Questões de Concurso Sobre português

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Q3781889 Português

Leia a tira para responder a questão:


texto.jpg (276×362)


(Bill Waterson, “O Melhor de Calvin”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 25.08.2027. Adaptado)

De acordo com Koch e Elias (Ler e escrever: estratégias de produção textual. 2011), na frase do 2° quadro “Tudo incomoda!”, o termo destacado funciona na progressão textual como um
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Q3781888 Português

Leia o texto para responder a questão:


        Quando se pede para alguém apanhar um lápis com a mão esquerda e nomear o objeto em voz alta, ocorre uma troca de informações entre os dois hemisférios cerebrais. Uma área responsável pela sensibilidade tátil da mão esquerda, situada no hemisfério direito, transmite sinais para outra, no hemisfério esquerdo, que processa a fala. Há tempos se sabe que o que torna possível essa comunicação é uma estrutura chamada corpo caloso, um feixe robusto formado por dezenas de milhões de fibras da substância branca – os axônios, prolongamentos de neurônios (células executivas do sistema nervoso). Ele funciona como uma ponte, permitindo o intercâmbio de informações entre as diferentes regiões dos dois hemisférios. No ser humano, o corpo caloso chega a ter 10 centímetros (cm) de comprimento e quase 2 cm de espessura.


        Um estudo publicado em agosto na revista Cerebral Cortex por pesquisadores brasileiros, porém, indica que o corpo caloso não é a única via de comunicação entre o lado direito e o esquerdo do cérebro. Há outras, mais sutis, que permaneciam ocultas e foram descritas e, mais recentemente, mapeadas por eles. São as comissuras talâmicas, feixes mais delgados de substância branca que atravessam uma estrutura cerebral situada logo abaixo do corpo caloso: o tálamo. Com cerca de 4 cm de comprimento e forma ovalada, o tálamo é uma estrutura que existe em duplicata (há um em cada hemisfério) e processa e retransmite informações sensoriais para áreas que controlam o movimento, além de regular a consciência, o sono, a atenção e a memória.


(Sophia La Banca, “Neurocientistas brasileiros mapeiam conexões ocultas do cérebro. https://revistapesquisa.fapesp.br/, 11.10.2025. Adaptado)

Considere as passagens:
•  Quando se pede para alguém apanhar um lápis com a mão esquerda e nomear o objeto em voz alta... (1° parágrafo)
•  Um estudo publicado em agosto na revista Cerebral Cortex por pesquisadores brasileiros, porém, indica que o corpo caloso não é a única via de comunicação entre o lado direito e o esquerdo do cérebro. (2° parágrafo)
•  ... o tálamo é uma estrutura que existe em duplicata [...] e processa e retransmite informações sensoriais para áreas que controlam o movimento, além de regular a consciência, o sono, a atenção e a memória. (2° parágrafo)
De acordo com Koch e Elias (Ler e compreender: os sentidos do texto. 2011), as expressões destacadas são responsáveis pela coesão
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Q3781887 Português

Leia o texto para responder a questão:


        Quando se pede para alguém apanhar um lápis com a mão esquerda e nomear o objeto em voz alta, ocorre uma troca de informações entre os dois hemisférios cerebrais. Uma área responsável pela sensibilidade tátil da mão esquerda, situada no hemisfério direito, transmite sinais para outra, no hemisfério esquerdo, que processa a fala. Há tempos se sabe que o que torna possível essa comunicação é uma estrutura chamada corpo caloso, um feixe robusto formado por dezenas de milhões de fibras da substância branca – os axônios, prolongamentos de neurônios (células executivas do sistema nervoso). Ele funciona como uma ponte, permitindo o intercâmbio de informações entre as diferentes regiões dos dois hemisférios. No ser humano, o corpo caloso chega a ter 10 centímetros (cm) de comprimento e quase 2 cm de espessura.


        Um estudo publicado em agosto na revista Cerebral Cortex por pesquisadores brasileiros, porém, indica que o corpo caloso não é a única via de comunicação entre o lado direito e o esquerdo do cérebro. Há outras, mais sutis, que permaneciam ocultas e foram descritas e, mais recentemente, mapeadas por eles. São as comissuras talâmicas, feixes mais delgados de substância branca que atravessam uma estrutura cerebral situada logo abaixo do corpo caloso: o tálamo. Com cerca de 4 cm de comprimento e forma ovalada, o tálamo é uma estrutura que existe em duplicata (há um em cada hemisfério) e processa e retransmite informações sensoriais para áreas que controlam o movimento, além de regular a consciência, o sono, a atenção e a memória.


(Sophia La Banca, “Neurocientistas brasileiros mapeiam conexões ocultas do cérebro. https://revistapesquisa.fapesp.br/, 11.10.2025. Adaptado)

De acordo com Kleiman (2017), “Embora nem todas as relações entre uma palavra e seu contexto linguístico sejam passíveis de descrição e classificação, muitas delas são predizíveis, especialmente quando levamos em conta questões sobre gênero textual. [...] Muitas vezes, continuar lendo após o aparecimento da palavra desconhecida irá deixar claro o significado dessa palavra, pois a definição vem em seguida.” A explicação da autora é comprovada com a passagem do texto:
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Q3781886 Português

Leia o texto para responder a questão:


        Quando se pede para alguém apanhar um lápis com a mão esquerda e nomear o objeto em voz alta, ocorre uma troca de informações entre os dois hemisférios cerebrais. Uma área responsável pela sensibilidade tátil da mão esquerda, situada no hemisfério direito, transmite sinais para outra, no hemisfério esquerdo, que processa a fala. Há tempos se sabe que o que torna possível essa comunicação é uma estrutura chamada corpo caloso, um feixe robusto formado por dezenas de milhões de fibras da substância branca – os axônios, prolongamentos de neurônios (células executivas do sistema nervoso). Ele funciona como uma ponte, permitindo o intercâmbio de informações entre as diferentes regiões dos dois hemisférios. No ser humano, o corpo caloso chega a ter 10 centímetros (cm) de comprimento e quase 2 cm de espessura.


        Um estudo publicado em agosto na revista Cerebral Cortex por pesquisadores brasileiros, porém, indica que o corpo caloso não é a única via de comunicação entre o lado direito e o esquerdo do cérebro. Há outras, mais sutis, que permaneciam ocultas e foram descritas e, mais recentemente, mapeadas por eles. São as comissuras talâmicas, feixes mais delgados de substância branca que atravessam uma estrutura cerebral situada logo abaixo do corpo caloso: o tálamo. Com cerca de 4 cm de comprimento e forma ovalada, o tálamo é uma estrutura que existe em duplicata (há um em cada hemisfério) e processa e retransmite informações sensoriais para áreas que controlam o movimento, além de regular a consciência, o sono, a atenção e a memória.


(Sophia La Banca, “Neurocientistas brasileiros mapeiam conexões ocultas do cérebro. https://revistapesquisa.fapesp.br/, 11.10.2025. Adaptado)

Com base no conceito de conhecimento textual exposto por Kleiman (2008), quando se desenvolve atividade de leitura em sala de aula com o texto apresentado, há que se reconhecer que nele se identifica a estrutura
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Q3781885 Português
Ao analisar a repetição como estratégia de construção do texto falado, Koch (2007) explica que “... podem-se, com relação ao português brasileiro, características peculiares, talvez comuns a algumas outras línguas, mas, certamente, não à maioria delas.” Entre essas peculiaridades, uma de ordem sintática, com redundância de informação, ocorre em:
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Q3781884 Português
Leia o excerto do conto de Conceição Evaristo para responder a questão:

        A morte brinca com balas nos dedos gatilhos dos meninos. Dorvi se lembrou do combinado, o juramento feito em voz uníssona, gritado sob o pipocar dos tiros:

        — A gente combinamos de não morrer!

        Limpou os olhos. Lágrimas apontavam diversos sentimentos. A fumaça que subia do monturo de lixo ao lado justificava qualquer gota ou rio-mar que surgisse e rolasse pela face abaixo. Era a fumaça, desculpou-se consigo mesmo e cantarolou mordiscando a dor, a canção do Seixas: “Quem não tem colírio usa óculos escuros.”

        A morte incendeia a vida, como se essa estopa fosse. Molambos erigem fumaça no ar. Na lixeira, corpos são incinerados. A vida é capim, mato, lixo, é pele e cabelo. É e não é. Na televisão deu:

        — Mataram a mulher, puseram o corpo na lixeira e atearam fogo!

(Conceição Evaristo, “A gente combinamos de não morrer”. Olhos d’água, 2016)
Em relação à frase do 2° parágrafo “— A gente combinamos de não morrer!”, são análises coerentes com o exposto por Bechara (2015), Bagno (2003) e Martins (2008), correta e respectivamente:
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Q3781883 Português
Leia o excerto do conto de Conceição Evaristo para responder a questão:

        A morte brinca com balas nos dedos gatilhos dos meninos. Dorvi se lembrou do combinado, o juramento feito em voz uníssona, gritado sob o pipocar dos tiros:

        — A gente combinamos de não morrer!

        Limpou os olhos. Lágrimas apontavam diversos sentimentos. A fumaça que subia do monturo de lixo ao lado justificava qualquer gota ou rio-mar que surgisse e rolasse pela face abaixo. Era a fumaça, desculpou-se consigo mesmo e cantarolou mordiscando a dor, a canção do Seixas: “Quem não tem colírio usa óculos escuros.”

        A morte incendeia a vida, como se essa estopa fosse. Molambos erigem fumaça no ar. Na lixeira, corpos são incinerados. A vida é capim, mato, lixo, é pele e cabelo. É e não é. Na televisão deu:

        — Mataram a mulher, puseram o corpo na lixeira e atearam fogo!

(Conceição Evaristo, “A gente combinamos de não morrer”. Olhos d’água, 2016)
Considerando a estrutura do período simples e dos grupos oracionais, conforme o conceitua Evanildo Bechara (2015), o período do último parágrafo “— Mataram a mulher, puseram o corpo na lixeira e atearam fogo!” admite a seguinte reescrita e análise, em conformidade com a norma-padrão:
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Q3781882 Português
Leia o excerto do conto de Conceição Evaristo para responder a questão:

        A morte brinca com balas nos dedos gatilhos dos meninos. Dorvi se lembrou do combinado, o juramento feito em voz uníssona, gritado sob o pipocar dos tiros:

        — A gente combinamos de não morrer!

        Limpou os olhos. Lágrimas apontavam diversos sentimentos. A fumaça que subia do monturo de lixo ao lado justificava qualquer gota ou rio-mar que surgisse e rolasse pela face abaixo. Era a fumaça, desculpou-se consigo mesmo e cantarolou mordiscando a dor, a canção do Seixas: “Quem não tem colírio usa óculos escuros.”

        A morte incendeia a vida, como se essa estopa fosse. Molambos erigem fumaça no ar. Na lixeira, corpos são incinerados. A vida é capim, mato, lixo, é pele e cabelo. É e não é. Na televisão deu:

        — Mataram a mulher, puseram o corpo na lixeira e atearam fogo!

(Conceição Evaristo, “A gente combinamos de não morrer”. Olhos d’água, 2016)
A habilidade BNCC EF67LP38 prevê “Analisar os efeitos de sentido do uso de figuras de linguagem, como comparação, metáfora, metonímia, personificação, hipérbole, dentre outras.” No caso do conto lido, identifica-se uma metáfora na passagem
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Q3781881 Português
Leia o excerto do conto de Conceição Evaristo para responder a questão:

        A morte brinca com balas nos dedos gatilhos dos meninos. Dorvi se lembrou do combinado, o juramento feito em voz uníssona, gritado sob o pipocar dos tiros:

        — A gente combinamos de não morrer!

        Limpou os olhos. Lágrimas apontavam diversos sentimentos. A fumaça que subia do monturo de lixo ao lado justificava qualquer gota ou rio-mar que surgisse e rolasse pela face abaixo. Era a fumaça, desculpou-se consigo mesmo e cantarolou mordiscando a dor, a canção do Seixas: “Quem não tem colírio usa óculos escuros.”

        A morte incendeia a vida, como se essa estopa fosse. Molambos erigem fumaça no ar. Na lixeira, corpos são incinerados. A vida é capim, mato, lixo, é pele e cabelo. É e não é. Na televisão deu:

        — Mataram a mulher, puseram o corpo na lixeira e atearam fogo!

(Conceição Evaristo, “A gente combinamos de não morrer”. Olhos d’água, 2016)
Considere as frases:
— A gente combinamos de não morrer! (2o parágrafo)
— Mataram a mulher, puseram o corpo na lixeira e atearam fogo! (4° parágrafo) A habilidade BNCC EF69LP47 prevê “Analisar, em textos narrativos ficcionais, as diferentes formas de composição próprias de cada gênero, os recursos coesivos que constroem a passagem do tempo e articulam suas partes, [...] os efeitos de sentido decorrentes [...] do uso de pontuação expressiva...”. Com base nesse conhecimento, conclui­ -se corretamente que, nas frases transcritas, o uso do ponto de exclamação sinaliza, correta e respectivamente:
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Q3781880 Português
Leia o excerto do conto de Conceição Evaristo para responder a questão:

        A morte brinca com balas nos dedos gatilhos dos meninos. Dorvi se lembrou do combinado, o juramento feito em voz uníssona, gritado sob o pipocar dos tiros:

        — A gente combinamos de não morrer!

        Limpou os olhos. Lágrimas apontavam diversos sentimentos. A fumaça que subia do monturo de lixo ao lado justificava qualquer gota ou rio-mar que surgisse e rolasse pela face abaixo. Era a fumaça, desculpou-se consigo mesmo e cantarolou mordiscando a dor, a canção do Seixas: “Quem não tem colírio usa óculos escuros.”

        A morte incendeia a vida, como se essa estopa fosse. Molambos erigem fumaça no ar. Na lixeira, corpos são incinerados. A vida é capim, mato, lixo, é pele e cabelo. É e não é. Na televisão deu:

        — Mataram a mulher, puseram o corpo na lixeira e atearam fogo!

(Conceição Evaristo, “A gente combinamos de não morrer”. Olhos d’água, 2016)
De acordo com Luiz Antônio Marcuschi (2008), na passagem do 3° parágrafo “Era a fumaça, desculpou-se consigo mesmo e cantarolou mordiscando a dor, a canção do Seixas: ‘Quem não tem colírio usa óculos escuros.’”, constata-se a intertextualidade
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Q3781879 Português
Leia o excerto do conto de Conceição Evaristo para responder a questão:

        A morte brinca com balas nos dedos gatilhos dos meninos. Dorvi se lembrou do combinado, o juramento feito em voz uníssona, gritado sob o pipocar dos tiros:

        — A gente combinamos de não morrer!

        Limpou os olhos. Lágrimas apontavam diversos sentimentos. A fumaça que subia do monturo de lixo ao lado justificava qualquer gota ou rio-mar que surgisse e rolasse pela face abaixo. Era a fumaça, desculpou-se consigo mesmo e cantarolou mordiscando a dor, a canção do Seixas: “Quem não tem colírio usa óculos escuros.”

        A morte incendeia a vida, como se essa estopa fosse. Molambos erigem fumaça no ar. Na lixeira, corpos são incinerados. A vida é capim, mato, lixo, é pele e cabelo. É e não é. Na televisão deu:

        — Mataram a mulher, puseram o corpo na lixeira e atearam fogo!

(Conceição Evaristo, “A gente combinamos de não morrer”. Olhos d’água, 2016)
Em prática de leitura em sala de aula, com base em Dolz, Noverraz e Schneuwly (Gêneros orais e escritos na escola. 2004), os alunos devem reconhecer que, no texto de Conceição Evaristo, a capacidade de linguagem dominante e o domínio social de comunicação são, correta e respectivamente:
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Q3781878 Português
Leia o excerto do conto de Conceição Evaristo para responder a questão:

        A morte brinca com balas nos dedos gatilhos dos meninos. Dorvi se lembrou do combinado, o juramento feito em voz uníssona, gritado sob o pipocar dos tiros:

        — A gente combinamos de não morrer!

        Limpou os olhos. Lágrimas apontavam diversos sentimentos. A fumaça que subia do monturo de lixo ao lado justificava qualquer gota ou rio-mar que surgisse e rolasse pela face abaixo. Era a fumaça, desculpou-se consigo mesmo e cantarolou mordiscando a dor, a canção do Seixas: “Quem não tem colírio usa óculos escuros.”

        A morte incendeia a vida, como se essa estopa fosse. Molambos erigem fumaça no ar. Na lixeira, corpos são incinerados. A vida é capim, mato, lixo, é pele e cabelo. É e não é. Na televisão deu:

        — Mataram a mulher, puseram o corpo na lixeira e atearam fogo!

(Conceição Evaristo, “A gente combinamos de não morrer”. Olhos d’água, 2016)
De acordo com Antonio Candido (2011), “... todo processo de comunicação pressupõe um comunicante, no caso o artista; um comunicado, ou seja, a obra; um comunicando, que é o público a que se dirige; graças a isso define-se o quarto elemento do processo, isto é, o seu efeito. Esse caráter não deve obscurecer o fato de a arte ser, eminentemente, comunicação expressiva, expressão de realidades profundamente radicadas no artista, mais que transmissão de noções e conceitos.” Com base nas considerações, entende-se que o texto de Conceição Evaristo
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Q3781874 Português



(Mort Walker, “Recruta Zero”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 22.09.2025)

De acordo com Rojo (em R. Rojo; E. Moura, [orgs.]. Multiletramentos na escola. 2012), um texto como a tira do Recruta Zero exige do leitor o multiletramento, porque sua leitura
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Q3781873 Português



(Mort Walker, “Recruta Zero”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 22.09.2025)

Com base em Barbosa e Rojo (em Nascimento; Cristovão; Lousada [org.]. 2019), pode-se concluir, corretamente, que a tira é um gênero de texto que circula no mesmo campo que
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Q3781872 Português



(Mort Walker, “Recruta Zero”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 22.09.2025)

Com base em Koch e Elias (Ler e compreender: os sentidos do texto. 2011), conclui-se corretamente que o pronome “Elas”, no 1° quadro, tem emprego
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Q3781659 Português
No uso de nossa língua, é muito comum utilizarmos algumas estratégias discursivas para conferir uma carga semântica em nossas escolhas textuais, distinguindo do que é denominado sentido literal. Considerando isso, leia e analise a tirinha a seguir:

Imagem associada para resolução da questão

Fonte: Disponível em http://www.guiadosquadrinhos.com/artista/alexandre-beck/19324. Acesso em: 12 out. 2025.

Após leitura e análise da tirinha, marque a opção que explica os efeitos de sentido presentes nela:
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Q3781658 Português
Em relatório interno sobre a condução do projeto, a equipe técnica observou: “Trata-se de uma situação delicada e que implica riscos.”

A frase grifada acima apresenta um problema de paralelismo sintático. Assinale a alternativa que explica corretamente o problema e indica a forma de reescrita adequada.
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Q3781657 Português
Assinale a alternativa cuja análise de concordância verbal e estrutura sintática estão de acordo com a norma culta.
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Q3781655 Português
O texto a seguir é uma adaptação do seu original de Rui Neves Carreira, intitulado A nova censura. Considere-o para responder à pergunta.

A nova censura

    Vivemos em uma era em que já não é preciso mentir para enganar. Basta um título ambíguo e inflamado, e o estrago está feito. Nunca foi tão fácil manipular a percepção pública, nem tão perigoso ser superficial.
    As redes sociais, antes pontes de diálogo, tornaram-se arenas de espetáculo. E não há espetáculo mais barato que a indignação fabricada. Quantas vezes lemos apenas o título? Quantas vezes compartilhamos algo que confirma o que queremos acreditar, sem saber se é verdade? Pesquisas mostram que a maioria dos usuários não passa do título. Não leem, não refletem, apenas reagem.
   Mas não é apenas uma questão cultural ou de gosto. É política, e gravemente política. Essa nova realidade digital não afeta todos da mesma forma. Os discursos mais simples, mais radicais e inflamados são os que viajam mais rápido. O algoritmo adora a fúria, recompensa o exagero e não tem ética.
    É um terreno fértil para os demagogos. Eles não precisam provar nada, basta serem compartilháveis. Enquanto isso, os discursos mais equilibrados, mais complexos e mais responsáveis morrem no silêncio, porque não cabem em um tweet, porque exigem tempo, porque não geram polêmica.
    A democracia precisa de debate, mas esse novo palco não promove debate, promove combate. Estamos fabricando cidadãos de reação, não de reflexão. Cada clique apressado é uma moeda entregue a um sistema que desinforma mais do que informa.
   Ler é um ato político, compreender é um ato de resistência. Só revalorizando a leitura e a escuta poderemos preservar a liberdade de pensar.

Fonte: Adaptado de: CARREIRA, Rui Neves. A nova censura é o título. Observador, Lisboa, 4 jun. 2025. Disponível em: https:// observador.pt/opiniao/a-nova-censura-e-o-titulo/. Acesso em: 18 out. 2025.

Considerando os recursos expressivos e o tom argumentativo empregados pelo autor, assinale a alternativa que expressa corretamente o ponto de vista defendido no texto sobre o papel das redes sociais na formação da opinião pública.
Alternativas
Q3781654 Português
Algumas pessoas pensam que usar palavras estrangeiras é um exagero, ou seja, seria desnecessário, visto que nosso vocabulário é rico e não haveria motivo para tais usos. Outras pessoas consideram não haver qualquer problema de qualquer ordem no fato de existir a utilização de termos de outras línguas em nosso idioma. Considerando os dois posicionamentos explicitados, leia o cartum abaixo, identificando as palavras advindas da língua inglesa e seu significado em Língua Portuguesa.

Imagem associada para resolução da questão

Fonte: Disponível em https://www.moisescartuns.com.br/ search/label/estrangeirismo. Acesso em: 20 out. 2025.

Após leitura e identificação das palavras de origem inglesa presentes no cartum, marque a opção correta quanto à tradução e ao sentido empregado no Português:
Alternativas
Respostas
28081: A
28082: E
28083: B
28084: D
28085: B
28086: D
28087: A
28088: E
28089: B
28090: C
28091: E
28092: D
28093: C
28094: E
28095: D
28096: A
28097: B
28098: A
28099: C
28100: B