Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Ano: 2025 Banca: FCC Órgão: DPE-SP Prova: FCC - 2025 - DPE-SP - Analista de Defensoria |
Q3304046 Português

    Medo do futuro 2: a ascensão da inteligência artificial

     

    A ciência que poderia desafiar a morte combina tecnologias digitais aliadas à inteligência artificial e à engenharia genética

         

        "O homem é um deus em ruínas", escreveu o americano Ralph Waldo Emerson no século 19. Desde que nossos antepassados distantes contemplaram, pela primeira vez, a dimensão divina, vivemos uma divisão profunda entre o nosso lado animal e o nosso lado capaz de imaginar o eterno.

         

        Essa natureza dual entre o animal e o semidivino, o mortal e o imortal, é nossa característica mais marcante, tema de grandes livros e pensamentos filosóficos. Hoje é, também, tema que inspira várias pesquisas científicas, da engenharia genética à inteligência artificial. Será que a ciência vai ser capaz de transformar o ser humano a ponto de redefinir nossa relação com a morte?

         

        Duzentos anos atrás, Mary Shelley publicava "Frankenstein", um romance gótico que continua sendo tão relevante hoje quanto foi no início do século 19. A ideia de que a ciência pode vencer a morte é pelo menos tão antiga quanto os alquimistas. No caso de Shelley, a ciência de ponta da época era o uso de correntes elétricas para estimular o movimento muscular, relação descoberta por Luigi Galvani e Alessandro Volta.

         

        Hoje, a ciência de ponta que poderia desafiar a morte combina tecnologias digitais aliadas à inteligência artificial (IA) com a engenharia genética. Dos vários temas correlatos, discuto aqui a IA e se devemos ou não nos preocupar com esse tipo de tecnologia. Não que esteja prestes a desafiar a morte, longe disso. Mas seu impacto no mundo em que vivemos e no futuro da espécie humana deve ser considerado com cuidado, e quanto antes melhor.

         

        O mundo depende fundamentalmente dos computadores. Carros, redes elétricas, aeroportos, trens, o sistema bancário, eleitoral, hospitais, as atividades individuais e profissionais do leitor, nada escapa. Paralelamente a essa dependência crescente, os computadores estão ficando mais espertos, dominando o mundo um pouco mais a cada dia. Com isso, passam a controlar tarefas cada vez mais complexas, tomando o lugar dos humanos.

         

        Das cirurgias de alta precisão e diagnósticos médicos à automação de fábricas e linhas de produção, da exploração e tratamento de minérios em minas ou águas profundas ou em ambientes altamente radioativos até tomadas de decisão no mercado de capitais, nada parece escapar das máquinas digitais. Em breve, com veículos autônomos, será a vez dos caminhoneiros, dos motoristas de ônibus escolares, dos motoristas de táxi, dos maquinistas, criando um vácuo perigoso no mercado de trabalho, afetando milhões de pessoas, que precisariam ser retreinadas.

         

        Por enquanto, ao menos, a tecnologia digital está se apoderando do mundo porque nós assim queremos. A questão, e temor de muitos, é se isso pode mudar. Se as tecnologias de IA tornarem-se autônomas, capazes de se programar e de ter intenções próprias, poderiam efetivamente controlar o mundo. Este é o argumento do filósofo Nick Bostrom, em seu livro "Superinteligência", da cruzada anti-IA do bilionário Elon Musk e do medo do físico Stephen Hawking, dentre outros.

         

        Um dos problemas dessa conversa é como definir inteligência. Existe a IA do futuro, aquela que vemos nos filmes e livros de ficção científica, e a do presente, que está muito longe dela. A gente vê o acrônimo IA por toda a parte, algoritmos de aprendizado de máquinas, redes neurais, programas que vão aprimorando sua eficiência por si mesmos, computadores que ganham de mestres mundiais de xadrez e de Go.

         

        Esse tipo de aplicação presente de IA não ameaça o futuro da espécie humana. Por enquanto, refletem a inteligência de seus programadores que, no fim das contas, se Nem aos interesses de suas empresas, tentando ganhar nossa atenção e dinheiro. Níveis atuais de IA (que não chamaria de IA) cumprem funções especificadas por seus programadores. Não têm autonomia ou intenção própria.

         

        Esta situação pode mudar? É aqui que começa o problema. Não sabemos a resposta; não sabemos se uma máquina pode desenvolver autonomia e autoconsciência. As IA de hoje estão muito, muito longe do famoso Hall, o computador no filme (e livro) "2001: Uma Odisseia no Espaço", que resolveu matar todos os humanos na espaçonave por não julgá-los competentes para contatar alienígenas superinteligentes.

         

        Por outro lado, avançar cegamente com a pesquisa em IA "porque podemos" me parece profundamente irresponsável. Muito antes de construirmos uma máquina de fato inteligente, se isso é realmente possível, a IA de menor porte causará sérios problemas sociais, redefinindo o mercado de trabalho e o tipo de habilidades e perícias que serão relevantes no futuro. Isso já está, aliás, acontecendo. Portanto, antes de nos preocuparmos com os primos do Hall dominando o mundo, deveríamos estar criando salvaguardas com a função de garantir que as máquinas que criamos estão aqui para servir a humanidade, e não para destruí-la aos poucos.


        (Adaptado de: GLEISER, Marcelo. "Medo do futuro 2: a ascensão da inteligência artificial". Disponível em:

        <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2018/>Publicado em: 28 de out. de 2018. Acesso

        em: 10 de mar. de 2025)

        Em relação a inteligência artificial, é correto afirmar que o autor
        Alternativas
        Ano: 2025 Banca: FCC Órgão: DPE-SP Prova: FCC - 2025 - DPE-SP - Analista de Defensoria |
        Q3304045 Português

          Medo do futuro 2: a ascensão da inteligência artificial

           

          A ciência que poderia desafiar a morte combina tecnologias digitais aliadas à inteligência artificial e à engenharia genética

               

              "O homem é um deus em ruínas", escreveu o americano Ralph Waldo Emerson no século 19. Desde que nossos antepassados distantes contemplaram, pela primeira vez, a dimensão divina, vivemos uma divisão profunda entre o nosso lado animal e o nosso lado capaz de imaginar o eterno.

               

              Essa natureza dual entre o animal e o semidivino, o mortal e o imortal, é nossa característica mais marcante, tema de grandes livros e pensamentos filosóficos. Hoje é, também, tema que inspira várias pesquisas científicas, da engenharia genética à inteligência artificial. Será que a ciência vai ser capaz de transformar o ser humano a ponto de redefinir nossa relação com a morte?

               

              Duzentos anos atrás, Mary Shelley publicava "Frankenstein", um romance gótico que continua sendo tão relevante hoje quanto foi no início do século 19. A ideia de que a ciência pode vencer a morte é pelo menos tão antiga quanto os alquimistas. No caso de Shelley, a ciência de ponta da época era o uso de correntes elétricas para estimular o movimento muscular, relação descoberta por Luigi Galvani e Alessandro Volta.

               

              Hoje, a ciência de ponta que poderia desafiar a morte combina tecnologias digitais aliadas à inteligência artificial (IA) com a engenharia genética. Dos vários temas correlatos, discuto aqui a IA e se devemos ou não nos preocupar com esse tipo de tecnologia. Não que esteja prestes a desafiar a morte, longe disso. Mas seu impacto no mundo em que vivemos e no futuro da espécie humana deve ser considerado com cuidado, e quanto antes melhor.

               

              O mundo depende fundamentalmente dos computadores. Carros, redes elétricas, aeroportos, trens, o sistema bancário, eleitoral, hospitais, as atividades individuais e profissionais do leitor, nada escapa. Paralelamente a essa dependência crescente, os computadores estão ficando mais espertos, dominando o mundo um pouco mais a cada dia. Com isso, passam a controlar tarefas cada vez mais complexas, tomando o lugar dos humanos.

               

              Das cirurgias de alta precisão e diagnósticos médicos à automação de fábricas e linhas de produção, da exploração e tratamento de minérios em minas ou águas profundas ou em ambientes altamente radioativos até tomadas de decisão no mercado de capitais, nada parece escapar das máquinas digitais. Em breve, com veículos autônomos, será a vez dos caminhoneiros, dos motoristas de ônibus escolares, dos motoristas de táxi, dos maquinistas, criando um vácuo perigoso no mercado de trabalho, afetando milhões de pessoas, que precisariam ser retreinadas.

               

              Por enquanto, ao menos, a tecnologia digital está se apoderando do mundo porque nós assim queremos. A questão, e temor de muitos, é se isso pode mudar. Se as tecnologias de IA tornarem-se autônomas, capazes de se programar e de ter intenções próprias, poderiam efetivamente controlar o mundo. Este é o argumento do filósofo Nick Bostrom, em seu livro "Superinteligência", da cruzada anti-IA do bilionário Elon Musk e do medo do físico Stephen Hawking, dentre outros.

               

              Um dos problemas dessa conversa é como definir inteligência. Existe a IA do futuro, aquela que vemos nos filmes e livros de ficção científica, e a do presente, que está muito longe dela. A gente vê o acrônimo IA por toda a parte, algoritmos de aprendizado de máquinas, redes neurais, programas que vão aprimorando sua eficiência por si mesmos, computadores que ganham de mestres mundiais de xadrez e de Go.

               

              Esse tipo de aplicação presente de IA não ameaça o futuro da espécie humana. Por enquanto, refletem a inteligência de seus programadores que, no fim das contas, se Nem aos interesses de suas empresas, tentando ganhar nossa atenção e dinheiro. Níveis atuais de IA (que não chamaria de IA) cumprem funções especificadas por seus programadores. Não têm autonomia ou intenção própria.

               

              Esta situação pode mudar? É aqui que começa o problema. Não sabemos a resposta; não sabemos se uma máquina pode desenvolver autonomia e autoconsciência. As IA de hoje estão muito, muito longe do famoso Hall, o computador no filme (e livro) "2001: Uma Odisseia no Espaço", que resolveu matar todos os humanos na espaçonave por não julgá-los competentes para contatar alienígenas superinteligentes.

               

              Por outro lado, avançar cegamente com a pesquisa em IA "porque podemos" me parece profundamente irresponsável. Muito antes de construirmos uma máquina de fato inteligente, se isso é realmente possível, a IA de menor porte causará sérios problemas sociais, redefinindo o mercado de trabalho e o tipo de habilidades e perícias que serão relevantes no futuro. Isso já está, aliás, acontecendo. Portanto, antes de nos preocuparmos com os primos do Hall dominando o mundo, deveríamos estar criando salvaguardas com a função de garantir que as máquinas que criamos estão aqui para servir a humanidade, e não para destruí-la aos poucos.


              (Adaptado de: GLEISER, Marcelo. "Medo do futuro 2: a ascensão da inteligência artificial". Disponível em:

              <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2018/>Publicado em: 28 de out. de 2018. Acesso

              em: 10 de mar. de 2025)

              Sobre o texto de Gleiser, é correto afirmar que o autor
              Alternativas
              Ano: 2025 Banca: FCC Órgão: DPE-SP Prova: FCC - 2025 - DPE-SP - Analista de Defensoria |
              Q3304044 Português

                Medo do futuro 2: a ascensão da inteligência artificial

                 

                A ciência que poderia desafiar a morte combina tecnologias digitais aliadas à inteligência artificial e à engenharia genética

                     

                    "O homem é um deus em ruínas", escreveu o americano Ralph Waldo Emerson no século 19. Desde que nossos antepassados distantes contemplaram, pela primeira vez, a dimensão divina, vivemos uma divisão profunda entre o nosso lado animal e o nosso lado capaz de imaginar o eterno.

                     

                    Essa natureza dual entre o animal e o semidivino, o mortal e o imortal, é nossa característica mais marcante, tema de grandes livros e pensamentos filosóficos. Hoje é, também, tema que inspira várias pesquisas científicas, da engenharia genética à inteligência artificial. Será que a ciência vai ser capaz de transformar o ser humano a ponto de redefinir nossa relação com a morte?

                     

                    Duzentos anos atrás, Mary Shelley publicava "Frankenstein", um romance gótico que continua sendo tão relevante hoje quanto foi no início do século 19. A ideia de que a ciência pode vencer a morte é pelo menos tão antiga quanto os alquimistas. No caso de Shelley, a ciência de ponta da época era o uso de correntes elétricas para estimular o movimento muscular, relação descoberta por Luigi Galvani e Alessandro Volta.

                     

                    Hoje, a ciência de ponta que poderia desafiar a morte combina tecnologias digitais aliadas à inteligência artificial (IA) com a engenharia genética. Dos vários temas correlatos, discuto aqui a IA e se devemos ou não nos preocupar com esse tipo de tecnologia. Não que esteja prestes a desafiar a morte, longe disso. Mas seu impacto no mundo em que vivemos e no futuro da espécie humana deve ser considerado com cuidado, e quanto antes melhor.

                     

                    O mundo depende fundamentalmente dos computadores. Carros, redes elétricas, aeroportos, trens, o sistema bancário, eleitoral, hospitais, as atividades individuais e profissionais do leitor, nada escapa. Paralelamente a essa dependência crescente, os computadores estão ficando mais espertos, dominando o mundo um pouco mais a cada dia. Com isso, passam a controlar tarefas cada vez mais complexas, tomando o lugar dos humanos.

                     

                    Das cirurgias de alta precisão e diagnósticos médicos à automação de fábricas e linhas de produção, da exploração e tratamento de minérios em minas ou águas profundas ou em ambientes altamente radioativos até tomadas de decisão no mercado de capitais, nada parece escapar das máquinas digitais. Em breve, com veículos autônomos, será a vez dos caminhoneiros, dos motoristas de ônibus escolares, dos motoristas de táxi, dos maquinistas, criando um vácuo perigoso no mercado de trabalho, afetando milhões de pessoas, que precisariam ser retreinadas.

                     

                    Por enquanto, ao menos, a tecnologia digital está se apoderando do mundo porque nós assim queremos. A questão, e temor de muitos, é se isso pode mudar. Se as tecnologias de IA tornarem-se autônomas, capazes de se programar e de ter intenções próprias, poderiam efetivamente controlar o mundo. Este é o argumento do filósofo Nick Bostrom, em seu livro "Superinteligência", da cruzada anti-IA do bilionário Elon Musk e do medo do físico Stephen Hawking, dentre outros.

                     

                    Um dos problemas dessa conversa é como definir inteligência. Existe a IA do futuro, aquela que vemos nos filmes e livros de ficção científica, e a do presente, que está muito longe dela. A gente vê o acrônimo IA por toda a parte, algoritmos de aprendizado de máquinas, redes neurais, programas que vão aprimorando sua eficiência por si mesmos, computadores que ganham de mestres mundiais de xadrez e de Go.

                     

                    Esse tipo de aplicação presente de IA não ameaça o futuro da espécie humana. Por enquanto, refletem a inteligência de seus programadores que, no fim das contas, se Nem aos interesses de suas empresas, tentando ganhar nossa atenção e dinheiro. Níveis atuais de IA (que não chamaria de IA) cumprem funções especificadas por seus programadores. Não têm autonomia ou intenção própria.

                     

                    Esta situação pode mudar? É aqui que começa o problema. Não sabemos a resposta; não sabemos se uma máquina pode desenvolver autonomia e autoconsciência. As IA de hoje estão muito, muito longe do famoso Hall, o computador no filme (e livro) "2001: Uma Odisseia no Espaço", que resolveu matar todos os humanos na espaçonave por não julgá-los competentes para contatar alienígenas superinteligentes.

                     

                    Por outro lado, avançar cegamente com a pesquisa em IA "porque podemos" me parece profundamente irresponsável. Muito antes de construirmos uma máquina de fato inteligente, se isso é realmente possível, a IA de menor porte causará sérios problemas sociais, redefinindo o mercado de trabalho e o tipo de habilidades e perícias que serão relevantes no futuro. Isso já está, aliás, acontecendo. Portanto, antes de nos preocuparmos com os primos do Hall dominando o mundo, deveríamos estar criando salvaguardas com a função de garantir que as máquinas que criamos estão aqui para servir a humanidade, e não para destruí-la aos poucos.


                    (Adaptado de: GLEISER, Marcelo. "Medo do futuro 2: a ascensão da inteligência artificial". Disponível em:

                    <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2018/>Publicado em: 28 de out. de 2018. Acesso

                    em: 10 de mar. de 2025)

                    Depreende-se da leitura do texto que a citação "O homem é um deus em ruínas" é usada por Marcelo Gleiser para mostrar que,
                    Alternativas
                    Q3303903 Português
                    Na frase: "Os alunos resolveram rapidamente o problema. " Assinale a opção, abaixo, corretamente, que apresenta a função sintática da palavra "rapidamente".
                    Alternativas
                    Q3303902 Português
                    Ao analisar um texto argumentativo, o professor destaca a presença de estratégias que garantem a progressão temática. Marque a opção abaixo que descreve corretamente um recurso que assegura essa progressão.
                    Alternativas
                    Q3303901 Português
                    Na construção de sentido de um texto narrativo, o elemento essencial que garante a coerência é:
                    Alternativas
                    Q3303900 Português
                    Ao ensinar o sistema fonológico e sua relação com o sistema ortográfico, assinale a opção em que a estratégia pedagógica é mais eficaz para ajudar os alunos a compreenderem a relação entre fonemas e grafemas.
                    Alternativas
                    Q3303899 Português
                    De acordo com a relação das orações, podemos formar períodos compostos por coordenação e subordinação. Segundo a classificação do período composto por coordenação, classifique as frases e marque o item correto respectivamente:

                    I. Pedro não só estuda, mas também trabalha.
                    II. João não falta as aulas de matemática. Entretanto, não aprende.
                    III. Pôs a cuia no chão, escorou-a com pedras, matou a sede da família. 
                    Alternativas
                    Q3303898 Português
                    TEXTO III

                    A análise sintática é o estudo da função de cada termo de uma oração. Um termo, ou palavra, pode ser classificado de forma diferente de acordo com a função que desempenha na oração. Assim, é preciso entender o papel de cada um deles para fazer a sua análise sintática.
                    Os termos da oração são classificados em: essenciais (quando a estrutura da oração é feita em torno desses termos), integrantes (quando completam o sentido de outros termos presentes na oração) e acessórios (quando a sua remoção não prejudica o sentido da oração).
                    Fonte: https://www.todamateria.com.br/analise-sintatica/

                    A respeito da sintaxe, analise as afirmativas de acordo com a norma culta da língua portuguesa:

                    I - Frase é todo enunciado de sentido completo. Portanto, organiza-se ao redor de um verbo.
                    II - Oração, obrigatoriamente, organiza-se ao redor de um verbo ou locução verbal. Sendo assim, toda oração tem sentido completo.
                    III - Período é constituído por uma ou mais orações. 
                    IV - Todo período é uma frase, porém nem toda frase é um período.

                    Podemos afirmar que os itens corretos são:
                    Alternativas
                    Q3303892 Português
                    Leia o texto abaixo:

                    "Escrever é um ato de coragem, uma tentativa de organizar o caos das ideias e dar forma aos pensamentos mais profundos. Muitas vezes, a produção textual é um reflexo do que vivemos e do que observamos no mundo à nossa volta. Nesse processo, o escritor precisa escolher suas palavras com cuidado, buscando sempre a clareza e a autenticidade."

                    Baseado no texto, analise as afirmativas abaixo e marque a correta: 
                    Alternativas
                    Q3303891 Português
                    Leia o trecho a seguir:
                    "A leitura é uma prática essencial para o desenvolvimento pessoal, pois amplia o vocabulário, estimula a criatividade e promove o pensamento crítico."

                    Com base no trecho, assinale a alternativa que apresenta o propósito principal do texto:
                    Alternativas
                    Q3303890 Português
                    Analise a pontuação do seguinte período:
                    "O escritor, após uma longa pausa em sua produção, publicou um romance que foi muito bem recebido pela crítica."

                    Com base na pontuação, é correto afirmar:
                    Alternativas
                    Q3303889 Português
                    A relação entre fonologia e ortografia é essencial para a aprendizagem da escrita. Sobre essa relação, assinale a alternativa correta:
                    Alternativas
                    Q3303533 Português
                    No trecho abaixo, assinale a alternativa que justifica corretamente o uso da pontuação:
                    "Os alunos, que estudaram bastante, foram bem na prova." 
                    Alternativas
                    Q3303532 Português
                    No trecho abaixo:
                    "A música é dedicada à princesa dos meus sonhos." Observe o uso do acento indicativo de crase em "à princesa".

                    Assinale a alternativa correta sobre o uso da crase:
                    Alternativas
                    Q3303528 Português
                    Leia e responda a Questão baseada no Texto 02.

                    Texto 02

                    IAIÁ NO SEU JARDIM – CRÔNICA DE RACHEL DE QUEIROZ

                    01 A janela de Iaiá dava para um pequeno jardim. Um pé de laranjeira, um pé
                    02 de malva-rosa. Cobrindo a cerca alta, um jasmineiro todo estrelado de flores.
                    03 Uma roseira de cacho. Touceiras de manjericão ao pé da parede; e, bem
                    04 defronte à janela, na sua forquilha de três braços, a panela de barro com o
                    05 craveiro — desses cravos brancos pequenos, apertados, de coração rosado
                    06 e tão cheiroso que “de noite, com a janela trancada, o perfume passava 
                    07 pela telha-vã e chegava até a rede onde Iaiá dormia.”
                    08 Aquele jardim fechado, minúsculo, cheiroso e fresco, era talvez a coisa única
                    09 que Iaiá podia chamar de seu, no mundo inteiro. Na casa-grande, invadida
                    10 pela criançada rumorosa, pela mãe dominadora, pelas cunhãs da cozinha,
                    11 se o quarto do oratório era o refúgio da avó — o pequeno jardim era o
                    12 oratório de Iaiá. A família pensava que Iaiá adorava plantas —, aquela
                    13 menina é louca por um pé de flor! Mas o que a moça adorava mesmo era a
                    14 intimidade, o silêncio, o ar fechado e secreto daquele quadrado sombrio,
                    15 entre a cerca e a parede — onde podia proibir a entrada até das crianças,
                    16 sob o pretexto fácil de que iriam fazer malinação.(...)


                    Fonte: Portal do Conto Brasileiro Contos, crônicas e poesias de autores brasileiros https://contobrasileiro.com.br/iaia-noseu-jardim-cronica-de-rachel-de-queiroz/
                    No trecho das linhas (06 e 07) “...de noite, com a janela trancada, o perfume passava pela telha-vã e chegava até a rede onde Iaiá dormia”, o uso do detalhe do perfume no ambiente tem como objetivo:
                    Alternativas
                    Q3303527 Português
                    Leia e responda a Questão baseada no Texto 02.

                    Texto 02

                    IAIÁ NO SEU JARDIM – CRÔNICA DE RACHEL DE QUEIROZ

                    01 A janela de Iaiá dava para um pequeno jardim. Um pé de laranjeira, um pé
                    02 de malva-rosa. Cobrindo a cerca alta, um jasmineiro todo estrelado de flores.
                    03 Uma roseira de cacho. Touceiras de manjericão ao pé da parede; e, bem
                    04 defronte à janela, na sua forquilha de três braços, a panela de barro com o
                    05 craveiro — desses cravos brancos pequenos, apertados, de coração rosado
                    06 e tão cheiroso que “de noite, com a janela trancada, o perfume passava 
                    07 pela telha-vã e chegava até a rede onde Iaiá dormia.”
                    08 Aquele jardim fechado, minúsculo, cheiroso e fresco, era talvez a coisa única
                    09 que Iaiá podia chamar de seu, no mundo inteiro. Na casa-grande, invadida
                    10 pela criançada rumorosa, pela mãe dominadora, pelas cunhãs da cozinha,
                    11 se o quarto do oratório era o refúgio da avó — o pequeno jardim era o
                    12 oratório de Iaiá. A família pensava que Iaiá adorava plantas —, aquela
                    13 menina é louca por um pé de flor! Mas o que a moça adorava mesmo era a
                    14 intimidade, o silêncio, o ar fechado e secreto daquele quadrado sombrio,
                    15 entre a cerca e a parede — onde podia proibir a entrada até das crianças,
                    16 sob o pretexto fácil de que iriam fazer malinação.(...)


                    Fonte: Portal do Conto Brasileiro Contos, crônicas e poesias de autores brasileiros https://contobrasileiro.com.br/iaia-noseu-jardim-cronica-de-rachel-de-queiroz/
                    Assinale o item abaixo que apresenta o principal significado simbólico atribuído ao jardim de Iaiá no texto.
                    Alternativas
                    Respostas
                    28761: A
                    28762: B
                    28763: C
                    28764: C
                    28765: B
                    28766: A
                    28767: B
                    28768: A
                    28769: D
                    28770: C
                    28771: B
                    28772: D
                    28773: C
                    28774: B
                    28775: A
                    28776: B
                    28777: A
                    28778: A
                    28779: B
                    28780: C