Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3811982 Português
Brasileiras Criam Banco de Imagens por IA, Mas o Segredo para o Sucesso É o Talento Humano

Bruna Cassapietra e Laura Terra são amigas desde a primeira infância, mas foi depois de sete anos longe uma da outra que a ideia de uma parceria de negócios surgiu. Formada em Teatro, Terra decidiu fundar uma produtora para ajudar marcas e agências a criarem conteúdos audiovisuais com mais autenticidade — e encontrou na amiga, formada em Rádio e TV, a parceira ideal. "A Beel Films nasceu em 2016. Nós tínhamos 24 anos, éramos recém-formadas e aprendemos muito com a mão na massa", relembra a cofundadora e produtora executiva.

Depois de anos de atuação no mercado nacional, com uma base sólida de clientes e a expansão para o atendimento integral — da criação à pós-produção —, a dupla inaugurou uma filial nos Estados Unidos, em Miami: o Studio Beel. "Esse movimento, em 2024, veio com a proposta de levar a nossa criação para as multinacionais", conta Laura.

Agora, a aposta das sócias é integrar o talento humano e a experiência de profissionais do setor às possibilidades da inteligência artificial. "O HiveStock surgiu sem pretensão. Nós estávamos apenas testando as plataformas de geração de imagens por IA", diz a executiva. A virada de chave, no entanto, veio a partir de uma demanda recorrente dos clientes. "Entendemos que poderíamos criar conteúdos específicos, de acordo com as peculiaridades de cada entrega, dentro de orçamentos limitados." 

Terra explica que, por conta do custo de uma produção autoral, alguns contratantes recorrem a bancos de imagem para viabilizar projetos. O problema, segundo a produtora, é que os bancos tradicionais ainda carecem de um repertório amplo de fotos e vídeos de pessoas brasileiras ou com características latino-americanas. "Gringo tem cara de gringo, não tem como fugir", brinca.

Em casos mais extremos, o uso da IA possibilitou as chamadas "gravações impossíveis". "Agora podemos criar um vídeo dentro de um vulcão", exemplifica.

Apesar das inovações trazidas por ferramentas como Veo 3, Sora e Midjourney, utilizadas pela Beel , a verdadeira mágica acontece nas mentes por trás dos prompts. "A gente vê muita propaganda falsa. Algo como: 'Em cinco segundos você pode criar um vídeo digno do Oscar.' Não é assim que funciona."

Terra explica que, para que a inteligência artificial realmente compreenda o que se espera, é preciso uma base bem estruturada. Em alguns casos, os profissionais criam uma "pré-montagem", descrevem o tipo de iluminação, cores, posições e detalhes esperados para um resultado final adequado.

"Quanto mais qualificação as pessoas tiverem para usar as plataformas, melhores serão os resultados. A ferramenta otimiza tempo e custos, mas não substitui o talento humano. Não tem como deixar o computador ligado, ir fazer outra coisa, e quando voltar o vídeo está pronto. Isso ainda não existe", finaliza.


https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/brasileiras-criam-banco-de-im agens-com-ia-mas-o-segredo-para-o-sucesso-e-o-olhar-humano/
O texto apresenta uma reflexão sobre o uso da inteligência artificial em processos criativos e técnicos, destacando que, embora a tecnologia traga ganhos de eficiência, seu funcionamento pleno depende da intervenção humana. A fala de Terra sugere uma visão equilibrada sobre a relação entre máquina e profissional, valorizando o preparo e o conhecimento na utilização dessas ferramentas. Diante disso, assinale a alternativa correta acerca do texto.
Alternativas
Q3811981 Português
Brasileiras Criam Banco de Imagens por IA, Mas o Segredo para o Sucesso É o Talento Humano

Bruna Cassapietra e Laura Terra são amigas desde a primeira infância, mas foi depois de sete anos longe uma da outra que a ideia de uma parceria de negócios surgiu. Formada em Teatro, Terra decidiu fundar uma produtora para ajudar marcas e agências a criarem conteúdos audiovisuais com mais autenticidade — e encontrou na amiga, formada em Rádio e TV, a parceira ideal. "A Beel Films nasceu em 2016. Nós tínhamos 24 anos, éramos recém-formadas e aprendemos muito com a mão na massa", relembra a cofundadora e produtora executiva.

Depois de anos de atuação no mercado nacional, com uma base sólida de clientes e a expansão para o atendimento integral — da criação à pós-produção —, a dupla inaugurou uma filial nos Estados Unidos, em Miami: o Studio Beel. "Esse movimento, em 2024, veio com a proposta de levar a nossa criação para as multinacionais", conta Laura.

Agora, a aposta das sócias é integrar o talento humano e a experiência de profissionais do setor às possibilidades da inteligência artificial. "O HiveStock surgiu sem pretensão. Nós estávamos apenas testando as plataformas de geração de imagens por IA", diz a executiva. A virada de chave, no entanto, veio a partir de uma demanda recorrente dos clientes. "Entendemos que poderíamos criar conteúdos específicos, de acordo com as peculiaridades de cada entrega, dentro de orçamentos limitados." 

Terra explica que, por conta do custo de uma produção autoral, alguns contratantes recorrem a bancos de imagem para viabilizar projetos. O problema, segundo a produtora, é que os bancos tradicionais ainda carecem de um repertório amplo de fotos e vídeos de pessoas brasileiras ou com características latino-americanas. "Gringo tem cara de gringo, não tem como fugir", brinca.

Em casos mais extremos, o uso da IA possibilitou as chamadas "gravações impossíveis". "Agora podemos criar um vídeo dentro de um vulcão", exemplifica.

Apesar das inovações trazidas por ferramentas como Veo 3, Sora e Midjourney, utilizadas pela Beel , a verdadeira mágica acontece nas mentes por trás dos prompts. "A gente vê muita propaganda falsa. Algo como: 'Em cinco segundos você pode criar um vídeo digno do Oscar.' Não é assim que funciona."

Terra explica que, para que a inteligência artificial realmente compreenda o que se espera, é preciso uma base bem estruturada. Em alguns casos, os profissionais criam uma "pré-montagem", descrevem o tipo de iluminação, cores, posições e detalhes esperados para um resultado final adequado.

"Quanto mais qualificação as pessoas tiverem para usar as plataformas, melhores serão os resultados. A ferramenta otimiza tempo e custos, mas não substitui o talento humano. Não tem como deixar o computador ligado, ir fazer outra coisa, e quando voltar o vídeo está pronto. Isso ainda não existe", finaliza.


https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/brasileiras-criam-banco-de-im agens-com-ia-mas-o-segredo-para-o-sucesso-e-o-olhar-humano/
O texto aborda a relação entre tecnologia e criatividade no processo de produção audiovisual, destacando que, embora as ferramentas de inteligência artificial representem avanços importantes, o fator humano continua sendo indispensável. A fala da produtora também revela uma crítica à ideia de que a tecnologia, por si só, substitui o trabalho intelectual e artístico. Considerando essa reflexão, assinale a alternativa que expressa o ponto de vista apresentado no texto.
Alternativas
Q3811980 Português
Brasileiras Criam Banco de Imagens por IA, Mas o Segredo para o Sucesso É o Talento Humano

Bruna Cassapietra e Laura Terra são amigas desde a primeira infância, mas foi depois de sete anos longe uma da outra que a ideia de uma parceria de negócios surgiu. Formada em Teatro, Terra decidiu fundar uma produtora para ajudar marcas e agências a criarem conteúdos audiovisuais com mais autenticidade — e encontrou na amiga, formada em Rádio e TV, a parceira ideal. "A Beel Films nasceu em 2016. Nós tínhamos 24 anos, éramos recém-formadas e aprendemos muito com a mão na massa", relembra a cofundadora e produtora executiva.

Depois de anos de atuação no mercado nacional, com uma base sólida de clientes e a expansão para o atendimento integral — da criação à pós-produção —, a dupla inaugurou uma filial nos Estados Unidos, em Miami: o Studio Beel. "Esse movimento, em 2024, veio com a proposta de levar a nossa criação para as multinacionais", conta Laura.

Agora, a aposta das sócias é integrar o talento humano e a experiência de profissionais do setor às possibilidades da inteligência artificial. "O HiveStock surgiu sem pretensão. Nós estávamos apenas testando as plataformas de geração de imagens por IA", diz a executiva. A virada de chave, no entanto, veio a partir de uma demanda recorrente dos clientes. "Entendemos que poderíamos criar conteúdos específicos, de acordo com as peculiaridades de cada entrega, dentro de orçamentos limitados." 

Terra explica que, por conta do custo de uma produção autoral, alguns contratantes recorrem a bancos de imagem para viabilizar projetos. O problema, segundo a produtora, é que os bancos tradicionais ainda carecem de um repertório amplo de fotos e vídeos de pessoas brasileiras ou com características latino-americanas. "Gringo tem cara de gringo, não tem como fugir", brinca.

Em casos mais extremos, o uso da IA possibilitou as chamadas "gravações impossíveis". "Agora podemos criar um vídeo dentro de um vulcão", exemplifica.

Apesar das inovações trazidas por ferramentas como Veo 3, Sora e Midjourney, utilizadas pela Beel , a verdadeira mágica acontece nas mentes por trás dos prompts. "A gente vê muita propaganda falsa. Algo como: 'Em cinco segundos você pode criar um vídeo digno do Oscar.' Não é assim que funciona."

Terra explica que, para que a inteligência artificial realmente compreenda o que se espera, é preciso uma base bem estruturada. Em alguns casos, os profissionais criam uma "pré-montagem", descrevem o tipo de iluminação, cores, posições e detalhes esperados para um resultado final adequado.

"Quanto mais qualificação as pessoas tiverem para usar as plataformas, melhores serão os resultados. A ferramenta otimiza tempo e custos, mas não substitui o talento humano. Não tem como deixar o computador ligado, ir fazer outra coisa, e quando voltar o vídeo está pronto. Isso ainda não existe", finaliza.


https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/brasileiras-criam-banco-de-im agens-com-ia-mas-o-segredo-para-o-sucesso-e-o-olhar-humano/
O texto destaca uma nova etapa na trajetória profissional das fundadoras da produtora, marcada pela consolidação no mercado interno e pela busca de novos horizontes internacionais. A decisão de abrir uma filial fora do país demonstra um reposicionamento estratégico e o amadurecimento do negócio, que passa a mirar um público mais amplo e globalizado. Considerando essa perspectiva, assinale a alternativa correta acerca do texto.
Alternativas
Q3811979 Português
Brasileiras Criam Banco de Imagens por IA, Mas o Segredo para o Sucesso É o Talento Humano

Bruna Cassapietra e Laura Terra são amigas desde a primeira infância, mas foi depois de sete anos longe uma da outra que a ideia de uma parceria de negócios surgiu. Formada em Teatro, Terra decidiu fundar uma produtora para ajudar marcas e agências a criarem conteúdos audiovisuais com mais autenticidade — e encontrou na amiga, formada em Rádio e TV, a parceira ideal. "A Beel Films nasceu em 2016. Nós tínhamos 24 anos, éramos recém-formadas e aprendemos muito com a mão na massa", relembra a cofundadora e produtora executiva.

Depois de anos de atuação no mercado nacional, com uma base sólida de clientes e a expansão para o atendimento integral — da criação à pós-produção —, a dupla inaugurou uma filial nos Estados Unidos, em Miami: o Studio Beel. "Esse movimento, em 2024, veio com a proposta de levar a nossa criação para as multinacionais", conta Laura.

Agora, a aposta das sócias é integrar o talento humano e a experiência de profissionais do setor às possibilidades da inteligência artificial. "O HiveStock surgiu sem pretensão. Nós estávamos apenas testando as plataformas de geração de imagens por IA", diz a executiva. A virada de chave, no entanto, veio a partir de uma demanda recorrente dos clientes. "Entendemos que poderíamos criar conteúdos específicos, de acordo com as peculiaridades de cada entrega, dentro de orçamentos limitados." 

Terra explica que, por conta do custo de uma produção autoral, alguns contratantes recorrem a bancos de imagem para viabilizar projetos. O problema, segundo a produtora, é que os bancos tradicionais ainda carecem de um repertório amplo de fotos e vídeos de pessoas brasileiras ou com características latino-americanas. "Gringo tem cara de gringo, não tem como fugir", brinca.

Em casos mais extremos, o uso da IA possibilitou as chamadas "gravações impossíveis". "Agora podemos criar um vídeo dentro de um vulcão", exemplifica.

Apesar das inovações trazidas por ferramentas como Veo 3, Sora e Midjourney, utilizadas pela Beel , a verdadeira mágica acontece nas mentes por trás dos prompts. "A gente vê muita propaganda falsa. Algo como: 'Em cinco segundos você pode criar um vídeo digno do Oscar.' Não é assim que funciona."

Terra explica que, para que a inteligência artificial realmente compreenda o que se espera, é preciso uma base bem estruturada. Em alguns casos, os profissionais criam uma "pré-montagem", descrevem o tipo de iluminação, cores, posições e detalhes esperados para um resultado final adequado.

"Quanto mais qualificação as pessoas tiverem para usar as plataformas, melhores serão os resultados. A ferramenta otimiza tempo e custos, mas não substitui o talento humano. Não tem como deixar o computador ligado, ir fazer outra coisa, e quando voltar o vídeo está pronto. Isso ainda não existe", finaliza.


https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/brasileiras-criam-banco-de-im agens-com-ia-mas-o-segredo-para-o-sucesso-e-o-olhar-humano/
O texto evidencia um momento de inovação e adaptação dentro da trajetória empresarial das sócias, marcado pela incorporação da inteligência artificial aos processos criativos. A partir de uma experiência experimental, surgiu uma oportunidade de negócio capaz de responder às necessidades do mercado de forma eficiente e personalizada. Considerando essa abordagem, assinale a alternativa correta acerca do texto.
Alternativas
Q3811958 Português
Analise as sentenças a seguir a respeito da pontuação:

I."É importante lembrar que a gentileza é uma das qualidades mais bonitas do ser humano, mas, como tudo na vida, isso também pede equilíbrio. Quando exageramos, o gesto pesa no corpo e na mente."
II."Ser gentil é saudável até o ponto em que o gesto deixa de vir da empatia e passa a nascer da necessidade de agradar."
III."Quando praticamos um ato de gentileza — ou somos tocados por um — o cérebro celebra."
(Os excertos foram extraídos de: https://vidasimples.co/saude-emocional/existe-limites-para-a-gentilezacomo-manter-o-equilibrio-sem-se-anular/. Acesso em 26 nov. 2025.)

A pontuação está correta em:
Alternativas
Q3811957 Português
Analise a concordância das palavras destacadas nas sentenças:

I. Vinha todo vestido em azul: azuis o chapéu, a vestimenta e a alma.
II. Elas próprias divulgaram o festival, estavam naquele projeto.
III. Enviei anexa a primeira parte do livro.

Está correta a concordância nominal em:
Alternativas
Q3811956 Português
Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, relacionando o sentido pretendido com o uso dos artigos destacados:

Primeira coluna: sentidos
1.Substantivação
2.Sentido de posse
3.Ênfase.

Segunda coluna: artigos
(__) Ela trazia a cabeça embranquiçada pelas preocupações dos últimos anos.
(__) A pintura era de uma precisão absurda.
(__) Eu não sei lidar com o inesperado.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q3811953 Português
Sob os trilhos do metrô, hortas urbanas combatem avanço de ultraprocessados na periferia de São Paulo

Moradores do Jardim Ibirapuera plantam legumes e verduras sem agrotóxico como alternativa à pobreza de nutrientes identificada em estudo inédito conduzido pela comunidade.

Adriano Wilkson

Debaixo dos trilhos do metrô de São Paulo, quatro agricultores urbanos observam o lento crescimento de mudas de milho cuidadosamente organizadas em um canteiro montado com restos de construção civil. Alguns metros adiante, pés de alface, couve, banana e erva-cidreira dividem terreno com uma vaca que pasta displicente.

Ao caminhar em meio ao verde, por um momento você até poderia supor que saiu da capital paulista, mas o frenesi do trânsito da avenida Guido Caloi, que dá acesso à Marginal Pinheiros, logo chama à realidade. Essa é uma das vias mais movimentadas e caóticas de São Paulo. Mas é ali, no meio de um conjunto de favelas chamado Jardim Ibirapuera, que os moradores decidiram construir uma alternativa à pobreza alimentar que assola a comunidade.

Dos 41 mil moradores do bairro, 13 mil, ou 31%, passam fome. Tecnicamente, essas pessoas vivem em "insegurança alimentar grave", o que significa que a falta de renda as impede de fazer todas as refeições que gostariam. Essa taxa é maior do que a registrada no município de São Paulo como um todo, onde 12% da população passa fome [...]. A conclusão consta em uma pesquisa inédita feita pelo Observatório Ibira30, um braço do Bloco do Beco, organização não governamental que atua no Jardim Ibirapuera desde 2003. Durante seis meses, entre janeiro e junho de 2025, pesquisadores do observatório bateram de porta em porta para entrevistar moradores e investigar seus hábitos alimentares.

As 382 entrevistas revelaram a presença da fome não apenas na ausência de alimentos, mas também no avanço de ultraprocessados e de opções menos nutritivas entre os moradores. Por exemplo, 86% dos entrevistados disseram já terem precisado trocar alimentos saudáveis por opções mais baratas e menos nutritivas.

A situação piorou durante a pandemia, quando muitos moradores perderam renda e precisaram contar com doações para sobreviver. Biscoitos, bebidas açucaradas e alimentos instantâneos se tornaram então ainda mais comuns nas despensas do bairro. Segundo a pesquisa, dois em cada três deles disseram que seus hábitos alimentares pioraram com a chegada da covid. Foi após esse cenário de crise que um cozinheiro pernambucano viu em um terreno abandonado a chance de produzir comida de qualidade.[...] É nesse pequeno espaço que ele tenta construir, junto com os vizinhos, uma alternativa limpa e natural para substituir o avanço dos ultraprocessados. [...] Hoje as três hortas do bairro produzem verduras, legumes, frutas e plantas para chá, dos quais a população faz uso medicinal.

"Eu me considero hoje outra pessoa mexendo com a terra, trabalhando no ritmo da natureza e sabendo exatamente o que tem no alimento que eu como", afirma Neto, que, assim como os demais agricultores, não usa agrotóxico na produção e adota princípios da agroecologia para fazer a gestão de pragas. "Demora mais, às vezes a gente erra, mas vale a pena porque é saudável." [...]

A etnografia do observatório identificou que no Jardim Ibirapuera 29% dos moradores têm origem no Nordeste e três em cada quatro são pessoas pretas ou pardas. Para muitas delas os hábitos alimentares refletem a cultura e as tradições que a vida e a rotina em uma cidade como São Paulo ainda não foram capazes de apagar.

"Na São Paulo urbana e formalizada, as gôndolas dos mercados podem até ocultar as origens dos ingredientes", escreveu Marcelo Zarzuela Coelho, o Lelo, um dos coordenadores do estudo. "Mas nas periferias, o cuscuz de milho ainda é memória nordestina em estado sólido, o leite de coco ainda carrega o sopro da diáspora africana, o azeite de dendê resiste ao embranquecimento do paladar urbano, e a mandioca segue sendo mais que raiz: é símbolo de autonomia e continuidade." [...]

"Nosso sonho até 2030 é construir um tripé", explica Luiz Claudio de Souza, articulador institucional do Observatório. "Potencializar as hortas, criar um banco de alimentos, também com a contribuição de mercados e hortifrutis do bairro, e construir uma cozinha comunitária que possa manipular esses alimentos junto com a comunidade. Mas pra isso precisamos de parceiros."

Enquanto esse sonho não se concretiza, os agricultores urbanos colhem das hortas frutos que não se resumem aos vegetais que crescem ali. São valores intangíveis que se espalham pela comunidade como sementes levadas pelo vento. [...]

(Disponível em:
https://ojoioeotrigo.com.br/2025/11/sob-os-trilhos-do-metro-hortas-urbanas-combatem-avanco-de-ultraprocessados-na-periferia-de-sao-paulo/. Acesso em: 25 nov. 2025. Adaptado.)
Leia o excerto: "Mas nas periferias, o cuscuz de milho ainda é memória nordestina em estado sólido, o leite de coco ainda carrega o sopro da diáspora africana, o azeite de dendê resiste ao embranquecimento do paladar urbano, e a mandioca segue sendo mais que raiz: é símbolo de autonomia e continuidade."
Considerando as informações contidas no excerto, o texto e seus conhecimentos prévios, analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__) De acordo com o texto, a relação das populações periféricas com o alimento vai além do gesto de se alimentar, de consumi-lo. A relação é cultural, afetiva e histórica.
(__) Ao afirmar que "o azeite de dendê resiste ao embranquecimento do paladar urbano", o autor do texto tece uma crítica à valorização dos alimentos originados em culturas brancas, como as europeias, em detrimento daqueles oriundos, por exemplo, dos povos afrodescendentes.
(__) A partir da leitura de todo o texto, é possível compreender que o alimento pode ser muito mais do que apenas comida. Seu modo de produção pode ser um gesto de resistência, por exemplo, aos ultraprocessados.
(__) Quando o imigrante vai para grandes metrópoles, como São Paulo, e leva consigo os alimentos típicos de seu lugar de origem, ele está demonstrando sua indisposição em se adaptar à outra cultura alimentar. Isso fica muito evidente quando o autor do texto lança mão de palavras como "estado sólido", "resiste ao embranquecimento", "autonomia e continuidade".

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3811952 Português
Sob os trilhos do metrô, hortas urbanas combatem avanço de ultraprocessados na periferia de São Paulo

Moradores do Jardim Ibirapuera plantam legumes e verduras sem agrotóxico como alternativa à pobreza de nutrientes identificada em estudo inédito conduzido pela comunidade.

Adriano Wilkson

Debaixo dos trilhos do metrô de São Paulo, quatro agricultores urbanos observam o lento crescimento de mudas de milho cuidadosamente organizadas em um canteiro montado com restos de construção civil. Alguns metros adiante, pés de alface, couve, banana e erva-cidreira dividem terreno com uma vaca que pasta displicente.

Ao caminhar em meio ao verde, por um momento você até poderia supor que saiu da capital paulista, mas o frenesi do trânsito da avenida Guido Caloi, que dá acesso à Marginal Pinheiros, logo chama à realidade. Essa é uma das vias mais movimentadas e caóticas de São Paulo. Mas é ali, no meio de um conjunto de favelas chamado Jardim Ibirapuera, que os moradores decidiram construir uma alternativa à pobreza alimentar que assola a comunidade.

Dos 41 mil moradores do bairro, 13 mil, ou 31%, passam fome. Tecnicamente, essas pessoas vivem em "insegurança alimentar grave", o que significa que a falta de renda as impede de fazer todas as refeições que gostariam. Essa taxa é maior do que a registrada no município de São Paulo como um todo, onde 12% da população passa fome [...]. A conclusão consta em uma pesquisa inédita feita pelo Observatório Ibira30, um braço do Bloco do Beco, organização não governamental que atua no Jardim Ibirapuera desde 2003. Durante seis meses, entre janeiro e junho de 2025, pesquisadores do observatório bateram de porta em porta para entrevistar moradores e investigar seus hábitos alimentares.

As 382 entrevistas revelaram a presença da fome não apenas na ausência de alimentos, mas também no avanço de ultraprocessados e de opções menos nutritivas entre os moradores. Por exemplo, 86% dos entrevistados disseram já terem precisado trocar alimentos saudáveis por opções mais baratas e menos nutritivas.

A situação piorou durante a pandemia, quando muitos moradores perderam renda e precisaram contar com doações para sobreviver. Biscoitos, bebidas açucaradas e alimentos instantâneos se tornaram então ainda mais comuns nas despensas do bairro. Segundo a pesquisa, dois em cada três deles disseram que seus hábitos alimentares pioraram com a chegada da covid. Foi após esse cenário de crise que um cozinheiro pernambucano viu em um terreno abandonado a chance de produzir comida de qualidade.[...] É nesse pequeno espaço que ele tenta construir, junto com os vizinhos, uma alternativa limpa e natural para substituir o avanço dos ultraprocessados. [...] Hoje as três hortas do bairro produzem verduras, legumes, frutas e plantas para chá, dos quais a população faz uso medicinal.

"Eu me considero hoje outra pessoa mexendo com a terra, trabalhando no ritmo da natureza e sabendo exatamente o que tem no alimento que eu como", afirma Neto, que, assim como os demais agricultores, não usa agrotóxico na produção e adota princípios da agroecologia para fazer a gestão de pragas. "Demora mais, às vezes a gente erra, mas vale a pena porque é saudável." [...]

A etnografia do observatório identificou que no Jardim Ibirapuera 29% dos moradores têm origem no Nordeste e três em cada quatro são pessoas pretas ou pardas. Para muitas delas os hábitos alimentares refletem a cultura e as tradições que a vida e a rotina em uma cidade como São Paulo ainda não foram capazes de apagar.

"Na São Paulo urbana e formalizada, as gôndolas dos mercados podem até ocultar as origens dos ingredientes", escreveu Marcelo Zarzuela Coelho, o Lelo, um dos coordenadores do estudo. "Mas nas periferias, o cuscuz de milho ainda é memória nordestina em estado sólido, o leite de coco ainda carrega o sopro da diáspora africana, o azeite de dendê resiste ao embranquecimento do paladar urbano, e a mandioca segue sendo mais que raiz: é símbolo de autonomia e continuidade." [...]

"Nosso sonho até 2030 é construir um tripé", explica Luiz Claudio de Souza, articulador institucional do Observatório. "Potencializar as hortas, criar um banco de alimentos, também com a contribuição de mercados e hortifrutis do bairro, e construir uma cozinha comunitária que possa manipular esses alimentos junto com a comunidade. Mas pra isso precisamos de parceiros."

Enquanto esse sonho não se concretiza, os agricultores urbanos colhem das hortas frutos que não se resumem aos vegetais que crescem ali. São valores intangíveis que se espalham pela comunidade como sementes levadas pelo vento. [...]

(Disponível em:
https://ojoioeotrigo.com.br/2025/11/sob-os-trilhos-do-metro-hortas-urbanas-combatem-avanco-de-ultraprocessados-na-periferia-de-sao-paulo/. Acesso em: 25 nov. 2025. Adaptado.)
De acordo com o texto, analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__) A fome não está apenas na falta de acesso a alimentos. Diante da impossibilidade de adquirir alimentos mais nutritivos, as pessoas os trocam por ultraprocessados, que são opções mais baratas. Isso também é entendido como fome.
(__) Os planos futuros dos agricultores se estruturam em três frentes: o fortalecimento da produção nas hortas, a criação de um fundo, uma reserva de alimentos e a construção de uma cozinha comunitária para manipulação dos alimentos.
(__) O principal objetivo dos agricultores ao construir as hortas é impedir a entrada de ultraprocessados na comunidade, criando uma barreira natural e limpa e obrigando a comunidade a mudar seus hábitos alimentares.
(__) A maioria dos moradores do Jardim Ibirapuera é constituída por pessoas negras.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3811951 Português
Sob os trilhos do metrô, hortas urbanas combatem avanço de ultraprocessados na periferia de São Paulo

Moradores do Jardim Ibirapuera plantam legumes e verduras sem agrotóxico como alternativa à pobreza de nutrientes identificada em estudo inédito conduzido pela comunidade.

Adriano Wilkson

Debaixo dos trilhos do metrô de São Paulo, quatro agricultores urbanos observam o lento crescimento de mudas de milho cuidadosamente organizadas em um canteiro montado com restos de construção civil. Alguns metros adiante, pés de alface, couve, banana e erva-cidreira dividem terreno com uma vaca que pasta displicente.

Ao caminhar em meio ao verde, por um momento você até poderia supor que saiu da capital paulista, mas o frenesi do trânsito da avenida Guido Caloi, que dá acesso à Marginal Pinheiros, logo chama à realidade. Essa é uma das vias mais movimentadas e caóticas de São Paulo. Mas é ali, no meio de um conjunto de favelas chamado Jardim Ibirapuera, que os moradores decidiram construir uma alternativa à pobreza alimentar que assola a comunidade.

Dos 41 mil moradores do bairro, 13 mil, ou 31%, passam fome. Tecnicamente, essas pessoas vivem em "insegurança alimentar grave", o que significa que a falta de renda as impede de fazer todas as refeições que gostariam. Essa taxa é maior do que a registrada no município de São Paulo como um todo, onde 12% da população passa fome [...]. A conclusão consta em uma pesquisa inédita feita pelo Observatório Ibira30, um braço do Bloco do Beco, organização não governamental que atua no Jardim Ibirapuera desde 2003. Durante seis meses, entre janeiro e junho de 2025, pesquisadores do observatório bateram de porta em porta para entrevistar moradores e investigar seus hábitos alimentares.

As 382 entrevistas revelaram a presença da fome não apenas na ausência de alimentos, mas também no avanço de ultraprocessados e de opções menos nutritivas entre os moradores. Por exemplo, 86% dos entrevistados disseram já terem precisado trocar alimentos saudáveis por opções mais baratas e menos nutritivas.

A situação piorou durante a pandemia, quando muitos moradores perderam renda e precisaram contar com doações para sobreviver. Biscoitos, bebidas açucaradas e alimentos instantâneos se tornaram então ainda mais comuns nas despensas do bairro. Segundo a pesquisa, dois em cada três deles disseram que seus hábitos alimentares pioraram com a chegada da covid. Foi após esse cenário de crise que um cozinheiro pernambucano viu em um terreno abandonado a chance de produzir comida de qualidade.[...] É nesse pequeno espaço que ele tenta construir, junto com os vizinhos, uma alternativa limpa e natural para substituir o avanço dos ultraprocessados. [...] Hoje as três hortas do bairro produzem verduras, legumes, frutas e plantas para chá, dos quais a população faz uso medicinal.

"Eu me considero hoje outra pessoa mexendo com a terra, trabalhando no ritmo da natureza e sabendo exatamente o que tem no alimento que eu como", afirma Neto, que, assim como os demais agricultores, não usa agrotóxico na produção e adota princípios da agroecologia para fazer a gestão de pragas. "Demora mais, às vezes a gente erra, mas vale a pena porque é saudável." [...]

A etnografia do observatório identificou que no Jardim Ibirapuera 29% dos moradores têm origem no Nordeste e três em cada quatro são pessoas pretas ou pardas. Para muitas delas os hábitos alimentares refletem a cultura e as tradições que a vida e a rotina em uma cidade como São Paulo ainda não foram capazes de apagar.

"Na São Paulo urbana e formalizada, as gôndolas dos mercados podem até ocultar as origens dos ingredientes", escreveu Marcelo Zarzuela Coelho, o Lelo, um dos coordenadores do estudo. "Mas nas periferias, o cuscuz de milho ainda é memória nordestina em estado sólido, o leite de coco ainda carrega o sopro da diáspora africana, o azeite de dendê resiste ao embranquecimento do paladar urbano, e a mandioca segue sendo mais que raiz: é símbolo de autonomia e continuidade." [...]

"Nosso sonho até 2030 é construir um tripé", explica Luiz Claudio de Souza, articulador institucional do Observatório. "Potencializar as hortas, criar um banco de alimentos, também com a contribuição de mercados e hortifrutis do bairro, e construir uma cozinha comunitária que possa manipular esses alimentos junto com a comunidade. Mas pra isso precisamos de parceiros."

Enquanto esse sonho não se concretiza, os agricultores urbanos colhem das hortas frutos que não se resumem aos vegetais que crescem ali. São valores intangíveis que se espalham pela comunidade como sementes levadas pelo vento. [...]

(Disponível em:
https://ojoioeotrigo.com.br/2025/11/sob-os-trilhos-do-metro-hortas-urbanas-combatem-avanco-de-ultraprocessados-na-periferia-de-sao-paulo/. Acesso em: 25 nov. 2025. Adaptado.)
A partir da leitura do texto e da mobilização de seus conhecimentos, analise as sentenças a seguir:

I. A pesquisa que identifica a realidade de pessoas em "insegurança alimentar grave" foi um estudo conduzido pela própria comunidade.
II. No contexto da comunidade, estar entre aquelas pessoas que vivem em "insegurança alimentar grave" é resultado da falta de renda, ou seja, sem renda elas não podem fazer todas as refeições diárias.
III. No Jardim Ibirapuera há, proporcionalmente, mais pessoas em situação de vulnerabilidade alimentar do que em toda a cidade de São Paulo.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3811950 Português
Sob os trilhos do metrô, hortas urbanas combatem avanço de ultraprocessados na periferia de São Paulo

Moradores do Jardim Ibirapuera plantam legumes e verduras sem agrotóxico como alternativa à pobreza de nutrientes identificada em estudo inédito conduzido pela comunidade.

Adriano Wilkson

Debaixo dos trilhos do metrô de São Paulo, quatro agricultores urbanos observam o lento crescimento de mudas de milho cuidadosamente organizadas em um canteiro montado com restos de construção civil. Alguns metros adiante, pés de alface, couve, banana e erva-cidreira dividem terreno com uma vaca que pasta displicente.

Ao caminhar em meio ao verde, por um momento você até poderia supor que saiu da capital paulista, mas o frenesi do trânsito da avenida Guido Caloi, que dá acesso à Marginal Pinheiros, logo chama à realidade. Essa é uma das vias mais movimentadas e caóticas de São Paulo. Mas é ali, no meio de um conjunto de favelas chamado Jardim Ibirapuera, que os moradores decidiram construir uma alternativa à pobreza alimentar que assola a comunidade.

Dos 41 mil moradores do bairro, 13 mil, ou 31%, passam fome. Tecnicamente, essas pessoas vivem em "insegurança alimentar grave", o que significa que a falta de renda as impede de fazer todas as refeições que gostariam. Essa taxa é maior do que a registrada no município de São Paulo como um todo, onde 12% da população passa fome [...]. A conclusão consta em uma pesquisa inédita feita pelo Observatório Ibira30, um braço do Bloco do Beco, organização não governamental que atua no Jardim Ibirapuera desde 2003. Durante seis meses, entre janeiro e junho de 2025, pesquisadores do observatório bateram de porta em porta para entrevistar moradores e investigar seus hábitos alimentares.

As 382 entrevistas revelaram a presença da fome não apenas na ausência de alimentos, mas também no avanço de ultraprocessados e de opções menos nutritivas entre os moradores. Por exemplo, 86% dos entrevistados disseram já terem precisado trocar alimentos saudáveis por opções mais baratas e menos nutritivas.

A situação piorou durante a pandemia, quando muitos moradores perderam renda e precisaram contar com doações para sobreviver. Biscoitos, bebidas açucaradas e alimentos instantâneos se tornaram então ainda mais comuns nas despensas do bairro. Segundo a pesquisa, dois em cada três deles disseram que seus hábitos alimentares pioraram com a chegada da covid. Foi após esse cenário de crise que um cozinheiro pernambucano viu em um terreno abandonado a chance de produzir comida de qualidade.[...] É nesse pequeno espaço que ele tenta construir, junto com os vizinhos, uma alternativa limpa e natural para substituir o avanço dos ultraprocessados. [...] Hoje as três hortas do bairro produzem verduras, legumes, frutas e plantas para chá, dos quais a população faz uso medicinal.

"Eu me considero hoje outra pessoa mexendo com a terra, trabalhando no ritmo da natureza e sabendo exatamente o que tem no alimento que eu como", afirma Neto, que, assim como os demais agricultores, não usa agrotóxico na produção e adota princípios da agroecologia para fazer a gestão de pragas. "Demora mais, às vezes a gente erra, mas vale a pena porque é saudável." [...]

A etnografia do observatório identificou que no Jardim Ibirapuera 29% dos moradores têm origem no Nordeste e três em cada quatro são pessoas pretas ou pardas. Para muitas delas os hábitos alimentares refletem a cultura e as tradições que a vida e a rotina em uma cidade como São Paulo ainda não foram capazes de apagar.

"Na São Paulo urbana e formalizada, as gôndolas dos mercados podem até ocultar as origens dos ingredientes", escreveu Marcelo Zarzuela Coelho, o Lelo, um dos coordenadores do estudo. "Mas nas periferias, o cuscuz de milho ainda é memória nordestina em estado sólido, o leite de coco ainda carrega o sopro da diáspora africana, o azeite de dendê resiste ao embranquecimento do paladar urbano, e a mandioca segue sendo mais que raiz: é símbolo de autonomia e continuidade." [...]

"Nosso sonho até 2030 é construir um tripé", explica Luiz Claudio de Souza, articulador institucional do Observatório. "Potencializar as hortas, criar um banco de alimentos, também com a contribuição de mercados e hortifrutis do bairro, e construir uma cozinha comunitária que possa manipular esses alimentos junto com a comunidade. Mas pra isso precisamos de parceiros."

Enquanto esse sonho não se concretiza, os agricultores urbanos colhem das hortas frutos que não se resumem aos vegetais que crescem ali. São valores intangíveis que se espalham pela comunidade como sementes levadas pelo vento. [...]

(Disponível em:
https://ojoioeotrigo.com.br/2025/11/sob-os-trilhos-do-metro-hortas-urbanas-combatem-avanco-de-ultraprocessados-na-periferia-de-sao-paulo/. Acesso em: 25 nov. 2025. Adaptado.)
Considerando o texto como um todo, no excerto: "Enquanto esse sonho não se concretiza, os agricultores urbanos colhem das hortas frutos que não se resumem aos vegetais que crescem ali. São valores intangíveis que se espalham pela comunidade como sementes levadas pelo vento", a palavra intangíveis tem o mesmo sentido de: 
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Q3811918 Português
Do Excesso À Eficiência: a Nova Rota da IA

A última década foi a era do gigantismo da IA: modelos cada vez maiores, consumindo bilhões de parâmetros, energia e recursos. Eles impressionaram, mas também deixaram evidente uma equação insustentável. A resposta não está em modelos cada vez maiores, mas em soluções mais inteligentes, eficientes e transparentes.

É nesse contexto que a Inteligência Artificial Neurosimbólica (IANS) ganha relevância. Ao unir aprendizado neural e raciocínio lógico, ela abre caminho para sistemas capazes de aprender com dados e, ao mesmo tempo, explicar suas decisões. Essa combinação não apenas reduz custos e amplia eficiência, mas oferece algo que o mercado global exige: confiabilidade em escala.

Acredito que esse é um divisor de águas. Empresas de setores como saúde, finanças e direito já começam a perceber o valor de sistemas auditáveis, que fornecem diagnósticos claros e decisões regulatórias transparentes. Esse movimento vai se intensificar. 

Vejo ainda uma convergência estratégica entre a Inteligencia Artificial Neurosimbólica (IANS) e a chamada IA Agêntica. Se a IANS oferece clareza e confiança, a IA Agêntica leva isso à prática, transformando raciocínio estruturado em ações autônomas. Juntas, representam a próxima geração de soluções empresariais: capazes de integrar processos legados, lidar com dados complexos e criar fluxos de decisão mais ágeis e inteligentes.

Não se trata de uma escolha, mas de uma inevitabilidade, movida por três forças que nenhum setor pode ignorar:

I. A crescente pressão regulatória, que exige transparência;

II. O desafio energético da IA generativa;

III. E a necessidade, cada vez maior, de decisões confiáveis em tempo real.

É verdade que ainda existem barreiras técnicas, mas a direção é clara. A próxima etapa da Inteligência Artificial será híbrida, combinando escala, lógica e explicabilidade. Empresas que se anteciparem terão não apenas ganhos operacionais, mas também liderança em um mercado cada vez mais competitivo.

Estamos diante de uma oportunidade única. A IA não deve ser vista com ceticismo, mas com confiança estratégica. O que está em jogo não é apenas eficiência, mas a capacidade de transformar negócios e criar valor real para a sociedade. O futuro da IA é neurosimbólico. E esse futuro já está em movimento.

https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/do-excesso-a-eficiencia-a-no va-rota-da-ia/
O TEXTO apresenta uma análise sobre o futuro da inteligência artificial aplicada ao contexto empresarial, destacando uma nova fase em que diferentes abordagens tecnológicas convergem para gerar sistemas mais autônomos e confiáveis. Essa visão reflete uma transformação tanto técnica quanto estratégica no uso corporativo da IA. Considerando as ideias expostas, assinale a alternativa que expressa a tese defendida do texto. 
Alternativas
Q3811917 Português
Do Excesso À Eficiência: a Nova Rota da IA

A última década foi a era do gigantismo da IA: modelos cada vez maiores, consumindo bilhões de parâmetros, energia e recursos. Eles impressionaram, mas também deixaram evidente uma equação insustentável. A resposta não está em modelos cada vez maiores, mas em soluções mais inteligentes, eficientes e transparentes.

É nesse contexto que a Inteligência Artificial Neurosimbólica (IANS) ganha relevância. Ao unir aprendizado neural e raciocínio lógico, ela abre caminho para sistemas capazes de aprender com dados e, ao mesmo tempo, explicar suas decisões. Essa combinação não apenas reduz custos e amplia eficiência, mas oferece algo que o mercado global exige: confiabilidade em escala.

Acredito que esse é um divisor de águas. Empresas de setores como saúde, finanças e direito já começam a perceber o valor de sistemas auditáveis, que fornecem diagnósticos claros e decisões regulatórias transparentes. Esse movimento vai se intensificar. 

Vejo ainda uma convergência estratégica entre a Inteligencia Artificial Neurosimbólica (IANS) e a chamada IA Agêntica. Se a IANS oferece clareza e confiança, a IA Agêntica leva isso à prática, transformando raciocínio estruturado em ações autônomas. Juntas, representam a próxima geração de soluções empresariais: capazes de integrar processos legados, lidar com dados complexos e criar fluxos de decisão mais ágeis e inteligentes.

Não se trata de uma escolha, mas de uma inevitabilidade, movida por três forças que nenhum setor pode ignorar:

I. A crescente pressão regulatória, que exige transparência;

II. O desafio energético da IA generativa;

III. E a necessidade, cada vez maior, de decisões confiáveis em tempo real.

É verdade que ainda existem barreiras técnicas, mas a direção é clara. A próxima etapa da Inteligência Artificial será híbrida, combinando escala, lógica e explicabilidade. Empresas que se anteciparem terão não apenas ganhos operacionais, mas também liderança em um mercado cada vez mais competitivo.

Estamos diante de uma oportunidade única. A IA não deve ser vista com ceticismo, mas com confiança estratégica. O que está em jogo não é apenas eficiência, mas a capacidade de transformar negócios e criar valor real para a sociedade. O futuro da IA é neurosimbólico. E esse futuro já está em movimento.

https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/do-excesso-a-eficiencia-a-no va-rota-da-ia/
O texto analisa a trajetória recente da inteligência artificial e aponta uma mudança de paradigma na forma como a tecnologia deve evoluir. Ao criticar o gigantismo dos modelos atuais, o autor propõe uma alternativa que busca aliar eficiência técnica e transparência ética. Considerando as ideias desenvolvidas, assinale a alternativa que sintetiza a principal argumentação do texto.
Alternativas
Q3811916 Português
Do Excesso À Eficiência: a Nova Rota da IA

A última década foi a era do gigantismo da IA: modelos cada vez maiores, consumindo bilhões de parâmetros, energia e recursos. Eles impressionaram, mas também deixaram evidente uma equação insustentável. A resposta não está em modelos cada vez maiores, mas em soluções mais inteligentes, eficientes e transparentes.

É nesse contexto que a Inteligência Artificial Neurosimbólica (IANS) ganha relevância. Ao unir aprendizado neural e raciocínio lógico, ela abre caminho para sistemas capazes de aprender com dados e, ao mesmo tempo, explicar suas decisões. Essa combinação não apenas reduz custos e amplia eficiência, mas oferece algo que o mercado global exige: confiabilidade em escala.

Acredito que esse é um divisor de águas. Empresas de setores como saúde, finanças e direito já começam a perceber o valor de sistemas auditáveis, que fornecem diagnósticos claros e decisões regulatórias transparentes. Esse movimento vai se intensificar. 

Vejo ainda uma convergência estratégica entre a Inteligencia Artificial Neurosimbólica (IANS) e a chamada IA Agêntica. Se a IANS oferece clareza e confiança, a IA Agêntica leva isso à prática, transformando raciocínio estruturado em ações autônomas. Juntas, representam a próxima geração de soluções empresariais: capazes de integrar processos legados, lidar com dados complexos e criar fluxos de decisão mais ágeis e inteligentes.

Não se trata de uma escolha, mas de uma inevitabilidade, movida por três forças que nenhum setor pode ignorar:

I. A crescente pressão regulatória, que exige transparência;

II. O desafio energético da IA generativa;

III. E a necessidade, cada vez maior, de decisões confiáveis em tempo real.

É verdade que ainda existem barreiras técnicas, mas a direção é clara. A próxima etapa da Inteligência Artificial será híbrida, combinando escala, lógica e explicabilidade. Empresas que se anteciparem terão não apenas ganhos operacionais, mas também liderança em um mercado cada vez mais competitivo.

Estamos diante de uma oportunidade única. A IA não deve ser vista com ceticismo, mas com confiança estratégica. O que está em jogo não é apenas eficiência, mas a capacidade de transformar negócios e criar valor real para a sociedade. O futuro da IA é neurosimbólico. E esse futuro já está em movimento.

https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/do-excesso-a-eficiencia-a-no va-rota-da-ia/
O texto discute o cenário atual da inteligência artificial sob a perspectiva de forças estruturais que impulsionam sua transformação. A mudança não é apresentada como uma opção estratégica, mas como uma resposta inevitável a demandas globais que envolvem ética, sustentabilidade e eficiência. Considerando as ideias expressas, assinale a alternativa correta de acordo com o texto.
Alternativas
Q3811915 Português
Do Excesso À Eficiência: a Nova Rota da IA

A última década foi a era do gigantismo da IA: modelos cada vez maiores, consumindo bilhões de parâmetros, energia e recursos. Eles impressionaram, mas também deixaram evidente uma equação insustentável. A resposta não está em modelos cada vez maiores, mas em soluções mais inteligentes, eficientes e transparentes.

É nesse contexto que a Inteligência Artificial Neurosimbólica (IANS) ganha relevância. Ao unir aprendizado neural e raciocínio lógico, ela abre caminho para sistemas capazes de aprender com dados e, ao mesmo tempo, explicar suas decisões. Essa combinação não apenas reduz custos e amplia eficiência, mas oferece algo que o mercado global exige: confiabilidade em escala.

Acredito que esse é um divisor de águas. Empresas de setores como saúde, finanças e direito já começam a perceber o valor de sistemas auditáveis, que fornecem diagnósticos claros e decisões regulatórias transparentes. Esse movimento vai se intensificar. 

Vejo ainda uma convergência estratégica entre a Inteligencia Artificial Neurosimbólica (IANS) e a chamada IA Agêntica. Se a IANS oferece clareza e confiança, a IA Agêntica leva isso à prática, transformando raciocínio estruturado em ações autônomas. Juntas, representam a próxima geração de soluções empresariais: capazes de integrar processos legados, lidar com dados complexos e criar fluxos de decisão mais ágeis e inteligentes.

Não se trata de uma escolha, mas de uma inevitabilidade, movida por três forças que nenhum setor pode ignorar:

I. A crescente pressão regulatória, que exige transparência;

II. O desafio energético da IA generativa;

III. E a necessidade, cada vez maior, de decisões confiáveis em tempo real.

É verdade que ainda existem barreiras técnicas, mas a direção é clara. A próxima etapa da Inteligência Artificial será híbrida, combinando escala, lógica e explicabilidade. Empresas que se anteciparem terão não apenas ganhos operacionais, mas também liderança em um mercado cada vez mais competitivo.

Estamos diante de uma oportunidade única. A IA não deve ser vista com ceticismo, mas com confiança estratégica. O que está em jogo não é apenas eficiência, mas a capacidade de transformar negócios e criar valor real para a sociedade. O futuro da IA é neurosimbólico. E esse futuro já está em movimento.

https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/do-excesso-a-eficiencia-a-no va-rota-da-ia/
O texto apresenta uma visão otimista sobre o papel da inteligência artificial no contexto contemporâneo, ressaltando não apenas seu potencial técnico, mas também seu impacto econômico e social. Ao defender uma postura de confiança estratégica diante dessa tecnologia, o autor sugere uma mudança de mentalidade em relação à forma como a IA deve ser compreendida e aplicada. Considerando esse ponto de vista, assinale a alternativa que expressa a mensagem contida no texto.
Alternativas
Q3811914 Português
Do Excesso À Eficiência: a Nova Rota da IA

A última década foi a era do gigantismo da IA: modelos cada vez maiores, consumindo bilhões de parâmetros, energia e recursos. Eles impressionaram, mas também deixaram evidente uma equação insustentável. A resposta não está em modelos cada vez maiores, mas em soluções mais inteligentes, eficientes e transparentes.

É nesse contexto que a Inteligência Artificial Neurosimbólica (IANS) ganha relevância. Ao unir aprendizado neural e raciocínio lógico, ela abre caminho para sistemas capazes de aprender com dados e, ao mesmo tempo, explicar suas decisões. Essa combinação não apenas reduz custos e amplia eficiência, mas oferece algo que o mercado global exige: confiabilidade em escala.

Acredito que esse é um divisor de águas. Empresas de setores como saúde, finanças e direito já começam a perceber o valor de sistemas auditáveis, que fornecem diagnósticos claros e decisões regulatórias transparentes. Esse movimento vai se intensificar. 

Vejo ainda uma convergência estratégica entre a Inteligencia Artificial Neurosimbólica (IANS) e a chamada IA Agêntica. Se a IANS oferece clareza e confiança, a IA Agêntica leva isso à prática, transformando raciocínio estruturado em ações autônomas. Juntas, representam a próxima geração de soluções empresariais: capazes de integrar processos legados, lidar com dados complexos e criar fluxos de decisão mais ágeis e inteligentes.

Não se trata de uma escolha, mas de uma inevitabilidade, movida por três forças que nenhum setor pode ignorar:

I. A crescente pressão regulatória, que exige transparência;

II. O desafio energético da IA generativa;

III. E a necessidade, cada vez maior, de decisões confiáveis em tempo real.

É verdade que ainda existem barreiras técnicas, mas a direção é clara. A próxima etapa da Inteligência Artificial será híbrida, combinando escala, lógica e explicabilidade. Empresas que se anteciparem terão não apenas ganhos operacionais, mas também liderança em um mercado cada vez mais competitivo.

Estamos diante de uma oportunidade única. A IA não deve ser vista com ceticismo, mas com confiança estratégica. O que está em jogo não é apenas eficiência, mas a capacidade de transformar negócios e criar valor real para a sociedade. O futuro da IA é neurosimbólico. E esse futuro já está em movimento.

https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/do-excesso-a-eficiencia-a-no va-rota-da-ia/
O texto apresenta uma visão prospectiva sobre os rumos da inteligência artificial, reconhecendo desafios atuais, mas também apontando uma tendência inevitável de transformação tecnológica. A mensagem vai além do aspecto técnico, sugerindo implicações estratégicas e competitivas para as organizações. Considerando essas ideias, assinale a alternativa que expressa a interpretação contida no texto. 
Alternativas
Q3811913 Português
Crianças e Adolescentes Brasileiros Já Utilizam IA para Conversar sobre Emoções

De acordo com a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2025, 65% das crianças e adolescentes com idades entre 9 e 17 anos já utilizaram ferramentas de IA generativa. Os principais casos de uso são: pesquisas escolares ou estudos (59%), busca de informações (42%), criação de textos e imagens (21%) e consultas sobre problemas pessoais ou emoções (10%).

Os adolescentes de 13 a 17 anos das classes A e B são os principais usuários da IA. No entanto, para fins de conversas íntimas, a liderança é do grupo de pré-adolescentes de 13 a 14 anos (16%).

"A inteligência artificial generativa está cada vez mais presente nas práticas digitais cotidianas. Diante desse cenário, incluímos um novo indicador à pesquisa para monitorar como crianças e adolescentes estão utilizando essas tecnologias. Com isso, buscamos gerar evidências que contribuam para a formulação de políticas e ações voltadas à sua proteção, ao bem-estar e ao desenvolvimento integral", explica Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação).

O levantamento, realizado com 2.370 jovens em todo o país entre março e setembro de 2025, constatou que 92% dos nascidos entre 2008 e 2016 são usuários de internet — o equivalente a 24,5 milhões de brasileiros.

O celular segue como o principal meio de acesso (96%), seguido pela televisão (35%) e pelo computador (8%).

Entre as redes sociais, o WhatsApp é a plataforma mais utilizada (53%), seguido pelo YouTube (48%), Instagram (48%) e TikTok (46%).

Por outro lado, a proporção de usuários dessa faixa etária que acessaram plataformas online no ambiente escolar caiu de 51% em 2024 para 37% em 2025. Para o núcleo da pesquisa, a provável causa é a Lei nº 15.100/2025, sancionada em janeiro, que restringe o uso de celulares nas escolas.


https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/criancas-e-adolescentes-bras ileiros-ja-utilizam-ia-para-conversar-sobre-emocoes/ 
O texto apresenta dados que refletem o comportamento digital de jovens usuários de internet no Brasil, destacando as plataformas mais populares entre eles. As porcentagens indicam não apenas preferências individuais, mas também tendências de uso que revelam diferentes formas de interação, consumo e comunicação. Considerando essas informações, assinale a alternativa que expressa uma conclusão que pode ser extraída do texto.
Alternativas
Q3811912 Português
Crianças e Adolescentes Brasileiros Já Utilizam IA para Conversar sobre Emoções

De acordo com a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2025, 65% das crianças e adolescentes com idades entre 9 e 17 anos já utilizaram ferramentas de IA generativa. Os principais casos de uso são: pesquisas escolares ou estudos (59%), busca de informações (42%), criação de textos e imagens (21%) e consultas sobre problemas pessoais ou emoções (10%).

Os adolescentes de 13 a 17 anos das classes A e B são os principais usuários da IA. No entanto, para fins de conversas íntimas, a liderança é do grupo de pré-adolescentes de 13 a 14 anos (16%).

"A inteligência artificial generativa está cada vez mais presente nas práticas digitais cotidianas. Diante desse cenário, incluímos um novo indicador à pesquisa para monitorar como crianças e adolescentes estão utilizando essas tecnologias. Com isso, buscamos gerar evidências que contribuam para a formulação de políticas e ações voltadas à sua proteção, ao bem-estar e ao desenvolvimento integral", explica Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação).

O levantamento, realizado com 2.370 jovens em todo o país entre março e setembro de 2025, constatou que 92% dos nascidos entre 2008 e 2016 são usuários de internet — o equivalente a 24,5 milhões de brasileiros.

O celular segue como o principal meio de acesso (96%), seguido pela televisão (35%) e pelo computador (8%).

Entre as redes sociais, o WhatsApp é a plataforma mais utilizada (53%), seguido pelo YouTube (48%), Instagram (48%) e TikTok (46%).

Por outro lado, a proporção de usuários dessa faixa etária que acessaram plataformas online no ambiente escolar caiu de 51% em 2024 para 37% em 2025. Para o núcleo da pesquisa, a provável causa é a Lei nº 15.100/2025, sancionada em janeiro, que restringe o uso de celulares nas escolas.


https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/criancas-e-adolescentes-bras ileiros-ja-utilizam-ia-para-conversar-sobre-emocoes/ 
O texto apresenta a fala de Alexandre Barbosa, que contextualiza a inclusão de um novo indicador na pesquisa sobre o uso da inteligência artificial generativa entre crianças e adolescentes. Sua explicação revela uma preocupação que ultrapassa o simples mapeamento tecnológico, evidenciando uma intenção mais ampla e estratégica. Considerando o posicionamento do autor, assinale a alternativa que expressa o propósito principal da iniciativa mencionada.
Alternativas
Q3811911 Português
Crianças e Adolescentes Brasileiros Já Utilizam IA para Conversar sobre Emoções

De acordo com a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2025, 65% das crianças e adolescentes com idades entre 9 e 17 anos já utilizaram ferramentas de IA generativa. Os principais casos de uso são: pesquisas escolares ou estudos (59%), busca de informações (42%), criação de textos e imagens (21%) e consultas sobre problemas pessoais ou emoções (10%).

Os adolescentes de 13 a 17 anos das classes A e B são os principais usuários da IA. No entanto, para fins de conversas íntimas, a liderança é do grupo de pré-adolescentes de 13 a 14 anos (16%).

"A inteligência artificial generativa está cada vez mais presente nas práticas digitais cotidianas. Diante desse cenário, incluímos um novo indicador à pesquisa para monitorar como crianças e adolescentes estão utilizando essas tecnologias. Com isso, buscamos gerar evidências que contribuam para a formulação de políticas e ações voltadas à sua proteção, ao bem-estar e ao desenvolvimento integral", explica Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação).

O levantamento, realizado com 2.370 jovens em todo o país entre março e setembro de 2025, constatou que 92% dos nascidos entre 2008 e 2016 são usuários de internet — o equivalente a 24,5 milhões de brasileiros.

O celular segue como o principal meio de acesso (96%), seguido pela televisão (35%) e pelo computador (8%).

Entre as redes sociais, o WhatsApp é a plataforma mais utilizada (53%), seguido pelo YouTube (48%), Instagram (48%) e TikTok (46%).

Por outro lado, a proporção de usuários dessa faixa etária que acessaram plataformas online no ambiente escolar caiu de 51% em 2024 para 37% em 2025. Para o núcleo da pesquisa, a provável causa é a Lei nº 15.100/2025, sancionada em janeiro, que restringe o uso de celulares nas escolas.


https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/criancas-e-adolescentes-bras ileiros-ja-utilizam-ia-para-conversar-sobre-emocoes/ 
O texto traz dados da pesquisa TIC Kids Online Brasil 2025, revelando como crianças e adolescentes brasileiros têm incorporado o uso de ferramentas de inteligência artificial generativa em seu cotidiano. As informações destacam não apenas a frequência de uso, mas também as diferenças de comportamento entre faixas etárias e classes sociais. Considerando o conteúdo e as implicações desses dados, assinale a alternativa que reflete a interpretação expressa no texto.
Alternativas
Q3811910 Português
Crianças e Adolescentes Brasileiros Já Utilizam IA para Conversar sobre Emoções

De acordo com a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2025, 65% das crianças e adolescentes com idades entre 9 e 17 anos já utilizaram ferramentas de IA generativa. Os principais casos de uso são: pesquisas escolares ou estudos (59%), busca de informações (42%), criação de textos e imagens (21%) e consultas sobre problemas pessoais ou emoções (10%).

Os adolescentes de 13 a 17 anos das classes A e B são os principais usuários da IA. No entanto, para fins de conversas íntimas, a liderança é do grupo de pré-adolescentes de 13 a 14 anos (16%).

"A inteligência artificial generativa está cada vez mais presente nas práticas digitais cotidianas. Diante desse cenário, incluímos um novo indicador à pesquisa para monitorar como crianças e adolescentes estão utilizando essas tecnologias. Com isso, buscamos gerar evidências que contribuam para a formulação de políticas e ações voltadas à sua proteção, ao bem-estar e ao desenvolvimento integral", explica Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação).

O levantamento, realizado com 2.370 jovens em todo o país entre março e setembro de 2025, constatou que 92% dos nascidos entre 2008 e 2016 são usuários de internet — o equivalente a 24,5 milhões de brasileiros.

O celular segue como o principal meio de acesso (96%), seguido pela televisão (35%) e pelo computador (8%).

Entre as redes sociais, o WhatsApp é a plataforma mais utilizada (53%), seguido pelo YouTube (48%), Instagram (48%) e TikTok (46%).

Por outro lado, a proporção de usuários dessa faixa etária que acessaram plataformas online no ambiente escolar caiu de 51% em 2024 para 37% em 2025. Para o núcleo da pesquisa, a provável causa é a Lei nº 15.100/2025, sancionada em janeiro, que restringe o uso de celulares nas escolas.


https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/criancas-e-adolescentes-bras ileiros-ja-utilizam-ia-para-conversar-sobre-emocoes/ 
O texto apresenta dados recentes sobre o acesso de jovens brasileiros à internet, revelando não apenas a dimensão do uso, mas também as transformações nos meios tecnológicos que o possibilitam. Esses números refletem uma tendência social mais ampla, relacionada à forma como a conectividade se consolidou no cotidiano das novas gerações. Considerando essas informações, assinale a alternativa que expressa a ideia central do texto acerca deste tema.
Alternativas
Respostas
17141: D
17142: C
17143: C
17144: C
17145: C
17146: D
17147: E
17148: B
17149: B
17150: A
17151: E
17152: B
17153: A
17154: B
17155: C
17156: C
17157: A
17158: A
17159: B
17160: B