Questões de Concurso Comentadas sobre português
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Leia o texto a seguir.
O Brasil vive tragédias cotidianas no trânsito. Mais de 40 mil pessoas morrem por ano e cerca de 1 milhão ficam feridas, sendo 200 mil com sequelas irreversíveis. Três fatores explicam esse excesso de violência no trânsito: infraestrutura precária e mal sinalizada, veículos inseguros — especialmente motocicletas utilizadas por populações de baixa renda — e, sobretudo, o comportamento dos condutores que negligenciam riscos e desobedecem às regras básicas de segurança. Dirigir é uma habilidade que consiste em pelo menos 1.500 sub-habilidades e impõe tarefas complexas que exigem o reconhecimento de objetos, o entendimento de como se movem e se relacionam, além da estimativa de velocidades e previsão do cenário futuro.
LIMA, David Duarte. A obrigatoriedade de aulas em autoescola
para obter a CNH deve acabar? Folha de S. Paulo. Debates.
1º ago. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/
opiniao/2025/08/a-obrigatoriedade-de-aulas-em-autoescola-para-
obter-a-cnh-deve-acabar-nao.shtml. Acesso em: 4 ago. 2025.
I. A pesquisa traz informações que permitem conhecer e dimensionar os fatores de risco e proteção à saúde de adolescentes e é um retrato de como estão os jovens, crianças e adolescentes em relação a diferentes questões relacionadas à saúde.
II. A pesquisa serve como base para a melhoria de políticas públicas voltadas para a faixa etária pesquisada.
- Traga um pedaço de madeira para _____ fazer uma escultura.
- Para _______ , trabalhar no tempo frio é bem mais agradável.
- Não há nada errado entre ________ e vocês.
Assinale a alternativa em que a forma reescrita do pensamento acima se encontra com a pontuaçao totalmente correta.
Certa vez, meus pais chegaram de viagem estupefatos. Era uma agradável noite de sexta-feira, em pleno verão, e eles vinham da capital — um trajeto de duas horas e meia, no máximo, que faziam cerca de uma vez por mês. No carro ainda estavam minha irmã, meu tio e uma vizinha; assim, todos foram testemunhas. Era normal chegarem cansados, porém comentando animadamente algo de “extraordinário” que ocorrera em sua rápida visita à cidade grande. Qualquer coisa podia ser motivo de espanto para pacatos moradores de uma cidadezinha do interior. Porém, daquela vez, era algo realmente grande: minha família relatava, com toda a seriedade, ter presenciado a aparição de um óvni.
Eu quis saber todos os detalhes, é claro, e foi incrível ouvir as diferentes versões de todos os passageiros. Em resumo, o que ouvi foi que, já no terço final da viagem, pouco depois de anoitecer, minha irmã, no banco de trás do carro, notou pela janela uma luz no céu e brincou, dizendo estar vendo um disco voador. (...)
Excitados com o testemunho e percebendo meu desapontamento por não ter presenciado o acontecimento, meus pais decidiram, na noite seguinte, levar-me até o local do avistamento. Rumamos sem tirar os olhos do céu, que estava apinhado de estrelas, e paramos em um campo próximo à rodovia, debaixo de araucárias, aguardando um novo espetáculo.
Ficamos lá por mais de uma hora, meio temerosos do que poderia ocorrer, conversando sobre aquele que era um dos maiores mistérios do universo. (...)
Se veremos, algum dia, algo realmente espantoso? Tenho certeza de que sim. Até lá, sempre teremos esses encontros incríveis, olhando o céu noturno, conversando sobre o cosmo e o sentido da vida, sentindo-nos pequeninos diante de algo tão imenso e maravilhoso, renovando eternamente nossa infinita capacidade de assombro.
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de: