentes americanos já estão exibindo o que nós chamamos provisoriamente de consumo pesado de mídia, e uma parcela considerável deles provavelmente já sofre de transtorno de uso de mídia”.

    A proposta inicial da dupla é que se definam inicialmente os limiares de tempo gasto com redes sociais e internet para identificar indivíduos com problemas. Os pesquisadores reconhecem, porém, que será preciso discutir o conteúdo consumido, porque o problema está ligado a fenômenos como o bullying e a propagação de conteúdos preconceituosos e ofensivos. “Embora o debate sobre a existência de algo como transtorno de games, vício em internet ou uso problemático de mídias sociais continue entre acadêmicos e a indústria, o tempo gasto em dispositivos envolvidos em diversas atividades está substituindo as interações do mundo real de maneira tanto sutil quanto dramática”, dizem os pesquisadores.

   A OMS, por exemplo, já publicou um documento com diretrizes. A organização recomenda que o uso desses dispositivos seja evitado por crianças abaixo de 2 anos, e que para crianças de 2 a 4 anos não ultrapasse uma hora supervisionada por dia. A ideia é maximizar o tempo de interação com pessoas reais e desestimular o sedentarismo, seja pelo consumo games, desenhos animados ou qualquer atividade em tela.

   Grupos de psicólogos e pediatras estão produzindo também diretrizes mais voltadas a crianças maiores e adolescentes, que têm usado também redes sociais. Para essa faixa etária acima dos 11 anos, a Academia Americana de Pediatria não estabelece um limite de tempo, por exemplo, mas pede atenção para que atividades em telas não prejudiquem sono, esportes e relações pessoais.

   A Sociedade Brasileira de Pediatria segue princípios semelhantes, e recomenda que crianças menores de 13 anos não tenham seus próprios perfis em plataformas. (Esse limite já é lei nos EUA e outros países). É recomendado que entre 13 e 17 anos o uso de redes sociais seja supervisionado.

   Uma recomendação mais específica é a de não deixar dispositivos dentro dos quartos das crianças e adolescentes durante a noite, e retirá-los uma a duas horas antes de dormir. Outro ponto importante é evitar acesso a telas na hora de fazer lição de casa. No mais, os pediatras pedem a pais ou responsáveis atenção para sinais problemáticos, como irritabilidade excessiva diante da restrição a tablets ou smartphones.

   Em suma, o ideal é que os pais os ajudem a avaliar a qualidade do conteúdo a ser consumido na internet e evitem fontes propensas a desinformação e hostilidade. Há casos especiais que requerem mais atenção, como adolescentes com histórico de traumas ou problema de autoimagem corporal.


Fonte: VÍCIO DE ADOLESCENTES EM REDES SOCIAIS PODE VIRAR, OFICIALMENTE, UM TRANSTORNO MENTAL; ENTENDA. Jornal O Globo, 5 jun. 2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/05/06/vicio-de-adolescentes-em-redes-sociais-pode-virar-oficialmente-um-transtorno-mentalentenda.ghtml.Acesso em: 12 maio 2025. Adaptado.








Fonte: Disponível em: https://www.instagram.com/p/DJMRsMnRDux/?igsh=ZnVqbGtyYWQ0ems0. Acesso em: 12 maio 2025. 



Texto IV– Infográfico






Fonte: Disponível em: https://iclnoticias.com.br/atg/dependencia-digital/. Acesso em: 12 maio 2025.
No Texto IV, quanto à sílaba tônica das palavras “núcleo”, “córtex” e “liberada”, marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3583215 Português
Texto I - Vício de adolescentes em redes sociais pode virar, oficialmente, um transtorno mental; entenda


Jornal o Globo


   Um grupo de cientistas está propondo que a relação nociva de alguns adolescentes com as redes sociais e a internet seja considerada, oficialmente, um novo tipo de transtorno mental.

   Se a proposta ganhar impulso e for aceita, ela poderia entrar no manual de estatísticas e diagnósticos da psiquiatria, o DSM, que influencia políticas públicas no mundo todo. Segundo os proponentes, a ideia é que a condição possa também integrar a Classificação Internacional de Doenças (CID), da Organização Mundial da Saúde (OMS).

   A proposta ganhou visibilidade nesta semana com a revista científica JAMA, da Associação Médica Americana, que publicou um artigo sugerindo critérios para determinar o que é o consumo exagerado de mídias sociais e a partir de que ponto ele se torna um distúrbio médico.

   O trabalho foi baseado em um estudo feito com adolescentes pela Universidade de Stony Brook, em Nova York, liderado pela sanitarista Lauren Hale, que buscou avaliar o quanto o tempo excessivo de tela estava afetando a vida dos voluntários.

   Inspirado em um critério gradual para avaliar gradações de alcoolismo, o pediatra Dimitri Christakis, da Universidade de Washington, propôs uma escala para avaliar a relação patológica de adolescentes com as redes de acordo com o tempo gasto nesse tipo de mídia.

   Os dois cientistas afirmam que a situação é urgente. Nos Estados Unidos, onde mais de 95% dos adolescentes possuem smartphones, os profissionais de saúde precisam de um sistema de classificação para trabalhar com o problema. É relativamente consensual entre psicólogos e psiquiatras que os indivíduos afetados que enfrentam problemas na escola, no trabalho ou nas relações pessoais precisam de ajuda.

   “Introduzir essa classificação não poderia ser mais urgente”, escrevem Hale e Christakis. “Enquanto acadêmicos se alongam em discussões abstratas sobre o assunto, mais de 6 milhões de adolescentes americanos já estão exibindo o que nós chamamos provisoriamente de consumo pesado de mídia, e uma parcela considerável deles provavelmente já sofre de transtorno de uso de mídia”.

    A proposta inicial da dupla é que se definam inicialmente os limiares de tempo gasto com redes sociais e internet para identificar indivíduos com problemas. Os pesquisadores reconhecem, porém, que será preciso discutir o conteúdo consumido, porque o problema está ligado a fenômenos como o bullying e a propagação de conteúdos preconceituosos e ofensivos. “Embora o debate sobre a existência de algo como transtorno de games, vício em internet ou uso problemático de mídias sociais continue entre acadêmicos e a indústria, o tempo gasto em dispositivos envolvidos em diversas atividades está substituindo as interações do mundo real de maneira tanto sutil quanto dramática”, dizem os pesquisadores.

   A OMS, por exemplo, já publicou um documento com diretrizes. A organização recomenda que o uso desses dispositivos seja evitado por crianças abaixo de 2 anos, e que para crianças de 2 a 4 anos não ultrapasse uma hora supervisionada por dia. A ideia é maximizar o tempo de interação com pessoas reais e desestimular o sedentarismo, seja pelo consumo games, desenhos animados ou qualquer atividade em tela.

   Grupos de psicólogos e pediatras estão produzindo também diretrizes mais voltadas a crianças maiores e adolescentes, que têm usado também redes sociais. Para essa faixa etária acima dos 11 anos, a Academia Americana de Pediatria não estabelece um limite de tempo, por exemplo, mas pede atenção para que atividades em telas não prejudiquem sono, esportes e relações pessoais.

   A Sociedade Brasileira de Pediatria segue princípios semelhantes, e recomenda que crianças menores de 13 anos não tenham seus próprios perfis em plataformas. (Esse limite já é lei nos EUA e outros países). É recomendado que entre 13 e 17 anos o uso de redes sociais seja supervisionado.

   Uma recomendação mais específica é a de não deixar dispositivos dentro dos quartos das crianças e adolescentes durante a noite, e retirá-los uma a duas horas antes de dormir. Outro ponto importante é evitar acesso a telas na hora de fazer lição de casa. No mais, os pediatras pedem a pais ou responsáveis atenção para sinais problemáticos, como irritabilidade excessiva diante da restrição a tablets ou smartphones.

   Em suma, o ideal é que os pais os ajudem a avaliar a qualidade do conteúdo a ser consumido na internet e evitem fontes propensas a desinformação e hostilidade. Há casos especiais que requerem mais atenção, como adolescentes com histórico de traumas ou problema de autoimagem corporal.


Fonte: VÍCIO DE ADOLESCENTES EM REDES SOCIAIS PODE VIRAR, OFICIALMENTE, UM TRANSTORNO MENTAL; ENTENDA. Jornal O Globo, 5 jun. 2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/05/06/vicio-de-adolescentes-em-redes-sociais-pode-virar-oficialmente-um-transtorno-mentalentenda.ghtml.Acesso em: 12 maio 2025. Adaptado.








Fonte: Disponível em: https://www.instagram.com/p/DJMRsMnRDux/?igsh=ZnVqbGtyYWQ0ems0. Acesso em: 12 maio 2025. 



Texto IV– Infográfico






Fonte: Disponível em: https://iclnoticias.com.br/atg/dependencia-digital/. Acesso em: 12 maio 2025.
Em um infográfico, os elementos visuais (recursos verbais e não verbais) formam o seu conteúdo. Considerando os elementos gráficos na composição visual do Texto IV, marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3583214 Português
Texto I - Vício de adolescentes em redes sociais pode virar, oficialmente, um transtorno mental; entenda


Jornal o Globo


   Um grupo de cientistas está propondo que a relação nociva de alguns adolescentes com as redes sociais e a internet seja considerada, oficialmente, um novo tipo de transtorno mental.

   Se a proposta ganhar impulso e for aceita, ela poderia entrar no manual de estatísticas e diagnósticos da psiquiatria, o DSM, que influencia políticas públicas no mundo todo. Segundo os proponentes, a ideia é que a condição possa também integrar a Classificação Internacional de Doenças (CID), da Organização Mundial da Saúde (OMS).

   A proposta ganhou visibilidade nesta semana com a revista científica JAMA, da Associação Médica Americana, que publicou um artigo sugerindo critérios para determinar o que é o consumo exagerado de mídias sociais e a partir de que ponto ele se torna um distúrbio médico.

   O trabalho foi baseado em um estudo feito com adolescentes pela Universidade de Stony Brook, em Nova York, liderado pela sanitarista Lauren Hale, que buscou avaliar o quanto o tempo excessivo de tela estava afetando a vida dos voluntários.

   Inspirado em um critério gradual para avaliar gradações de alcoolismo, o pediatra Dimitri Christakis, da Universidade de Washington, propôs uma escala para avaliar a relação patológica de adolescentes com as redes de acordo com o tempo gasto nesse tipo de mídia.

   Os dois cientistas afirmam que a situação é urgente. Nos Estados Unidos, onde mais de 95% dos adolescentes possuem smartphones, os profissionais de saúde precisam de um sistema de classificação para trabalhar com o problema. É relativamente consensual entre psicólogos e psiquiatras que os indivíduos afetados que enfrentam problemas na escola, no trabalho ou nas relações pessoais precisam de ajuda.

   “Introduzir essa classificação não poderia ser mais urgente”, escrevem Hale e Christakis. “Enquanto acadêmicos se alongam em discussões abstratas sobre o assunto, mais de 6 milhões de adolescentes americanos já estão exibindo o que nós chamamos provisoriamente de consumo pesado de mídia, e uma parcela considerável deles provavelmente já sofre de transtorno de uso de mídia”.

    A proposta inicial da dupla é que se definam inicialmente os limiares de tempo gasto com redes sociais e internet para identificar indivíduos com problemas. Os pesquisadores reconhecem, porém, que será preciso discutir o conteúdo consumido, porque o problema está ligado a fenômenos como o bullying e a propagação de conteúdos preconceituosos e ofensivos. “Embora o debate sobre a existência de algo como transtorno de games, vício em internet ou uso problemático de mídias sociais continue entre acadêmicos e a indústria, o tempo gasto em dispositivos envolvidos em diversas atividades está substituindo as interações do mundo real de maneira tanto sutil quanto dramática”, dizem os pesquisadores.

   A OMS, por exemplo, já publicou um documento com diretrizes. A organização recomenda que o uso desses dispositivos seja evitado por crianças abaixo de 2 anos, e que para crianças de 2 a 4 anos não ultrapasse uma hora supervisionada por dia. A ideia é maximizar o tempo de interação com pessoas reais e desestimular o sedentarismo, seja pelo consumo games, desenhos animados ou qualquer atividade em tela.

   Grupos de psicólogos e pediatras estão produzindo também diretrizes mais voltadas a crianças maiores e adolescentes, que têm usado também redes sociais. Para essa faixa etária acima dos 11 anos, a Academia Americana de Pediatria não estabelece um limite de tempo, por exemplo, mas pede atenção para que atividades em telas não prejudiquem sono, esportes e relações pessoais.

   A Sociedade Brasileira de Pediatria segue princípios semelhantes, e recomenda que crianças menores de 13 anos não tenham seus próprios perfis em plataformas. (Esse limite já é lei nos EUA e outros países). É recomendado que entre 13 e 17 anos o uso de redes sociais seja supervisionado.

   Uma recomendação mais específica é a de não deixar dispositivos dentro dos quartos das crianças e adolescentes durante a noite, e retirá-los uma a duas horas antes de dormir. Outro ponto importante é evitar acesso a telas na hora de fazer lição de casa. No mais, os pediatras pedem a pais ou responsáveis atenção para sinais problemáticos, como irritabilidade excessiva diante da restrição a tablets ou smartphones.

   Em suma, o ideal é que os pais os ajudem a avaliar a qualidade do conteúdo a ser consumido na internet e evitem fontes propensas a desinformação e hostilidade. Há casos especiais que requerem mais atenção, como adolescentes com histórico de traumas ou problema de autoimagem corporal.


Fonte: VÍCIO DE ADOLESCENTES EM REDES SOCIAIS PODE VIRAR, OFICIALMENTE, UM TRANSTORNO MENTAL; ENTENDA. Jornal O Globo, 5 jun. 2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/05/06/vicio-de-adolescentes-em-redes-sociais-pode-virar-oficialmente-um-transtorno-mentalentenda.ghtml.Acesso em: 12 maio 2025. Adaptado.








Fonte: Disponível em: https://www.instagram.com/p/DJMRsMnRDux/?igsh=ZnVqbGtyYWQ0ems0. Acesso em: 12 maio 2025. 



Texto IV– Infográfico






Fonte: Disponível em: https://iclnoticias.com.br/atg/dependencia-digital/. Acesso em: 12 maio 2025.
Analise as palavras "recompensa", "reage" e "liberada" presentes no Texto IV e indique a alternativa que apresenta, CORRETA e respectivamente, os processos de formação de palavras. 
Alternativas
Q3583213 Português
Texto I - Vício de adolescentes em redes sociais pode virar, oficialmente, um transtorno mental; entenda


Jornal o Globo


   Um grupo de cientistas está propondo que a relação nociva de alguns adolescentes com as redes sociais e a internet seja considerada, oficialmente, um novo tipo de transtorno mental.

   Se a proposta ganhar impulso e for aceita, ela poderia entrar no manual de estatísticas e diagnósticos da psiquiatria, o DSM, que influencia políticas públicas no mundo todo. Segundo os proponentes, a ideia é que a condição possa também integrar a Classificação Internacional de Doenças (CID), da Organização Mundial da Saúde (OMS).

   A proposta ganhou visibilidade nesta semana com a revista científica JAMA, da Associação Médica Americana, que publicou um artigo sugerindo critérios para determinar o que é o consumo exagerado de mídias sociais e a partir de que ponto ele se torna um distúrbio médico.

   O trabalho foi baseado em um estudo feito com adolescentes pela Universidade de Stony Brook, em Nova York, liderado pela sanitarista Lauren Hale, que buscou avaliar o quanto o tempo excessivo de tela estava afetando a vida dos voluntários.

   Inspirado em um critério gradual para avaliar gradações de alcoolismo, o pediatra Dimitri Christakis, da Universidade de Washington, propôs uma escala para avaliar a relação patológica de adolescentes com as redes de acordo com o tempo gasto nesse tipo de mídia.

   Os dois cientistas afirmam que a situação é urgente. Nos Estados Unidos, onde mais de 95% dos adolescentes possuem smartphones, os profissionais de saúde precisam de um sistema de classificação para trabalhar com o problema. É relativamente consensual entre psicólogos e psiquiatras que os indivíduos afetados que enfrentam problemas na escola, no trabalho ou nas relações pessoais precisam de ajuda.

   “Introduzir essa classificação não poderia ser mais urgente”, escrevem Hale e Christakis. “Enquanto acadêmicos se alongam em discussões abstratas sobre o assunto, mais de 6 milhões de adolescentes americanos já estão exibindo o que nós chamamos provisoriamente de consumo pesado de mídia, e uma parcela considerável deles provavelmente já sofre de transtorno de uso de mídia”.

    A proposta inicial da dupla é que se definam inicialmente os limiares de tempo gasto com redes sociais e internet para identificar indivíduos com problemas. Os pesquisadores reconhecem, porém, que será preciso discutir o conteúdo consumido, porque o problema está ligado a fenômenos como o bullying e a propagação de conteúdos preconceituosos e ofensivos. “Embora o debate sobre a existência de algo como transtorno de games, vício em internet ou uso problemático de mídias sociais continue entre acadêmicos e a indústria, o tempo gasto em dispositivos envolvidos em diversas atividades está substituindo as interações do mundo real de maneira tanto sutil quanto dramática”, dizem os pesquisadores.

   A OMS, por exemplo, já publicou um documento com diretrizes. A organização recomenda que o uso desses dispositivos seja evitado por crianças abaixo de 2 anos, e que para crianças de 2 a 4 anos não ultrapasse uma hora supervisionada por dia. A ideia é maximizar o tempo de interação com pessoas reais e desestimular o sedentarismo, seja pelo consumo games, desenhos animados ou qualquer atividade em tela.

   Grupos de psicólogos e pediatras estão produzindo também diretrizes mais voltadas a crianças maiores e adolescentes, que têm usado também redes sociais. Para essa faixa etária acima dos 11 anos, a Academia Americana de Pediatria não estabelece um limite de tempo, por exemplo, mas pede atenção para que atividades em telas não prejudiquem sono, esportes e relações pessoais.

   A Sociedade Brasileira de Pediatria segue princípios semelhantes, e recomenda que crianças menores de 13 anos não tenham seus próprios perfis em plataformas. (Esse limite já é lei nos EUA e outros países). É recomendado que entre 13 e 17 anos o uso de redes sociais seja supervisionado.

   Uma recomendação mais específica é a de não deixar dispositivos dentro dos quartos das crianças e adolescentes durante a noite, e retirá-los uma a duas horas antes de dormir. Outro ponto importante é evitar acesso a telas na hora de fazer lição de casa. No mais, os pediatras pedem a pais ou responsáveis atenção para sinais problemáticos, como irritabilidade excessiva diante da restrição a tablets ou smartphones.

   Em suma, o ideal é que os pais os ajudem a avaliar a qualidade do conteúdo a ser consumido na internet e evitem fontes propensas a desinformação e hostilidade. Há casos especiais que requerem mais atenção, como adolescentes com histórico de traumas ou problema de autoimagem corporal.


Fonte: VÍCIO DE ADOLESCENTES EM REDES SOCIAIS PODE VIRAR, OFICIALMENTE, UM TRANSTORNO MENTAL; ENTENDA. Jornal O Globo, 5 jun. 2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/05/06/vicio-de-adolescentes-em-redes-sociais-pode-virar-oficialmente-um-transtorno-mentalentenda.ghtml.Acesso em: 12 maio 2025. Adaptado.








Fonte: Disponível em: https://www.instagram.com/p/DJMRsMnRDux/?igsh=ZnVqbGtyYWQ0ems0. Acesso em: 12 maio 2025. 



Texto IV– Infográfico






Fonte: Disponível em: https://iclnoticias.com.br/atg/dependencia-digital/. Acesso em: 12 maio 2025.
Sobre o Texto III, analise as assertivas.
I- O uso das aspas em “cheia de gás” foi usado para destacar uma expressão popular no texto.
II- As aspas sinalizam que a expressão usada não é padrão e pode ser interpretada de forma diferente do significado literal.
III- Ao usar aspas, indica-se ao leitor que o sentido da expressão é literal.
IV- O texto não verbal não colabora com o entendimento do uso das expressões Pessoa “cheia de gás” e Pessoa cheia de gases.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3583212 Português
Texto I - Vício de adolescentes em redes sociais pode virar, oficialmente, um transtorno mental; entenda


Jornal o Globo


   Um grupo de cientistas está propondo que a relação nociva de alguns adolescentes com as redes sociais e a internet seja considerada, oficialmente, um novo tipo de transtorno mental.

   Se a proposta ganhar impulso e for aceita, ela poderia entrar no manual de estatísticas e diagnósticos da psiquiatria, o DSM, que influencia políticas públicas no mundo todo. Segundo os proponentes, a ideia é que a condição possa também integrar a Classificação Internacional de Doenças (CID), da Organização Mundial da Saúde (OMS).

   A proposta ganhou visibilidade nesta semana com a revista científica JAMA, da Associação Médica Americana, que publicou um artigo sugerindo critérios para determinar o que é o consumo exagerado de mídias sociais e a partir de que ponto ele se torna um distúrbio médico.

   O trabalho foi baseado em um estudo feito com adolescentes pela Universidade de Stony Brook, em Nova York, liderado pela sanitarista Lauren Hale, que buscou avaliar o quanto o tempo excessivo de tela estava afetando a vida dos voluntários.

   Inspirado em um critério gradual para avaliar gradações de alcoolismo, o pediatra Dimitri Christakis, da Universidade de Washington, propôs uma escala para avaliar a relação patológica de adolescentes com as redes de acordo com o tempo gasto nesse tipo de mídia.

   Os dois cientistas afirmam que a situação é urgente. Nos Estados Unidos, onde mais de 95% dos adolescentes possuem smartphones, os profissionais de saúde precisam de um sistema de classificação para trabalhar com o problema. É relativamente consensual entre psicólogos e psiquiatras que os indivíduos afetados que enfrentam problemas na escola, no trabalho ou nas relações pessoais precisam de ajuda.

   “Introduzir essa classificação não poderia ser mais urgente”, escrevem Hale e Christakis. “Enquanto acadêmicos se alongam em discussões abstratas sobre o assunto, mais de 6 milhões de adolescentes americanos já estão exibindo o que nós chamamos provisoriamente de consumo pesado de mídia, e uma parcela considerável deles provavelmente já sofre de transtorno de uso de mídia”.

    A proposta inicial da dupla é que se definam inicialmente os limiares de tempo gasto com redes sociais e internet para identificar indivíduos com problemas. Os pesquisadores reconhecem, porém, que será preciso discutir o conteúdo consumido, porque o problema está ligado a fenômenos como o bullying e a propagação de conteúdos preconceituosos e ofensivos. “Embora o debate sobre a existência de algo como transtorno de games, vício em internet ou uso problemático de mídias sociais continue entre acadêmicos e a indústria, o tempo gasto em dispositivos envolvidos em diversas atividades está substituindo as interações do mundo real de maneira tanto sutil quanto dramática”, dizem os pesquisadores.

   A OMS, por exemplo, já publicou um documento com diretrizes. A organização recomenda que o uso desses dispositivos seja evitado por crianças abaixo de 2 anos, e que para crianças de 2 a 4 anos não ultrapasse uma hora supervisionada por dia. A ideia é maximizar o tempo de interação com pessoas reais e desestimular o sedentarismo, seja pelo consumo games, desenhos animados ou qualquer atividade em tela.

   Grupos de psicólogos e pediatras estão produzindo também diretrizes mais voltadas a crianças maiores e adolescentes, que têm usado também redes sociais. Para essa faixa etária acima dos 11 anos, a Academia Americana de Pediatria não estabelece um limite de tempo, por exemplo, mas pede atenção para que atividades em telas não prejudiquem sono, esportes e relações pessoais.

   A Sociedade Brasileira de Pediatria segue princípios semelhantes, e recomenda que crianças menores de 13 anos não tenham seus próprios perfis em plataformas. (Esse limite já é lei nos EUA e outros países). É recomendado que entre 13 e 17 anos o uso de redes sociais seja supervisionado.

   Uma recomendação mais específica é a de não deixar dispositivos dentro dos quartos das crianças e adolescentes durante a noite, e retirá-los uma a duas horas antes de dormir. Outro ponto importante é evitar acesso a telas na hora de fazer lição de casa. No mais, os pediatras pedem a pais ou responsáveis atenção para sinais problemáticos, como irritabilidade excessiva diante da restrição a tablets ou smartphones.

   Em suma, o ideal é que os pais os ajudem a avaliar a qualidade do conteúdo a ser consumido na internet e evitem fontes propensas a desinformação e hostilidade. Há casos especiais que requerem mais atenção, como adolescentes com histórico de traumas ou problema de autoimagem corporal.


Fonte: VÍCIO DE ADOLESCENTES EM REDES SOCIAIS PODE VIRAR, OFICIALMENTE, UM TRANSTORNO MENTAL; ENTENDA. Jornal O Globo, 5 jun. 2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/05/06/vicio-de-adolescentes-em-redes-sociais-pode-virar-oficialmente-um-transtorno-mentalentenda.ghtml.Acesso em: 12 maio 2025. Adaptado.








Fonte: Disponível em: https://www.instagram.com/p/DJMRsMnRDux/?igsh=ZnVqbGtyYWQ0ems0. Acesso em: 12 maio 2025. 



Texto IV– Infográfico






Fonte: Disponível em: https://iclnoticias.com.br/atg/dependencia-digital/. Acesso em: 12 maio 2025.
Observe no Texto II os títulos “Segunda da carne” e “Carne de segunda”. Sobre o Texto II, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Respostas
43001: E
43002: B
43003: C
43004: C
43005: D
43006: B
43007: C
43008: D
43009: A
43010: D
43011: D
43012: D
43013: C
43014: D
43015: C
43016: A
43017: A
43018: E
43019: B
43020: E