Questões de Concurso Sobre português

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Q3671582 Português
Analise as afirmativas a seguir e verifique se os sinais de pontuação estão sendo utilizados corretamente.

I. Luciana teve uma ideia: fazer um bolo.
II. Eu avisei para ele pendurar, os casacos no gancho.
III. Samuel viajou para a praia.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3671581 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


“Eu fui aparelhado para gostar de passarinhos.
Tenho abundância de ser feliz por isso.
Meu quintal é maior do que o mundo.
Sou um apanhador de desperdícios...”


Trecho do poema Apanhador de desperdícios, de Manoel de Barros.
Assinale a alternativa que enumera corretamente os pronomes que aparecem no trecho:

“Eu fui aparelhado para gostar de passarinhos. Tenho abundância de ser feliz por isso”.
Alternativas
Q3671580 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


“Eu fui aparelhado para gostar de passarinhos.
Tenho abundância de ser feliz por isso.
Meu quintal é maior do que o mundo.
Sou um apanhador de desperdícios...”


Trecho do poema Apanhador de desperdícios, de Manoel de Barros.
A palavra “passarinhos” pode ser corretamente classificada como:
Alternativas
Q3671579 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


“Eu fui aparelhado para gostar de passarinhos.
Tenho abundância de ser feliz por isso.
Meu quintal é maior do que o mundo.
Sou um apanhador de desperdícios...”


Trecho do poema Apanhador de desperdícios, de Manoel de Barros.
Na frase “Tenho abundância de ser feliz por isso.”, quais palavras são verbos?
Alternativas
Q3671578 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


“Eu fui aparelhado para gostar de passarinhos.
Tenho abundância de ser feliz por isso.
Meu quintal é maior do que o mundo.
Sou um apanhador de desperdícios...”


Trecho do poema Apanhador de desperdícios, de Manoel de Barros.
A palavra “desperdícios”, no texto, está corretamente grafada. Qual das alternativas a seguir tem um termo semelhante e correto?
Alternativas
Q3671577 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


“Eu fui aparelhado para gostar de passarinhos.
Tenho abundância de ser feliz por isso.
Meu quintal é maior do que o mundo.
Sou um apanhador de desperdícios...”


Trecho do poema Apanhador de desperdícios, de Manoel de Barros.
No trecho do texto de Manoel de Barros, por que ele diz ter abundância de ser feliz?
Alternativas
Q3670559 Português
Verifica-se verbo irregular apenas em: 
Alternativas
Q3670558 Português
Assinale a alternativa em que o elemento em destaque é um advérbio de possibilidade ou dúvida.
Alternativas
Q3670557 Português
A sentença em que se verifica um substantivo próprio como complemento verbal é: 
Alternativas
Q3670556 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Meu coração



    No fim, desculpe a literatura, é tudo entre nós e o nosso coração. Depois do dito e do feito, depois da paixão e da razão, depois da vida das células e da vida social e da vida cívica e das idas e das voltas, e da História e da biografia, e do que os outros fizeram conosco e nós fizemos com os outros, é tudo entre nós e ele. Segundos fora. Nós e ele. A única conversa que vale, a única intimidade que conta. O coração não tem nada a ver com nada, fora a sístole e a diástole e a sua fisiologia medíocre. Ele nem nos daria conversa, se não dependesse de nós, se não precisasse da embalagem, dos terminais e de alguém que cuide dele. Tudo que lhe atribuem, do mais romântico ao mais calhorda, é falso. Trata-se de um mero músculo, e de um músculo egoísta, que só quer saber da sua própria sobrevivência. Da qual, por uma cruel coincidência, depende a nossa.

    Fala-se do “time do coração”. Mentira. O coração não tem time. O coração não se interessa por futebol. Só hoje, por exemplo, o meu se deu conta de onde estava. Paris, Nantes, Marselha ou qualquer outra cidade, é tudo o mesmo para ele, desde que ele tenha um lugar seguro onde possa bater e cuidar da sua vidinha. Mas de repente ele se deu conta e pediu satisfações. Para onde eu o tinha trazido? Expliquei. A França, a Copa, o Brasil, os jogos, a beleza dos jogos...

    Meu coração não quis ouvir falar da beleza dos jogos. Ele não tem nenhum senso estético. Quis saber que história era aquela de morte súbita.

    — É uma maneira nova de decidir as partidas que acabam empatadas. Há uma prorrogação e quem marcar o primeiro gol ganha.

    Meu coração não quis acreditar.

    — Quer dizer que, se esse time pelo qual você torce, como é mesmo o nome?

    — Brasil.

    — Quer dizer que, se o Brasil empatar com algum outro time, tem prorrogação com morte súbita?

    — É... 

    — Você sabia disso quando me trouxe para cá?

    — Sabia.

    — Você deliberadamente me trouxe a um evento em que eu posso parar de repente, mesmo não tendo nada a ver com isso? Não era para ser um campeonato de futebol, um esporte, um divertimento, enfim, nada que me dissesse respeito?

    — Desculpe. Eu tentei substituí-lo pelo distanciamento crítico, mas...

    — Só me diz uma coisa. Se a prorrogação terminar sem que ninguém marque gol, o que acontece?

    — Aí decidem nos pênaltis.

    — Me leva pra casa. Me leva pra casa imediatamente. E pare de me envolver nos seus divertimentos. Você parece que não tem coração.

    — Mas nada disso vai acontecer com o Brasil. Prorrogação, pênaltis, nada disso.

    — Quase aconteceu contra a Dinamarca!

    — É, mas...

    — Me tira daqui!



VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

O advérbio que melhor substitui “deliberadamente”, em “— Você deliberadamente me trouxe a um evento em que eu posso parar de repente, mesmo não tendo nada a ver com isso?”, é: 
Alternativas
Q3670555 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Meu coração



    No fim, desculpe a literatura, é tudo entre nós e o nosso coração. Depois do dito e do feito, depois da paixão e da razão, depois da vida das células e da vida social e da vida cívica e das idas e das voltas, e da História e da biografia, e do que os outros fizeram conosco e nós fizemos com os outros, é tudo entre nós e ele. Segundos fora. Nós e ele. A única conversa que vale, a única intimidade que conta. O coração não tem nada a ver com nada, fora a sístole e a diástole e a sua fisiologia medíocre. Ele nem nos daria conversa, se não dependesse de nós, se não precisasse da embalagem, dos terminais e de alguém que cuide dele. Tudo que lhe atribuem, do mais romântico ao mais calhorda, é falso. Trata-se de um mero músculo, e de um músculo egoísta, que só quer saber da sua própria sobrevivência. Da qual, por uma cruel coincidência, depende a nossa.

    Fala-se do “time do coração”. Mentira. O coração não tem time. O coração não se interessa por futebol. Só hoje, por exemplo, o meu se deu conta de onde estava. Paris, Nantes, Marselha ou qualquer outra cidade, é tudo o mesmo para ele, desde que ele tenha um lugar seguro onde possa bater e cuidar da sua vidinha. Mas de repente ele se deu conta e pediu satisfações. Para onde eu o tinha trazido? Expliquei. A França, a Copa, o Brasil, os jogos, a beleza dos jogos...

    Meu coração não quis ouvir falar da beleza dos jogos. Ele não tem nenhum senso estético. Quis saber que história era aquela de morte súbita.

    — É uma maneira nova de decidir as partidas que acabam empatadas. Há uma prorrogação e quem marcar o primeiro gol ganha.

    Meu coração não quis acreditar.

    — Quer dizer que, se esse time pelo qual você torce, como é mesmo o nome?

    — Brasil.

    — Quer dizer que, se o Brasil empatar com algum outro time, tem prorrogação com morte súbita?

    — É... 

    — Você sabia disso quando me trouxe para cá?

    — Sabia.

    — Você deliberadamente me trouxe a um evento em que eu posso parar de repente, mesmo não tendo nada a ver com isso? Não era para ser um campeonato de futebol, um esporte, um divertimento, enfim, nada que me dissesse respeito?

    — Desculpe. Eu tentei substituí-lo pelo distanciamento crítico, mas...

    — Só me diz uma coisa. Se a prorrogação terminar sem que ninguém marque gol, o que acontece?

    — Aí decidem nos pênaltis.

    — Me leva pra casa. Me leva pra casa imediatamente. E pare de me envolver nos seus divertimentos. Você parece que não tem coração.

    — Mas nada disso vai acontecer com o Brasil. Prorrogação, pênaltis, nada disso.

    — Quase aconteceu contra a Dinamarca!

    — É, mas...

    — Me tira daqui!



VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

O excerto a seguir cuja colocação pronominal está incorreta, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, é: 
Alternativas
Q3670553 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Meu coração



    No fim, desculpe a literatura, é tudo entre nós e o nosso coração. Depois do dito e do feito, depois da paixão e da razão, depois da vida das células e da vida social e da vida cívica e das idas e das voltas, e da História e da biografia, e do que os outros fizeram conosco e nós fizemos com os outros, é tudo entre nós e ele. Segundos fora. Nós e ele. A única conversa que vale, a única intimidade que conta. O coração não tem nada a ver com nada, fora a sístole e a diástole e a sua fisiologia medíocre. Ele nem nos daria conversa, se não dependesse de nós, se não precisasse da embalagem, dos terminais e de alguém que cuide dele. Tudo que lhe atribuem, do mais romântico ao mais calhorda, é falso. Trata-se de um mero músculo, e de um músculo egoísta, que só quer saber da sua própria sobrevivência. Da qual, por uma cruel coincidência, depende a nossa.

    Fala-se do “time do coração”. Mentira. O coração não tem time. O coração não se interessa por futebol. Só hoje, por exemplo, o meu se deu conta de onde estava. Paris, Nantes, Marselha ou qualquer outra cidade, é tudo o mesmo para ele, desde que ele tenha um lugar seguro onde possa bater e cuidar da sua vidinha. Mas de repente ele se deu conta e pediu satisfações. Para onde eu o tinha trazido? Expliquei. A França, a Copa, o Brasil, os jogos, a beleza dos jogos...

    Meu coração não quis ouvir falar da beleza dos jogos. Ele não tem nenhum senso estético. Quis saber que história era aquela de morte súbita.

    — É uma maneira nova de decidir as partidas que acabam empatadas. Há uma prorrogação e quem marcar o primeiro gol ganha.

    Meu coração não quis acreditar.

    — Quer dizer que, se esse time pelo qual você torce, como é mesmo o nome?

    — Brasil.

    — Quer dizer que, se o Brasil empatar com algum outro time, tem prorrogação com morte súbita?

    — É... 

    — Você sabia disso quando me trouxe para cá?

    — Sabia.

    — Você deliberadamente me trouxe a um evento em que eu posso parar de repente, mesmo não tendo nada a ver com isso? Não era para ser um campeonato de futebol, um esporte, um divertimento, enfim, nada que me dissesse respeito?

    — Desculpe. Eu tentei substituí-lo pelo distanciamento crítico, mas...

    — Só me diz uma coisa. Se a prorrogação terminar sem que ninguém marque gol, o que acontece?

    — Aí decidem nos pênaltis.

    — Me leva pra casa. Me leva pra casa imediatamente. E pare de me envolver nos seus divertimentos. Você parece que não tem coração.

    — Mas nada disso vai acontecer com o Brasil. Prorrogação, pênaltis, nada disso.

    — Quase aconteceu contra a Dinamarca!

    — É, mas...

    — Me tira daqui!



VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

Considere o seguinte excerto: “Da qual, por uma cruel coincidência, depende a nossa.” O pronome relativo empregado neste excerto retoma no texto o termo antecedente:
Alternativas
Q3670552 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Meu coração



    No fim, desculpe a literatura, é tudo entre nós e o nosso coração. Depois do dito e do feito, depois da paixão e da razão, depois da vida das células e da vida social e da vida cívica e das idas e das voltas, e da História e da biografia, e do que os outros fizeram conosco e nós fizemos com os outros, é tudo entre nós e ele. Segundos fora. Nós e ele. A única conversa que vale, a única intimidade que conta. O coração não tem nada a ver com nada, fora a sístole e a diástole e a sua fisiologia medíocre. Ele nem nos daria conversa, se não dependesse de nós, se não precisasse da embalagem, dos terminais e de alguém que cuide dele. Tudo que lhe atribuem, do mais romântico ao mais calhorda, é falso. Trata-se de um mero músculo, e de um músculo egoísta, que só quer saber da sua própria sobrevivência. Da qual, por uma cruel coincidência, depende a nossa.

    Fala-se do “time do coração”. Mentira. O coração não tem time. O coração não se interessa por futebol. Só hoje, por exemplo, o meu se deu conta de onde estava. Paris, Nantes, Marselha ou qualquer outra cidade, é tudo o mesmo para ele, desde que ele tenha um lugar seguro onde possa bater e cuidar da sua vidinha. Mas de repente ele se deu conta e pediu satisfações. Para onde eu o tinha trazido? Expliquei. A França, a Copa, o Brasil, os jogos, a beleza dos jogos...

    Meu coração não quis ouvir falar da beleza dos jogos. Ele não tem nenhum senso estético. Quis saber que história era aquela de morte súbita.

    — É uma maneira nova de decidir as partidas que acabam empatadas. Há uma prorrogação e quem marcar o primeiro gol ganha.

    Meu coração não quis acreditar.

    — Quer dizer que, se esse time pelo qual você torce, como é mesmo o nome?

    — Brasil.

    — Quer dizer que, se o Brasil empatar com algum outro time, tem prorrogação com morte súbita?

    — É... 

    — Você sabia disso quando me trouxe para cá?

    — Sabia.

    — Você deliberadamente me trouxe a um evento em que eu posso parar de repente, mesmo não tendo nada a ver com isso? Não era para ser um campeonato de futebol, um esporte, um divertimento, enfim, nada que me dissesse respeito?

    — Desculpe. Eu tentei substituí-lo pelo distanciamento crítico, mas...

    — Só me diz uma coisa. Se a prorrogação terminar sem que ninguém marque gol, o que acontece?

    — Aí decidem nos pênaltis.

    — Me leva pra casa. Me leva pra casa imediatamente. E pare de me envolver nos seus divertimentos. Você parece que não tem coração.

    — Mas nada disso vai acontecer com o Brasil. Prorrogação, pênaltis, nada disso.

    — Quase aconteceu contra a Dinamarca!

    — É, mas...

    — Me tira daqui!



VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

O texto é marcado pela figura de linguagem: 
Alternativas
Q3669646 Português
Leia a Charge abaixo:
Imagem associada para resolução da questão
Na frase do personagem de chapéu "O senhor tá ótimo!", qual é o nome do sinal de pontuação usado no final da frase.
Alternativas
Q3669645 Português

Quadrilha

“A quadrilha é uma dança folclórica realizada durante as Festas Juninas, comuns nos meses de junho e julho. Ela é dançada em pares e conta com a música, os passos e a vestimenta do universo caipira como seus elementos principais.

Com origens europeias, a quadrilha como é conhecida atualmente recebeu ao longo do tempo influências de ritmos nordestinos, indígenas e africanos. Outros nomes dados à manifestação são: quadrilha junina e quadrilha caipira.”

Disponível no site: https://brasilescola.uol.com.br/detalhes-festa-junina/quadrilha.htm 
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão escritas corretamente:
Alternativas
Q3669644 Português

Quadrilha

“A quadrilha é uma dança folclórica realizada durante as Festas Juninas, comuns nos meses de junho e julho. Ela é dançada em pares e conta com a música, os passos e a vestimenta do universo caipira como seus elementos principais.

Com origens europeias, a quadrilha como é conhecida atualmente recebeu ao longo do tempo influências de ritmos nordestinos, indígenas e africanos. Outros nomes dados à manifestação são: quadrilha junina e quadrilha caipira.”

Disponível no site: https://brasilescola.uol.com.br/detalhes-festa-junina/quadrilha.htm 
Qual é a separação correta da palavra vestimenta
Alternativas
Q3669643 Português

Quadrilha

“A quadrilha é uma dança folclórica realizada durante as Festas Juninas, comuns nos meses de junho e julho. Ela é dançada em pares e conta com a música, os passos e a vestimenta do universo caipira como seus elementos principais.

Com origens europeias, a quadrilha como é conhecida atualmente recebeu ao longo do tempo influências de ritmos nordestinos, indígenas e africanos. Outros nomes dados à manifestação são: quadrilha junina e quadrilha caipira.”

Disponível no site: https://brasilescola.uol.com.br/detalhes-festa-junina/quadrilha.htm 
Quais são os outros nomes citados para a quadrilha no texto?  
Alternativas
Q3669642 Português

Quadrilha

“A quadrilha é uma dança folclórica realizada durante as Festas Juninas, comuns nos meses de junho e julho. Ela é dançada em pares e conta com a música, os passos e a vestimenta do universo caipira como seus elementos principais.

Com origens europeias, a quadrilha como é conhecida atualmente recebeu ao longo do tempo influências de ritmos nordestinos, indígenas e africanos. Outros nomes dados à manifestação são: quadrilha junina e quadrilha caipira.”

Disponível no site: https://brasilescola.uol.com.br/detalhes-festa-junina/quadrilha.htm 
De acordo com o texto em quais meses do ano a quadrilha é tradicionalmente realizada?  
Alternativas
Q3669398 Português
Observe o enunciado abaixo e assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna:

A história é a matéria-prima para as __________ nacionalistas ou étnicas ou fundamentalistas, tal como as papoulas são a matéria-prima para o vício da heroína. O passado é um elemento essencial, talvez o elemento essencial nessas ideologias. Se não há nenhum __________ satisfatório, sempre é possível inventá-lo. De fato, na natureza das coisas não costuma haver nenhum passado completamente __________, porque o fenômeno que essas ideologias pretendem justificar não é antigo ou eterno mas historicamente novo.
Alternativas
Q3669381 Português
Marque a alternativa que preenche as lacunas a seguir corretamente:

“Pois esse colega foi convidado, outro dia, _______ ver uma coisa bela. Que estivesse pela manhã bem cedo junto _______ edifício Brasília (o último da avenida Rio Branco, perto do Obelisco) para assistir _______ coleta de lixo. Foi. Viu chegar o caminhão 8-100 da Limpeza Urbana, e saltarem os ajudantes, que se puseram _______ carregar e despejar _______ latas de lixo. Enquanto isso, que fazia o motorista? O mesmo de toda manhã. Pegava um espanador e um pedaço de flanela, e fazia o seu carro ficar rebrilhando de limpeza.” 

(BRAGA, Rubem. O motorista do 8-100. Manchete. Rio de Janeiro, 17 jul 1954. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13088/omotorista-do-8-100.)
Alternativas
Respostas
28441: D
28442: B
28443: A
28444: D
28445: E
28446: C
28447: E
28448: C
28449: B
28450: E
28451: A
28452: C
28453: B
28454: B
28455: D
28456: A
28457: C
28458: B
28459: C
28460: B