Questões de Concurso Comentadas sobre português
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Em relação à classificação das palavras, é CORRETO afirmar que o vocábulo destacado trata-se de:
Em relação à análise sintática do termo destacado, é CORRETO afirmar que o termo destacado trata-se de:
(__) As listas de atividades auxiliam na organização do trabalho e permitem visualizar pendências com clareza durante o expediente.
(__) O preenchimento da lista deve ocorrer somente ao final do dia, para evitar interrupções durante a execução das tarefas.
(__) A atualização frequente das listas contribui para precisão das informações e melhor distribuição das demandas internas.
(__) A utilização de listas dispensa qualquer forma de conferência, já que o controle ocorre automaticamente.
Assinale a alternativa CORRETA que corresponda à sequência disposta "de cima para baixo".
O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.
O que comer para regular a glicose
A glicose é o principal combustível do organismo e fornece energia para os movimentos, o pensamento e os batimentos do coração. Quando seu nível no sangue não está adequado, podem surgir graves problemas de saúde. O diabetes é uma doença metabólica crônica caracterizada pelo excesso de glicose, que, ao longo do tempo, provoca danos ao coração, aos vasos sanguíneos, aos olhos, aos rins e aos nervos. O tipo mais comum é o diabetes tipo 2, associado à resistência ou à produção insuficiente de insulina, hormônio produzido pelo pâncreas e responsável pelo controle do açúcar no sangue.
Estima-se que sessenta e dois milhões de pessoas vivam com diabetes tipo 2 no continente americano, número que triplicou desde 1980 e pode chegar a cento e nove milhões em 2040. A doença cresce mais rapidamente em países de renda média e baixa. Para manter a glicose regulada, é fundamental evitar tanto níveis muito altos quanto muito baixos. Em jejum, a glicose deve permanecer em torno de cem miligramas por decilitro; após as refeições, não deve ultrapassar cento e quarenta.
Segundo orientações de especialistas, existe um padrão de alimentação saudável baseado em três pontos: consumir frutas e verduras, eliminar alimentos concentrados em açúcar e reduzir gorduras saturadas, substituindo-as por gorduras monoinsaturadas. Alimentos ricos em fibras, como o farelo de trigo, ajudam na regulação da glicose, assim como a ingestão adequada de líquidos.
As verduras podem ser consumidas em abundância, mas as frutas devem ser ingeridas com moderação. A recomendação mais comum é variar entre duas ou três porções diárias de frutas e verduras. É importante diversificar as cores dos vegetais para garantir a oferta de vitaminas e minerais. Algumas frutas, como a banana, possuem mais açúcar do que outras, como a tangerina. Além disso, o açúcar adicionado ao café e às bebidas deve ser evitado, sendo substituído por adoçantes, embora os não calóricos possam prejudicar a flora intestinal.
Os sucos e refrigerantes também elevam rapidamente a glicose. Um exemplo citado é que, embora o morango pareça mais doce, a batata possui mais açúcar em quantidade. O consumo do alimento inteiro evita picos rápidos de glicose. Hábitos como mastigar bem, comer sentado e respeitar os horários das refeições também contribuem para o controle do açúcar no sangue.
Quanto às gorduras, deve-se reduzir as saturadas, presentes principalmente na gordura animal, e aumentar as monoinsaturadas, como o azeite de oliva. Cerca de vinte mililitros de azeite por dia representam uma quantidade adequada. Para pessoas com diabetes, a orientação é consumir mais frutas, legumes e verduras, evitar açúcar concentrado, reduzir líquidos adoçados e optar por gorduras consideradas positivas.
A prática de atividades físicas é indispensável. Caminhar ao menos sete mil passos por dia, nadar, pedalar ou patinar ajudam no controle da glicose. Permanecer muitas horas sentado é prejudicial à saúde. O consumo moderado de vinho pode beneficiar o sistema cardiovascular, desde que não haja acúmulo em um único dia.
Por fim, o sono também exerce papel essencial na regulação da glicose. Dormir bem, aliado a uma alimentação equilibrada e à atividade física regular, contribui de forma decisiva para manter a glicose em níveis adequados.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cr4dq0nxwe2o.adaptado.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.
O que comer para regular a glicose
A glicose é o principal combustível do organismo e fornece energia para os movimentos, o pensamento e os batimentos do coração. Quando seu nível no sangue não está adequado, podem surgir graves problemas de saúde. O diabetes é uma doença metabólica crônica caracterizada pelo excesso de glicose, que, ao longo do tempo, provoca danos ao coração, aos vasos sanguíneos, aos olhos, aos rins e aos nervos. O tipo mais comum é o diabetes tipo 2, associado à resistência ou à produção insuficiente de insulina, hormônio produzido pelo pâncreas e responsável pelo controle do açúcar no sangue.
Estima-se que sessenta e dois milhões de pessoas vivam com diabetes tipo 2 no continente americano, número que triplicou desde 1980 e pode chegar a cento e nove milhões em 2040. A doença cresce mais rapidamente em países de renda média e baixa. Para manter a glicose regulada, é fundamental evitar tanto níveis muito altos quanto muito baixos. Em jejum, a glicose deve permanecer em torno de cem miligramas por decilitro; após as refeições, não deve ultrapassar cento e quarenta.
Segundo orientações de especialistas, existe um padrão de alimentação saudável baseado em três pontos: consumir frutas e verduras, eliminar alimentos concentrados em açúcar e reduzir gorduras saturadas, substituindo-as por gorduras monoinsaturadas. Alimentos ricos em fibras, como o farelo de trigo, ajudam na regulação da glicose, assim como a ingestão adequada de líquidos.
As verduras podem ser consumidas em abundância, mas as frutas devem ser ingeridas com moderação. A recomendação mais comum é variar entre duas ou três porções diárias de frutas e verduras. É importante diversificar as cores dos vegetais para garantir a oferta de vitaminas e minerais. Algumas frutas, como a banana, possuem mais açúcar do que outras, como a tangerina. Além disso, o açúcar adicionado ao café e às bebidas deve ser evitado, sendo substituído por adoçantes, embora os não calóricos possam prejudicar a flora intestinal.
Os sucos e refrigerantes também elevam rapidamente a glicose. Um exemplo citado é que, embora o morango pareça mais doce, a batata possui mais açúcar em quantidade. O consumo do alimento inteiro evita picos rápidos de glicose. Hábitos como mastigar bem, comer sentado e respeitar os horários das refeições também contribuem para o controle do açúcar no sangue.
Quanto às gorduras, deve-se reduzir as saturadas, presentes principalmente na gordura animal, e aumentar as monoinsaturadas, como o azeite de oliva. Cerca de vinte mililitros de azeite por dia representam uma quantidade adequada. Para pessoas com diabetes, a orientação é consumir mais frutas, legumes e verduras, evitar açúcar concentrado, reduzir líquidos adoçados e optar por gorduras consideradas positivas.
A prática de atividades físicas é indispensável. Caminhar ao menos sete mil passos por dia, nadar, pedalar ou patinar ajudam no controle da glicose. Permanecer muitas horas sentado é prejudicial à saúde. O consumo moderado de vinho pode beneficiar o sistema cardiovascular, desde que não haja acúmulo em um único dia.
Por fim, o sono também exerce papel essencial na regulação da glicose. Dormir bem, aliado a uma alimentação equilibrada e à atividade física regular, contribui de forma decisiva para manter a glicose em níveis adequados.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cr4dq0nxwe2o.adaptado.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.
O que comer para regular a glicose
A glicose é o principal combustível do organismo e fornece energia para os movimentos, o pensamento e os batimentos do coração. Quando seu nível no sangue não está adequado, podem surgir graves problemas de saúde. O diabetes é uma doença metabólica crônica caracterizada pelo excesso de glicose, que, ao longo do tempo, provoca danos ao coração, aos vasos sanguíneos, aos olhos, aos rins e aos nervos. O tipo mais comum é o diabetes tipo 2, associado à resistência ou à produção insuficiente de insulina, hormônio produzido pelo pâncreas e responsável pelo controle do açúcar no sangue.
Estima-se que sessenta e dois milhões de pessoas vivam com diabetes tipo 2 no continente americano, número que triplicou desde 1980 e pode chegar a cento e nove milhões em 2040. A doença cresce mais rapidamente em países de renda média e baixa. Para manter a glicose regulada, é fundamental evitar tanto níveis muito altos quanto muito baixos. Em jejum, a glicose deve permanecer em torno de cem miligramas por decilitro; após as refeições, não deve ultrapassar cento e quarenta.
Segundo orientações de especialistas, existe um padrão de alimentação saudável baseado em três pontos: consumir frutas e verduras, eliminar alimentos concentrados em açúcar e reduzir gorduras saturadas, substituindo-as por gorduras monoinsaturadas. Alimentos ricos em fibras, como o farelo de trigo, ajudam na regulação da glicose, assim como a ingestão adequada de líquidos.
As verduras podem ser consumidas em abundância, mas as frutas devem ser ingeridas com moderação. A recomendação mais comum é variar entre duas ou três porções diárias de frutas e verduras. É importante diversificar as cores dos vegetais para garantir a oferta de vitaminas e minerais. Algumas frutas, como a banana, possuem mais açúcar do que outras, como a tangerina. Além disso, o açúcar adicionado ao café e às bebidas deve ser evitado, sendo substituído por adoçantes, embora os não calóricos possam prejudicar a flora intestinal.
Os sucos e refrigerantes também elevam rapidamente a glicose. Um exemplo citado é que, embora o morango pareça mais doce, a batata possui mais açúcar em quantidade. O consumo do alimento inteiro evita picos rápidos de glicose. Hábitos como mastigar bem, comer sentado e respeitar os horários das refeições também contribuem para o controle do açúcar no sangue.
Quanto às gorduras, deve-se reduzir as saturadas, presentes principalmente na gordura animal, e aumentar as monoinsaturadas, como o azeite de oliva. Cerca de vinte mililitros de azeite por dia representam uma quantidade adequada. Para pessoas com diabetes, a orientação é consumir mais frutas, legumes e verduras, evitar açúcar concentrado, reduzir líquidos adoçados e optar por gorduras consideradas positivas.
A prática de atividades físicas é indispensável. Caminhar ao menos sete mil passos por dia, nadar, pedalar ou patinar ajudam no controle da glicose. Permanecer muitas horas sentado é prejudicial à saúde. O consumo moderado de vinho pode beneficiar o sistema cardiovascular, desde que não haja acúmulo em um único dia.
Por fim, o sono também exerce papel essencial na regulação da glicose. Dormir bem, aliado a uma alimentação equilibrada e à atividade física regular, contribui de forma decisiva para manter a glicose em níveis adequados.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cr4dq0nxwe2o.adaptado.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.
O que comer para regular a glicose
A glicose é o principal combustível do organismo e fornece energia para os movimentos, o pensamento e os batimentos do coração. Quando seu nível no sangue não está adequado, podem surgir graves problemas de saúde. O diabetes é uma doença metabólica crônica caracterizada pelo excesso de glicose, que, ao longo do tempo, provoca danos ao coração, aos vasos sanguíneos, aos olhos, aos rins e aos nervos. O tipo mais comum é o diabetes tipo 2, associado à resistência ou à produção insuficiente de insulina, hormônio produzido pelo pâncreas e responsável pelo controle do açúcar no sangue.
Estima-se que sessenta e dois milhões de pessoas vivam com diabetes tipo 2 no continente americano, número que triplicou desde 1980 e pode chegar a cento e nove milhões em 2040. A doença cresce mais rapidamente em países de renda média e baixa. Para manter a glicose regulada, é fundamental evitar tanto níveis muito altos quanto muito baixos. Em jejum, a glicose deve permanecer em torno de cem miligramas por decilitro; após as refeições, não deve ultrapassar cento e quarenta.
Segundo orientações de especialistas, existe um padrão de alimentação saudável baseado em três pontos: consumir frutas e verduras, eliminar alimentos concentrados em açúcar e reduzir gorduras saturadas, substituindo-as por gorduras monoinsaturadas. Alimentos ricos em fibras, como o farelo de trigo, ajudam na regulação da glicose, assim como a ingestão adequada de líquidos.
As verduras podem ser consumidas em abundância, mas as frutas devem ser ingeridas com moderação. A recomendação mais comum é variar entre duas ou três porções diárias de frutas e verduras. É importante diversificar as cores dos vegetais para garantir a oferta de vitaminas e minerais. Algumas frutas, como a banana, possuem mais açúcar do que outras, como a tangerina. Além disso, o açúcar adicionado ao café e às bebidas deve ser evitado, sendo substituído por adoçantes, embora os não calóricos possam prejudicar a flora intestinal.
Os sucos e refrigerantes também elevam rapidamente a glicose. Um exemplo citado é que, embora o morango pareça mais doce, a batata possui mais açúcar em quantidade. O consumo do alimento inteiro evita picos rápidos de glicose. Hábitos como mastigar bem, comer sentado e respeitar os horários das refeições também contribuem para o controle do açúcar no sangue.
Quanto às gorduras, deve-se reduzir as saturadas, presentes principalmente na gordura animal, e aumentar as monoinsaturadas, como o azeite de oliva. Cerca de vinte mililitros de azeite por dia representam uma quantidade adequada. Para pessoas com diabetes, a orientação é consumir mais frutas, legumes e verduras, evitar açúcar concentrado, reduzir líquidos adoçados e optar por gorduras consideradas positivas.
A prática de atividades físicas é indispensável. Caminhar ao menos sete mil passos por dia, nadar, pedalar ou patinar ajudam no controle da glicose. Permanecer muitas horas sentado é prejudicial à saúde. O consumo moderado de vinho pode beneficiar o sistema cardiovascular, desde que não haja acúmulo em um único dia.
Por fim, o sono também exerce papel essencial na regulação da glicose. Dormir bem, aliado a uma alimentação equilibrada e à atividade física regular, contribui de forma decisiva para manter a glicose em níveis adequados.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cr4dq0nxwe2o.adaptado.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.
A música acalma os animais?
Quando a fotógrafa da BBC Serenity resgatou a cadela Margot, percebeu que ela sofria de ansiedade. Após tentativas frustradas com medicamentos e outras técnicas, ela descobriu que a música clássica e as canções instrumentais com pouca percussão ajudavam a acalmar a cadela, sobretudo quando ficava sozinha.
Um treinador recomendou uma playlist composta por músicas lentas, principalmente de piano, desenvolvidas para reduzir o estresse em cães. Estudos realizados por seus criadores mostraram que mais de setenta por cento dos cães em canis e oitenta por cento dos que viviam em residências apresentaram diminuição de sinais de ansiedade após ouvirem esse tipo de música. Margot também passou a dormir tranquilamente ao som de compositores como Brahms e Beethoven.
Pesquisas científicas confirmaram esses efeitos. Um estudo científico comparou música clássica, audiolivros e silêncio, concluindo que a música teve efeito calmante em situações de estresse intenso. As composições mais eficazes são lentas, simples e com pouca percussão, capazes de reduzir os níveis de cortisol nos cães.
A pesquisadora Debora também observou melhorias no bem-estar de animais como elefantes e gorilas em zoológicos, com redução de comportamentos agressivos e repetitivos. Outros benefícios incluem melhora no sono, na alimentação e no sistema imunológico.
Cães e gatos possuem audição mais sensível que a dos humanos, percebendo frequências muito mais altas. Em gatos, embora haja poucos estudos, uma pesquisa mostrou que a música clássica reduziu batimentos cardíacos e respiração durante procedimentos veterinários.
Além da música clássica, outros estilos como reggae e rock suave também demonstraram efeito relaxante em cães. Já os audiolivros, embora parecessem promissores, mostraram pouco efeito calmante em estudos mais recentes.
Apesar dos resultados positivos, a música não funciona da mesma forma para todos os animais, já que os estudos são de curta duração e feitos em ambientes específicos.
Testar diferentes sons exige tentativas, mas, como ocorreu com Margot, a música adequada pode trazer benefícios importantes ao bem-estar dos animais.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/czj07wgndkwo.adaptado.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.
A música acalma os animais?
Quando a fotógrafa da BBC Serenity resgatou a cadela Margot, percebeu que ela sofria de ansiedade. Após tentativas frustradas com medicamentos e outras técnicas, ela descobriu que a música clássica e as canções instrumentais com pouca percussão ajudavam a acalmar a cadela, sobretudo quando ficava sozinha.
Um treinador recomendou uma playlist composta por músicas lentas, principalmente de piano, desenvolvidas para reduzir o estresse em cães. Estudos realizados por seus criadores mostraram que mais de setenta por cento dos cães em canis e oitenta por cento dos que viviam em residências apresentaram diminuição de sinais de ansiedade após ouvirem esse tipo de música. Margot também passou a dormir tranquilamente ao som de compositores como Brahms e Beethoven.
Pesquisas científicas confirmaram esses efeitos. Um estudo científico comparou música clássica, audiolivros e silêncio, concluindo que a música teve efeito calmante em situações de estresse intenso. As composições mais eficazes são lentas, simples e com pouca percussão, capazes de reduzir os níveis de cortisol nos cães.
A pesquisadora Debora também observou melhorias no bem-estar de animais como elefantes e gorilas em zoológicos, com redução de comportamentos agressivos e repetitivos. Outros benefícios incluem melhora no sono, na alimentação e no sistema imunológico.
Cães e gatos possuem audição mais sensível que a dos humanos, percebendo frequências muito mais altas. Em gatos, embora haja poucos estudos, uma pesquisa mostrou que a música clássica reduziu batimentos cardíacos e respiração durante procedimentos veterinários.
Além da música clássica, outros estilos como reggae e rock suave também demonstraram efeito relaxante em cães. Já os audiolivros, embora parecessem promissores, mostraram pouco efeito calmante em estudos mais recentes.
Apesar dos resultados positivos, a música não funciona da mesma forma para todos os animais, já que os estudos são de curta duração e feitos em ambientes específicos.
Testar diferentes sons exige tentativas, mas, como ocorreu com Margot, a música adequada pode trazer benefícios importantes ao bem-estar dos animais.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/czj07wgndkwo.adaptado.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.
A música acalma os animais?
Quando a fotógrafa da BBC Serenity resgatou a cadela Margot, percebeu que ela sofria de ansiedade. Após tentativas frustradas com medicamentos e outras técnicas, ela descobriu que a música clássica e as canções instrumentais com pouca percussão ajudavam a acalmar a cadela, sobretudo quando ficava sozinha.
Um treinador recomendou uma playlist composta por músicas lentas, principalmente de piano, desenvolvidas para reduzir o estresse em cães. Estudos realizados por seus criadores mostraram que mais de setenta por cento dos cães em canis e oitenta por cento dos que viviam em residências apresentaram diminuição de sinais de ansiedade após ouvirem esse tipo de música. Margot também passou a dormir tranquilamente ao som de compositores como Brahms e Beethoven.
Pesquisas científicas confirmaram esses efeitos. Um estudo científico comparou música clássica, audiolivros e silêncio, concluindo que a música teve efeito calmante em situações de estresse intenso. As composições mais eficazes são lentas, simples e com pouca percussão, capazes de reduzir os níveis de cortisol nos cães.
A pesquisadora Debora também observou melhorias no bem-estar de animais como elefantes e gorilas em zoológicos, com redução de comportamentos agressivos e repetitivos. Outros benefícios incluem melhora no sono, na alimentação e no sistema imunológico.
Cães e gatos possuem audição mais sensível que a dos humanos, percebendo frequências muito mais altas. Em gatos, embora haja poucos estudos, uma pesquisa mostrou que a música clássica reduziu batimentos cardíacos e respiração durante procedimentos veterinários.
Além da música clássica, outros estilos como reggae e rock suave também demonstraram efeito relaxante em cães. Já os audiolivros, embora parecessem promissores, mostraram pouco efeito calmante em estudos mais recentes.
Apesar dos resultados positivos, a música não funciona da mesma forma para todos os animais, já que os estudos são de curta duração e feitos em ambientes específicos.
Testar diferentes sons exige tentativas, mas, como ocorreu com Margot, a música adequada pode trazer benefícios importantes ao bem-estar dos animais.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/czj07wgndkwo.adaptado.
O texto apresenta informações sobre os efeitos da música em diferentes espécies de animais e sobre as reações observadas em estudos científicos.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
A compreensão da linguagem em suas manifestações orais e escritas, no interior das múltiplas esferas da vida social, contribui para o ensino de Língua Portuguesa ao:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.
O que é a oxitocina, o 'hormônio do amor' que nos deixa mais sociáveis — versão reduzida em 50%
O que ocorre no cérebro quando o amor parece dominar o ambiente? Durante muito tempo, biólogos apontaram a oxitocina como principal explicação. Essa pequena proteína, formada por nove aminoácidos, ficou conhecida como hormônio do amor por sua relação com vínculo afetivo, cuidados maternos e comportamentos sociais positivos.
Pesquisas recentes, porém, mostram um quadro mais complexo. Estudos com animais indicam que a oxitocina não produz diretamente bons comportamentos sociais; ela aperfeiçoa a percepção de sinais sociais, permitindo que o indivíduo aprenda a direcionar seu comportamento com maior precisão.
A antiga visão de que a oxitocina era liberada em interações com indivíduos importantes — como filhos ou parceiros — permanece válida, mas pesquisadores observaram que bloquear sua ação impede camundongos de reconhecer figuras relevantes, sugerindo papel essencial no aprendizado social. Avanços recentes permitiram registrar neurônios produtores de oxitocina, revelando que ela filtra ruídos sensoriais. Em ratos, por exemplo, reduz disparos aleatórios no centro olfativo, destacando odores significativos. Esse refinamento foi comparado à capacidade de pais ouvirem o choro do bebê mesmo em meio a ruídos.
A oxitocina também intensifica o sistema de recompensas, levando animais a priorizar estímulos sociais. Entre arganazes-do-campo, isso facilita a formação de pares monogâmicos: o odor do parceiro torna-se uma recompensa.
O papel da oxitocina varia conforme o contexto. Ela amplia cuidados maternos, mas também agressões contra intrusos; em fêmeas de arganazes-do-campo, seu efeito depende de já haver vínculo formado. Em humanos, estudo de 2012 mostrou que homens comprometidos mantiveram maior distância de uma mulher desconhecida após receber oxitocina, efeito não observado em solteiros.
Essa variabilidade contextual ajuda a explicar o insucesso de sprays de oxitocina no tratamento do autismo em ensaios clínicos amplos. Sem considerar ambientes negativos, como bullying escolar, a substância pode até intensificar experiências desfavoráveis.
Apesar de seu papel central na regulação dos comportamentos sociais, a oxitocina não atua sozinha. Como ressaltam alguns pesquisadores, apaixonar-se envolve corpo e cérebro como um todo: sensações, cognição e memória. A oxitocina é apenas um dos moduladores desse processo complexo — longe de ser sua explicação única.
https://www.bbc.com/portuguese/vert-fut-60801668.adaptado.
Em relação aos mecanismos de coesão textual presentes na frase, é CORRETO afirmar que: