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Q3515402 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Sereias
     Na porta principal da catedral de Puni, Simón de Astro entalhará na pedra duas sereias.
    Embora as sereias simbolizem o pecado, o artista não esculpirá monstros. O artista criará duas formosas moças índias que alegremente tocarão o charango*, e amarão sem sombra de culpa. Elas serão as sereias andinas, Quesintuu e Umantuu, que em tempos antigos brotaram nas águas do lago Titicaca para amar o deus Tunupa, deus aimará do fogo e do raio, que ao passar deixou uma fieira de vulcões.
(Eduardo Galeano, Mulheres)

*Charango: instrumento andino de cordas.
O trecho destacado em “Embora as sereias simbolizem o pecado, o artista não esculpirá monstros.” (2⁠º parágrafo) está reescrito preservando o sentido da passagem em:
Alternativas
Q3515401 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Sereias
     Na porta principal da catedral de Puni, Simón de Astro entalhará na pedra duas sereias.
    Embora as sereias simbolizem o pecado, o artista não esculpirá monstros. O artista criará duas formosas moças índias que alegremente tocarão o charango*, e amarão sem sombra de culpa. Elas serão as sereias andinas, Quesintuu e Umantuu, que em tempos antigos brotaram nas águas do lago Titicaca para amar o deus Tunupa, deus aimará do fogo e do raio, que ao passar deixou uma fieira de vulcões.
(Eduardo Galeano, Mulheres)

*Charango: instrumento andino de cordas.
É correto afirmar que, no relato, caracteriza-se um contraste entre
Alternativas
Q3515263 Português
Foi redigida em conformidade com a norma-padrão de regência a frase:
Alternativas
Q3515262 Português
Leia o texto para responder à questão.

Ilha Brasil
    Por mais de 500 anos, quando o conhecimento sobre a geografia do planeta ainda engatinhava, chegou a ser comum em mapas da Europa a presença de uma ilha misteriosa próxima à costa da Irlanda que, depois se descobriria, nunca existiu de fato. Navegadores europeus que se lançaram ao Atlântico antes e depois da chegada às Américas vasculharam o oceano à sua procura, na esperança de encontrar nela um paraíso terrestre. A crença vinha do folclore celta, que descreveu o lugar como um destino de saúde e alegria abundantes, onde a juventude era eterna.
    A ilha se chamava Brasil.
    Ela apareceu pela primeira vez na cartografia em um mapa-múndi medieval confeccionado por volta de 1280. A partir daí, voltou a ser retratada em pelo menos outros 121 mapas, até 1873, conforme a pesquisa feita pelo jornalista Geraldo Cantarino, autor de Uma Ilha Chamada Brasil: o Paraíso Irlandês no Passado Brasileiro.
    A história milenar do mito e suas diferentes manifestações levaram alguns autores a argumentar que a ilha também teria influenciado o batismo do país que hoje compartilha o nome com ela — o Brasil, no caso. A versão repetida nas escolas e nos livros didáticos é a de que o país foi assim batizado por conta da árvore de madeira vermelha explorada por Portugal nos primeiros anos de colonização, o pau-brasil.
    Roger Casement, um diplomata britânico que no início do século 20 foi cônsul em Santos (SP), em Belém (PA) e no Rio de Janeiro, chegou a apresentar um artigo que intitulou Irish Origins of Brazil [Origens irlandesas do Brasil], em que defendia que, “por mais estranho que possa parecer, o Brasil deve o seu nome não à abundância de um certo pau-de-tinta, mas à Irlanda”. Casement argumentava que o nome Brasil habitou o imaginário dos europeus séculos antes da colonização das Américas, que continuava vivo na época em que eles se lançaram ao Atlântico, como mostram os mapas e as histórias da época, que haviam inclusive inspirado muitas viagens marítimas.

(Camilla Veras Mota. Ilha Brasil: por que Irlanda tem uma terra mítica com o
nome do nosso país. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/
articles/cg72dvjjdz3o. Acesso em 30/04/2025)
A forma verbal destacada expressa incerteza no seguinte trecho:
Alternativas
Q3515261 Português
Leia o texto para responder à questão.

Ilha Brasil
    Por mais de 500 anos, quando o conhecimento sobre a geografia do planeta ainda engatinhava, chegou a ser comum em mapas da Europa a presença de uma ilha misteriosa próxima à costa da Irlanda que, depois se descobriria, nunca existiu de fato. Navegadores europeus que se lançaram ao Atlântico antes e depois da chegada às Américas vasculharam o oceano à sua procura, na esperança de encontrar nela um paraíso terrestre. A crença vinha do folclore celta, que descreveu o lugar como um destino de saúde e alegria abundantes, onde a juventude era eterna.
    A ilha se chamava Brasil.
    Ela apareceu pela primeira vez na cartografia em um mapa-múndi medieval confeccionado por volta de 1280. A partir daí, voltou a ser retratada em pelo menos outros 121 mapas, até 1873, conforme a pesquisa feita pelo jornalista Geraldo Cantarino, autor de Uma Ilha Chamada Brasil: o Paraíso Irlandês no Passado Brasileiro.
    A história milenar do mito e suas diferentes manifestações levaram alguns autores a argumentar que a ilha também teria influenciado o batismo do país que hoje compartilha o nome com ela — o Brasil, no caso. A versão repetida nas escolas e nos livros didáticos é a de que o país foi assim batizado por conta da árvore de madeira vermelha explorada por Portugal nos primeiros anos de colonização, o pau-brasil.
    Roger Casement, um diplomata britânico que no início do século 20 foi cônsul em Santos (SP), em Belém (PA) e no Rio de Janeiro, chegou a apresentar um artigo que intitulou Irish Origins of Brazil [Origens irlandesas do Brasil], em que defendia que, “por mais estranho que possa parecer, o Brasil deve o seu nome não à abundância de um certo pau-de-tinta, mas à Irlanda”. Casement argumentava que o nome Brasil habitou o imaginário dos europeus séculos antes da colonização das Américas, que continuava vivo na época em que eles se lançaram ao Atlântico, como mostram os mapas e as histórias da época, que haviam inclusive inspirado muitas viagens marítimas.

(Camilla Veras Mota. Ilha Brasil: por que Irlanda tem uma terra mítica com o
nome do nosso país. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/
articles/cg72dvjjdz3o. Acesso em 30/04/2025)
Assinale a alternativa em que a frase redigida a partir do texto está em conformidade com a norma-padrão de concordância.
Alternativas
Q3515260 Português
Leia o texto para responder à questão.

Ilha Brasil
    Por mais de 500 anos, quando o conhecimento sobre a geografia do planeta ainda engatinhava, chegou a ser comum em mapas da Europa a presença de uma ilha misteriosa próxima à costa da Irlanda que, depois se descobriria, nunca existiu de fato. Navegadores europeus que se lançaram ao Atlântico antes e depois da chegada às Américas vasculharam o oceano à sua procura, na esperança de encontrar nela um paraíso terrestre. A crença vinha do folclore celta, que descreveu o lugar como um destino de saúde e alegria abundantes, onde a juventude era eterna.
    A ilha se chamava Brasil.
    Ela apareceu pela primeira vez na cartografia em um mapa-múndi medieval confeccionado por volta de 1280. A partir daí, voltou a ser retratada em pelo menos outros 121 mapas, até 1873, conforme a pesquisa feita pelo jornalista Geraldo Cantarino, autor de Uma Ilha Chamada Brasil: o Paraíso Irlandês no Passado Brasileiro.
    A história milenar do mito e suas diferentes manifestações levaram alguns autores a argumentar que a ilha também teria influenciado o batismo do país que hoje compartilha o nome com ela — o Brasil, no caso. A versão repetida nas escolas e nos livros didáticos é a de que o país foi assim batizado por conta da árvore de madeira vermelha explorada por Portugal nos primeiros anos de colonização, o pau-brasil.
    Roger Casement, um diplomata britânico que no início do século 20 foi cônsul em Santos (SP), em Belém (PA) e no Rio de Janeiro, chegou a apresentar um artigo que intitulou Irish Origins of Brazil [Origens irlandesas do Brasil], em que defendia que, “por mais estranho que possa parecer, o Brasil deve o seu nome não à abundância de um certo pau-de-tinta, mas à Irlanda”. Casement argumentava que o nome Brasil habitou o imaginário dos europeus séculos antes da colonização das Américas, que continuava vivo na época em que eles se lançaram ao Atlântico, como mostram os mapas e as histórias da época, que haviam inclusive inspirado muitas viagens marítimas.

(Camilla Veras Mota. Ilha Brasil: por que Irlanda tem uma terra mítica com o
nome do nosso país. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/
articles/cg72dvjjdz3o. Acesso em 30/04/2025)
Considere o trecho:
•  A versão repetida nas escolas e nos livros didáticos é a de que o país foi assim batizado por conta da árvore de madeira vermelha explorada por Portugal nos primeiros anos de colonização, o pau-brasil. (4⁠º parágrafo)
As palavras destacadas introduzem, correta e respectivamente, sentidos de
Alternativas
Q3515259 Português
Leia o texto para responder à questão.

Ilha Brasil
    Por mais de 500 anos, quando o conhecimento sobre a geografia do planeta ainda engatinhava, chegou a ser comum em mapas da Europa a presença de uma ilha misteriosa próxima à costa da Irlanda que, depois se descobriria, nunca existiu de fato. Navegadores europeus que se lançaram ao Atlântico antes e depois da chegada às Américas vasculharam o oceano à sua procura, na esperança de encontrar nela um paraíso terrestre. A crença vinha do folclore celta, que descreveu o lugar como um destino de saúde e alegria abundantes, onde a juventude era eterna.
    A ilha se chamava Brasil.
    Ela apareceu pela primeira vez na cartografia em um mapa-múndi medieval confeccionado por volta de 1280. A partir daí, voltou a ser retratada em pelo menos outros 121 mapas, até 1873, conforme a pesquisa feita pelo jornalista Geraldo Cantarino, autor de Uma Ilha Chamada Brasil: o Paraíso Irlandês no Passado Brasileiro.
    A história milenar do mito e suas diferentes manifestações levaram alguns autores a argumentar que a ilha também teria influenciado o batismo do país que hoje compartilha o nome com ela — o Brasil, no caso. A versão repetida nas escolas e nos livros didáticos é a de que o país foi assim batizado por conta da árvore de madeira vermelha explorada por Portugal nos primeiros anos de colonização, o pau-brasil.
    Roger Casement, um diplomata britânico que no início do século 20 foi cônsul em Santos (SP), em Belém (PA) e no Rio de Janeiro, chegou a apresentar um artigo que intitulou Irish Origins of Brazil [Origens irlandesas do Brasil], em que defendia que, “por mais estranho que possa parecer, o Brasil deve o seu nome não à abundância de um certo pau-de-tinta, mas à Irlanda”. Casement argumentava que o nome Brasil habitou o imaginário dos europeus séculos antes da colonização das Américas, que continuava vivo na época em que eles se lançaram ao Atlântico, como mostram os mapas e as histórias da época, que haviam inclusive inspirado muitas viagens marítimas.

(Camilla Veras Mota. Ilha Brasil: por que Irlanda tem uma terra mítica com o
nome do nosso país. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/
articles/cg72dvjjdz3o. Acesso em 30/04/2025)
A palavra destacada pode ser substituída por aquela(s) entre colchetes, em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, na frase:
Alternativas
Q3515258 Português
Leia o texto para responder à questão.

Ilha Brasil
    Por mais de 500 anos, quando o conhecimento sobre a geografia do planeta ainda engatinhava, chegou a ser comum em mapas da Europa a presença de uma ilha misteriosa próxima à costa da Irlanda que, depois se descobriria, nunca existiu de fato. Navegadores europeus que se lançaram ao Atlântico antes e depois da chegada às Américas vasculharam o oceano à sua procura, na esperança de encontrar nela um paraíso terrestre. A crença vinha do folclore celta, que descreveu o lugar como um destino de saúde e alegria abundantes, onde a juventude era eterna.
    A ilha se chamava Brasil.
    Ela apareceu pela primeira vez na cartografia em um mapa-múndi medieval confeccionado por volta de 1280. A partir daí, voltou a ser retratada em pelo menos outros 121 mapas, até 1873, conforme a pesquisa feita pelo jornalista Geraldo Cantarino, autor de Uma Ilha Chamada Brasil: o Paraíso Irlandês no Passado Brasileiro.
    A história milenar do mito e suas diferentes manifestações levaram alguns autores a argumentar que a ilha também teria influenciado o batismo do país que hoje compartilha o nome com ela — o Brasil, no caso. A versão repetida nas escolas e nos livros didáticos é a de que o país foi assim batizado por conta da árvore de madeira vermelha explorada por Portugal nos primeiros anos de colonização, o pau-brasil.
    Roger Casement, um diplomata britânico que no início do século 20 foi cônsul em Santos (SP), em Belém (PA) e no Rio de Janeiro, chegou a apresentar um artigo que intitulou Irish Origins of Brazil [Origens irlandesas do Brasil], em que defendia que, “por mais estranho que possa parecer, o Brasil deve o seu nome não à abundância de um certo pau-de-tinta, mas à Irlanda”. Casement argumentava que o nome Brasil habitou o imaginário dos europeus séculos antes da colonização das Américas, que continuava vivo na época em que eles se lançaram ao Atlântico, como mostram os mapas e as histórias da época, que haviam inclusive inspirado muitas viagens marítimas.

(Camilla Veras Mota. Ilha Brasil: por que Irlanda tem uma terra mítica com o
nome do nosso país. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/
articles/cg72dvjjdz3o. Acesso em 30/04/2025)
Há palavra ou expressão empregada em sentido figurado na frase:
Alternativas
Q3515257 Português
Leia o texto para responder à questão.

Ilha Brasil
    Por mais de 500 anos, quando o conhecimento sobre a geografia do planeta ainda engatinhava, chegou a ser comum em mapas da Europa a presença de uma ilha misteriosa próxima à costa da Irlanda que, depois se descobriria, nunca existiu de fato. Navegadores europeus que se lançaram ao Atlântico antes e depois da chegada às Américas vasculharam o oceano à sua procura, na esperança de encontrar nela um paraíso terrestre. A crença vinha do folclore celta, que descreveu o lugar como um destino de saúde e alegria abundantes, onde a juventude era eterna.
    A ilha se chamava Brasil.
    Ela apareceu pela primeira vez na cartografia em um mapa-múndi medieval confeccionado por volta de 1280. A partir daí, voltou a ser retratada em pelo menos outros 121 mapas, até 1873, conforme a pesquisa feita pelo jornalista Geraldo Cantarino, autor de Uma Ilha Chamada Brasil: o Paraíso Irlandês no Passado Brasileiro.
    A história milenar do mito e suas diferentes manifestações levaram alguns autores a argumentar que a ilha também teria influenciado o batismo do país que hoje compartilha o nome com ela — o Brasil, no caso. A versão repetida nas escolas e nos livros didáticos é a de que o país foi assim batizado por conta da árvore de madeira vermelha explorada por Portugal nos primeiros anos de colonização, o pau-brasil.
    Roger Casement, um diplomata britânico que no início do século 20 foi cônsul em Santos (SP), em Belém (PA) e no Rio de Janeiro, chegou a apresentar um artigo que intitulou Irish Origins of Brazil [Origens irlandesas do Brasil], em que defendia que, “por mais estranho que possa parecer, o Brasil deve o seu nome não à abundância de um certo pau-de-tinta, mas à Irlanda”. Casement argumentava que o nome Brasil habitou o imaginário dos europeus séculos antes da colonização das Américas, que continuava vivo na época em que eles se lançaram ao Atlântico, como mostram os mapas e as histórias da época, que haviam inclusive inspirado muitas viagens marítimas.

(Camilla Veras Mota. Ilha Brasil: por que Irlanda tem uma terra mítica com o
nome do nosso país. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/
articles/cg72dvjjdz3o. Acesso em 30/04/2025)
Em relação ao nome do Brasil, é correto afirmar, com base no texto, que
Alternativas
Q3515256 Português
Leia o texto para responder à questão.

Ilha Brasil
    Por mais de 500 anos, quando o conhecimento sobre a geografia do planeta ainda engatinhava, chegou a ser comum em mapas da Europa a presença de uma ilha misteriosa próxima à costa da Irlanda que, depois se descobriria, nunca existiu de fato. Navegadores europeus que se lançaram ao Atlântico antes e depois da chegada às Américas vasculharam o oceano à sua procura, na esperança de encontrar nela um paraíso terrestre. A crença vinha do folclore celta, que descreveu o lugar como um destino de saúde e alegria abundantes, onde a juventude era eterna.
    A ilha se chamava Brasil.
    Ela apareceu pela primeira vez na cartografia em um mapa-múndi medieval confeccionado por volta de 1280. A partir daí, voltou a ser retratada em pelo menos outros 121 mapas, até 1873, conforme a pesquisa feita pelo jornalista Geraldo Cantarino, autor de Uma Ilha Chamada Brasil: o Paraíso Irlandês no Passado Brasileiro.
    A história milenar do mito e suas diferentes manifestações levaram alguns autores a argumentar que a ilha também teria influenciado o batismo do país que hoje compartilha o nome com ela — o Brasil, no caso. A versão repetida nas escolas e nos livros didáticos é a de que o país foi assim batizado por conta da árvore de madeira vermelha explorada por Portugal nos primeiros anos de colonização, o pau-brasil.
    Roger Casement, um diplomata britânico que no início do século 20 foi cônsul em Santos (SP), em Belém (PA) e no Rio de Janeiro, chegou a apresentar um artigo que intitulou Irish Origins of Brazil [Origens irlandesas do Brasil], em que defendia que, “por mais estranho que possa parecer, o Brasil deve o seu nome não à abundância de um certo pau-de-tinta, mas à Irlanda”. Casement argumentava que o nome Brasil habitou o imaginário dos europeus séculos antes da colonização das Américas, que continuava vivo na época em que eles se lançaram ao Atlântico, como mostram os mapas e as histórias da época, que haviam inclusive inspirado muitas viagens marítimas.

(Camilla Veras Mota. Ilha Brasil: por que Irlanda tem uma terra mítica com o
nome do nosso país. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/
articles/cg72dvjjdz3o. Acesso em 30/04/2025)
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que a presença da Ilha Brasil em mapas da Europa
Alternativas
Q3515255 Português
Considere os versos:
•  Não seja ingrato e dê flores aos que ama. •  O medo e o impulso elétrico que gera a vida...
Os trechos destacados podem ser reescritos, respectivamente e em conformidade com a norma-padrão de regência e emprego do acento indicativo de crase, como:
Alternativas
Q3515254 Português

Leia o texto para responder à questão.


                                Conselhos


Escuta aqui meu filho

não se deve perder um dia de sol

nem se apressar quando bate um vento Cruviana

nem sair do carro antes daquela música bonita acabar.

Jamais, entende?

A não ser que esteja prestes a beijar uma pessoa.

Pessoas são sempre uma grande experiência

todas elas têm no coração um lugar chamado sinoatrial

que gera impulsos elétricos.

Não há explicação. Simplesmente pulsa.

Então respeite porque toda pessoa é também um milagre

e há pessoas bicho, planta, serra.

Ouça todas

sinta os dias tranquilos

veja as flores com atenção

elas fazem um árduo trabalho de decoração.

Não seja ingrato e dê flores aos que ama.

E não esqueça

tudo é corrente, tudo é rio.

Tudo muda todos os dias, meu bem.

A dor e o sofrimento residem no apego.

Deixe a correnteza levar

e não pense ser possível vencer o medo para sempre.

O medo e o impulso elétrico que gera a vida

estão entrelaçados.


(Vanessa Brandão. Conselhos. Disponível em:

https://www.elasescrevem.org/conselhos/.

Acesso em 26/04/2025. Adaptado)

Foi reescrito em conformidade com a norma-padrão de colocação pronominal o verso:
Alternativas
Q3515253 Português

Leia o texto para responder à questão.


                                Conselhos


Escuta aqui meu filho

não se deve perder um dia de sol

nem se apressar quando bate um vento Cruviana

nem sair do carro antes daquela música bonita acabar.

Jamais, entende?

A não ser que esteja prestes a beijar uma pessoa.

Pessoas são sempre uma grande experiência

todas elas têm no coração um lugar chamado sinoatrial

que gera impulsos elétricos.

Não há explicação. Simplesmente pulsa.

Então respeite porque toda pessoa é também um milagre

e há pessoas bicho, planta, serra.

Ouça todas

sinta os dias tranquilos

veja as flores com atenção

elas fazem um árduo trabalho de decoração.

Não seja ingrato e dê flores aos que ama.

E não esqueça

tudo é corrente, tudo é rio.

Tudo muda todos os dias, meu bem.

A dor e o sofrimento residem no apego.

Deixe a correnteza levar

e não pense ser possível vencer o medo para sempre.

O medo e o impulso elétrico que gera a vida

estão entrelaçados.


(Vanessa Brandão. Conselhos. Disponível em:

https://www.elasescrevem.org/conselhos/.

Acesso em 26/04/2025. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a reescrita de um verso está de acordo com a norma-padrão de emprego dos sinais de pontuação.
Alternativas
Q3515252 Português

Leia o texto para responder à questão.


                                Conselhos


Escuta aqui meu filho

não se deve perder um dia de sol

nem se apressar quando bate um vento Cruviana

nem sair do carro antes daquela música bonita acabar.

Jamais, entende?

A não ser que esteja prestes a beijar uma pessoa.

Pessoas são sempre uma grande experiência

todas elas têm no coração um lugar chamado sinoatrial

que gera impulsos elétricos.

Não há explicação. Simplesmente pulsa.

Então respeite porque toda pessoa é também um milagre

e há pessoas bicho, planta, serra.

Ouça todas

sinta os dias tranquilos

veja as flores com atenção

elas fazem um árduo trabalho de decoração.

Não seja ingrato e dê flores aos que ama.

E não esqueça

tudo é corrente, tudo é rio.

Tudo muda todos os dias, meu bem.

A dor e o sofrimento residem no apego.

Deixe a correnteza levar

e não pense ser possível vencer o medo para sempre.

O medo e o impulso elétrico que gera a vida

estão entrelaçados.


(Vanessa Brandão. Conselhos. Disponível em:

https://www.elasescrevem.org/conselhos/.

Acesso em 26/04/2025. Adaptado)

Considere os versos:
•  Pessoas são sempre uma grande experiência / todas elas têm no coração um lugar chamado sinoatrial
Assinale a alternativa que apresenta uma conjunção que pode ligar os dois versos, mantendo a relação de sentido original.
Alternativas
Q3515251 Português

Leia o texto para responder à questão.


                                Conselhos


Escuta aqui meu filho

não se deve perder um dia de sol

nem se apressar quando bate um vento Cruviana

nem sair do carro antes daquela música bonita acabar.

Jamais, entende?

A não ser que esteja prestes a beijar uma pessoa.

Pessoas são sempre uma grande experiência

todas elas têm no coração um lugar chamado sinoatrial

que gera impulsos elétricos.

Não há explicação. Simplesmente pulsa.

Então respeite porque toda pessoa é também um milagre

e há pessoas bicho, planta, serra.

Ouça todas

sinta os dias tranquilos

veja as flores com atenção

elas fazem um árduo trabalho de decoração.

Não seja ingrato e dê flores aos que ama.

E não esqueça

tudo é corrente, tudo é rio.

Tudo muda todos os dias, meu bem.

A dor e o sofrimento residem no apego.

Deixe a correnteza levar

e não pense ser possível vencer o medo para sempre.

O medo e o impulso elétrico que gera a vida

estão entrelaçados.


(Vanessa Brandão. Conselhos. Disponível em:

https://www.elasescrevem.org/conselhos/.

Acesso em 26/04/2025. Adaptado)

A partir da leitura do poema, é correto afirmar que o eu lírico
Alternativas
Q3515250 Português

Leia a tira para responder à questão.


(Quino. Toda Mafalda. São Paulo: Martins Fontes, 2008)

Em “Se é uma questão de títulos, eu sou sua filha”, a palavra destacada pode expressar 
Alternativas
Q3513252 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Inteligência Artificial

Em recente declaração ao veículo CNN Money, o presidente da Dell no Brasil, Diego Puerta, enfatizou a necessidade de se assegurar a universalização do acesso às tecnologias de inteligência artificial (IA), em consonância com os princípios da inclusão digital e do desenvolvimento equitativo.

Segundo o dirigente, a Dell reconhece a IA como instrumento estratégico essencial à promoção do crescimento econômico sustentável, da inovação contínua e da elevação da qualidade dos serviços públicos e privados. "A Dell compreende a tecnologia como um vetor essencial de fomento ao desenvolvimento e de ampliação do impacto social e econômico da transformação digital", asseverou.

O executivo pontuou, ainda, que a premissa institucional da Dell repousa na convicção de que os avanços tecnológicos devem ser utilizados como mecanismos propulsores do progresso humano, sendo a IA, neste contexto, um fator de aceleração desse processo.

"A inteligência artificial será capaz de impulsionar esse avanço com ainda maior celeridade e abrangência", afirmou.

Puerta também salientou a imperatividade de assegurar o caráter acessível e inclusivo da IA, de modo a garantir que seu impacto se estenda de forma ampla à coletividade. "É imprescindível que viabilizemos o acesso democrático à IA, ampliando o número de indivíduos potencialmente beneficiados por suas funcionalidades e aplicações", concluiu.

A manifestação do representante da Dell alinha-se com a tendência global de valorização da equidade tecnológica, destacando a responsabilidade das corporações multinacionais no sentido de promover a disseminação ética, segura e inclusiva das inovações disruptivas.

Fonte: CNN Brasil (disponível em: www.cnnbrasil.com.br - texto adaptado). 
Baseado nas informações do texto "Inteligência Artificial", qual é a posição institucional da Dell quanto à acessibilidade da inteligência artificial?
Alternativas
Q3513248 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Inteligência Artificial

Em recente declaração ao veículo CNN Money, o presidente da Dell no Brasil, Diego Puerta, enfatizou a necessidade de se assegurar a universalização do acesso às tecnologias de inteligência artificial (IA), em consonância com os princípios da inclusão digital e do desenvolvimento equitativo.

Segundo o dirigente, a Dell reconhece a IA como instrumento estratégico essencial à promoção do crescimento econômico sustentável, da inovação contínua e da elevação da qualidade dos serviços públicos e privados. "A Dell compreende a tecnologia como um vetor essencial de fomento ao desenvolvimento e de ampliação do impacto social e econômico da transformação digital", asseverou.

O executivo pontuou, ainda, que a premissa institucional da Dell repousa na convicção de que os avanços tecnológicos devem ser utilizados como mecanismos propulsores do progresso humano, sendo a IA, neste contexto, um fator de aceleração desse processo.

"A inteligência artificial será capaz de impulsionar esse avanço com ainda maior celeridade e abrangência", afirmou.

Puerta também salientou a imperatividade de assegurar o caráter acessível e inclusivo da IA, de modo a garantir que seu impacto se estenda de forma ampla à coletividade. "É imprescindível que viabilizemos o acesso democrático à IA, ampliando o número de indivíduos potencialmente beneficiados por suas funcionalidades e aplicações", concluiu.

A manifestação do representante da Dell alinha-se com a tendência global de valorização da equidade tecnológica, destacando a responsabilidade das corporações multinacionais no sentido de promover a disseminação ética, segura e inclusiva das inovações disruptivas.

Fonte: CNN Brasil (disponível em: www.cnnbrasil.com.br - texto adaptado). 
De acordo com o texto "Inteligência Artificial", qual seria uma das responsabilidades das grandes corporações no contexto da IA?
Alternativas
Q3513247 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Inteligência Artificial

Em recente declaração ao veículo CNN Money, o presidente da Dell no Brasil, Diego Puerta, enfatizou a necessidade de se assegurar a universalização do acesso às tecnologias de inteligência artificial (IA), em consonância com os princípios da inclusão digital e do desenvolvimento equitativo.

Segundo o dirigente, a Dell reconhece a IA como instrumento estratégico essencial à promoção do crescimento econômico sustentável, da inovação contínua e da elevação da qualidade dos serviços públicos e privados. "A Dell compreende a tecnologia como um vetor essencial de fomento ao desenvolvimento e de ampliação do impacto social e econômico da transformação digital", asseverou.

O executivo pontuou, ainda, que a premissa institucional da Dell repousa na convicção de que os avanços tecnológicos devem ser utilizados como mecanismos propulsores do progresso humano, sendo a IA, neste contexto, um fator de aceleração desse processo.

"A inteligência artificial será capaz de impulsionar esse avanço com ainda maior celeridade e abrangência", afirmou.

Puerta também salientou a imperatividade de assegurar o caráter acessível e inclusivo da IA, de modo a garantir que seu impacto se estenda de forma ampla à coletividade. "É imprescindível que viabilizemos o acesso democrático à IA, ampliando o número de indivíduos potencialmente beneficiados por suas funcionalidades e aplicações", concluiu.

A manifestação do representante da Dell alinha-se com a tendência global de valorização da equidade tecnológica, destacando a responsabilidade das corporações multinacionais no sentido de promover a disseminação ética, segura e inclusiva das inovações disruptivas.

Fonte: CNN Brasil (disponível em: www.cnnbrasil.com.br - texto adaptado). 
A partir das declarações do presidente da Dell Brasil, Diego Puerta, presentes no texto "Inteligência Artificial", é possível inferir que a posição institucional da empresa acerca da inteligência artificial (IA): 
Alternativas
Q3513215 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Inteligência Artificial

Em recente declaração ao veículo CNN Money, o presidente da Dell no Brasil, Diego Puerta, enfatizou a necessidade de se assegurar a universalização do acesso às tecnologias de inteligência artificial (IA), em consonância com os princípios da inclusão digital e do desenvolvimento equitativo.

Segundo o dirigente, a Dell reconhece a IA como instrumento estratégico essencial à promoção do crescimento econômico sustentável, da inovação contínua e da elevação da qualidade dos serviços públicos e privados. "A Dell compreende a tecnologia como um vetor essencial de fomento ao desenvolvimento e de ampliação do impacto social e econômico da transformação digital", asseverou.

O executivo pontuou, ainda, que a premissa institucional da Dell repousa na convicção de que os avanços tecnológicos devem ser utilizados como mecanismos propulsores do progresso humano, sendo a IA, neste contexto, um fator de aceleração desse processo.

"A inteligência artificial será capaz de impulsionar esse avanço com ainda maior celeridade e abrangência", afirmou.

Puerta também salientou a imperatividade de assegurar o caráter acessível e inclusivo da IA, de modo a garantir que seu impacto se estenda de forma ampla à coletividade. "É imprescindível que viabilizemos o acesso democrático à IA, ampliando o número de indivíduos potencialmente beneficiados por suas funcionalidades e aplicações", concluiu.

A manifestação do representante da Dell alinha-se com a tendência global de valorização da equidade tecnológica, destacando a responsabilidade das corporações multinacionais no sentido de promover a disseminação ética, segura e inclusiva das inovações disruptivas.

Fonte: CNN Brasil (disponível em: www.cnnbrasil.com.br - texto adaptado).
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão acentuadas corretamente, de acordo com a norma padrão da Língua Portuguesa: 
Alternativas
Respostas
28641: B
28642: D
28643: E
28644: E
28645: C
28646: D
28647: B
28648: A
28649: C
28650: E
28651: A
28652: D
28653: A
28654: D
28655: C
28656: B
28657: A
28658: D
28659: D
28660: B