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Q3624546 Português
Cuidado com os especialistas da ciência

        “Especialistas afirmam que…” “Estudos de Harvard apontam que…”

        Muitas notícias científicas começam exatamente assim, dando a entender que o conteúdo deve ser verdadeiro, já que ratificado por experts.

        Tal expediente, o chamado “argumento de autoridade”, com frequência é utilizado como recurso retórico. É um pressuposto poderoso, invocado para oferecer credibilidade. No entanto, ele pode ser facilmente empregado como falácia lógica, quando sustenta um argumento muitas vezes indefensável.

        O grande problema aqui, a meu ver, é a forma como a autoridade é estabelecida, e os pilares sobre os quais ela se apoia. Em tempos de fake news, não é incomum a popularidade se transformar em reconhecimento, oferecendo uma confiabilidade duvidosa a falsos especialistas.

        Essa equivalência entre popularidade e credibilidade pode ocorrer de diversas maneiras. Um famoso astrofísico de Harvard, por exemplo, o dr. Avi Loeb, nos últimos anos passou a defender com ardor a possibilidade de nosso planeta ter sido visitado por extraterrestres.

        Cientificamente, os argumentos são frágeis. Não conheço nenhum cientista que endosse o que ele diz, muito pelo contrário, ele é ferozmente criticado. Mas o ego inflado pela fama é uma arma poderosa que mune a busca incessante por mais visibilidade. No final, o prestígio da instituição parece calar o debate público, como se um professor de Harvard não pudesse estar errado.

        Essa distorção chegou a níveis ridículos quando, em 2018, uma equipe de pesquisadores em minha universidade publicou uma notícia sobre a trajetória de um asteroide interplanetário no sistema solar, explicando sua órbita de maneira rigorosa e desmentindo Loeb, que afirmava se tratar de uma nave espacial alienígena. Os comentários no site de notícia, no entanto, surpreendentemente atacavam meus colegas, argumentando que cientistas brasileiros não poderiam saber mais que o pesquisador de Harvard.

        Episódio parecido aconteceu quando o vencedor do prêmio Nobel dr. Luc Montagnier promoveu a ideia de que o vírus da Covid-19 teria sido criado propositalmente em laboratório. Embora criticado por diversos acadêmicos por propagar desinformação, sua fala foi amplamente disseminada por defensores de teorias da conspiração, que nadaram de braçada durante a pandemia. Como um vencedor do Nobel poderia estar errado?

        Sinto que, atualmente, casos semelhantes são cada vez mais comuns – e, pior, com a autoridade concedida não apenas a profissionais como professores de Harvard e vencedores do prêmio Nobel, mas a influenciadores que transformam os likes em capital de credibilidade, como se a fama fosse sinal de conhecimento.

        Muitas dessas celebridades das redes extrapolam seu papel legítimo de divulgadores para assumir a posição de autoridade. Sei que a comunicação científica nas mídias sociais é fundamental, e seria ótimo contar com essas parcerias para difundir conhecimento. Minha crítica, porém, se volta à admissão de equivalência entre especialistas e apresentadores, os quais são validados pelos meios de comunicação como autoridades no assunto, espalhando notícias falsas sem que os verdadeiros experts sejam consultados.

        A grande perdedora nesse cenário é a própria ciência. Quando o público passa a escutar os “falsos profetas”, a própria percepção do que é a ciência sai prejudicada, afastando ainda mais a população do método científico e dificultando a comunicação importantíssima para apoiar o embasamento correto das evidências na formulação de políticas públicas.

        A única saída é a educação de base. A sociedade deve compreender como a ciência funciona para identificar as falsas autoridades e outorgar confiabilidade apenas àqueles que a atingiram pelo trabalho rigoroso, ao invés dos atalhos da notoriedade instantânea do mundo das redes sociais.

(GONÇALVES, Thiago. Cuidado com os especialistas da ciência. Jornal Nexo, 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
Considerando o contexto, é possível inferir que “[...] ‘falsos profetas’ [...]” (11º§) são:
Alternativas
Q3624545 Português
Cuidado com os especialistas da ciência

        “Especialistas afirmam que…” “Estudos de Harvard apontam que…”

        Muitas notícias científicas começam exatamente assim, dando a entender que o conteúdo deve ser verdadeiro, já que ratificado por experts.

        Tal expediente, o chamado “argumento de autoridade”, com frequência é utilizado como recurso retórico. É um pressuposto poderoso, invocado para oferecer credibilidade. No entanto, ele pode ser facilmente empregado como falácia lógica, quando sustenta um argumento muitas vezes indefensável.

        O grande problema aqui, a meu ver, é a forma como a autoridade é estabelecida, e os pilares sobre os quais ela se apoia. Em tempos de fake news, não é incomum a popularidade se transformar em reconhecimento, oferecendo uma confiabilidade duvidosa a falsos especialistas.

        Essa equivalência entre popularidade e credibilidade pode ocorrer de diversas maneiras. Um famoso astrofísico de Harvard, por exemplo, o dr. Avi Loeb, nos últimos anos passou a defender com ardor a possibilidade de nosso planeta ter sido visitado por extraterrestres.

        Cientificamente, os argumentos são frágeis. Não conheço nenhum cientista que endosse o que ele diz, muito pelo contrário, ele é ferozmente criticado. Mas o ego inflado pela fama é uma arma poderosa que mune a busca incessante por mais visibilidade. No final, o prestígio da instituição parece calar o debate público, como se um professor de Harvard não pudesse estar errado.

        Essa distorção chegou a níveis ridículos quando, em 2018, uma equipe de pesquisadores em minha universidade publicou uma notícia sobre a trajetória de um asteroide interplanetário no sistema solar, explicando sua órbita de maneira rigorosa e desmentindo Loeb, que afirmava se tratar de uma nave espacial alienígena. Os comentários no site de notícia, no entanto, surpreendentemente atacavam meus colegas, argumentando que cientistas brasileiros não poderiam saber mais que o pesquisador de Harvard.

        Episódio parecido aconteceu quando o vencedor do prêmio Nobel dr. Luc Montagnier promoveu a ideia de que o vírus da Covid-19 teria sido criado propositalmente em laboratório. Embora criticado por diversos acadêmicos por propagar desinformação, sua fala foi amplamente disseminada por defensores de teorias da conspiração, que nadaram de braçada durante a pandemia. Como um vencedor do Nobel poderia estar errado?

        Sinto que, atualmente, casos semelhantes são cada vez mais comuns – e, pior, com a autoridade concedida não apenas a profissionais como professores de Harvard e vencedores do prêmio Nobel, mas a influenciadores que transformam os likes em capital de credibilidade, como se a fama fosse sinal de conhecimento.

        Muitas dessas celebridades das redes extrapolam seu papel legítimo de divulgadores para assumir a posição de autoridade. Sei que a comunicação científica nas mídias sociais é fundamental, e seria ótimo contar com essas parcerias para difundir conhecimento. Minha crítica, porém, se volta à admissão de equivalência entre especialistas e apresentadores, os quais são validados pelos meios de comunicação como autoridades no assunto, espalhando notícias falsas sem que os verdadeiros experts sejam consultados.

        A grande perdedora nesse cenário é a própria ciência. Quando o público passa a escutar os “falsos profetas”, a própria percepção do que é a ciência sai prejudicada, afastando ainda mais a população do método científico e dificultando a comunicação importantíssima para apoiar o embasamento correto das evidências na formulação de políticas públicas.

        A única saída é a educação de base. A sociedade deve compreender como a ciência funciona para identificar as falsas autoridades e outorgar confiabilidade apenas àqueles que a atingiram pelo trabalho rigoroso, ao invés dos atalhos da notoriedade instantânea do mundo das redes sociais.

(GONÇALVES, Thiago. Cuidado com os especialistas da ciência. Jornal Nexo, 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
No final do 8º§, é lançado o seguinte questionamento: “Como um vencedor do Nobel poderia estar errado?”. Trata-se de uma pergunta retórica que: 
Alternativas
Q3624544 Português
Cuidado com os especialistas da ciência

        “Especialistas afirmam que…” “Estudos de Harvard apontam que…”

        Muitas notícias científicas começam exatamente assim, dando a entender que o conteúdo deve ser verdadeiro, já que ratificado por experts.

        Tal expediente, o chamado “argumento de autoridade”, com frequência é utilizado como recurso retórico. É um pressuposto poderoso, invocado para oferecer credibilidade. No entanto, ele pode ser facilmente empregado como falácia lógica, quando sustenta um argumento muitas vezes indefensável.

        O grande problema aqui, a meu ver, é a forma como a autoridade é estabelecida, e os pilares sobre os quais ela se apoia. Em tempos de fake news, não é incomum a popularidade se transformar em reconhecimento, oferecendo uma confiabilidade duvidosa a falsos especialistas.

        Essa equivalência entre popularidade e credibilidade pode ocorrer de diversas maneiras. Um famoso astrofísico de Harvard, por exemplo, o dr. Avi Loeb, nos últimos anos passou a defender com ardor a possibilidade de nosso planeta ter sido visitado por extraterrestres.

        Cientificamente, os argumentos são frágeis. Não conheço nenhum cientista que endosse o que ele diz, muito pelo contrário, ele é ferozmente criticado. Mas o ego inflado pela fama é uma arma poderosa que mune a busca incessante por mais visibilidade. No final, o prestígio da instituição parece calar o debate público, como se um professor de Harvard não pudesse estar errado.

        Essa distorção chegou a níveis ridículos quando, em 2018, uma equipe de pesquisadores em minha universidade publicou uma notícia sobre a trajetória de um asteroide interplanetário no sistema solar, explicando sua órbita de maneira rigorosa e desmentindo Loeb, que afirmava se tratar de uma nave espacial alienígena. Os comentários no site de notícia, no entanto, surpreendentemente atacavam meus colegas, argumentando que cientistas brasileiros não poderiam saber mais que o pesquisador de Harvard.

        Episódio parecido aconteceu quando o vencedor do prêmio Nobel dr. Luc Montagnier promoveu a ideia de que o vírus da Covid-19 teria sido criado propositalmente em laboratório. Embora criticado por diversos acadêmicos por propagar desinformação, sua fala foi amplamente disseminada por defensores de teorias da conspiração, que nadaram de braçada durante a pandemia. Como um vencedor do Nobel poderia estar errado?

        Sinto que, atualmente, casos semelhantes são cada vez mais comuns – e, pior, com a autoridade concedida não apenas a profissionais como professores de Harvard e vencedores do prêmio Nobel, mas a influenciadores que transformam os likes em capital de credibilidade, como se a fama fosse sinal de conhecimento.

        Muitas dessas celebridades das redes extrapolam seu papel legítimo de divulgadores para assumir a posição de autoridade. Sei que a comunicação científica nas mídias sociais é fundamental, e seria ótimo contar com essas parcerias para difundir conhecimento. Minha crítica, porém, se volta à admissão de equivalência entre especialistas e apresentadores, os quais são validados pelos meios de comunicação como autoridades no assunto, espalhando notícias falsas sem que os verdadeiros experts sejam consultados.

        A grande perdedora nesse cenário é a própria ciência. Quando o público passa a escutar os “falsos profetas”, a própria percepção do que é a ciência sai prejudicada, afastando ainda mais a população do método científico e dificultando a comunicação importantíssima para apoiar o embasamento correto das evidências na formulação de políticas públicas.

        A única saída é a educação de base. A sociedade deve compreender como a ciência funciona para identificar as falsas autoridades e outorgar confiabilidade apenas àqueles que a atingiram pelo trabalho rigoroso, ao invés dos atalhos da notoriedade instantânea do mundo das redes sociais.

(GONÇALVES, Thiago. Cuidado com os especialistas da ciência. Jornal Nexo, 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
O título do texto contém uma advertência sobre os possíveis prejuízos causados pelos “especialistas da ciência”, segundo o contexto, no âmbito da:
Alternativas
Q3624543 Português
Cuidado com os especialistas da ciência

        “Especialistas afirmam que…” “Estudos de Harvard apontam que…”

        Muitas notícias científicas começam exatamente assim, dando a entender que o conteúdo deve ser verdadeiro, já que ratificado por experts.

        Tal expediente, o chamado “argumento de autoridade”, com frequência é utilizado como recurso retórico. É um pressuposto poderoso, invocado para oferecer credibilidade. No entanto, ele pode ser facilmente empregado como falácia lógica, quando sustenta um argumento muitas vezes indefensável.

        O grande problema aqui, a meu ver, é a forma como a autoridade é estabelecida, e os pilares sobre os quais ela se apoia. Em tempos de fake news, não é incomum a popularidade se transformar em reconhecimento, oferecendo uma confiabilidade duvidosa a falsos especialistas.

        Essa equivalência entre popularidade e credibilidade pode ocorrer de diversas maneiras. Um famoso astrofísico de Harvard, por exemplo, o dr. Avi Loeb, nos últimos anos passou a defender com ardor a possibilidade de nosso planeta ter sido visitado por extraterrestres.

        Cientificamente, os argumentos são frágeis. Não conheço nenhum cientista que endosse o que ele diz, muito pelo contrário, ele é ferozmente criticado. Mas o ego inflado pela fama é uma arma poderosa que mune a busca incessante por mais visibilidade. No final, o prestígio da instituição parece calar o debate público, como se um professor de Harvard não pudesse estar errado.

        Essa distorção chegou a níveis ridículos quando, em 2018, uma equipe de pesquisadores em minha universidade publicou uma notícia sobre a trajetória de um asteroide interplanetário no sistema solar, explicando sua órbita de maneira rigorosa e desmentindo Loeb, que afirmava se tratar de uma nave espacial alienígena. Os comentários no site de notícia, no entanto, surpreendentemente atacavam meus colegas, argumentando que cientistas brasileiros não poderiam saber mais que o pesquisador de Harvard.

        Episódio parecido aconteceu quando o vencedor do prêmio Nobel dr. Luc Montagnier promoveu a ideia de que o vírus da Covid-19 teria sido criado propositalmente em laboratório. Embora criticado por diversos acadêmicos por propagar desinformação, sua fala foi amplamente disseminada por defensores de teorias da conspiração, que nadaram de braçada durante a pandemia. Como um vencedor do Nobel poderia estar errado?

        Sinto que, atualmente, casos semelhantes são cada vez mais comuns – e, pior, com a autoridade concedida não apenas a profissionais como professores de Harvard e vencedores do prêmio Nobel, mas a influenciadores que transformam os likes em capital de credibilidade, como se a fama fosse sinal de conhecimento.

        Muitas dessas celebridades das redes extrapolam seu papel legítimo de divulgadores para assumir a posição de autoridade. Sei que a comunicação científica nas mídias sociais é fundamental, e seria ótimo contar com essas parcerias para difundir conhecimento. Minha crítica, porém, se volta à admissão de equivalência entre especialistas e apresentadores, os quais são validados pelos meios de comunicação como autoridades no assunto, espalhando notícias falsas sem que os verdadeiros experts sejam consultados.

        A grande perdedora nesse cenário é a própria ciência. Quando o público passa a escutar os “falsos profetas”, a própria percepção do que é a ciência sai prejudicada, afastando ainda mais a população do método científico e dificultando a comunicação importantíssima para apoiar o embasamento correto das evidências na formulação de políticas públicas.

        A única saída é a educação de base. A sociedade deve compreender como a ciência funciona para identificar as falsas autoridades e outorgar confiabilidade apenas àqueles que a atingiram pelo trabalho rigoroso, ao invés dos atalhos da notoriedade instantânea do mundo das redes sociais.

(GONÇALVES, Thiago. Cuidado com os especialistas da ciência. Jornal Nexo, 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
No 1º§, foi simulada a utilização de recurso retórico frequentemente encontrado em textos argumentativos. Esse recurso é conhecido como:
Alternativas
Q3624542 Português
Cuidado com os especialistas da ciência

        “Especialistas afirmam que…” “Estudos de Harvard apontam que…”

        Muitas notícias científicas começam exatamente assim, dando a entender que o conteúdo deve ser verdadeiro, já que ratificado por experts.

        Tal expediente, o chamado “argumento de autoridade”, com frequência é utilizado como recurso retórico. É um pressuposto poderoso, invocado para oferecer credibilidade. No entanto, ele pode ser facilmente empregado como falácia lógica, quando sustenta um argumento muitas vezes indefensável.

        O grande problema aqui, a meu ver, é a forma como a autoridade é estabelecida, e os pilares sobre os quais ela se apoia. Em tempos de fake news, não é incomum a popularidade se transformar em reconhecimento, oferecendo uma confiabilidade duvidosa a falsos especialistas.

        Essa equivalência entre popularidade e credibilidade pode ocorrer de diversas maneiras. Um famoso astrofísico de Harvard, por exemplo, o dr. Avi Loeb, nos últimos anos passou a defender com ardor a possibilidade de nosso planeta ter sido visitado por extraterrestres.

        Cientificamente, os argumentos são frágeis. Não conheço nenhum cientista que endosse o que ele diz, muito pelo contrário, ele é ferozmente criticado. Mas o ego inflado pela fama é uma arma poderosa que mune a busca incessante por mais visibilidade. No final, o prestígio da instituição parece calar o debate público, como se um professor de Harvard não pudesse estar errado.

        Essa distorção chegou a níveis ridículos quando, em 2018, uma equipe de pesquisadores em minha universidade publicou uma notícia sobre a trajetória de um asteroide interplanetário no sistema solar, explicando sua órbita de maneira rigorosa e desmentindo Loeb, que afirmava se tratar de uma nave espacial alienígena. Os comentários no site de notícia, no entanto, surpreendentemente atacavam meus colegas, argumentando que cientistas brasileiros não poderiam saber mais que o pesquisador de Harvard.

        Episódio parecido aconteceu quando o vencedor do prêmio Nobel dr. Luc Montagnier promoveu a ideia de que o vírus da Covid-19 teria sido criado propositalmente em laboratório. Embora criticado por diversos acadêmicos por propagar desinformação, sua fala foi amplamente disseminada por defensores de teorias da conspiração, que nadaram de braçada durante a pandemia. Como um vencedor do Nobel poderia estar errado?

        Sinto que, atualmente, casos semelhantes são cada vez mais comuns – e, pior, com a autoridade concedida não apenas a profissionais como professores de Harvard e vencedores do prêmio Nobel, mas a influenciadores que transformam os likes em capital de credibilidade, como se a fama fosse sinal de conhecimento.

        Muitas dessas celebridades das redes extrapolam seu papel legítimo de divulgadores para assumir a posição de autoridade. Sei que a comunicação científica nas mídias sociais é fundamental, e seria ótimo contar com essas parcerias para difundir conhecimento. Minha crítica, porém, se volta à admissão de equivalência entre especialistas e apresentadores, os quais são validados pelos meios de comunicação como autoridades no assunto, espalhando notícias falsas sem que os verdadeiros experts sejam consultados.

        A grande perdedora nesse cenário é a própria ciência. Quando o público passa a escutar os “falsos profetas”, a própria percepção do que é a ciência sai prejudicada, afastando ainda mais a população do método científico e dificultando a comunicação importantíssima para apoiar o embasamento correto das evidências na formulação de políticas públicas.

        A única saída é a educação de base. A sociedade deve compreender como a ciência funciona para identificar as falsas autoridades e outorgar confiabilidade apenas àqueles que a atingiram pelo trabalho rigoroso, ao invés dos atalhos da notoriedade instantânea do mundo das redes sociais.

(GONÇALVES, Thiago. Cuidado com os especialistas da ciência. Jornal Nexo, 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
De acordo com o texto, “argumentos de autoridade” falaciosos são capazes de promover: 
Alternativas
Q3624368 Português

Assinale a alterativa que apresenta a separação correta da palavra destacada:


“ – É mesmo? Pode ser. Eu a encontrei no bosque. Disse o mendigo”. 

Alternativas
Q3624367 Português
Com base nas mudanças introduzidas pelo Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, e considerando a forma destacada no trecho “E a abelha, alheia, seguia seu voo”, assinale a alternativa correta quanto à justificativa para a grafia da palavra “voo”.
Alternativas
Q3624318 Português

Leia e interprete a tirinha a seguir, para responder à questão: 



Imagem associada para resolução da questão



A qual classe gramatical pertence a palavra “Ufa”? 

Alternativas
Q3624313 Português

Quanto às estações, também não "as teríamos" e haveria um grande impacto nos padrões climáticos em todo o mundo.


Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/czdz14w0qwdo. adaptado


A norma-padrão de colocação pronominal destacada na frase denomina-se:

Alternativas
Q3624312 Português

"A estação de transição entre o inverno e o verão começa oficialmente nesta quarta-feira" e vai até o dia 21 de junho.


Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/czdz14w0qwdo. adaptado


Sintaticamente, é correto afirmar que, na oração destacada:

Alternativas
Q3624311 Português

O equinócio acontece quando a luz solar "incide" da mesma forma sobre os dois hemisférios, fazendo com que os dias e as noites tenham a mesma duração.


Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/czdz14w0qwdo. adaptado


O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:

Alternativas
Q3623709 Português

Leia o texto a seguir, de Juliano Martins:


Fuga do cão


    Era uma perseguição implacável. Injusta, poderia dizer. Afinal, como duas pernas podem competir contra quatro?


    Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo.


    Podia ouvir os sons guturais que provinham das entranhas do quadrúpede sedento de sangue.


    Neste momento, ao perceber o fôlego lhe faltando, Jonas se arrependeu. Maldita hora que decidira entrar pelo portão deixado aberto pelo vizinho para pegar algumas frutas. Seus pais não haviam lhe ensinado tão incisivamente que pegar bens alheios é roubo?


    Malditas laranjas suculentas, pensou!


    Tarde demais para lamentos. Entrara no quintal do vizinho sem autorização, despertara o cão raivoso e agora fugia do facínora.


    Em certo momento, nem sentia as pernas – eram tão rápidas que dispensavam qualquer coordenação. Jamais imaginaria ser capaz de correr tanto assim.


    Tanto correu que, de repente, descobriu-se em outro bairro. Parou, resfolegando como um cavalo. Olhou para trás e descobriu que o cachorro desaparecera.


    Deu um grito de alegria ao perceber que fora mais rápido do que o cão. Quem poderia imaginar? Enfim, duas pernas venceram quatro! O feito renderia muitas histórias entre os amigos.


    E isto sem contar o fato de que o susto servira para lhe ensinar uma importante lição: da próxima vez, ouviria os pais e a voz da consciência.


    Foi quando um quintal alheio lhe chamou a atenção. Ao lado da casa, Jonas se deparou com uma cintilante árvore carregada de malditas laranjas suculentas!



Fonte: https://corrosiva.com.br/cronicas/fuga-do-cao/. Acesso em 02/09/2025 

A única alternativa que está em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa é:

Alternativas
Q3623708 Português

Leia o texto a seguir, de Juliano Martins:


Fuga do cão


    Era uma perseguição implacável. Injusta, poderia dizer. Afinal, como duas pernas podem competir contra quatro?


    Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo.


    Podia ouvir os sons guturais que provinham das entranhas do quadrúpede sedento de sangue.


    Neste momento, ao perceber o fôlego lhe faltando, Jonas se arrependeu. Maldita hora que decidira entrar pelo portão deixado aberto pelo vizinho para pegar algumas frutas. Seus pais não haviam lhe ensinado tão incisivamente que pegar bens alheios é roubo?


    Malditas laranjas suculentas, pensou!


    Tarde demais para lamentos. Entrara no quintal do vizinho sem autorização, despertara o cão raivoso e agora fugia do facínora.


    Em certo momento, nem sentia as pernas – eram tão rápidas que dispensavam qualquer coordenação. Jamais imaginaria ser capaz de correr tanto assim.


    Tanto correu que, de repente, descobriu-se em outro bairro. Parou, resfolegando como um cavalo. Olhou para trás e descobriu que o cachorro desaparecera.


    Deu um grito de alegria ao perceber que fora mais rápido do que o cão. Quem poderia imaginar? Enfim, duas pernas venceram quatro! O feito renderia muitas histórias entre os amigos.


    E isto sem contar o fato de que o susto servira para lhe ensinar uma importante lição: da próxima vez, ouviria os pais e a voz da consciência.


    Foi quando um quintal alheio lhe chamou a atenção. Ao lado da casa, Jonas se deparou com uma cintilante árvore carregada de malditas laranjas suculentas!



Fonte: https://corrosiva.com.br/cronicas/fuga-do-cao/. Acesso em 02/09/2025 

Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo” (2º parágrafo). Nesse trecho, o conectivo em destaque tem valor de:

Alternativas
Q3623707 Português

Leia o texto a seguir, de Juliano Martins:


Fuga do cão


    Era uma perseguição implacável. Injusta, poderia dizer. Afinal, como duas pernas podem competir contra quatro?


    Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo.


    Podia ouvir os sons guturais que provinham das entranhas do quadrúpede sedento de sangue.


    Neste momento, ao perceber o fôlego lhe faltando, Jonas se arrependeu. Maldita hora que decidira entrar pelo portão deixado aberto pelo vizinho para pegar algumas frutas. Seus pais não haviam lhe ensinado tão incisivamente que pegar bens alheios é roubo?


    Malditas laranjas suculentas, pensou!


    Tarde demais para lamentos. Entrara no quintal do vizinho sem autorização, despertara o cão raivoso e agora fugia do facínora.


    Em certo momento, nem sentia as pernas – eram tão rápidas que dispensavam qualquer coordenação. Jamais imaginaria ser capaz de correr tanto assim.


    Tanto correu que, de repente, descobriu-se em outro bairro. Parou, resfolegando como um cavalo. Olhou para trás e descobriu que o cachorro desaparecera.


    Deu um grito de alegria ao perceber que fora mais rápido do que o cão. Quem poderia imaginar? Enfim, duas pernas venceram quatro! O feito renderia muitas histórias entre os amigos.


    E isto sem contar o fato de que o susto servira para lhe ensinar uma importante lição: da próxima vez, ouviria os pais e a voz da consciência.


    Foi quando um quintal alheio lhe chamou a atenção. Ao lado da casa, Jonas se deparou com uma cintilante árvore carregada de malditas laranjas suculentas!



Fonte: https://corrosiva.com.br/cronicas/fuga-do-cao/. Acesso em 02/09/2025 

De acordo com as informações do texto, a única sequência que apresenta uma correta ordem cronológica dos fatos é:

Alternativas
Q3623706 Português

Leia o texto a seguir, de Juliano Martins:


Fuga do cão


    Era uma perseguição implacável. Injusta, poderia dizer. Afinal, como duas pernas podem competir contra quatro?


    Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo.


    Podia ouvir os sons guturais que provinham das entranhas do quadrúpede sedento de sangue.


    Neste momento, ao perceber o fôlego lhe faltando, Jonas se arrependeu. Maldita hora que decidira entrar pelo portão deixado aberto pelo vizinho para pegar algumas frutas. Seus pais não haviam lhe ensinado tão incisivamente que pegar bens alheios é roubo?


    Malditas laranjas suculentas, pensou!


    Tarde demais para lamentos. Entrara no quintal do vizinho sem autorização, despertara o cão raivoso e agora fugia do facínora.


    Em certo momento, nem sentia as pernas – eram tão rápidas que dispensavam qualquer coordenação. Jamais imaginaria ser capaz de correr tanto assim.


    Tanto correu que, de repente, descobriu-se em outro bairro. Parou, resfolegando como um cavalo. Olhou para trás e descobriu que o cachorro desaparecera.


    Deu um grito de alegria ao perceber que fora mais rápido do que o cão. Quem poderia imaginar? Enfim, duas pernas venceram quatro! O feito renderia muitas histórias entre os amigos.


    E isto sem contar o fato de que o susto servira para lhe ensinar uma importante lição: da próxima vez, ouviria os pais e a voz da consciência.


    Foi quando um quintal alheio lhe chamou a atenção. Ao lado da casa, Jonas se deparou com uma cintilante árvore carregada de malditas laranjas suculentas!



Fonte: https://corrosiva.com.br/cronicas/fuga-do-cao/. Acesso em 02/09/2025 

Na perseguição do cachorro a Jonas, há uma relação de causa e consequência, que é a seguinte: 

Alternativas
Q3623705 Português

Leia o texto a seguir, de Juliano Martins:


Fuga do cão


    Era uma perseguição implacável. Injusta, poderia dizer. Afinal, como duas pernas podem competir contra quatro?


    Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo.


    Podia ouvir os sons guturais que provinham das entranhas do quadrúpede sedento de sangue.


    Neste momento, ao perceber o fôlego lhe faltando, Jonas se arrependeu. Maldita hora que decidira entrar pelo portão deixado aberto pelo vizinho para pegar algumas frutas. Seus pais não haviam lhe ensinado tão incisivamente que pegar bens alheios é roubo?


    Malditas laranjas suculentas, pensou!


    Tarde demais para lamentos. Entrara no quintal do vizinho sem autorização, despertara o cão raivoso e agora fugia do facínora.


    Em certo momento, nem sentia as pernas – eram tão rápidas que dispensavam qualquer coordenação. Jamais imaginaria ser capaz de correr tanto assim.


    Tanto correu que, de repente, descobriu-se em outro bairro. Parou, resfolegando como um cavalo. Olhou para trás e descobriu que o cachorro desaparecera.


    Deu um grito de alegria ao perceber que fora mais rápido do que o cão. Quem poderia imaginar? Enfim, duas pernas venceram quatro! O feito renderia muitas histórias entre os amigos.


    E isto sem contar o fato de que o susto servira para lhe ensinar uma importante lição: da próxima vez, ouviria os pais e a voz da consciência.


    Foi quando um quintal alheio lhe chamou a atenção. Ao lado da casa, Jonas se deparou com uma cintilante árvore carregada de malditas laranjas suculentas!



Fonte: https://corrosiva.com.br/cronicas/fuga-do-cao/. Acesso em 02/09/2025 

No texto, o narrador chama o cão de “facínora”. Ao usar esse termo, o narrador:

Alternativas
Q3623704 Português

Leia o texto a seguir, de Juliano Martins:


Fuga do cão


    Era uma perseguição implacável. Injusta, poderia dizer. Afinal, como duas pernas podem competir contra quatro?


    Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo.


    Podia ouvir os sons guturais que provinham das entranhas do quadrúpede sedento de sangue.


    Neste momento, ao perceber o fôlego lhe faltando, Jonas se arrependeu. Maldita hora que decidira entrar pelo portão deixado aberto pelo vizinho para pegar algumas frutas. Seus pais não haviam lhe ensinado tão incisivamente que pegar bens alheios é roubo?


    Malditas laranjas suculentas, pensou!


    Tarde demais para lamentos. Entrara no quintal do vizinho sem autorização, despertara o cão raivoso e agora fugia do facínora.


    Em certo momento, nem sentia as pernas – eram tão rápidas que dispensavam qualquer coordenação. Jamais imaginaria ser capaz de correr tanto assim.


    Tanto correu que, de repente, descobriu-se em outro bairro. Parou, resfolegando como um cavalo. Olhou para trás e descobriu que o cachorro desaparecera.


    Deu um grito de alegria ao perceber que fora mais rápido do que o cão. Quem poderia imaginar? Enfim, duas pernas venceram quatro! O feito renderia muitas histórias entre os amigos.


    E isto sem contar o fato de que o susto servira para lhe ensinar uma importante lição: da próxima vez, ouviria os pais e a voz da consciência.


    Foi quando um quintal alheio lhe chamou a atenção. Ao lado da casa, Jonas se deparou com uma cintilante árvore carregada de malditas laranjas suculentas!



Fonte: https://corrosiva.com.br/cronicas/fuga-do-cao/. Acesso em 02/09/2025 

Ao final da história, acontece um fato curioso, que é o seguinte:

Alternativas
Q3623703 Português

Leia o texto a seguir, de Juliano Martins:


Fuga do cão


    Era uma perseguição implacável. Injusta, poderia dizer. Afinal, como duas pernas podem competir contra quatro?


    Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo.


    Podia ouvir os sons guturais que provinham das entranhas do quadrúpede sedento de sangue.


    Neste momento, ao perceber o fôlego lhe faltando, Jonas se arrependeu. Maldita hora que decidira entrar pelo portão deixado aberto pelo vizinho para pegar algumas frutas. Seus pais não haviam lhe ensinado tão incisivamente que pegar bens alheios é roubo?


    Malditas laranjas suculentas, pensou!


    Tarde demais para lamentos. Entrara no quintal do vizinho sem autorização, despertara o cão raivoso e agora fugia do facínora.


    Em certo momento, nem sentia as pernas – eram tão rápidas que dispensavam qualquer coordenação. Jamais imaginaria ser capaz de correr tanto assim.


    Tanto correu que, de repente, descobriu-se em outro bairro. Parou, resfolegando como um cavalo. Olhou para trás e descobriu que o cachorro desaparecera.


    Deu um grito de alegria ao perceber que fora mais rápido do que o cão. Quem poderia imaginar? Enfim, duas pernas venceram quatro! O feito renderia muitas histórias entre os amigos.


    E isto sem contar o fato de que o susto servira para lhe ensinar uma importante lição: da próxima vez, ouviria os pais e a voz da consciência.


    Foi quando um quintal alheio lhe chamou a atenção. Ao lado da casa, Jonas se deparou com uma cintilante árvore carregada de malditas laranjas suculentas!



Fonte: https://corrosiva.com.br/cronicas/fuga-do-cao/. Acesso em 02/09/2025 

A personagem principal do texto é:

Alternativas
Q3623702 Português

Leia o texto a seguir, de Juliano Martins:


Fuga do cão


    Era uma perseguição implacável. Injusta, poderia dizer. Afinal, como duas pernas podem competir contra quatro?


    Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo.


    Podia ouvir os sons guturais que provinham das entranhas do quadrúpede sedento de sangue.


    Neste momento, ao perceber o fôlego lhe faltando, Jonas se arrependeu. Maldita hora que decidira entrar pelo portão deixado aberto pelo vizinho para pegar algumas frutas. Seus pais não haviam lhe ensinado tão incisivamente que pegar bens alheios é roubo?


    Malditas laranjas suculentas, pensou!


    Tarde demais para lamentos. Entrara no quintal do vizinho sem autorização, despertara o cão raivoso e agora fugia do facínora.


    Em certo momento, nem sentia as pernas – eram tão rápidas que dispensavam qualquer coordenação. Jamais imaginaria ser capaz de correr tanto assim.


    Tanto correu que, de repente, descobriu-se em outro bairro. Parou, resfolegando como um cavalo. Olhou para trás e descobriu que o cachorro desaparecera.


    Deu um grito de alegria ao perceber que fora mais rápido do que o cão. Quem poderia imaginar? Enfim, duas pernas venceram quatro! O feito renderia muitas histórias entre os amigos.


    E isto sem contar o fato de que o susto servira para lhe ensinar uma importante lição: da próxima vez, ouviria os pais e a voz da consciência.


    Foi quando um quintal alheio lhe chamou a atenção. Ao lado da casa, Jonas se deparou com uma cintilante árvore carregada de malditas laranjas suculentas!



Fonte: https://corrosiva.com.br/cronicas/fuga-do-cao/. Acesso em 02/09/2025 

De acordo com o texto, Jonas teve uma razão para fugir do lugar onde estava. A razão é que ele:

Alternativas
Q3623596 Português
Leia o texto a seguir:

Brasil ultrapassa Europa em número de marcas de cerveja

Bebidas artesanais, sem álcool e sem glúten tiveram crescimento

    O Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (SindCerv) informou que o Brasil ultrapassou a Europa no ano passado no número de marcas de cerveja registradas.

    De acordo com o levantamento da associação, o gigante sulamericano registrou 55 mil marcas, contra 50 mil dos países da União Europeia.

    Além disso, a pesquisa apontou que o Brasil possui atualmente 1.949 cervejarias em atividade em 790 cidades, ante apenas 40 no início dos anos 2000.

    "As empresas entenderam que o mercado demanda inovação. O resultado é essa explosão de marcas, que geram emprego e presença em todos os estados. Atualmente, há uma cervejaria para cada 109 mil habitantes", afi rmou o presidente do SindCerv, Márcio Maciel, em entrevista ao Poder360.

    O gestor acrescentou que o setor acompanha as tendências globais: as cervejas sem álcool tiveram um salto de 500% na produção em poucos anos, atingindo 757 milhões de litros anuais, enquanto as sem glúten, introduzidas em 2020, devem mais que dobrar de produção. Apesar desse crescimento, questões críticas permanecem.

    "Três grandes grupos industriais respondem por 96% da produção nacional, limitando o espaço competitivo para as cervejarias artesanais", diz Maciel.

    O setor, ressalta o chefe do SindCerv, aguarda a partir de agora a regulamentação da reforma tributária, o que pode impactar a competitividade. "Se o novo imposto não for cuidadosamente calibrado, o impacto será signifi cativo sobre um produto tão popular e sensível ao preço", alertou, pedindo regras alinhadas aos padrões internacionais e alíquotas baseadas no teor alcoólico. (com Ansa)


Fonte: https://www.jb.com.br/economia/2025/09/1056757-brasil-ultrapassa-europaem-numero-de-marcas-de-cerveja.html. Acesso em 02/09/2025
“As empresas entenderam que o mercado demanda inovação” (4º parágrafo). Nesse trecho, a oração em destaque pode ser classifi cada como subordinada:
Alternativas
Respostas
41801: D
41802: C
41803: B
41804: A
41805: A
41806: B
41807: C
41808: C
41809: B
41810: A
41811: B
41812: C
41813: C
41814: B
41815: A
41816: B
41817: D
41818: A
41819: D
41820: A