Questões de Concurso Sobre português

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Q3811403 Português

TEXTO 2


Q9_12.png (332×521)

Q9_12_.png (324×193)


VERÍSSIMO, Luis Fernando. Os Seis Minutos. In: O Globo, 30 ago. 2025. Cultura. Acesso em: 31 ago. 2025.

O texto 2 questiona como os torcedores podem reagir ao que é considerado inconcebível. Essa atitude é evidenciada pelo trecho:
Alternativas
Q3811402 Português

TEXTO 2


Q9_12.png (332×521)

Q9_12_.png (324×193)


VERÍSSIMO, Luis Fernando. Os Seis Minutos. In: O Globo, 30 ago. 2025. Cultura. Acesso em: 31 ago. 2025.

Com base no texto 2, Os seis minutos, analise as seguintes assertivas:

I. O texto denota complexidade narrativa, por apresentar personagens multifacetados e imprevisíveis.
II. O enunciador utiliza o humor para suavizar um episódio simbólico do futebol brasileiro, que se configura como um elemento representativo da cultura e do esporte.
III. No texto, são abordados elementos que estão além do futebol, a exemplo da atuação específica de jogadores, do financiamento e de uma possível infração ética por parte da seleção da Alemanha.
IV. Para além da crítica sobre a derrota do Brasil para a Alemanha, o autor realiza paralelos entre o imaginável e o inimaginável, bem como suposições para atingir uma catarse coletiva em relação ao episódio.

Está correto somente o que se afirma em 
Alternativas
Q3811401 Português

TEXTO 1


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EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio, 2003. p. 32-33. 






No trecho “Quando Ponciá Vicêncio resolveu sair do povoado onde nascera, a decisão chegou forte e repentina.” (linhas 11-12), o elemento destacado apresenta-se como recurso linguístico responsável por
Alternativas
Q3811400 Português

TEXTO 1


Q1_8.png (334×472)


EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio, 2003. p. 32-33. 






Em “Ponciá Vicêncio deitou-se na cama imunda ao lado do homem” (linhas 01-02) e “O homem gostava de dizer que ela era pancada da ideia” (linhas 07-08), o efeito de sentido provocado pelo uso do artigo está na
Alternativas
Q3811399 Português

TEXTO 1


Q1_8.png (334×472)


EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio, 2003. p. 32-33. 






Na passagem: “Estava cansada de tudo ali. De trabalhar o barro com a mãe, de ir e vir às terras dos brancos e voltar de mãos vazias. De ver a terra dos negros coberta de plantações, cuidadas pelas mulheres e crianças, pois os homens gastavam a vida trabalhando nas terras dos senhores, e depois a maior parte das colheitas ser entregue aos coronéis.” (linhas 12-18), evidencia-se 
Alternativas
Q3811398 Português

TEXTO 1


Q1_8.png (334×472)


EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio, 2003. p. 32-33. 






No trecho: “Ponciá partiu no trem do outro dia, pois tão cedo a máquina não voltaria ao povoado” (linhas 23-24), os termos destacados denotam a figura de linguagem denominada 
Alternativas
Q3811397 Português

TEXTO 1


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EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio, 2003. p. 32-33. 






Sobre o termo destacado nos trechos: “ficou com o olhar encontrando o nada (linhas 02-03); “repleto de nada e de nada” (linha 10) e “ali deitada de olhos arregalados, penetrados no nada” (linha 26), é correto afirmar que
Alternativas
Q3811396 Português

TEXTO 1


Q1_8.png (334×472)


EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio, 2003. p. 32-33. 






A correspondência entre os conectores destacados e o sentido que denotam no trecho está devidamente estabelecida em:

I. “mas coragem para morrer, também não tinha ainda”(linhas 06-07) — adversidade e adição.
II. “pois os homens gastavam a vida trabalhando nas terras dos senhores, e depois a maior parte das colheitas ser entregue aos coronéis” (linhas 16-18) — explicação e finalidade.
III. “a que todos se entregavam para amanhecer cada dia mais pobres, enquanto alguns conseguiam enriquecer-se a todo o dia” (linhas 19-21) — finalidade e transitoriedade.

Estão corretas as complementações contidas em
Alternativas
Q3811395 Português

TEXTO 1


Q1_8.png (334×472)


EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio, 2003. p. 32-33. 






Os personagens apresentados pelo texto são predominantemente masculinos e não recebem nomes próprios. Isso ocorre porque
Alternativas
Q3811394 Português

TEXTO 1


Q1_8.png (334×472)


EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio, 2003. p. 32-33. 






O trecho do livro Ponciá aborda, da narradora, o sentimento de
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Q3811293 Português
Os filhos das águas dos Solimões
-
A água é a mãe que sustenta
A vida que nasce como flor
Alimenta a planta e o ser vivente
É estrada onde anda o pescador.
-
Na enchente, vem veloz e furiosa
Derrubando ribanceiras e plantações
Afeta a vida do indígena e ribeirinho
É um ciclo, que se renova a cada estação.
-
Na vazante o rio quase some
E a praia começa a surgir
A água, agora bem calminha
Não tem forças para a roça destruir.
-
Nas margens de um rio em formação
Vive um povo que a água fez nascer
Em um parto de dor e emoção
Na várzea o Kambeba escolheu viver.
-

Mas em um contato fatal
Com um povo mais socializado
Fez dos herdeiros das águas
Um povo desaldeado.
-
Tomando seu solo sagrado
Sem dor, piedade ou compaixão
Os Kambebas foram escravizados
Apresentados a "civilização"
Exploraram a sua força
Forjando uma falsa proteção.
No verso "Exploraram a sua força, forjando uma falsa proteção", o termo "a sua força" desempenha a função de:
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Q3811292 Português
Os filhos das águas dos Solimões
-
A água é a mãe que sustenta
A vida que nasce como flor
Alimenta a planta e o ser vivente
É estrada onde anda o pescador.
-
Na enchente, vem veloz e furiosa
Derrubando ribanceiras e plantações
Afeta a vida do indígena e ribeirinho
É um ciclo, que se renova a cada estação.
-
Na vazante o rio quase some
E a praia começa a surgir
A água, agora bem calminha
Não tem forças para a roça destruir.
-
Nas margens de um rio em formação
Vive um povo que a água fez nascer
Em um parto de dor e emoção
Na várzea o Kambeba escolheu viver.
-

Mas em um contato fatal
Com um povo mais socializado
Fez dos herdeiros das águas
Um povo desaldeado.
-
Tomando seu solo sagrado
Sem dor, piedade ou compaixão
Os Kambebas foram escravizados
Apresentados a "civilização"
Exploraram a sua força
Forjando uma falsa proteção.
No verso "A água, agora bem calminha", as palavras "agora" e "bem" são:
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Q3811291 Português
Os filhos das águas dos Solimões
-
A água é a mãe que sustenta
A vida que nasce como flor
Alimenta a planta e o ser vivente
É estrada onde anda o pescador.
-
Na enchente, vem veloz e furiosa
Derrubando ribanceiras e plantações
Afeta a vida do indígena e ribeirinho
É um ciclo, que se renova a cada estação.
-
Na vazante o rio quase some
E a praia começa a surgir
A água, agora bem calminha
Não tem forças para a roça destruir.
-
Nas margens de um rio em formação
Vive um povo que a água fez nascer
Em um parto de dor e emoção
Na várzea o Kambeba escolheu viver.
-

Mas em um contato fatal
Com um povo mais socializado
Fez dos herdeiros das águas
Um povo desaldeado.
-
Tomando seu solo sagrado
Sem dor, piedade ou compaixão
Os Kambebas foram escravizados
Apresentados a "civilização"
Exploraram a sua força
Forjando uma falsa proteção.
No verso "A água é a mãe que sustenta/A vida que nasce como flor", as orações "que sustenta" e "que nasce" são classificadas sintaticamente como:
Alternativas
Q3811290 Português
Os filhos das águas dos Solimões
-
A água é a mãe que sustenta
A vida que nasce como flor
Alimenta a planta e o ser vivente
É estrada onde anda o pescador.
-
Na enchente, vem veloz e furiosa
Derrubando ribanceiras e plantações
Afeta a vida do indígena e ribeirinho
É um ciclo, que se renova a cada estação.
-
Na vazante o rio quase some
E a praia começa a surgir
A água, agora bem calminha
Não tem forças para a roça destruir.
-
Nas margens de um rio em formação
Vive um povo que a água fez nascer
Em um parto de dor e emoção
Na várzea o Kambeba escolheu viver.
-

Mas em um contato fatal
Com um povo mais socializado
Fez dos herdeiros das águas
Um povo desaldeado.
-
Tomando seu solo sagrado
Sem dor, piedade ou compaixão
Os Kambebas foram escravizados
Apresentados a "civilização"
Exploraram a sua força
Forjando uma falsa proteção.
No trecho "A água é a mãe", a expressão "a mãe" exerce a função sintática:
Alternativas
Q3811289 Português
Os filhos das águas dos Solimões
-
A água é a mãe que sustenta
A vida que nasce como flor
Alimenta a planta e o ser vivente
É estrada onde anda o pescador.
-
Na enchente, vem veloz e furiosa
Derrubando ribanceiras e plantações
Afeta a vida do indígena e ribeirinho
É um ciclo, que se renova a cada estação.
-
Na vazante o rio quase some
E a praia começa a surgir
A água, agora bem calminha
Não tem forças para a roça destruir.
-
Nas margens de um rio em formação
Vive um povo que a água fez nascer
Em um parto de dor e emoção
Na várzea o Kambeba escolheu viver.
-

Mas em um contato fatal
Com um povo mais socializado
Fez dos herdeiros das águas
Um povo desaldeado.
-
Tomando seu solo sagrado
Sem dor, piedade ou compaixão
Os Kambebas foram escravizados
Apresentados a "civilização"
Exploraram a sua força
Forjando uma falsa proteção.

No trecho "É um ciclo, que se renova a cada estação", a oração iniciada por "que" é:

Alternativas
Q3811288 Português
Os filhos das águas dos Solimões
-
A água é a mãe que sustenta
A vida que nasce como flor
Alimenta a planta e o ser vivente
É estrada onde anda o pescador.
-
Na enchente, vem veloz e furiosa
Derrubando ribanceiras e plantações
Afeta a vida do indígena e ribeirinho
É um ciclo, que se renova a cada estação.
-
Na vazante o rio quase some
E a praia começa a surgir
A água, agora bem calminha
Não tem forças para a roça destruir.
-
Nas margens de um rio em formação
Vive um povo que a água fez nascer
Em um parto de dor e emoção
Na várzea o Kambeba escolheu viver.
-

Mas em um contato fatal
Com um povo mais socializado
Fez dos herdeiros das águas
Um povo desaldeado.
-
Tomando seu solo sagrado
Sem dor, piedade ou compaixão
Os Kambebas foram escravizados
Apresentados a "civilização"
Exploraram a sua força
Forjando uma falsa proteção.
O trecho "Fez dos herdeiros das águas / Um povo desaldeado" expressa:
Alternativas
Q3811287 Português
Os filhos das águas dos Solimões
-
A água é a mãe que sustenta
A vida que nasce como flor
Alimenta a planta e o ser vivente
É estrada onde anda o pescador.
-
Na enchente, vem veloz e furiosa
Derrubando ribanceiras e plantações
Afeta a vida do indígena e ribeirinho
É um ciclo, que se renova a cada estação.
-
Na vazante o rio quase some
E a praia começa a surgir
A água, agora bem calminha
Não tem forças para a roça destruir.
-
Nas margens de um rio em formação
Vive um povo que a água fez nascer
Em um parto de dor e emoção
Na várzea o Kambeba escolheu viver.
-

Mas em um contato fatal
Com um povo mais socializado
Fez dos herdeiros das águas
Um povo desaldeado.
-
Tomando seu solo sagrado
Sem dor, piedade ou compaixão
Os Kambebas foram escravizados
Apresentados a "civilização"
Exploraram a sua força
Forjando uma falsa proteção.
No verso "[...] Mas em um contato fatal / Com um povo mais socializado / Fez dos herdeiros das águas / Um povo desaldeado", o uso do conectivo "Mas" estabelece uma relação de:
Alternativas
Q3811286 Português
Os filhos das águas dos Solimões
-
A água é a mãe que sustenta
A vida que nasce como flor
Alimenta a planta e o ser vivente
É estrada onde anda o pescador.
-
Na enchente, vem veloz e furiosa
Derrubando ribanceiras e plantações
Afeta a vida do indígena e ribeirinho
É um ciclo, que se renova a cada estação.
-
Na vazante o rio quase some
E a praia começa a surgir
A água, agora bem calminha
Não tem forças para a roça destruir.
-
Nas margens de um rio em formação
Vive um povo que a água fez nascer
Em um parto de dor e emoção
Na várzea o Kambeba escolheu viver.
-

Mas em um contato fatal
Com um povo mais socializado
Fez dos herdeiros das águas
Um povo desaldeado.
-
Tomando seu solo sagrado
Sem dor, piedade ou compaixão
Os Kambebas foram escravizados
Apresentados a "civilização"
Exploraram a sua força
Forjando uma falsa proteção.
A alternância entre as fases do rio — enchente e vazante — constitui exemplo de: 
Alternativas
Q3811285 Português
Os filhos das águas dos Solimões
-
A água é a mãe que sustenta
A vida que nasce como flor
Alimenta a planta e o ser vivente
É estrada onde anda o pescador.
-
Na enchente, vem veloz e furiosa
Derrubando ribanceiras e plantações
Afeta a vida do indígena e ribeirinho
É um ciclo, que se renova a cada estação.
-
Na vazante o rio quase some
E a praia começa a surgir
A água, agora bem calminha
Não tem forças para a roça destruir.
-
Nas margens de um rio em formação
Vive um povo que a água fez nascer
Em um parto de dor e emoção
Na várzea o Kambeba escolheu viver.
-

Mas em um contato fatal
Com um povo mais socializado
Fez dos herdeiros das águas
Um povo desaldeado.
-
Tomando seu solo sagrado
Sem dor, piedade ou compaixão
Os Kambebas foram escravizados
Apresentados a "civilização"
Exploraram a sua força
Forjando uma falsa proteção.
No trecho "Em um parto de dor e emoção / Na várzea o Kambeba escolheu viver", o "parto" simboliza:
Alternativas
Q3811284 Português
Os filhos das águas dos Solimões
-
A água é a mãe que sustenta
A vida que nasce como flor
Alimenta a planta e o ser vivente
É estrada onde anda o pescador.
-
Na enchente, vem veloz e furiosa
Derrubando ribanceiras e plantações
Afeta a vida do indígena e ribeirinho
É um ciclo, que se renova a cada estação.
-
Na vazante o rio quase some
E a praia começa a surgir
A água, agora bem calminha
Não tem forças para a roça destruir.
-
Nas margens de um rio em formação
Vive um povo que a água fez nascer
Em um parto de dor e emoção
Na várzea o Kambeba escolheu viver.
-

Mas em um contato fatal
Com um povo mais socializado
Fez dos herdeiros das águas
Um povo desaldeado.
-
Tomando seu solo sagrado
Sem dor, piedade ou compaixão
Os Kambebas foram escravizados
Apresentados a "civilização"
Exploraram a sua força
Forjando uma falsa proteção.
O poema expressa, de forma lírica e crítica, a relação entre o povo Kambeba e o rio Solimões, evidenciando:
Alternativas
Respostas
20901: D
20902: D
20903: A
20904: A
20905: B
20906: D
20907: A
20908: C
20909: B
20910: C
20911: B
20912: C
20913: B
20914: B
20915: D
20916: A
20917: D
20918: C
20919: C
20920: B