Questões de Concurso Sobre português

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Q3725109 Português
Assinale a alternativa com emprego correto do acento indicativo de crase.
Alternativas
Q3725108 Português
Assinale a alternativa em que a regência nominal está correta. 
Alternativas
Q3725107 Português
Assinale a alternativa com concordância nominal e verbal correta.
Alternativas
Q3725106 Português
Considerando as relações sintáticas, assinale a frase que apresenta período composto com coordenação adversativa e subordinação causal. 
Alternativas
Q3725105 Português
Assinale a alternativa em que a sequência apresenta, nessa ordem, uma frase nominal, uma oração sem sujeito e um período composto por subordinação.
Alternativas
Q3725104 Português
Em qual alternativa o “que” exerce função de pronome relativo?
Alternativas
Q3725103 Português
Em qual alternativa a palavra destacada resulta de parassíntese? 
Alternativas
Q3725102 Português

Leia o texto abaixo e responda à questão.




Desapegar (também) é preciso.

Gustavo Tamagno Martins



    Minha caixa de e-mails lotou. E nem foi por descuido, porque fico de olho diariamente. Foi por apego mesmo. Não apago (ou apagava) nem os que já havia lido e respondido. Sempre pensei que, uma hora ou outra, iria precisar de todas aquelas mensagens eletrônicas, mesmo que a grande maioria fossem meras propagandas de empresas e sites que nem lembro de ter assinado para receber. “Uma hora vou precisar”. Vai na mesma linha do que colocar na mala quando preciso viajar. Tudo parece útil e essencial, até mesmo aquilo que nunca usei na minha vida. Mas nem tudo é. 



    Há alguns dias precisei acompanhar a palestra promovida por um cliente. O título não poderia ser outro: “descarte o que não soma… e seja feliz!”. Dias depois fui procurar um filme para assistir na plataforma de streaming. O objetivo era relaxar, uma das formas que encontro para me desligar do mundo. O título que apareceu em destaque e como sugestão para mim não foi nada relax: “Desapega!”. Tá bom, já entendi o recado!



    Temos a mania de carregar tudo conosco. Até mesmo o que não nos leva para frente. Insistimos em guardar coisas que já não serão usadas ou que não nos dizem mais a respeito, por simples medo de dizer adeus. Peças de roupa ficam mofando no guarda-roupas enquanto outras pessoas poderiam estar usando. E logicamente isso não serve apenas para roupas e objetos. Empregos, relacionamentos, amizades e sentimentos. Quanta coisa acumulamos (principalmente aqui dentro do peito) sem necessidade? Ops, precisamos fazer uma faxina de vez em quando e eliminar toda aquela tralha que deixa a nossa vida mais pesada.



    Quando descartamos o que não faz mais sentido carregarmos conosco, abrimos espaço para novas oportunidades e experiências diferentes. É necessário deixar partir e abrir mão de muita coisa para a vida fluir e a nossa jornada se tornar mais leve. Quando soltamos o que nos prende, ficamos mais livres. Lembra a sensação de assoprar uma flor dente-de-leão? Se o botão se apegasse e quisesse ficar preso, ele não se tornaria flor. Desapegar (também) é preciso. 

Assinale a alternativa que combina foco no receptor, figura de linguagem pertinente e ausência de vício de linguagem. 
Alternativas
Q3725101 Português

Leia o texto abaixo e responda à questão.




Desapegar (também) é preciso.

Gustavo Tamagno Martins



    Minha caixa de e-mails lotou. E nem foi por descuido, porque fico de olho diariamente. Foi por apego mesmo. Não apago (ou apagava) nem os que já havia lido e respondido. Sempre pensei que, uma hora ou outra, iria precisar de todas aquelas mensagens eletrônicas, mesmo que a grande maioria fossem meras propagandas de empresas e sites que nem lembro de ter assinado para receber. “Uma hora vou precisar”. Vai na mesma linha do que colocar na mala quando preciso viajar. Tudo parece útil e essencial, até mesmo aquilo que nunca usei na minha vida. Mas nem tudo é. 



    Há alguns dias precisei acompanhar a palestra promovida por um cliente. O título não poderia ser outro: “descarte o que não soma… e seja feliz!”. Dias depois fui procurar um filme para assistir na plataforma de streaming. O objetivo era relaxar, uma das formas que encontro para me desligar do mundo. O título que apareceu em destaque e como sugestão para mim não foi nada relax: “Desapega!”. Tá bom, já entendi o recado!



    Temos a mania de carregar tudo conosco. Até mesmo o que não nos leva para frente. Insistimos em guardar coisas que já não serão usadas ou que não nos dizem mais a respeito, por simples medo de dizer adeus. Peças de roupa ficam mofando no guarda-roupas enquanto outras pessoas poderiam estar usando. E logicamente isso não serve apenas para roupas e objetos. Empregos, relacionamentos, amizades e sentimentos. Quanta coisa acumulamos (principalmente aqui dentro do peito) sem necessidade? Ops, precisamos fazer uma faxina de vez em quando e eliminar toda aquela tralha que deixa a nossa vida mais pesada.



    Quando descartamos o que não faz mais sentido carregarmos conosco, abrimos espaço para novas oportunidades e experiências diferentes. É necessário deixar partir e abrir mão de muita coisa para a vida fluir e a nossa jornada se tornar mais leve. Quando soltamos o que nos prende, ficamos mais livres. Lembra a sensação de assoprar uma flor dente-de-leão? Se o botão se apegasse e quisesse ficar preso, ele não se tornaria flor. Desapegar (também) é preciso. 

A metáfora final do dente-de-leão sugere, no plano semântico, que: 
Alternativas
Q3725100 Português

Leia o texto abaixo e responda à questão.




Desapegar (também) é preciso.

Gustavo Tamagno Martins



    Minha caixa de e-mails lotou. E nem foi por descuido, porque fico de olho diariamente. Foi por apego mesmo. Não apago (ou apagava) nem os que já havia lido e respondido. Sempre pensei que, uma hora ou outra, iria precisar de todas aquelas mensagens eletrônicas, mesmo que a grande maioria fossem meras propagandas de empresas e sites que nem lembro de ter assinado para receber. “Uma hora vou precisar”. Vai na mesma linha do que colocar na mala quando preciso viajar. Tudo parece útil e essencial, até mesmo aquilo que nunca usei na minha vida. Mas nem tudo é. 



    Há alguns dias precisei acompanhar a palestra promovida por um cliente. O título não poderia ser outro: “descarte o que não soma… e seja feliz!”. Dias depois fui procurar um filme para assistir na plataforma de streaming. O objetivo era relaxar, uma das formas que encontro para me desligar do mundo. O título que apareceu em destaque e como sugestão para mim não foi nada relax: “Desapega!”. Tá bom, já entendi o recado!



    Temos a mania de carregar tudo conosco. Até mesmo o que não nos leva para frente. Insistimos em guardar coisas que já não serão usadas ou que não nos dizem mais a respeito, por simples medo de dizer adeus. Peças de roupa ficam mofando no guarda-roupas enquanto outras pessoas poderiam estar usando. E logicamente isso não serve apenas para roupas e objetos. Empregos, relacionamentos, amizades e sentimentos. Quanta coisa acumulamos (principalmente aqui dentro do peito) sem necessidade? Ops, precisamos fazer uma faxina de vez em quando e eliminar toda aquela tralha que deixa a nossa vida mais pesada.



    Quando descartamos o que não faz mais sentido carregarmos conosco, abrimos espaço para novas oportunidades e experiências diferentes. É necessário deixar partir e abrir mão de muita coisa para a vida fluir e a nossa jornada se tornar mais leve. Quando soltamos o que nos prende, ficamos mais livres. Lembra a sensação de assoprar uma flor dente-de-leão? Se o botão se apegasse e quisesse ficar preso, ele não se tornaria flor. Desapegar (também) é preciso. 

No título “Desapegar (também) é preciso”, o advérbio “também” cumpre a função de: 
Alternativas
Q3725099 Português

Leia o texto abaixo e responda à questão.




Desapegar (também) é preciso.

Gustavo Tamagno Martins



    Minha caixa de e-mails lotou. E nem foi por descuido, porque fico de olho diariamente. Foi por apego mesmo. Não apago (ou apagava) nem os que já havia lido e respondido. Sempre pensei que, uma hora ou outra, iria precisar de todas aquelas mensagens eletrônicas, mesmo que a grande maioria fossem meras propagandas de empresas e sites que nem lembro de ter assinado para receber. “Uma hora vou precisar”. Vai na mesma linha do que colocar na mala quando preciso viajar. Tudo parece útil e essencial, até mesmo aquilo que nunca usei na minha vida. Mas nem tudo é. 



    Há alguns dias precisei acompanhar a palestra promovida por um cliente. O título não poderia ser outro: “descarte o que não soma… e seja feliz!”. Dias depois fui procurar um filme para assistir na plataforma de streaming. O objetivo era relaxar, uma das formas que encontro para me desligar do mundo. O título que apareceu em destaque e como sugestão para mim não foi nada relax: “Desapega!”. Tá bom, já entendi o recado!



    Temos a mania de carregar tudo conosco. Até mesmo o que não nos leva para frente. Insistimos em guardar coisas que já não serão usadas ou que não nos dizem mais a respeito, por simples medo de dizer adeus. Peças de roupa ficam mofando no guarda-roupas enquanto outras pessoas poderiam estar usando. E logicamente isso não serve apenas para roupas e objetos. Empregos, relacionamentos, amizades e sentimentos. Quanta coisa acumulamos (principalmente aqui dentro do peito) sem necessidade? Ops, precisamos fazer uma faxina de vez em quando e eliminar toda aquela tralha que deixa a nossa vida mais pesada.



    Quando descartamos o que não faz mais sentido carregarmos conosco, abrimos espaço para novas oportunidades e experiências diferentes. É necessário deixar partir e abrir mão de muita coisa para a vida fluir e a nossa jornada se tornar mais leve. Quando soltamos o que nos prende, ficamos mais livres. Lembra a sensação de assoprar uma flor dente-de-leão? Se o botão se apegasse e quisesse ficar preso, ele não se tornaria flor. Desapegar (também) é preciso. 

As referências à palestra e ao filme desempenham, no texto, a função de: 
Alternativas
Q3725098 Português

Leia o texto abaixo e responda à questão.




Desapegar (também) é preciso.

Gustavo Tamagno Martins



    Minha caixa de e-mails lotou. E nem foi por descuido, porque fico de olho diariamente. Foi por apego mesmo. Não apago (ou apagava) nem os que já havia lido e respondido. Sempre pensei que, uma hora ou outra, iria precisar de todas aquelas mensagens eletrônicas, mesmo que a grande maioria fossem meras propagandas de empresas e sites que nem lembro de ter assinado para receber. “Uma hora vou precisar”. Vai na mesma linha do que colocar na mala quando preciso viajar. Tudo parece útil e essencial, até mesmo aquilo que nunca usei na minha vida. Mas nem tudo é. 



    Há alguns dias precisei acompanhar a palestra promovida por um cliente. O título não poderia ser outro: “descarte o que não soma… e seja feliz!”. Dias depois fui procurar um filme para assistir na plataforma de streaming. O objetivo era relaxar, uma das formas que encontro para me desligar do mundo. O título que apareceu em destaque e como sugestão para mim não foi nada relax: “Desapega!”. Tá bom, já entendi o recado!



    Temos a mania de carregar tudo conosco. Até mesmo o que não nos leva para frente. Insistimos em guardar coisas que já não serão usadas ou que não nos dizem mais a respeito, por simples medo de dizer adeus. Peças de roupa ficam mofando no guarda-roupas enquanto outras pessoas poderiam estar usando. E logicamente isso não serve apenas para roupas e objetos. Empregos, relacionamentos, amizades e sentimentos. Quanta coisa acumulamos (principalmente aqui dentro do peito) sem necessidade? Ops, precisamos fazer uma faxina de vez em quando e eliminar toda aquela tralha que deixa a nossa vida mais pesada.



    Quando descartamos o que não faz mais sentido carregarmos conosco, abrimos espaço para novas oportunidades e experiências diferentes. É necessário deixar partir e abrir mão de muita coisa para a vida fluir e a nossa jornada se tornar mais leve. Quando soltamos o que nos prende, ficamos mais livres. Lembra a sensação de assoprar uma flor dente-de-leão? Se o botão se apegasse e quisesse ficar preso, ele não se tornaria flor. Desapegar (também) é preciso. 

No enunciado “temos a mania de carregar tudo conosco”, o efeito discursivo dominante é: 
Alternativas
Q3725097 Português

Leia o texto abaixo e responda à questão.




Desapegar (também) é preciso.

Gustavo Tamagno Martins



    Minha caixa de e-mails lotou. E nem foi por descuido, porque fico de olho diariamente. Foi por apego mesmo. Não apago (ou apagava) nem os que já havia lido e respondido. Sempre pensei que, uma hora ou outra, iria precisar de todas aquelas mensagens eletrônicas, mesmo que a grande maioria fossem meras propagandas de empresas e sites que nem lembro de ter assinado para receber. “Uma hora vou precisar”. Vai na mesma linha do que colocar na mala quando preciso viajar. Tudo parece útil e essencial, até mesmo aquilo que nunca usei na minha vida. Mas nem tudo é. 



    Há alguns dias precisei acompanhar a palestra promovida por um cliente. O título não poderia ser outro: “descarte o que não soma… e seja feliz!”. Dias depois fui procurar um filme para assistir na plataforma de streaming. O objetivo era relaxar, uma das formas que encontro para me desligar do mundo. O título que apareceu em destaque e como sugestão para mim não foi nada relax: “Desapega!”. Tá bom, já entendi o recado!



    Temos a mania de carregar tudo conosco. Até mesmo o que não nos leva para frente. Insistimos em guardar coisas que já não serão usadas ou que não nos dizem mais a respeito, por simples medo de dizer adeus. Peças de roupa ficam mofando no guarda-roupas enquanto outras pessoas poderiam estar usando. E logicamente isso não serve apenas para roupas e objetos. Empregos, relacionamentos, amizades e sentimentos. Quanta coisa acumulamos (principalmente aqui dentro do peito) sem necessidade? Ops, precisamos fazer uma faxina de vez em quando e eliminar toda aquela tralha que deixa a nossa vida mais pesada.



    Quando descartamos o que não faz mais sentido carregarmos conosco, abrimos espaço para novas oportunidades e experiências diferentes. É necessário deixar partir e abrir mão de muita coisa para a vida fluir e a nossa jornada se tornar mais leve. Quando soltamos o que nos prende, ficamos mais livres. Lembra a sensação de assoprar uma flor dente-de-leão? Se o botão se apegasse e quisesse ficar preso, ele não se tornaria flor. Desapegar (também) é preciso. 

Quanto ao gênero e às marcas discursivas do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3724981 Português
Considerando apenas o contexto em que esta expressão preposicionada “para um filme de terror” (l. 28) se insere, entre os adjetivos abaixo, qual NÃO pode substituir semanticamente a locução adjetiva itálico-sublinhada?
Alternativas
Q3724980 Português
Dadas as características do texto “O jovem Frank”, os verbos, em sua maioria, estão flexionados no:
Alternativas
Q3724979 Português
Com base na regência verbal e no fragmento textual compreendido entre a l. 20 e a l. 37, selecione a afirmação cujo conteúdo é FALSO.
Alternativas
Q3724978 Português
Observe os termos retirados do texto em análise e classifique-os CORRETAMENTE, por meio da associação da primeira coluna com a segunda. Em seguida, assinale a opção que preenche os parênteses de cima para baixo. 

1 – “me” (l. 01) 

2 – “de família” (l. 11)

3 – “uma pessoa” (l. 24)

4 – “com cuidado” (l. 34)

5 – “de cravos e espinhas” (l. 39)

6 – “esse alguém” (l. 43) 


(_) adjunto adnominal

(_) adjunto adverbial

(_) complemento nominal

(_) objeto direto

(_) objeto indireto

(_) sujeito
Alternativas
Q3724977 Português
A respeito deste trecho “Certamente o resultado de um tal esquartejamento não pode ser coisa boa” (l. 20, 21 e 22), afirma-se, CORRETAMENTE, que a locução verbal grifada concorda com o termo: 
Alternativas
Q3724976 Português
Na locução “daqueles” (l. 33), o pronome demonstrativo retoma qual termo? 
Alternativas
Q3724975 Português
Os termos “Nas reuniões de família” (l. 11) e “Diante dele” (l. 34) são locuções adverbiais que expressam a circunstância de: 
Alternativas
Respostas
31261: C
31262: D
31263: B
31264: A
31265: C
31266: D
31267: C
31268: A
31269: A
31270: D
31271: D
31272: C
31273: A
31274: A
31275: C
31276: D
31277: C
31278: B
31279: B
31280: A