Questões de Concurso Sobre português

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Q3303892 Português
Leia o texto abaixo:

"Escrever é um ato de coragem, uma tentativa de organizar o caos das ideias e dar forma aos pensamentos mais profundos. Muitas vezes, a produção textual é um reflexo do que vivemos e do que observamos no mundo à nossa volta. Nesse processo, o escritor precisa escolher suas palavras com cuidado, buscando sempre a clareza e a autenticidade."

Baseado no texto, analise as afirmativas abaixo e marque a correta
Alternativas
Q3303891 Português
Leia o trecho a seguir:
"A leitura é uma prática essencial para o desenvolvimento pessoal, pois amplia o vocabulário, estimula a criatividade e promove o pensamento crítico."

Com base no trecho, assinale a alternativa que apresenta o propósito principal do texto:
Alternativas
Q3303890 Português
Analise a pontuação do seguinte período:
"O escritor, após uma longa pausa em sua produção, publicou um romance que foi muito bem recebido pela crítica."

Com base na pontuação, é correto afirmar:
Alternativas
Q3303889 Português
A relação entre fonologia e ortografia é essencial para a aprendizagem da escrita. Sobre essa relação, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3303533 Português
No trecho abaixo, assinale a alternativa que justifica corretamente o uso da pontuação:
"Os alunos, que estudaram bastante, foram bem na prova." 
Alternativas
Q3303532 Português
No trecho abaixo:
"A música é dedicada à princesa dos meus sonhos." Observe o uso do acento indicativo de crase em "à princesa".

Assinale a alternativa correta sobre o uso da crase:
Alternativas
Q3303528 Português
Leia e responda a Questão baseada no Texto 02.

Texto 02

IAIÁ NO SEU JARDIM – CRÔNICA DE RACHEL DE QUEIROZ

01 A janela de Iaiá dava para um pequeno jardim. Um pé de laranjeira, um pé
02 de malva-rosa. Cobrindo a cerca alta, um jasmineiro todo estrelado de flores.
03 Uma roseira de cacho. Touceiras de manjericão ao pé da parede; e, bem
04 defronte à janela, na sua forquilha de três braços, a panela de barro com o
05 craveiro — desses cravos brancos pequenos, apertados, de coração rosado
06 e tão cheiroso que “de noite, com a janela trancada, o perfume passava 
07 pela telha-vã e chegava até a rede onde Iaiá dormia.”
08 Aquele jardim fechado, minúsculo, cheiroso e fresco, era talvez a coisa única
09 que Iaiá podia chamar de seu, no mundo inteiro. Na casa-grande, invadida
10 pela criançada rumorosa, pela mãe dominadora, pelas cunhãs da cozinha,
11 se o quarto do oratório era o refúgio da avó — o pequeno jardim era o
12 oratório de Iaiá. A família pensava que Iaiá adorava plantas —, aquela
13 menina é louca por um pé de flor! Mas o que a moça adorava mesmo era a
14 intimidade, o silêncio, o ar fechado e secreto daquele quadrado sombrio,
15 entre a cerca e a parede — onde podia proibir a entrada até das crianças,
16 sob o pretexto fácil de que iriam fazer malinação.(...)


Fonte: Portal do Conto Brasileiro Contos, crônicas e poesias de autores brasileiros https://contobrasileiro.com.br/iaia-noseu-jardim-cronica-de-rachel-de-queiroz/
No trecho das linhas (06 e 07) “...de noite, com a janela trancada, o perfume passava pela telha-vã e chegava até a rede onde Iaiá dormia”, o uso do detalhe do perfume no ambiente tem como objetivo:
Alternativas
Q3303527 Português
Leia e responda a Questão baseada no Texto 02.

Texto 02

IAIÁ NO SEU JARDIM – CRÔNICA DE RACHEL DE QUEIROZ

01 A janela de Iaiá dava para um pequeno jardim. Um pé de laranjeira, um pé
02 de malva-rosa. Cobrindo a cerca alta, um jasmineiro todo estrelado de flores.
03 Uma roseira de cacho. Touceiras de manjericão ao pé da parede; e, bem
04 defronte à janela, na sua forquilha de três braços, a panela de barro com o
05 craveiro — desses cravos brancos pequenos, apertados, de coração rosado
06 e tão cheiroso que “de noite, com a janela trancada, o perfume passava 
07 pela telha-vã e chegava até a rede onde Iaiá dormia.”
08 Aquele jardim fechado, minúsculo, cheiroso e fresco, era talvez a coisa única
09 que Iaiá podia chamar de seu, no mundo inteiro. Na casa-grande, invadida
10 pela criançada rumorosa, pela mãe dominadora, pelas cunhãs da cozinha,
11 se o quarto do oratório era o refúgio da avó — o pequeno jardim era o
12 oratório de Iaiá. A família pensava que Iaiá adorava plantas —, aquela
13 menina é louca por um pé de flor! Mas o que a moça adorava mesmo era a
14 intimidade, o silêncio, o ar fechado e secreto daquele quadrado sombrio,
15 entre a cerca e a parede — onde podia proibir a entrada até das crianças,
16 sob o pretexto fácil de que iriam fazer malinação.(...)


Fonte: Portal do Conto Brasileiro Contos, crônicas e poesias de autores brasileiros https://contobrasileiro.com.br/iaia-noseu-jardim-cronica-de-rachel-de-queiroz/
Assinale o item abaixo que apresenta o principal significado simbólico atribuído ao jardim de Iaiá no texto.
Alternativas
Q3303525 Português
Leia e responda a Questõão baseada no Texto 01.

Texto 01 

Um amor assim delicado
Você pega e despreza
Não devia ter despertado
Ajoelha e não reza

Dessa coisa que mete medo
Pela sua grandeza
Não sou o único culpado
Disso eu tenho a certeza

Princesa, surpresa, você me arrasou
Serpente, nem sente que me envenenou
Senhora, e agora, me diga onde eu vou
Senhora, serpente, princesa

Um amor assim violento
Quando torna-se mágoa
É o avesso de um sentimento
Oceano sem água

Ondas, desejos de vingança
Nessa desnatureza
Batem forte sem esperança
Contra a tua dureza

Princesa, surpresa, você me arrasou
Serpente, nem sente que me envenenou
Senhora, e agora, me diga onde eu vou
Senhora, serpente, princesa

Fonte: Caetano Veloso. Queixa. Disponível em: https://www.letras.mus.br/caetano-veloso/44767/
Na frase "Princesa, surpresa, você me arrasou", o verbo "arrasar" é:
Alternativas
Q3303524 Português
Leia e responda a Questõão baseada no Texto 01.

Texto 01 

Um amor assim delicado
Você pega e despreza
Não devia ter despertado
Ajoelha e não reza

Dessa coisa que mete medo
Pela sua grandeza
Não sou o único culpado
Disso eu tenho a certeza

Princesa, surpresa, você me arrasou
Serpente, nem sente que me envenenou
Senhora, e agora, me diga onde eu vou
Senhora, serpente, princesa

Um amor assim violento
Quando torna-se mágoa
É o avesso de um sentimento
Oceano sem água

Ondas, desejos de vingança
Nessa desnatureza
Batem forte sem esperança
Contra a tua dureza

Princesa, surpresa, você me arrasou
Serpente, nem sente que me envenenou
Senhora, e agora, me diga onde eu vou
Senhora, serpente, princesa

Fonte: Caetano Veloso. Queixa. Disponível em: https://www.letras.mus.br/caetano-veloso/44767/
Leia o trecho da 4ª estrofe "Um amor assim violento /Quando torna-se mágoa / É o avesso de um sentimento" 

O substantivo "avesso" está relacionado a outro termo por meio de preposição. Sobre a regência nominal dessa construção, analise as alternativas:
Alternativas
Q3303211 Português
[Respirar, conhecer]


   Quando as pessoas fazem as grandes perguntas da vida, normalmente não têm interesse em saber quando a respiração está penetrando em suas narinas e quando está saindo. E, sim, querem saber coisas como o que acontece depois que se morre. Mas o real enigma da vida não é o que acontece depois que se morre, e sim o que acontece antes de morrer. Se você quer compreender a morte, precisa compreendera vida.

    As pessoas perguntam: “Quando eu morrer, simplesmente desapareço por completo? Irei para o céu? Renascerei num novo corpo?”. Essas perguntas fundamentam-se na suposição de que existe um eu que perdura do nascimento até a morte, e a pergunta é: “O que acontece com este eu na morte?”. Mas o que é que perdura do nascimento até a morte? O corpo muda a cada momento, o cérebro muda a cada momento, a mente muda a cada momento. Quanto mais de perto você se observa, mais óbvio fica que nada perdura, mesmo que de um momento para o momento seguinte. Então o que dá unidade à vida? Se você não sabe qual é a resposta para isso, não compreende a vida, e certamente não compreende a morte. Se e quando você alguma vez descobrir o que dá unidade à vida, a resposta à grande questão da morte também ficará aparente.

    As pessoas dizem: “A alma perdura do nascimento até a morte e portanto dá unidade à vida” - mas isso é só uma narrativa. Você alguma vez já observou uma alma? Você é capaz de explorar isso a qualquer momento, não só no momento da morte. Se for capaz de compreender o que acontece com você quando um momento termina e outro começa — você também compreenderá o que vai acontecer com você no momento da morte. Se for realmente capaz de observar a si mesmo na duração de uma única respiração — você vai compreender tudo isso. 


(Adaptado de: HARARI, Yuval Noah. 21 lições para o século 21. São Paulo: Companhia das Letras, tradução de Paulo Geiger, 2018, p. 380- 381)
As pessoas não têm interesse em saber como se processa sua respiração.
A redação da frase acima permanecerá correta caso se substitua o elemento sublinhado por:
Alternativas
Q3303210 Português
[Respirar, conhecer]


   Quando as pessoas fazem as grandes perguntas da vida, normalmente não têm interesse em saber quando a respiração está penetrando em suas narinas e quando está saindo. E, sim, querem saber coisas como o que acontece depois que se morre. Mas o real enigma da vida não é o que acontece depois que se morre, e sim o que acontece antes de morrer. Se você quer compreender a morte, precisa compreendera vida.

    As pessoas perguntam: “Quando eu morrer, simplesmente desapareço por completo? Irei para o céu? Renascerei num novo corpo?”. Essas perguntas fundamentam-se na suposição de que existe um eu que perdura do nascimento até a morte, e a pergunta é: “O que acontece com este eu na morte?”. Mas o que é que perdura do nascimento até a morte? O corpo muda a cada momento, o cérebro muda a cada momento, a mente muda a cada momento. Quanto mais de perto você se observa, mais óbvio fica que nada perdura, mesmo que de um momento para o momento seguinte. Então o que dá unidade à vida? Se você não sabe qual é a resposta para isso, não compreende a vida, e certamente não compreende a morte. Se e quando você alguma vez descobrir o que dá unidade à vida, a resposta à grande questão da morte também ficará aparente.

    As pessoas dizem: “A alma perdura do nascimento até a morte e portanto dá unidade à vida” - mas isso é só uma narrativa. Você alguma vez já observou uma alma? Você é capaz de explorar isso a qualquer momento, não só no momento da morte. Se for capaz de compreender o que acontece com você quando um momento termina e outro começa — você também compreenderá o que vai acontecer com você no momento da morte. Se for realmente capaz de observar a si mesmo na duração de uma única respiração — você vai compreender tudo isso. 


(Adaptado de: HARARI, Yuval Noah. 21 lições para o século 21. São Paulo: Companhia das Letras, tradução de Paulo Geiger, 2018, p. 380- 381)
As normas de concordância verbal estão plenamente atendidas na frase:
Alternativas
Q3303209 Português
[Respirar, conhecer]


   Quando as pessoas fazem as grandes perguntas da vida, normalmente não têm interesse em saber quando a respiração está penetrando em suas narinas e quando está saindo. E, sim, querem saber coisas como o que acontece depois que se morre. Mas o real enigma da vida não é o que acontece depois que se morre, e sim o que acontece antes de morrer. Se você quer compreender a morte, precisa compreendera vida.

    As pessoas perguntam: “Quando eu morrer, simplesmente desapareço por completo? Irei para o céu? Renascerei num novo corpo?”. Essas perguntas fundamentam-se na suposição de que existe um eu que perdura do nascimento até a morte, e a pergunta é: “O que acontece com este eu na morte?”. Mas o que é que perdura do nascimento até a morte? O corpo muda a cada momento, o cérebro muda a cada momento, a mente muda a cada momento. Quanto mais de perto você se observa, mais óbvio fica que nada perdura, mesmo que de um momento para o momento seguinte. Então o que dá unidade à vida? Se você não sabe qual é a resposta para isso, não compreende a vida, e certamente não compreende a morte. Se e quando você alguma vez descobrir o que dá unidade à vida, a resposta à grande questão da morte também ficará aparente.

    As pessoas dizem: “A alma perdura do nascimento até a morte e portanto dá unidade à vida” - mas isso é só uma narrativa. Você alguma vez já observou uma alma? Você é capaz de explorar isso a qualquer momento, não só no momento da morte. Se for capaz de compreender o que acontece com você quando um momento termina e outro começa — você também compreenderá o que vai acontecer com você no momento da morte. Se for realmente capaz de observar a si mesmo na duração de uma única respiração — você vai compreender tudo isso. 


(Adaptado de: HARARI, Yuval Noah. 21 lições para o século 21. São Paulo: Companhia das Letras, tradução de Paulo Geiger, 2018, p. 380- 381)

Considere estas afirmações.


I. O homem preocupa-se com o sentido da morte.

II. O homem não se preocupa com o sentido da vida.

III. O homem não investiga seu modo de respirar.


Essas três orações integram-se de modo coerente e coeso num período único em:

Alternativas
Q3303208 Português
[Respirar, conhecer]


   Quando as pessoas fazem as grandes perguntas da vida, normalmente não têm interesse em saber quando a respiração está penetrando em suas narinas e quando está saindo. E, sim, querem saber coisas como o que acontece depois que se morre. Mas o real enigma da vida não é o que acontece depois que se morre, e sim o que acontece antes de morrer. Se você quer compreender a morte, precisa compreendera vida.

    As pessoas perguntam: “Quando eu morrer, simplesmente desapareço por completo? Irei para o céu? Renascerei num novo corpo?”. Essas perguntas fundamentam-se na suposição de que existe um eu que perdura do nascimento até a morte, e a pergunta é: “O que acontece com este eu na morte?”. Mas o que é que perdura do nascimento até a morte? O corpo muda a cada momento, o cérebro muda a cada momento, a mente muda a cada momento. Quanto mais de perto você se observa, mais óbvio fica que nada perdura, mesmo que de um momento para o momento seguinte. Então o que dá unidade à vida? Se você não sabe qual é a resposta para isso, não compreende a vida, e certamente não compreende a morte. Se e quando você alguma vez descobrir o que dá unidade à vida, a resposta à grande questão da morte também ficará aparente.

    As pessoas dizem: “A alma perdura do nascimento até a morte e portanto dá unidade à vida” - mas isso é só uma narrativa. Você alguma vez já observou uma alma? Você é capaz de explorar isso a qualquer momento, não só no momento da morte. Se for capaz de compreender o que acontece com você quando um momento termina e outro começa — você também compreenderá o que vai acontecer com você no momento da morte. Se for realmente capaz de observar a si mesmo na duração de uma única respiração — você vai compreender tudo isso. 


(Adaptado de: HARARI, Yuval Noah. 21 lições para o século 21. São Paulo: Companhia das Letras, tradução de Paulo Geiger, 2018, p. 380- 381)
Transpondo-se para a voz passiva Você alguma vez já observou uma alma?, a forma verbal resultante deverá ser:
Alternativas
Q3303207 Português
[Respirar, conhecer]


   Quando as pessoas fazem as grandes perguntas da vida, normalmente não têm interesse em saber quando a respiração está penetrando em suas narinas e quando está saindo. E, sim, querem saber coisas como o que acontece depois que se morre. Mas o real enigma da vida não é o que acontece depois que se morre, e sim o que acontece antes de morrer. Se você quer compreender a morte, precisa compreendera vida.

    As pessoas perguntam: “Quando eu morrer, simplesmente desapareço por completo? Irei para o céu? Renascerei num novo corpo?”. Essas perguntas fundamentam-se na suposição de que existe um eu que perdura do nascimento até a morte, e a pergunta é: “O que acontece com este eu na morte?”. Mas o que é que perdura do nascimento até a morte? O corpo muda a cada momento, o cérebro muda a cada momento, a mente muda a cada momento. Quanto mais de perto você se observa, mais óbvio fica que nada perdura, mesmo que de um momento para o momento seguinte. Então o que dá unidade à vida? Se você não sabe qual é a resposta para isso, não compreende a vida, e certamente não compreende a morte. Se e quando você alguma vez descobrir o que dá unidade à vida, a resposta à grande questão da morte também ficará aparente.

    As pessoas dizem: “A alma perdura do nascimento até a morte e portanto dá unidade à vida” - mas isso é só uma narrativa. Você alguma vez já observou uma alma? Você é capaz de explorar isso a qualquer momento, não só no momento da morte. Se for capaz de compreender o que acontece com você quando um momento termina e outro começa — você também compreenderá o que vai acontecer com você no momento da morte. Se for realmente capaz de observar a si mesmo na duração de uma única respiração — você vai compreender tudo isso. 


(Adaptado de: HARARI, Yuval Noah. 21 lições para o século 21. São Paulo: Companhia das Letras, tradução de Paulo Geiger, 2018, p. 380- 381)
Defende-se no texto a ideia de que os seres humanos não conhecem de fato o transcorrer ininterrupto do tempo, a linha plenamente continua da vida, tal como se pode concluir desta formulação:
Alternativas
Q3303206 Português
[Respirar, conhecer]


   Quando as pessoas fazem as grandes perguntas da vida, normalmente não têm interesse em saber quando a respiração está penetrando em suas narinas e quando está saindo. E, sim, querem saber coisas como o que acontece depois que se morre. Mas o real enigma da vida não é o que acontece depois que se morre, e sim o que acontece antes de morrer. Se você quer compreender a morte, precisa compreendera vida.

    As pessoas perguntam: “Quando eu morrer, simplesmente desapareço por completo? Irei para o céu? Renascerei num novo corpo?”. Essas perguntas fundamentam-se na suposição de que existe um eu que perdura do nascimento até a morte, e a pergunta é: “O que acontece com este eu na morte?”. Mas o que é que perdura do nascimento até a morte? O corpo muda a cada momento, o cérebro muda a cada momento, a mente muda a cada momento. Quanto mais de perto você se observa, mais óbvio fica que nada perdura, mesmo que de um momento para o momento seguinte. Então o que dá unidade à vida? Se você não sabe qual é a resposta para isso, não compreende a vida, e certamente não compreende a morte. Se e quando você alguma vez descobrir o que dá unidade à vida, a resposta à grande questão da morte também ficará aparente.

    As pessoas dizem: “A alma perdura do nascimento até a morte e portanto dá unidade à vida” - mas isso é só uma narrativa. Você alguma vez já observou uma alma? Você é capaz de explorar isso a qualquer momento, não só no momento da morte. Se for capaz de compreender o que acontece com você quando um momento termina e outro começa — você também compreenderá o que vai acontecer com você no momento da morte. Se for realmente capaz de observar a si mesmo na duração de uma única respiração — você vai compreender tudo isso. 


(Adaptado de: HARARI, Yuval Noah. 21 lições para o século 21. São Paulo: Companhia das Letras, tradução de Paulo Geiger, 2018, p. 380- 381)
No primeiro parágrafo, o autor do texto
Alternativas
Respostas
37741: C
37742: B
37743: D
37744: C
37745: B
37746: A
37747: B
37748: A
37749: A
37750: B
37751: C
37752: D
37753: A
37754: X
37755: B
37756: B
37757: E
37758: A
37759: E
37760: A