Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q4196480 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Quando a idade vira barreira


O ambiente de trabalho costuma funcionar como um espelho da sociedade e, por isso, reproduz dentro de si os mesmos preconceitos que circulam fora dele. À medida que a população envelhece, ganha força no Brasil uma forma de discriminação chamada etarismo, ou idadismo, que consiste em tratar alguém de modo desigual por causa da idade. Em pouco mais de dez anos, a parcela de pessoas idosas no país subiu de 10,8% para 15,8%, segundo dados oficiais.

Especialistas explicam que o etarismo se sustenta em três pilares: o estereótipo, ligado ao modo como pensamos; o preconceito, relacionado ao modo como sentimos; e a discriminação, que se refere ao modo como agimos. Embora seja comum associá-lo apenas aos mais velhos, esse preconceito também atinge os jovens da Geração Z, muitas vezes julgados, sem provas, como pouco comprometidos. Nos dois casos, talentos valiosos acabam desperdiçados.

O caminho apontado para enfrentar o problema é a solidariedade entre as gerações. Quando uma equipe reúne integrantes de idades diferentes, a convivência aproxima visões distintas e estimula a inovação. Assim, a diversidade etária deixa de ser um obstáculo e se torna uma riqueza, desde que haja, de parte a parte, uma atitude essencial: a empatia.


MENDONÇA, Silvia. Desafiando o etarismo: como a colaboração entre gerações pode transformar o mercado de trabalho. Brasília: Tribunal Superior do Trabalho, 1º out. 2024. Disponível em: https://www.tst.jus.br/-/desafiando-o-etarismo-como-a-colaboracao-entr e-geracoes-pode-transformar-o-mercado-de-trabalho. Acesso em: 6 jun. 2026. (Texto adaptado.) 
No trecho "talentos valiosos acabam desperdiçados", considere a classe e a função sintática das palavras "valiosos" e "desperdiçados". É correto afirmar que, respectivamente:
Alternativas
Q4196479 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Quando a idade vira barreira


O ambiente de trabalho costuma funcionar como um espelho da sociedade e, por isso, reproduz dentro de si os mesmos preconceitos que circulam fora dele. À medida que a população envelhece, ganha força no Brasil uma forma de discriminação chamada etarismo, ou idadismo, que consiste em tratar alguém de modo desigual por causa da idade. Em pouco mais de dez anos, a parcela de pessoas idosas no país subiu de 10,8% para 15,8%, segundo dados oficiais.

Especialistas explicam que o etarismo se sustenta em três pilares: o estereótipo, ligado ao modo como pensamos; o preconceito, relacionado ao modo como sentimos; e a discriminação, que se refere ao modo como agimos. Embora seja comum associá-lo apenas aos mais velhos, esse preconceito também atinge os jovens da Geração Z, muitas vezes julgados, sem provas, como pouco comprometidos. Nos dois casos, talentos valiosos acabam desperdiçados.

O caminho apontado para enfrentar o problema é a solidariedade entre as gerações. Quando uma equipe reúne integrantes de idades diferentes, a convivência aproxima visões distintas e estimula a inovação. Assim, a diversidade etária deixa de ser um obstáculo e se torna uma riqueza, desde que haja, de parte a parte, uma atitude essencial: a empatia.


MENDONÇA, Silvia. Desafiando o etarismo: como a colaboração entre gerações pode transformar o mercado de trabalho. Brasília: Tribunal Superior do Trabalho, 1º out. 2024. Disponível em: https://www.tst.jus.br/-/desafiando-o-etarismo-como-a-colaboracao-entr e-geracoes-pode-transformar-o-mercado-de-trabalho. Acesso em: 6 jun. 2026. (Texto adaptado.) 
A respeito da concordância nominal em trechos do texto, analise as afirmativas.

I.Em "a parcela de pessoas idosas", o adjetivo "idosas" concorda com "pessoas", no feminino plural, e não com "parcela", ainda que este seja o núcleo da expressão principal.
II.Em "visões distintas", a substituição de "visões" por "pontos de vista" exigiria a forma "distintos", em razão da alteração do núcleo nominal para o masculino plural.
III.Em "uma forma de discriminação chamada etarismo", a forma "chamado" também estaria adequada, pois o particípio poderia concordar com "etarismo", termo masculino singular.

Está correto o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q4196478 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Quando a idade vira barreira


O ambiente de trabalho costuma funcionar como um espelho da sociedade e, por isso, reproduz dentro de si os mesmos preconceitos que circulam fora dele. À medida que a população envelhece, ganha força no Brasil uma forma de discriminação chamada etarismo, ou idadismo, que consiste em tratar alguém de modo desigual por causa da idade. Em pouco mais de dez anos, a parcela de pessoas idosas no país subiu de 10,8% para 15,8%, segundo dados oficiais.

Especialistas explicam que o etarismo se sustenta em três pilares: o estereótipo, ligado ao modo como pensamos; o preconceito, relacionado ao modo como sentimos; e a discriminação, que se refere ao modo como agimos. Embora seja comum associá-lo apenas aos mais velhos, esse preconceito também atinge os jovens da Geração Z, muitas vezes julgados, sem provas, como pouco comprometidos. Nos dois casos, talentos valiosos acabam desperdiçados.

O caminho apontado para enfrentar o problema é a solidariedade entre as gerações. Quando uma equipe reúne integrantes de idades diferentes, a convivência aproxima visões distintas e estimula a inovação. Assim, a diversidade etária deixa de ser um obstáculo e se torna uma riqueza, desde que haja, de parte a parte, uma atitude essencial: a empatia.


MENDONÇA, Silvia. Desafiando o etarismo: como a colaboração entre gerações pode transformar o mercado de trabalho. Brasília: Tribunal Superior do Trabalho, 1º out. 2024. Disponível em: https://www.tst.jus.br/-/desafiando-o-etarismo-como-a-colaboracao-entr e-geracoes-pode-transformar-o-mercado-de-trabalho. Acesso em: 6 jun. 2026. (Texto adaptado.) 
Cada uma das alternativas a seguir retoma algum elemento efetivamente presente no texto. Assinale a única que traduz a ideia principal, e não um aspecto secundário ou uma extrapolação.
Alternativas
Q4196477 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Quando a idade vira barreira


O ambiente de trabalho costuma funcionar como um espelho da sociedade e, por isso, reproduz dentro de si os mesmos preconceitos que circulam fora dele. À medida que a população envelhece, ganha força no Brasil uma forma de discriminação chamada etarismo, ou idadismo, que consiste em tratar alguém de modo desigual por causa da idade. Em pouco mais de dez anos, a parcela de pessoas idosas no país subiu de 10,8% para 15,8%, segundo dados oficiais.

Especialistas explicam que o etarismo se sustenta em três pilares: o estereótipo, ligado ao modo como pensamos; o preconceito, relacionado ao modo como sentimos; e a discriminação, que se refere ao modo como agimos. Embora seja comum associá-lo apenas aos mais velhos, esse preconceito também atinge os jovens da Geração Z, muitas vezes julgados, sem provas, como pouco comprometidos. Nos dois casos, talentos valiosos acabam desperdiçados.

O caminho apontado para enfrentar o problema é a solidariedade entre as gerações. Quando uma equipe reúne integrantes de idades diferentes, a convivência aproxima visões distintas e estimula a inovação. Assim, a diversidade etária deixa de ser um obstáculo e se torna uma riqueza, desde que haja, de parte a parte, uma atitude essencial: a empatia.


MENDONÇA, Silvia. Desafiando o etarismo: como a colaboração entre gerações pode transformar o mercado de trabalho. Brasília: Tribunal Superior do Trabalho, 1º out. 2024. Disponível em: https://www.tst.jus.br/-/desafiando-o-etarismo-como-a-colaboracao-entr e-geracoes-pode-transformar-o-mercado-de-trabalho. Acesso em: 6 jun. 2026. (Texto adaptado.) 
Com base no texto, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:

I.Ao relacionar o crescimento da população idosa ao avanço do etarismo no Brasil, o texto sugere que essa forma de discriminação decorre principalmente do envelhecimento demográfico e se manifesta, no ambiente profissional, de modo mais relevante contra trabalhadores mais velhos.

PORQUE

II.O texto amplia a compreensão do etarismo ao apresentá-lo como uma discriminação fundada na idade, sustentada por estereótipos, preconceitos e práticas discriminatórias, podendo atingir tanto pessoas idosas quanto jovens.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4196476 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Quando a idade vira barreira


O ambiente de trabalho costuma funcionar como um espelho da sociedade e, por isso, reproduz dentro de si os mesmos preconceitos que circulam fora dele. À medida que a população envelhece, ganha força no Brasil uma forma de discriminação chamada etarismo, ou idadismo, que consiste em tratar alguém de modo desigual por causa da idade. Em pouco mais de dez anos, a parcela de pessoas idosas no país subiu de 10,8% para 15,8%, segundo dados oficiais.

Especialistas explicam que o etarismo se sustenta em três pilares: o estereótipo, ligado ao modo como pensamos; o preconceito, relacionado ao modo como sentimos; e a discriminação, que se refere ao modo como agimos. Embora seja comum associá-lo apenas aos mais velhos, esse preconceito também atinge os jovens da Geração Z, muitas vezes julgados, sem provas, como pouco comprometidos. Nos dois casos, talentos valiosos acabam desperdiçados.

O caminho apontado para enfrentar o problema é a solidariedade entre as gerações. Quando uma equipe reúne integrantes de idades diferentes, a convivência aproxima visões distintas e estimula a inovação. Assim, a diversidade etária deixa de ser um obstáculo e se torna uma riqueza, desde que haja, de parte a parte, uma atitude essencial: a empatia.


MENDONÇA, Silvia. Desafiando o etarismo: como a colaboração entre gerações pode transformar o mercado de trabalho. Brasília: Tribunal Superior do Trabalho, 1º out. 2024. Disponível em: https://www.tst.jus.br/-/desafiando-o-etarismo-como-a-colaboracao-entr e-geracoes-pode-transformar-o-mercado-de-trabalho. Acesso em: 6 jun. 2026. (Texto adaptado.) 
Quanto à classificação morfológica dos substantivos retirados do texto, observando-se também a distinção entre concreto e abstrato, os termos Brasil, Equipe, Espelho e Preconceito classificam-se, respectivamente, como: 
Alternativas
Q4196475 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Quando a idade vira barreira


O ambiente de trabalho costuma funcionar como um espelho da sociedade e, por isso, reproduz dentro de si os mesmos preconceitos que circulam fora dele. À medida que a população envelhece, ganha força no Brasil uma forma de discriminação chamada etarismo, ou idadismo, que consiste em tratar alguém de modo desigual por causa da idade. Em pouco mais de dez anos, a parcela de pessoas idosas no país subiu de 10,8% para 15,8%, segundo dados oficiais.

Especialistas explicam que o etarismo se sustenta em três pilares: o estereótipo, ligado ao modo como pensamos; o preconceito, relacionado ao modo como sentimos; e a discriminação, que se refere ao modo como agimos. Embora seja comum associá-lo apenas aos mais velhos, esse preconceito também atinge os jovens da Geração Z, muitas vezes julgados, sem provas, como pouco comprometidos. Nos dois casos, talentos valiosos acabam desperdiçados.

O caminho apontado para enfrentar o problema é a solidariedade entre as gerações. Quando uma equipe reúne integrantes de idades diferentes, a convivência aproxima visões distintas e estimula a inovação. Assim, a diversidade etária deixa de ser um obstáculo e se torna uma riqueza, desde que haja, de parte a parte, uma atitude essencial: a empatia.


MENDONÇA, Silvia. Desafiando o etarismo: como a colaboração entre gerações pode transformar o mercado de trabalho. Brasília: Tribunal Superior do Trabalho, 1º out. 2024. Disponível em: https://www.tst.jus.br/-/desafiando-o-etarismo-como-a-colaboracao-entr e-geracoes-pode-transformar-o-mercado-de-trabalho. Acesso em: 6 jun. 2026. (Texto adaptado.) 
Considerando as ideias do texto "Quando a idade vira barreira", assinale a alternativa que apresenta um pequeno texto escrito com maior clareza, coesão e progressão lógica das ideias.
Alternativas
Q4196474 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Quando a idade vira barreira


O ambiente de trabalho costuma funcionar como um espelho da sociedade e, por isso, reproduz dentro de si os mesmos preconceitos que circulam fora dele. À medida que a população envelhece, ganha força no Brasil uma forma de discriminação chamada etarismo, ou idadismo, que consiste em tratar alguém de modo desigual por causa da idade. Em pouco mais de dez anos, a parcela de pessoas idosas no país subiu de 10,8% para 15,8%, segundo dados oficiais.

Especialistas explicam que o etarismo se sustenta em três pilares: o estereótipo, ligado ao modo como pensamos; o preconceito, relacionado ao modo como sentimos; e a discriminação, que se refere ao modo como agimos. Embora seja comum associá-lo apenas aos mais velhos, esse preconceito também atinge os jovens da Geração Z, muitas vezes julgados, sem provas, como pouco comprometidos. Nos dois casos, talentos valiosos acabam desperdiçados.

O caminho apontado para enfrentar o problema é a solidariedade entre as gerações. Quando uma equipe reúne integrantes de idades diferentes, a convivência aproxima visões distintas e estimula a inovação. Assim, a diversidade etária deixa de ser um obstáculo e se torna uma riqueza, desde que haja, de parte a parte, uma atitude essencial: a empatia.


MENDONÇA, Silvia. Desafiando o etarismo: como a colaboração entre gerações pode transformar o mercado de trabalho. Brasília: Tribunal Superior do Trabalho, 1º out. 2024. Disponível em: https://www.tst.jus.br/-/desafiando-o-etarismo-como-a-colaboracao-entr e-geracoes-pode-transformar-o-mercado-de-trabalho. Acesso em: 6 jun. 2026. (Texto adaptado.) 
Leia: "Quando uma equipe reúne integrantes de idades diferentes, a convivência aproxima visões distintas e estimula a inovação." A vírgula empregada logo após "diferentes" justifica-se porque:
Alternativas
Q4196473 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Quando a idade vira barreira


O ambiente de trabalho costuma funcionar como um espelho da sociedade e, por isso, reproduz dentro de si os mesmos preconceitos que circulam fora dele. À medida que a população envelhece, ganha força no Brasil uma forma de discriminação chamada etarismo, ou idadismo, que consiste em tratar alguém de modo desigual por causa da idade. Em pouco mais de dez anos, a parcela de pessoas idosas no país subiu de 10,8% para 15,8%, segundo dados oficiais.

Especialistas explicam que o etarismo se sustenta em três pilares: o estereótipo, ligado ao modo como pensamos; o preconceito, relacionado ao modo como sentimos; e a discriminação, que se refere ao modo como agimos. Embora seja comum associá-lo apenas aos mais velhos, esse preconceito também atinge os jovens da Geração Z, muitas vezes julgados, sem provas, como pouco comprometidos. Nos dois casos, talentos valiosos acabam desperdiçados.

O caminho apontado para enfrentar o problema é a solidariedade entre as gerações. Quando uma equipe reúne integrantes de idades diferentes, a convivência aproxima visões distintas e estimula a inovação. Assim, a diversidade etária deixa de ser um obstáculo e se torna uma riqueza, desde que haja, de parte a parte, uma atitude essencial: a empatia.


MENDONÇA, Silvia. Desafiando o etarismo: como a colaboração entre gerações pode transformar o mercado de trabalho. Brasília: Tribunal Superior do Trabalho, 1º out. 2024. Disponível em: https://www.tst.jus.br/-/desafiando-o-etarismo-como-a-colaboracao-entr e-geracoes-pode-transformar-o-mercado-de-trabalho. Acesso em: 6 jun. 2026. (Texto adaptado.) 
Assinale a alternativa cuja frase, relacionada ao texto, está integralmente correta quanto ao emprego das letras. Atenção: as opções se distinguem por alterações discretas na grafia de palavras de uso formal.
Alternativas
Q4196472 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Quando a idade vira barreira


O ambiente de trabalho costuma funcionar como um espelho da sociedade e, por isso, reproduz dentro de si os mesmos preconceitos que circulam fora dele. À medida que a população envelhece, ganha força no Brasil uma forma de discriminação chamada etarismo, ou idadismo, que consiste em tratar alguém de modo desigual por causa da idade. Em pouco mais de dez anos, a parcela de pessoas idosas no país subiu de 10,8% para 15,8%, segundo dados oficiais.

Especialistas explicam que o etarismo se sustenta em três pilares: o estereótipo, ligado ao modo como pensamos; o preconceito, relacionado ao modo como sentimos; e a discriminação, que se refere ao modo como agimos. Embora seja comum associá-lo apenas aos mais velhos, esse preconceito também atinge os jovens da Geração Z, muitas vezes julgados, sem provas, como pouco comprometidos. Nos dois casos, talentos valiosos acabam desperdiçados.

O caminho apontado para enfrentar o problema é a solidariedade entre as gerações. Quando uma equipe reúne integrantes de idades diferentes, a convivência aproxima visões distintas e estimula a inovação. Assim, a diversidade etária deixa de ser um obstáculo e se torna uma riqueza, desde que haja, de parte a parte, uma atitude essencial: a empatia.


MENDONÇA, Silvia. Desafiando o etarismo: como a colaboração entre gerações pode transformar o mercado de trabalho. Brasília: Tribunal Superior do Trabalho, 1º out. 2024. Disponível em: https://www.tst.jus.br/-/desafiando-o-etarismo-como-a-colaboracao-entr e-geracoes-pode-transformar-o-mercado-de-trabalho. Acesso em: 6 jun. 2026. (Texto adaptado.) 
Relacione cada palavra acentuada, extraída do texto (Coluna I), à regra que justifica o seu acento gráfico (Coluna II). (Português do Brasil)

COLUNA I - Palavra

1.Reúne
2.Estereótipo
3.Convivência

COLUNA II - Regra/Justificativa

(__)Paroxítona terminada em ditongo crescente, que por isso recebe acento.
(__)Proparoxítona, classe em que todas as palavras são acentuadas.
(__)Vogal tônica, sozinha na sílaba, que forma hiato e recebe acento.

Assinale a alternativa com a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q4196471 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Quando a idade vira barreira


O ambiente de trabalho costuma funcionar como um espelho da sociedade e, por isso, reproduz dentro de si os mesmos preconceitos que circulam fora dele. À medida que a população envelhece, ganha força no Brasil uma forma de discriminação chamada etarismo, ou idadismo, que consiste em tratar alguém de modo desigual por causa da idade. Em pouco mais de dez anos, a parcela de pessoas idosas no país subiu de 10,8% para 15,8%, segundo dados oficiais.

Especialistas explicam que o etarismo se sustenta em três pilares: o estereótipo, ligado ao modo como pensamos; o preconceito, relacionado ao modo como sentimos; e a discriminação, que se refere ao modo como agimos. Embora seja comum associá-lo apenas aos mais velhos, esse preconceito também atinge os jovens da Geração Z, muitas vezes julgados, sem provas, como pouco comprometidos. Nos dois casos, talentos valiosos acabam desperdiçados.

O caminho apontado para enfrentar o problema é a solidariedade entre as gerações. Quando uma equipe reúne integrantes de idades diferentes, a convivência aproxima visões distintas e estimula a inovação. Assim, a diversidade etária deixa de ser um obstáculo e se torna uma riqueza, desde que haja, de parte a parte, uma atitude essencial: a empatia.


MENDONÇA, Silvia. Desafiando o etarismo: como a colaboração entre gerações pode transformar o mercado de trabalho. Brasília: Tribunal Superior do Trabalho, 1º out. 2024. Disponível em: https://www.tst.jus.br/-/desafiando-o-etarismo-como-a-colaboracao-entr e-geracoes-pode-transformar-o-mercado-de-trabalho. Acesso em: 6 jun. 2026. (Texto adaptado.) 
Julgue as afirmativas a seguir, que exigem inferência a partir do texto, atribuindo (V) para verdadeira ou (F) para falsa.

(__)Ao caracterizar o ambiente de trabalho como "espelho da sociedade", o texto permite inferir que certas práticas discriminatórias nele observadas não se limitam à lógica interna das organizações, mas reproduzem valores e preconceitos socialmente difundidos.
(__)A menção ao aumento da população idosa no Brasil, de 10,8% para 15,8%, não comprova, por si só, a intensificação do etarismo na mesma proporção, mas contextualiza a relevância crescente desse debate no país.
(__)Depreende-se do texto que a diversidade etária se converte em riqueza principalmente pela aproximação entre visões distintas, sendo a empatia apresentada como consequência esperada da convivência entre diferentes gerações.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q4196358 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que é melhor comer com inteligência do que contar calorias?


A sabedoria popular indica que a solução para manter o peso saudável é contar quantas calorias ingerimos e quantas nós gastamos.

Este cálculo faz sentido: a energia que entra em comparação com a que sai. Parece simples, não é mesmo?

Mas esta forma de pensar desconsidera uma verdade importante: nem todas as calorias da nossa alimentação são iguais.

Na verdade, existe uma complexa interação biológica ocorrendo no interior do nosso corpo, influenciada pelo tipo de alimento que ingerimos, pela rapidez com que o consumimos e pela sua interação com a agitada comunidade de micróbios que vive nos nossos intestinos. 

"Esta é uma área de pesquisa em enorme expansão", afirma a professora de nutrição Sarah Berry, do King's College de Londres.

"Estamos realmente começando a ver como a nossa reação aos alimentos varia e que eu posso comer algo que irei metabolizar de forma muito diferente da sua, em relação ao mesmo alimento."

Quando comemos 

O que comemos certamente ainda é importante. Uma alimentação rica em legumes e verduras frescas será melhor do que se for dominada por x-búrguers.

Mas esta consideração está longe de ser a única.

O horário da refeição, por exemplo, também influencia a qualidade da digestão e quais nutrientes serão absorvidos pelo nosso corpo.

Um estudo demonstrou que mulheres obesas e com excesso de peso perderam mais peso ao consumir a maior parte das suas calorias no horário do café da manhã, em comparação com aquelas que comiam mais à noite, mesmo que o total de calorias fosse o mesmo.

Outro pequeno estudo, realizado por pesquisadores do Reino Unido, concluiu que reduzir o período de tempo entre a primeira e a última refeição do dia pode fazer com que você, ao todo, coma menos calorias.

Quando adultos saudáveis, mas levemente acima do peso, postergaram sua primeira refeição do dia em uma hora e meia e comeram pela última vez 90 minutos mais cedo que o normal, sua ingestão de energia foi menor e eles sofreram redução da gordura corporal, em comparação com um grupo controle, mesmo tendo acesso à mesma quantidade de comida.

Os cientistas acreditam que isso pode ocorrer porque o nosso ritmo circadiano é conectado a como digerimos e metabolizamos os alimentos. Este é um campo emergente de pesquisa conhecido como crononutrição.

E comer mais cedo também pode ajudar. Pesquisadores da Espanha descobriram que as pessoas que almoçam mais cedo perderam peso ou mantiveram peso mais baixo com mais facilidade do que aquelas que comem após as 15 horas.

Também podemos reavaliar o horário dos nossos lanches, pois as pesquisas relacionaram os lanches após as 21 horas a altos níveis de colesterol ruim e açúcar no sangue, o que pode aumentar o risco de obesidade e doenças cardiovasculares.

Nos EUA e no Reino Unido, cerca de 25% da nossa energia diária vêm dos lanches. Por isso, repensar o que lanchamos e quando fazemos pode melhorar nossa saúde.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/czxr55plyk5o- fragmento
"Também podemos reavaliar o horário dos nossos lanches, pois as pesquisas relacionaram os lanches após as 21 horas a altos níveis de colesterol ruim e açúcar no sangue, o que pode aumentar o risco de obesidade e doenças cardiovasculares."

Com base nas regras de acentuação, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.

(__)O vocábulo 'também' recebe acento por ser uma oxítona terminada em 'em'. De igual modo, os monossílabos tônicos terminados em 'em' também são acentuados, como se verifica no vocábulo 'vêm'.
(__)O vocábulo 'níveis' recebe acento por ser paroxítono terminado em ditongo, uma vez que palavras com essa classificação e terminação são acentuadas.
(__)O vocábulo 'açúcar' recebe acento por ser paroxítono terminada em 'r'; ao ser flexionado no plural, embora permaneça acentuado, sua classificação tônica será alterada.
(__)O vocábulo 'ruim' é uma palavra oxítona, enquanto 'ureter' e 'cateter' são palavras paroxítonas, com a tonicidade recaindo na penúltima sílaba. Dessa forma, todos apresentam tonicidade própria, embora se enquadrem em categorias silábicas diferentes.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q4196280 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Da comunicação de massa à participação: as redes sociais digitais

Por que as redes sociais? Porque, a cada dia, cresce a crença de que as tecnologias de comunicação em rede podem ser uma ferramenta eficiente para promover a comunicação, pois se constituem no instrumento mais poderoso de circulação de informação da contemporaneidade. Para Lemos (2003), este momento é caracterizado pela cibercultura, que se consolidou entre as décadas de 1980 e 1990 com a informática de massa e a popularização da internet, a qual ganhou força após a criação da world wide web, em 1991.

As novas tecnologias permitiram a criação de meios de comunicação mais interativos, liberando os indivíduos das limitações de espaço e tempo e tornando a comunicação mais flexível. Com apenas um clique, qualquer pessoa pode acessar uma informação específica e manter contato com pessoas que estão distantes. Os jovens nascidos após 1995 são "nativos" da cibercultura, inseridos num modelo de comunicação cujos equipamentos operam por meio da convergência de mídias.


É importante lembrar também que esse cenário se alicerça na ideia da participação. Em decorrência do fácil acesso às informações e às tecnologias de comunicação, as pessoas passaram a ter mais liberdade para expressar suas opiniões, a participar de forma ativa das mobilizações e a trocar informações constantemente. Esse cenário impõe um desafio aos profissionais da comunicação, que precisam não só proporcionar experiências empolgantes ao público, mas também buscar a transformação da sociedade.

O termo "rede social" tornou-se sinônimo de tecnologia da informação e comunicação; seu uso transcorreu áreas e destruiu fronteiras, sendo apropriado, hoje, por muitos atores sociais. Uma das apropriações mais intensas deu-se no campo da comunicação − mas não exclusivamente − , com o emprego de expressões como rede social digital, mídia social e mídia digital, para designar o fenômeno em questão.

Houve, com efeito, uma mudança significativa na estrutura da comunicação em razão dos recursos disponibilizados pela internet. Os meios de massa baseiam-se no sistema de broadcasting, que emite um mesmo conteúdo, gerado por um único veículo, para muitos receptores, sem possibilidade de interferência do espectador. Já as ferramentas baseadas na rede inauguram outra lógica: nelas, o usuário deixa de ser mero receptor e passa a produzir e a difundir informação.


Adaptado de: VERMELHO, Sônia Cristina; VELHO, Ana Paula Machado; BONKOVOSKI, Amanda; PIROLA, Alisson. Refletindo sobre as redes sociais digitais. Educação & Sociedade, Campinas, v. 35, n. 126, p. 179-196, jan./mar. 2014. DOI: https://doi.org/10.1590/S0101-73302014000100011. Disponível em: https://www.scielo.br/j/es/a/4JR3vpJqszLSgCZGVr88rYf/. Acesso em: 6 jun. 2026.
Avalie as asserções a seguir, relativas à tipologia textual predominante no texto, e a relação proposta entre elas.

I.No texto, predominam sequências de base expositivo-argumentativa, uma vez que a apresentação conceitual das redes sociais digitais é integrada à defesa de sua relevância na reconfiguração das práticas comunicativas contemporâneas.

PORQUE

II.A organização dos parágrafos não se limita a descrever fenômenos tecnológicos: articula definição, contextualização histórica, relações de causa e consequência e contraste entre o broadcasting e a lógica participativa em rede.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4196277 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Da comunicação de massa à participação: as redes sociais digitais

Por que as redes sociais? Porque, a cada dia, cresce a crença de que as tecnologias de comunicação em rede podem ser uma ferramenta eficiente para promover a comunicação, pois se constituem no instrumento mais poderoso de circulação de informação da contemporaneidade. Para Lemos (2003), este momento é caracterizado pela cibercultura, que se consolidou entre as décadas de 1980 e 1990 com a informática de massa e a popularização da internet, a qual ganhou força após a criação da world wide web, em 1991.

As novas tecnologias permitiram a criação de meios de comunicação mais interativos, liberando os indivíduos das limitações de espaço e tempo e tornando a comunicação mais flexível. Com apenas um clique, qualquer pessoa pode acessar uma informação específica e manter contato com pessoas que estão distantes. Os jovens nascidos após 1995 são "nativos" da cibercultura, inseridos num modelo de comunicação cujos equipamentos operam por meio da convergência de mídias.


É importante lembrar também que esse cenário se alicerça na ideia da participação. Em decorrência do fácil acesso às informações e às tecnologias de comunicação, as pessoas passaram a ter mais liberdade para expressar suas opiniões, a participar de forma ativa das mobilizações e a trocar informações constantemente. Esse cenário impõe um desafio aos profissionais da comunicação, que precisam não só proporcionar experiências empolgantes ao público, mas também buscar a transformação da sociedade.

O termo "rede social" tornou-se sinônimo de tecnologia da informação e comunicação; seu uso transcorreu áreas e destruiu fronteiras, sendo apropriado, hoje, por muitos atores sociais. Uma das apropriações mais intensas deu-se no campo da comunicação − mas não exclusivamente − , com o emprego de expressões como rede social digital, mídia social e mídia digital, para designar o fenômeno em questão.

Houve, com efeito, uma mudança significativa na estrutura da comunicação em razão dos recursos disponibilizados pela internet. Os meios de massa baseiam-se no sistema de broadcasting, que emite um mesmo conteúdo, gerado por um único veículo, para muitos receptores, sem possibilidade de interferência do espectador. Já as ferramentas baseadas na rede inauguram outra lógica: nelas, o usuário deixa de ser mero receptor e passa a produzir e a difundir informação.


Adaptado de: VERMELHO, Sônia Cristina; VELHO, Ana Paula Machado; BONKOVOSKI, Amanda; PIROLA, Alisson. Refletindo sobre as redes sociais digitais. Educação & Sociedade, Campinas, v. 35, n. 126, p. 179-196, jan./mar. 2014. DOI: https://doi.org/10.1590/S0101-73302014000100011. Disponível em: https://www.scielo.br/j/es/a/4JR3vpJqszLSgCZGVr88rYf/. Acesso em: 6 jun. 2026.
Considerando as regras de colocação pronominal da norma-padrão, analise as ocorrências do texto e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4196275 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Da comunicação de massa à participação: as redes sociais digitais

Por que as redes sociais? Porque, a cada dia, cresce a crença de que as tecnologias de comunicação em rede podem ser uma ferramenta eficiente para promover a comunicação, pois se constituem no instrumento mais poderoso de circulação de informação da contemporaneidade. Para Lemos (2003), este momento é caracterizado pela cibercultura, que se consolidou entre as décadas de 1980 e 1990 com a informática de massa e a popularização da internet, a qual ganhou força após a criação da world wide web, em 1991.

As novas tecnologias permitiram a criação de meios de comunicação mais interativos, liberando os indivíduos das limitações de espaço e tempo e tornando a comunicação mais flexível. Com apenas um clique, qualquer pessoa pode acessar uma informação específica e manter contato com pessoas que estão distantes. Os jovens nascidos após 1995 são "nativos" da cibercultura, inseridos num modelo de comunicação cujos equipamentos operam por meio da convergência de mídias.


É importante lembrar também que esse cenário se alicerça na ideia da participação. Em decorrência do fácil acesso às informações e às tecnologias de comunicação, as pessoas passaram a ter mais liberdade para expressar suas opiniões, a participar de forma ativa das mobilizações e a trocar informações constantemente. Esse cenário impõe um desafio aos profissionais da comunicação, que precisam não só proporcionar experiências empolgantes ao público, mas também buscar a transformação da sociedade.

O termo "rede social" tornou-se sinônimo de tecnologia da informação e comunicação; seu uso transcorreu áreas e destruiu fronteiras, sendo apropriado, hoje, por muitos atores sociais. Uma das apropriações mais intensas deu-se no campo da comunicação − mas não exclusivamente − , com o emprego de expressões como rede social digital, mídia social e mídia digital, para designar o fenômeno em questão.

Houve, com efeito, uma mudança significativa na estrutura da comunicação em razão dos recursos disponibilizados pela internet. Os meios de massa baseiam-se no sistema de broadcasting, que emite um mesmo conteúdo, gerado por um único veículo, para muitos receptores, sem possibilidade de interferência do espectador. Já as ferramentas baseadas na rede inauguram outra lógica: nelas, o usuário deixa de ser mero receptor e passa a produzir e a difundir informação.


Adaptado de: VERMELHO, Sônia Cristina; VELHO, Ana Paula Machado; BONKOVOSKI, Amanda; PIROLA, Alisson. Refletindo sobre as redes sociais digitais. Educação & Sociedade, Campinas, v. 35, n. 126, p. 179-196, jan./mar. 2014. DOI: https://doi.org/10.1590/S0101-73302014000100011. Disponível em: https://www.scielo.br/j/es/a/4JR3vpJqszLSgCZGVr88rYf/. Acesso em: 6 jun. 2026.
A respeito do emprego dos sinais de pontuação no texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4196274 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Da comunicação de massa à participação: as redes sociais digitais

Por que as redes sociais? Porque, a cada dia, cresce a crença de que as tecnologias de comunicação em rede podem ser uma ferramenta eficiente para promover a comunicação, pois se constituem no instrumento mais poderoso de circulação de informação da contemporaneidade. Para Lemos (2003), este momento é caracterizado pela cibercultura, que se consolidou entre as décadas de 1980 e 1990 com a informática de massa e a popularização da internet, a qual ganhou força após a criação da world wide web, em 1991.

As novas tecnologias permitiram a criação de meios de comunicação mais interativos, liberando os indivíduos das limitações de espaço e tempo e tornando a comunicação mais flexível. Com apenas um clique, qualquer pessoa pode acessar uma informação específica e manter contato com pessoas que estão distantes. Os jovens nascidos após 1995 são "nativos" da cibercultura, inseridos num modelo de comunicação cujos equipamentos operam por meio da convergência de mídias.


É importante lembrar também que esse cenário se alicerça na ideia da participação. Em decorrência do fácil acesso às informações e às tecnologias de comunicação, as pessoas passaram a ter mais liberdade para expressar suas opiniões, a participar de forma ativa das mobilizações e a trocar informações constantemente. Esse cenário impõe um desafio aos profissionais da comunicação, que precisam não só proporcionar experiências empolgantes ao público, mas também buscar a transformação da sociedade.

O termo "rede social" tornou-se sinônimo de tecnologia da informação e comunicação; seu uso transcorreu áreas e destruiu fronteiras, sendo apropriado, hoje, por muitos atores sociais. Uma das apropriações mais intensas deu-se no campo da comunicação − mas não exclusivamente − , com o emprego de expressões como rede social digital, mídia social e mídia digital, para designar o fenômeno em questão.

Houve, com efeito, uma mudança significativa na estrutura da comunicação em razão dos recursos disponibilizados pela internet. Os meios de massa baseiam-se no sistema de broadcasting, que emite um mesmo conteúdo, gerado por um único veículo, para muitos receptores, sem possibilidade de interferência do espectador. Já as ferramentas baseadas na rede inauguram outra lógica: nelas, o usuário deixa de ser mero receptor e passa a produzir e a difundir informação.


Adaptado de: VERMELHO, Sônia Cristina; VELHO, Ana Paula Machado; BONKOVOSKI, Amanda; PIROLA, Alisson. Refletindo sobre as redes sociais digitais. Educação & Sociedade, Campinas, v. 35, n. 126, p. 179-196, jan./mar. 2014. DOI: https://doi.org/10.1590/S0101-73302014000100011. Disponível em: https://www.scielo.br/j/es/a/4JR3vpJqszLSgCZGVr88rYf/. Acesso em: 6 jun. 2026.
Observe o período: "Para Lemos (2003), este momento é caracterizado pela cibercultura, que se consolidou entre as décadas de 1980 e 1990 com a informática de massa." A oração introduzida pelo termo "que" classifica-se como subordinada:
Alternativas
Q4195862 Português
Texto para a questão.


       Um estudo liderado por pesquisadores europeus revela que a expectativa de vida, embora ainda em crescimento, está desacelerando em países ricos. Segundo a pesquisa, publicada em agosto na revista PNAS, a longevidade está perto de estacionar — e nenhuma geração nascida entre 1939 e 2000 deverá atingir a média dos 100 anos, como se acreditava.

       Isso não significa uma redução da expectativa de vida, mas sim de seu crescimento. Os cientistas analisaram dados sobre mortalidade em 23 países de alta renda e empregaram seis métodos estatísticos para prever tendências de longevidade em coortes de gerações anuais ainda vivas.

       Como resultado, descobriram que o ganho de expectativa de vida é menor a cada ano: desde a década de 1990, não passa de dois meses em relação ao ano anterior, o que não chega a 30% do que era registrado a cada geração no início do século 20.

       "Este estudo foi muito ambicioso por pensar em estimativas para grupos contemporâneos e com um volume de dados grande. Isso nos oferece um direcionamento de onde olhar para intervir e investir como sociedade para conseguir prolongar a vida e o bem-estar", afirma a geriatra Erika Satomi, do Einstein Hospital Israelita.

       "Entretanto, temos que olhar para esses dados com cuidado, já que a pesquisa foi feita em populações de países muito desenvolvidos e que são distantes do contexto brasileiro."

       O trabalho mostra que, em 1900, uma pessoa podia esperar viver em média 62 anos, um recorde para aquele período que veio sendo progressivamente alongado até 1938, ano em que os nascidos já tinham previsões de chegar aos 80. Entretanto, o ritmo desse ganho de tempo de vida vem caindo desde então e está crescendo lentamente. A expectativa é de que se mantenha entre 85 e 90 anos.

       Seguindo o ritmo do início do século, os nascidos em 1980 em diante teriam uma expectativa de vida média de 100 anos. Na prática, porém, os modelos matemáticos revelam que não há indícios disso — mesmo as gerações mais recentes, do século 21, não devem chegar a essa idade.

       "Esse crescimento do início do século se deu principalmente pela melhora na mortalidade infantil, com mais acesso a saúde, novos medicamentos e saneamento básico. Em vários países, especialmente nos com alta renda como observado no estudo, já se chegou ao teto de acesso a esses serviços, por isso os impactos diminuíram. No Brasil, ainda temos onde melhorar", analisa Satomi.

       Embora a expectativa média não deva atingir os 100 anos, está se tornando mais comum que casos isolados cheguem a essa marca. "A expectativa é um dado populacional de referência, mas as realidades dos indivíduos são totalmente distintas. A maioria dos meus pacientes ultrapassaram a média da geração deles. É possível chegar lá, com saúde e independência, e esses são os focos de tratar o envelhecimento. Ninguém quer viver mais se não tiver qualidade de vida", observa a geriatra. (...)


(“Estudo indica que viver 100 anos vai continuar sendo exceção”. Bruno Pereira, 03/12/2025. Disponível em: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2025/12/03/estudo-indica-que-viver-100- anos-vai-continuar-sendo-excecao.htm) 
Com relação ao gênero textual, o texto pode ser classificado como: 
Alternativas
Q4195861 Português
Texto para a questão.


       Um estudo liderado por pesquisadores europeus revela que a expectativa de vida, embora ainda em crescimento, está desacelerando em países ricos. Segundo a pesquisa, publicada em agosto na revista PNAS, a longevidade está perto de estacionar — e nenhuma geração nascida entre 1939 e 2000 deverá atingir a média dos 100 anos, como se acreditava.

       Isso não significa uma redução da expectativa de vida, mas sim de seu crescimento. Os cientistas analisaram dados sobre mortalidade em 23 países de alta renda e empregaram seis métodos estatísticos para prever tendências de longevidade em coortes de gerações anuais ainda vivas.

       Como resultado, descobriram que o ganho de expectativa de vida é menor a cada ano: desde a década de 1990, não passa de dois meses em relação ao ano anterior, o que não chega a 30% do que era registrado a cada geração no início do século 20.

       "Este estudo foi muito ambicioso por pensar em estimativas para grupos contemporâneos e com um volume de dados grande. Isso nos oferece um direcionamento de onde olhar para intervir e investir como sociedade para conseguir prolongar a vida e o bem-estar", afirma a geriatra Erika Satomi, do Einstein Hospital Israelita.

       "Entretanto, temos que olhar para esses dados com cuidado, já que a pesquisa foi feita em populações de países muito desenvolvidos e que são distantes do contexto brasileiro."

       O trabalho mostra que, em 1900, uma pessoa podia esperar viver em média 62 anos, um recorde para aquele período que veio sendo progressivamente alongado até 1938, ano em que os nascidos já tinham previsões de chegar aos 80. Entretanto, o ritmo desse ganho de tempo de vida vem caindo desde então e está crescendo lentamente. A expectativa é de que se mantenha entre 85 e 90 anos.

       Seguindo o ritmo do início do século, os nascidos em 1980 em diante teriam uma expectativa de vida média de 100 anos. Na prática, porém, os modelos matemáticos revelam que não há indícios disso — mesmo as gerações mais recentes, do século 21, não devem chegar a essa idade.

       "Esse crescimento do início do século se deu principalmente pela melhora na mortalidade infantil, com mais acesso a saúde, novos medicamentos e saneamento básico. Em vários países, especialmente nos com alta renda como observado no estudo, já se chegou ao teto de acesso a esses serviços, por isso os impactos diminuíram. No Brasil, ainda temos onde melhorar", analisa Satomi.

       Embora a expectativa média não deva atingir os 100 anos, está se tornando mais comum que casos isolados cheguem a essa marca. "A expectativa é um dado populacional de referência, mas as realidades dos indivíduos são totalmente distintas. A maioria dos meus pacientes ultrapassaram a média da geração deles. É possível chegar lá, com saúde e independência, e esses são os focos de tratar o envelhecimento. Ninguém quer viver mais se não tiver qualidade de vida", observa a geriatra. (...)


(“Estudo indica que viver 100 anos vai continuar sendo exceção”. Bruno Pereira, 03/12/2025. Disponível em: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2025/12/03/estudo-indica-que-viver-100- anos-vai-continuar-sendo-excecao.htm) 
No trecho "Entretanto, temos que olhar para esses dados com cuidado, já que a pesquisa foi feita em populações de países muito desenvolvidos e que são distantes do contexto brasileiro", a expressão “já que” pode ser substituída por: 
Alternativas
Q4195860 Português
Texto para a questão.


       Um estudo liderado por pesquisadores europeus revela que a expectativa de vida, embora ainda em crescimento, está desacelerando em países ricos. Segundo a pesquisa, publicada em agosto na revista PNAS, a longevidade está perto de estacionar — e nenhuma geração nascida entre 1939 e 2000 deverá atingir a média dos 100 anos, como se acreditava.

       Isso não significa uma redução da expectativa de vida, mas sim de seu crescimento. Os cientistas analisaram dados sobre mortalidade em 23 países de alta renda e empregaram seis métodos estatísticos para prever tendências de longevidade em coortes de gerações anuais ainda vivas.

       Como resultado, descobriram que o ganho de expectativa de vida é menor a cada ano: desde a década de 1990, não passa de dois meses em relação ao ano anterior, o que não chega a 30% do que era registrado a cada geração no início do século 20.

       "Este estudo foi muito ambicioso por pensar em estimativas para grupos contemporâneos e com um volume de dados grande. Isso nos oferece um direcionamento de onde olhar para intervir e investir como sociedade para conseguir prolongar a vida e o bem-estar", afirma a geriatra Erika Satomi, do Einstein Hospital Israelita.

       "Entretanto, temos que olhar para esses dados com cuidado, já que a pesquisa foi feita em populações de países muito desenvolvidos e que são distantes do contexto brasileiro."

       O trabalho mostra que, em 1900, uma pessoa podia esperar viver em média 62 anos, um recorde para aquele período que veio sendo progressivamente alongado até 1938, ano em que os nascidos já tinham previsões de chegar aos 80. Entretanto, o ritmo desse ganho de tempo de vida vem caindo desde então e está crescendo lentamente. A expectativa é de que se mantenha entre 85 e 90 anos.

       Seguindo o ritmo do início do século, os nascidos em 1980 em diante teriam uma expectativa de vida média de 100 anos. Na prática, porém, os modelos matemáticos revelam que não há indícios disso — mesmo as gerações mais recentes, do século 21, não devem chegar a essa idade.

       "Esse crescimento do início do século se deu principalmente pela melhora na mortalidade infantil, com mais acesso a saúde, novos medicamentos e saneamento básico. Em vários países, especialmente nos com alta renda como observado no estudo, já se chegou ao teto de acesso a esses serviços, por isso os impactos diminuíram. No Brasil, ainda temos onde melhorar", analisa Satomi.

       Embora a expectativa média não deva atingir os 100 anos, está se tornando mais comum que casos isolados cheguem a essa marca. "A expectativa é um dado populacional de referência, mas as realidades dos indivíduos são totalmente distintas. A maioria dos meus pacientes ultrapassaram a média da geração deles. É possível chegar lá, com saúde e independência, e esses são os focos de tratar o envelhecimento. Ninguém quer viver mais se não tiver qualidade de vida", observa a geriatra. (...)


(“Estudo indica que viver 100 anos vai continuar sendo exceção”. Bruno Pereira, 03/12/2025. Disponível em: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2025/12/03/estudo-indica-que-viver-100- anos-vai-continuar-sendo-excecao.htm) 
Observe o seguinte trecho: “A maioria dos meus pacientes ultrapassaram a média da geração deles”. A palavra “ultrapassaram” poderia ser substituída – sem prejuízo do significado para o texto – por: 
Alternativas
Q4195859 Português
Texto para a questão.


       Um estudo liderado por pesquisadores europeus revela que a expectativa de vida, embora ainda em crescimento, está desacelerando em países ricos. Segundo a pesquisa, publicada em agosto na revista PNAS, a longevidade está perto de estacionar — e nenhuma geração nascida entre 1939 e 2000 deverá atingir a média dos 100 anos, como se acreditava.

       Isso não significa uma redução da expectativa de vida, mas sim de seu crescimento. Os cientistas analisaram dados sobre mortalidade em 23 países de alta renda e empregaram seis métodos estatísticos para prever tendências de longevidade em coortes de gerações anuais ainda vivas.

       Como resultado, descobriram que o ganho de expectativa de vida é menor a cada ano: desde a década de 1990, não passa de dois meses em relação ao ano anterior, o que não chega a 30% do que era registrado a cada geração no início do século 20.

       "Este estudo foi muito ambicioso por pensar em estimativas para grupos contemporâneos e com um volume de dados grande. Isso nos oferece um direcionamento de onde olhar para intervir e investir como sociedade para conseguir prolongar a vida e o bem-estar", afirma a geriatra Erika Satomi, do Einstein Hospital Israelita.

       "Entretanto, temos que olhar para esses dados com cuidado, já que a pesquisa foi feita em populações de países muito desenvolvidos e que são distantes do contexto brasileiro."

       O trabalho mostra que, em 1900, uma pessoa podia esperar viver em média 62 anos, um recorde para aquele período que veio sendo progressivamente alongado até 1938, ano em que os nascidos já tinham previsões de chegar aos 80. Entretanto, o ritmo desse ganho de tempo de vida vem caindo desde então e está crescendo lentamente. A expectativa é de que se mantenha entre 85 e 90 anos.

       Seguindo o ritmo do início do século, os nascidos em 1980 em diante teriam uma expectativa de vida média de 100 anos. Na prática, porém, os modelos matemáticos revelam que não há indícios disso — mesmo as gerações mais recentes, do século 21, não devem chegar a essa idade.

       "Esse crescimento do início do século se deu principalmente pela melhora na mortalidade infantil, com mais acesso a saúde, novos medicamentos e saneamento básico. Em vários países, especialmente nos com alta renda como observado no estudo, já se chegou ao teto de acesso a esses serviços, por isso os impactos diminuíram. No Brasil, ainda temos onde melhorar", analisa Satomi.

       Embora a expectativa média não deva atingir os 100 anos, está se tornando mais comum que casos isolados cheguem a essa marca. "A expectativa é um dado populacional de referência, mas as realidades dos indivíduos são totalmente distintas. A maioria dos meus pacientes ultrapassaram a média da geração deles. É possível chegar lá, com saúde e independência, e esses são os focos de tratar o envelhecimento. Ninguém quer viver mais se não tiver qualidade de vida", observa a geriatra. (...)


(“Estudo indica que viver 100 anos vai continuar sendo exceção”. Bruno Pereira, 03/12/2025. Disponível em: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2025/12/03/estudo-indica-que-viver-100- anos-vai-continuar-sendo-excecao.htm) 
No trecho “Como resultado, descobriram que o ganho de expectativa de vida é menor a cada ano”, a palavra em destaque (“que”) pode ser morfologicamente classificada como: 
Alternativas
Q4195858 Português
Texto para a questão.


       Um estudo liderado por pesquisadores europeus revela que a expectativa de vida, embora ainda em crescimento, está desacelerando em países ricos. Segundo a pesquisa, publicada em agosto na revista PNAS, a longevidade está perto de estacionar — e nenhuma geração nascida entre 1939 e 2000 deverá atingir a média dos 100 anos, como se acreditava.

       Isso não significa uma redução da expectativa de vida, mas sim de seu crescimento. Os cientistas analisaram dados sobre mortalidade em 23 países de alta renda e empregaram seis métodos estatísticos para prever tendências de longevidade em coortes de gerações anuais ainda vivas.

       Como resultado, descobriram que o ganho de expectativa de vida é menor a cada ano: desde a década de 1990, não passa de dois meses em relação ao ano anterior, o que não chega a 30% do que era registrado a cada geração no início do século 20.

       "Este estudo foi muito ambicioso por pensar em estimativas para grupos contemporâneos e com um volume de dados grande. Isso nos oferece um direcionamento de onde olhar para intervir e investir como sociedade para conseguir prolongar a vida e o bem-estar", afirma a geriatra Erika Satomi, do Einstein Hospital Israelita.

       "Entretanto, temos que olhar para esses dados com cuidado, já que a pesquisa foi feita em populações de países muito desenvolvidos e que são distantes do contexto brasileiro."

       O trabalho mostra que, em 1900, uma pessoa podia esperar viver em média 62 anos, um recorde para aquele período que veio sendo progressivamente alongado até 1938, ano em que os nascidos já tinham previsões de chegar aos 80. Entretanto, o ritmo desse ganho de tempo de vida vem caindo desde então e está crescendo lentamente. A expectativa é de que se mantenha entre 85 e 90 anos.

       Seguindo o ritmo do início do século, os nascidos em 1980 em diante teriam uma expectativa de vida média de 100 anos. Na prática, porém, os modelos matemáticos revelam que não há indícios disso — mesmo as gerações mais recentes, do século 21, não devem chegar a essa idade.

       "Esse crescimento do início do século se deu principalmente pela melhora na mortalidade infantil, com mais acesso a saúde, novos medicamentos e saneamento básico. Em vários países, especialmente nos com alta renda como observado no estudo, já se chegou ao teto de acesso a esses serviços, por isso os impactos diminuíram. No Brasil, ainda temos onde melhorar", analisa Satomi.

       Embora a expectativa média não deva atingir os 100 anos, está se tornando mais comum que casos isolados cheguem a essa marca. "A expectativa é um dado populacional de referência, mas as realidades dos indivíduos são totalmente distintas. A maioria dos meus pacientes ultrapassaram a média da geração deles. É possível chegar lá, com saúde e independência, e esses são os focos de tratar o envelhecimento. Ninguém quer viver mais se não tiver qualidade de vida", observa a geriatra. (...)


(“Estudo indica que viver 100 anos vai continuar sendo exceção”. Bruno Pereira, 03/12/2025. Disponível em: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2025/12/03/estudo-indica-que-viver-100- anos-vai-continuar-sendo-excecao.htm) 
Assinale a alternativa que contém um trecho – retirado do texto – iniciado por uma conjunção concessiva: 
Alternativas
Respostas
1181: D
1182: A
1183: A
1184: A
1185: B
1186: D
1187: C
1188: D
1189: D
1190: C
1191: A
1192: C
1193: B
1194: B
1195: B
1196: A
1197: B
1198: D
1199: C
1200: A