Questões de Concurso Sobre português

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Q3761562 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão..


Principais problemas ambientais


    Os principais problemas ambientais que existem no Brasil e no mundo são ocasionados pela intensificação das atividades humanas, como a produção industrial e a urbanização, pelo manejo inadequado dos solos e pelo uso intensivo e não sustentável dos recursos naturais. Os principais problemas ambientais são os seguintes: poluição atmosférica; aquecimento global; poluição hídrica e dos solos; desmatamento e queimadas; desertificação; perda de biodiversidade; descarte irregular de lixo. [..]

     [...]. É urgente a adoção de medidas capazes de conter o avanço dos principais problemas ambientais, de modo que seus impactos, que já são significativos, sejam reduzidos em médio e longo prazo. Isso garante uma melhor qualidade de vida para a população e proporciona a manutenção da fauna e da flora do nosso planeta.


Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/ geografia/principais-problemas-ambientais.htm.
Após a leitura do texto, considerando as afirmativas, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3761561 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão..


Principais problemas ambientais


    Os principais problemas ambientais que existem no Brasil e no mundo são ocasionados pela intensificação das atividades humanas, como a produção industrial e a urbanização, pelo manejo inadequado dos solos e pelo uso intensivo e não sustentável dos recursos naturais. Os principais problemas ambientais são os seguintes: poluição atmosférica; aquecimento global; poluição hídrica e dos solos; desmatamento e queimadas; desertificação; perda de biodiversidade; descarte irregular de lixo. [..]

     [...]. É urgente a adoção de medidas capazes de conter o avanço dos principais problemas ambientais, de modo que seus impactos, que já são significativos, sejam reduzidos em médio e longo prazo. Isso garante uma melhor qualidade de vida para a população e proporciona a manutenção da fauna e da flora do nosso planeta.


Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/ geografia/principais-problemas-ambientais.htm.
De acordo com o texto podemos afirmar que:
Alternativas
Q3761560 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Q8_10.png (717×460)

Disponível em: https://www.instagram.com/p/DPEZk3lkUZl/?img_index=6. Acesso em: 30 de setembro de 2025. 08)



O diálogo entre o pai e o filho, ilustrado nos quadrinhos apresentados, utiliza uma linguagem de registro:
Alternativas
Q3761559 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Q8_10.png (717×460)

Disponível em: https://www.instagram.com/p/DPEZk3lkUZl/?img_index=6. Acesso em: 30 de setembro de 2025. 08)



Na oração “Eu pedi pra você me ajudar” (4º quadrinho), o sujeito e o predicado classificam-se, respectivamente como: 
Alternativas
Q3761557 Português
O anúncio em destaque possui o objetivo de conscientizar os leitores acerca do tratamento adequado com os animais.  

Q7.png (322×317)
Disponível em: https://www.pmvc.ba.gov.br/. Acesso em: 30 de setembro de 2025.

Desse modo, o termo que preenche a lacuna presente no texto está corretamente grafado em: 
Alternativas
Q3761556 Português
A campanha do “Dezembro verde” é realizada em alusão ao dia 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos dos Animais. O movimento surgiu no ano de 2015, após divulgação de uma pesquisa realizada pela Organização Mundial de saúde (OMS), a qual apontava que, em 2014, o Brasil já tinha cerca de 30 milhões de cães e gatos nas ruas, sendo 10 milhões só de felinos.

Disponível em: https://www.petlove.com.br/dicas/ dezembro-verde-conscientizacao-ao-nao-abandono-de-animais. Acesso em: 30 de setembro de 2025. (Texto adaptado).

De acordo com o texto, o movimento “Dezembro verde”, existe há 11 anos. A expressão em destaque pode ser reescrita por meio do emprego do verbo “fazer”, substituindo o verbo “existir”. Desse modo, determine a alternativa que apresenta a reescrita da expressão conforme as regras de concordância verbal.  
Alternativas
Q3761555 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Pesquisador americano afirma: nascemos para correr!


Prazer, adrenalina, superação. Podemos ouvir as mais variadas respostas quando a questão é “o que leva tanta gente a correr”? Para quem não corre, não é tão lógico que correr faz bem. E nada parece explicar o que move a multidão que invade as ruas das principais cidades do Brasil e do mundo, principalmente aos domingos pela manhã. Mas para o paleoantropólogo David Lieberman, da Universidade Harvard, é simples: nós nascemos para correr.

Lieberman e sua equipe têm defendido ao longo da última década, que os seres humanos são atletas de longa distância natos, bichos que aprenderam a fazer da corrida uma estratégia adaptativa importante. E tudo começa com, adivinhem, qual parte do corpo? Os glúteos! Sim, isso mesmo. Nossos parentes mais próximos na escala evolutiva, os chimpanzés, a rigor quase não têm bumbum. Aliás, entre os primatas o Homo sapiens é o único bicho bundudo por excelência.

O gluteus maximus, como é conhecido o músculo traseiro entre os anatomistas, é um refinado estabilizador durante corridas de longa distância. Lieberman lembra que ele é muito usado para correr, mas quase não é ativado numa simples caminhada.

Outro ponto que leva o especialista de Harvard e seus companheiros de pesquisa a afirmar que a corrida faz parte da natureza humana é o ligamento nucal, estrutura anatômica que começa na região da nuca, como o próprio nome diz, e chega até a coluna. Os pesquisadores perceberam, durante experimentos nos quais porcos eram colocados para correr numa esteira, que os pobres suínos eram incapazes de manter a cabeça erguida durante a corrida mais longa. E isso se devia justamente ao fato de não possuírem o ligamento nucal.

Ao vasculhar fósseis dos vários períodos da evolução humana, os cientistas perceberam que as adaptações físicas e esqueléticas favoráveis à corrida são mesmo típicas do gênero Homo, em especial de formas com mais ou menos 2 milhões de anos.

Para Lieberman a capacidade de andar e correr por longas distâncias teria até mesmo turbinado, indiretamente, o aumento do cérebro dos hominídeos. Isso porque os maratonistas da linhagem humana teriam conseguido alcançar mais presas na caça e também obter mais carcaças de animais mortos por outros predadores, possibilitando maior consumo de proteína e gordura, “combustíveis” indispensáveis para um órgão tão beberão de energia quanto o cérebro. Podemos dizer que, nossos ancestrais corriam para ganhar calorias e não para perdê-las. Obviamente, a tese da equipe de Lieberman não passou sem contestação. John Hawks, especialista em evolução humana da Universidade Wisconsin, acha a ideia improvável: “se tivéssemos evoluído para correr, nasceríamos com uma garrafa de Gatorade implantada no braço”, brincou ele em seu blog.


Disponível em: https://www.jornalcorrida.com.br/post/ pesquisador-americano-afirma-nascemos-para-correr. Acesso em: 30 de setembro de 2025.
De acordo com o dicionário Priberam da Língua Portuguesa, confiável ferramenta on-line para consulta de palavras, o termo em destaque no trecho “Mas para o paleoantropólogo David Lieberman, da Universidade Harvard, é simples: nós nascemos para correr.”, refere-se a uma pessoa que se dedica ao estudo dos fósseis de hominídeos.

Sobre o processo de construção de tal vocábulo, julgue os itens a seguir.

I. A palavra é formada pela união dos termos “paleo” e “antropo”.
II. Ao se unirem para formar a palavra, os radicais “paleo” e “antropo” constroem o vocábulo por meio do processo de composição.
III. “-logo”, parte final da palavra, é um sufixo.

Pode-se afirmar o que consta: 
Alternativas
Q3761554 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Pesquisador americano afirma: nascemos para correr!


Prazer, adrenalina, superação. Podemos ouvir as mais variadas respostas quando a questão é “o que leva tanta gente a correr”? Para quem não corre, não é tão lógico que correr faz bem. E nada parece explicar o que move a multidão que invade as ruas das principais cidades do Brasil e do mundo, principalmente aos domingos pela manhã. Mas para o paleoantropólogo David Lieberman, da Universidade Harvard, é simples: nós nascemos para correr.

Lieberman e sua equipe têm defendido ao longo da última década, que os seres humanos são atletas de longa distância natos, bichos que aprenderam a fazer da corrida uma estratégia adaptativa importante. E tudo começa com, adivinhem, qual parte do corpo? Os glúteos! Sim, isso mesmo. Nossos parentes mais próximos na escala evolutiva, os chimpanzés, a rigor quase não têm bumbum. Aliás, entre os primatas o Homo sapiens é o único bicho bundudo por excelência.

O gluteus maximus, como é conhecido o músculo traseiro entre os anatomistas, é um refinado estabilizador durante corridas de longa distância. Lieberman lembra que ele é muito usado para correr, mas quase não é ativado numa simples caminhada.

Outro ponto que leva o especialista de Harvard e seus companheiros de pesquisa a afirmar que a corrida faz parte da natureza humana é o ligamento nucal, estrutura anatômica que começa na região da nuca, como o próprio nome diz, e chega até a coluna. Os pesquisadores perceberam, durante experimentos nos quais porcos eram colocados para correr numa esteira, que os pobres suínos eram incapazes de manter a cabeça erguida durante a corrida mais longa. E isso se devia justamente ao fato de não possuírem o ligamento nucal.

Ao vasculhar fósseis dos vários períodos da evolução humana, os cientistas perceberam que as adaptações físicas e esqueléticas favoráveis à corrida são mesmo típicas do gênero Homo, em especial de formas com mais ou menos 2 milhões de anos.

Para Lieberman a capacidade de andar e correr por longas distâncias teria até mesmo turbinado, indiretamente, o aumento do cérebro dos hominídeos. Isso porque os maratonistas da linhagem humana teriam conseguido alcançar mais presas na caça e também obter mais carcaças de animais mortos por outros predadores, possibilitando maior consumo de proteína e gordura, “combustíveis” indispensáveis para um órgão tão beberão de energia quanto o cérebro. Podemos dizer que, nossos ancestrais corriam para ganhar calorias e não para perdê-las. Obviamente, a tese da equipe de Lieberman não passou sem contestação. John Hawks, especialista em evolução humana da Universidade Wisconsin, acha a ideia improvável: “se tivéssemos evoluído para correr, nasceríamos com uma garrafa de Gatorade implantada no braço”, brincou ele em seu blog.


Disponível em: https://www.jornalcorrida.com.br/post/ pesquisador-americano-afirma-nascemos-para-correr. Acesso em: 30 de setembro de 2025.
No trecho “Ao vasculhar fósseis dos vários períodos da evolução humana, os cientistas perceberam que as adaptações físicas e esqueléticas favoráveis à corrida são mesmo típicas do gênero Homo, em especial de formas com mais ou menos 2 milhões de anos.”, o termo em destaque pode ser substituído, sem que o sentido do texto sofra alterações, pelo vocábulo:
Alternativas
Q3761553 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Pesquisador americano afirma: nascemos para correr!


Prazer, adrenalina, superação. Podemos ouvir as mais variadas respostas quando a questão é “o que leva tanta gente a correr”? Para quem não corre, não é tão lógico que correr faz bem. E nada parece explicar o que move a multidão que invade as ruas das principais cidades do Brasil e do mundo, principalmente aos domingos pela manhã. Mas para o paleoantropólogo David Lieberman, da Universidade Harvard, é simples: nós nascemos para correr.

Lieberman e sua equipe têm defendido ao longo da última década, que os seres humanos são atletas de longa distância natos, bichos que aprenderam a fazer da corrida uma estratégia adaptativa importante. E tudo começa com, adivinhem, qual parte do corpo? Os glúteos! Sim, isso mesmo. Nossos parentes mais próximos na escala evolutiva, os chimpanzés, a rigor quase não têm bumbum. Aliás, entre os primatas o Homo sapiens é o único bicho bundudo por excelência.

O gluteus maximus, como é conhecido o músculo traseiro entre os anatomistas, é um refinado estabilizador durante corridas de longa distância. Lieberman lembra que ele é muito usado para correr, mas quase não é ativado numa simples caminhada.

Outro ponto que leva o especialista de Harvard e seus companheiros de pesquisa a afirmar que a corrida faz parte da natureza humana é o ligamento nucal, estrutura anatômica que começa na região da nuca, como o próprio nome diz, e chega até a coluna. Os pesquisadores perceberam, durante experimentos nos quais porcos eram colocados para correr numa esteira, que os pobres suínos eram incapazes de manter a cabeça erguida durante a corrida mais longa. E isso se devia justamente ao fato de não possuírem o ligamento nucal.

Ao vasculhar fósseis dos vários períodos da evolução humana, os cientistas perceberam que as adaptações físicas e esqueléticas favoráveis à corrida são mesmo típicas do gênero Homo, em especial de formas com mais ou menos 2 milhões de anos.

Para Lieberman a capacidade de andar e correr por longas distâncias teria até mesmo turbinado, indiretamente, o aumento do cérebro dos hominídeos. Isso porque os maratonistas da linhagem humana teriam conseguido alcançar mais presas na caça e também obter mais carcaças de animais mortos por outros predadores, possibilitando maior consumo de proteína e gordura, “combustíveis” indispensáveis para um órgão tão beberão de energia quanto o cérebro. Podemos dizer que, nossos ancestrais corriam para ganhar calorias e não para perdê-las. Obviamente, a tese da equipe de Lieberman não passou sem contestação. John Hawks, especialista em evolução humana da Universidade Wisconsin, acha a ideia improvável: “se tivéssemos evoluído para correr, nasceríamos com uma garrafa de Gatorade implantada no braço”, brincou ele em seu blog.


Disponível em: https://www.jornalcorrida.com.br/post/ pesquisador-americano-afirma-nascemos-para-correr. Acesso em: 30 de setembro de 2025.
Analise as alternativas a seguir e assinale a que apresenta a justificativa adequada para a acentuação gráfica da palavra em destaque.
Alternativas
Q3761552 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Pesquisador americano afirma: nascemos para correr!


Prazer, adrenalina, superação. Podemos ouvir as mais variadas respostas quando a questão é “o que leva tanta gente a correr”? Para quem não corre, não é tão lógico que correr faz bem. E nada parece explicar o que move a multidão que invade as ruas das principais cidades do Brasil e do mundo, principalmente aos domingos pela manhã. Mas para o paleoantropólogo David Lieberman, da Universidade Harvard, é simples: nós nascemos para correr.

Lieberman e sua equipe têm defendido ao longo da última década, que os seres humanos são atletas de longa distância natos, bichos que aprenderam a fazer da corrida uma estratégia adaptativa importante. E tudo começa com, adivinhem, qual parte do corpo? Os glúteos! Sim, isso mesmo. Nossos parentes mais próximos na escala evolutiva, os chimpanzés, a rigor quase não têm bumbum. Aliás, entre os primatas o Homo sapiens é o único bicho bundudo por excelência.

O gluteus maximus, como é conhecido o músculo traseiro entre os anatomistas, é um refinado estabilizador durante corridas de longa distância. Lieberman lembra que ele é muito usado para correr, mas quase não é ativado numa simples caminhada.

Outro ponto que leva o especialista de Harvard e seus companheiros de pesquisa a afirmar que a corrida faz parte da natureza humana é o ligamento nucal, estrutura anatômica que começa na região da nuca, como o próprio nome diz, e chega até a coluna. Os pesquisadores perceberam, durante experimentos nos quais porcos eram colocados para correr numa esteira, que os pobres suínos eram incapazes de manter a cabeça erguida durante a corrida mais longa. E isso se devia justamente ao fato de não possuírem o ligamento nucal.

Ao vasculhar fósseis dos vários períodos da evolução humana, os cientistas perceberam que as adaptações físicas e esqueléticas favoráveis à corrida são mesmo típicas do gênero Homo, em especial de formas com mais ou menos 2 milhões de anos.

Para Lieberman a capacidade de andar e correr por longas distâncias teria até mesmo turbinado, indiretamente, o aumento do cérebro dos hominídeos. Isso porque os maratonistas da linhagem humana teriam conseguido alcançar mais presas na caça e também obter mais carcaças de animais mortos por outros predadores, possibilitando maior consumo de proteína e gordura, “combustíveis” indispensáveis para um órgão tão beberão de energia quanto o cérebro. Podemos dizer que, nossos ancestrais corriam para ganhar calorias e não para perdê-las. Obviamente, a tese da equipe de Lieberman não passou sem contestação. John Hawks, especialista em evolução humana da Universidade Wisconsin, acha a ideia improvável: “se tivéssemos evoluído para correr, nasceríamos com uma garrafa de Gatorade implantada no braço”, brincou ele em seu blog.


Disponível em: https://www.jornalcorrida.com.br/post/ pesquisador-americano-afirma-nascemos-para-correr. Acesso em: 30 de setembro de 2025.
Quanto à posição da sílaba tônica, indique a alternativa cujo vocábulo é classificado corretamente.
Alternativas
Q3761551 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Pesquisador americano afirma: nascemos para correr!


Prazer, adrenalina, superação. Podemos ouvir as mais variadas respostas quando a questão é “o que leva tanta gente a correr”? Para quem não corre, não é tão lógico que correr faz bem. E nada parece explicar o que move a multidão que invade as ruas das principais cidades do Brasil e do mundo, principalmente aos domingos pela manhã. Mas para o paleoantropólogo David Lieberman, da Universidade Harvard, é simples: nós nascemos para correr.

Lieberman e sua equipe têm defendido ao longo da última década, que os seres humanos são atletas de longa distância natos, bichos que aprenderam a fazer da corrida uma estratégia adaptativa importante. E tudo começa com, adivinhem, qual parte do corpo? Os glúteos! Sim, isso mesmo. Nossos parentes mais próximos na escala evolutiva, os chimpanzés, a rigor quase não têm bumbum. Aliás, entre os primatas o Homo sapiens é o único bicho bundudo por excelência.

O gluteus maximus, como é conhecido o músculo traseiro entre os anatomistas, é um refinado estabilizador durante corridas de longa distância. Lieberman lembra que ele é muito usado para correr, mas quase não é ativado numa simples caminhada.

Outro ponto que leva o especialista de Harvard e seus companheiros de pesquisa a afirmar que a corrida faz parte da natureza humana é o ligamento nucal, estrutura anatômica que começa na região da nuca, como o próprio nome diz, e chega até a coluna. Os pesquisadores perceberam, durante experimentos nos quais porcos eram colocados para correr numa esteira, que os pobres suínos eram incapazes de manter a cabeça erguida durante a corrida mais longa. E isso se devia justamente ao fato de não possuírem o ligamento nucal.

Ao vasculhar fósseis dos vários períodos da evolução humana, os cientistas perceberam que as adaptações físicas e esqueléticas favoráveis à corrida são mesmo típicas do gênero Homo, em especial de formas com mais ou menos 2 milhões de anos.

Para Lieberman a capacidade de andar e correr por longas distâncias teria até mesmo turbinado, indiretamente, o aumento do cérebro dos hominídeos. Isso porque os maratonistas da linhagem humana teriam conseguido alcançar mais presas na caça e também obter mais carcaças de animais mortos por outros predadores, possibilitando maior consumo de proteína e gordura, “combustíveis” indispensáveis para um órgão tão beberão de energia quanto o cérebro. Podemos dizer que, nossos ancestrais corriam para ganhar calorias e não para perdê-las. Obviamente, a tese da equipe de Lieberman não passou sem contestação. John Hawks, especialista em evolução humana da Universidade Wisconsin, acha a ideia improvável: “se tivéssemos evoluído para correr, nasceríamos com uma garrafa de Gatorade implantada no braço”, brincou ele em seu blog.


Disponível em: https://www.jornalcorrida.com.br/post/ pesquisador-americano-afirma-nascemos-para-correr. Acesso em: 30 de setembro de 2025.
De acordo com o texto, julgue as assertivas a seguir.

I. O estudo científico do paleoantropólogo David Lieberman comprova que nascemos para evoluir por meio da corrida.
II. A pesquisa realizada por Lieberman e sua equipe defende que os seres humanos são atletas natos.
III. Para o paleoantropólogo os seres humanos são os únicos a terem bumbum e ligamento nucal.
IV. O especialista em evolução humana, John Hawks, concorda e valida a pesquisa desenvolvida por Lieberman e sua equipe.

Assinale a alternativa que apresenta as assertivas corretas.
Alternativas
Q3761520 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Q19_20.png (470×534)

Disponível em: https://www.instagram.com/p/DO_Qj1ikaSH/?img_index=4. Acesso em: 10 de outubro de 2025.
Os verbos “Arrumou” (segundo quadrinho) e “é” (terceiro quadrinho) estão conjugados, respectivamente, nos tempos verbais:
Alternativas
Q3761519 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Q19_20.png (470×534)

Disponível em: https://www.instagram.com/p/DO_Qj1ikaSH/?img_index=4. Acesso em: 10 de outubro de 2025.
Ao citar “Ele redefiniu o que é prioridade!”, no terceiro quadrinho, a personagem Cortella expressa para a coruja, Philó, a sua visão acerca das mudanças na vida das pessoas.

Indique a afirmativa que melhor representa a mensagem citada pelo Cortella.
Alternativas
Q3761518 Português
Leia o meme a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/239676011411404340/. Acesso em: 12 de outubro de 2025.

Com base na ortografia oficial da Língua portuguesa, analise a escrita dos vocábulos “auto cuidado” e “auto destruição”, presentes no texto, julgando as afirmativas a seguir como verdadeira (V) ou falsa (F).

( ) ambos estão escritos em desacordo com as normas ortográficas vigentes. A escrita correta é “autocuidado” e “autodestruição”.
( ) ambos estão escritos de forma inadequada, pois o prefixo “anti-” deve ser seguido de hífen. Sendo assim, a escrita correta é “auto-cuidado” e “auto-destruição”.
( ) ambos estão escritos corretamente e seguem o acordo ortográfico vigente, o qual preconiza que palavras formadas pelo prefixo “anti-” são separadas sem o hífen.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3761517 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Q12_17.png (357×316)

REPRODUÇÃO/ ACERVO PESSOAL DE RICHARDSON SANTOS DE FREITAS Publicação circulou até 1977 e apresentou Mickey e Popeye ao público nacional


Edison Veiga Role, De Bled (Eslovênia) para a BBC News Brasil

11 outubro 2025


    Uma novidade chamou a atenção nas bancas do Rio de Janeiro há 120 anos, na quarta-feira, 11 de outubro de 1905.

    Em meio aos periódicos que informavam e entretinham a sociedade, uma publicação ilustrada e cheia de desenhos apelava ao olhar infantil: era a revistinha O Tico-Tico, considerada a primeira revista de histórias em quadrinhos do país.

     “Era uma revista criada para estimular as crianças à leitura, uma ideia moderna naquele momento”, diz o cartunista e jornalista José Alberto Lovetro, o JAL, presidente da Associação dos Cartunistas do Brasil.

    “Foi uma das pioneiras do mundo como revistas de quadrinhos, revista para crianças nesse formato. E realmente conseguiu entrar nas escolas, estimular as crianças à leitura”, analisa. “Por isso temos uma tradição aqui no Brasil de revistas em quadrinhos, abrindo caminho para desenhistas como o Mauricio de Sousa e o Ziraldo, que conseguiram manter esse público.”


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg02nxn2reo. Acesso em: 12 de outubro de 2025.


Analise as palavras a seguir e indique a alternativa em que todas são consideradas femininas.
Alternativas
Q3761516 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Q12_17.png (357×316)

REPRODUÇÃO/ ACERVO PESSOAL DE RICHARDSON SANTOS DE FREITAS Publicação circulou até 1977 e apresentou Mickey e Popeye ao público nacional


Edison Veiga Role, De Bled (Eslovênia) para a BBC News Brasil

11 outubro 2025


    Uma novidade chamou a atenção nas bancas do Rio de Janeiro há 120 anos, na quarta-feira, 11 de outubro de 1905.

    Em meio aos periódicos que informavam e entretinham a sociedade, uma publicação ilustrada e cheia de desenhos apelava ao olhar infantil: era a revistinha O Tico-Tico, considerada a primeira revista de histórias em quadrinhos do país.

     “Era uma revista criada para estimular as crianças à leitura, uma ideia moderna naquele momento”, diz o cartunista e jornalista José Alberto Lovetro, o JAL, presidente da Associação dos Cartunistas do Brasil.

    “Foi uma das pioneiras do mundo como revistas de quadrinhos, revista para crianças nesse formato. E realmente conseguiu entrar nas escolas, estimular as crianças à leitura”, analisa. “Por isso temos uma tradição aqui no Brasil de revistas em quadrinhos, abrindo caminho para desenhistas como o Mauricio de Sousa e o Ziraldo, que conseguiram manter esse público.”


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg02nxn2reo. Acesso em: 12 de outubro de 2025.


No Título do texto “A revista em quadrinhos que ‘reinventou’ leitura para crianças no Brasil há 120 anos”, os termos em destaque pertencem, respectivamente, às classes gramaticais:
Alternativas
Q3761515 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Q12_17.png (357×316)

REPRODUÇÃO/ ACERVO PESSOAL DE RICHARDSON SANTOS DE FREITAS Publicação circulou até 1977 e apresentou Mickey e Popeye ao público nacional


Edison Veiga Role, De Bled (Eslovênia) para a BBC News Brasil

11 outubro 2025


    Uma novidade chamou a atenção nas bancas do Rio de Janeiro há 120 anos, na quarta-feira, 11 de outubro de 1905.

    Em meio aos periódicos que informavam e entretinham a sociedade, uma publicação ilustrada e cheia de desenhos apelava ao olhar infantil: era a revistinha O Tico-Tico, considerada a primeira revista de histórias em quadrinhos do país.

     “Era uma revista criada para estimular as crianças à leitura, uma ideia moderna naquele momento”, diz o cartunista e jornalista José Alberto Lovetro, o JAL, presidente da Associação dos Cartunistas do Brasil.

    “Foi uma das pioneiras do mundo como revistas de quadrinhos, revista para crianças nesse formato. E realmente conseguiu entrar nas escolas, estimular as crianças à leitura”, analisa. “Por isso temos uma tradição aqui no Brasil de revistas em quadrinhos, abrindo caminho para desenhistas como o Mauricio de Sousa e o Ziraldo, que conseguiram manter esse público.”


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg02nxn2reo. Acesso em: 12 de outubro de 2025.


Assinale a alternativa cuja palavra apresenta as sílabas separadas de acordo com as regras ortográficas da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3761514 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Q12_17.png (357×316)

REPRODUÇÃO/ ACERVO PESSOAL DE RICHARDSON SANTOS DE FREITAS Publicação circulou até 1977 e apresentou Mickey e Popeye ao público nacional


Edison Veiga Role, De Bled (Eslovênia) para a BBC News Brasil

11 outubro 2025


    Uma novidade chamou a atenção nas bancas do Rio de Janeiro há 120 anos, na quarta-feira, 11 de outubro de 1905.

    Em meio aos periódicos que informavam e entretinham a sociedade, uma publicação ilustrada e cheia de desenhos apelava ao olhar infantil: era a revistinha O Tico-Tico, considerada a primeira revista de histórias em quadrinhos do país.

     “Era uma revista criada para estimular as crianças à leitura, uma ideia moderna naquele momento”, diz o cartunista e jornalista José Alberto Lovetro, o JAL, presidente da Associação dos Cartunistas do Brasil.

    “Foi uma das pioneiras do mundo como revistas de quadrinhos, revista para crianças nesse formato. E realmente conseguiu entrar nas escolas, estimular as crianças à leitura”, analisa. “Por isso temos uma tradição aqui no Brasil de revistas em quadrinhos, abrindo caminho para desenhistas como o Mauricio de Sousa e o Ziraldo, que conseguiram manter esse público.”


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg02nxn2reo. Acesso em: 12 de outubro de 2025.


No texto, as palavras “Rio de Janeiro”, “O Tico-Tico” e “Maurício de Sousa” foram iniciadas por letra maiúscula. Assinale a alternativa que justifica, respectivamente, o emprego da letra maiúscula na escrita dessas palavras.
Alternativas
Q3761513 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Q12_17.png (357×316)

REPRODUÇÃO/ ACERVO PESSOAL DE RICHARDSON SANTOS DE FREITAS Publicação circulou até 1977 e apresentou Mickey e Popeye ao público nacional


Edison Veiga Role, De Bled (Eslovênia) para a BBC News Brasil

11 outubro 2025


    Uma novidade chamou a atenção nas bancas do Rio de Janeiro há 120 anos, na quarta-feira, 11 de outubro de 1905.

    Em meio aos periódicos que informavam e entretinham a sociedade, uma publicação ilustrada e cheia de desenhos apelava ao olhar infantil: era a revistinha O Tico-Tico, considerada a primeira revista de histórias em quadrinhos do país.

     “Era uma revista criada para estimular as crianças à leitura, uma ideia moderna naquele momento”, diz o cartunista e jornalista José Alberto Lovetro, o JAL, presidente da Associação dos Cartunistas do Brasil.

    “Foi uma das pioneiras do mundo como revistas de quadrinhos, revista para crianças nesse formato. E realmente conseguiu entrar nas escolas, estimular as crianças à leitura”, analisa. “Por isso temos uma tradição aqui no Brasil de revistas em quadrinhos, abrindo caminho para desenhistas como o Mauricio de Sousa e o Ziraldo, que conseguiram manter esse público.”


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg02nxn2reo. Acesso em: 12 de outubro de 2025.


Na Língua Portuguesa, as palavras podem ser classificadas de acordo com a quantidade de sílabas que apresentam. Nesse sentido, indique a alternativa que classifica adequadamente a quantidade de sílabas das palavras a seguir.
Alternativas
Q3761512 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Q12_17.png (357×316)

REPRODUÇÃO/ ACERVO PESSOAL DE RICHARDSON SANTOS DE FREITAS Publicação circulou até 1977 e apresentou Mickey e Popeye ao público nacional


Edison Veiga Role, De Bled (Eslovênia) para a BBC News Brasil

11 outubro 2025


    Uma novidade chamou a atenção nas bancas do Rio de Janeiro há 120 anos, na quarta-feira, 11 de outubro de 1905.

    Em meio aos periódicos que informavam e entretinham a sociedade, uma publicação ilustrada e cheia de desenhos apelava ao olhar infantil: era a revistinha O Tico-Tico, considerada a primeira revista de histórias em quadrinhos do país.

     “Era uma revista criada para estimular as crianças à leitura, uma ideia moderna naquele momento”, diz o cartunista e jornalista José Alberto Lovetro, o JAL, presidente da Associação dos Cartunistas do Brasil.

    “Foi uma das pioneiras do mundo como revistas de quadrinhos, revista para crianças nesse formato. E realmente conseguiu entrar nas escolas, estimular as crianças à leitura”, analisa. “Por isso temos uma tradição aqui no Brasil de revistas em quadrinhos, abrindo caminho para desenhistas como o Mauricio de Sousa e o Ziraldo, que conseguiram manter esse público.”


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg02nxn2reo. Acesso em: 12 de outubro de 2025.


De acordo com o texto, analise as afirmativas a seguir e julgue-as, atribuindo V para as verdadeiras e F para as falsas.

( ) Ao citar que a publicação “apelava ao olhar infantil” o autor do texto indica que a revista era atrativa para as crianças.
( ) A ideia de produzir uma revista em quadrinhos não poderia ser moderna, pois a publicação ocorreu no ano 1905.
( ) As revistas em quadrinhos de Maurício de Sousa e Ziraldo são as pioneiras no Brasil.
( ) O uso de histórias em quadrinhos representou uma boa estratégia para incentivo à leitura. 

A sequência correta é: 
Alternativas
Respostas
24321: A
24322: B
24323: D
24324: D
24325: E
24326: A
24327: D
24328: B
24329: C
24330: C
24331: A
24332: E
24333: B
24334: C
24335: D
24336: A
24337: B
24338: C
24339: E
24340: E