Questões de Concurso Sobre português
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Considere a tirinha abaixo para responder à questão:

Considere a leitura do texto a seguir para responder à questão:
MANUSEIO CORRETO PRESERVA A QUALIDADE E A VIDA ÚTIL DAS HORTALIÇAS

Fonte: https:/www.embrapa.br/documents/1355126/28827461/mat%C3%A9ria+5+abertura.png/c49b9ea4-6159-331f-4db4-12709d41747e?=1510077382345
Após vencer a barreira de inserir mais hortaliças na dieta para manter uma alimentação mais saudável, o consumidor precisa ficar atento em preservar a qualidade das hortaliças para que elas conservem por mais tempo os nutrientes e o sabor. Afinal, mesmo quem não é cozinheiro sabe que o segredo para uma receita gostosa reside em utilizar bons ingredientes e, no caso das hortaliças, a qualidade está diretamente relacionada às propriedades organoléticas, ou seja, as propriedades que podem ser percebidas pelos órgãos do sentido, como sabor e textura (paladar), cor e brilho (visão) e aroma (olfato).
A hortaliça começa a perder qualidade a partir da colheita por causa de diferentes processos metabólicos como perda de água, mudança de coloração e degradação de compostos químicos. Alguns processos são desejáveis, como o amadurecimento de frutos — por exemplo, o tomate — e outros processos são reversíveis, como as folhas parcialmente murchas de alface e rúcula, mas no geral o metabolismo das hortaliças trava uma batalha contra o tempo pela qualidade.
As etapas que sucedem a colheita vão ser determinantes para manter a qualidade sensorial das hortaliças até o momento do preparo, principalmente o manuseio e o acondicionamento. “Quando as hortaliças não são manuseadas com cuidado, os processos que degradam os atributos de qualidade são acelerados e quem mais perde é o consumidor porque hortaliças de má qualidade são menos saborosas e nutritivas”, assinala a pesquisadora da Embrapa Milza Moreira Lana, especialista em pós-colheita de hortaliças.
O manuseio incorreto ou excessivo pode causar injúrias nas hortaliças e ocasionar alterações fisico-quimicas como oxidação e podridões. Logo, o produto machucado estraga mais rápido, fica impróprio para o consumo e entra para a estatística do desperdício.
Na lista do que não fazer durante as compras no mercado estão hábitos comuns de muitos consumidores como apertar ou apalpar as hortaliças e colocá-las no fundo do carrinho com outros itens pesados por cima. “Para a textura e o sabor estarem bons, a hortaliça precisa estar intacta. Por isso, é essencial ter cuidado com o manuseio no momento da compra e estender esse cuidado durante o armazenamento e o preparo”, sugere Milza, ao defender a ideia de que o consumidor deve treinar o olhar para reconhecer a qualidade e o ponto ideal das hortaliças: “Muitas vezes, o brilho, o formato e a cor já são suficientes para indicar o frescor e o amadurecimento do produto”.
A lição é que a hortaliça, mesmo refrigerada, tem, sim, prazo de validade - que, nas condições brasileiras, não ultrapassa uma semana após a compra para as maiorias das hortaliças. Se não for possível cumprir esse tempo, o consumidor pode recorrer ao congelamento, que estende a durabilidade das hortaliças por até 12 meses sem perda considerável do valor nutritivo e do sabor. “Em um país como o Brasil, onde há ofertas de hortaliças frescas durante todo o ano, a preferência deve sempre recair sobre o produto fresco. Contudo, com o congelamento, a pessoa ganha mais tempo para consumir a hortaliça que comprou, mas não teve como preparar”, orienta a pesquisadora, ao destacar que quase todas as hortaliças podem ser congeladas, com poucas exceções como as folhas consumidas cruas. Logo, recorrer ao congelador e à geladeira para manter a qualidade das hortaliças é atuar contra o desperdício de alimento.
Disponível em https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/29626389/manuseio-correto-preserva-a-qualidade-e-a-vida-util-das-hortalicas Acesso em 11 set. 2025.
Considere a leitura do texto a seguir para responder à questão:
MANUSEIO CORRETO PRESERVA A QUALIDADE E A VIDA ÚTIL DAS HORTALIÇAS

Fonte: https:/www.embrapa.br/documents/1355126/28827461/mat%C3%A9ria+5+abertura.png/c49b9ea4-6159-331f-4db4-12709d41747e?=1510077382345
Após vencer a barreira de inserir mais hortaliças na dieta para manter uma alimentação mais saudável, o consumidor precisa ficar atento em preservar a qualidade das hortaliças para que elas conservem por mais tempo os nutrientes e o sabor. Afinal, mesmo quem não é cozinheiro sabe que o segredo para uma receita gostosa reside em utilizar bons ingredientes e, no caso das hortaliças, a qualidade está diretamente relacionada às propriedades organoléticas, ou seja, as propriedades que podem ser percebidas pelos órgãos do sentido, como sabor e textura (paladar), cor e brilho (visão) e aroma (olfato).
A hortaliça começa a perder qualidade a partir da colheita por causa de diferentes processos metabólicos como perda de água, mudança de coloração e degradação de compostos químicos. Alguns processos são desejáveis, como o amadurecimento de frutos — por exemplo, o tomate — e outros processos são reversíveis, como as folhas parcialmente murchas de alface e rúcula, mas no geral o metabolismo das hortaliças trava uma batalha contra o tempo pela qualidade.
As etapas que sucedem a colheita vão ser determinantes para manter a qualidade sensorial das hortaliças até o momento do preparo, principalmente o manuseio e o acondicionamento. “Quando as hortaliças não são manuseadas com cuidado, os processos que degradam os atributos de qualidade são acelerados e quem mais perde é o consumidor porque hortaliças de má qualidade são menos saborosas e nutritivas”, assinala a pesquisadora da Embrapa Milza Moreira Lana, especialista em pós-colheita de hortaliças.
O manuseio incorreto ou excessivo pode causar injúrias nas hortaliças e ocasionar alterações fisico-quimicas como oxidação e podridões. Logo, o produto machucado estraga mais rápido, fica impróprio para o consumo e entra para a estatística do desperdício.
Na lista do que não fazer durante as compras no mercado estão hábitos comuns de muitos consumidores como apertar ou apalpar as hortaliças e colocá-las no fundo do carrinho com outros itens pesados por cima. “Para a textura e o sabor estarem bons, a hortaliça precisa estar intacta. Por isso, é essencial ter cuidado com o manuseio no momento da compra e estender esse cuidado durante o armazenamento e o preparo”, sugere Milza, ao defender a ideia de que o consumidor deve treinar o olhar para reconhecer a qualidade e o ponto ideal das hortaliças: “Muitas vezes, o brilho, o formato e a cor já são suficientes para indicar o frescor e o amadurecimento do produto”.
A lição é que a hortaliça, mesmo refrigerada, tem, sim, prazo de validade - que, nas condições brasileiras, não ultrapassa uma semana após a compra para as maiorias das hortaliças. Se não for possível cumprir esse tempo, o consumidor pode recorrer ao congelamento, que estende a durabilidade das hortaliças por até 12 meses sem perda considerável do valor nutritivo e do sabor. “Em um país como o Brasil, onde há ofertas de hortaliças frescas durante todo o ano, a preferência deve sempre recair sobre o produto fresco. Contudo, com o congelamento, a pessoa ganha mais tempo para consumir a hortaliça que comprou, mas não teve como preparar”, orienta a pesquisadora, ao destacar que quase todas as hortaliças podem ser congeladas, com poucas exceções como as folhas consumidas cruas. Logo, recorrer ao congelador e à geladeira para manter a qualidade das hortaliças é atuar contra o desperdício de alimento.
Disponível em https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/29626389/manuseio-correto-preserva-a-qualidade-e-a-vida-util-das-hortalicas Acesso em 11 set. 2025.
I. No depoimento de hoje, foi afirmado pelo réu, quando instado a confirmar a declaração por meio de prova, de que não dispunha de documento ou registro do encontro.
II. Desde o debate de 2023, há relativo consenso entre especialistas da educação, especialmente à luz de vários resultados de pesquisa, de que é preciso limitar o uso de celulares nas escolas.
III. Em sua arguição, a defesa enfatizou que o objeto que, segundo o laudo técnico, o réu teria atingido a vítima não tinha forma correspondente à lesão encontrada na perícia médica.
Quais trechos estão de acordo com a norma-padrão?
I. Havia um histórico de incidentes ocasionais na comunidade; o acompanhamento contínuo por equipes de observação parecia desnecessário, contudo; os resultados de agora são surpreendentes.
II. São três os indícios de que houve negligência por parte do órgão: não apresentou um cronograma de fiscalização, como previsto no contrato; deixou de indicar o fiscal do contrato. Não respondeu a alertas, por parte de servidores, da não execução de serviços.
III. Segundo o Artigo 12º, inciso II, primeira alínea de nossa Constituição, os originários de países de língua portuguesa podem tornar-se brasileiros naturalizados obtendo a nacionalidade brasileira, para o que é suficiente que tenham residência por um ano ininterrupto e idoneidade moral.
Quais trechos estão de acordo com a norma-padrão?


Extraído e adaptado de: Bolívar Lamounier, Tribunos, Profetas e Sacerdotes: Intelectuais e Ideologias no Século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. p.206-223.
I. metade (l.01), agudo (l.08), democracia (l.11) II. Sérgio (l.05), coronéis (l.27) e inércia (l.30) III. país (l.07), Raízes (l.10) e arcaísmo (l.29)
Em quais agrupamentos todas as palavras seguem a mesma regra ortográfica quanto ao uso ou não de acento gráfico?


Extraído e adaptado de: Bolívar Lamounier, Tribunos, Profetas e Sacerdotes: Intelectuais e Ideologias no Século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. p.206-223.


Extraído e adaptado de: Bolívar Lamounier, Tribunos, Profetas e Sacerdotes: Intelectuais e Ideologias no Século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. p.206-223.
I.sentiram-se convocados a decifrar uma grande esfinge (l.01-02): sentiram que estavam sendo convocados a decifrar uma grande esfinge
II. decorridos mais de quatrocentos anos do Descobrimento (l.02-03): depois que tinham sido decorridos mais de quatrocentos anos do Descobrimento
III. controle outrora exercido pela família e pela religião (l.38-39): controle que era outrora exercido pela família e pela religião
Quais expansões estão gramaticalmente corretas?


Extraído e adaptado de: Bolívar Lamounier, Tribunos, Profetas e Sacerdotes: Intelectuais e Ideologias no Século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. p.206-223.


Extraído e adaptado de: Bolívar Lamounier, Tribunos, Profetas e Sacerdotes: Intelectuais e Ideologias no Século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. p.206-223.
(1) sujeito indeterminado (2) reflexivo (3) recíproco (4) voz passiva
( ) No modelo político do liberalismo republicano por ele adotado, Estado, democracia e cidadania interpenetram-se (l.12-13)
( ) o poder público não consegue se desprender realmente do poder privado (l.16-17)
( ) uma estruturação social em que o círculo familiar é que se expande (l.21-22)
( ) Nesse sentido, deve-se refletir sobre o fenômeno do clientelismo e seus parentes próximos (l.25-26)
( ) no primeiro, tradicional constata-se o papel do parentesco e da pequena comunidade (l.48)
Assinale a alternativa que preenche adequadamente os parênteses, de cima para baixo.


Extraído e adaptado de: Bolívar Lamounier, Tribunos, Profetas e Sacerdotes: Intelectuais e Ideologias no Século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. p.206-223.
I. Deslocamento de Na primeira metade do século XX (l.01), entre vírgulas, para imediatamente depois de sentiram-se (l.01).
II. Deslocamento de afinal (l.02), sem vírgulas, para imediatamente depois de decorridos (l.02).
III. Deslocamento de sobretudo (l.07), entre vírgulas, para imediatamente depois de sentimento agudo. (l.08)
Quais propostas mantêm o significado do período original no texto?


Extraído e adaptado de: Bolívar Lamounier, Tribunos, Profetas e Sacerdotes: Intelectuais e Ideologias no Século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. p.206-223.
Parece claro que o clientelismo do Brasil atual é essencialmente um arcaísmo, um conjunto de práticas que não mais se coaduna com a etapa evolutiva alcançada por nossa sociedade, mas que ........................... por força de alguma inércia cultural. E um morto-vivo, digamos; o país ainda não ..................... sepultá-lo devidamente; mas ele ....................... sob os trilhos do “progresso”.
Agora, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas na ordem em que aparecem.


Extraído e adaptado de: Bolívar Lamounier, Tribunos, Profetas e Sacerdotes: Intelectuais e Ideologias no Século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. p.206-223.
(1) omissível (2) não omissível
( ) melhores (l.01) ( ) brasileiros (l.01) ( ) grande (l.02) ( ) cruciais, desde então permanentes, (l.06) ( ) agudo (l.08)
Assinale a alternativa que preenche adequadamente os parênteses, de cima para baixo.


Extraído e adaptado de: Bolívar Lamounier, Tribunos, Profetas e Sacerdotes: Intelectuais e Ideologias no Século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. p.206-223.
Considere as afirmações abaixo, referentes ao uso de vírgulas no texto.
I. As vírgulas que delimitam “como a questão sobre nossa composição racial e seu papel na evolução do país” (I.06-07) poderiam ser eliminadas sem prejuízo do sentido do texto.
II. As vírgulas que delimitam “e noutros livros da época” (l.24) poderiam ser eliminadas sem prejuízo do sentido do texto.
III. A vírgula que segue “sofisticada e diversa” (l.37) poderia ser eliminada sem prejuízo sentido do texto, mas a vírgula que segue “na sociedade” (l.43) não poderia.
Quais afirmações são corretas?


Extraído e adaptado de: Bolívar Lamounier, Tribunos, Profetas e Sacerdotes: Intelectuais e Ideologias no Século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. p.206-223.
Se fosse única e essencialmente uma sobrevivência cultural, (o clientelismo) já teria murchado, evaporado, desaparecido, da política brasileira. (l.40-42)
I. Como é única e essencialmente uma sobrevivência cultural, (o clientelismo) já deveria ter murchado, evaporado, desaparecido, da política brasileira.
II, Por ser única e essencialmente uma sobrevivência cultural, (o clientelismo) já deveria ter murchado, evaporado, desaparecido, da política brasileira.
III. Se é única e essencialmente uma sobrevivência, por que (o clientelismo) não murchou, não evaporou, não desapareceu, da política brasileira?
Quais propostas mantêm a posição de Lamounier em relação à hipótese de Sérgio Buarque?


Extraído e adaptado de: Bolívar Lamounier, Tribunos, Profetas e Sacerdotes: Intelectuais e Ideologias no Século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. p.206-223.


Extraído e adaptado de: Bolívar Lamounier, Tribunos, Profetas e Sacerdotes: Intelectuais e Ideologias no Século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. p.206-223.
Considere as três afirmações abaixo.
I. Lamounier admite que existe um tipo de clientelismo que se origina da importância das relações familiares e de interesse pessoal em certas sociedades, como concebido por Sérgio Buarque.
II. Lamounier aponta que há um outro tipo de clientelismo, que se origina da apropriação dos mecanismos e recursos do Estado para favorecimento de pessoas próximas.
III. Lamounier discorda totalmente da análise de Sérgio Buarque de Holanda das origens das relações clientelísticas no Estado brasileiro.
Quais das afirmações estão de acordo com o texto?