Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3902962 Português

A questão tem como base o seguinte texto:


Discurso de Gettysburg

(Abraham Lincoln, 1863 – trecho adaptado e traduzido para acessibilidade)


Há oitenta e sete anos, nossos antepassados criaram neste continente uma nova nação, concebida em liberdade e dedicada ao princípio de que todos os homens são criados iguais.


Estamos agora envolvidos numa grande guerra civil, testando se essa nação, ou qualquer outra assim concebida e dedicada, pode resistir por muito tempo. Estamos reunidos em um grande campo de batalha dessa guerra. Viemos consagrar uma parte desse solo como o repouso final daqueles que aqui deram suas vidas para que a nação pudesse viver. É justo e apropriado que façamos isso.


Mas, em um sentido mais amplo, não podemos consagrar, não podemos santificar, não podemos dedicar este solo. Os bravos homens, vivos e mortos, que aqui lutaram, já o consagraram muito além de nosso pobre poder de acrescentar ou diminuir. O mundo pouco notará, nem se lembrará por muito tempo do que dissermos aqui, mas nunca poderá esquecer o que eles fizeram aqui.  


Cabe a nós, os vivos, estarmos aqui dedicados à grande tarefa que ainda permanece diante de nós: que desta terra honrada possamos tirar maior devoção à causa pela qual eles deram a última medida de dedicação; que possamos aqui firmemente resolver que estes mortos não terão morrido em vão; que esta nação, sob Deus, terá um novo nascimento de liberdade; e que o governo do povo, pelo povo e para o povo jamais desaparecerá da face da Terra. 

O trecho final — “o governo do povo, pelo povo e para o povo jamais desaparecerá da face da Terra” — é um exemplo de:
Alternativas
Q3902961 Português

A questão tem como base o seguinte texto:


Discurso de Gettysburg

(Abraham Lincoln, 1863 – trecho adaptado e traduzido para acessibilidade)


Há oitenta e sete anos, nossos antepassados criaram neste continente uma nova nação, concebida em liberdade e dedicada ao princípio de que todos os homens são criados iguais.


Estamos agora envolvidos numa grande guerra civil, testando se essa nação, ou qualquer outra assim concebida e dedicada, pode resistir por muito tempo. Estamos reunidos em um grande campo de batalha dessa guerra. Viemos consagrar uma parte desse solo como o repouso final daqueles que aqui deram suas vidas para que a nação pudesse viver. É justo e apropriado que façamos isso.


Mas, em um sentido mais amplo, não podemos consagrar, não podemos santificar, não podemos dedicar este solo. Os bravos homens, vivos e mortos, que aqui lutaram, já o consagraram muito além de nosso pobre poder de acrescentar ou diminuir. O mundo pouco notará, nem se lembrará por muito tempo do que dissermos aqui, mas nunca poderá esquecer o que eles fizeram aqui.  


Cabe a nós, os vivos, estarmos aqui dedicados à grande tarefa que ainda permanece diante de nós: que desta terra honrada possamos tirar maior devoção à causa pela qual eles deram a última medida de dedicação; que possamos aqui firmemente resolver que estes mortos não terão morrido em vão; que esta nação, sob Deus, terá um novo nascimento de liberdade; e que o governo do povo, pelo povo e para o povo jamais desaparecerá da face da Terra. 

A frase “estes mortos não terão morrido em vão” significa que: 
Alternativas
Q3902960 Português

A questão tem como base o seguinte texto:


Discurso de Gettysburg

(Abraham Lincoln, 1863 – trecho adaptado e traduzido para acessibilidade)


Há oitenta e sete anos, nossos antepassados criaram neste continente uma nova nação, concebida em liberdade e dedicada ao princípio de que todos os homens são criados iguais.


Estamos agora envolvidos numa grande guerra civil, testando se essa nação, ou qualquer outra assim concebida e dedicada, pode resistir por muito tempo. Estamos reunidos em um grande campo de batalha dessa guerra. Viemos consagrar uma parte desse solo como o repouso final daqueles que aqui deram suas vidas para que a nação pudesse viver. É justo e apropriado que façamos isso.


Mas, em um sentido mais amplo, não podemos consagrar, não podemos santificar, não podemos dedicar este solo. Os bravos homens, vivos e mortos, que aqui lutaram, já o consagraram muito além de nosso pobre poder de acrescentar ou diminuir. O mundo pouco notará, nem se lembrará por muito tempo do que dissermos aqui, mas nunca poderá esquecer o que eles fizeram aqui.  


Cabe a nós, os vivos, estarmos aqui dedicados à grande tarefa que ainda permanece diante de nós: que desta terra honrada possamos tirar maior devoção à causa pela qual eles deram a última medida de dedicação; que possamos aqui firmemente resolver que estes mortos não terão morrido em vão; que esta nação, sob Deus, terá um novo nascimento de liberdade; e que o governo do povo, pelo povo e para o povo jamais desaparecerá da face da Terra. 

Quando Lincoln afirma que “o mundo pouco notará, nem se lembrará por muito tempo do que dissermos aqui”, ele pretende destacar:  
Alternativas
Q3902959 Português

A questão tem como base o seguinte texto:


Discurso de Gettysburg

(Abraham Lincoln, 1863 – trecho adaptado e traduzido para acessibilidade)


Há oitenta e sete anos, nossos antepassados criaram neste continente uma nova nação, concebida em liberdade e dedicada ao princípio de que todos os homens são criados iguais.


Estamos agora envolvidos numa grande guerra civil, testando se essa nação, ou qualquer outra assim concebida e dedicada, pode resistir por muito tempo. Estamos reunidos em um grande campo de batalha dessa guerra. Viemos consagrar uma parte desse solo como o repouso final daqueles que aqui deram suas vidas para que a nação pudesse viver. É justo e apropriado que façamos isso.


Mas, em um sentido mais amplo, não podemos consagrar, não podemos santificar, não podemos dedicar este solo. Os bravos homens, vivos e mortos, que aqui lutaram, já o consagraram muito além de nosso pobre poder de acrescentar ou diminuir. O mundo pouco notará, nem se lembrará por muito tempo do que dissermos aqui, mas nunca poderá esquecer o que eles fizeram aqui.  


Cabe a nós, os vivos, estarmos aqui dedicados à grande tarefa que ainda permanece diante de nós: que desta terra honrada possamos tirar maior devoção à causa pela qual eles deram a última medida de dedicação; que possamos aqui firmemente resolver que estes mortos não terão morrido em vão; que esta nação, sob Deus, terá um novo nascimento de liberdade; e que o governo do povo, pelo povo e para o povo jamais desaparecerá da face da Terra. 

A expressão “todos os homens são criados iguais” remete a um valor fundamental defendido no texto, sendo este:
Alternativas
Q3902958 Português

A questão tem como base o seguinte texto:


Discurso de Gettysburg

(Abraham Lincoln, 1863 – trecho adaptado e traduzido para acessibilidade)


Há oitenta e sete anos, nossos antepassados criaram neste continente uma nova nação, concebida em liberdade e dedicada ao princípio de que todos os homens são criados iguais.


Estamos agora envolvidos numa grande guerra civil, testando se essa nação, ou qualquer outra assim concebida e dedicada, pode resistir por muito tempo. Estamos reunidos em um grande campo de batalha dessa guerra. Viemos consagrar uma parte desse solo como o repouso final daqueles que aqui deram suas vidas para que a nação pudesse viver. É justo e apropriado que façamos isso.


Mas, em um sentido mais amplo, não podemos consagrar, não podemos santificar, não podemos dedicar este solo. Os bravos homens, vivos e mortos, que aqui lutaram, já o consagraram muito além de nosso pobre poder de acrescentar ou diminuir. O mundo pouco notará, nem se lembrará por muito tempo do que dissermos aqui, mas nunca poderá esquecer o que eles fizeram aqui.  


Cabe a nós, os vivos, estarmos aqui dedicados à grande tarefa que ainda permanece diante de nós: que desta terra honrada possamos tirar maior devoção à causa pela qual eles deram a última medida de dedicação; que possamos aqui firmemente resolver que estes mortos não terão morrido em vão; que esta nação, sob Deus, terá um novo nascimento de liberdade; e que o governo do povo, pelo povo e para o povo jamais desaparecerá da face da Terra. 

O discurso de Lincoln foi proferido durante a Guerra Civil dos Estados Unidos. A principal intenção do autor, ao falar naquele momento, era: 
Alternativas
Q3902926 Português
Assinale a alternativa que apresenta palavras acentuadas, respectivamente, pelas mesmas regras de SEMÂNTICA, BAÚ, TÓRAX e AMAPÁ:
Alternativas
Q3902925 Português
Assinale a alternativa que contenha palavras formadas pelo mesmo processo:
Alternativas
Q3902924 Português
Assinale a alternativa que apresenta correta concordância, tanto verbal quanto nominal: 
Alternativas
Q3902923 Português
Saber o destino
(Ramires Linhares)


        Um dia, Albert Einstein estava viajando de trem após sair da Universidade de Princeton, e o cobrador entrou no vagão para conferir as passagens. O jovem reconheceu imediatamente o famoso cientista, que começou a procurar o bilhete nos bolsos do paletó, da calça, na pequena mala, mas não encontrava.

        Percebendo a situação, o cobrador disse com tranquilidade:

      - Dr. Einstein, sei quem o senhor é. Todos aqui sabem. Tenho certeza de que o senhor comprou a passagem. Não se preocupe.

       Einstein agradeceu com um sorriso. O cobrador seguiu adiante, mas antes de sair do vagão, olhou para trás e viu Einstein ajoelhado, procurando o bilhete debaixo do assento.

         Intrigado, voltou e insistiu:

     - Como eu disse, não há problema algum. Sabemos quem o senhor é, fique tranquilo.

        Foi então que Einstein respondeu, com toda a sua genial simplicidade:

       - Meu jovem, eu também sei quem eu sou. O que eu não sei é para onde estou indo. Por isso preciso encontrar o meu bilhete.

       Não há comprovação de que tal história tenha realmente acontecido, no entanto há uma importante mensagem nela contida: identidade não substitui direção.

      Saber quem você é, seu nome, sua história, suas conquistas, nada disso garante que você vá ao lugar certo. Reconhecimento, inteligência, status ou talento não dizem nada sobre o rumo da sua vida se você não tiver clareza de propósito.

        Assim a historinha da viagem de Einstein ensina que não basta ser alguém importante; é preciso saber para onde se vai. Que a confiança dos outros em você não elimina a necessidade de autoconhecimento e escolha consciente. E que até os mais brilhantes precisam parar, se ajoelhar e conferir o próprio “bilhete”, que pode ser entendido como os seus valores, metas e decisões.

       Acho que, neste contexto, o verdadeiro risco não era nem o homem ter perdido o bilhete, era ter seguido uma viagem sem saber o destino. 


Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/saber-o-destino-38537
Dado o excerto:
“Sabemos quem o senhor é, fique tranquilo.”
Caso a forma de tratamento utilizada, “senhor”, fosse substituída pelo pronome de tratamento “Vossa Excelência”, a correta redação do período seria: 
Alternativas
Q3902921 Português
Saber o destino
(Ramires Linhares)


        Um dia, Albert Einstein estava viajando de trem após sair da Universidade de Princeton, e o cobrador entrou no vagão para conferir as passagens. O jovem reconheceu imediatamente o famoso cientista, que começou a procurar o bilhete nos bolsos do paletó, da calça, na pequena mala, mas não encontrava.

        Percebendo a situação, o cobrador disse com tranquilidade:

      - Dr. Einstein, sei quem o senhor é. Todos aqui sabem. Tenho certeza de que o senhor comprou a passagem. Não se preocupe.

       Einstein agradeceu com um sorriso. O cobrador seguiu adiante, mas antes de sair do vagão, olhou para trás e viu Einstein ajoelhado, procurando o bilhete debaixo do assento.

         Intrigado, voltou e insistiu:

     - Como eu disse, não há problema algum. Sabemos quem o senhor é, fique tranquilo.

        Foi então que Einstein respondeu, com toda a sua genial simplicidade:

       - Meu jovem, eu também sei quem eu sou. O que eu não sei é para onde estou indo. Por isso preciso encontrar o meu bilhete.

       Não há comprovação de que tal história tenha realmente acontecido, no entanto há uma importante mensagem nela contida: identidade não substitui direção.

      Saber quem você é, seu nome, sua história, suas conquistas, nada disso garante que você vá ao lugar certo. Reconhecimento, inteligência, status ou talento não dizem nada sobre o rumo da sua vida se você não tiver clareza de propósito.

        Assim a historinha da viagem de Einstein ensina que não basta ser alguém importante; é preciso saber para onde se vai. Que a confiança dos outros em você não elimina a necessidade de autoconhecimento e escolha consciente. E que até os mais brilhantes precisam parar, se ajoelhar e conferir o próprio “bilhete”, que pode ser entendido como os seus valores, metas e decisões.

       Acho que, neste contexto, o verdadeiro risco não era nem o homem ter perdido o bilhete, era ter seguido uma viagem sem saber o destino. 


Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/saber-o-destino-38537
Dado o excerto:

“O cobrador seguiu adiante, mas antes de sair do vagão (...).”

O termo em destaque pode ser substituído, sem prejuízo de sentido, por: 
Alternativas
Q3902920 Português
Saber o destino
(Ramires Linhares)


        Um dia, Albert Einstein estava viajando de trem após sair da Universidade de Princeton, e o cobrador entrou no vagão para conferir as passagens. O jovem reconheceu imediatamente o famoso cientista, que começou a procurar o bilhete nos bolsos do paletó, da calça, na pequena mala, mas não encontrava.

        Percebendo a situação, o cobrador disse com tranquilidade:

      - Dr. Einstein, sei quem o senhor é. Todos aqui sabem. Tenho certeza de que o senhor comprou a passagem. Não se preocupe.

       Einstein agradeceu com um sorriso. O cobrador seguiu adiante, mas antes de sair do vagão, olhou para trás e viu Einstein ajoelhado, procurando o bilhete debaixo do assento.

         Intrigado, voltou e insistiu:

     - Como eu disse, não há problema algum. Sabemos quem o senhor é, fique tranquilo.

        Foi então que Einstein respondeu, com toda a sua genial simplicidade:

       - Meu jovem, eu também sei quem eu sou. O que eu não sei é para onde estou indo. Por isso preciso encontrar o meu bilhete.

       Não há comprovação de que tal história tenha realmente acontecido, no entanto há uma importante mensagem nela contida: identidade não substitui direção.

      Saber quem você é, seu nome, sua história, suas conquistas, nada disso garante que você vá ao lugar certo. Reconhecimento, inteligência, status ou talento não dizem nada sobre o rumo da sua vida se você não tiver clareza de propósito.

        Assim a historinha da viagem de Einstein ensina que não basta ser alguém importante; é preciso saber para onde se vai. Que a confiança dos outros em você não elimina a necessidade de autoconhecimento e escolha consciente. E que até os mais brilhantes precisam parar, se ajoelhar e conferir o próprio “bilhete”, que pode ser entendido como os seus valores, metas e decisões.

       Acho que, neste contexto, o verdadeiro risco não era nem o homem ter perdido o bilhete, era ter seguido uma viagem sem saber o destino. 


Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/saber-o-destino-38537
 Leia o fragmento:

“Dr. Einstein, sei quem o senhor é.”

O termo em destaque exerce a função sintática de:
Alternativas
Q3902919 Português
Saber o destino
(Ramires Linhares)


        Um dia, Albert Einstein estava viajando de trem após sair da Universidade de Princeton, e o cobrador entrou no vagão para conferir as passagens. O jovem reconheceu imediatamente o famoso cientista, que começou a procurar o bilhete nos bolsos do paletó, da calça, na pequena mala, mas não encontrava.

        Percebendo a situação, o cobrador disse com tranquilidade:

      - Dr. Einstein, sei quem o senhor é. Todos aqui sabem. Tenho certeza de que o senhor comprou a passagem. Não se preocupe.

       Einstein agradeceu com um sorriso. O cobrador seguiu adiante, mas antes de sair do vagão, olhou para trás e viu Einstein ajoelhado, procurando o bilhete debaixo do assento.

         Intrigado, voltou e insistiu:

     - Como eu disse, não há problema algum. Sabemos quem o senhor é, fique tranquilo.

        Foi então que Einstein respondeu, com toda a sua genial simplicidade:

       - Meu jovem, eu também sei quem eu sou. O que eu não sei é para onde estou indo. Por isso preciso encontrar o meu bilhete.

       Não há comprovação de que tal história tenha realmente acontecido, no entanto há uma importante mensagem nela contida: identidade não substitui direção.

      Saber quem você é, seu nome, sua história, suas conquistas, nada disso garante que você vá ao lugar certo. Reconhecimento, inteligência, status ou talento não dizem nada sobre o rumo da sua vida se você não tiver clareza de propósito.

        Assim a historinha da viagem de Einstein ensina que não basta ser alguém importante; é preciso saber para onde se vai. Que a confiança dos outros em você não elimina a necessidade de autoconhecimento e escolha consciente. E que até os mais brilhantes precisam parar, se ajoelhar e conferir o próprio “bilhete”, que pode ser entendido como os seus valores, metas e decisões.

       Acho que, neste contexto, o verdadeiro risco não era nem o homem ter perdido o bilhete, era ter seguido uma viagem sem saber o destino. 


Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/saber-o-destino-38537
 Conforme o texto, é possível inferir que:
Alternativas
Q3902918 Português
Saber o destino
(Ramires Linhares)


        Um dia, Albert Einstein estava viajando de trem após sair da Universidade de Princeton, e o cobrador entrou no vagão para conferir as passagens. O jovem reconheceu imediatamente o famoso cientista, que começou a procurar o bilhete nos bolsos do paletó, da calça, na pequena mala, mas não encontrava.

        Percebendo a situação, o cobrador disse com tranquilidade:

      - Dr. Einstein, sei quem o senhor é. Todos aqui sabem. Tenho certeza de que o senhor comprou a passagem. Não se preocupe.

       Einstein agradeceu com um sorriso. O cobrador seguiu adiante, mas antes de sair do vagão, olhou para trás e viu Einstein ajoelhado, procurando o bilhete debaixo do assento.

         Intrigado, voltou e insistiu:

     - Como eu disse, não há problema algum. Sabemos quem o senhor é, fique tranquilo.

        Foi então que Einstein respondeu, com toda a sua genial simplicidade:

       - Meu jovem, eu também sei quem eu sou. O que eu não sei é para onde estou indo. Por isso preciso encontrar o meu bilhete.

       Não há comprovação de que tal história tenha realmente acontecido, no entanto há uma importante mensagem nela contida: identidade não substitui direção.

      Saber quem você é, seu nome, sua história, suas conquistas, nada disso garante que você vá ao lugar certo. Reconhecimento, inteligência, status ou talento não dizem nada sobre o rumo da sua vida se você não tiver clareza de propósito.

        Assim a historinha da viagem de Einstein ensina que não basta ser alguém importante; é preciso saber para onde se vai. Que a confiança dos outros em você não elimina a necessidade de autoconhecimento e escolha consciente. E que até os mais brilhantes precisam parar, se ajoelhar e conferir o próprio “bilhete”, que pode ser entendido como os seus valores, metas e decisões.

       Acho que, neste contexto, o verdadeiro risco não era nem o homem ter perdido o bilhete, era ter seguido uma viagem sem saber o destino. 


Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/saber-o-destino-38537
 De acordo com o texto:
Alternativas
Q3902468 Português
“O racismo, enquanto pseudociência, busca legitimar a produção de privilégios simbólicos e materiais para a supremacia branca que o engendrou. São esses privilégios que determinam a permanência e a reprodução do racismo enquanto instrumento de dominação, exploração e, mais contemporaneamente, de exclusão social em detrimento de toda evidência científica que invalida qualquer sustentação para o conceito de raça.”

CARNEIRO, Sueli. Dispositivo de racialidade: a construção do outro como não ser como fundamento do ser. Rio de Janeiro: Zahar Editor, 2023. (Adaptado).

Sobre a citação anterior, é correto afirmar que
Alternativas
Q3902429 Português
Leia com atenção a passagem a seguir.

“Moradores de Juazeiro do Norte, no interior do Ceará, sofrem com transtornos das fortes chuvas ocorridas durante a madrugada desta terça-feira (21/1). Conforme a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), houve chuva de 120 milímetros no município. No bairro Lagoa Seca, um dos mais afetados, a água subiu mais de um metro de altura, deixando carros submersos. A lagoa da região transbordou, alagando dezenas de casas e estabelecimentos comerciais da região. O trânsito foi interditado. População disse que, toda vez que chove, a lagoa transborda e invade a Avenida Plácido Aderaldo Castelo. Na Avenida Padre Cícero, em poucos minutos de chuva, a água transformou a via em um rio. Alguns carros apresentaram problemas mecânicos e, para seguir caminho, alguns motociclistas utilizam a ciclovia.

Redação G1 CE. Carro fica submerso após forte chuva em Juazeiro do Norte. G1, 21 jan. 2025.

Com base no texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3902154 Português
“Na era da inteligência artificial, não podemos esquecer que a poesia e o amor são necessários para salvar o humano. O que nenhum algoritmo conseguirá abarcar é, por exemplo, aquele momento de infância que se recorda com ternura e que continua a acontecer em todos os cantos do planeta, mesmo com o passar dos anos. Todos estes pequenos pormenores, o ordinárioextraordinário, nunca poderão estar entre os algoritmos”.

PAPA FRANCISCO. Dilexit nos. Vaticano: Livraria Editora Vaticana, 2024., §20.

Na sua última encíclica, o argentino Jorge Mario Bergoglio, ao exortar seus fiéis sobre a inteligência artificial, apresenta a dignidade da inteligência humana
Alternativas
Q3900661 Português
A colocação pronominal é regida por normas sintáticas e estilísticas que determinam a posição dos pronomes oblíquos átonos em relação ao verbo. Considerando as regras da norma-padrão da língua portuguesa, assinale a alternativa em que o uso da colocação pronominal está de acordo com a norma culta.
Alternativas
Q3899371 Português
     
         A região da Capadócia, localizada no centro da Turquia, apresenta formações geológicas singulares originadas há milhões de anos, através de atividade vulcânica e processos erosivos. Ao observar os vales e as “chaminés de fada”, os geólogos podem identificar depósitos de cinzas vulcânicas.
 
      Estudos científicos registram alterações na cobertura do solo, na vegetação e nos processos erosivos, atribuindo-lhes relevância para compreender os impactos ambientais. Esses registros permitem avaliar a resiliência do ecossistema; ao que tudo indica, havia adaptações naturais que possibilitavam à flora e fauna manterem-se em equilíbrio nas regiões de solo vulcânico e clima semiárido, demonstrando a capacidade de sobrevivência do ambiente frente a perturbações externas.

      Além disso, a análise da morfologia do terreno e da distribuição das formações rochosas permite observar padrões de erosão e sedimentação, o que contribui para estudos topográficos e geológicos detalhados. A Capadócia, assim, representa um modelo de estudo integrativo, no qual geologia, ecologia e processos naturais se entrelaçam, oferecendo informações valiosas para pesquisas científicas e à preservação da região.
O trecho destacado em “A região da Capadócia, localizada no centro da Turquia, apresenta formações geológicas singulares originadas há milhões de anos” representa uma oração designada corretamente na alternativa: 
Alternativas
Q3899370 Português
     
         A região da Capadócia, localizada no centro da Turquia, apresenta formações geológicas singulares originadas há milhões de anos, através de atividade vulcânica e processos erosivos. Ao observar os vales e as “chaminés de fada”, os geólogos podem identificar depósitos de cinzas vulcânicas.
 
      Estudos científicos registram alterações na cobertura do solo, na vegetação e nos processos erosivos, atribuindo-lhes relevância para compreender os impactos ambientais. Esses registros permitem avaliar a resiliência do ecossistema; ao que tudo indica, havia adaptações naturais que possibilitavam à flora e fauna manterem-se em equilíbrio nas regiões de solo vulcânico e clima semiárido, demonstrando a capacidade de sobrevivência do ambiente frente a perturbações externas.

      Além disso, a análise da morfologia do terreno e da distribuição das formações rochosas permite observar padrões de erosão e sedimentação, o que contribui para estudos topográficos e geológicos detalhados. A Capadócia, assim, representa um modelo de estudo integrativo, no qual geologia, ecologia e processos naturais se entrelaçam, oferecendo informações valiosas para pesquisas científicas e à preservação da região.
O termo “lhes”, junto ao verbo “atribuir” é classificado, sintaticamente, como:
Alternativas
Q3899369 Português
     
         A região da Capadócia, localizada no centro da Turquia, apresenta formações geológicas singulares originadas há milhões de anos, através de atividade vulcânica e processos erosivos. Ao observar os vales e as “chaminés de fada”, os geólogos podem identificar depósitos de cinzas vulcânicas.
 
      Estudos científicos registram alterações na cobertura do solo, na vegetação e nos processos erosivos, atribuindo-lhes relevância para compreender os impactos ambientais. Esses registros permitem avaliar a resiliência do ecossistema; ao que tudo indica, havia adaptações naturais que possibilitavam à flora e fauna manterem-se em equilíbrio nas regiões de solo vulcânico e clima semiárido, demonstrando a capacidade de sobrevivência do ambiente frente a perturbações externas.

      Além disso, a análise da morfologia do terreno e da distribuição das formações rochosas permite observar padrões de erosão e sedimentação, o que contribui para estudos topográficos e geológicos detalhados. A Capadócia, assim, representa um modelo de estudo integrativo, no qual geologia, ecologia e processos naturais se entrelaçam, oferecendo informações valiosas para pesquisas científicas e à preservação da região.
De acordo com a análise sintática de termos integrantes da oração, o trecho “localizada no centro da Turquia”, vinculado ao termo anterior, é denominado como:
Alternativas
Respostas
14521: C
14522: B
14523: A
14524: B
14525: C
14526: A
14527: C
14528: D
14529: B
14530: B
14531: A
14532: C
14533: D
14534: A
14535: A
14536: A
14537: D
14538: B
14539: C
14540: D