Questões de Concurso Comentadas sobre português

Foram encontradas 182.682 questões

Q3402630 Português
Como as bicicletas transformaram o mundo

        Se a história não se repete, ela certamente rima. O coronavírus provocou um boom no transporte sobre duas rodas em muitas partes do mundo.
        Mas essa não é a primeira vez que as bicicletas são as máquinas protagonistas do mercado: o advento da bicicleta no final do século 19 transformou as sociedades em todo o mundo.
        Foi uma tecnologia extremamente revolucionária, facilmente equivalente ao smartphone de hoje. Por alguns anos inebriantes na década de 1890, a bicicleta era o que havia de mais moderno — um transporte rápido, acessível e elegante, que podia levá-lo a qualquer lugar que você quisesse ir, a qualquer hora que quisesse, de graça.
        Quase todo mundo podia aprender a andar de bicicleta, e quase todo mundo aprendia. O sultão de Zanzibar começou a andar de bicicleta. O mesmo aconteceu com o czar da Rússia. O emir de Cabul comprou bicicletas para todo o seu harém. Mas foram as classes média e trabalhadora de todo o mundo que realmente se apropriaram da bicicleta.
        Pela primeira vez na história, as massas tinham mobilidade, podendo ir e vir quando quisessem. Não havia mais necessidade de cavalos e carruagens caras. O “cavalo do povo”, como era conhecida a bicicleta, não era apenas leve, econômica e de fácil manutenção, mas também era rápida nas estradas.
        Com isso, a sociedade foi transformada. As mulheres ficaram especialmente entusiasmadas, descartando suas incômodas saias vitorianas, adotando roupas mais leves e pegando a estrada em massa. Com uma bicicleta, tudo parecia possível, e pessoas comuns partiam em jornadas extraordinárias.

(Fonte: National Geographic — Adaptado.)
Com base no texto, qual inferência pode ser feita sobre o papel das bicicletas na sociedade do final do século 19? 
Alternativas
Q3402599 Português
Os efeitos da guerra no desenvolvimento infantil

        A guerra, inegavelmente, instaura repercussões profundamente devastadoras, sobretudo em crianças. Esta situação é caracterizada por uma extrema violência que acarreta danos de ordem física, emocional, psicológica, sexual, além de privações e o abandono, configurando um ambiente de profunda angústia para todos os que nela se veem envolvidos.
        A exposição à guerra, por sua vez, traz consigo severas consequências de natureza emocional, notadamente marcadas pela manifestação de quadros de ansiedade, medo e depressão, os quais, com frequência, resultam em comportamentos de índole agressiva, no isolamento social e, ainda mais alarmante, na regressão do desenvolvimento de habilidades previamente adquiridas pelas crianças.
        Cabe ressaltar, de forma enfática, que é absolutamente impraticável preparar uma criança para as vicissitudes da guerra, uma vez que o crescimento saudável demanda desafios, ao invés de ameaças. No caso de crianças em tenra idade, torna-se imperativo evitar a exposição a conteúdos violentos disponíveis nos meios de comunicação, com especial atenção para as notícias de guerra que frequentemente retratam cenas de agressões e morte.
        Não obstante, para crianças mais maduras, situadas na faixa etária entre quatro e seis anos, é recomendável adotar uma abordagem prudente diante da inevitabilidade da exposição a conteúdos violentos. Nesse contexto, a discussão acerca das notícias de guerra deve ser conduzida de maneira sensível, propiciando uma oportunidade para explorar os pensamentos, sentimentos e conhecimentos da criança a respeito do conflito armado, permitindo, igualmente, uma reflexão sobre valores humanos fundamentais, tais como solidariedade e empatia.
        Abordar o tema da guerra e suas nefastas consequências apresenta, portanto, uma oportunidade ímpar para o ensino de valores como a empatia, a partilha, a colaboração e a participação em atividades de cunho comunitário, mesmo em meio à brutalidade do contexto bélico.

(Fonte: Recreio — adaptado.)
A alternativa em que há ERRO quanto ao emprego do porquê é: 
Alternativas
Q3402598 Português
Os efeitos da guerra no desenvolvimento infantil

        A guerra, inegavelmente, instaura repercussões profundamente devastadoras, sobretudo em crianças. Esta situação é caracterizada por uma extrema violência que acarreta danos de ordem física, emocional, psicológica, sexual, além de privações e o abandono, configurando um ambiente de profunda angústia para todos os que nela se veem envolvidos.
        A exposição à guerra, por sua vez, traz consigo severas consequências de natureza emocional, notadamente marcadas pela manifestação de quadros de ansiedade, medo e depressão, os quais, com frequência, resultam em comportamentos de índole agressiva, no isolamento social e, ainda mais alarmante, na regressão do desenvolvimento de habilidades previamente adquiridas pelas crianças.
        Cabe ressaltar, de forma enfática, que é absolutamente impraticável preparar uma criança para as vicissitudes da guerra, uma vez que o crescimento saudável demanda desafios, ao invés de ameaças. No caso de crianças em tenra idade, torna-se imperativo evitar a exposição a conteúdos violentos disponíveis nos meios de comunicação, com especial atenção para as notícias de guerra que frequentemente retratam cenas de agressões e morte.
        Não obstante, para crianças mais maduras, situadas na faixa etária entre quatro e seis anos, é recomendável adotar uma abordagem prudente diante da inevitabilidade da exposição a conteúdos violentos. Nesse contexto, a discussão acerca das notícias de guerra deve ser conduzida de maneira sensível, propiciando uma oportunidade para explorar os pensamentos, sentimentos e conhecimentos da criança a respeito do conflito armado, permitindo, igualmente, uma reflexão sobre valores humanos fundamentais, tais como solidariedade e empatia.
        Abordar o tema da guerra e suas nefastas consequências apresenta, portanto, uma oportunidade ímpar para o ensino de valores como a empatia, a partilha, a colaboração e a participação em atividades de cunho comunitário, mesmo em meio à brutalidade do contexto bélico.

(Fonte: Recreio — adaptado.)
Assinalar a alternativa em que todas as palavras estão acentuadas CORRETAMENTE: 
Alternativas
Q3402597 Português
Os efeitos da guerra no desenvolvimento infantil

        A guerra, inegavelmente, instaura repercussões profundamente devastadoras, sobretudo em crianças. Esta situação é caracterizada por uma extrema violência que acarreta danos de ordem física, emocional, psicológica, sexual, além de privações e o abandono, configurando um ambiente de profunda angústia para todos os que nela se veem envolvidos.
        A exposição à guerra, por sua vez, traz consigo severas consequências de natureza emocional, notadamente marcadas pela manifestação de quadros de ansiedade, medo e depressão, os quais, com frequência, resultam em comportamentos de índole agressiva, no isolamento social e, ainda mais alarmante, na regressão do desenvolvimento de habilidades previamente adquiridas pelas crianças.
        Cabe ressaltar, de forma enfática, que é absolutamente impraticável preparar uma criança para as vicissitudes da guerra, uma vez que o crescimento saudável demanda desafios, ao invés de ameaças. No caso de crianças em tenra idade, torna-se imperativo evitar a exposição a conteúdos violentos disponíveis nos meios de comunicação, com especial atenção para as notícias de guerra que frequentemente retratam cenas de agressões e morte.
        Não obstante, para crianças mais maduras, situadas na faixa etária entre quatro e seis anos, é recomendável adotar uma abordagem prudente diante da inevitabilidade da exposição a conteúdos violentos. Nesse contexto, a discussão acerca das notícias de guerra deve ser conduzida de maneira sensível, propiciando uma oportunidade para explorar os pensamentos, sentimentos e conhecimentos da criança a respeito do conflito armado, permitindo, igualmente, uma reflexão sobre valores humanos fundamentais, tais como solidariedade e empatia.
        Abordar o tema da guerra e suas nefastas consequências apresenta, portanto, uma oportunidade ímpar para o ensino de valores como a empatia, a partilha, a colaboração e a participação em atividades de cunho comunitário, mesmo em meio à brutalidade do contexto bélico.

(Fonte: Recreio — adaptado.)
Assinalar a alternativa em que a crase está empregada CORRETAMENTE: 
Alternativas
Q3402596 Português
Os efeitos da guerra no desenvolvimento infantil

        A guerra, inegavelmente, instaura repercussões profundamente devastadoras, sobretudo em crianças. Esta situação é caracterizada por uma extrema violência que acarreta danos de ordem física, emocional, psicológica, sexual, além de privações e o abandono, configurando um ambiente de profunda angústia para todos os que nela se veem envolvidos.
        A exposição à guerra, por sua vez, traz consigo severas consequências de natureza emocional, notadamente marcadas pela manifestação de quadros de ansiedade, medo e depressão, os quais, com frequência, resultam em comportamentos de índole agressiva, no isolamento social e, ainda mais alarmante, na regressão do desenvolvimento de habilidades previamente adquiridas pelas crianças.
        Cabe ressaltar, de forma enfática, que é absolutamente impraticável preparar uma criança para as vicissitudes da guerra, uma vez que o crescimento saudável demanda desafios, ao invés de ameaças. No caso de crianças em tenra idade, torna-se imperativo evitar a exposição a conteúdos violentos disponíveis nos meios de comunicação, com especial atenção para as notícias de guerra que frequentemente retratam cenas de agressões e morte.
        Não obstante, para crianças mais maduras, situadas na faixa etária entre quatro e seis anos, é recomendável adotar uma abordagem prudente diante da inevitabilidade da exposição a conteúdos violentos. Nesse contexto, a discussão acerca das notícias de guerra deve ser conduzida de maneira sensível, propiciando uma oportunidade para explorar os pensamentos, sentimentos e conhecimentos da criança a respeito do conflito armado, permitindo, igualmente, uma reflexão sobre valores humanos fundamentais, tais como solidariedade e empatia.
        Abordar o tema da guerra e suas nefastas consequências apresenta, portanto, uma oportunidade ímpar para o ensino de valores como a empatia, a partilha, a colaboração e a participação em atividades de cunho comunitário, mesmo em meio à brutalidade do contexto bélico.

(Fonte: Recreio — adaptado.)
Transpondo a oração: “Pedro amava a cidade grande.” para a voz passiva analítica, obteremos a forma verbal: 
Alternativas
Q3402594 Português
Os efeitos da guerra no desenvolvimento infantil

        A guerra, inegavelmente, instaura repercussões profundamente devastadoras, sobretudo em crianças. Esta situação é caracterizada por uma extrema violência que acarreta danos de ordem física, emocional, psicológica, sexual, além de privações e o abandono, configurando um ambiente de profunda angústia para todos os que nela se veem envolvidos.
        A exposição à guerra, por sua vez, traz consigo severas consequências de natureza emocional, notadamente marcadas pela manifestação de quadros de ansiedade, medo e depressão, os quais, com frequência, resultam em comportamentos de índole agressiva, no isolamento social e, ainda mais alarmante, na regressão do desenvolvimento de habilidades previamente adquiridas pelas crianças.
        Cabe ressaltar, de forma enfática, que é absolutamente impraticável preparar uma criança para as vicissitudes da guerra, uma vez que o crescimento saudável demanda desafios, ao invés de ameaças. No caso de crianças em tenra idade, torna-se imperativo evitar a exposição a conteúdos violentos disponíveis nos meios de comunicação, com especial atenção para as notícias de guerra que frequentemente retratam cenas de agressões e morte.
        Não obstante, para crianças mais maduras, situadas na faixa etária entre quatro e seis anos, é recomendável adotar uma abordagem prudente diante da inevitabilidade da exposição a conteúdos violentos. Nesse contexto, a discussão acerca das notícias de guerra deve ser conduzida de maneira sensível, propiciando uma oportunidade para explorar os pensamentos, sentimentos e conhecimentos da criança a respeito do conflito armado, permitindo, igualmente, uma reflexão sobre valores humanos fundamentais, tais como solidariedade e empatia.
        Abordar o tema da guerra e suas nefastas consequências apresenta, portanto, uma oportunidade ímpar para o ensino de valores como a empatia, a partilha, a colaboração e a participação em atividades de cunho comunitário, mesmo em meio à brutalidade do contexto bélico.

(Fonte: Recreio — adaptado.)
No fim do mês, realizou-se, numa escola, um encontro com pais e professores para discutir a situação escolar dos filhos. Analisando-se as falas de alguns pais, assinalar aquela que é estruturada a partir de um eufemismo, isto é, foi falada com a intenção de amenizar a situação real: 
Alternativas
Q3402593 Português
Os efeitos da guerra no desenvolvimento infantil

        A guerra, inegavelmente, instaura repercussões profundamente devastadoras, sobretudo em crianças. Esta situação é caracterizada por uma extrema violência que acarreta danos de ordem física, emocional, psicológica, sexual, além de privações e o abandono, configurando um ambiente de profunda angústia para todos os que nela se veem envolvidos.
        A exposição à guerra, por sua vez, traz consigo severas consequências de natureza emocional, notadamente marcadas pela manifestação de quadros de ansiedade, medo e depressão, os quais, com frequência, resultam em comportamentos de índole agressiva, no isolamento social e, ainda mais alarmante, na regressão do desenvolvimento de habilidades previamente adquiridas pelas crianças.
        Cabe ressaltar, de forma enfática, que é absolutamente impraticável preparar uma criança para as vicissitudes da guerra, uma vez que o crescimento saudável demanda desafios, ao invés de ameaças. No caso de crianças em tenra idade, torna-se imperativo evitar a exposição a conteúdos violentos disponíveis nos meios de comunicação, com especial atenção para as notícias de guerra que frequentemente retratam cenas de agressões e morte.
        Não obstante, para crianças mais maduras, situadas na faixa etária entre quatro e seis anos, é recomendável adotar uma abordagem prudente diante da inevitabilidade da exposição a conteúdos violentos. Nesse contexto, a discussão acerca das notícias de guerra deve ser conduzida de maneira sensível, propiciando uma oportunidade para explorar os pensamentos, sentimentos e conhecimentos da criança a respeito do conflito armado, permitindo, igualmente, uma reflexão sobre valores humanos fundamentais, tais como solidariedade e empatia.
        Abordar o tema da guerra e suas nefastas consequências apresenta, portanto, uma oportunidade ímpar para o ensino de valores como a empatia, a partilha, a colaboração e a participação em atividades de cunho comunitário, mesmo em meio à brutalidade do contexto bélico.

(Fonte: Recreio — adaptado.)
Uma outra maneira de reescrevermos o trecho: “A guerra, inegavelmente, instaura repercussões profundamente devastadoras, sobretudo em crianças. [...]” (1º parágrafo), mantendo a lógica textual e semântica é: 
Alternativas
Q3402569 Português
Há erro na redação da seguinte frase: 
Alternativas
Q3402568 Português
Assinale a alternativa cuja frase apresenta concordância correta.
Alternativas
Q3402564 Português

Leia o texto para responder à questão.


Brasil fecha 2023 com taxa média de 7,8% de desemprego, aponta IBGE.

Taxa de desocupação caiu 1,8% entre 2022 e 2023 e chegou ao menor patamar desde 2014; desemprego no país é mais alto para população preta e parda.


André Lucena - 16.02.2024


A taxa média de desocupação no Brasil fechou o ano de 2023 em 7,8%, a menor desde 2014. O índice representa uma queda de 1,8% em relação a 2022, segundo dados da Pnad Contínua referente ao quarto trimestre do ano passado, divulgada nesta sexta-feira 16 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em números, o índice indica que a população desocupada no país totalizou 8,5 milhões de pessoas no ano passado. Em comparação a 2022, houve queda de 1,8 milhão de pessoas. A queda na desocupação foi geral e uniforme, pelo menos do ponto de vista regional. Segundo o IBGE, 26 das 27 unidades da federação registraram queda na taxa anual de desocupação, com destaque para o Acre (-4,9%), o Maranhão (-3,5%), o Rio de Janeiro e Amazonas (ambos com queda de 3,2%). Roraima, por sua vez, foi o único estado onde a taxa de desocupação experimentou aumento (+1,7%).

Entretanto, obter uma ocupação no Brasil ainda é um fenômeno influenciado pela cor. Segundo o IBGE, a taxa de desemprego no país é mais baixa para a população branca (5,9%) do que para pretos (8,9%) e pardos (8,5%), em comparação com a média nacional.

No último trimestre do ano passado, a taxa de desocupação ficou em 7,4%, o que representa uma queda de 0,3% em relação ao trimestre anterior (julho-setembro de 2023).

Como resultado da queda na taxa de desocupação, a população ocupada atingiu o maior patamar da série histórica, que teve início em 2012: 100,7 milhões de pessoas em 2023, de acordo com o IBGE.

Houve, também, um aumento no número de empregados com carteira assinada no setor privado. Em comparação a 2022, a subida foi de 5,8%, totalizando 37,7 milhões de pessoas em 2023.

A taxa de empregados sem carteira assinada no setor privado também cresceu, chegando a 13,4 milhões de pessoas. O aumento entre 2022 e 2023 foi de 5,9%.

Por seu turno, a taxa anual de informalidade se manteve praticamente estável, com leve queda: dos 39,4% de 2022, o índice recuou para 39,2% em 2023. O número de trabalhadores por conta própria, nesse quadro, também subiu (0,9%, na comparação entre os dois anos), chegando a 25,6 milhões de pessoas.


https://www.cartacapital.com.br

“A taxa média de desocupação no Brasil fechou o ano de 2023 em 7,8%, a menor desde 2014. O índice representa uma queda de 1,8% em relação a 2022 [...].” 1º§


Os dois verbos sublinhados nesse período não estão conjugados igualmente apenas em: 

Alternativas
Q3402563 Português

Leia o texto para responder à questão.


Brasil fecha 2023 com taxa média de 7,8% de desemprego, aponta IBGE.

Taxa de desocupação caiu 1,8% entre 2022 e 2023 e chegou ao menor patamar desde 2014; desemprego no país é mais alto para população preta e parda.


André Lucena - 16.02.2024


A taxa média de desocupação no Brasil fechou o ano de 2023 em 7,8%, a menor desde 2014. O índice representa uma queda de 1,8% em relação a 2022, segundo dados da Pnad Contínua referente ao quarto trimestre do ano passado, divulgada nesta sexta-feira 16 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em números, o índice indica que a população desocupada no país totalizou 8,5 milhões de pessoas no ano passado. Em comparação a 2022, houve queda de 1,8 milhão de pessoas. A queda na desocupação foi geral e uniforme, pelo menos do ponto de vista regional. Segundo o IBGE, 26 das 27 unidades da federação registraram queda na taxa anual de desocupação, com destaque para o Acre (-4,9%), o Maranhão (-3,5%), o Rio de Janeiro e Amazonas (ambos com queda de 3,2%). Roraima, por sua vez, foi o único estado onde a taxa de desocupação experimentou aumento (+1,7%).

Entretanto, obter uma ocupação no Brasil ainda é um fenômeno influenciado pela cor. Segundo o IBGE, a taxa de desemprego no país é mais baixa para a população branca (5,9%) do que para pretos (8,9%) e pardos (8,5%), em comparação com a média nacional.

No último trimestre do ano passado, a taxa de desocupação ficou em 7,4%, o que representa uma queda de 0,3% em relação ao trimestre anterior (julho-setembro de 2023).

Como resultado da queda na taxa de desocupação, a população ocupada atingiu o maior patamar da série histórica, que teve início em 2012: 100,7 milhões de pessoas em 2023, de acordo com o IBGE.

Houve, também, um aumento no número de empregados com carteira assinada no setor privado. Em comparação a 2022, a subida foi de 5,8%, totalizando 37,7 milhões de pessoas em 2023.

A taxa de empregados sem carteira assinada no setor privado também cresceu, chegando a 13,4 milhões de pessoas. O aumento entre 2022 e 2023 foi de 5,9%.

Por seu turno, a taxa anual de informalidade se manteve praticamente estável, com leve queda: dos 39,4% de 2022, o índice recuou para 39,2% em 2023. O número de trabalhadores por conta própria, nesse quadro, também subiu (0,9%, na comparação entre os dois anos), chegando a 25,6 milhões de pessoas.


https://www.cartacapital.com.br

“No último trimestre do ano passado, a taxa de desocupação ficou em 7,4% [...].” 5º§


A vírgula nessa frase separa

Alternativas
Q3402562 Português

Leia o texto para responder à questão.


Brasil fecha 2023 com taxa média de 7,8% de desemprego, aponta IBGE.

Taxa de desocupação caiu 1,8% entre 2022 e 2023 e chegou ao menor patamar desde 2014; desemprego no país é mais alto para população preta e parda.


André Lucena - 16.02.2024


A taxa média de desocupação no Brasil fechou o ano de 2023 em 7,8%, a menor desde 2014. O índice representa uma queda de 1,8% em relação a 2022, segundo dados da Pnad Contínua referente ao quarto trimestre do ano passado, divulgada nesta sexta-feira 16 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em números, o índice indica que a população desocupada no país totalizou 8,5 milhões de pessoas no ano passado. Em comparação a 2022, houve queda de 1,8 milhão de pessoas. A queda na desocupação foi geral e uniforme, pelo menos do ponto de vista regional. Segundo o IBGE, 26 das 27 unidades da federação registraram queda na taxa anual de desocupação, com destaque para o Acre (-4,9%), o Maranhão (-3,5%), o Rio de Janeiro e Amazonas (ambos com queda de 3,2%). Roraima, por sua vez, foi o único estado onde a taxa de desocupação experimentou aumento (+1,7%).

Entretanto, obter uma ocupação no Brasil ainda é um fenômeno influenciado pela cor. Segundo o IBGE, a taxa de desemprego no país é mais baixa para a população branca (5,9%) do que para pretos (8,9%) e pardos (8,5%), em comparação com a média nacional.

No último trimestre do ano passado, a taxa de desocupação ficou em 7,4%, o que representa uma queda de 0,3% em relação ao trimestre anterior (julho-setembro de 2023).

Como resultado da queda na taxa de desocupação, a população ocupada atingiu o maior patamar da série histórica, que teve início em 2012: 100,7 milhões de pessoas em 2023, de acordo com o IBGE.

Houve, também, um aumento no número de empregados com carteira assinada no setor privado. Em comparação a 2022, a subida foi de 5,8%, totalizando 37,7 milhões de pessoas em 2023.

A taxa de empregados sem carteira assinada no setor privado também cresceu, chegando a 13,4 milhões de pessoas. O aumento entre 2022 e 2023 foi de 5,9%.

Por seu turno, a taxa anual de informalidade se manteve praticamente estável, com leve queda: dos 39,4% de 2022, o índice recuou para 39,2% em 2023. O número de trabalhadores por conta própria, nesse quadro, também subiu (0,9%, na comparação entre os dois anos), chegando a 25,6 milhões de pessoas.


https://www.cartacapital.com.br

“Entretanto, obter uma ocupação no Brasil ainda é um fenômeno influenciado pela cor.” 4º§


A conjunção sublinhada dá à frase na qual se insere um sentido de

Alternativas
Q3402560 Português

Leia o texto para responder à questão.


Brasil fecha 2023 com taxa média de 7,8% de desemprego, aponta IBGE.

Taxa de desocupação caiu 1,8% entre 2022 e 2023 e chegou ao menor patamar desde 2014; desemprego no país é mais alto para população preta e parda.


André Lucena - 16.02.2024


A taxa média de desocupação no Brasil fechou o ano de 2023 em 7,8%, a menor desde 2014. O índice representa uma queda de 1,8% em relação a 2022, segundo dados da Pnad Contínua referente ao quarto trimestre do ano passado, divulgada nesta sexta-feira 16 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em números, o índice indica que a população desocupada no país totalizou 8,5 milhões de pessoas no ano passado. Em comparação a 2022, houve queda de 1,8 milhão de pessoas. A queda na desocupação foi geral e uniforme, pelo menos do ponto de vista regional. Segundo o IBGE, 26 das 27 unidades da federação registraram queda na taxa anual de desocupação, com destaque para o Acre (-4,9%), o Maranhão (-3,5%), o Rio de Janeiro e Amazonas (ambos com queda de 3,2%). Roraima, por sua vez, foi o único estado onde a taxa de desocupação experimentou aumento (+1,7%).

Entretanto, obter uma ocupação no Brasil ainda é um fenômeno influenciado pela cor. Segundo o IBGE, a taxa de desemprego no país é mais baixa para a população branca (5,9%) do que para pretos (8,9%) e pardos (8,5%), em comparação com a média nacional.

No último trimestre do ano passado, a taxa de desocupação ficou em 7,4%, o que representa uma queda de 0,3% em relação ao trimestre anterior (julho-setembro de 2023).

Como resultado da queda na taxa de desocupação, a população ocupada atingiu o maior patamar da série histórica, que teve início em 2012: 100,7 milhões de pessoas em 2023, de acordo com o IBGE.

Houve, também, um aumento no número de empregados com carteira assinada no setor privado. Em comparação a 2022, a subida foi de 5,8%, totalizando 37,7 milhões de pessoas em 2023.

A taxa de empregados sem carteira assinada no setor privado também cresceu, chegando a 13,4 milhões de pessoas. O aumento entre 2022 e 2023 foi de 5,9%.

Por seu turno, a taxa anual de informalidade se manteve praticamente estável, com leve queda: dos 39,4% de 2022, o índice recuou para 39,2% em 2023. O número de trabalhadores por conta própria, nesse quadro, também subiu (0,9%, na comparação entre os dois anos), chegando a 25,6 milhões de pessoas.


https://www.cartacapital.com.br

Após leitura do texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q3402469 Português
Segundo Evanildo Bechara, paronímia é o fato de haver palavras parecidas na sua escrita fonológica e diferentes no significado.
As palavras parônimas que preenchem as lacunas corretamente, dos enunciados abaixo são:
"O...... corta o centro urbano e há um trecho de três quarteirões com mão dupla que forma um gargalo para o fluxo de veículos."
"O...... surgimento de uma nova (e transformadora) experiência financeira no Brasil."
"Réu foi absolvido da acusação de ...... os artigos 129."
"A Prefeitura do Rio de Janeiro, através da Secretaria Municipal das Culturas oferece ao carioca ...... gratuitos da Orquestra Sinfônica Brasileira."
"Ele é apenas um menino indefeso de dois anos e meio, e não merece ser......dessa forma."
Alternativas
Q3402348 Português
Assinalar a alternativa na qual a palavra sublinhada foi grafada CORRETAMENTE. 
Alternativas
Q3402347 Português
Considerando-se o emprego correto do hífen, analisar os itens.

I. Micro-ondas.
II. Auto-conhecimento.
III. Semi-reta.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3402345 Português
Uma das maneiras mais acessíveis, econômicas e fáceis de se exercitar é fazer uma caminhada. Afinal, caminhar é algo que se faz desde sempre e não requer um local específico para praticar. Pesquisas recentes mostram que ficar sentado pode ser mais prejudicial à sua saúde do que fumar.

Felizmente, levantar-se da cadeira ou do sofá e sair para caminhar pode ajudar a prevenir muitas enfermidades, desde doenças cardíacas e diabetes até pressão alta, evitar câncer, melhorar a imunidade e muito mais.

Caminhar cerca de 1,5 km gasta cerca de 100 calorias, portanto, como o corpo naturalmente armazena gordura, ao aumentar a quantidade e o nível de atividade física apenas com uma caminhada constante, a pessoa já abate calorias.

Além disso, caminhar neutraliza os efeitos dos genes que promovem o peso corporal. Pesquisadores analisaram 32 genes que promovem a obesidade em mais de 12 mil pessoas para determinar o quanto esses genes realmente contribuem para o peso corporal. Entre os participantes do estudo que caminharam rapidamente por cerca de uma hora por dia, os efeitos desses genes foram reduzidos pela metade.

Outro ponto que merece destaque é que o ato de andar impulsiona as funções cardíacas. Como o coração é o músculo responsável por bombear o sangue para o corpo e para seu funcionamento geral (inclusive dos demais músculos), uma caminhada tranquila ou moderada é uma maneira segura e eficaz de fortalecer o coração.

É fácil perceber que a caminhada se destaca como uma opção acessível e eficaz para promover a saúde. Além de queimar calorias e prevenir doenças, esse exercício atenua os efeitos negativos de genes ligados à obesidade e fortalece a saúde cardiovascular, reforçando sua importância como hábito saudável e fácil de incorporar na rotina.

(Fonte: National Geographic — Adaptado). 
No trecho “Como o coração é o músculo responsável por bombear o sangue para o corpo e para seu funcionamento geral (inclusive dos demais músculos), uma caminhada tranquila...”, os parênteses foram usados para incluir uma informação adicional. Que outro sinal de pontuação poderia substituir os parênteses sem prejuízo gramatical e de sentido?
Alternativas
Q3402344 Português
Uma das maneiras mais acessíveis, econômicas e fáceis de se exercitar é fazer uma caminhada. Afinal, caminhar é algo que se faz desde sempre e não requer um local específico para praticar. Pesquisas recentes mostram que ficar sentado pode ser mais prejudicial à sua saúde do que fumar.

Felizmente, levantar-se da cadeira ou do sofá e sair para caminhar pode ajudar a prevenir muitas enfermidades, desde doenças cardíacas e diabetes até pressão alta, evitar câncer, melhorar a imunidade e muito mais.

Caminhar cerca de 1,5 km gasta cerca de 100 calorias, portanto, como o corpo naturalmente armazena gordura, ao aumentar a quantidade e o nível de atividade física apenas com uma caminhada constante, a pessoa já abate calorias.

Além disso, caminhar neutraliza os efeitos dos genes que promovem o peso corporal. Pesquisadores analisaram 32 genes que promovem a obesidade em mais de 12 mil pessoas para determinar o quanto esses genes realmente contribuem para o peso corporal. Entre os participantes do estudo que caminharam rapidamente por cerca de uma hora por dia, os efeitos desses genes foram reduzidos pela metade.

Outro ponto que merece destaque é que o ato de andar impulsiona as funções cardíacas. Como o coração é o músculo responsável por bombear o sangue para o corpo e para seu funcionamento geral (inclusive dos demais músculos), uma caminhada tranquila ou moderada é uma maneira segura e eficaz de fortalecer o coração.

É fácil perceber que a caminhada se destaca como uma opção acessível e eficaz para promover a saúde. Além de queimar calorias e prevenir doenças, esse exercício atenua os efeitos negativos de genes ligados à obesidade e fortalece a saúde cardiovascular, reforçando sua importância como hábito saudável e fácil de incorporar na rotina.

(Fonte: National Geographic — Adaptado). 
No trecho “... uma caminhada tranquila ou moderada é uma maneira segura e eficaz de fortalecer o coração.”, a palavra sublinhada é classificada como:
Alternativas
Q3402343 Português
Uma das maneiras mais acessíveis, econômicas e fáceis de se exercitar é fazer uma caminhada. Afinal, caminhar é algo que se faz desde sempre e não requer um local específico para praticar. Pesquisas recentes mostram que ficar sentado pode ser mais prejudicial à sua saúde do que fumar.

Felizmente, levantar-se da cadeira ou do sofá e sair para caminhar pode ajudar a prevenir muitas enfermidades, desde doenças cardíacas e diabetes até pressão alta, evitar câncer, melhorar a imunidade e muito mais.

Caminhar cerca de 1,5 km gasta cerca de 100 calorias, portanto, como o corpo naturalmente armazena gordura, ao aumentar a quantidade e o nível de atividade física apenas com uma caminhada constante, a pessoa já abate calorias.

Além disso, caminhar neutraliza os efeitos dos genes que promovem o peso corporal. Pesquisadores analisaram 32 genes que promovem a obesidade em mais de 12 mil pessoas para determinar o quanto esses genes realmente contribuem para o peso corporal. Entre os participantes do estudo que caminharam rapidamente por cerca de uma hora por dia, os efeitos desses genes foram reduzidos pela metade.

Outro ponto que merece destaque é que o ato de andar impulsiona as funções cardíacas. Como o coração é o músculo responsável por bombear o sangue para o corpo e para seu funcionamento geral (inclusive dos demais músculos), uma caminhada tranquila ou moderada é uma maneira segura e eficaz de fortalecer o coração.

É fácil perceber que a caminhada se destaca como uma opção acessível e eficaz para promover a saúde. Além de queimar calorias e prevenir doenças, esse exercício atenua os efeitos negativos de genes ligados à obesidade e fortalece a saúde cardiovascular, reforçando sua importância como hábito saudável e fácil de incorporar na rotina.

(Fonte: National Geographic — Adaptado). 
O antônimo adequado para a palavra sublinhada no trecho “Ficar sentado pode ser mais prejudicial à sua saúde do que fumar.” é:
Alternativas
Q3402342 Português
Uma das maneiras mais acessíveis, econômicas e fáceis de se exercitar é fazer uma caminhada. Afinal, caminhar é algo que se faz desde sempre e não requer um local específico para praticar. Pesquisas recentes mostram que ficar sentado pode ser mais prejudicial à sua saúde do que fumar.

Felizmente, levantar-se da cadeira ou do sofá e sair para caminhar pode ajudar a prevenir muitas enfermidades, desde doenças cardíacas e diabetes até pressão alta, evitar câncer, melhorar a imunidade e muito mais.

Caminhar cerca de 1,5 km gasta cerca de 100 calorias, portanto, como o corpo naturalmente armazena gordura, ao aumentar a quantidade e o nível de atividade física apenas com uma caminhada constante, a pessoa já abate calorias.

Além disso, caminhar neutraliza os efeitos dos genes que promovem o peso corporal. Pesquisadores analisaram 32 genes que promovem a obesidade em mais de 12 mil pessoas para determinar o quanto esses genes realmente contribuem para o peso corporal. Entre os participantes do estudo que caminharam rapidamente por cerca de uma hora por dia, os efeitos desses genes foram reduzidos pela metade.

Outro ponto que merece destaque é que o ato de andar impulsiona as funções cardíacas. Como o coração é o músculo responsável por bombear o sangue para o corpo e para seu funcionamento geral (inclusive dos demais músculos), uma caminhada tranquila ou moderada é uma maneira segura e eficaz de fortalecer o coração.

É fácil perceber que a caminhada se destaca como uma opção acessível e eficaz para promover a saúde. Além de queimar calorias e prevenir doenças, esse exercício atenua os efeitos negativos de genes ligados à obesidade e fortalece a saúde cardiovascular, reforçando sua importância como hábito saudável e fácil de incorporar na rotina.

(Fonte: National Geographic — Adaptado). 
No trecho “Caminhar cerca de 1,5 km gasta cerca de 100 calorias”, a palavra sublinhada poderia ser substituída, sem alterar o sentido, por:
Alternativas
Respostas
38201: C
38202: C
38203: D
38204: C
38205: B
38206: C
38207: A
38208: D
38209: B
38210: B
38211: D
38212: B
38213: D
38214: B
38215: D
38216: A
38217: D
38218: C
38219: A
38220: B