Questões de Concurso Sobre português

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Q3494474 Português
Um sonho

Foi um sonho tão forte que acreditei nele por minutos como uma realidade. Sonhei que aquele dia era Ano-Novo. E quando abri os olhos cheguei a dizer: Feliz Ano-Novo! Não entendo de sonhos. Mas este me parece um profundo desejo de mudança de vida. Não precisa ser feliz sequer. Basta ano novo. E é tão difícil mudar. Às vezes escorre sangue.

Clarice Lispector

(https://tudoportugues.com/cronicas-curtas-para-sala-de-aula/)
Quanto à divisão silábica e à classificação da sílaba tônica das palavras presentes no texto, marque a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3494414 Português
O equivalente ao barulho externo é o barulho interno do pensamento. O equivalente ao silêncio externo é a calma interior. Sempre que houver silêncio à sua volta, ouça-o. Isso significa: apenas perceba-o. Preste atenção nele. Ouvir o silêncio desperta a dimensão de calma que já existe dentro de você, porque é só através da calma que você pode perceber o silêncio. Veja que, quando percebe o silêncio à sua volta, você não está pensando. Está consciente do silêncio, mas não está pensando.

Eckhart Tolle

https://www.pensador.com/pequenos_textos_reflexivos/2/
No trecho "Ouvir o silêncio desperta a dimensão de calma que já existe dentro de você", a concordância verbal e nominal segue regras específicas da norma-padrão. Com base na análise da concordância, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3494413 Português
O equivalente ao barulho externo é o barulho interno do pensamento. O equivalente ao silêncio externo é a calma interior. Sempre que houver silêncio à sua volta, ouça-o. Isso significa: apenas perceba-o. Preste atenção nele. Ouvir o silêncio desperta a dimensão de calma que já existe dentro de você, porque é só através da calma que você pode perceber o silêncio. Veja que, quando percebe o silêncio à sua volta, você não está pensando. Está consciente do silêncio, mas não está pensando.

Eckhart Tolle

https://www.pensador.com/pequenos_textos_reflexivos/2/
No texto, há uma reflexão sobre a relação entre o silêncio externo e a calma interior. Com base na análise e interpretação do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3494395 Português
O equivalente ao barulho externo é o barulho interno do pensamento. O equivalente ao silêncio externo é a calma interior. Sempre que houver silêncio à sua volta, ouça-o. Isso significa: apenas perceba-o. Preste atenção nele. Ouvir o silêncio desperta a dimensão de calma que já existe dentro de você, porque é só através da calma que você pode perceber o silêncio. Veja que, quando percebe o silêncio à sua volta, você não está pensando. Está consciente do silêncio, mas não está pensando.

Eckhart Tolle

https://www.pensador.com/pequenos_textos_reflexivos/2/
No trecho "Sempre que houver silêncio à sua volta, ouça-o.", o uso do acento indicativo de crase segue uma regra específica da língua portuguesa. Com base na análise da regência e do emprego da crase, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3494161 Português

Observe a seguinte afirmação:



A saúde é direito de todos e dever do Município, assegurado mediante políticas econômicas e ambientais que visem a conservação e _____ do risco de doença e outros agravos, e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços, a sua promoção e _____.  



Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas: 

Alternativas
Q3494148 Português
Nem sempre uma palavra possui a mesma quantidade de fonemas que tem de letras. Por exemplo, a palavra forte (l.55) possui 5 letras e também 5 fonemas, o que já não ocorre com longo (l.53) que também possui 5 letras, mas tem 4 fonemas. Nesse sentido, assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE a quantidade de letras e de fonemas da palavra acompanhamento (l.51). 
Alternativas
Q3494147 Português
Pode-se afirmar que no trecho No entanto, esse mecanismo pode elevar perigosamente a pressão arterial em pessoas mais vulneráveis (l.16- 18), a palavra perigosamente pertence qual das seguintes classes gramaticais? 
Alternativas
Q3494146 Português

A partir do trecho A combinação entre menor exposição ao sol, sedentarismo no frio e a intensificação de doenças respiratórias acaba criando um cenário perigoso para o coração (l.30-33), analise as assertivas.



I. Ao utilizar perigoso, deseja-se caracterizar a palavra imediatamente anterior, ou seja, perigoso é um substantivo.


II. A vírgula do trecho apresentado é usada para fins de separar elementos listados. 


III. Todas as ocorrências de a e de e no trecho, independentemente de serem maiúsculas ou minúsculas, são artigos definidos.



Está(ão) CORRETA(S): 


Alternativas
Q3494145 Português
Nas linhas 6, 11, 37 e 41 do texto é utilizado um sinal de pontuação que assim foi utilizado para indicar a fala de uma pessoa, no caso, de um médico. Esse sinal também pode ser utilizado para destacar esclarecimentos e explicações, separar elementos dentro de uma frase, entre outros. Qual é esse sinal de pontuação? 
Alternativas
Q3494144 Português

Analise o trecho a seguir, acerca de um excerto do texto.



Pode-se afirmar que A queda da temperatura provoca a contração dos vasos sanguíneos (l.6-7) se encontra na voz _____, e se fosse reescrito na voz _____, passaria a ser A contração dos vasos sanguíneos é provocada pela queda da temperatura.



Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:

Alternativas
Q3494143 Português
A depender da localização da sílaba tônica, as palavras podem ser classificadas de diferentes formas. Por exemplo, pode-se afirmar que quantas das seguintes palavras são consideradas como sendo proparoxítonas? I. médico (l.52); II. hipertensos (l.18); III. vascular (l.19); IV. hábitos (l.53).
Alternativas
Q3494142 Português
Ao final do texto, o médico afirma Prevenir é sempre o melhor caminho (l.50). Com base nessa declaração e nos argumentos do texto, qual interpretação mais se alinha à proposta central apresentada? 
Alternativas
Q3494141 Português
Segundo o texto, além da vasoconstrição, há outros fatores sazonais que agravam os riscos cardiovasculares. A partir da leitura, qual alternativa melhor expressa essa ampliação dos riscos ao longo do outono? 
Alternativas
Q3494140 Português
Em um dos trechos, o médico recomenda que pacientes hipertensos mantenham o uso regular de medicação e evitem mudanças bruscas de temperatura. Considerando a função desse alerta no conjunto do texto, é CORRETO afirmar que ele tem como objetivo:
Alternativas
Q3494022 Português

Texto para a questão.



O naufrágio


    Cada dia na vida humana é único, pois o corpo está em constante transformação. Em sete anos, todas as células se renovam, e em uma vida longa, o corpo é trocado diversas vezes. Somos feitos de matéria mutável, conectados ao universo em sua essência atômica.

    Viver plenamente o presente, como ensina o xamã do Yucatán, é libertar-se do peso do passado e da ansiedade do futuro — é o que a criança faz, vivendo apenas de sensações imediatas.

    A morte, inevitável, causa temor, mas pode ser vista como parte de um ciclo maior. Religiões orientais falam em reencarnação e karma; outras, em vida eterna espiritual.

    O pavor da morte se deve ao desconhecimento e, também, às reações do ambiente, da família, dos amigos, da sociedade em geral, daqueles com os quais se convive.

    A variedade de condições em que nascemos levanta questões sobre mérito, destino e justiça. Platão e o pensamento oriental sugerem que as almas escolhem onde nascer, conforme seu grau de evolução.

    A espiritualidade oriental vê a morte como troca de roupa: transitória. O budismo diz que o divino está em nós — e o despertar é reencontrar essa essência.

    Ao fim da vida, resta a paz de quem, mesmo após naufragar, contempla o infinito e encontra doçura nas águas do desconhecido.

    Gastei minha vida para vencer uma congênita ignorância e pequenez. Consegui um vislumbre do infinito à minha frente. Contudo, sinto-me feliz, como o poeta que revelou: “o naufragar é doce neste mar”.


Vittorio Medioli – Texto Adaptado


Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/vittorio-medioli/2025/4/27/o-naufragio

No trecho “Gastei minha vida para vencer uma congênita ignorância e pequenez. Consegui um vislumbre do infinito à minha frente. Contudo, me sinto feliz...”, o uso dos tempos e modos verbais ao longo da sequência contribui para a construção de sentido, sobretudo no que diz respeito à relação entre passado e presente. Nesse contexto, a escolha desses tempos verbais indica
Alternativas
Q3494021 Português

Texto para a questão.



O naufrágio


    Cada dia na vida humana é único, pois o corpo está em constante transformação. Em sete anos, todas as células se renovam, e em uma vida longa, o corpo é trocado diversas vezes. Somos feitos de matéria mutável, conectados ao universo em sua essência atômica.

    Viver plenamente o presente, como ensina o xamã do Yucatán, é libertar-se do peso do passado e da ansiedade do futuro — é o que a criança faz, vivendo apenas de sensações imediatas.

    A morte, inevitável, causa temor, mas pode ser vista como parte de um ciclo maior. Religiões orientais falam em reencarnação e karma; outras, em vida eterna espiritual.

    O pavor da morte se deve ao desconhecimento e, também, às reações do ambiente, da família, dos amigos, da sociedade em geral, daqueles com os quais se convive.

    A variedade de condições em que nascemos levanta questões sobre mérito, destino e justiça. Platão e o pensamento oriental sugerem que as almas escolhem onde nascer, conforme seu grau de evolução.

    A espiritualidade oriental vê a morte como troca de roupa: transitória. O budismo diz que o divino está em nós — e o despertar é reencontrar essa essência.

    Ao fim da vida, resta a paz de quem, mesmo após naufragar, contempla o infinito e encontra doçura nas águas do desconhecido.

    Gastei minha vida para vencer uma congênita ignorância e pequenez. Consegui um vislumbre do infinito à minha frente. Contudo, sinto-me feliz, como o poeta que revelou: “o naufragar é doce neste mar”.


Vittorio Medioli – Texto Adaptado


Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/vittorio-medioli/2025/4/27/o-naufragio

No trecho “Gastei minha vida para vencer uma congênita ignorância e pequenez”, a escolha e o contexto das palavras revelam uma construção simbólica da trajetória existencial do autor. Considerando o campo semântico e a progressão temática do texto, indique a alternativa que apresenta a interpretação mais coerente para os termos “congênita”, “ignorância” e “pequenez”, no contexto específico da frase.
Alternativas
Q3494020 Português

Texto para a questão.



O naufrágio


    Cada dia na vida humana é único, pois o corpo está em constante transformação. Em sete anos, todas as células se renovam, e em uma vida longa, o corpo é trocado diversas vezes. Somos feitos de matéria mutável, conectados ao universo em sua essência atômica.

    Viver plenamente o presente, como ensina o xamã do Yucatán, é libertar-se do peso do passado e da ansiedade do futuro — é o que a criança faz, vivendo apenas de sensações imediatas.

    A morte, inevitável, causa temor, mas pode ser vista como parte de um ciclo maior. Religiões orientais falam em reencarnação e karma; outras, em vida eterna espiritual.

    O pavor da morte se deve ao desconhecimento e, também, às reações do ambiente, da família, dos amigos, da sociedade em geral, daqueles com os quais se convive.

    A variedade de condições em que nascemos levanta questões sobre mérito, destino e justiça. Platão e o pensamento oriental sugerem que as almas escolhem onde nascer, conforme seu grau de evolução.

    A espiritualidade oriental vê a morte como troca de roupa: transitória. O budismo diz que o divino está em nós — e o despertar é reencontrar essa essência.

    Ao fim da vida, resta a paz de quem, mesmo após naufragar, contempla o infinito e encontra doçura nas águas do desconhecido.

    Gastei minha vida para vencer uma congênita ignorância e pequenez. Consegui um vislumbre do infinito à minha frente. Contudo, sinto-me feliz, como o poeta que revelou: “o naufragar é doce neste mar”.


Vittorio Medioli – Texto Adaptado


Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/vittorio-medioli/2025/4/27/o-naufragio

No período “O pavor da morte se deve ao desconhecimento e, também, às reações do ambiente, da família, dos amigos, da sociedade em geral, daqueles com os quais se convive”, o uso da crase em “às reações” está diretamente relacionado à regência
Alternativas
Q3494019 Português

Texto para a questão.



O naufrágio


    Cada dia na vida humana é único, pois o corpo está em constante transformação. Em sete anos, todas as células se renovam, e em uma vida longa, o corpo é trocado diversas vezes. Somos feitos de matéria mutável, conectados ao universo em sua essência atômica.

    Viver plenamente o presente, como ensina o xamã do Yucatán, é libertar-se do peso do passado e da ansiedade do futuro — é o que a criança faz, vivendo apenas de sensações imediatas.

    A morte, inevitável, causa temor, mas pode ser vista como parte de um ciclo maior. Religiões orientais falam em reencarnação e karma; outras, em vida eterna espiritual.

    O pavor da morte se deve ao desconhecimento e, também, às reações do ambiente, da família, dos amigos, da sociedade em geral, daqueles com os quais se convive.

    A variedade de condições em que nascemos levanta questões sobre mérito, destino e justiça. Platão e o pensamento oriental sugerem que as almas escolhem onde nascer, conforme seu grau de evolução.

    A espiritualidade oriental vê a morte como troca de roupa: transitória. O budismo diz que o divino está em nós — e o despertar é reencontrar essa essência.

    Ao fim da vida, resta a paz de quem, mesmo após naufragar, contempla o infinito e encontra doçura nas águas do desconhecido.

    Gastei minha vida para vencer uma congênita ignorância e pequenez. Consegui um vislumbre do infinito à minha frente. Contudo, sinto-me feliz, como o poeta que revelou: “o naufragar é doce neste mar”.


Vittorio Medioli – Texto Adaptado


Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/vittorio-medioli/2025/4/27/o-naufragio

Considerando as regras de acentuação gráfica da Língua Portuguesa, inclusive as classificações quanto à tonicidade e à terminação das palavras, analise a acentuação das palavras que são encontradas no texto e identifique a alternativa cuja justificativa está correta.
Alternativas
Q3494018 Português

Texto para a questão.



O naufrágio


    Cada dia na vida humana é único, pois o corpo está em constante transformação. Em sete anos, todas as células se renovam, e em uma vida longa, o corpo é trocado diversas vezes. Somos feitos de matéria mutável, conectados ao universo em sua essência atômica.

    Viver plenamente o presente, como ensina o xamã do Yucatán, é libertar-se do peso do passado e da ansiedade do futuro — é o que a criança faz, vivendo apenas de sensações imediatas.

    A morte, inevitável, causa temor, mas pode ser vista como parte de um ciclo maior. Religiões orientais falam em reencarnação e karma; outras, em vida eterna espiritual.

    O pavor da morte se deve ao desconhecimento e, também, às reações do ambiente, da família, dos amigos, da sociedade em geral, daqueles com os quais se convive.

    A variedade de condições em que nascemos levanta questões sobre mérito, destino e justiça. Platão e o pensamento oriental sugerem que as almas escolhem onde nascer, conforme seu grau de evolução.

    A espiritualidade oriental vê a morte como troca de roupa: transitória. O budismo diz que o divino está em nós — e o despertar é reencontrar essa essência.

    Ao fim da vida, resta a paz de quem, mesmo após naufragar, contempla o infinito e encontra doçura nas águas do desconhecido.

    Gastei minha vida para vencer uma congênita ignorância e pequenez. Consegui um vislumbre do infinito à minha frente. Contudo, sinto-me feliz, como o poeta que revelou: “o naufragar é doce neste mar”.


Vittorio Medioli – Texto Adaptado


Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/vittorio-medioli/2025/4/27/o-naufragio

No trecho “Ao fim da vida, resta a paz de quem, mesmo após naufragar, contempla o infinito e encontra doçura nas águas do desconhecido”, as palavras “quem”, “mesmo” e “nas” exercem funções gramaticais distintas que contribuem para a expressividade e coesão do enunciado. Com base nas suas classes e funções, assinale a alternativa correta quanto à análise desses elementos.
Alternativas
Q3494017 Português

Texto para a questão.



O naufrágio


    Cada dia na vida humana é único, pois o corpo está em constante transformação. Em sete anos, todas as células se renovam, e em uma vida longa, o corpo é trocado diversas vezes. Somos feitos de matéria mutável, conectados ao universo em sua essência atômica.

    Viver plenamente o presente, como ensina o xamã do Yucatán, é libertar-se do peso do passado e da ansiedade do futuro — é o que a criança faz, vivendo apenas de sensações imediatas.

    A morte, inevitável, causa temor, mas pode ser vista como parte de um ciclo maior. Religiões orientais falam em reencarnação e karma; outras, em vida eterna espiritual.

    O pavor da morte se deve ao desconhecimento e, também, às reações do ambiente, da família, dos amigos, da sociedade em geral, daqueles com os quais se convive.

    A variedade de condições em que nascemos levanta questões sobre mérito, destino e justiça. Platão e o pensamento oriental sugerem que as almas escolhem onde nascer, conforme seu grau de evolução.

    A espiritualidade oriental vê a morte como troca de roupa: transitória. O budismo diz que o divino está em nós — e o despertar é reencontrar essa essência.

    Ao fim da vida, resta a paz de quem, mesmo após naufragar, contempla o infinito e encontra doçura nas águas do desconhecido.

    Gastei minha vida para vencer uma congênita ignorância e pequenez. Consegui um vislumbre do infinito à minha frente. Contudo, sinto-me feliz, como o poeta que revelou: “o naufragar é doce neste mar”.


Vittorio Medioli – Texto Adaptado


Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/vittorio-medioli/2025/4/27/o-naufragio

A oração “que as almas escolhem onde nascer”, no contexto da frase “Platão e o pensamento oriental sugerem que as almas escolhem onde nascer”, é classificada como
Alternativas
Respostas
33561: A
33562: D
33563: A
33564: D
33565: A
33566: D
33567: A
33568: E
33569: E
33570: D
33571: C
33572: D
33573: E
33574: B
33575: C
33576: D
33577: A
33578: B
33579: E
33580: B