Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3753914 Português

Observe as conjunções destacadas nos exemplos e, em seguida, estabeleça a relação de sentido existente:


1. ... professores relataram enfrentar “barulho perturbador e desordem” durante a aula.

2. Nem olhei os resultados da OCDE, porque estava cansada.

3. Estudei muito para o concurso, logo, cheguei cansado na prova.

4. Estava tranquila na minha profissão, então apareceu este resultado.

5. Minha sala de aula era muito boa, mas muito boa!


a. Conclusão.
b. Adição.
c. Tempo.
d. Intensidade.
e. Explicação.

Alternativas
Q3753913 Português
Veja o excerto (Texto III) e, em seguida, marque a opção que apresenta divergência das características nele existentes:

Professores brasileiros gastam mais de 20% do tempo de aula para manter a ordem em sala – acima da média internacional de 16%. O dado faz parte da nova edição do Talis, a Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem (Teaching and Learning International Survey, na sigla em inglês), divulgada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) na segunda-feira (6).

Mais de 50% dos professores relataram enfrentar “barulho perturbador e desordem” durante a aula. Nesse caso, o índice representa mais que o dobro da média entre os países avaliados pela OCDE, que é de 20% – ou um em cada cinco professores.(...)


(https://g1.globo.com/educacao/noticia/2025/10/07/brasil-tem-indisciplina-escolar-acima-da-media)

Alternativas
Q3753912 Português

Dado o fragmento a seguir, marque a opção que classifica sintaticamente o termo em destaque: As enchentes que acometeram o Rio Grande do Sul no ano passado causaram o descumprimento da meta de alfabetização do país.

Alternativas
Q3753911 Português
Texto I: Desempenho do Brasil no PISA: por que ninguém se importa?


Recentemente, o Brasil obteve resultados preocupantes no PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), piorando em matemática, leitura e ciências após a pandemia e ficando entre os piores no teste de criatividade. Antes de tudo, esses resultados não surpreendem, pois, historicamente, o desempenho do país no exame tem sido abaixo da média. No entanto, surge uma reflexão essencial: por que as pessoas não se importam com isso? Esse cenário deveria soar como um alerta nacional, mas acaba sendo tratado com normalidade.

Para entender a relevância dessa avaliação, vale explicar o que é o PISA. Trata-se de um exame organizado pela OCDE que avalia jovens de 15 anos em matemática, leitura e ciências, oferecendo uma análise da base educacional do ensino fundamental. Além disso, estudos do Banco Mundial demonstram a relação direta entre o desempenho no PISA e o crescimento econômico. Conforme esse estudo, países que melhoram 100 pontos no PISA em matemática tendem a crescer 2% ao ano de forma contínua.

Nesse sentido, o impacto econômico é significativo. Se o Brasil elevasse sua pontuação atual de 414 para 514, o PIB poderia crescer 2% ao ano de maneira sustentável. No entanto, o país cresceu apenas 0,6% ao ano nos últimos 25 anos, com períodos de retração em alguns momentos.

Países que alcançam bons resultados no PISA demonstram uma base educacional sólida. Ou seja, eles investem de forma adequada em educação como estratégia essencial para o desenvolvimento econômico e social. Ainda mais, o Banco Mundial alerta que, sem capital intelectual, um país não consegue crescer de forma contínua. Por isso, mesmo as nações mais ricas seguem investindo pesado em educação.

Agora, analisando o cenário nacional, dois fatores explicam o desempenho insatisfatório do Brasil: o país investe pouco em educação básica e, ainda pior, investe errado. Em comparação, o Brasil aplica menos de um terço do que os países desenvolvidos investem em educação pública. Isso reduz drasticamente os recursos para melhorar a infraestrutura escolar, capacitar professores e garantir a qualidade do ensino.

Além disso, a falta de foco no aluno agrava a situação. Sem identificar as necessidades específicas dos estudantes e sem cobrar resultados das instituições, o sistema educacional se torna ineficiente.

Analogamente ao que ocorreu na Polônia e no Vietnã, o Brasil tem o potencial de evoluir. Em apenas seis anos, a Polônia saiu de um desempenho abaixo da média europeia para estar entre os 10% melhores do continente. Da mesma forma, o Vietnã deu um salto significativo em matemática ao investir em capacitação contínua de professores e garantir recursos adequados para as escolas.

Esses exemplos mostram que uma mudança real depende de planejamento, continuidade nas políticas educacionais e um compromisso com resultados concretos.

Por fim, o desempenho do Brasil no PISA não é apenas uma questão de orgulho nacional, mas uma estratégia concreta para impulsionar o desenvolvimento econômico e social. Portanto, o país precisa repensar suas prioridades e focar na educação básica.


Por Mário Ghio, 17/dezembro — 2024



Texto II

Segundo o levantamento, 11 estados atingiram a meta de 60% de crianças alfabetizadas projetada para 2024 (em relação a 2023): Ceará, Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo, Mato Grosso, Piauí, São Paulo, Paraíba, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Sergipe.

Já Rio Grande do Sul, Amazonas, Bahia, Paraná, Pará e Rondônia tiveram desempenho pior do que em 2023. De acordo com Camilo Santana, ministro da Educação, esses estados estão tendo acompanhamento priorizado para a recuperação dos dados.

De modo geral, o Brasil aumentou o número de crianças de até 7 anos alfabetizadas em 2024, mas não atingiu a meta de 60% dos alunos na faixa etária estabelecida pelo governo federal. Os últimos números indicam que 59,2% dos estudantes do 2º ano do ensino fundamental são capazes de ler e escrever textos simples. Em 2023, esse índice era de 56%.

Segundo o ministro da Educação, as enchentes que acometeram o Rio Grande do Sul no ano passado causaram o descumprimento da meta de alfabetização do país. A tragédia levou o índice de alfabetização do estado a desabar de 63,4%, em 2023, para 44,7% em 2024.

(Heloísa Noronha, colaboração para a CNN Brasil, São Paulo, 11/07/2025, às 16h02.)
O descumprimento da meta de alfabetização do país. Segue a mesma regra de acentuação da palavra em destaque:
Alternativas
Q3753910 Português
Texto I: Desempenho do Brasil no PISA: por que ninguém se importa?


Recentemente, o Brasil obteve resultados preocupantes no PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), piorando em matemática, leitura e ciências após a pandemia e ficando entre os piores no teste de criatividade. Antes de tudo, esses resultados não surpreendem, pois, historicamente, o desempenho do país no exame tem sido abaixo da média. No entanto, surge uma reflexão essencial: por que as pessoas não se importam com isso? Esse cenário deveria soar como um alerta nacional, mas acaba sendo tratado com normalidade.

Para entender a relevância dessa avaliação, vale explicar o que é o PISA. Trata-se de um exame organizado pela OCDE que avalia jovens de 15 anos em matemática, leitura e ciências, oferecendo uma análise da base educacional do ensino fundamental. Além disso, estudos do Banco Mundial demonstram a relação direta entre o desempenho no PISA e o crescimento econômico. Conforme esse estudo, países que melhoram 100 pontos no PISA em matemática tendem a crescer 2% ao ano de forma contínua.

Nesse sentido, o impacto econômico é significativo. Se o Brasil elevasse sua pontuação atual de 414 para 514, o PIB poderia crescer 2% ao ano de maneira sustentável. No entanto, o país cresceu apenas 0,6% ao ano nos últimos 25 anos, com períodos de retração em alguns momentos.

Países que alcançam bons resultados no PISA demonstram uma base educacional sólida. Ou seja, eles investem de forma adequada em educação como estratégia essencial para o desenvolvimento econômico e social. Ainda mais, o Banco Mundial alerta que, sem capital intelectual, um país não consegue crescer de forma contínua. Por isso, mesmo as nações mais ricas seguem investindo pesado em educação.

Agora, analisando o cenário nacional, dois fatores explicam o desempenho insatisfatório do Brasil: o país investe pouco em educação básica e, ainda pior, investe errado. Em comparação, o Brasil aplica menos de um terço do que os países desenvolvidos investem em educação pública. Isso reduz drasticamente os recursos para melhorar a infraestrutura escolar, capacitar professores e garantir a qualidade do ensino.

Além disso, a falta de foco no aluno agrava a situação. Sem identificar as necessidades específicas dos estudantes e sem cobrar resultados das instituições, o sistema educacional se torna ineficiente.

Analogamente ao que ocorreu na Polônia e no Vietnã, o Brasil tem o potencial de evoluir. Em apenas seis anos, a Polônia saiu de um desempenho abaixo da média europeia para estar entre os 10% melhores do continente. Da mesma forma, o Vietnã deu um salto significativo em matemática ao investir em capacitação contínua de professores e garantir recursos adequados para as escolas.

Esses exemplos mostram que uma mudança real depende de planejamento, continuidade nas políticas educacionais e um compromisso com resultados concretos.

Por fim, o desempenho do Brasil no PISA não é apenas uma questão de orgulho nacional, mas uma estratégia concreta para impulsionar o desenvolvimento econômico e social. Portanto, o país precisa repensar suas prioridades e focar na educação básica.


Por Mário Ghio, 17/dezembro — 2024



Texto II

Segundo o levantamento, 11 estados atingiram a meta de 60% de crianças alfabetizadas projetada para 2024 (em relação a 2023): Ceará, Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo, Mato Grosso, Piauí, São Paulo, Paraíba, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Sergipe.

Já Rio Grande do Sul, Amazonas, Bahia, Paraná, Pará e Rondônia tiveram desempenho pior do que em 2023. De acordo com Camilo Santana, ministro da Educação, esses estados estão tendo acompanhamento priorizado para a recuperação dos dados.

De modo geral, o Brasil aumentou o número de crianças de até 7 anos alfabetizadas em 2024, mas não atingiu a meta de 60% dos alunos na faixa etária estabelecida pelo governo federal. Os últimos números indicam que 59,2% dos estudantes do 2º ano do ensino fundamental são capazes de ler e escrever textos simples. Em 2023, esse índice era de 56%.

Segundo o ministro da Educação, as enchentes que acometeram o Rio Grande do Sul no ano passado causaram o descumprimento da meta de alfabetização do país. A tragédia levou o índice de alfabetização do estado a desabar de 63,4%, em 2023, para 44,7% em 2024.

(Heloísa Noronha, colaboração para a CNN Brasil, São Paulo, 11/07/2025, às 16h02.)
Sem cobrar resultados das instituições. Segue a mesma regra da palavra destacada o plural de:
Alternativas
Q3753909 Português
Texto I: Desempenho do Brasil no PISA: por que ninguém se importa?


Recentemente, o Brasil obteve resultados preocupantes no PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), piorando em matemática, leitura e ciências após a pandemia e ficando entre os piores no teste de criatividade. Antes de tudo, esses resultados não surpreendem, pois, historicamente, o desempenho do país no exame tem sido abaixo da média. No entanto, surge uma reflexão essencial: por que as pessoas não se importam com isso? Esse cenário deveria soar como um alerta nacional, mas acaba sendo tratado com normalidade.

Para entender a relevância dessa avaliação, vale explicar o que é o PISA. Trata-se de um exame organizado pela OCDE que avalia jovens de 15 anos em matemática, leitura e ciências, oferecendo uma análise da base educacional do ensino fundamental. Além disso, estudos do Banco Mundial demonstram a relação direta entre o desempenho no PISA e o crescimento econômico. Conforme esse estudo, países que melhoram 100 pontos no PISA em matemática tendem a crescer 2% ao ano de forma contínua.

Nesse sentido, o impacto econômico é significativo. Se o Brasil elevasse sua pontuação atual de 414 para 514, o PIB poderia crescer 2% ao ano de maneira sustentável. No entanto, o país cresceu apenas 0,6% ao ano nos últimos 25 anos, com períodos de retração em alguns momentos.

Países que alcançam bons resultados no PISA demonstram uma base educacional sólida. Ou seja, eles investem de forma adequada em educação como estratégia essencial para o desenvolvimento econômico e social. Ainda mais, o Banco Mundial alerta que, sem capital intelectual, um país não consegue crescer de forma contínua. Por isso, mesmo as nações mais ricas seguem investindo pesado em educação.

Agora, analisando o cenário nacional, dois fatores explicam o desempenho insatisfatório do Brasil: o país investe pouco em educação básica e, ainda pior, investe errado. Em comparação, o Brasil aplica menos de um terço do que os países desenvolvidos investem em educação pública. Isso reduz drasticamente os recursos para melhorar a infraestrutura escolar, capacitar professores e garantir a qualidade do ensino.

Além disso, a falta de foco no aluno agrava a situação. Sem identificar as necessidades específicas dos estudantes e sem cobrar resultados das instituições, o sistema educacional se torna ineficiente.

Analogamente ao que ocorreu na Polônia e no Vietnã, o Brasil tem o potencial de evoluir. Em apenas seis anos, a Polônia saiu de um desempenho abaixo da média europeia para estar entre os 10% melhores do continente. Da mesma forma, o Vietnã deu um salto significativo em matemática ao investir em capacitação contínua de professores e garantir recursos adequados para as escolas.

Esses exemplos mostram que uma mudança real depende de planejamento, continuidade nas políticas educacionais e um compromisso com resultados concretos.

Por fim, o desempenho do Brasil no PISA não é apenas uma questão de orgulho nacional, mas uma estratégia concreta para impulsionar o desenvolvimento econômico e social. Portanto, o país precisa repensar suas prioridades e focar na educação básica.


Por Mário Ghio, 17/dezembro — 2024



Texto II

Segundo o levantamento, 11 estados atingiram a meta de 60% de crianças alfabetizadas projetada para 2024 (em relação a 2023): Ceará, Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo, Mato Grosso, Piauí, São Paulo, Paraíba, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Sergipe.

Já Rio Grande do Sul, Amazonas, Bahia, Paraná, Pará e Rondônia tiveram desempenho pior do que em 2023. De acordo com Camilo Santana, ministro da Educação, esses estados estão tendo acompanhamento priorizado para a recuperação dos dados.

De modo geral, o Brasil aumentou o número de crianças de até 7 anos alfabetizadas em 2024, mas não atingiu a meta de 60% dos alunos na faixa etária estabelecida pelo governo federal. Os últimos números indicam que 59,2% dos estudantes do 2º ano do ensino fundamental são capazes de ler e escrever textos simples. Em 2023, esse índice era de 56%.

Segundo o ministro da Educação, as enchentes que acometeram o Rio Grande do Sul no ano passado causaram o descumprimento da meta de alfabetização do país. A tragédia levou o índice de alfabetização do estado a desabar de 63,4%, em 2023, para 44,7% em 2024.

(Heloísa Noronha, colaboração para a CNN Brasil, São Paulo, 11/07/2025, às 16h02.)

Observe a utilização da vírgula nas frases, em seguida estabeleça as devidas relações e depois marque a opção correta.


1. O Brasil, país continental, obteve resultados preocupantes no PISA.

2. O PISA avalia jovens de 15 anos em matemática, leitura e ciências.

3. O acesso à educação de qualidade é destinado aos ricos, nada, aos pobres.

4. O país investe pouco em educação básica e, ainda pior, investe errado.

5. Entorpecidos, assistimos à educação apresentar índices muito abaixo da média.


        a. Omissão da palavra na chamada “elipse”.
        b. Separa o aposto.
        c. Separa termos explicativos.
        d. Separa termos de mesma função sintática.
        e. Separa termos deslocados.

Alternativas
Q3753908 Português
Texto I: Desempenho do Brasil no PISA: por que ninguém se importa?


Recentemente, o Brasil obteve resultados preocupantes no PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), piorando em matemática, leitura e ciências após a pandemia e ficando entre os piores no teste de criatividade. Antes de tudo, esses resultados não surpreendem, pois, historicamente, o desempenho do país no exame tem sido abaixo da média. No entanto, surge uma reflexão essencial: por que as pessoas não se importam com isso? Esse cenário deveria soar como um alerta nacional, mas acaba sendo tratado com normalidade.

Para entender a relevância dessa avaliação, vale explicar o que é o PISA. Trata-se de um exame organizado pela OCDE que avalia jovens de 15 anos em matemática, leitura e ciências, oferecendo uma análise da base educacional do ensino fundamental. Além disso, estudos do Banco Mundial demonstram a relação direta entre o desempenho no PISA e o crescimento econômico. Conforme esse estudo, países que melhoram 100 pontos no PISA em matemática tendem a crescer 2% ao ano de forma contínua.

Nesse sentido, o impacto econômico é significativo. Se o Brasil elevasse sua pontuação atual de 414 para 514, o PIB poderia crescer 2% ao ano de maneira sustentável. No entanto, o país cresceu apenas 0,6% ao ano nos últimos 25 anos, com períodos de retração em alguns momentos.

Países que alcançam bons resultados no PISA demonstram uma base educacional sólida. Ou seja, eles investem de forma adequada em educação como estratégia essencial para o desenvolvimento econômico e social. Ainda mais, o Banco Mundial alerta que, sem capital intelectual, um país não consegue crescer de forma contínua. Por isso, mesmo as nações mais ricas seguem investindo pesado em educação.

Agora, analisando o cenário nacional, dois fatores explicam o desempenho insatisfatório do Brasil: o país investe pouco em educação básica e, ainda pior, investe errado. Em comparação, o Brasil aplica menos de um terço do que os países desenvolvidos investem em educação pública. Isso reduz drasticamente os recursos para melhorar a infraestrutura escolar, capacitar professores e garantir a qualidade do ensino.

Além disso, a falta de foco no aluno agrava a situação. Sem identificar as necessidades específicas dos estudantes e sem cobrar resultados das instituições, o sistema educacional se torna ineficiente.

Analogamente ao que ocorreu na Polônia e no Vietnã, o Brasil tem o potencial de evoluir. Em apenas seis anos, a Polônia saiu de um desempenho abaixo da média europeia para estar entre os 10% melhores do continente. Da mesma forma, o Vietnã deu um salto significativo em matemática ao investir em capacitação contínua de professores e garantir recursos adequados para as escolas.

Esses exemplos mostram que uma mudança real depende de planejamento, continuidade nas políticas educacionais e um compromisso com resultados concretos.

Por fim, o desempenho do Brasil no PISA não é apenas uma questão de orgulho nacional, mas uma estratégia concreta para impulsionar o desenvolvimento econômico e social. Portanto, o país precisa repensar suas prioridades e focar na educação básica.


Por Mário Ghio, 17/dezembro — 2024



Texto II

Segundo o levantamento, 11 estados atingiram a meta de 60% de crianças alfabetizadas projetada para 2024 (em relação a 2023): Ceará, Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo, Mato Grosso, Piauí, São Paulo, Paraíba, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Sergipe.

Já Rio Grande do Sul, Amazonas, Bahia, Paraná, Pará e Rondônia tiveram desempenho pior do que em 2023. De acordo com Camilo Santana, ministro da Educação, esses estados estão tendo acompanhamento priorizado para a recuperação dos dados.

De modo geral, o Brasil aumentou o número de crianças de até 7 anos alfabetizadas em 2024, mas não atingiu a meta de 60% dos alunos na faixa etária estabelecida pelo governo federal. Os últimos números indicam que 59,2% dos estudantes do 2º ano do ensino fundamental são capazes de ler e escrever textos simples. Em 2023, esse índice era de 56%.

Segundo o ministro da Educação, as enchentes que acometeram o Rio Grande do Sul no ano passado causaram o descumprimento da meta de alfabetização do país. A tragédia levou o índice de alfabetização do estado a desabar de 63,4%, em 2023, para 44,7% em 2024.

(Heloísa Noronha, colaboração para a CNN Brasil, São Paulo, 11/07/2025, às 16h02.)
Ainda sobre os textos, é correto afirmar, exceto:
Alternativas
Q3753907 Português
Texto I: Desempenho do Brasil no PISA: por que ninguém se importa?


Recentemente, o Brasil obteve resultados preocupantes no PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), piorando em matemática, leitura e ciências após a pandemia e ficando entre os piores no teste de criatividade. Antes de tudo, esses resultados não surpreendem, pois, historicamente, o desempenho do país no exame tem sido abaixo da média. No entanto, surge uma reflexão essencial: por que as pessoas não se importam com isso? Esse cenário deveria soar como um alerta nacional, mas acaba sendo tratado com normalidade.

Para entender a relevância dessa avaliação, vale explicar o que é o PISA. Trata-se de um exame organizado pela OCDE que avalia jovens de 15 anos em matemática, leitura e ciências, oferecendo uma análise da base educacional do ensino fundamental. Além disso, estudos do Banco Mundial demonstram a relação direta entre o desempenho no PISA e o crescimento econômico. Conforme esse estudo, países que melhoram 100 pontos no PISA em matemática tendem a crescer 2% ao ano de forma contínua.

Nesse sentido, o impacto econômico é significativo. Se o Brasil elevasse sua pontuação atual de 414 para 514, o PIB poderia crescer 2% ao ano de maneira sustentável. No entanto, o país cresceu apenas 0,6% ao ano nos últimos 25 anos, com períodos de retração em alguns momentos.

Países que alcançam bons resultados no PISA demonstram uma base educacional sólida. Ou seja, eles investem de forma adequada em educação como estratégia essencial para o desenvolvimento econômico e social. Ainda mais, o Banco Mundial alerta que, sem capital intelectual, um país não consegue crescer de forma contínua. Por isso, mesmo as nações mais ricas seguem investindo pesado em educação.

Agora, analisando o cenário nacional, dois fatores explicam o desempenho insatisfatório do Brasil: o país investe pouco em educação básica e, ainda pior, investe errado. Em comparação, o Brasil aplica menos de um terço do que os países desenvolvidos investem em educação pública. Isso reduz drasticamente os recursos para melhorar a infraestrutura escolar, capacitar professores e garantir a qualidade do ensino.

Além disso, a falta de foco no aluno agrava a situação. Sem identificar as necessidades específicas dos estudantes e sem cobrar resultados das instituições, o sistema educacional se torna ineficiente.

Analogamente ao que ocorreu na Polônia e no Vietnã, o Brasil tem o potencial de evoluir. Em apenas seis anos, a Polônia saiu de um desempenho abaixo da média europeia para estar entre os 10% melhores do continente. Da mesma forma, o Vietnã deu um salto significativo em matemática ao investir em capacitação contínua de professores e garantir recursos adequados para as escolas.

Esses exemplos mostram que uma mudança real depende de planejamento, continuidade nas políticas educacionais e um compromisso com resultados concretos.

Por fim, o desempenho do Brasil no PISA não é apenas uma questão de orgulho nacional, mas uma estratégia concreta para impulsionar o desenvolvimento econômico e social. Portanto, o país precisa repensar suas prioridades e focar na educação básica.


Por Mário Ghio, 17/dezembro — 2024



Texto II

Segundo o levantamento, 11 estados atingiram a meta de 60% de crianças alfabetizadas projetada para 2024 (em relação a 2023): Ceará, Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo, Mato Grosso, Piauí, São Paulo, Paraíba, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Sergipe.

Já Rio Grande do Sul, Amazonas, Bahia, Paraná, Pará e Rondônia tiveram desempenho pior do que em 2023. De acordo com Camilo Santana, ministro da Educação, esses estados estão tendo acompanhamento priorizado para a recuperação dos dados.

De modo geral, o Brasil aumentou o número de crianças de até 7 anos alfabetizadas em 2024, mas não atingiu a meta de 60% dos alunos na faixa etária estabelecida pelo governo federal. Os últimos números indicam que 59,2% dos estudantes do 2º ano do ensino fundamental são capazes de ler e escrever textos simples. Em 2023, esse índice era de 56%.

Segundo o ministro da Educação, as enchentes que acometeram o Rio Grande do Sul no ano passado causaram o descumprimento da meta de alfabetização do país. A tragédia levou o índice de alfabetização do estado a desabar de 63,4%, em 2023, para 44,7% em 2024.

(Heloísa Noronha, colaboração para a CNN Brasil, São Paulo, 11/07/2025, às 16h02.)
Leia o fragmento de uma notícia veiculada nos principais veículos de comunicação e, em seguida, estabeleça relações com o primeiro texto e marque a opção correta:
Alternativas
Q3753906 Português
Texto I: Desempenho do Brasil no PISA: por que ninguém se importa?


Recentemente, o Brasil obteve resultados preocupantes no PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), piorando em matemática, leitura e ciências após a pandemia e ficando entre os piores no teste de criatividade. Antes de tudo, esses resultados não surpreendem, pois, historicamente, o desempenho do país no exame tem sido abaixo da média. No entanto, surge uma reflexão essencial: por que as pessoas não se importam com isso? Esse cenário deveria soar como um alerta nacional, mas acaba sendo tratado com normalidade.

Para entender a relevância dessa avaliação, vale explicar o que é o PISA. Trata-se de um exame organizado pela OCDE que avalia jovens de 15 anos em matemática, leitura e ciências, oferecendo uma análise da base educacional do ensino fundamental. Além disso, estudos do Banco Mundial demonstram a relação direta entre o desempenho no PISA e o crescimento econômico. Conforme esse estudo, países que melhoram 100 pontos no PISA em matemática tendem a crescer 2% ao ano de forma contínua.

Nesse sentido, o impacto econômico é significativo. Se o Brasil elevasse sua pontuação atual de 414 para 514, o PIB poderia crescer 2% ao ano de maneira sustentável. No entanto, o país cresceu apenas 0,6% ao ano nos últimos 25 anos, com períodos de retração em alguns momentos.

Países que alcançam bons resultados no PISA demonstram uma base educacional sólida. Ou seja, eles investem de forma adequada em educação como estratégia essencial para o desenvolvimento econômico e social. Ainda mais, o Banco Mundial alerta que, sem capital intelectual, um país não consegue crescer de forma contínua. Por isso, mesmo as nações mais ricas seguem investindo pesado em educação.

Agora, analisando o cenário nacional, dois fatores explicam o desempenho insatisfatório do Brasil: o país investe pouco em educação básica e, ainda pior, investe errado. Em comparação, o Brasil aplica menos de um terço do que os países desenvolvidos investem em educação pública. Isso reduz drasticamente os recursos para melhorar a infraestrutura escolar, capacitar professores e garantir a qualidade do ensino.

Além disso, a falta de foco no aluno agrava a situação. Sem identificar as necessidades específicas dos estudantes e sem cobrar resultados das instituições, o sistema educacional se torna ineficiente.

Analogamente ao que ocorreu na Polônia e no Vietnã, o Brasil tem o potencial de evoluir. Em apenas seis anos, a Polônia saiu de um desempenho abaixo da média europeia para estar entre os 10% melhores do continente. Da mesma forma, o Vietnã deu um salto significativo em matemática ao investir em capacitação contínua de professores e garantir recursos adequados para as escolas.

Esses exemplos mostram que uma mudança real depende de planejamento, continuidade nas políticas educacionais e um compromisso com resultados concretos.

Por fim, o desempenho do Brasil no PISA não é apenas uma questão de orgulho nacional, mas uma estratégia concreta para impulsionar o desenvolvimento econômico e social. Portanto, o país precisa repensar suas prioridades e focar na educação básica.


Por Mário Ghio, 17/dezembro — 2024
De acordo com as ideias do texto, é correto inferir, exceto:
Alternativas
Q3753785 Português
Texto I

Retorno ao presencial pode estimular rotatividade ainda maior, aponta pesquisa

        O processo de retorno do trabalho remoto ao regime presencial pode intensificar a já elevada rotatividade do mercado de trabalho brasileiro, e isso vale principalmente para as mulheres.

        É o que mostra pesquisa feita pela empresa de recrutamento Robert Half em parceria com o Insper, que ouviu 1.432 profissionais de diferentes setores e níveis hierárquicos em empresas de todo o Brasil entre março e abril.

        O levantamento mostra que 34% dos entrevistados, tanto homens como mulheres, têm intenção de sair do emprego, mesmo se os atuais arranjos de home office forem mantidos.

        Os dados estão em linha com a já elevada rotatividade no mercado de trabalho. Números levantados pela consultoria LCA mostram que mais de um terço dos trabalhadores com carteira assinada mudaram de emprego nos últimos 12 meses [...]

        É um cenário que mostra a insatisfação com a volta gradual ao presencial, aponta Mariana Horno, diretora da Robert Half. 

        "Os funcionários se acostumaram a ter flexibilidade no emprego, valorizando a sensação de bem-estar e saúde mental", afirma. "As pessoas acabam não entendendo a volta ao presencial, principalmente quando avaliam que não há perda de produtividade."

        Esse panorama vale especialmente para as mulheres, segundo o levantamento. Enquanto 66% dos homens afirmaram que iriam querer sair do emprego se perderem parcialmente o trabalho remoto, o percentual é de 77% no caso delas.

        Quando a pergunta é sobre qual seria a reação à perda total do trabalho remoto, 66% dos homens afirmam que teriam intenção de sair do emprego, contra 81% das mulheres.

        "As mulheres sofrem mais com a falta de flexibilidade. Ainda existe uma sobrecarga feminina para questões domésticas, como a rotina com os filhos, além de questões de bem-estar e autocuidado", diz Horno.

        A pesquisa perguntou ainda sobre as principais perdas enxergadas pelos trabalhadores em caso de volta total ao trabalho presencial. A maior parte apontou o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, com 83% das mulheres e 76% dos homens.

        "Quando há um engessamento do modelo, ou seja, quando a empresa determina que o presencial aconteça em dias determinados, a insatisfação é maior. A reação não é somente em relação à quantidade de dias, mas também à liberdade de escolha", afirmou a diretora da Robert Half.

        Em seguida, aparece a redução do estresse, com 81% das mulheres e 72% dos homens indicando essa como uma perda importante no caso da volta total ao presencial.

        "Em um contexto no qual funções domésticas e de cuidado seguem recaindo principalmente sobre as mulheres, a flexibilidade tem sido fundamental para que elas consigam equilibrar as múltiplas demandas da vida pessoal e do trabalho", afirma Tatiana Iwai, professora e coordenadora do Centro de Estudos em Negócios do Insper.

        Horno aponta que, de um ano e meio para cá, cresceu a pressão para redução do home office entre as empresas. "Ainda há muitas empresas com três dias no escritório e dois em casa, mas a maior parte das conversas vai no sentido de elevar esse número para quatro dias presencialmente", diz. 

        A diretora afirma que a disposição para reduzir o home office varia bastante de empresa para empresa. "Quando há medições mais precisas, que eventualmente mostrem que a produtividade não atende ao desejado, a tendência é que haja uma rigidez maior", avalia.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/09/retorno -ao-presencial-pode-estimular-rotatividade-ainda-maioraponta-pesquisa.shtml. Adaptado.Acesso em 17/09/2025  
“Horno aponta que de um ano e meio para cá cresceu a pressão para redução do home office entre as empresas. ‘Ainda há muitas empresas com três dias no escritório e dois em casa, mas a maior parte das conversas vai no sentido de elevar esse número para quatro dias presencialmente’, diz” (14º parágrafo). Nesse trecho, a relação entre as duas frases é de:
Alternativas
Q3753784 Português
Texto I

Retorno ao presencial pode estimular rotatividade ainda maior, aponta pesquisa

        O processo de retorno do trabalho remoto ao regime presencial pode intensificar a já elevada rotatividade do mercado de trabalho brasileiro, e isso vale principalmente para as mulheres.

        É o que mostra pesquisa feita pela empresa de recrutamento Robert Half em parceria com o Insper, que ouviu 1.432 profissionais de diferentes setores e níveis hierárquicos em empresas de todo o Brasil entre março e abril.

        O levantamento mostra que 34% dos entrevistados, tanto homens como mulheres, têm intenção de sair do emprego, mesmo se os atuais arranjos de home office forem mantidos.

        Os dados estão em linha com a já elevada rotatividade no mercado de trabalho. Números levantados pela consultoria LCA mostram que mais de um terço dos trabalhadores com carteira assinada mudaram de emprego nos últimos 12 meses [...]

        É um cenário que mostra a insatisfação com a volta gradual ao presencial, aponta Mariana Horno, diretora da Robert Half. 

        "Os funcionários se acostumaram a ter flexibilidade no emprego, valorizando a sensação de bem-estar e saúde mental", afirma. "As pessoas acabam não entendendo a volta ao presencial, principalmente quando avaliam que não há perda de produtividade."

        Esse panorama vale especialmente para as mulheres, segundo o levantamento. Enquanto 66% dos homens afirmaram que iriam querer sair do emprego se perderem parcialmente o trabalho remoto, o percentual é de 77% no caso delas.

        Quando a pergunta é sobre qual seria a reação à perda total do trabalho remoto, 66% dos homens afirmam que teriam intenção de sair do emprego, contra 81% das mulheres.

        "As mulheres sofrem mais com a falta de flexibilidade. Ainda existe uma sobrecarga feminina para questões domésticas, como a rotina com os filhos, além de questões de bem-estar e autocuidado", diz Horno.

        A pesquisa perguntou ainda sobre as principais perdas enxergadas pelos trabalhadores em caso de volta total ao trabalho presencial. A maior parte apontou o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, com 83% das mulheres e 76% dos homens.

        "Quando há um engessamento do modelo, ou seja, quando a empresa determina que o presencial aconteça em dias determinados, a insatisfação é maior. A reação não é somente em relação à quantidade de dias, mas também à liberdade de escolha", afirmou a diretora da Robert Half.

        Em seguida, aparece a redução do estresse, com 81% das mulheres e 72% dos homens indicando essa como uma perda importante no caso da volta total ao presencial.

        "Em um contexto no qual funções domésticas e de cuidado seguem recaindo principalmente sobre as mulheres, a flexibilidade tem sido fundamental para que elas consigam equilibrar as múltiplas demandas da vida pessoal e do trabalho", afirma Tatiana Iwai, professora e coordenadora do Centro de Estudos em Negócios do Insper.

        Horno aponta que, de um ano e meio para cá, cresceu a pressão para redução do home office entre as empresas. "Ainda há muitas empresas com três dias no escritório e dois em casa, mas a maior parte das conversas vai no sentido de elevar esse número para quatro dias presencialmente", diz. 

        A diretora afirma que a disposição para reduzir o home office varia bastante de empresa para empresa. "Quando há medições mais precisas, que eventualmente mostrem que a produtividade não atende ao desejado, a tendência é que haja uma rigidez maior", avalia.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/09/retorno -ao-presencial-pode-estimular-rotatividade-ainda-maioraponta-pesquisa.shtml. Adaptado.Acesso em 17/09/2025  
No trecho “Esse panorama vale especialmente para as mulheres, segundo o levantamento. Enquanto 66% dos homens afirmaram que iriam querer sair do emprego se perderem parcialmente o trabalho remoto, o percentual é de 77% no caso delas” (7º parágrafo), os conectores em destaque cumprem, respectivamente, função de:  
Alternativas
Q3753783 Português
Texto I

Retorno ao presencial pode estimular rotatividade ainda maior, aponta pesquisa

        O processo de retorno do trabalho remoto ao regime presencial pode intensificar a já elevada rotatividade do mercado de trabalho brasileiro, e isso vale principalmente para as mulheres.

        É o que mostra pesquisa feita pela empresa de recrutamento Robert Half em parceria com o Insper, que ouviu 1.432 profissionais de diferentes setores e níveis hierárquicos em empresas de todo o Brasil entre março e abril.

        O levantamento mostra que 34% dos entrevistados, tanto homens como mulheres, têm intenção de sair do emprego, mesmo se os atuais arranjos de home office forem mantidos.

        Os dados estão em linha com a já elevada rotatividade no mercado de trabalho. Números levantados pela consultoria LCA mostram que mais de um terço dos trabalhadores com carteira assinada mudaram de emprego nos últimos 12 meses [...]

        É um cenário que mostra a insatisfação com a volta gradual ao presencial, aponta Mariana Horno, diretora da Robert Half. 

        "Os funcionários se acostumaram a ter flexibilidade no emprego, valorizando a sensação de bem-estar e saúde mental", afirma. "As pessoas acabam não entendendo a volta ao presencial, principalmente quando avaliam que não há perda de produtividade."

        Esse panorama vale especialmente para as mulheres, segundo o levantamento. Enquanto 66% dos homens afirmaram que iriam querer sair do emprego se perderem parcialmente o trabalho remoto, o percentual é de 77% no caso delas.

        Quando a pergunta é sobre qual seria a reação à perda total do trabalho remoto, 66% dos homens afirmam que teriam intenção de sair do emprego, contra 81% das mulheres.

        "As mulheres sofrem mais com a falta de flexibilidade. Ainda existe uma sobrecarga feminina para questões domésticas, como a rotina com os filhos, além de questões de bem-estar e autocuidado", diz Horno.

        A pesquisa perguntou ainda sobre as principais perdas enxergadas pelos trabalhadores em caso de volta total ao trabalho presencial. A maior parte apontou o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, com 83% das mulheres e 76% dos homens.

        "Quando há um engessamento do modelo, ou seja, quando a empresa determina que o presencial aconteça em dias determinados, a insatisfação é maior. A reação não é somente em relação à quantidade de dias, mas também à liberdade de escolha", afirmou a diretora da Robert Half.

        Em seguida, aparece a redução do estresse, com 81% das mulheres e 72% dos homens indicando essa como uma perda importante no caso da volta total ao presencial.

        "Em um contexto no qual funções domésticas e de cuidado seguem recaindo principalmente sobre as mulheres, a flexibilidade tem sido fundamental para que elas consigam equilibrar as múltiplas demandas da vida pessoal e do trabalho", afirma Tatiana Iwai, professora e coordenadora do Centro de Estudos em Negócios do Insper.

        Horno aponta que, de um ano e meio para cá, cresceu a pressão para redução do home office entre as empresas. "Ainda há muitas empresas com três dias no escritório e dois em casa, mas a maior parte das conversas vai no sentido de elevar esse número para quatro dias presencialmente", diz. 

        A diretora afirma que a disposição para reduzir o home office varia bastante de empresa para empresa. "Quando há medições mais precisas, que eventualmente mostrem que a produtividade não atende ao desejado, a tendência é que haja uma rigidez maior", avalia.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/09/retorno -ao-presencial-pode-estimular-rotatividade-ainda-maioraponta-pesquisa.shtml. Adaptado.Acesso em 17/09/2025  
“É um cenário que mostra a insatisfação com a volta gradual ao presencial, aponta Mariana Horno, diretora da Robert Half” (5º parágrafo).
Nesse trecho, as duas palavras grifadas são, respectivamente, classificadas como: 
Alternativas
Q3753781 Português
Texto I

Retorno ao presencial pode estimular rotatividade ainda maior, aponta pesquisa

        O processo de retorno do trabalho remoto ao regime presencial pode intensificar a já elevada rotatividade do mercado de trabalho brasileiro, e isso vale principalmente para as mulheres.

        É o que mostra pesquisa feita pela empresa de recrutamento Robert Half em parceria com o Insper, que ouviu 1.432 profissionais de diferentes setores e níveis hierárquicos em empresas de todo o Brasil entre março e abril.

        O levantamento mostra que 34% dos entrevistados, tanto homens como mulheres, têm intenção de sair do emprego, mesmo se os atuais arranjos de home office forem mantidos.

        Os dados estão em linha com a já elevada rotatividade no mercado de trabalho. Números levantados pela consultoria LCA mostram que mais de um terço dos trabalhadores com carteira assinada mudaram de emprego nos últimos 12 meses [...]

        É um cenário que mostra a insatisfação com a volta gradual ao presencial, aponta Mariana Horno, diretora da Robert Half. 

        "Os funcionários se acostumaram a ter flexibilidade no emprego, valorizando a sensação de bem-estar e saúde mental", afirma. "As pessoas acabam não entendendo a volta ao presencial, principalmente quando avaliam que não há perda de produtividade."

        Esse panorama vale especialmente para as mulheres, segundo o levantamento. Enquanto 66% dos homens afirmaram que iriam querer sair do emprego se perderem parcialmente o trabalho remoto, o percentual é de 77% no caso delas.

        Quando a pergunta é sobre qual seria a reação à perda total do trabalho remoto, 66% dos homens afirmam que teriam intenção de sair do emprego, contra 81% das mulheres.

        "As mulheres sofrem mais com a falta de flexibilidade. Ainda existe uma sobrecarga feminina para questões domésticas, como a rotina com os filhos, além de questões de bem-estar e autocuidado", diz Horno.

        A pesquisa perguntou ainda sobre as principais perdas enxergadas pelos trabalhadores em caso de volta total ao trabalho presencial. A maior parte apontou o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, com 83% das mulheres e 76% dos homens.

        "Quando há um engessamento do modelo, ou seja, quando a empresa determina que o presencial aconteça em dias determinados, a insatisfação é maior. A reação não é somente em relação à quantidade de dias, mas também à liberdade de escolha", afirmou a diretora da Robert Half.

        Em seguida, aparece a redução do estresse, com 81% das mulheres e 72% dos homens indicando essa como uma perda importante no caso da volta total ao presencial.

        "Em um contexto no qual funções domésticas e de cuidado seguem recaindo principalmente sobre as mulheres, a flexibilidade tem sido fundamental para que elas consigam equilibrar as múltiplas demandas da vida pessoal e do trabalho", afirma Tatiana Iwai, professora e coordenadora do Centro de Estudos em Negócios do Insper.

        Horno aponta que, de um ano e meio para cá, cresceu a pressão para redução do home office entre as empresas. "Ainda há muitas empresas com três dias no escritório e dois em casa, mas a maior parte das conversas vai no sentido de elevar esse número para quatro dias presencialmente", diz. 

        A diretora afirma que a disposição para reduzir o home office varia bastante de empresa para empresa. "Quando há medições mais precisas, que eventualmente mostrem que a produtividade não atende ao desejado, a tendência é que haja uma rigidez maior", avalia.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/09/retorno -ao-presencial-pode-estimular-rotatividade-ainda-maioraponta-pesquisa.shtml. Adaptado.Acesso em 17/09/2025  
“O levantamento mostra que 34% dos entrevistados, tanto homens como mulheres, têm intenção de sair do emprego, mesmo se os atuais arranjos de home office forem mantidos” (3º parágrafo).
A palavra em destaque significa “propósito” ou “finalidade”. Na língua portuguesa, registra-se também a palavra “intensão”, que indica “aumento de tensão, de força ou de energia”. As palavras “intenção” e “intensão” são pronunciadas da mesma forma, mas têm grafias diferentes. Logo, constituem um par de: 
Alternativas
Q3753780 Português
Texto I

Retorno ao presencial pode estimular rotatividade ainda maior, aponta pesquisa

        O processo de retorno do trabalho remoto ao regime presencial pode intensificar a já elevada rotatividade do mercado de trabalho brasileiro, e isso vale principalmente para as mulheres.

        É o que mostra pesquisa feita pela empresa de recrutamento Robert Half em parceria com o Insper, que ouviu 1.432 profissionais de diferentes setores e níveis hierárquicos em empresas de todo o Brasil entre março e abril.

        O levantamento mostra que 34% dos entrevistados, tanto homens como mulheres, têm intenção de sair do emprego, mesmo se os atuais arranjos de home office forem mantidos.

        Os dados estão em linha com a já elevada rotatividade no mercado de trabalho. Números levantados pela consultoria LCA mostram que mais de um terço dos trabalhadores com carteira assinada mudaram de emprego nos últimos 12 meses [...]

        É um cenário que mostra a insatisfação com a volta gradual ao presencial, aponta Mariana Horno, diretora da Robert Half. 

        "Os funcionários se acostumaram a ter flexibilidade no emprego, valorizando a sensação de bem-estar e saúde mental", afirma. "As pessoas acabam não entendendo a volta ao presencial, principalmente quando avaliam que não há perda de produtividade."

        Esse panorama vale especialmente para as mulheres, segundo o levantamento. Enquanto 66% dos homens afirmaram que iriam querer sair do emprego se perderem parcialmente o trabalho remoto, o percentual é de 77% no caso delas.

        Quando a pergunta é sobre qual seria a reação à perda total do trabalho remoto, 66% dos homens afirmam que teriam intenção de sair do emprego, contra 81% das mulheres.

        "As mulheres sofrem mais com a falta de flexibilidade. Ainda existe uma sobrecarga feminina para questões domésticas, como a rotina com os filhos, além de questões de bem-estar e autocuidado", diz Horno.

        A pesquisa perguntou ainda sobre as principais perdas enxergadas pelos trabalhadores em caso de volta total ao trabalho presencial. A maior parte apontou o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, com 83% das mulheres e 76% dos homens.

        "Quando há um engessamento do modelo, ou seja, quando a empresa determina que o presencial aconteça em dias determinados, a insatisfação é maior. A reação não é somente em relação à quantidade de dias, mas também à liberdade de escolha", afirmou a diretora da Robert Half.

        Em seguida, aparece a redução do estresse, com 81% das mulheres e 72% dos homens indicando essa como uma perda importante no caso da volta total ao presencial.

        "Em um contexto no qual funções domésticas e de cuidado seguem recaindo principalmente sobre as mulheres, a flexibilidade tem sido fundamental para que elas consigam equilibrar as múltiplas demandas da vida pessoal e do trabalho", afirma Tatiana Iwai, professora e coordenadora do Centro de Estudos em Negócios do Insper.

        Horno aponta que, de um ano e meio para cá, cresceu a pressão para redução do home office entre as empresas. "Ainda há muitas empresas com três dias no escritório e dois em casa, mas a maior parte das conversas vai no sentido de elevar esse número para quatro dias presencialmente", diz. 

        A diretora afirma que a disposição para reduzir o home office varia bastante de empresa para empresa. "Quando há medições mais precisas, que eventualmente mostrem que a produtividade não atende ao desejado, a tendência é que haja uma rigidez maior", avalia.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/09/retorno -ao-presencial-pode-estimular-rotatividade-ainda-maioraponta-pesquisa.shtml. Adaptado.Acesso em 17/09/2025  
No título do texto (“Retorno ao presencial pode estimular rotatividade ainda maior, aponta pesquisa), a vírgula foi empregada para:
Alternativas
Q3753779 Português
Texto I

Retorno ao presencial pode estimular rotatividade ainda maior, aponta pesquisa

        O processo de retorno do trabalho remoto ao regime presencial pode intensificar a já elevada rotatividade do mercado de trabalho brasileiro, e isso vale principalmente para as mulheres.

        É o que mostra pesquisa feita pela empresa de recrutamento Robert Half em parceria com o Insper, que ouviu 1.432 profissionais de diferentes setores e níveis hierárquicos em empresas de todo o Brasil entre março e abril.

        O levantamento mostra que 34% dos entrevistados, tanto homens como mulheres, têm intenção de sair do emprego, mesmo se os atuais arranjos de home office forem mantidos.

        Os dados estão em linha com a já elevada rotatividade no mercado de trabalho. Números levantados pela consultoria LCA mostram que mais de um terço dos trabalhadores com carteira assinada mudaram de emprego nos últimos 12 meses [...]

        É um cenário que mostra a insatisfação com a volta gradual ao presencial, aponta Mariana Horno, diretora da Robert Half. 

        "Os funcionários se acostumaram a ter flexibilidade no emprego, valorizando a sensação de bem-estar e saúde mental", afirma. "As pessoas acabam não entendendo a volta ao presencial, principalmente quando avaliam que não há perda de produtividade."

        Esse panorama vale especialmente para as mulheres, segundo o levantamento. Enquanto 66% dos homens afirmaram que iriam querer sair do emprego se perderem parcialmente o trabalho remoto, o percentual é de 77% no caso delas.

        Quando a pergunta é sobre qual seria a reação à perda total do trabalho remoto, 66% dos homens afirmam que teriam intenção de sair do emprego, contra 81% das mulheres.

        "As mulheres sofrem mais com a falta de flexibilidade. Ainda existe uma sobrecarga feminina para questões domésticas, como a rotina com os filhos, além de questões de bem-estar e autocuidado", diz Horno.

        A pesquisa perguntou ainda sobre as principais perdas enxergadas pelos trabalhadores em caso de volta total ao trabalho presencial. A maior parte apontou o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, com 83% das mulheres e 76% dos homens.

        "Quando há um engessamento do modelo, ou seja, quando a empresa determina que o presencial aconteça em dias determinados, a insatisfação é maior. A reação não é somente em relação à quantidade de dias, mas também à liberdade de escolha", afirmou a diretora da Robert Half.

        Em seguida, aparece a redução do estresse, com 81% das mulheres e 72% dos homens indicando essa como uma perda importante no caso da volta total ao presencial.

        "Em um contexto no qual funções domésticas e de cuidado seguem recaindo principalmente sobre as mulheres, a flexibilidade tem sido fundamental para que elas consigam equilibrar as múltiplas demandas da vida pessoal e do trabalho", afirma Tatiana Iwai, professora e coordenadora do Centro de Estudos em Negócios do Insper.

        Horno aponta que, de um ano e meio para cá, cresceu a pressão para redução do home office entre as empresas. "Ainda há muitas empresas com três dias no escritório e dois em casa, mas a maior parte das conversas vai no sentido de elevar esse número para quatro dias presencialmente", diz. 

        A diretora afirma que a disposição para reduzir o home office varia bastante de empresa para empresa. "Quando há medições mais precisas, que eventualmente mostrem que a produtividade não atende ao desejado, a tendência é que haja uma rigidez maior", avalia.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/09/retorno -ao-presencial-pode-estimular-rotatividade-ainda-maioraponta-pesquisa.shtml. Adaptado.Acesso em 17/09/2025  
Considerando a progressão de ideias no texto, verifica-se que o desenvolvimento argumentativo se constrói, principalmente, pela:
Alternativas
Q3753778 Português
Texto I

Retorno ao presencial pode estimular rotatividade ainda maior, aponta pesquisa

        O processo de retorno do trabalho remoto ao regime presencial pode intensificar a já elevada rotatividade do mercado de trabalho brasileiro, e isso vale principalmente para as mulheres.

        É o que mostra pesquisa feita pela empresa de recrutamento Robert Half em parceria com o Insper, que ouviu 1.432 profissionais de diferentes setores e níveis hierárquicos em empresas de todo o Brasil entre março e abril.

        O levantamento mostra que 34% dos entrevistados, tanto homens como mulheres, têm intenção de sair do emprego, mesmo se os atuais arranjos de home office forem mantidos.

        Os dados estão em linha com a já elevada rotatividade no mercado de trabalho. Números levantados pela consultoria LCA mostram que mais de um terço dos trabalhadores com carteira assinada mudaram de emprego nos últimos 12 meses [...]

        É um cenário que mostra a insatisfação com a volta gradual ao presencial, aponta Mariana Horno, diretora da Robert Half. 

        "Os funcionários se acostumaram a ter flexibilidade no emprego, valorizando a sensação de bem-estar e saúde mental", afirma. "As pessoas acabam não entendendo a volta ao presencial, principalmente quando avaliam que não há perda de produtividade."

        Esse panorama vale especialmente para as mulheres, segundo o levantamento. Enquanto 66% dos homens afirmaram que iriam querer sair do emprego se perderem parcialmente o trabalho remoto, o percentual é de 77% no caso delas.

        Quando a pergunta é sobre qual seria a reação à perda total do trabalho remoto, 66% dos homens afirmam que teriam intenção de sair do emprego, contra 81% das mulheres.

        "As mulheres sofrem mais com a falta de flexibilidade. Ainda existe uma sobrecarga feminina para questões domésticas, como a rotina com os filhos, além de questões de bem-estar e autocuidado", diz Horno.

        A pesquisa perguntou ainda sobre as principais perdas enxergadas pelos trabalhadores em caso de volta total ao trabalho presencial. A maior parte apontou o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, com 83% das mulheres e 76% dos homens.

        "Quando há um engessamento do modelo, ou seja, quando a empresa determina que o presencial aconteça em dias determinados, a insatisfação é maior. A reação não é somente em relação à quantidade de dias, mas também à liberdade de escolha", afirmou a diretora da Robert Half.

        Em seguida, aparece a redução do estresse, com 81% das mulheres e 72% dos homens indicando essa como uma perda importante no caso da volta total ao presencial.

        "Em um contexto no qual funções domésticas e de cuidado seguem recaindo principalmente sobre as mulheres, a flexibilidade tem sido fundamental para que elas consigam equilibrar as múltiplas demandas da vida pessoal e do trabalho", afirma Tatiana Iwai, professora e coordenadora do Centro de Estudos em Negócios do Insper.

        Horno aponta que, de um ano e meio para cá, cresceu a pressão para redução do home office entre as empresas. "Ainda há muitas empresas com três dias no escritório e dois em casa, mas a maior parte das conversas vai no sentido de elevar esse número para quatro dias presencialmente", diz. 

        A diretora afirma que a disposição para reduzir o home office varia bastante de empresa para empresa. "Quando há medições mais precisas, que eventualmente mostrem que a produtividade não atende ao desejado, a tendência é que haja uma rigidez maior", avalia.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/09/retorno -ao-presencial-pode-estimular-rotatividade-ainda-maioraponta-pesquisa.shtml. Adaptado.Acesso em 17/09/2025  
A posição de Tatiana Iwai complementa a de Mariana Horno na medida em que: 
Alternativas
Q3753777 Português
Texto I

Retorno ao presencial pode estimular rotatividade ainda maior, aponta pesquisa

        O processo de retorno do trabalho remoto ao regime presencial pode intensificar a já elevada rotatividade do mercado de trabalho brasileiro, e isso vale principalmente para as mulheres.

        É o que mostra pesquisa feita pela empresa de recrutamento Robert Half em parceria com o Insper, que ouviu 1.432 profissionais de diferentes setores e níveis hierárquicos em empresas de todo o Brasil entre março e abril.

        O levantamento mostra que 34% dos entrevistados, tanto homens como mulheres, têm intenção de sair do emprego, mesmo se os atuais arranjos de home office forem mantidos.

        Os dados estão em linha com a já elevada rotatividade no mercado de trabalho. Números levantados pela consultoria LCA mostram que mais de um terço dos trabalhadores com carteira assinada mudaram de emprego nos últimos 12 meses [...]

        É um cenário que mostra a insatisfação com a volta gradual ao presencial, aponta Mariana Horno, diretora da Robert Half. 

        "Os funcionários se acostumaram a ter flexibilidade no emprego, valorizando a sensação de bem-estar e saúde mental", afirma. "As pessoas acabam não entendendo a volta ao presencial, principalmente quando avaliam que não há perda de produtividade."

        Esse panorama vale especialmente para as mulheres, segundo o levantamento. Enquanto 66% dos homens afirmaram que iriam querer sair do emprego se perderem parcialmente o trabalho remoto, o percentual é de 77% no caso delas.

        Quando a pergunta é sobre qual seria a reação à perda total do trabalho remoto, 66% dos homens afirmam que teriam intenção de sair do emprego, contra 81% das mulheres.

        "As mulheres sofrem mais com a falta de flexibilidade. Ainda existe uma sobrecarga feminina para questões domésticas, como a rotina com os filhos, além de questões de bem-estar e autocuidado", diz Horno.

        A pesquisa perguntou ainda sobre as principais perdas enxergadas pelos trabalhadores em caso de volta total ao trabalho presencial. A maior parte apontou o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, com 83% das mulheres e 76% dos homens.

        "Quando há um engessamento do modelo, ou seja, quando a empresa determina que o presencial aconteça em dias determinados, a insatisfação é maior. A reação não é somente em relação à quantidade de dias, mas também à liberdade de escolha", afirmou a diretora da Robert Half.

        Em seguida, aparece a redução do estresse, com 81% das mulheres e 72% dos homens indicando essa como uma perda importante no caso da volta total ao presencial.

        "Em um contexto no qual funções domésticas e de cuidado seguem recaindo principalmente sobre as mulheres, a flexibilidade tem sido fundamental para que elas consigam equilibrar as múltiplas demandas da vida pessoal e do trabalho", afirma Tatiana Iwai, professora e coordenadora do Centro de Estudos em Negócios do Insper.

        Horno aponta que, de um ano e meio para cá, cresceu a pressão para redução do home office entre as empresas. "Ainda há muitas empresas com três dias no escritório e dois em casa, mas a maior parte das conversas vai no sentido de elevar esse número para quatro dias presencialmente", diz. 

        A diretora afirma que a disposição para reduzir o home office varia bastante de empresa para empresa. "Quando há medições mais precisas, que eventualmente mostrem que a produtividade não atende ao desejado, a tendência é que haja uma rigidez maior", avalia.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/09/retorno -ao-presencial-pode-estimular-rotatividade-ainda-maioraponta-pesquisa.shtml. Adaptado.Acesso em 17/09/2025  
Ao mencionar que as empresas têm aumentado a pressão para reduzir home office, Horno indica que tal movimento ocorre:
Alternativas
Q3753776 Português
Texto I

Retorno ao presencial pode estimular rotatividade ainda maior, aponta pesquisa

        O processo de retorno do trabalho remoto ao regime presencial pode intensificar a já elevada rotatividade do mercado de trabalho brasileiro, e isso vale principalmente para as mulheres.

        É o que mostra pesquisa feita pela empresa de recrutamento Robert Half em parceria com o Insper, que ouviu 1.432 profissionais de diferentes setores e níveis hierárquicos em empresas de todo o Brasil entre março e abril.

        O levantamento mostra que 34% dos entrevistados, tanto homens como mulheres, têm intenção de sair do emprego, mesmo se os atuais arranjos de home office forem mantidos.

        Os dados estão em linha com a já elevada rotatividade no mercado de trabalho. Números levantados pela consultoria LCA mostram que mais de um terço dos trabalhadores com carteira assinada mudaram de emprego nos últimos 12 meses [...]

        É um cenário que mostra a insatisfação com a volta gradual ao presencial, aponta Mariana Horno, diretora da Robert Half. 

        "Os funcionários se acostumaram a ter flexibilidade no emprego, valorizando a sensação de bem-estar e saúde mental", afirma. "As pessoas acabam não entendendo a volta ao presencial, principalmente quando avaliam que não há perda de produtividade."

        Esse panorama vale especialmente para as mulheres, segundo o levantamento. Enquanto 66% dos homens afirmaram que iriam querer sair do emprego se perderem parcialmente o trabalho remoto, o percentual é de 77% no caso delas.

        Quando a pergunta é sobre qual seria a reação à perda total do trabalho remoto, 66% dos homens afirmam que teriam intenção de sair do emprego, contra 81% das mulheres.

        "As mulheres sofrem mais com a falta de flexibilidade. Ainda existe uma sobrecarga feminina para questões domésticas, como a rotina com os filhos, além de questões de bem-estar e autocuidado", diz Horno.

        A pesquisa perguntou ainda sobre as principais perdas enxergadas pelos trabalhadores em caso de volta total ao trabalho presencial. A maior parte apontou o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, com 83% das mulheres e 76% dos homens.

        "Quando há um engessamento do modelo, ou seja, quando a empresa determina que o presencial aconteça em dias determinados, a insatisfação é maior. A reação não é somente em relação à quantidade de dias, mas também à liberdade de escolha", afirmou a diretora da Robert Half.

        Em seguida, aparece a redução do estresse, com 81% das mulheres e 72% dos homens indicando essa como uma perda importante no caso da volta total ao presencial.

        "Em um contexto no qual funções domésticas e de cuidado seguem recaindo principalmente sobre as mulheres, a flexibilidade tem sido fundamental para que elas consigam equilibrar as múltiplas demandas da vida pessoal e do trabalho", afirma Tatiana Iwai, professora e coordenadora do Centro de Estudos em Negócios do Insper.

        Horno aponta que, de um ano e meio para cá, cresceu a pressão para redução do home office entre as empresas. "Ainda há muitas empresas com três dias no escritório e dois em casa, mas a maior parte das conversas vai no sentido de elevar esse número para quatro dias presencialmente", diz. 

        A diretora afirma que a disposição para reduzir o home office varia bastante de empresa para empresa. "Quando há medições mais precisas, que eventualmente mostrem que a produtividade não atende ao desejado, a tendência é que haja uma rigidez maior", avalia.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/09/retorno -ao-presencial-pode-estimular-rotatividade-ainda-maioraponta-pesquisa.shtml. Adaptado.Acesso em 17/09/2025  
O texto indica que o aumento da rotatividade no mercado de trabalho pode ser intensificado com o retorno do trabalho presencial. Considerando os dados apresentados no texto, é possível inferir que:  
Alternativas
Q3753735 Português
Texto I

Em 40 anos, Amazônia perdeu área de vegetação do tamanho da França
Fabíola Sinimbú

        A forma como o ser humano ocupou a Amazônia nos últimos 40 anos acelerou a ameaça sobre a capacidade de a maior floresta tropical do mundo contribuir com o equilíbrio do planeta. Uma análise dos dados da série histórica do Mapbiomas sobre o uso do solo, divulgada na segunda-feira (15/09), revela que, entre os anos de 1985 e 2024, o bioma perdeu 52 milhões de hectares de área de vegetação nativa.

        A área que foi convertida para uso humano no período representa 13% do território ocupado pelo bioma e é equivalente ao tamanho de alguns países, como a França, por exemplo. Somada ao que já havia sido afetado anteriormente, a Amazônia, em 2024, já havia perdido 18,7% da vegetação nativa, dos quais 15,3% foram ocupados por atividades humanas.

        A Amazônia brasileira está se aproximando da faixa de 20% a 25% prevista pela ciência como o possível ponto de não retorno do bioma, a partir do qual a floresta não consegue mais se sustentar, alerta o pesquisador do MapBiomas, Bruno Ferreira.

        De acordo com os pesquisadores, chama a atenção a velocidade da conversão da cobertura do solo nos últimos 40 anos, quando ocorreu a supressão de 83% do total da vegetação nativa. Nesse período, as coberturas verdes deram lugar a diversas atividades como pecuária, agricultura, silvicultura de espécies exóticas e mineração.

        As pastagens, por exemplo, ocupavam 12,3 milhões de hectares em 1985 na Amazônia. Em 2024, esse tipo de uso do solo já estava presente em 56,1 milhões de hectares do bioma. A agricultura avançou mais ainda, passando a ocupar área 44 vezes maior que há 40 anos. De 180 mil hectares no início da série histórica, saltou para 7,9 milhões de hectares em 2024.

        Proporcionalmente, a presença da silvicultura no bioma aumentou mais ainda – 110 vezes, saltando de 3,2 mil hectares para 352 mil hectares no período da série histórica. A mineração também segue a curva ascendente, com um salto de 26 mil hectares para 444 mil hectares nas mesmas quatro décadas.

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meioambiente/2025/09/1056906-em-40-anos-amazoniaperdeu-area-de-vegetacao-do-tamanho-da-franca.html. Fragmento adaptado. Acesso em 17/09/2025
“A mineração, também segue a curva ascendente, com um salto de 26 mil hectares para 444 mil hectares nas mesmas quatro décadas” (6º parágrafo). Em termos sintáticos, a expressão em destaque pode ser classificada como:
Alternativas
Q3753734 Português
Texto I

Em 40 anos, Amazônia perdeu área de vegetação do tamanho da França
Fabíola Sinimbú

        A forma como o ser humano ocupou a Amazônia nos últimos 40 anos acelerou a ameaça sobre a capacidade de a maior floresta tropical do mundo contribuir com o equilíbrio do planeta. Uma análise dos dados da série histórica do Mapbiomas sobre o uso do solo, divulgada na segunda-feira (15/09), revela que, entre os anos de 1985 e 2024, o bioma perdeu 52 milhões de hectares de área de vegetação nativa.

        A área que foi convertida para uso humano no período representa 13% do território ocupado pelo bioma e é equivalente ao tamanho de alguns países, como a França, por exemplo. Somada ao que já havia sido afetado anteriormente, a Amazônia, em 2024, já havia perdido 18,7% da vegetação nativa, dos quais 15,3% foram ocupados por atividades humanas.

        A Amazônia brasileira está se aproximando da faixa de 20% a 25% prevista pela ciência como o possível ponto de não retorno do bioma, a partir do qual a floresta não consegue mais se sustentar, alerta o pesquisador do MapBiomas, Bruno Ferreira.

        De acordo com os pesquisadores, chama a atenção a velocidade da conversão da cobertura do solo nos últimos 40 anos, quando ocorreu a supressão de 83% do total da vegetação nativa. Nesse período, as coberturas verdes deram lugar a diversas atividades como pecuária, agricultura, silvicultura de espécies exóticas e mineração.

        As pastagens, por exemplo, ocupavam 12,3 milhões de hectares em 1985 na Amazônia. Em 2024, esse tipo de uso do solo já estava presente em 56,1 milhões de hectares do bioma. A agricultura avançou mais ainda, passando a ocupar área 44 vezes maior que há 40 anos. De 180 mil hectares no início da série histórica, saltou para 7,9 milhões de hectares em 2024.

        Proporcionalmente, a presença da silvicultura no bioma aumentou mais ainda – 110 vezes, saltando de 3,2 mil hectares para 352 mil hectares no período da série histórica. A mineração também segue a curva ascendente, com um salto de 26 mil hectares para 444 mil hectares nas mesmas quatro décadas.

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meioambiente/2025/09/1056906-em-40-anos-amazoniaperdeu-area-de-vegetacao-do-tamanho-da-franca.html. Fragmento adaptado. Acesso em 17/09/2025
“Proporcionalmente, a presença da silvicultura no bioma aumentou mais ainda - 110 vezes, saltando de 3,2 mil hectares para 352 mil hectares no período da série histórica” (6º parágrafo). Nesse trecho, as duas palavras são, respectivamente, classificadas como:
Alternativas
Respostas
18121: D
18122: D
18123: E
18124: A
18125: B
18126: E
18127: E
18128: B
18129: C
18130: A
18131: B
18132: D
18133: B
18134: D
18135: C
18136: C
18137: A
18138: D
18139: C
18140: A