Questões de Concurso Sobre português

Questões Discursivas

Foram encontradas 276.898 questões

Q3693643 Português

A civilização que construímos a duras penas

Por J. J. Camargo



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2025/07 - texto adaptado especialmente para esta prova). 

Na frase “Para os humanos mais sensíveis, parece sedutora a ideia de que a verdadeira civilização começou quando alguém cuidou de alguém”, retirada do texto, evidencia-se um período 
Alternativas
Q3693642 Português

A civilização que construímos a duras penas

Por J. J. Camargo



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2025/07 - texto adaptado especialmente para esta prova). 

Analise as definições dadas a determinados vocábulos utilizados no texto, assinalando aquela que NÃO condiz com o uso. 
Alternativas
Q3693641 Português

A civilização que construímos a duras penas

Por J. J. Camargo



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2025/07 - texto adaptado especialmente para esta prova). 

Analise as seguintes propostas de substituição de palavras e/ou expressões no texto:

I. Em “famosa antropóloga americana com trabalhos pioneiros em estudos sobre o desenvolvimento social”, deslocamento de “famosa” para imediatamente após “americana”.
II. Em “estas transformações só foram viabilizadas porque o homo”, deslocamento de “só” para imediatamente antes de “estas”.
III. Em “virtude essencial que possibilitou aos humanos superar limitações físicas e estabelecer-se como uma espécie dominante no planeta”, supressão de “dominante”.

Quais NÃO provocam alterações ou necessidade de ajustes nos respectivos contextos de ocorrência?
Alternativas
Q3693640 Português

A civilização que construímos a duras penas

Por J. J. Camargo



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2025/07 - texto adaptado especialmente para esta prova). 

Sobre a frase “O fêmur lindamente consolidado era a evidência de que alguém colocara em risco a sua própria sobrevivência para que seu parceiro de jornada tivesse a chance única de recomeçar”, analise as seguintes assertivas:

I. Os usos dos verbos no pretérito fazem referência a fatos anteriores ao momento de fala.
II. A forma verbal “tivesse” faz referência a fatos dependentes de certa condição.
III. O uso da forma nominal “recomeçar” apenas adjetiva a ação propriamente dita.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Q3693639 Português

A civilização que construímos a duras penas

Por J. J. Camargo



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2025/07 - texto adaptado especialmente para esta prova). 

No parágrafo abaixo, retirado do texto, caso o pronome “me” fosse substituído por “nos”, quantas outras alterações deveriam ser obrigatoriamente realizadas para fins de concordância?

“Fascinado por esta história, me dei conta de que a gratidão, o mais nobre dos sentimentos humanos, sempre associada __ empatia, já pode organizar uma festança para comemorar os seus primeiros 15 mil anos de atividade ininterrupta neste planeta, tão rico de gestos grandiosos, apesar da quantidade de homines stultus circulantes”.
Alternativas
Q3693638 Português

A civilização que construímos a duras penas

Por J. J. Camargo



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2025/07 - texto adaptado especialmente para esta prova). 

Considerando a necessidade de emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 12, 17 (duas lacunas) e 35. 
Alternativas
Q3693637 Português

A civilização que construímos a duras penas

Por J. J. Camargo



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2025/07 - texto adaptado especialmente para esta prova). 

Na frase “prefiro idealizá-la por quanto ela é rica de humanismo” (l. 33), “-la” é _______________, funcionando na oração como _______________.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Alternativas
Q3693636 Português

A civilização que construímos a duras penas

Por J. J. Camargo



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2025/07 - texto adaptado especialmente para esta prova). 

Em “complexos” e em “explícito”, palavras presentes no texto, a letra “x” representa, respectivamente, os fonemas _________. Nos dois vocábulos, observa-se a ocorrência de _________________.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Alternativas
Q3693635 Português

A civilização que construímos a duras penas

Por J. J. Camargo



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2025/07 - texto adaptado especialmente para esta prova). 

Sobre as expressões “andaríamos zanzando” e “pichando”, do trecho “Se isso não houvesse ocorrido, provavelmente ainda andaríamos zanzando por aí, pichando paredes” (l. 14-15), analise as assertivas que seguem:

I. Na locução verbal “andaríamos zanzando”, o gerúndio poderia ser substituído pelo infinitivo sem necessidade de qualquer outra alteração.
II. “pichando” introduz uma oração coordenada.
III. “zanzando” e “pichando” são consideradas formas nominais do verbos “zanzar” e “pichar”, que têm em suas estruturas a desinência característica “-ndo”.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Q3693634 Português

A civilização que construímos a duras penas

Por J. J. Camargo



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2025/07 - texto adaptado especialmente para esta prova). 

Considerando o uso do vocábulo “crucial” (l. 05), analise as assertivas que seguem:

I. Considerando o contexto, poderia ser substituído tanto por “essencial” quanto por “fundamental”, mantendo-se o sentido original.
II. É classificado como adjetivo, funcionando na frase como adjunto adnominal.
III. Caso ocorresse a pluralização da palavra “fase” (l. 05), o vocábulo “crucial” também deveria sofrer alteração de número, além de outras alterações no período.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3693591 Português

Texto 3


O que fez de Frank Caprio o “juiz mais gentil do mundo”


Ao morrer aos 88 anos, o magistrado americano deixa um legado de empatia e compaixão e a certeza de que a Justiça nem sempre precisa ser levada a ferro e fogo


Karina Pastore



Victor Colella está sentado diante do juiz. Ele fora multado por excesso de velocidade em uma área escolar. “Eu não dirijo tão rápido… Eu tenho 96 anos e dirijo devagar. Só dirijo quando preciso. Eu estava levando meu filho para fazer exames de sangue”, conta.


Aos 63 anos, o filho do aposentado tem câncer. O magistrado se compadece da dedicação paterna. “Você é um bom homem”, elogia. E brinca dizendo que, a partir daquele momento, ele próprio se sentiria pressionado para, em seus 90 anos, também dirigir para os filhos. Todos riem.


O humor, a empatia e a compaixão dispensados ao nonagenário eram a marca registrada de Frank Caprio. Ao longo de quase 40 anos, à frente do Tribunal Municipal de Providence, no estado americano de Rhode Island, ele foi “o juiz mais gentil do mundo”.


[…]


Quanto mais se afastava do estereótipo, mais Caprio se tornava conhecido. Tanto que, em 2000, ganhou um programa de televisão – Caught in Providence, exibido inicialmente apenas em Rhode Island.



Acessível em: https://neofeed.com.br/finde/o-que-fez-de-frankcaprio-o-juiz-mais-gentil-do-mundo/ Acesso 23 Ago 2025 (Adaptado)

Analise o trecho abaixo retirado do Texto 3.


“O humor, a empatia e a compaixão dispensados ao nonagenário eram a marca registrada de Frank Caprio. Ao longo de quase 40 anos, à frente do Tribunal Municipal de Providence, no estado americano de Rhode Island, ele foi “o juiz mais gentil do mundo”.


Observe os termos em destaque e assinale alternativa que apresenta a classificação morfológica correta para os termos, respectivamente.

Alternativas
Q3693590 Português

Texto 3


O que fez de Frank Caprio o “juiz mais gentil do mundo”


Ao morrer aos 88 anos, o magistrado americano deixa um legado de empatia e compaixão e a certeza de que a Justiça nem sempre precisa ser levada a ferro e fogo


Karina Pastore



Victor Colella está sentado diante do juiz. Ele fora multado por excesso de velocidade em uma área escolar. “Eu não dirijo tão rápido… Eu tenho 96 anos e dirijo devagar. Só dirijo quando preciso. Eu estava levando meu filho para fazer exames de sangue”, conta.


Aos 63 anos, o filho do aposentado tem câncer. O magistrado se compadece da dedicação paterna. “Você é um bom homem”, elogia. E brinca dizendo que, a partir daquele momento, ele próprio se sentiria pressionado para, em seus 90 anos, também dirigir para os filhos. Todos riem.


O humor, a empatia e a compaixão dispensados ao nonagenário eram a marca registrada de Frank Caprio. Ao longo de quase 40 anos, à frente do Tribunal Municipal de Providence, no estado americano de Rhode Island, ele foi “o juiz mais gentil do mundo”.


[…]


Quanto mais se afastava do estereótipo, mais Caprio se tornava conhecido. Tanto que, em 2000, ganhou um programa de televisão – Caught in Providence, exibido inicialmente apenas em Rhode Island.



Acessível em: https://neofeed.com.br/finde/o-que-fez-de-frankcaprio-o-juiz-mais-gentil-do-mundo/ Acesso 23 Ago 2025 (Adaptado)

Analise o trecho abaixo retirado do Texto 3.


“Quanto mais se afastava do estereótipo, mais Caprio se tornava conhecido. Tanto que, em 2000, ganhou um programa de televisão – Caught in Providence, exibido inicialmente apenas em Rhode Island.”


Observe as possibilidades de reescrita do trecho retirado do texto e assinale a alternativa que não altera o sentido do texto original.

Alternativas
Q3693557 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.

Ao colocar na ordem direta os versos 5 e 6 do Texto IV, tem-se o seguinte período composto:



Imagem associada para resolução da questão



É CORRETO afirmar que a oração em destaque se classifica como uma oração:

Alternativas
Q3693556 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.
A função da linguagem predominante no Texto IV é:
Alternativas
Q3693555 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.
Ainda considerando o verso “Sou a criatura do que vejo”, é CORRETO afirmar que se trata de uma:
Alternativas
Q3693553 Português

Para responder à questão, leia o Texto III.





Fonte: GONSALES, Fernando. Níquel Náusea. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DO-wPeVDngk/?img_index=1. Acesso em: 2 out. 2025.

Caso a voz verbal da oração “o monstro come vocês!” fosse alterada, o resultado seria: “vocês serão comidos pelo monstro!”. Sobre isso, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3693552 Português

Para responder à questão, leia o Texto III.





Fonte: GONSALES, Fernando. Níquel Náusea. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DO-wPeVDngk/?img_index=1. Acesso em: 2 out. 2025.

No período composto retirado do Texto III: “Se vocês não se comportarem, o monstro come vocês!”, a oração em destaque se classifica como:
Alternativas
Q3693551 Português

Para responder à questão, leia o Texto III.





Fonte: GONSALES, Fernando. Níquel Náusea. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DO-wPeVDngk/?img_index=1. Acesso em: 2 out. 2025.

Acerca do Texto III, analise as assertivas a seguir.

I- O substantivo “monstro” é empregado na tira de forma ambígua.
II- A frustração dos monstros é importante para o estabelecimento da coerência do texto.
III- O humor da tira gira em torno de uma quebra de expectativa.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3693550 Português
No Texto II:
Texto II

Captura_de tela 2025-10-30 151748.png (282×302)

Fonte: DICAS HISTÓRICAS. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DOIzO8GjpHC/. Acesso em: 2 out. 2025.

Os substantivos Biologia, Medicina, Jornalismo e História, que nomeiam cursos e compõem as orações que formam a tira, do ponto de vista sintático são todos exemplos de:
Alternativas
Q3693548 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I


PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10


   Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.

   Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.

   É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.

   Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.

   A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.

   Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.

   Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.

   Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.

   O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
Considerando o trecho retirado do Texto I: “Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar”, analise as assertivas que seguem.

I- No aposto “crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos”, o substantivo crises oferece uma explicação sobre a quais culpados pelo quadro desanimador descrito no texto o autor poderia estar se referindo, enquanto o substantivo causas aponta para fatores que poderiam desencadear as crises, tais como a inovação tecnológica e os choques geopolíticos.
II- O referente do sujeito “a conta”, em “a conta aparece em outro lugar”, não pode ser recuperado no texto em si, mas na exterioridade do texto, o que acarreta um problema de coesão.
III- A classe de palavras substantivo é relevante para a coerência do período, uma vez que a intenção do autor é argumentar sobre uma situação, ou seja, sobre algo que está ocorrendo na sociedade, e que exige várias denominações, como ocorre em “múltiplas causas”, “políticas públicas”, “segurança econômica”, por exemplo.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
38861: D
38862: C
38863: A
38864: C
38865: B
38866: C
38867: E
38868: A
38869: D
38870: E
38871: D
38872: X
38873: A
38874: D
38875: E
38876: B
38877: A
38878: C
38879: B
38880: E