Questões de Concurso Comentadas sobre português
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Essa discrepância gritante entre pensamento e prática marcou o período de transformação do capitalismo global [...] Seria de se esperar, obviamente, que qualquer pensador racional e ‘esclarecido’ pudesse percebê-la. Contudo, não foi o que aconteceu.
BUCK-MORSS, Susan. Hegel e o Haiti. Tradução de Sebastião Nascimento. Prefácio de Vladimir Safatle. São Paulo: n-1 edições, 2017, p. 13-14.
Segundo o texto, qual era a contradição fundamental do pensamento iluminista?
A hora e vez do Português Brasileiro
A sociedade brasileira tem-se caracterizado nos últimos 30 anos por uma enorme mobilidade, causada pela intensa urbanização e pela expansão da fronteira agrícola. No começo do século passado, apenas 8% da população habitavam as cidades, porcentagem que passou para 36% nos anos 50, 67,6% nos anos 80, e pouco mais de 80% no final do século. Nos dois casos, passam a conviver brasileiros de regiões geográficas diferentes, usuários de falares igualmente diferentes. No caso daqueles que se deslocam para as capitais, como é o caso de Brasília e de São Paulo, para ficar apenas com dois exemplos, tem-se observado que quem chega ou procura outros conterrâneos, isolando-se com eles da sociedade envolvente, ou procura integrar-se em seu novo meio. Os primeiros conservam os traços típicos de seu falar. Os segundos apagam os traços mais salientes de seu falar, o que tem permitido descobrir o que eles mesmos consideram mais típico, mais característico. Já se notou que os candangos nordestinos de Brasília se livram logo das vogais pretônicas abertas, como em còronel, èvidentemente, etc.
CASTILHO, Ataliba. A hora e a vez do Português Brasileiro. Museu da Língua, Portuguesa: São Paulo, 2017, p. 21-22.
No texto, destaca-se a compreensão de que a variação linguística no Português do Brasil apresenta
Para responder à questão, leia a charge abaixo.

I- Por que você demorou tanto?
II- O projeto porque me apaixonei foi aprovado.
III- O professor exigiu saber o porquê de tal bagunça.
IV- O carro parou, por que?
O uso dos porquês está correto: