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Q3454061 Português

Jovem rouba ferramentas de cemitério e termina preso em Irati



    Um homem foi detido pela Polícia Militar após furtar ferramentas em Irati, na segunda-feira (19). As ferramentas, que eram utilizadas na manutenção de um cemitério, foram recuperadas pela polícia.

    Tudo começou quando um trabalhador do cemitério no bairro Colina Nossa Senhora das Graças foi até a delegacia por volta das 20h49. Ele informou que, após sair do local às 18h10, recebeu um aviso do guardião de que várias ferramentas, incluindo uma roçadeira, uma lavadora de pressão, duas furadeiras, uma lixadeira e uma caixa de chaves soquete, tinham sido furtadas.

    Segundo o homem, no início da tarde do mesmo dia, uma pessoa havia ido ao barracão e emprestado uma chave para consertar um veículo VW/Voyage. Depois, ele avistou esse carro nas proximidades do cemitério e começou a suspeitar de que esse indivíduo poderia ser o autor do furto.

    A situação se complicou quando o trabalhador recebeu uma mensagem por um aplicativo informando que a pessoa do Voyage teria realmente furtado as ferramentas e que elas estariam em sua casa. Diante disso, a polícia foi até a residência indicada.

    No local, os agentes avistaram o suspeito na porta da casa, mas ele tentou fugir. A esposa dele se apresentou à polícia e afirmou que as ferramentas estavam dentro do veículo que estava na garagem. Durante a busca no carro, a polícia encontrou a roçadeira, a lavadora de pressão, uma furadeira e a caixa de chaves soquete.

    Após uma nova busca nas imediações, os policiais conseguiram localizar o homem, que confirmou ter cometido o furto. Ele alegou que havia vendido algumas das ferramentas a um comprador, que não sabia que eram roubadas. Depois de tomar conhecimento do furto, o comprador se dirigiu até a delegacia e devolveu os objetos, afirmando que nunca suspeitou da origem ilícita deles. O autor do furto e todas as ferramentas foram levados à 41ª Delegacia de Polícia Civil de Irati para as devidas providências.



Fonte: Jovem rouba ferramentas de cemitério e termina preso em Irati | Folha do Noroeste

Assinale a alternativa que apresente o tempo verbal do verbo em destaque no período: Tudo começou quando um trabalhador do cemitério no bairro Colina Nossa Senhora das Graças foi até a delegacia por volta das 20h49.
Alternativas
Q3454060 Português

Jovem rouba ferramentas de cemitério e termina preso em Irati



    Um homem foi detido pela Polícia Militar após furtar ferramentas em Irati, na segunda-feira (19). As ferramentas, que eram utilizadas na manutenção de um cemitério, foram recuperadas pela polícia.

    Tudo começou quando um trabalhador do cemitério no bairro Colina Nossa Senhora das Graças foi até a delegacia por volta das 20h49. Ele informou que, após sair do local às 18h10, recebeu um aviso do guardião de que várias ferramentas, incluindo uma roçadeira, uma lavadora de pressão, duas furadeiras, uma lixadeira e uma caixa de chaves soquete, tinham sido furtadas.

    Segundo o homem, no início da tarde do mesmo dia, uma pessoa havia ido ao barracão e emprestado uma chave para consertar um veículo VW/Voyage. Depois, ele avistou esse carro nas proximidades do cemitério e começou a suspeitar de que esse indivíduo poderia ser o autor do furto.

    A situação se complicou quando o trabalhador recebeu uma mensagem por um aplicativo informando que a pessoa do Voyage teria realmente furtado as ferramentas e que elas estariam em sua casa. Diante disso, a polícia foi até a residência indicada.

    No local, os agentes avistaram o suspeito na porta da casa, mas ele tentou fugir. A esposa dele se apresentou à polícia e afirmou que as ferramentas estavam dentro do veículo que estava na garagem. Durante a busca no carro, a polícia encontrou a roçadeira, a lavadora de pressão, uma furadeira e a caixa de chaves soquete.

    Após uma nova busca nas imediações, os policiais conseguiram localizar o homem, que confirmou ter cometido o furto. Ele alegou que havia vendido algumas das ferramentas a um comprador, que não sabia que eram roubadas. Depois de tomar conhecimento do furto, o comprador se dirigiu até a delegacia e devolveu os objetos, afirmando que nunca suspeitou da origem ilícita deles. O autor do furto e todas as ferramentas foram levados à 41ª Delegacia de Polícia Civil de Irati para as devidas providências.



Fonte: Jovem rouba ferramentas de cemitério e termina preso em Irati | Folha do Noroeste

Assinale alternativa que apresente um sinônimo adequado para o termo em destaque no período: A esposa dele se apresentou à polícia e afirmou que as ferramentas estavam dentro do veículo que estava na garagem.
Alternativas
Q3454059 Português

Jovem rouba ferramentas de cemitério e termina preso em Irati



    Um homem foi detido pela Polícia Militar após furtar ferramentas em Irati, na segunda-feira (19). As ferramentas, que eram utilizadas na manutenção de um cemitério, foram recuperadas pela polícia.

    Tudo começou quando um trabalhador do cemitério no bairro Colina Nossa Senhora das Graças foi até a delegacia por volta das 20h49. Ele informou que, após sair do local às 18h10, recebeu um aviso do guardião de que várias ferramentas, incluindo uma roçadeira, uma lavadora de pressão, duas furadeiras, uma lixadeira e uma caixa de chaves soquete, tinham sido furtadas.

    Segundo o homem, no início da tarde do mesmo dia, uma pessoa havia ido ao barracão e emprestado uma chave para consertar um veículo VW/Voyage. Depois, ele avistou esse carro nas proximidades do cemitério e começou a suspeitar de que esse indivíduo poderia ser o autor do furto.

    A situação se complicou quando o trabalhador recebeu uma mensagem por um aplicativo informando que a pessoa do Voyage teria realmente furtado as ferramentas e que elas estariam em sua casa. Diante disso, a polícia foi até a residência indicada.

    No local, os agentes avistaram o suspeito na porta da casa, mas ele tentou fugir. A esposa dele se apresentou à polícia e afirmou que as ferramentas estavam dentro do veículo que estava na garagem. Durante a busca no carro, a polícia encontrou a roçadeira, a lavadora de pressão, uma furadeira e a caixa de chaves soquete.

    Após uma nova busca nas imediações, os policiais conseguiram localizar o homem, que confirmou ter cometido o furto. Ele alegou que havia vendido algumas das ferramentas a um comprador, que não sabia que eram roubadas. Depois de tomar conhecimento do furto, o comprador se dirigiu até a delegacia e devolveu os objetos, afirmando que nunca suspeitou da origem ilícita deles. O autor do furto e todas as ferramentas foram levados à 41ª Delegacia de Polícia Civil de Irati para as devidas providências.



Fonte: Jovem rouba ferramentas de cemitério e termina preso em Irati | Folha do Noroeste

Assinale a alternativa que apresente o tema do texto:  
Alternativas
Q3453823 Português
A norma-padrão de regência verbal e nominal está respeitada em: 
Alternativas
Q3453822 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:

        No Carnaval, minhas calças eram brancas e meus sapatos, de tênis. As camisas, sempre feias, variavam. Lembro-me de uma roxa, que desbotava.

        No Recife, o Carnaval começava no Natal. Ou melhor, não havia Natal no Recife. A 24 de dezembro, os blocos saíam às ruas, com suas orquestras de 30 a 40 metais, seus coros de vozes sofridas, a tocar e a cantar as jornadas mais líricas. Chamavam-se “jornadas” alguns dos cantos carnavalescos do Recife, talvez por influência das jornadas dos pastoris. Agora, por que os cantos dos pastoris se chamavam de “jornadas”, não sei.

        Mas, na noite de 24 de dezembro, quando a gente pensava que seria uma noite silenciosa, o Vassourinhas estourava numa esquina, nos acordando, na alma, uma alegria guerreira, impossível de explicar agora, tanto tempo e tanta fadiga são passados. Nós íamos, primeiro, às janelas, depois para a rua, até que afinal nos misturávamos ao povo, onde cada rei fantasiado, cada rainha de cetim eram reis do amor e do futuro. O futuro de que faziam parte.

        Não se pode fazer ideia do que era o povo solto nas ruas do Recife, após a declaração irreversível do Carnaval. Ah, de nada serviam suas heranças de submissão, porque o despontar do Carnaval era um grito de alforria. Tão louca e tão bela, aquela dança! Uma verdade maior que as verdades ditas ou escritas saía dos seus quadris, até então bem-comportados.

        Tudo deve estar mudado. O Carnaval do Recife, talvez, não seja, hoje, um desabafo. Talvez não contenha aquele desafio de homens e mulheres, livres de todas as sujeições e esquecidos de Deus. É possível que se tenha transformado numa festa, simplesmente. Talvez seja alegre e isto é sadio. Mas os meus carnavais eram revoltados. Não tenho a menor dúvida de que aquilo que fazia a beleza do Carnaval pernambucano era revolta – revolta e amor – porque só de amor, por amor, se cometem os gestos de rebeldia.

        Não sei de lembrança que me comova tão profundamente. Não sei de vontade igual a esta que estou sentindo, de ser o menino que acordava de madrugada, com as vozes dos metais e as vozes humanas daquele Carnaval liricamente subversivo.

(Antônio Maria. Carnaval antigo... Recife.
https://cronicabrasileira.org.br, 1968. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a expressão destacada pode ser substituída pela que está entre colchetes, preservando-se a norma-padrão de colocação pronominal. 
Alternativas
Q3453821 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:

        No Carnaval, minhas calças eram brancas e meus sapatos, de tênis. As camisas, sempre feias, variavam. Lembro-me de uma roxa, que desbotava.

        No Recife, o Carnaval começava no Natal. Ou melhor, não havia Natal no Recife. A 24 de dezembro, os blocos saíam às ruas, com suas orquestras de 30 a 40 metais, seus coros de vozes sofridas, a tocar e a cantar as jornadas mais líricas. Chamavam-se “jornadas” alguns dos cantos carnavalescos do Recife, talvez por influência das jornadas dos pastoris. Agora, por que os cantos dos pastoris se chamavam de “jornadas”, não sei.

        Mas, na noite de 24 de dezembro, quando a gente pensava que seria uma noite silenciosa, o Vassourinhas estourava numa esquina, nos acordando, na alma, uma alegria guerreira, impossível de explicar agora, tanto tempo e tanta fadiga são passados. Nós íamos, primeiro, às janelas, depois para a rua, até que afinal nos misturávamos ao povo, onde cada rei fantasiado, cada rainha de cetim eram reis do amor e do futuro. O futuro de que faziam parte.

        Não se pode fazer ideia do que era o povo solto nas ruas do Recife, após a declaração irreversível do Carnaval. Ah, de nada serviam suas heranças de submissão, porque o despontar do Carnaval era um grito de alforria. Tão louca e tão bela, aquela dança! Uma verdade maior que as verdades ditas ou escritas saía dos seus quadris, até então bem-comportados.

        Tudo deve estar mudado. O Carnaval do Recife, talvez, não seja, hoje, um desabafo. Talvez não contenha aquele desafio de homens e mulheres, livres de todas as sujeições e esquecidos de Deus. É possível que se tenha transformado numa festa, simplesmente. Talvez seja alegre e isto é sadio. Mas os meus carnavais eram revoltados. Não tenho a menor dúvida de que aquilo que fazia a beleza do Carnaval pernambucano era revolta – revolta e amor – porque só de amor, por amor, se cometem os gestos de rebeldia.

        Não sei de lembrança que me comova tão profundamente. Não sei de vontade igual a esta que estou sentindo, de ser o menino que acordava de madrugada, com as vozes dos metais e as vozes humanas daquele Carnaval liricamente subversivo.

(Antônio Maria. Carnaval antigo... Recife.
https://cronicabrasileira.org.br, 1968. Adaptado)
Considere os trechos:
•  Agora, por que os cantos dos pastoris se chamavam de “jornadas”, não sei. (1º parágrafo)
•  Ah, de nada serviam suas heranças de submissão, porque o despontar do Carnaval era um grito de alforria. (4º parágrafo)

No contexto em que foram empregadas, as palavras destacadas estabelecem, respectivamente, relações de sentido de:
Alternativas
Q3453820 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:

        No Carnaval, minhas calças eram brancas e meus sapatos, de tênis. As camisas, sempre feias, variavam. Lembro-me de uma roxa, que desbotava.

        No Recife, o Carnaval começava no Natal. Ou melhor, não havia Natal no Recife. A 24 de dezembro, os blocos saíam às ruas, com suas orquestras de 30 a 40 metais, seus coros de vozes sofridas, a tocar e a cantar as jornadas mais líricas. Chamavam-se “jornadas” alguns dos cantos carnavalescos do Recife, talvez por influência das jornadas dos pastoris. Agora, por que os cantos dos pastoris se chamavam de “jornadas”, não sei.

        Mas, na noite de 24 de dezembro, quando a gente pensava que seria uma noite silenciosa, o Vassourinhas estourava numa esquina, nos acordando, na alma, uma alegria guerreira, impossível de explicar agora, tanto tempo e tanta fadiga são passados. Nós íamos, primeiro, às janelas, depois para a rua, até que afinal nos misturávamos ao povo, onde cada rei fantasiado, cada rainha de cetim eram reis do amor e do futuro. O futuro de que faziam parte.

        Não se pode fazer ideia do que era o povo solto nas ruas do Recife, após a declaração irreversível do Carnaval. Ah, de nada serviam suas heranças de submissão, porque o despontar do Carnaval era um grito de alforria. Tão louca e tão bela, aquela dança! Uma verdade maior que as verdades ditas ou escritas saía dos seus quadris, até então bem-comportados.

        Tudo deve estar mudado. O Carnaval do Recife, talvez, não seja, hoje, um desabafo. Talvez não contenha aquele desafio de homens e mulheres, livres de todas as sujeições e esquecidos de Deus. É possível que se tenha transformado numa festa, simplesmente. Talvez seja alegre e isto é sadio. Mas os meus carnavais eram revoltados. Não tenho a menor dúvida de que aquilo que fazia a beleza do Carnaval pernambucano era revolta – revolta e amor – porque só de amor, por amor, se cometem os gestos de rebeldia.

        Não sei de lembrança que me comova tão profundamente. Não sei de vontade igual a esta que estou sentindo, de ser o menino que acordava de madrugada, com as vozes dos metais e as vozes humanas daquele Carnaval liricamente subversivo.

(Antônio Maria. Carnaval antigo... Recife.
https://cronicabrasileira.org.br, 1968. Adaptado)
No trecho “Tudo deve estar mudado” (5º parágrafo), considerando o que se afirma nesse parágrafo, a expressão destacada indica
Alternativas
Q3453819 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:

        No Carnaval, minhas calças eram brancas e meus sapatos, de tênis. As camisas, sempre feias, variavam. Lembro-me de uma roxa, que desbotava.

        No Recife, o Carnaval começava no Natal. Ou melhor, não havia Natal no Recife. A 24 de dezembro, os blocos saíam às ruas, com suas orquestras de 30 a 40 metais, seus coros de vozes sofridas, a tocar e a cantar as jornadas mais líricas. Chamavam-se “jornadas” alguns dos cantos carnavalescos do Recife, talvez por influência das jornadas dos pastoris. Agora, por que os cantos dos pastoris se chamavam de “jornadas”, não sei.

        Mas, na noite de 24 de dezembro, quando a gente pensava que seria uma noite silenciosa, o Vassourinhas estourava numa esquina, nos acordando, na alma, uma alegria guerreira, impossível de explicar agora, tanto tempo e tanta fadiga são passados. Nós íamos, primeiro, às janelas, depois para a rua, até que afinal nos misturávamos ao povo, onde cada rei fantasiado, cada rainha de cetim eram reis do amor e do futuro. O futuro de que faziam parte.

        Não se pode fazer ideia do que era o povo solto nas ruas do Recife, após a declaração irreversível do Carnaval. Ah, de nada serviam suas heranças de submissão, porque o despontar do Carnaval era um grito de alforria. Tão louca e tão bela, aquela dança! Uma verdade maior que as verdades ditas ou escritas saía dos seus quadris, até então bem-comportados.

        Tudo deve estar mudado. O Carnaval do Recife, talvez, não seja, hoje, um desabafo. Talvez não contenha aquele desafio de homens e mulheres, livres de todas as sujeições e esquecidos de Deus. É possível que se tenha transformado numa festa, simplesmente. Talvez seja alegre e isto é sadio. Mas os meus carnavais eram revoltados. Não tenho a menor dúvida de que aquilo que fazia a beleza do Carnaval pernambucano era revolta – revolta e amor – porque só de amor, por amor, se cometem os gestos de rebeldia.

        Não sei de lembrança que me comova tão profundamente. Não sei de vontade igual a esta que estou sentindo, de ser o menino que acordava de madrugada, com as vozes dos metais e as vozes humanas daquele Carnaval liricamente subversivo.

(Antônio Maria. Carnaval antigo... Recife.
https://cronicabrasileira.org.br, 1968. Adaptado)
Em relação ao Carnaval pernambucano que conheceu, o autor do texto revela
Alternativas
Q3453818 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:

        No Carnaval, minhas calças eram brancas e meus sapatos, de tênis. As camisas, sempre feias, variavam. Lembro-me de uma roxa, que desbotava.

        No Recife, o Carnaval começava no Natal. Ou melhor, não havia Natal no Recife. A 24 de dezembro, os blocos saíam às ruas, com suas orquestras de 30 a 40 metais, seus coros de vozes sofridas, a tocar e a cantar as jornadas mais líricas. Chamavam-se “jornadas” alguns dos cantos carnavalescos do Recife, talvez por influência das jornadas dos pastoris. Agora, por que os cantos dos pastoris se chamavam de “jornadas”, não sei.

        Mas, na noite de 24 de dezembro, quando a gente pensava que seria uma noite silenciosa, o Vassourinhas estourava numa esquina, nos acordando, na alma, uma alegria guerreira, impossível de explicar agora, tanto tempo e tanta fadiga são passados. Nós íamos, primeiro, às janelas, depois para a rua, até que afinal nos misturávamos ao povo, onde cada rei fantasiado, cada rainha de cetim eram reis do amor e do futuro. O futuro de que faziam parte.

        Não se pode fazer ideia do que era o povo solto nas ruas do Recife, após a declaração irreversível do Carnaval. Ah, de nada serviam suas heranças de submissão, porque o despontar do Carnaval era um grito de alforria. Tão louca e tão bela, aquela dança! Uma verdade maior que as verdades ditas ou escritas saía dos seus quadris, até então bem-comportados.

        Tudo deve estar mudado. O Carnaval do Recife, talvez, não seja, hoje, um desabafo. Talvez não contenha aquele desafio de homens e mulheres, livres de todas as sujeições e esquecidos de Deus. É possível que se tenha transformado numa festa, simplesmente. Talvez seja alegre e isto é sadio. Mas os meus carnavais eram revoltados. Não tenho a menor dúvida de que aquilo que fazia a beleza do Carnaval pernambucano era revolta – revolta e amor – porque só de amor, por amor, se cometem os gestos de rebeldia.

        Não sei de lembrança que me comova tão profundamente. Não sei de vontade igual a esta que estou sentindo, de ser o menino que acordava de madrugada, com as vozes dos metais e as vozes humanas daquele Carnaval liricamente subversivo.

(Antônio Maria. Carnaval antigo... Recife.
https://cronicabrasileira.org.br, 1968. Adaptado)
Para o povo da cidade de Recife, é correto afirmar que o Carnaval significava
Alternativas
Q3453817 Português
Está em conformidade com a norma-padrão de concordância nominal e verbal a frase:
Alternativas
Q3453816 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:


        A Comissão de Direitos Humanos (CDH) debateu o fortalecimento de políticas públicas para a proteção de crianças e adolescentes indígenas. Participantes da audiência pública defenderam, entre outras medidas, a ampliação do acesso à saúde, o combate à violência, o apoio para gestantes, a garantia de segurança alimentar e a preservação dos territórios.

        No debate, o indígena ianomâmi Renato Sanumá falou sobre as dificuldades de combater o abandono e o abuso sexual infantil, além dos desafios de tratamento de crianças com deficiências e problemas neurológicos nas aldeias. Segundo ele, não há como proteger efetivamente as crianças sem medidas de apoio. Ele participou do debate por videoconferência em sua língua nativa – traduzida durante a audiência.

         Representante da Secretaria de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Vanessa Quaresma afirmou que a meta do governo federal é reduzir a mortalidade infantil em 30% até 2027.

        “Nosso grande desafio é impedir a perda de crianças nessa faixa etária menor de cinco anos. Nós não temos perdas acentuadas no período de até um ano, mas sim de um a quatro anos”, destacou Vanessa.

        Ela ressaltou que as dificuldades geográficas são uma das barreiras para acessibilidade dos serviços de saúde nos territórios indígenas. Integrante da etnia curuaia, Vanessa afirmou que uma das estratégias trabalhadas pela secretaria envolve integrar práticas de cuidados da medicina ocidental com as práticas da medicina indígena. Para isso, destacou ser preciso qualificar a força de trabalho, em especial, em relação às questões interculturais.

(Agência Senado. Debatedores defendem fortalecimento de políticas públicas para crianças indígenas. www12.senado.leg.br, 23.05.2024. Adaptado)
O acréscimo de uma vírgula ao trecho manteve a norma-padrão do emprego desse sinal de pontuação em:
Alternativas
Q3453815 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:


        A Comissão de Direitos Humanos (CDH) debateu o fortalecimento de políticas públicas para a proteção de crianças e adolescentes indígenas. Participantes da audiência pública defenderam, entre outras medidas, a ampliação do acesso à saúde, o combate à violência, o apoio para gestantes, a garantia de segurança alimentar e a preservação dos territórios.

        No debate, o indígena ianomâmi Renato Sanumá falou sobre as dificuldades de combater o abandono e o abuso sexual infantil, além dos desafios de tratamento de crianças com deficiências e problemas neurológicos nas aldeias. Segundo ele, não há como proteger efetivamente as crianças sem medidas de apoio. Ele participou do debate por videoconferência em sua língua nativa – traduzida durante a audiência.

         Representante da Secretaria de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Vanessa Quaresma afirmou que a meta do governo federal é reduzir a mortalidade infantil em 30% até 2027.

        “Nosso grande desafio é impedir a perda de crianças nessa faixa etária menor de cinco anos. Nós não temos perdas acentuadas no período de até um ano, mas sim de um a quatro anos”, destacou Vanessa.

        Ela ressaltou que as dificuldades geográficas são uma das barreiras para acessibilidade dos serviços de saúde nos territórios indígenas. Integrante da etnia curuaia, Vanessa afirmou que uma das estratégias trabalhadas pela secretaria envolve integrar práticas de cuidados da medicina ocidental com as práticas da medicina indígena. Para isso, destacou ser preciso qualificar a força de trabalho, em especial, em relação às questões interculturais.

(Agência Senado. Debatedores defendem fortalecimento de políticas públicas para crianças indígenas. www12.senado.leg.br, 23.05.2024. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a palavra destacada pode ser substituída, mantendo-se o sentido do trecho, pela que está entre colchetes, empregada em sentido figurado.
Alternativas
Q3453814 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:


        A Comissão de Direitos Humanos (CDH) debateu o fortalecimento de políticas públicas para a proteção de crianças e adolescentes indígenas. Participantes da audiência pública defenderam, entre outras medidas, a ampliação do acesso à saúde, o combate à violência, o apoio para gestantes, a garantia de segurança alimentar e a preservação dos territórios.

        No debate, o indígena ianomâmi Renato Sanumá falou sobre as dificuldades de combater o abandono e o abuso sexual infantil, além dos desafios de tratamento de crianças com deficiências e problemas neurológicos nas aldeias. Segundo ele, não há como proteger efetivamente as crianças sem medidas de apoio. Ele participou do debate por videoconferência em sua língua nativa – traduzida durante a audiência.

         Representante da Secretaria de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Vanessa Quaresma afirmou que a meta do governo federal é reduzir a mortalidade infantil em 30% até 2027.

        “Nosso grande desafio é impedir a perda de crianças nessa faixa etária menor de cinco anos. Nós não temos perdas acentuadas no período de até um ano, mas sim de um a quatro anos”, destacou Vanessa.

        Ela ressaltou que as dificuldades geográficas são uma das barreiras para acessibilidade dos serviços de saúde nos territórios indígenas. Integrante da etnia curuaia, Vanessa afirmou que uma das estratégias trabalhadas pela secretaria envolve integrar práticas de cuidados da medicina ocidental com as práticas da medicina indígena. Para isso, destacou ser preciso qualificar a força de trabalho, em especial, em relação às questões interculturais.

(Agência Senado. Debatedores defendem fortalecimento de políticas públicas para crianças indígenas. www12.senado.leg.br, 23.05.2024. Adaptado)
Assinale a alternativa correta quanto ao que foi afirmado por Vanessa Quaresma. 
Alternativas
Q3453813 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:


        A Comissão de Direitos Humanos (CDH) debateu o fortalecimento de políticas públicas para a proteção de crianças e adolescentes indígenas. Participantes da audiência pública defenderam, entre outras medidas, a ampliação do acesso à saúde, o combate à violência, o apoio para gestantes, a garantia de segurança alimentar e a preservação dos territórios.

        No debate, o indígena ianomâmi Renato Sanumá falou sobre as dificuldades de combater o abandono e o abuso sexual infantil, além dos desafios de tratamento de crianças com deficiências e problemas neurológicos nas aldeias. Segundo ele, não há como proteger efetivamente as crianças sem medidas de apoio. Ele participou do debate por videoconferência em sua língua nativa – traduzida durante a audiência.

         Representante da Secretaria de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Vanessa Quaresma afirmou que a meta do governo federal é reduzir a mortalidade infantil em 30% até 2027.

        “Nosso grande desafio é impedir a perda de crianças nessa faixa etária menor de cinco anos. Nós não temos perdas acentuadas no período de até um ano, mas sim de um a quatro anos”, destacou Vanessa.

        Ela ressaltou que as dificuldades geográficas são uma das barreiras para acessibilidade dos serviços de saúde nos territórios indígenas. Integrante da etnia curuaia, Vanessa afirmou que uma das estratégias trabalhadas pela secretaria envolve integrar práticas de cuidados da medicina ocidental com as práticas da medicina indígena. Para isso, destacou ser preciso qualificar a força de trabalho, em especial, em relação às questões interculturais.

(Agência Senado. Debatedores defendem fortalecimento de políticas públicas para crianças indígenas. www12.senado.leg.br, 23.05.2024. Adaptado)
Quanto à audiência pública promovida pela Comissão de Direitos Humanos, é correto afirmar que
Alternativas
Q3453812 Português
As obras de arte são essenciais _____ humanidade, pois nos conectam ______ essência da nossa história e cultura. Apesar de algumas delas poderem chegar _____ custar milhões, muitas estão acessíveis ________ quem desejar vê-las nos museus ou mesmo na internet.

As lacunas do texto podem ser preenchidas, correta e respectivamente, por
Alternativas
Q3453703 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.



Trabalho infantil: crianças impedidas em nome da sobrevivência



        O trabalho infantil expõe a desigualdade e a indiferença ao direito de ser criança. “O trabalho infantil impede que crianças desenvolvam, em toda potência, suas habilidades e capacidades em um contexto saudável. Consiste na violação à regra constitucional de prioridade absoluta à garantia dos direitos às crianças e aos adolescentes. As consequências geram efeitos para toda a vida, alimentando o ciclo de pobreza e exclusão social”, ressalta Mariana Zan, advogada do Instituto Alana.



        Segundo relatórios, 160 milhões de crianças e adolescentes vivem atualmente em situação de trabalho infantil no mundo, sendo cerca de 2 milhões de crianças e adolescentes no Brasil. Mais da metade tem entre 5 e 11 anos. Os números reforçam a cultura de que é normal crianças trabalharem para sobreviver. Vê-se que a sociedade ignora o direito à infância. No interior do Pará, encontramos o caso de Vilciney Silva. “Com nove anos, eu ia para a feira vender coxinha de manhã e pamonha à tarde. Nos fins de semana, eu vendia amendoim nas festas. Morava com meus avós e não tinha tempo para brincar nem estudar. A gente tinha que existir e se alimentar”, conta.



        Hoje, pai de três meninos, faz questão de brincar quando estão juntos. Para ele, é o momento de alegria que descobriu já adulto. O trabalho durante a infância não era uma opção. Tinha que fazer. “Eu me questionava se ia conseguir as coisas sem a escola. Mas entre estudar e ter comida, a fome falava mais alto”, diz. Prestes a terminar o curso de licenciatura em Educação do Campo, ele quer seguir os estudos e fazer mestrado. Os sonhos do menino que trabalhava na feira foram adiados por muito tempo. “Percebi a necessidade de estudar e que, para o pobre, as dificuldades sempre acontecem, mas a gente não tem que desistir”, conclui.


(Célia Fernanda Lima. “Trabalho infantil: crianças impedidas em nome da sobrevivência”. Lunetas. 13.06.2022. Adaptado)

Assinale a alternativa em que foi empregado corretamente o sinal indicativo de crase na palavra destacada.
Alternativas
Q3453702 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.



Trabalho infantil: crianças impedidas em nome da sobrevivência



        O trabalho infantil expõe a desigualdade e a indiferença ao direito de ser criança. “O trabalho infantil impede que crianças desenvolvam, em toda potência, suas habilidades e capacidades em um contexto saudável. Consiste na violação à regra constitucional de prioridade absoluta à garantia dos direitos às crianças e aos adolescentes. As consequências geram efeitos para toda a vida, alimentando o ciclo de pobreza e exclusão social”, ressalta Mariana Zan, advogada do Instituto Alana.



        Segundo relatórios, 160 milhões de crianças e adolescentes vivem atualmente em situação de trabalho infantil no mundo, sendo cerca de 2 milhões de crianças e adolescentes no Brasil. Mais da metade tem entre 5 e 11 anos. Os números reforçam a cultura de que é normal crianças trabalharem para sobreviver. Vê-se que a sociedade ignora o direito à infância. No interior do Pará, encontramos o caso de Vilciney Silva. “Com nove anos, eu ia para a feira vender coxinha de manhã e pamonha à tarde. Nos fins de semana, eu vendia amendoim nas festas. Morava com meus avós e não tinha tempo para brincar nem estudar. A gente tinha que existir e se alimentar”, conta.



        Hoje, pai de três meninos, faz questão de brincar quando estão juntos. Para ele, é o momento de alegria que descobriu já adulto. O trabalho durante a infância não era uma opção. Tinha que fazer. “Eu me questionava se ia conseguir as coisas sem a escola. Mas entre estudar e ter comida, a fome falava mais alto”, diz. Prestes a terminar o curso de licenciatura em Educação do Campo, ele quer seguir os estudos e fazer mestrado. Os sonhos do menino que trabalhava na feira foram adiados por muito tempo. “Percebi a necessidade de estudar e que, para o pobre, as dificuldades sempre acontecem, mas a gente não tem que desistir”, conclui.


(Célia Fernanda Lima. “Trabalho infantil: crianças impedidas em nome da sobrevivência”. Lunetas. 13.06.2022. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a frase está reescrita de acordo com a norma-padrão de concordância verbal e nominal.
Alternativas
Q3453701 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.



Trabalho infantil: crianças impedidas em nome da sobrevivência



        O trabalho infantil expõe a desigualdade e a indiferença ao direito de ser criança. “O trabalho infantil impede que crianças desenvolvam, em toda potência, suas habilidades e capacidades em um contexto saudável. Consiste na violação à regra constitucional de prioridade absoluta à garantia dos direitos às crianças e aos adolescentes. As consequências geram efeitos para toda a vida, alimentando o ciclo de pobreza e exclusão social”, ressalta Mariana Zan, advogada do Instituto Alana.



        Segundo relatórios, 160 milhões de crianças e adolescentes vivem atualmente em situação de trabalho infantil no mundo, sendo cerca de 2 milhões de crianças e adolescentes no Brasil. Mais da metade tem entre 5 e 11 anos. Os números reforçam a cultura de que é normal crianças trabalharem para sobreviver. Vê-se que a sociedade ignora o direito à infância. No interior do Pará, encontramos o caso de Vilciney Silva. “Com nove anos, eu ia para a feira vender coxinha de manhã e pamonha à tarde. Nos fins de semana, eu vendia amendoim nas festas. Morava com meus avós e não tinha tempo para brincar nem estudar. A gente tinha que existir e se alimentar”, conta.



        Hoje, pai de três meninos, faz questão de brincar quando estão juntos. Para ele, é o momento de alegria que descobriu já adulto. O trabalho durante a infância não era uma opção. Tinha que fazer. “Eu me questionava se ia conseguir as coisas sem a escola. Mas entre estudar e ter comida, a fome falava mais alto”, diz. Prestes a terminar o curso de licenciatura em Educação do Campo, ele quer seguir os estudos e fazer mestrado. Os sonhos do menino que trabalhava na feira foram adiados por muito tempo. “Percebi a necessidade de estudar e que, para o pobre, as dificuldades sempre acontecem, mas a gente não tem que desistir”, conclui.


(Célia Fernanda Lima. “Trabalho infantil: crianças impedidas em nome da sobrevivência”. Lunetas. 13.06.2022. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a palavra em destaque na frase tem função de adjetivo, ou seja, atribui uma qualidade a outra palavra.
Alternativas
Q3453700 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.



Trabalho infantil: crianças impedidas em nome da sobrevivência



        O trabalho infantil expõe a desigualdade e a indiferença ao direito de ser criança. “O trabalho infantil impede que crianças desenvolvam, em toda potência, suas habilidades e capacidades em um contexto saudável. Consiste na violação à regra constitucional de prioridade absoluta à garantia dos direitos às crianças e aos adolescentes. As consequências geram efeitos para toda a vida, alimentando o ciclo de pobreza e exclusão social”, ressalta Mariana Zan, advogada do Instituto Alana.



        Segundo relatórios, 160 milhões de crianças e adolescentes vivem atualmente em situação de trabalho infantil no mundo, sendo cerca de 2 milhões de crianças e adolescentes no Brasil. Mais da metade tem entre 5 e 11 anos. Os números reforçam a cultura de que é normal crianças trabalharem para sobreviver. Vê-se que a sociedade ignora o direito à infância. No interior do Pará, encontramos o caso de Vilciney Silva. “Com nove anos, eu ia para a feira vender coxinha de manhã e pamonha à tarde. Nos fins de semana, eu vendia amendoim nas festas. Morava com meus avós e não tinha tempo para brincar nem estudar. A gente tinha que existir e se alimentar”, conta.



        Hoje, pai de três meninos, faz questão de brincar quando estão juntos. Para ele, é o momento de alegria que descobriu já adulto. O trabalho durante a infância não era uma opção. Tinha que fazer. “Eu me questionava se ia conseguir as coisas sem a escola. Mas entre estudar e ter comida, a fome falava mais alto”, diz. Prestes a terminar o curso de licenciatura em Educação do Campo, ele quer seguir os estudos e fazer mestrado. Os sonhos do menino que trabalhava na feira foram adiados por muito tempo. “Percebi a necessidade de estudar e que, para o pobre, as dificuldades sempre acontecem, mas a gente não tem que desistir”, conclui.


(Célia Fernanda Lima. “Trabalho infantil: crianças impedidas em nome da sobrevivência”. Lunetas. 13.06.2022. Adaptado)

Substituindo-se a expressão “A gente” por “Nós”, a frase “A gente tinha que existir e se alimentar.” está de acordo com a norma-padrão e com o sentido original em: 
Alternativas
Q3453699 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.



Trabalho infantil: crianças impedidas em nome da sobrevivência



        O trabalho infantil expõe a desigualdade e a indiferença ao direito de ser criança. “O trabalho infantil impede que crianças desenvolvam, em toda potência, suas habilidades e capacidades em um contexto saudável. Consiste na violação à regra constitucional de prioridade absoluta à garantia dos direitos às crianças e aos adolescentes. As consequências geram efeitos para toda a vida, alimentando o ciclo de pobreza e exclusão social”, ressalta Mariana Zan, advogada do Instituto Alana.



        Segundo relatórios, 160 milhões de crianças e adolescentes vivem atualmente em situação de trabalho infantil no mundo, sendo cerca de 2 milhões de crianças e adolescentes no Brasil. Mais da metade tem entre 5 e 11 anos. Os números reforçam a cultura de que é normal crianças trabalharem para sobreviver. Vê-se que a sociedade ignora o direito à infância. No interior do Pará, encontramos o caso de Vilciney Silva. “Com nove anos, eu ia para a feira vender coxinha de manhã e pamonha à tarde. Nos fins de semana, eu vendia amendoim nas festas. Morava com meus avós e não tinha tempo para brincar nem estudar. A gente tinha que existir e se alimentar”, conta.



        Hoje, pai de três meninos, faz questão de brincar quando estão juntos. Para ele, é o momento de alegria que descobriu já adulto. O trabalho durante a infância não era uma opção. Tinha que fazer. “Eu me questionava se ia conseguir as coisas sem a escola. Mas entre estudar e ter comida, a fome falava mais alto”, diz. Prestes a terminar o curso de licenciatura em Educação do Campo, ele quer seguir os estudos e fazer mestrado. Os sonhos do menino que trabalhava na feira foram adiados por muito tempo. “Percebi a necessidade de estudar e que, para o pobre, as dificuldades sempre acontecem, mas a gente não tem que desistir”, conclui.


(Célia Fernanda Lima. “Trabalho infantil: crianças impedidas em nome da sobrevivência”. Lunetas. 13.06.2022. Adaptado)

Leia os trechos a seguir:

“O trabalho infantil impede que crianças desenvolvam...” (1° parágrafo)

Os sonhos do menino que trabalhava na feira foram adiados por muito tempo. (3° parágrafo)

Considerando o sentido com que foram empregados no texto, os termos em destaque têm como sinônimos, respectivamente: 
Alternativas
Respostas
29801: A
29802: C
29803: D
29804: D
29805: B
29806: A
29807: D
29808: B
29809: D
29810: B
29811: C
29812: D
29813: D
29814: E
29815: E
29816: D
29817: C
29818: C
29819: A
29820: C