Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3793260 Português
“O amor ao livro, meu amigo, é sua passagem para o maior, mais puro e mais perfeito prazer.” (Anthony Trollope)

Assinale a alternativa em que a forma reescrita do pensamento acima se encontra totalmente correta em relação à pontuação.
Alternativas
Q3793259 Português
Assinale a alternativa que apresenta, entre parênteses, o sentido correto da conjunção destacada no trecho. 
Alternativas
Q3793258 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q3793257 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Guerra mundial


    “Eu não sou um soldado”, gritava ela, enquanto fugia dos tiros e bombardeios ao redor.

    Havia uma nuvem de drones no céu metálico, carregando granadas e pequenas bombas, um repetido prenúncio de que ela inspirava, pela última vez, aquele ar acre e tóxico.

    Mais uma guerra mundial, mais uma carnificina. O ser humano e seu velho estigma de se autodestruir não conseguiam fugir das regras.

    Ela, que imaginava ter a vida perfeita, viu tudo ruir da noite para o dia. Nunca imaginara que a guerra a alcançaria. Mas ali estava ela, coberta de cinzas e feridas, esfomeada e desidratada. Hoje, não postava mais fotos de refeições e fins de tarde na praia. Não havia mais instantes de risadas e drinks instagramados. Em vez disso, apenas gritos e lágrimas, explosões e zunidos.

    Não havia esperanças, afinal. Nada voltaria a ser como antes. Se ainda no início da guerra ela nutrira uma pequenina parcela de esperança de que tudo aquilo poderia acabar, e tão logo ela voltaria para sua rotina pomposa, agora não mais. Tudo se desvanecera, sua esperança reduzida a cinzas, corpos e explosões.

     Finalmente, encontrou um abrigo temporário, debaixo de uma velha ponte – uma infantil sensação de segurança.

    Ali havia um jovem trêmulo. Devia ter uns quinze anos, embora fosse difícil distinguir feições debaixo de tanta fuligem. Ele parecia demasiadamente assustado, bem mais do que ela própria. Todo o seu corpo tremia, olhos desesperados, alma despedaçada.

    Subitamente, ela foi invadida por uma sensação materna, uma necessidade de tão somente cuidar. 

    Ela se aproximou e envolveu os ombros do garoto com um de seus braços.

     – Está tudo bem – disse, ternamente. – Não se preocupe. Tudo isso vai passar, eu prometo.

    Aos poucos, o garoto se acalmou.

    Mergulhados no caos, entre estrondos e clamores, aquelas duas almas conseguiram alcançar o inimaginável: calma e esperança.


MARTINZ, Juliano. Guerra mundial (Adaptado). Disponível em .<https://corrosiva.com.br/cronicas/guerramundial/>.
Assinale a alternativa que apresenta um trecho elaborado essencialmente com o sentido figurado das palavras.
Alternativas
Q3793256 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Guerra mundial


    “Eu não sou um soldado”, gritava ela, enquanto fugia dos tiros e bombardeios ao redor.

    Havia uma nuvem de drones no céu metálico, carregando granadas e pequenas bombas, um repetido prenúncio de que ela inspirava, pela última vez, aquele ar acre e tóxico.

    Mais uma guerra mundial, mais uma carnificina. O ser humano e seu velho estigma de se autodestruir não conseguiam fugir das regras.

    Ela, que imaginava ter a vida perfeita, viu tudo ruir da noite para o dia. Nunca imaginara que a guerra a alcançaria. Mas ali estava ela, coberta de cinzas e feridas, esfomeada e desidratada. Hoje, não postava mais fotos de refeições e fins de tarde na praia. Não havia mais instantes de risadas e drinks instagramados. Em vez disso, apenas gritos e lágrimas, explosões e zunidos.

    Não havia esperanças, afinal. Nada voltaria a ser como antes. Se ainda no início da guerra ela nutrira uma pequenina parcela de esperança de que tudo aquilo poderia acabar, e tão logo ela voltaria para sua rotina pomposa, agora não mais. Tudo se desvanecera, sua esperança reduzida a cinzas, corpos e explosões.

     Finalmente, encontrou um abrigo temporário, debaixo de uma velha ponte – uma infantil sensação de segurança.

    Ali havia um jovem trêmulo. Devia ter uns quinze anos, embora fosse difícil distinguir feições debaixo de tanta fuligem. Ele parecia demasiadamente assustado, bem mais do que ela própria. Todo o seu corpo tremia, olhos desesperados, alma despedaçada.

    Subitamente, ela foi invadida por uma sensação materna, uma necessidade de tão somente cuidar. 

    Ela se aproximou e envolveu os ombros do garoto com um de seus braços.

     – Está tudo bem – disse, ternamente. – Não se preocupe. Tudo isso vai passar, eu prometo.

    Aos poucos, o garoto se acalmou.

    Mergulhados no caos, entre estrondos e clamores, aquelas duas almas conseguiram alcançar o inimaginável: calma e esperança.


MARTINZ, Juliano. Guerra mundial (Adaptado). Disponível em .<https://corrosiva.com.br/cronicas/guerramundial/>.

“um repetido prenúncio de que ela inspirava, pela última vez, aquele ar acre e tóxico.”


A palavra destacada no trecho acima é sinônima de: 

Alternativas
Q3793255 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Guerra mundial


    “Eu não sou um soldado”, gritava ela, enquanto fugia dos tiros e bombardeios ao redor.

    Havia uma nuvem de drones no céu metálico, carregando granadas e pequenas bombas, um repetido prenúncio de que ela inspirava, pela última vez, aquele ar acre e tóxico.

    Mais uma guerra mundial, mais uma carnificina. O ser humano e seu velho estigma de se autodestruir não conseguiam fugir das regras.

    Ela, que imaginava ter a vida perfeita, viu tudo ruir da noite para o dia. Nunca imaginara que a guerra a alcançaria. Mas ali estava ela, coberta de cinzas e feridas, esfomeada e desidratada. Hoje, não postava mais fotos de refeições e fins de tarde na praia. Não havia mais instantes de risadas e drinks instagramados. Em vez disso, apenas gritos e lágrimas, explosões e zunidos.

    Não havia esperanças, afinal. Nada voltaria a ser como antes. Se ainda no início da guerra ela nutrira uma pequenina parcela de esperança de que tudo aquilo poderia acabar, e tão logo ela voltaria para sua rotina pomposa, agora não mais. Tudo se desvanecera, sua esperança reduzida a cinzas, corpos e explosões.

     Finalmente, encontrou um abrigo temporário, debaixo de uma velha ponte – uma infantil sensação de segurança.

    Ali havia um jovem trêmulo. Devia ter uns quinze anos, embora fosse difícil distinguir feições debaixo de tanta fuligem. Ele parecia demasiadamente assustado, bem mais do que ela própria. Todo o seu corpo tremia, olhos desesperados, alma despedaçada.

    Subitamente, ela foi invadida por uma sensação materna, uma necessidade de tão somente cuidar. 

    Ela se aproximou e envolveu os ombros do garoto com um de seus braços.

     – Está tudo bem – disse, ternamente. – Não se preocupe. Tudo isso vai passar, eu prometo.

    Aos poucos, o garoto se acalmou.

    Mergulhados no caos, entre estrondos e clamores, aquelas duas almas conseguiram alcançar o inimaginável: calma e esperança.


MARTINZ, Juliano. Guerra mundial (Adaptado). Disponível em .<https://corrosiva.com.br/cronicas/guerramundial/>.
O texto “Guerra mundial” se desenvolve através de imagens:
Alternativas
Q3793224 Português
Assinale a alternativa que apresenta corretamente, entre parênteses, o sentido expresso pela interjeição destacada na frase.
Alternativas
Q3793222 Português
Assinale a alternativa cuja frase apresenta o elemento destacado escrito corretamente.
Alternativas
Q3793221 Português
Assinale a alternativa em que a sentença está escrita de acordo com as normas da Língua Portuguesa, com a palavra destacada indicando ideia de lugar.
Alternativas
Q3793220 Português
“Para alcançar os seus objetivos, você tem que se dedicar ao máximo.”

Mantendo o mesmo significado na frase acima, é correto afirmar que a expressão destacada apresenta o sentido de:
Alternativas
Q3793219 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma frase totalmente correta em relação ao emprego da palavra destacada.
Alternativas
Q3793218 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras se encontram escritas corretamente.
Alternativas
Q3793217 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Continho


    Era uma vez um menino triste, magro e barrigudinho. Na soalheira danada de meio-dia, ele estava sentado na poeira do caminho, imaginando bobagem, quando passou um vigário a cavalo.

    – Você, aí, menino, para onde vai essa estrada?

    – Ela não vai não: nós é que vamos nela.

    – Engraçadinho duma figa! Como você se chama?

    – Eu não me chamo, não, os outros é que me chamam de Zé.


CAMPOS, Paulo Mendes. Continho. In: Crônicas. São Paulo: Ática, 1996 (Coleção Para Gostar de Ler – vol. 1). 
“(...) quando passou um vigário a cavalo.

– Você, aí, menino, para onde vai essa estrada?”

Reescrevendo o trecho acima de outra forma, assinale a alternativa que se apresenta totalmente correta.
Alternativas
Q3793216 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Continho


    Era uma vez um menino triste, magro e barrigudinho. Na soalheira danada de meio-dia, ele estava sentado na poeira do caminho, imaginando bobagem, quando passou um vigário a cavalo.

    – Você, aí, menino, para onde vai essa estrada?

    – Ela não vai não: nós é que vamos nela.

    – Engraçadinho duma figa! Como você se chama?

    – Eu não me chamo, não, os outros é que me chamam de Zé.


CAMPOS, Paulo Mendes. Continho. In: Crônicas. São Paulo: Ática, 1996 (Coleção Para Gostar de Ler – vol. 1). 
De acordo com a descrição do menino feita no primeiro parágrafo do texto “Continho”, trata-se de alguém que se mostra:
Alternativas
Q3793215 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Continho


    Era uma vez um menino triste, magro e barrigudinho. Na soalheira danada de meio-dia, ele estava sentado na poeira do caminho, imaginando bobagem, quando passou um vigário a cavalo.

    – Você, aí, menino, para onde vai essa estrada?

    – Ela não vai não: nós é que vamos nela.

    – Engraçadinho duma figa! Como você se chama?

    – Eu não me chamo, não, os outros é que me chamam de Zé.


CAMPOS, Paulo Mendes. Continho. In: Crônicas. São Paulo: Ática, 1996 (Coleção Para Gostar de Ler – vol. 1). 
Em relação ao texto “Continho”, é correto afirmar que ele apresenta:
Alternativas
Q3793193 Português
Assinale a alternativa em que a forma verbal destacada se encontra no tempo presente. 
Alternativas
Q3793192 Português
Assinale a alternativa em que a forma verbal destacada indica uma ação irreal, presa a uma condição.
Alternativas
Q3793191 Português
Assinale a alternativa em que a expressão destacada apresenta função adjetiva, qualificando um ser.
Alternativas
Q3793190 Português
Assinale a alternativa que apresenta corretamente, entre parênteses, o sentido expresso pela preposição destacada.
Alternativas
Q3793189 Português
Assinale a alternativa em que a palavra destacada indica modo de uma ação, e não qualidade de um ser.
Alternativas
Respostas
19101: A
19102: B
19103: D
19104: E
19105: C
19106: D
19107: D
19108: B
19109: E
19110: D
19111: C
19112: B
19113: E
19114: A
19115: C
19116: B
19117: C
19118: D
19119: A
19120: D