Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3284297 Português
Identifique em qual das sentenças a seguir a expressão em destaque é uma locução adverbial.
Alternativas
Q3284294 Português
O vocábulo “se” atua como pronome reflexivo apenas em:
Alternativas
Q3284293 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Vista cansada


    Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou. Fugiu enquanto pôde do desespero que o roía – e daquele tiro brutal.

    Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio.

    Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom-dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.

    Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprido o rito, pode ser que também ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.

    Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.


RESENDE, O. L. Vista cansada. Folha de São Paulo. São Paulo, 1992. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/7040/vistacansada>.
Considere as seguintes sentenças, com especial atenção aos pronomes enumerados:

I. Pela primeira vez foi outro escritor quem(1) disse.
II. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo(2) de deprimente.
III. Em 32 anos, nunca o(3) viu.

A classificação do tipo dos pronomes enumerados nas sentenças dadas é, respectivamente:
Alternativas
Q3284292 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Vista cansada


    Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou. Fugiu enquanto pôde do desespero que o roía – e daquele tiro brutal.

    Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio.

    Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom-dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.

    Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprido o rito, pode ser que também ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.

    Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.


RESENDE, O. L. Vista cansada. Folha de São Paulo. São Paulo, 1992. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/7040/vistacansada>.
As colocações pronominais em “Dava-lhe bom-dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência” correspondem, respectivamente, a:
Alternativas
Q3284245 Português
A sentença em que as concordâncias verbal e nominal estão incorretas é:
Alternativas
Q3284241 Português
Leia o texto a seguir para responder às questão.


Vista cansada


    Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou. Fugiu enquanto pôde do desespero que o roía – e daquele tiro brutal.

    Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio. 

    Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.

    Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprido o rito, pode ser que também ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.

    Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.


RESENDE, O. L. Vista cansada. Folha de São Paulo. São Paulo, 1992. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/7040/vistacansada>.
Considere o seguinte excerto:

“Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe.”

A reescrita correta do trecho, substituindo a oração subordinada adverbial condicional por uma oração de valor concessivo, é:
Alternativas
Q3284240 Português
Leia o texto a seguir para responder às questão.


Vista cansada


    Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou. Fugiu enquanto pôde do desespero que o roía – e daquele tiro brutal.

    Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio. 

    Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.

    Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprido o rito, pode ser que também ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.

    Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.


RESENDE, O. L. Vista cansada. Folha de São Paulo. São Paulo, 1992. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/7040/vistacansada>.
Considere o trecho a seguir para responder à questão.

“O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem.”

Uma das figuras de linguagem por meio da qual se constroem os sentidos no trecho apresentado é:
Alternativas
Q3284239 Português
Leia o texto a seguir para responder às questão.


Vista cansada


    Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou. Fugiu enquanto pôde do desespero que o roía – e daquele tiro brutal.

    Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio. 

    Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.

    Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprido o rito, pode ser que também ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.

    Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.


RESENDE, O. L. Vista cansada. Folha de São Paulo. São Paulo, 1992. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/7040/vistacansada>.
Considere o trecho a seguir para responder à questão.
“O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem.”

Ao fazer tal afirmação, o narrador do texto se refere:
Alternativas
Q3283822 Português

Para responder à questão, considere o Texto II a seguir.


Q16_20.png (748×516)


Fonte: G1. Redes sociais, perigos e distorção da realidade. Disponível em: <https://g1.globo.com/pr/parana/especial-publicitario/colegio-positivo/

para-um-futuro-positivo/noticia/2021/11/18/redes-sociais-perigos-e-distorcao-da-realidade.ghtml>. Acesso em: 25 nov. 2024. (Adaptado)

O prefixo latino “in”, que está presente na palavra “inevitavelmente” (ℓ. 21), possui significado de negação e tem o mesmo significado que o prefixo “in” em
Alternativas
Q3283820 Português

Para responder à questão, considere o Texto II a seguir.


Q16_20.png (748×516)


Fonte: G1. Redes sociais, perigos e distorção da realidade. Disponível em: <https://g1.globo.com/pr/parana/especial-publicitario/colegio-positivo/

para-um-futuro-positivo/noticia/2021/11/18/redes-sociais-perigos-e-distorcao-da-realidade.ghtml>. Acesso em: 25 nov. 2024. (Adaptado)

Assinale a alternativa em que o processo de formação de palavras é equivalente ao das palavras “facilidade” (ℓ. 07), “hiperexposição” (ℓ. 13) e “sobrevivência” (ℓ. 20), respectivamente.
Alternativas
Q3283819 Português

Para responder à questão, considere o Texto II a seguir.


Q16_20.png (748×516)


Fonte: G1. Redes sociais, perigos e distorção da realidade. Disponível em: <https://g1.globo.com/pr/parana/especial-publicitario/colegio-positivo/

para-um-futuro-positivo/noticia/2021/11/18/redes-sociais-perigos-e-distorcao-da-realidade.ghtml>. Acesso em: 25 nov. 2024. (Adaptado)

Com relação ao emprego dos sinais de pontuação no texto, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) em cada afirmativa a seguir.

( ) No trecho “Este mundo tecnológico em que vivemos promove constantemente mudanças no jeito humano de se relacionar, e as redes sociais são fruto (...)” (ℓ. 03-04), a vírgula foi empregada para separar orações com sujeitos diferentes.
( ) No trecho “(...) diz Maísa Pannuti, especialista em Psicologia do Centro de Inovação Pedagógica, Pesquisa e Desenvolvimento (CIPP) do Grupo Positivo.” (ℓ. 10-11), a vígula antes da palavra “especialista” indica início do aposto.
( ) No trecho “Nesse sentido, as redes sociais tornaram-se uma nova realidade (...)” (ℓ. 12), a vírgula foi empregada para indicar deslocamento do adjunto adverbial.

A sequência correta é
Alternativas
Q3283818 Português

Para responder à questão, considere o Texto II a seguir.


Q16_20.png (748×516)


Fonte: G1. Redes sociais, perigos e distorção da realidade. Disponível em: <https://g1.globo.com/pr/parana/especial-publicitario/colegio-positivo/

para-um-futuro-positivo/noticia/2021/11/18/redes-sociais-perigos-e-distorcao-da-realidade.ghtml>. Acesso em: 25 nov. 2024. (Adaptado)

Com base no texto e observando a classe gramatical das palavras destacadas, considere as afirmativas a seguir.

I  →  No trecho “Este mundo tecnológico em que vivemos promove (...)” (ℓ. 03), a palavra “que” é um pronome relativo.
II  →  No trecho “(...) os adolescentes, e até mesmo as crianças, passam a acreditar que o mundo das telas (...)” (ℓ. 08-09), a palavra “que” é um pronome relativo.
III  →  No trecho “(...) tornam não apenas reais, mas cruciais.” (ℓ. 19-20), a palavra “mas” é uma conjunção coordenada adversativa. 
IV  →  No trecho “(...) não é bem-vindo no mundo digital, embora esses sejam aspectos intrínsecos (...)” (ℓ. 24-25), a substituição da conjunção “embora” pela locução conjuntiva “posto que” mantém o sentido original. 

Estão corretas
Alternativas
Q3283816 Português

Para responder à questão, considere o Texto I a seguir. 



Q11_15.png (368×453)



Fonte: SECRETARIA DA SAÚDE DO ESTADO DO CEARÁ.

Um olhar para dentro: uso desenfreado de redes sociais afeta

saúde mental e desgasta relações fora das telas. Disponível em:

<https://www.saude.ce.gov.br/2023/01/27/um-olhar-para-dentrouso-desenfreado-de-redes-sociais-afeta-saude-mental-e-desgastarelacoes-fora-das-telas/>. Acesso em: 22 nov. 2024. (Adaptado)

No trecho “(...) movimento dedicado à construção e ao debate de temáticas sobre saúde mental.” (ℓ. 20-22), o termo destacado exerce a mesma função sintática que o termo destacado em
Alternativas
Q3283815 Português

Para responder à questão, considere o Texto I a seguir. 



Q11_15.png (368×453)



Fonte: SECRETARIA DA SAÚDE DO ESTADO DO CEARÁ.

Um olhar para dentro: uso desenfreado de redes sociais afeta

saúde mental e desgasta relações fora das telas. Disponível em:

<https://www.saude.ce.gov.br/2023/01/27/um-olhar-para-dentrouso-desenfreado-de-redes-sociais-afeta-saude-mental-e-desgastarelacoes-fora-das-telas/>. Acesso em: 22 nov. 2024. (Adaptado)

Considerando a expressão “acerca dos” (ℓ. 15), é correto afirmar que
Alternativas
Q3283806 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


01 Itinerários formativos impactaram negativamente a educação pública no Brasil


Fernando Cássio explica por que a implementação da mudança afetou de maneira desigual escolas públicas e particulares


Q1_5.png (365×517)
Q1_5_.png (368×301)
Q1_5__.png (366×485)
Q1_5___.png (365×260)


Fonte: PEROSSI, J. Itinerários formativos impactaram
negativamente a educação pública no Brasil. Jornal da USP,
11 nov. 2024. Disponível em: <https://jornal.usp.br/radio-usp/
itinerarios-formativos-impactaram-negativamente-educacaopublica-no-brasil/>. Acesso em: 13 nov. 2024. (Adaptado)
Com relação à construção sintática de passagens do texto, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) em cada afirmativa a seguir.

( ) No subtítulo, a escrita correta de “por que” (ℓ. 02) deveria ser “porque”, uma vez que introduz uma explicação.
( ) Na oração “a evasão escolar está mais relacionada [...] às dificuldades sociais ao redor da escola” (ℓ. 41-43), conforme as regras que orientam o uso da crase, é também aceita a construção “a dificuldades”.
( ) No trecho “O problema é que, na prática, não há condições materiais para instaurar todos os itinerários de maneira plena nas escolas públicas” (ℓ. 66-69), há a ocorrência de uma oração subordinada substantiva predicativa.

A sequência correta é
Alternativas
Q3283804 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


01 Itinerários formativos impactaram negativamente a educação pública no Brasil


Fernando Cássio explica por que a implementação da mudança afetou de maneira desigual escolas públicas e particulares


Q1_5.png (365×517)
Q1_5_.png (368×301)
Q1_5__.png (366×485)
Q1_5___.png (365×260)


Fonte: PEROSSI, J. Itinerários formativos impactaram
negativamente a educação pública no Brasil. Jornal da USP,
11 nov. 2024. Disponível em: <https://jornal.usp.br/radio-usp/
itinerarios-formativos-impactaram-negativamente-educacaopublica-no-brasil/>. Acesso em: 13 nov. 2024. (Adaptado)
Conforme a norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta no que diz respeito ao emprego das vozes verbais.
Alternativas
Q3283792 Português
Leia um pensamento do grandioso Oscar Wild para responder a questão.

“A escola deveria ser o lugar mais bonito de cada cidade ou vila - tão bonita que a punição para crianças indisciplinadas deveria ser o impedimento de ir à escola no dia seguinte.”

Oscar Wilde
“(...) deveria ser o impedimento de ir à escola no dia seguinte.” Nesse trecho houve o emprego do acento indicador de crase (acento grave). Das alternativas a seguir, aquela em que o emprego desse acento negligencia a norma culta da língua, é: 
Alternativas
Q3283790 Português
Nas redações oficiais, deve-se preocupar com o emprego daquelas palavras que geram dúvida de grafia devido terem pronúncia e/ou grafia idênticas ou semelhantes. São os casos dos homógrafos, homófonos, homônimos perfeitos ou parônimos. Dos pares de frases a seguir, e no indicativo das palavras destacadas, ASSINALE a alternativa em que há a presença de paronímias.
Alternativas
Q3283789 Português
De acordo com a gramática normativa, e o que é ratificado no Manual Oficial de Redação, o sujeito da oração não pode ser preposicionado. Ele pode ter complemento, mas não ser complemento. O emprego inadequado desse tipo de construção ocorre como no exemplo em:
Alternativas
Q3283788 Português
LEIA a linguagem verbal da charge I:

Imagem associada para resolução da questão

O vocábulo que está como uma interpelação, um chamamento ou vocativo é:
Alternativas
Respostas
29581: C
29582: D
29583: C
29584: E
29585: A
29586: D
29587: B
29588: A
29589: A
29590: D
29591: E
29592: C
29593: E
29594: E
29595: D
29596: B
29597: C
29598: C
29599: B
29600: A