Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3983275 Português
Comunicação clara e objetiva: o alicerce das relações profissionais

A história mostra que civilizações se fortaleceram quando encontraram formas eficazes de se comunicar. Do código de Hamurábi às redes digitais, a clareza da mensagem sempre determinou a força das instituições e a estabilidade das relações. No ambiente corporativo, não é diferente. Comunicação clara e objetiva não é detalhe, é a engrenagem que sustenta a confiança, reduz conflitos e acelera resultados.

Ruídos de comunicação custam caro. Um estudo da Holmes Report estimou que empresas perdem, em média, 37 bilhões de dólares por ano devido a falhas na comunicação entre gestores e equipes. Esse número evidencia o óbvio: quando mensagens não são transmitidas de forma precisa, projetos atrasam, relações se desgastam e a produtividade se dissolve.

Para reduzir ruídos, o primeiro passo é a simplicidade. Palavras complicadas ou frases longas confundem. A linguagem objetiva facilita a compreensão e evita interpretações equivocadas. Falar o necessário, sem excesso, transmite profissionalismo. Aqui, aplica-se a máxima de Antoine de Saint-Exupéry: “A perfeição é alcançada não quando não há mais nada a acrescentar, mas quando não há mais nada a retirar”.

Outro aspecto fundamental é a escuta ativa. Comunicação não é apenas transmitir, mas também compreender. Escutar com atenção, sem interromper, garante que a mensagem seja assimilada corretamente e cria um ambiente de respeito. Um líder que escuta transmite segurança e reduz a necessidade de repetição.

Além disso, saber pedir é tão importante quanto saber responder. Solicitações vagas geram respostas vagas. Um pedido claro contém três elementos: o que deve ser feito, em qual prazo e com quais recursos. Responder com clareza exige confirmar o entendimento, apontar limites e, se necessário, negociar prazos. Essa troca transparente cria previsibilidade e confiança.

Ferramentas digitais também são aliadas nesse processo. Plataformas como Slack, Microsoft Teams ou Trello permitem registrar decisões e reduzir ambiguidades. E-mails bem estruturados, com tópicos e objetivos claros, evitam a dispersão de informações. Documentos compartilhados no Google Docs ou Notion centralizam dados e impedem que versões conflitantes circulem. A tecnologia, usada com disciplina, transforma-se em antídoto contra ruídos.

Outro ponto prático é o uso de feedback imediato. Quando uma mensagem não foi clara, a correção deve ser feita na hora, antes que a confusão se torne problema maior. Isso exige coragem para questionar e humildade para ajustar. Feedback não é confronto, é mecanismo de alinhamento.

Treinamentos também são estratégicos. Investir em workshops de comunicação não é custo, mas investimento em produtividade. Ao desenvolver habilidades de oratória, redação profissional e comunicação digital, empresas capacitam seus colaboradores para reduzir mal-entendidos e aumentar a eficiência.

Além disso, reuniões devem ser objetivas. Muitas empresas desperdiçam horas em encontros sem pauta clara. A prática correta envolve definir previamente os objetivos, registrar os principais pontos e distribuir responsabilidades ao final. Reuniões curtas e bem direcionadas são exemplos de comunicação eficiente.

Em conclusão, a comunicação clara e objetiva é alicerce de toda organização que busca eficiência. Reduz ruídos, acelera processos e fortalece a confiança. É prática que exige disciplina, ferramentas adequadas e disposição para ouvir e ajustar.

(Por: Gabriela Moraes Oliveira. Disponível em: https://www.folhavitoria.com.br/mundo-business/. Acesso em: janeiro de 2026)
Em “Quando uma mensagem não foi clara, a correção deve ser feita na hora, antes que a confusão se torne problema maior.” (7º§), quanto ao valor semântico-sintático do trecho sublinhado, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3983274 Português
Comunicação clara e objetiva: o alicerce das relações profissionais

A história mostra que civilizações se fortaleceram quando encontraram formas eficazes de se comunicar. Do código de Hamurábi às redes digitais, a clareza da mensagem sempre determinou a força das instituições e a estabilidade das relações. No ambiente corporativo, não é diferente. Comunicação clara e objetiva não é detalhe, é a engrenagem que sustenta a confiança, reduz conflitos e acelera resultados.

Ruídos de comunicação custam caro. Um estudo da Holmes Report estimou que empresas perdem, em média, 37 bilhões de dólares por ano devido a falhas na comunicação entre gestores e equipes. Esse número evidencia o óbvio: quando mensagens não são transmitidas de forma precisa, projetos atrasam, relações se desgastam e a produtividade se dissolve.

Para reduzir ruídos, o primeiro passo é a simplicidade. Palavras complicadas ou frases longas confundem. A linguagem objetiva facilita a compreensão e evita interpretações equivocadas. Falar o necessário, sem excesso, transmite profissionalismo. Aqui, aplica-se a máxima de Antoine de Saint-Exupéry: “A perfeição é alcançada não quando não há mais nada a acrescentar, mas quando não há mais nada a retirar”.

Outro aspecto fundamental é a escuta ativa. Comunicação não é apenas transmitir, mas também compreender. Escutar com atenção, sem interromper, garante que a mensagem seja assimilada corretamente e cria um ambiente de respeito. Um líder que escuta transmite segurança e reduz a necessidade de repetição.

Além disso, saber pedir é tão importante quanto saber responder. Solicitações vagas geram respostas vagas. Um pedido claro contém três elementos: o que deve ser feito, em qual prazo e com quais recursos. Responder com clareza exige confirmar o entendimento, apontar limites e, se necessário, negociar prazos. Essa troca transparente cria previsibilidade e confiança.

Ferramentas digitais também são aliadas nesse processo. Plataformas como Slack, Microsoft Teams ou Trello permitem registrar decisões e reduzir ambiguidades. E-mails bem estruturados, com tópicos e objetivos claros, evitam a dispersão de informações. Documentos compartilhados no Google Docs ou Notion centralizam dados e impedem que versões conflitantes circulem. A tecnologia, usada com disciplina, transforma-se em antídoto contra ruídos.

Outro ponto prático é o uso de feedback imediato. Quando uma mensagem não foi clara, a correção deve ser feita na hora, antes que a confusão se torne problema maior. Isso exige coragem para questionar e humildade para ajustar. Feedback não é confronto, é mecanismo de alinhamento.

Treinamentos também são estratégicos. Investir em workshops de comunicação não é custo, mas investimento em produtividade. Ao desenvolver habilidades de oratória, redação profissional e comunicação digital, empresas capacitam seus colaboradores para reduzir mal-entendidos e aumentar a eficiência.

Além disso, reuniões devem ser objetivas. Muitas empresas desperdiçam horas em encontros sem pauta clara. A prática correta envolve definir previamente os objetivos, registrar os principais pontos e distribuir responsabilidades ao final. Reuniões curtas e bem direcionadas são exemplos de comunicação eficiente.

Em conclusão, a comunicação clara e objetiva é alicerce de toda organização que busca eficiência. Reduz ruídos, acelera processos e fortalece a confiança. É prática que exige disciplina, ferramentas adequadas e disposição para ouvir e ajustar.

(Por: Gabriela Moraes Oliveira. Disponível em: https://www.folhavitoria.com.br/mundo-business/. Acesso em: janeiro de 2026)
A autora inicia o 5º§ e o 9º§ com a expressão “além disso”. O termo que pode introduzir o 9º§ sem alterar a sua relação semântica de sentido com o parágrafo anterior é:
Alternativas
Q3983273 Português
Comunicação clara e objetiva: o alicerce das relações profissionais

A história mostra que civilizações se fortaleceram quando encontraram formas eficazes de se comunicar. Do código de Hamurábi às redes digitais, a clareza da mensagem sempre determinou a força das instituições e a estabilidade das relações. No ambiente corporativo, não é diferente. Comunicação clara e objetiva não é detalhe, é a engrenagem que sustenta a confiança, reduz conflitos e acelera resultados.

Ruídos de comunicação custam caro. Um estudo da Holmes Report estimou que empresas perdem, em média, 37 bilhões de dólares por ano devido a falhas na comunicação entre gestores e equipes. Esse número evidencia o óbvio: quando mensagens não são transmitidas de forma precisa, projetos atrasam, relações se desgastam e a produtividade se dissolve.

Para reduzir ruídos, o primeiro passo é a simplicidade. Palavras complicadas ou frases longas confundem. A linguagem objetiva facilita a compreensão e evita interpretações equivocadas. Falar o necessário, sem excesso, transmite profissionalismo. Aqui, aplica-se a máxima de Antoine de Saint-Exupéry: “A perfeição é alcançada não quando não há mais nada a acrescentar, mas quando não há mais nada a retirar”.

Outro aspecto fundamental é a escuta ativa. Comunicação não é apenas transmitir, mas também compreender. Escutar com atenção, sem interromper, garante que a mensagem seja assimilada corretamente e cria um ambiente de respeito. Um líder que escuta transmite segurança e reduz a necessidade de repetição.

Além disso, saber pedir é tão importante quanto saber responder. Solicitações vagas geram respostas vagas. Um pedido claro contém três elementos: o que deve ser feito, em qual prazo e com quais recursos. Responder com clareza exige confirmar o entendimento, apontar limites e, se necessário, negociar prazos. Essa troca transparente cria previsibilidade e confiança.

Ferramentas digitais também são aliadas nesse processo. Plataformas como Slack, Microsoft Teams ou Trello permitem registrar decisões e reduzir ambiguidades. E-mails bem estruturados, com tópicos e objetivos claros, evitam a dispersão de informações. Documentos compartilhados no Google Docs ou Notion centralizam dados e impedem que versões conflitantes circulem. A tecnologia, usada com disciplina, transforma-se em antídoto contra ruídos.

Outro ponto prático é o uso de feedback imediato. Quando uma mensagem não foi clara, a correção deve ser feita na hora, antes que a confusão se torne problema maior. Isso exige coragem para questionar e humildade para ajustar. Feedback não é confronto, é mecanismo de alinhamento.

Treinamentos também são estratégicos. Investir em workshops de comunicação não é custo, mas investimento em produtividade. Ao desenvolver habilidades de oratória, redação profissional e comunicação digital, empresas capacitam seus colaboradores para reduzir mal-entendidos e aumentar a eficiência.

Além disso, reuniões devem ser objetivas. Muitas empresas desperdiçam horas em encontros sem pauta clara. A prática correta envolve definir previamente os objetivos, registrar os principais pontos e distribuir responsabilidades ao final. Reuniões curtas e bem direcionadas são exemplos de comunicação eficiente.

Em conclusão, a comunicação clara e objetiva é alicerce de toda organização que busca eficiência. Reduz ruídos, acelera processos e fortalece a confiança. É prática que exige disciplina, ferramentas adequadas e disposição para ouvir e ajustar.

(Por: Gabriela Moraes Oliveira. Disponível em: https://www.folhavitoria.com.br/mundo-business/. Acesso em: janeiro de 2026)
A regência verbal compreende a relação entre verbo e seu complemento. Considerando as regras de regência prescritas pela gramática normativa da língua portuguesa, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q3982391 Português
Assinale a alternativa em que NÃO ocorre desvio ortográfico, de pontuação ou de gramática (concordância, regência etc.).
Alternativas
Q3982390 Português
Considere o fragmento de texto a seguir para a questão.


    A presidente do Instituto Questão de Ciência, Natália Pasternak Taschner, explica que as pseudociências despertam a atenção do público porque soam mais atraentes ao serem explicadas. “Para você dizer que a Terra é plana, você coloca um gif, uma figura na internet e fala que a Terra é plana. Para explicar uma teoria científica, você demora muito mais tempo do que colocar uma mensagem atraente completamente aleatória e maluca, que vai fixar a atenção do público de maneira muito mais rápida. É sempre muito mais difícil explicar a ciência. A pseudociência não precisa ser explicada porque é mentira, então é mais fácil, você coloca ela ali e quem quiser aceita”.

    Os riscos das pseudociências ultrapassam a simples desinformação. Hoje, segundo Natália, o Sistema Único de Saúde brasileiro oferece 29 práticas integrativas baseadas em teorias que não podem ser cientificamente comprovadas, o que coloca em risco o paciente, além de representar desperdício de dinheiro público.


Fonte: https://jornal.usp.br/atualidades/pesquisadora-esclarece-riscos-gerados-pelas-pseudociencias/ (adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta uma análise correta.
Alternativas
Q3982389 Português
Considere o fragmento de texto a seguir para a questão.


    A presidente do Instituto Questão de Ciência, Natália Pasternak Taschner, explica que as pseudociências despertam a atenção do público porque soam mais atraentes ao serem explicadas. “Para você dizer que a Terra é plana, você coloca um gif, uma figura na internet e fala que a Terra é plana. Para explicar uma teoria científica, você demora muito mais tempo do que colocar uma mensagem atraente completamente aleatória e maluca, que vai fixar a atenção do público de maneira muito mais rápida. É sempre muito mais difícil explicar a ciência. A pseudociência não precisa ser explicada porque é mentira, então é mais fácil, você coloca ela ali e quem quiser aceita”.

    Os riscos das pseudociências ultrapassam a simples desinformação. Hoje, segundo Natália, o Sistema Único de Saúde brasileiro oferece 29 práticas integrativas baseadas em teorias que não podem ser cientificamente comprovadas, o que coloca em risco o paciente, além de representar desperdício de dinheiro público.


Fonte: https://jornal.usp.br/atualidades/pesquisadora-esclarece-riscos-gerados-pelas-pseudociencias/ (adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta uma análise INCORRETA.
Alternativas
Q3982388 Português
Considere o fragmento de texto a seguir para a questão.


    A presidente do Instituto Questão de Ciência, Natália Pasternak Taschner, explica que as pseudociências despertam a atenção do público porque soam mais atraentes ao serem explicadas. “Para você dizer que a Terra é plana, você coloca um gif, uma figura na internet e fala que a Terra é plana. Para explicar uma teoria científica, você demora muito mais tempo do que colocar uma mensagem atraente completamente aleatória e maluca, que vai fixar a atenção do público de maneira muito mais rápida. É sempre muito mais difícil explicar a ciência. A pseudociência não precisa ser explicada porque é mentira, então é mais fácil, você coloca ela ali e quem quiser aceita”.

    Os riscos das pseudociências ultrapassam a simples desinformação. Hoje, segundo Natália, o Sistema Único de Saúde brasileiro oferece 29 práticas integrativas baseadas em teorias que não podem ser cientificamente comprovadas, o que coloca em risco o paciente, além de representar desperdício de dinheiro público.


Fonte: https://jornal.usp.br/atualidades/pesquisadora-esclarece-riscos-gerados-pelas-pseudociencias/ (adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta uma análise correta. 
Alternativas
Q3982387 Português
Considere o fragmento de texto a seguir para a questão.


    A presidente do Instituto Questão de Ciência, Natália Pasternak Taschner, explica que as pseudociências despertam a atenção do público porque soam mais atraentes ao serem explicadas. “Para você dizer que a Terra é plana, você coloca um gif, uma figura na internet e fala que a Terra é plana. Para explicar uma teoria científica, você demora muito mais tempo do que colocar uma mensagem atraente completamente aleatória e maluca, que vai fixar a atenção do público de maneira muito mais rápida. É sempre muito mais difícil explicar a ciência. A pseudociência não precisa ser explicada porque é mentira, então é mais fácil, você coloca ela ali e quem quiser aceita”.

    Os riscos das pseudociências ultrapassam a simples desinformação. Hoje, segundo Natália, o Sistema Único de Saúde brasileiro oferece 29 práticas integrativas baseadas em teorias que não podem ser cientificamente comprovadas, o que coloca em risco o paciente, além de representar desperdício de dinheiro público.


Fonte: https://jornal.usp.br/atualidades/pesquisadora-esclarece-riscos-gerados-pelas-pseudociencias/ (adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta uma análise correta. 
Alternativas
Q3981960 Português
Texto:


“Nós aprendemos com os erros?” Erro não é para ser punido, é para ser corrigido. O que deve ser punido é a negligência, a desatenção e o descuido. O erro faz parte do processo de acerto, da tentativa de inovação, da procura de construir algo melhor. Ninguém é imune ao erro. A frase clássica “errar é humano” não é uma justificativa, é uma explicação. Ela significa, entre outras coisas, que nós somos, sim, passíveis de errar, mas insisto: o erro não é para ser punido, é para ser corrigido. Corrige-se o erro de modo que quem errou faça direito da próxima vez.


Não haveria inovação na vida humana se o erro não tivesse o seu lugar. Aí se diria: “nós aprendemos com os erros?” Não, aprendemos com a correção dos erros. Se aprendêssemos com os erros, o melhor método pedagógico seria errar bastante, e há erros que são fatais, terminais. Na escola, com frequência colocavam no acerto um “C” pequenininho em azul no meu trabalho, e quando errava, não é que eles colocavam um “E” em vermelho, grandão, valorizando algo que deve ser corrigido, e não punido? O físico Albert Einstein dizia algo que nos ajuda a refletir: “Tolo é aquele que faz as coisas sempre do mesmo jeito e espera resultados diferentes”. Algumas pessoas rejeitam o lugar do erro. Urge relativizar essa postura, e isso não é querer elogiar o erro, mas admiti-lo no dia a dia.


Texto de Mário Sergio Cortella, retirado do livro “Pensar bem nos faz bem – filosofia, religião, ciência e educação. Título original: Erro. 

Assinale a alternativa que completa, respectivamente, as lacunas das orações abaixo:


“ ______________ não vamos ao parque? Você não gosta desse livro, ___________? Eu gostaria de saber o ____________ dela não gostar mais de mim.”

 

Alternativas
Q3981959 Português
Texto:


“Nós aprendemos com os erros?” Erro não é para ser punido, é para ser corrigido. O que deve ser punido é a negligência, a desatenção e o descuido. O erro faz parte do processo de acerto, da tentativa de inovação, da procura de construir algo melhor. Ninguém é imune ao erro. A frase clássica “errar é humano” não é uma justificativa, é uma explicação. Ela significa, entre outras coisas, que nós somos, sim, passíveis de errar, mas insisto: o erro não é para ser punido, é para ser corrigido. Corrige-se o erro de modo que quem errou faça direito da próxima vez.


Não haveria inovação na vida humana se o erro não tivesse o seu lugar. Aí se diria: “nós aprendemos com os erros?” Não, aprendemos com a correção dos erros. Se aprendêssemos com os erros, o melhor método pedagógico seria errar bastante, e há erros que são fatais, terminais. Na escola, com frequência colocavam no acerto um “C” pequenininho em azul no meu trabalho, e quando errava, não é que eles colocavam um “E” em vermelho, grandão, valorizando algo que deve ser corrigido, e não punido? O físico Albert Einstein dizia algo que nos ajuda a refletir: “Tolo é aquele que faz as coisas sempre do mesmo jeito e espera resultados diferentes”. Algumas pessoas rejeitam o lugar do erro. Urge relativizar essa postura, e isso não é querer elogiar o erro, mas admiti-lo no dia a dia.


Texto de Mário Sergio Cortella, retirado do livro “Pensar bem nos faz bem – filosofia, religião, ciência e educação. Título original: Erro. 

Na citação “Estamos esperando há séculos.”, há a presença de uma figura de linguagem. Assinale a alternativa que apresenta essa figura: 


Alternativas
Q3981958 Português
Texto:


“Nós aprendemos com os erros?” Erro não é para ser punido, é para ser corrigido. O que deve ser punido é a negligência, a desatenção e o descuido. O erro faz parte do processo de acerto, da tentativa de inovação, da procura de construir algo melhor. Ninguém é imune ao erro. A frase clássica “errar é humano” não é uma justificativa, é uma explicação. Ela significa, entre outras coisas, que nós somos, sim, passíveis de errar, mas insisto: o erro não é para ser punido, é para ser corrigido. Corrige-se o erro de modo que quem errou faça direito da próxima vez.


Não haveria inovação na vida humana se o erro não tivesse o seu lugar. Aí se diria: “nós aprendemos com os erros?” Não, aprendemos com a correção dos erros. Se aprendêssemos com os erros, o melhor método pedagógico seria errar bastante, e há erros que são fatais, terminais. Na escola, com frequência colocavam no acerto um “C” pequenininho em azul no meu trabalho, e quando errava, não é que eles colocavam um “E” em vermelho, grandão, valorizando algo que deve ser corrigido, e não punido? O físico Albert Einstein dizia algo que nos ajuda a refletir: “Tolo é aquele que faz as coisas sempre do mesmo jeito e espera resultados diferentes”. Algumas pessoas rejeitam o lugar do erro. Urge relativizar essa postura, e isso não é querer elogiar o erro, mas admiti-lo no dia a dia.


Texto de Mário Sergio Cortella, retirado do livro “Pensar bem nos faz bem – filosofia, religião, ciência e educação. Título original: Erro. 

Identifique a alternativa em que a sequência de palavras segue, respectivamente, esta ordem: oxítona, paroxítona, proparoxítona.

 

Alternativas
Q3981957 Português
Texto:


“Nós aprendemos com os erros?” Erro não é para ser punido, é para ser corrigido. O que deve ser punido é a negligência, a desatenção e o descuido. O erro faz parte do processo de acerto, da tentativa de inovação, da procura de construir algo melhor. Ninguém é imune ao erro. A frase clássica “errar é humano” não é uma justificativa, é uma explicação. Ela significa, entre outras coisas, que nós somos, sim, passíveis de errar, mas insisto: o erro não é para ser punido, é para ser corrigido. Corrige-se o erro de modo que quem errou faça direito da próxima vez.


Não haveria inovação na vida humana se o erro não tivesse o seu lugar. Aí se diria: “nós aprendemos com os erros?” Não, aprendemos com a correção dos erros. Se aprendêssemos com os erros, o melhor método pedagógico seria errar bastante, e há erros que são fatais, terminais. Na escola, com frequência colocavam no acerto um “C” pequenininho em azul no meu trabalho, e quando errava, não é que eles colocavam um “E” em vermelho, grandão, valorizando algo que deve ser corrigido, e não punido? O físico Albert Einstein dizia algo que nos ajuda a refletir: “Tolo é aquele que faz as coisas sempre do mesmo jeito e espera resultados diferentes”. Algumas pessoas rejeitam o lugar do erro. Urge relativizar essa postura, e isso não é querer elogiar o erro, mas admiti-lo no dia a dia.


Texto de Mário Sergio Cortella, retirado do livro “Pensar bem nos faz bem – filosofia, religião, ciência e educação. Título original: Erro. 

De acordo com as informações do texto, analise as proposições a seguir:


I. O texto, em análise, é de autoria do físico Albert Einstein.


II. A frase clássica “errar é humano” serve de justificativa para os erros cometidos pelos indivíduos.


III. Segundo Cortella, não haveria inovação na vida humana se o erro não tivesse o seu lugar.


IV. Em suma, a resposta ao título, segundo o autor, é que não aprendemos com os erros, mas sim com a correção deles.


Quais estão corretas?

 

Alternativas
Q3981850 Português
O grau diminutivo das palavras é usado, na maioria das vezes, para indicar o tamanho pequeno ou diminuído de algo ou alguém. Em qual das frases NÃO aparece uma palavra no diminutivo? Assinale a alternativa correta.  
Alternativas
Q3981849 Português
Dentre as regras de acentuação, existem palavras que tem a última sílaba como sílaba tônica, ou seja, a sua última sílaba é pronunciada com mais força. Estas palavras podem ter acento ou não. Exemplos destas palavras são: café, dominó, picolé, feliz. De acordo com a sílaba tônica (mais forte), como estas palavras são chamadas?   
Alternativas
Q3981848 Português

O que as palavras águas, corredores, chinelos, sonhos, músicas, crianças, têm em comum? Assinale a alternativa correta. 


Alternativas
Q3981847 Português
De acordo com a pontuação, qual das frases NÃO é uma pergunta? Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3981846 Português
A ordem alfabética é uma forma de organizar as palavras de acordo com a sequência das letras do alfabeto, levando em consideração a primeira letra de cada palavra. Assinale a alternativa em que todas as palavras estão em ordem alfabética.  
Alternativas
Q3981637 Português
Observe as seguintes palavras: reflexão, milhões, região. O que elas têm em comum ortograficamente? Assinale a alternativa correta.  
Alternativas
Q3981636 Português
A ortografia se refere à escrita correta das palavras. As palavras esforço e esperança escrevem com “ç”. Qual outra palavra também se escreve com “ç”? Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3981635 Português
O Dia Internacional do Trabalhador, festejado no dia 1º de maio, mobiliza trabalhadores e trabalhadoras de todo o mundo para uma reflexão sobre a importância do esforço humano para a economia.

“No mundo atual, o trabalho é a garantia de esperança para milhões de pessoas e deve ser comemorado todos os dias”, destacou o presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT-RN), desembargador Eduardo Rocha.

https://www.trt21.jus.br/noticias/noticia/todo-dia-e-dia-do-trabalho-dos trabalhadores-e-da-justica-do-trabalho (adaptado) 

Segundo a frase do texto “...destacou o presidente do Tribunal Regional do Trabalho...”, o verbo grifado está em um determinado tempo verbal. O tempo verbal indica o momento em que uma ação foi realizada no tempo. Assinale a alternativa que apresente corretamente os tempos verbais.  


Alternativas
Respostas
3041: D
3042: A
3043: D
3044: B
3045: D
3046: A
3047: D
3048: C
3049: A
3050: C
3051: C
3052: B
3053: D
3054: A
3055: B
3056: C
3057: A
3058: C
3059: D
3060: A