Questões de Concurso Sobre português

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Q3638062 Português

Com base nas propriedades do texto e nas estruturas gramaticais nele presentes, julgue o item a seguir.


Predomina no texto a tipologia textual instrucional. 

Alternativas
Q3635497 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Furto de flor, Carlos Drummond de Andrade

Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.

Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:

− Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!

(Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis. Rio de Janeiro, José Olympio, 1985. p. 80.)
Em "Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia", a palavra destacada pode ser substituída, sem prejuízo no sentido, por:
Alternativas
Q3635002 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

Vá cuidar da sua vida
Compositor: Geraldo Filme

Imagem associada para resolução da questão

(Rodney William. Apropriação cultural. Adaptado.)

O trecho da canção aponta para
Alternativas
Q3634910 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Jean Cocteau aconselhava aos jovens escritores que fizessem a seguinte invocação: livrai-me, Senhor, de escrever o livro esperado.

      Na verdade, o livro esperado é uma tentação muito veemente. Há um estilo esperado, há um ritmo esperado, há imagens esperadas, adjetivos esperados. Há sobretudo ideias, sentimentos e emoções ansiosamente esperados. Em resumo, quer nos círculos em que os best-sellers triunfam, quer nas rodas intelectuais mais requintadas, há, em cada época, um conjunto de necessidades ideais ou estilísticas que configuram as obras antes que elas sejam escritas. Escrevê-las, o que é um certo modo plagiá-las, é tornar-se imediatamente um contemporâneo. O contemporâneo não precisa entregar-se ao hábito de pensar: tudo está pensado para ele. Não precisa encontrar a sua forma, o seu estilo: ambos estão feitos. O contemporâneo, entretanto, é um ser de excepcional habilidade: tem um invejável faro, um instinto apurado. Ele equaciona o seu problema pessoal nos seguintes termos: produzir a obra que não seja uma cópia de outra qualquer, mas que obtenha resultados idênticos àqueles conseguidos por este ou aquele livro já consagrado manifestamente.

     Outra questão se coloca diante do contemporâneo: para acertar mais de cheio no alvo, ele deve distinguir o seu público. E ele o escolhe entre a meia dúzia de grupos que reconhece, separadamente, a meia dúzia de escritores mais expressivos ou mais aclamados. Em outras palavras, o contemporâneo visa penetrar clandestinamente numa freguesia alheia, obtendo para si um pouco dos aplausos que um escritor mais antigo monopoliza totalmente. Sendo esperto, ele consegue imediatamente atrair a simpatia de um grupo, um grupo inexoravelmente convicto de suas ideias morais, estéticas e políticas.


(Paulo Mendes Campos, “Os contemporâneos”, 27.10.1946. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br. Adaptado)
É possível substituir o vocábulo destacado pelo que está entre colchetes, mantendo-se o sentido e a norma-padrão de concordância, na frase:
Alternativas
Q3634907 Português
Está em conformidade com a norma-padrão de regência verbal e nominal a frase:
Alternativas
Q3634903 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    “Passou em Engenharia na Federal. Está com a vida feita.” “Coitado, entrou numa faculdade caça-níqueis. Vai enriquecer um ‘tubarão do ensino’ e vai se dar mal.”

    Essas frases são fictícias, mas representam percepções entranhadas no nosso imaginário. A primeira descreve o caminho incensado e vitorioso de um jovem bem-nascido. A segunda refere-se aos milhões de criaturas, bem mais modestas, que precisam trabalhar para pagar uma faculdade noturna de duvidosa reputação. Dinheiro perdido, pois ficarão infelizes, subempregados ou desempregados.

    Sobre sua infelicidade não me arrisco a especular. Porém, sucesso ou fracasso profissional se mede. E temos os números. A partir dos anos 60, alastra-se uma sequência de estudos tentando medir os rendimentos daqueles que cursaram este ou aquele nível de educação. Pelo mundo afora, ficou claro: quem tem mais escolaridade ganha mais. Aplicando aos gastos com educação o mesmo que se faz com capital físico, podemos calcular as taxas de retorno. Demonstrou-se que são maiores do que aquelas de investimentos em negócios. E, a despeito do rápido crescimento do ensino superior, esse diploma continua sendo um excelente investimento.

    Tais resultados progressivamente se tornaram conhecidos. Porém, como nosso modelo de universidade pública é extravagante e caro, não houve e não haverá recursos para ser replicado. Daí a expansão fenomenal da rede privada, matriculando hoje 80% dos alunos.

    Salário futuro tem algo de loteria, um diploma nunca produz 100% de vencedores. Sorte e geografia contam, bem como outros fatores. De fato, fracassam até mesmo alguns dos mais brilhantes graduados das mais celebradas universidades. Não obstante, mostram os números, quem passou quatro anos numa faculdade, mesmo que não seja das melhores, tem uma probabilidade elevada de sucesso.

    Portanto, está equivocado quem proclama ser má ideia entrar numa faculdade, ainda que seja fraca. Na loteria do destino, as cartas estão marcadas, favorecendo quem decidiu passar mais tempo estudando, não importa onde.

    Tenho sérias críticas quanto ao que se ensina e como se ensina na maioria dessas faculdades. Sobretudo porque há desencontro com o perfil dos seus alunos. Sem custar mais, poderiam ser muito melhores. Ainda assim, estão oferecendo um poderoso canal de mobilidade ascendente. São muitos os vitoriosos e poucos os fracassados.


(Claudio de Moura Castro, “Coitado, entrou numa faculdade ruim”, 03.08.2025. Disponível em: www.estadao.com.br. Adaptado)
As frases apresentadas no 1° parágrafo do texto dizem respeito a
Alternativas
Q3634902 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    “Passou em Engenharia na Federal. Está com a vida feita.” “Coitado, entrou numa faculdade caça-níqueis. Vai enriquecer um ‘tubarão do ensino’ e vai se dar mal.”

    Essas frases são fictícias, mas representam percepções entranhadas no nosso imaginário. A primeira descreve o caminho incensado e vitorioso de um jovem bem-nascido. A segunda refere-se aos milhões de criaturas, bem mais modestas, que precisam trabalhar para pagar uma faculdade noturna de duvidosa reputação. Dinheiro perdido, pois ficarão infelizes, subempregados ou desempregados.

    Sobre sua infelicidade não me arrisco a especular. Porém, sucesso ou fracasso profissional se mede. E temos os números. A partir dos anos 60, alastra-se uma sequência de estudos tentando medir os rendimentos daqueles que cursaram este ou aquele nível de educação. Pelo mundo afora, ficou claro: quem tem mais escolaridade ganha mais. Aplicando aos gastos com educação o mesmo que se faz com capital físico, podemos calcular as taxas de retorno. Demonstrou-se que são maiores do que aquelas de investimentos em negócios. E, a despeito do rápido crescimento do ensino superior, esse diploma continua sendo um excelente investimento.

    Tais resultados progressivamente se tornaram conhecidos. Porém, como nosso modelo de universidade pública é extravagante e caro, não houve e não haverá recursos para ser replicado. Daí a expansão fenomenal da rede privada, matriculando hoje 80% dos alunos.

    Salário futuro tem algo de loteria, um diploma nunca produz 100% de vencedores. Sorte e geografia contam, bem como outros fatores. De fato, fracassam até mesmo alguns dos mais brilhantes graduados das mais celebradas universidades. Não obstante, mostram os números, quem passou quatro anos numa faculdade, mesmo que não seja das melhores, tem uma probabilidade elevada de sucesso.

    Portanto, está equivocado quem proclama ser má ideia entrar numa faculdade, ainda que seja fraca. Na loteria do destino, as cartas estão marcadas, favorecendo quem decidiu passar mais tempo estudando, não importa onde.

    Tenho sérias críticas quanto ao que se ensina e como se ensina na maioria dessas faculdades. Sobretudo porque há desencontro com o perfil dos seus alunos. Sem custar mais, poderiam ser muito melhores. Ainda assim, estão oferecendo um poderoso canal de mobilidade ascendente. São muitos os vitoriosos e poucos os fracassados.


(Claudio de Moura Castro, “Coitado, entrou numa faculdade ruim”, 03.08.2025. Disponível em: www.estadao.com.br. Adaptado)
A partir das ideias expostas no texto sobre a relação entre sucesso profissional e formação em nível superior, é correto afirmar que o autor
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Q3634822 Português
'A periferia nunca deixou de produzir literatura', defende coordenadora das Fábricas de Cultura


Os hábitos de leitura nas periferias da maior metrópole da América do Sul são o foco da pesquisa realizada pela Organização Social Poiesis, que analisou o público das oito unidades das Fábricas de Cultura presentes em São Paulo e apontou que mulheres representam 70% do público leitor.

Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, a literatura sempre esteve presente na comunidade, que não deixou "nenhum preconceito impedir de acessar a literatura".

"Todo esse movimento de literatura mostra que ela, na verdade, foi durante muito tempo vista como algo elitista, como algo para outro tipo de público, mas, enquanto isso, a periferia nunca deixou de produzir literatura, de produzir oralidade ou 'oralituras', expressão usada por Leda Maria Martins. A periferia nunca deixou que nenhum preconceito a impedisse de acessar a literatura, algo tão importante para todo ser humano", disse Ifé em entrevista ao Conexão BdF, da Rádio Brasil de Fato.

A pesquisa avaliou os hábitos de leitura dos frequentadores das bibliotecas das Fábricas de Cultura na Brasilândia, Capão Redondo, Diadema, Iguape, Jaçanã, Jardim São Luís , Osasco e Vila Nova Cachoeirinha. A coordenadora destaca que a literatura sempre esteve presente nas comunidades e que a diversidade de leitura apontada pela pesquisa ajuda a desconstruir preconceitos sobre "quem  e o que lê".

Os dados indicam que as mulheres foram 70% do total de leitores, porcentagem maior que a média nacional (61%). Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, o protagonismo feminino revela a participação singular das mulheres nas comunidades. "Sabemos o quanto as mulheres têm um papel fundamental nas periferias, não  nas questões do dia a dia, no trato com a própria família , com a comunidade, mas também com a literatura. Ficamos muito felizes em saber que as mulheres estão acessando a literatura, uma literatura diversa que fala tanto diretamente com as realidades delas quanto também com a literatura clássica", contou.


Representatividade


Para a coordenadora, a diversidade de leitura da população periférica — que inclui mangás , clássicos, autores negros e indígenas — mostra que o acesso "às literaturas" precisa ser ampliado, sempre atento ao que o público deseja ler. Ela também ressalta a importância da representatividade e de uma curadoria coletiva.

"Recentemente, Ana Maria Gonçalves — primeira mulher negra a entrar na Academia Brasileira de Letras —, falou algo bem importante: que as pessoas racializadas, negras principalmente, muitas vezes não acessavam a literatura porque não se viam representadas, eram histórias que iam muito além da sua realidade. Quando uma criança, um jovem, um adolescente, uma pessoa trabalhadora consegue acessar uma história em que se sinta representada, essa literatura se aproxima", afirma Ifé.


(Disponível em:
https://www.brasildefato.com.br/2025/08/20/a-periferia-nunca-deixou-de
-produzir-literatura-defende-coordenadora-das-fabricas-de-cultura/.
Acesso em 25 ago. 2025. Adaptado.)
Leia o excerto a seguir e analise as assertivas:
"Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, a literatura sempre esteve presente na comunidade, que não deixou 'nenhum preconceito impedir de acessar a literatura'".

I.O pronome relativo "que" tem como referente "comunidade", podendo ser substituído por "a qual" sem prejuízo na coesão e no sentido do texto.
II.O pronome relativo "que" pode ter dois referentes, sendo eles "coordenadora" e "comunidade". Cabe à pessoa que lê o texto decidir qual referente deixa o texto mais claro.
III.O pronome relativo "que" introduz uma explicação, qualificando a comunidade.
IV.O pronome relativo "que" introduz uma oração restritiva, ou seja, tem-se apenas uma comunidade e essa não deixou o preconceito impedir o acesso à literatura.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3634625 Português
Leia o texto que segue:
Áries − 18 de Agosto
Hoje será _________ transformar uma ideia em ação, desde que você tenha _______. O céu favorece parcerias e a dica _____ ouvir antes de agir. Afinal, um ________ bem colocado pode resolver o que parecia travado. Aproveite para alinhar planos com quem caminha ao seu lado.
(Disponível em: https://www.uol.com.br/universa/horoscopo/aries/horoscopo-do-dia/. Acesso em18 ago. 2025. Adaptado.)
Quanto à acentuação das palavras, assinale a alternativa que correta e respectivamente preenche as lacunas do texto:
Alternativas
Q3634357 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Furto de flor, Carlos Drummond de Andrade

Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.

Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:

− Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!

(Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis. Rio de Janeiro, José Olympio, 1985. p. 80.)
A respeito da crônica Furto de flor , analise as assertivas que seguem e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)O homem tem um gesto espontâneo ao colher a flor no jardim.
(__)Ao afirmar que ele furtou a flor, o homem confessa que cometeu um crime e deveria ser denunciado às autoridades.
(__)O homem considera obrigação sua cuidar da flor, uma vez que foi ele quem a retirou do jardim.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q3634355 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Furto de flor, Carlos Drummond de Andrade

Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.

Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:

− Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!

(Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis. Rio de Janeiro, José Olympio, 1985. p. 80.)
Analise as alternativas que seguem e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)O trecho "Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água" pode ser reescrito, sem alterar o sentido, da seguinte maneira: Trouxe-a para casa porque a coloquei no copo com água.
(__)O trecho "Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores" pode ser reescrito, sem alterar o sentido, da seguinte maneira: Não adiantava restituí-la ao jardim, nem apelar para o médico das flores.
(__)O trecho "Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem" pode ser reescrito, sem alterar o sentido, da seguinte maneira: Quantas novidades há para uma flor, se a contemplarmos bem.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q3634286 Português

As assertivas a seguir apresentam usos de crase. Esses usos dependem do contexto e da regência das palavras. Analise, nas palavras destacadas, se o uso ou não do acento grave (crase) está correto:


I.Maria, não me refiro à você, mas a Joaquim, que leu o livro e não gostou.

II.Àquela situação de racismo, daria a devida importância e acionaria a justiça.

III.Ela tem alergia à alguma substância desse medicamento, por isso está toda vermelha.

IV.Chegamos a Camboriú logo cedo para não perder nada do evento.


É correto o que se apresenta em: 

Alternativas
Q3634226 Português
Tecnologia e sustentabilidade: uma aliança para o futuro


Por Rachel Maia

Q1_10.png (684×548)
Q1_10_.png (677×96)


(Disponível em: https://exame.com/colunistas/rachel-maia/ultimas-noticias/ - texto adaptado especialmente para esta prova).
Sobre as ideias expressadas pelo texto, analise as assertivas a seguir:

I. No primeiro e no último parágrafos, a autora relaciona dois aspectos fundamentais para a abordagem do tema fundamental do texto: tecnologia e sustentabilidade.
II. No quarto, sexto e sétimo parágrafos, são apresentados dados que dão sustentação ao desenvolvimento do tema, chamados de argumentos de autoridade.
III. As empresas de tecnologia devem ser responsáveis pelos processo de descarte e pela produção de produtos tecnológicos rentáveis, pensando em matéria-prima mais rentável e lucrativa.

Quais estão corretas?
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Q3634225 Português
Tecnologia e sustentabilidade: uma aliança para o futuro


Por Rachel Maia

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(Disponível em: https://exame.com/colunistas/rachel-maia/ultimas-noticias/ - texto adaptado especialmente para esta prova).
Sobre a frase abaixo e seu contexto, analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

"Em segundo lugar, a televisão superou o computador pela primeira vez, com 44,4% е 42,2%, respectivamente" (1. 30-31).

( ) Desconsiderando o uso de maiúsculas ou minúsculas, as expressões "Em segundo lugar" e "pela primeira vez" poderiam ser usadas uma pela outra, mantendo-se a correção gramatical e o sentido original.
( ) De maneira geral, há uma tendência de superação da televisão pelo computador.
( ) A expressão "respectivamente" esclarece o leitor acerca dos percentuais apresentados e seus respectivos referentes.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Q3634224 Português
Tecnologia e sustentabilidade: uma aliança para o futuro


Por Rachel Maia

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(Disponível em: https://exame.com/colunistas/rachel-maia/ultimas-noticias/ - texto adaptado especialmente para esta prova).
Analise as seguintes propostas de supressão, inserção e substituição de palavras e expressões no texto:

I. Supressão de "seja" (l. 09).
II. Supressão de "ainda" (I. 17).
III. Inserção de "nós" imediatamente antes de "precisamos" (l. 32).
IV. Substituição de "disseminar" (I. 33) por "que se dissemine".

Quais propostas NÃO provocam alteração de sentido ou incorreção nos respectivos contextos de ocorrência? 
Alternativas
Q3634223 Português
Tecnologia e sustentabilidade: uma aliança para o futuro


Por Rachel Maia

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(Disponível em: https://exame.com/colunistas/rachel-maia/ultimas-noticias/ - texto adaptado especialmente para esta prova).
Analise a frase a seguir, retirada do texto:

"Empresas (1) estão cada vez mais sob pressão para adotar práticas sustentáveis (2) em toda a cadeia de produção, reduzindo emissões (3), utilizando materiais mais sustentáveis e (4) investindo em tecnologias de baixo impacto ambiental".

Assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, a classificação sintática ou morfológica das palavras e expressões sublinhadas na frase acima.
Alternativas
Q3634222 Português
Tecnologia e sustentabilidade: uma aliança para o futuro


Por Rachel Maia

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(Disponível em: https://exame.com/colunistas/rachel-maia/ultimas-noticias/ - texto adaptado especialmente para esta prova).
Sobre aspectos relacionados à formação de palavras e à fonologia, analise as assertivas abaixo sobre algumas palavras presentes no texto e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

I. O vocábulo "inadequado" possui um prefixo que expressa negação.
II. Em "ciclo" e "carbono", observa-se a ocorrência de encontros consonantais.
III. A palavra "tóxico" tem o mesmo número de letras e fonemas.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3634221 Português
Tecnologia e sustentabilidade: uma aliança para o futuro


Por Rachel Maia

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(Disponível em: https://exame.com/colunistas/rachel-maia/ultimas-noticias/ - texto adaptado especialmente para esta prova).
Em relação ao período "A fabricação de tecnologia, embora seja vital para o progresso, tem uma pegada de carbono significativa" (l. 09-10), analise as seguintes assertivas: 

I. Trata-se de um período composto por coordenação.
II. O nexo coesivo "embora" poderia ser substituído por "consoante", mantendo-se o sentido original do fragmento.
III. O sujeito da oração principal é "A fabricação de tecnologia".

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3634220 Português
Tecnologia e sustentabilidade: uma aliança para o futuro


Por Rachel Maia

Q1_10.png (684×548)
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(Disponível em: https://exame.com/colunistas/rachel-maia/ultimas-noticias/ - texto adaptado especialmente para esta prova).

Sobre os vocábulos a serem completados no texto, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.



( ) As lacunas pontilhadas das palavras das linhas 23 e 37 devem ser preenchidas pela letra "s".


( ) Nos vocábulos das linhas 02 e 33, deve-se usara letra "z" para preencher corretamente as lacunas pontilhadas.


( ) Os vocábulos das linhas 02 e 37 pertencem à mesma classe gramatical.


( ) Os vocábulos das linhas 23 e 33 são invariáveis, independentemente do contexto.



A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q3634219 Português
Tecnologia e sustentabilidade: uma aliança para o futuro


Por Rachel Maia

Q1_10.png (684×548)
Q1_10_.png (677×96)


(Disponível em: https://exame.com/colunistas/rachel-maia/ultimas-noticias/ - texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas das linhas 11, 12 e 17, considerando a correta flexão verbal.
Alternativas
Respostas
29641: C
29642: E
29643: E
29644: A
29645: B
29646: A
29647: C
29648: C
29649: E
29650: D
29651: E
29652: A
29653: D
29654: E
29655: B
29656: B
29657: D
29658: C
29659: C
29660: A