Questões de Concurso Comentadas sobre português

Foram encontradas 196.637 questões

Q3527306 Português
A inclusão da Internet na educação e a cibercultura


    O uso da Internet na escola é uma exigência da cibercultura, ou seja, do novo ambiente comunicacional e cultural que surge com a interconexão mundial de computadores em forte expansão no início do século XXI. Trata-se de um novo espaço de sociabilidade, organização, informação, conhecimento e educação.

    A educação do cidadão não pode estar alheia ao novo contexto socioeconômico e tecnológico, cuja característica geral não se encontra mais na centralidade da produção fabril ou da mídia de massa, mas na informação digitalizada como nova infraestrutura básica e como novo modo de produção.

    Cada vez mais, produz-se informação on-line socialmente partilhada. O número de pessoas cujo trabalho é informar on-line cresce continuamente, e cada vez mais pessoas dependem da informação on-line para trabalhar e viver. A economia baseia-se na informação on-line. Entidades financeiras, bolsas de valores, empresas nacionais e multinacionais dependem dos novos sistemas de informação on-line e progridem, ou não, à medida que os absorvem e desenvolvem. A informação on-line penetra a sociedade como uma rede capilar e, ao mesmo tempo, como infraestrutura básica. A educação on-line ganha adesão nesse contexto, oferecendo flexibilidade e interatividade, características próprias da Internet.

    Se a escola não inclui a Internet na educação das novas gerações, está na contramão da história, alheia ao espírito do tempo. Por outro lado, estar on-line não significa estar incluído na cibercultura. Não basta apenas indicar um site para promover essa inclusão.

    Assim, mesmo com a Internet presente na escola, a educação pode continuar sendo o que sempre foi: uma mera distribuição de conteúdos empacotados para assimilação e repetição, sem realmente incorporar as dinâmicas interativas e colaborativas da cibercultura.


Fonte: Portal Ministério da Educação. Adaptado.
Considerar a frase “cada vez mais pessoas dependem da informação on-line”. Assinalar a alternativa cujo verbo exige o mesmo tipo de complemento que o sublinhado.
Alternativas
Q3527305 Português
A inclusão da Internet na educação e a cibercultura


    O uso da Internet na escola é uma exigência da cibercultura, ou seja, do novo ambiente comunicacional e cultural que surge com a interconexão mundial de computadores em forte expansão no início do século XXI. Trata-se de um novo espaço de sociabilidade, organização, informação, conhecimento e educação.

    A educação do cidadão não pode estar alheia ao novo contexto socioeconômico e tecnológico, cuja característica geral não se encontra mais na centralidade da produção fabril ou da mídia de massa, mas na informação digitalizada como nova infraestrutura básica e como novo modo de produção.

    Cada vez mais, produz-se informação on-line socialmente partilhada. O número de pessoas cujo trabalho é informar on-line cresce continuamente, e cada vez mais pessoas dependem da informação on-line para trabalhar e viver. A economia baseia-se na informação on-line. Entidades financeiras, bolsas de valores, empresas nacionais e multinacionais dependem dos novos sistemas de informação on-line e progridem, ou não, à medida que os absorvem e desenvolvem. A informação on-line penetra a sociedade como uma rede capilar e, ao mesmo tempo, como infraestrutura básica. A educação on-line ganha adesão nesse contexto, oferecendo flexibilidade e interatividade, características próprias da Internet.

    Se a escola não inclui a Internet na educação das novas gerações, está na contramão da história, alheia ao espírito do tempo. Por outro lado, estar on-line não significa estar incluído na cibercultura. Não basta apenas indicar um site para promover essa inclusão.

    Assim, mesmo com a Internet presente na escola, a educação pode continuar sendo o que sempre foi: uma mera distribuição de conteúdos empacotados para assimilação e repetição, sem realmente incorporar as dinâmicas interativas e colaborativas da cibercultura.


Fonte: Portal Ministério da Educação. Adaptado.
Assinalar a alternativa cujo trecho do texto traz uma comparação.
Alternativas
Q3527304 Português
A inclusão da Internet na educação e a cibercultura


    O uso da Internet na escola é uma exigência da cibercultura, ou seja, do novo ambiente comunicacional e cultural que surge com a interconexão mundial de computadores em forte expansão no início do século XXI. Trata-se de um novo espaço de sociabilidade, organização, informação, conhecimento e educação.

    A educação do cidadão não pode estar alheia ao novo contexto socioeconômico e tecnológico, cuja característica geral não se encontra mais na centralidade da produção fabril ou da mídia de massa, mas na informação digitalizada como nova infraestrutura básica e como novo modo de produção.

    Cada vez mais, produz-se informação on-line socialmente partilhada. O número de pessoas cujo trabalho é informar on-line cresce continuamente, e cada vez mais pessoas dependem da informação on-line para trabalhar e viver. A economia baseia-se na informação on-line. Entidades financeiras, bolsas de valores, empresas nacionais e multinacionais dependem dos novos sistemas de informação on-line e progridem, ou não, à medida que os absorvem e desenvolvem. A informação on-line penetra a sociedade como uma rede capilar e, ao mesmo tempo, como infraestrutura básica. A educação on-line ganha adesão nesse contexto, oferecendo flexibilidade e interatividade, características próprias da Internet.

    Se a escola não inclui a Internet na educação das novas gerações, está na contramão da história, alheia ao espírito do tempo. Por outro lado, estar on-line não significa estar incluído na cibercultura. Não basta apenas indicar um site para promover essa inclusão.

    Assim, mesmo com a Internet presente na escola, a educação pode continuar sendo o que sempre foi: uma mera distribuição de conteúdos empacotados para assimilação e repetição, sem realmente incorporar as dinâmicas interativas e colaborativas da cibercultura.


Fonte: Portal Ministério da Educação. Adaptado.
Na passagem “[...] a educação pode continuar sendo o que sempre foi: uma mera distribuição de conteúdos empacotados para assimilação e repetição, sem realmente incorporar as dinâmicas interativas e colaborativas da cibercultura.” (5º parágrafo), o sinal de dois-pontos é empregado, CORRETAMENTE, com a finalidade de indicar:
Alternativas
Q3527303 Português
A inclusão da Internet na educação e a cibercultura


    O uso da Internet na escola é uma exigência da cibercultura, ou seja, do novo ambiente comunicacional e cultural que surge com a interconexão mundial de computadores em forte expansão no início do século XXI. Trata-se de um novo espaço de sociabilidade, organização, informação, conhecimento e educação.

    A educação do cidadão não pode estar alheia ao novo contexto socioeconômico e tecnológico, cuja característica geral não se encontra mais na centralidade da produção fabril ou da mídia de massa, mas na informação digitalizada como nova infraestrutura básica e como novo modo de produção.

    Cada vez mais, produz-se informação on-line socialmente partilhada. O número de pessoas cujo trabalho é informar on-line cresce continuamente, e cada vez mais pessoas dependem da informação on-line para trabalhar e viver. A economia baseia-se na informação on-line. Entidades financeiras, bolsas de valores, empresas nacionais e multinacionais dependem dos novos sistemas de informação on-line e progridem, ou não, à medida que os absorvem e desenvolvem. A informação on-line penetra a sociedade como uma rede capilar e, ao mesmo tempo, como infraestrutura básica. A educação on-line ganha adesão nesse contexto, oferecendo flexibilidade e interatividade, características próprias da Internet.

    Se a escola não inclui a Internet na educação das novas gerações, está na contramão da história, alheia ao espírito do tempo. Por outro lado, estar on-line não significa estar incluído na cibercultura. Não basta apenas indicar um site para promover essa inclusão.

    Assim, mesmo com a Internet presente na escola, a educação pode continuar sendo o que sempre foi: uma mera distribuição de conteúdos empacotados para assimilação e repetição, sem realmente incorporar as dinâmicas interativas e colaborativas da cibercultura.


Fonte: Portal Ministério da Educação. Adaptado.
Nos trechos “Entidades financeiras [...] dependem dos novos sistemas de informação on-line e progridem, ou não, à medida que os absorvem e desenvolvem” (3º parágrafo) e “Se a escola não inclui a Internet na educação das novas gerações, está na contramão da história [...]” (4º parágrafo), os elementos linguísticos destacados expressam, CORRETA e respectivamente, sentidos de:
Alternativas
Q3527302 Português
A inclusão da Internet na educação e a cibercultura


    O uso da Internet na escola é uma exigência da cibercultura, ou seja, do novo ambiente comunicacional e cultural que surge com a interconexão mundial de computadores em forte expansão no início do século XXI. Trata-se de um novo espaço de sociabilidade, organização, informação, conhecimento e educação.

    A educação do cidadão não pode estar alheia ao novo contexto socioeconômico e tecnológico, cuja característica geral não se encontra mais na centralidade da produção fabril ou da mídia de massa, mas na informação digitalizada como nova infraestrutura básica e como novo modo de produção.

    Cada vez mais, produz-se informação on-line socialmente partilhada. O número de pessoas cujo trabalho é informar on-line cresce continuamente, e cada vez mais pessoas dependem da informação on-line para trabalhar e viver. A economia baseia-se na informação on-line. Entidades financeiras, bolsas de valores, empresas nacionais e multinacionais dependem dos novos sistemas de informação on-line e progridem, ou não, à medida que os absorvem e desenvolvem. A informação on-line penetra a sociedade como uma rede capilar e, ao mesmo tempo, como infraestrutura básica. A educação on-line ganha adesão nesse contexto, oferecendo flexibilidade e interatividade, características próprias da Internet.

    Se a escola não inclui a Internet na educação das novas gerações, está na contramão da história, alheia ao espírito do tempo. Por outro lado, estar on-line não significa estar incluído na cibercultura. Não basta apenas indicar um site para promover essa inclusão.

    Assim, mesmo com a Internet presente na escola, a educação pode continuar sendo o que sempre foi: uma mera distribuição de conteúdos empacotados para assimilação e repetição, sem realmente incorporar as dinâmicas interativas e colaborativas da cibercultura.


Fonte: Portal Ministério da Educação. Adaptado.
Segundo o texto, é INCORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3526767 Português

Leia a tira.


Imagem associada para resolução da questão



(Bob Thaves, “Frank & Ernest”. Disponível em: https://www.estadao.com.br/cultura/quadrinhos. 16.11.2024)



De acordo com Koch e Elias (Ler e compreender: os sentidos do texto, 2011), identifica-se na tira, como efeito de sentido, a incoerência

Alternativas
Q3526766 Português
Koch e Elias (Ler e escrever: estratégias de produção textual, 2011) esclarecem que a noção de coerência textual se
Alternativas
Q3526765 Português
De acordo com Bernard Schneuwly & Joaquim Dolz (Gêneros orais e escritos na escola, 2004), “o agrupamento de gêneros revelou-se um meio econômico para pensar a progressão. Ou um mesmo gênero é trabalhado, em diferentes ciclos/séries, com objetivos cada vez mais complexos, ou diferentes gêneros pertencentes a um mesmo agrupamento podem ser estudados, em função das possibilidades de transferência que permitem”. A segunda situação prevista pelos estudiosos pode ser desenvolvida com os gêneros:
Alternativas
Q3526763 Português
Às vezes, o item desconhecido é logo repetido no texto, de modo que uma relação de sinonímia pode ser construída entre os itens que aí se substituem se o aluno conhecer o significado de um dos elementos ligados mediante a substituição.
(Angela Kleiman. Oficina de leitura: teoria & prática, 2017)

A explicação da autora é corretamente exemplificada com o seguinte trecho adaptado, citado em sua obra:
Alternativas
Q3526762 Português
São estruturas complexas de conhecimentos, que representam as experiências que vivenciamos em sociedade e que servem de base aos processos conceituais. São frequentemente representados em forma de redes, nas quais as unidades conceituais são concebidas como variáveis ou slots, que denotam características estereotípicas e que, durante os processos de compreensão, são preenchidas com valores concretos (fillers).

(Ingedore Grunfeld Villaça Koch. Desvendando os segredos do texto, 2018)

O conceito apresentado pela autora refere-se aos
Alternativas
Q3526761 Português
O professor de determinada turma do ensino médio e seus alunos decidiram trabalhar com o remix seletivo de músicas.
Com base em Roxane Helena Rodrigues Rojo e Eduardo de Moura Almeida (Letramentos, mídias, linguagens, 2019), a tarefa dos alunos consiste em
Alternativas
Q3526759 Português
   Dona Domingas é uma preta boa igual ao pão. Calma e util. Quando a Leila ficou sem casa foi morar com a Dona Domingas.
   ... A Dona Domingas era quem lavava a roupa da Leila, que lhe obrigou a dormir no chão e lhe dar o leito. Passou a ser a dona da casa. Eu dizia:
   – Reage, Domingas!
   – Ela é feiticeira, pode botar um feitiço em mim.
   – Mas o feitiço não existe.
   – Existe sim. Eu vi ela fazê.
   É porque a Leila andava dizendo que consertava vidas. E eu vi varias senhoras ricas aparecer por aqui. Havia a tal Dona Guiomar, Edviges Gonçalves, a mulher que tem vários nomes e varias residências porque compra a prestação e não paga e dá o nome trocado onde compra. Quando sai na rua parece a Maria Antonieta. E a Dona Guiomar concorreu para escravisar a Dona Domingas. (...) A Dona Domingas recebe uma pensão do seu extinto esposo. E era obrigada a dar dinheiro para a Leila que é companheira do Arnaldo. Ele sendo compadre da Domingas, era para defender a comadre. Mas ele explorava. Dividia o dinheiro entre os dois. E ainda praticava suas cenas amorosas perto do afilhado.

(Carolina Maria de Jesus. Quarto de despejo – diário de uma favelada)
Tendo como referência Marcos Bagno (Preconceito linguístico, 2015), conclui-se corretamente que obras como a de Carolina Maria de Jesus apenas recentemente vêm se inserindo no contexto da sala de aula por causa da
Alternativas
Q3526758 Português
   Dona Domingas é uma preta boa igual ao pão. Calma e util. Quando a Leila ficou sem casa foi morar com a Dona Domingas.
   ... A Dona Domingas era quem lavava a roupa da Leila, que lhe obrigou a dormir no chão e lhe dar o leito. Passou a ser a dona da casa. Eu dizia:
   – Reage, Domingas!
   – Ela é feiticeira, pode botar um feitiço em mim.
   – Mas o feitiço não existe.
   – Existe sim. Eu vi ela fazê.
   É porque a Leila andava dizendo que consertava vidas. E eu vi varias senhoras ricas aparecer por aqui. Havia a tal Dona Guiomar, Edviges Gonçalves, a mulher que tem vários nomes e varias residências porque compra a prestação e não paga e dá o nome trocado onde compra. Quando sai na rua parece a Maria Antonieta. E a Dona Guiomar concorreu para escravisar a Dona Domingas. (...) A Dona Domingas recebe uma pensão do seu extinto esposo. E era obrigada a dar dinheiro para a Leila que é companheira do Arnaldo. Ele sendo compadre da Domingas, era para defender a comadre. Mas ele explorava. Dividia o dinheiro entre os dois. E ainda praticava suas cenas amorosas perto do afilhado.

(Carolina Maria de Jesus. Quarto de despejo – diário de uma favelada)
Em sua obra, Marcos Bagno (Preconceito linguístico, 2015) propõe o que chama de dez cisões “para um ensino de língua não (ou menos) preconceituoso.” A cisão 4 diz respeito a “reconhecer que tudo o que a Gramática Tradicional chama de erro é na verdade um fenômeno que tem uma explicação científica perfeitamente demonstrável. Se milhões de pessoas (cultas inclusive) estão optando por um uso que difere da regra prescrita nas gramáticas normativas é porque há alguma regra nova sobrepondo-se à antiga”.
O ponto de vista apresentado aplica-se ao emprego do termo destacado em:
Alternativas
Q3526757 Português
   Dona Domingas é uma preta boa igual ao pão. Calma e util. Quando a Leila ficou sem casa foi morar com a Dona Domingas.
   ... A Dona Domingas era quem lavava a roupa da Leila, que lhe obrigou a dormir no chão e lhe dar o leito. Passou a ser a dona da casa. Eu dizia:
   – Reage, Domingas!
   – Ela é feiticeira, pode botar um feitiço em mim.
   – Mas o feitiço não existe.
   – Existe sim. Eu vi ela fazê.
   É porque a Leila andava dizendo que consertava vidas. E eu vi varias senhoras ricas aparecer por aqui. Havia a tal Dona Guiomar, Edviges Gonçalves, a mulher que tem vários nomes e varias residências porque compra a prestação e não paga e dá o nome trocado onde compra. Quando sai na rua parece a Maria Antonieta. E a Dona Guiomar concorreu para escravisar a Dona Domingas. (...) A Dona Domingas recebe uma pensão do seu extinto esposo. E era obrigada a dar dinheiro para a Leila que é companheira do Arnaldo. Ele sendo compadre da Domingas, era para defender a comadre. Mas ele explorava. Dividia o dinheiro entre os dois. E ainda praticava suas cenas amorosas perto do afilhado.

(Carolina Maria de Jesus. Quarto de despejo – diário de uma favelada)
Com base na Competência Específica de Língua Portuguesa para o Ensino Fundamental do Currículo Paulista: ensino fundamental (2019) (Compreender o fenômeno da variação linguística, demonstrando atitude respeitosa diante de variedades linguísticas e rejeitando preconceitos linguísticos), a importância de se tomar um texto como o de Carolina Maria de Jesus como objeto de ensino implica
Alternativas
Q3526756 Português
   Dona Domingas é uma preta boa igual ao pão. Calma e util. Quando a Leila ficou sem casa foi morar com a Dona Domingas.
   ... A Dona Domingas era quem lavava a roupa da Leila, que lhe obrigou a dormir no chão e lhe dar o leito. Passou a ser a dona da casa. Eu dizia:
   – Reage, Domingas!
   – Ela é feiticeira, pode botar um feitiço em mim.
   – Mas o feitiço não existe.
   – Existe sim. Eu vi ela fazê.
   É porque a Leila andava dizendo que consertava vidas. E eu vi varias senhoras ricas aparecer por aqui. Havia a tal Dona Guiomar, Edviges Gonçalves, a mulher que tem vários nomes e varias residências porque compra a prestação e não paga e dá o nome trocado onde compra. Quando sai na rua parece a Maria Antonieta. E a Dona Guiomar concorreu para escravisar a Dona Domingas. (...) A Dona Domingas recebe uma pensão do seu extinto esposo. E era obrigada a dar dinheiro para a Leila que é companheira do Arnaldo. Ele sendo compadre da Domingas, era para defender a comadre. Mas ele explorava. Dividia o dinheiro entre os dois. E ainda praticava suas cenas amorosas perto do afilhado.

(Carolina Maria de Jesus. Quarto de despejo – diário de uma favelada)
Embora se trate de texto escrito, a narrativa de Carolina Maria de Jesus faz uso de continuadores textuais típicos da fala.
É o caso do termo
Alternativas
Q3526751 Português
As Estrelas

Lá, nas celestes regiões distantes,
No fundo melancólico da Esfera,
Nos caminhos da eterna Primavera
Do amor, eis as estrelas palpitantes.

Quantos mistérios andarão errantes,
Quantas almas em busca da Quimera,
Lá, das estrelas nessa paz austera
Soluçarão, nos altos céus radiantes.

Finas flores de pérolas e pratas,
Das estrelas serenas se desata
Toda a caudal das ilusões insanas.

Quem sabe, pelos tempos esquecidos,
Se as estrelas não são ais perdidos
Das primitivas legiões humanas?!

(Cruz e Sousa. Broquéis; Faróis; Últimos Sonetos, 2008)
No Currículo Paulista: etapa ensino médio (2020), afirma- -se que as obras da tradição literária “... proporcionam o contato com uma linguagem que amplia o repertório linguístico dos jovens e oportuniza novas potencialidades e experimentações de uso da língua”.
Com esse entendimento, os versos da 3a estrofe – Finas flores de pérolas e pratas, / Das estrelas serenas se desata – podem ser analisados quanto às figuras de linguagem, sendo que neles se constatam:
Alternativas
Q3526748 Português
Um pantanal cada vez menor


   Com cheias cada vez menores e períodos de seca mais prolongados, o Pantanal viu sua área alagada diminuir espantosos 61% entre 1985 e 2023, segundo registrou um levantamento do MapBiomas, projeto que mapeia regularmente a cobertura e o uso da terra, a superfície de água e as cicatrizes de fogo no Brasil. Algo gravíssimo para aquela que é conhecida como a maior área úmida do mundo.

   No ano passado, o Pantanal ficou 38% mais árido se comparado a 2018, quando ocorreu a última grande cheia no bioma. Segundo os coordenadores do levantamento, o período de cheia, que originalmente vai de fevereiro a abril, está encolhendo; o de seca, de julho a outubro, está se alongando. Para ter uma ideia, em 1988, a área alagada do Pantanal chegava a 6,8 milhões de hectares – número que caiu para 5,4 milhões em 2018 e, por fim, passou a ser de 3,3 milhões de hectares.

   Tais números, infelizmente, confirmam uma tendência que, no limite, inspira prognósticos sombrios. Catastrofismos não costumam produzir bons conselhos. Houve anos de estiagem extrema, mas o bioma mostrou boa capacidade de regeneração. Foi o caso de secas registradas nas décadas de 1960 e 1970 e, mais recentemente, em 2021, ano seguinte a um dos momentos de recorde de queimadas. Mas as evidências revelam uma mudança de trajetória: se antes a extensão do fogo era composta por áreas naturais em processo de conversão ou consolidação das pastagens, nos últimos anos os pesquisadores identificaram incêndios em locais antes permanentemente alagados no entorno do Rio Paraguai.

   São péssimos os presságios quando é preciso recorrer à esperança de chuva certa no lugar certo, como se a preservação da natureza dependesse de uma providencial ajuda do destino para conter tragédias ambientais. Em se tratando dos problemas que afetam hoje o Pantanal – assim como a Amazônia e parte do Cerrado –, a sorte ou o acaso não são nem a causa nem a consequência. Trata-se, isto sim, de uma soma dramática dos efeitos das mudanças climáticas e da ação humana.


(O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 16.11.2024. Adaptado)
Considerando-se a recorrência de tempos verbais, o plano do mundo comentado e o plano do mundo narrado são marcados, correta e respectivamente, pelo emprego do
Alternativas
Q3526747 Português
Um pantanal cada vez menor


   Com cheias cada vez menores e períodos de seca mais prolongados, o Pantanal viu sua área alagada diminuir espantosos 61% entre 1985 e 2023, segundo registrou um levantamento do MapBiomas, projeto que mapeia regularmente a cobertura e o uso da terra, a superfície de água e as cicatrizes de fogo no Brasil. Algo gravíssimo para aquela que é conhecida como a maior área úmida do mundo.

   No ano passado, o Pantanal ficou 38% mais árido se comparado a 2018, quando ocorreu a última grande cheia no bioma. Segundo os coordenadores do levantamento, o período de cheia, que originalmente vai de fevereiro a abril, está encolhendo; o de seca, de julho a outubro, está se alongando. Para ter uma ideia, em 1988, a área alagada do Pantanal chegava a 6,8 milhões de hectares – número que caiu para 5,4 milhões em 2018 e, por fim, passou a ser de 3,3 milhões de hectares.

   Tais números, infelizmente, confirmam uma tendência que, no limite, inspira prognósticos sombrios. Catastrofismos não costumam produzir bons conselhos. Houve anos de estiagem extrema, mas o bioma mostrou boa capacidade de regeneração. Foi o caso de secas registradas nas décadas de 1960 e 1970 e, mais recentemente, em 2021, ano seguinte a um dos momentos de recorde de queimadas. Mas as evidências revelam uma mudança de trajetória: se antes a extensão do fogo era composta por áreas naturais em processo de conversão ou consolidação das pastagens, nos últimos anos os pesquisadores identificaram incêndios em locais antes permanentemente alagados no entorno do Rio Paraguai.

   São péssimos os presságios quando é preciso recorrer à esperança de chuva certa no lugar certo, como se a preservação da natureza dependesse de uma providencial ajuda do destino para conter tragédias ambientais. Em se tratando dos problemas que afetam hoje o Pantanal – assim como a Amazônia e parte do Cerrado –, a sorte ou o acaso não são nem a causa nem a consequência. Trata-se, isto sim, de uma soma dramática dos efeitos das mudanças climáticas e da ação humana.


(O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 16.11.2024. Adaptado)
De acordo com o Currículo Paulista: ensino fundamental (2019), “conforme a BNCC, ‘os gêneros jornalísticos – informativos e opinativos – e os publicitários são privilegiados, com foco em estratégias linguístico-discursivas e semióticas voltadas para a argumentação e persuasão’ (BRASIL, 2017, p.136).”
No texto, uma estratégia argumentativa desenvolvida foi
Alternativas
Q3526746 Português
Um pantanal cada vez menor


   Com cheias cada vez menores e períodos de seca mais prolongados, o Pantanal viu sua área alagada diminuir espantosos 61% entre 1985 e 2023, segundo registrou um levantamento do MapBiomas, projeto que mapeia regularmente a cobertura e o uso da terra, a superfície de água e as cicatrizes de fogo no Brasil. Algo gravíssimo para aquela que é conhecida como a maior área úmida do mundo.

   No ano passado, o Pantanal ficou 38% mais árido se comparado a 2018, quando ocorreu a última grande cheia no bioma. Segundo os coordenadores do levantamento, o período de cheia, que originalmente vai de fevereiro a abril, está encolhendo; o de seca, de julho a outubro, está se alongando. Para ter uma ideia, em 1988, a área alagada do Pantanal chegava a 6,8 milhões de hectares – número que caiu para 5,4 milhões em 2018 e, por fim, passou a ser de 3,3 milhões de hectares.

   Tais números, infelizmente, confirmam uma tendência que, no limite, inspira prognósticos sombrios. Catastrofismos não costumam produzir bons conselhos. Houve anos de estiagem extrema, mas o bioma mostrou boa capacidade de regeneração. Foi o caso de secas registradas nas décadas de 1960 e 1970 e, mais recentemente, em 2021, ano seguinte a um dos momentos de recorde de queimadas. Mas as evidências revelam uma mudança de trajetória: se antes a extensão do fogo era composta por áreas naturais em processo de conversão ou consolidação das pastagens, nos últimos anos os pesquisadores identificaram incêndios em locais antes permanentemente alagados no entorno do Rio Paraguai.

   São péssimos os presságios quando é preciso recorrer à esperança de chuva certa no lugar certo, como se a preservação da natureza dependesse de uma providencial ajuda do destino para conter tragédias ambientais. Em se tratando dos problemas que afetam hoje o Pantanal – assim como a Amazônia e parte do Cerrado –, a sorte ou o acaso não são nem a causa nem a consequência. Trata-se, isto sim, de uma soma dramática dos efeitos das mudanças climáticas e da ação humana.


(O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 16.11.2024. Adaptado)
Conforme explica Ingedore Grunfeld Villaça Koch (Desvendando os segredos do texto, 2018), os articuladores meta-enunciativos atitudinais ou afetivos “encenam a atitude psicológica com que o enunciador se representa diante dos eventos de que fala o enunciado”.
Um exemplo desse tipo de articulador está presente em:
Alternativas
Q3526745 Português
Um pantanal cada vez menor


   Com cheias cada vez menores e períodos de seca mais prolongados, o Pantanal viu sua área alagada diminuir espantosos 61% entre 1985 e 2023, segundo registrou um levantamento do MapBiomas, projeto que mapeia regularmente a cobertura e o uso da terra, a superfície de água e as cicatrizes de fogo no Brasil. Algo gravíssimo para aquela que é conhecida como a maior área úmida do mundo.

   No ano passado, o Pantanal ficou 38% mais árido se comparado a 2018, quando ocorreu a última grande cheia no bioma. Segundo os coordenadores do levantamento, o período de cheia, que originalmente vai de fevereiro a abril, está encolhendo; o de seca, de julho a outubro, está se alongando. Para ter uma ideia, em 1988, a área alagada do Pantanal chegava a 6,8 milhões de hectares – número que caiu para 5,4 milhões em 2018 e, por fim, passou a ser de 3,3 milhões de hectares.

   Tais números, infelizmente, confirmam uma tendência que, no limite, inspira prognósticos sombrios. Catastrofismos não costumam produzir bons conselhos. Houve anos de estiagem extrema, mas o bioma mostrou boa capacidade de regeneração. Foi o caso de secas registradas nas décadas de 1960 e 1970 e, mais recentemente, em 2021, ano seguinte a um dos momentos de recorde de queimadas. Mas as evidências revelam uma mudança de trajetória: se antes a extensão do fogo era composta por áreas naturais em processo de conversão ou consolidação das pastagens, nos últimos anos os pesquisadores identificaram incêndios em locais antes permanentemente alagados no entorno do Rio Paraguai.

   São péssimos os presságios quando é preciso recorrer à esperança de chuva certa no lugar certo, como se a preservação da natureza dependesse de uma providencial ajuda do destino para conter tragédias ambientais. Em se tratando dos problemas que afetam hoje o Pantanal – assim como a Amazônia e parte do Cerrado –, a sorte ou o acaso não são nem a causa nem a consequência. Trata-se, isto sim, de uma soma dramática dos efeitos das mudanças climáticas e da ação humana.


(O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 16.11.2024. Adaptado)
De acordo com Angela Kleiman (Oficina de leitura: teoria & prática, 2017), “na analogia, estabelecem-se relações de comparação ou de contraste entre um item desconhecido e algum outro no texto”.
No texto, a analogia está presente na passagem: 
Alternativas
Respostas
28201: C
28202: A
28203: B
28204: D
28205: C
28206: A
28207: C
28208: B
28209: E
28210: A
28211: C
28212: B
28213: E
28214: C
28215: D
28216: E
28217: D
28218: A
28219: D
28220: C