Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3524068 Português
1ª Copa Estância Regional de Futsal


   O Departamento Municipal de Esportes e Lazer promove a 1ª Copa Estância Regional de Futsal Categorias de Base 2025, Sub-10, Sub-12, Sub-14 com a participação dos municípios de: Piraju, Timburi, Sarutaiá, Águas de Santa Bárbara, Chavantes, Fartura, Ipaussu e Taguaí. A abertura será neste sábado, dia 15, às 8:00 horas, no Ginásio de Esportes Professor Cyro Barreiros, com termino previsto para o dia 31/05/2025, rodadas a partir das 08:00 horas. Entrada franca.


Disponível em <https://www.estanciadepiraju.sp.gov.br/ver-noticia/1-copa-estancia-regional-de-futsal>. Acesso em 13/03/2025. Com adaptações.
A respeito da palavra “Departamento”, na primeira linha do texto, é correto afirmar que ela possui:
Alternativas
Q3524067 Português
1ª Copa Estância Regional de Futsal


   O Departamento Municipal de Esportes e Lazer promove a 1ª Copa Estância Regional de Futsal Categorias de Base 2025, Sub-10, Sub-12, Sub-14 com a participação dos municípios de: Piraju, Timburi, Sarutaiá, Águas de Santa Bárbara, Chavantes, Fartura, Ipaussu e Taguaí. A abertura será neste sábado, dia 15, às 8:00 horas, no Ginásio de Esportes Professor Cyro Barreiros, com termino previsto para o dia 31/05/2025, rodadas a partir das 08:00 horas. Entrada franca.


Disponível em <https://www.estanciadepiraju.sp.gov.br/ver-noticia/1-copa-estancia-regional-de-futsal>. Acesso em 13/03/2025. Com adaptações.
Uma característica presente no texto que é comum a textos informativos do gênero notícia é:
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Q3524046 Português

Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho



    O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissional nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional.


    Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade das empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (MorenoJimenez e Schaufeli, 2007). Além disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações.


    Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolamento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desgaste emocional.


    Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante.


    A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Brasil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10).  

  

    Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo.  



(ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak)

Analise as afirmativas a seguir, em seguida assinale se estão corretas (C) ou erradas (E):




I. Na frase “profissionais da saúde mental”, o substantivo “profissionais” é um substantivo biforme, pois varia em gênero para indicar homem ou mulher.



II. Na expressão “ambientes de trabalho mais saudáveis”, o termo “mais saudáveis” é um advérbio que modifica o verbo “promovam”.



III. Na frase “esgotamento físico e emocional”, os termos “físico” e “emocional” são adjetivos que qualificam o substantivo “esgotamento”.




Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3524045 Português

Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho



    O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissional nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional.


    Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade das empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (MorenoJimenez e Schaufeli, 2007). Além disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações.


    Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolamento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desgaste emocional.


    Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante.


    A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Brasil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10).  

  

    Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo.  



(ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak)

Considerando a progressão textual do texto, qual alternativa melhor explica como o autor organiza as ideias para desenvolver o tema? 
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Q3524043 Português

Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho



    O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissional nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional.


    Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade das empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (MorenoJimenez e Schaufeli, 2007). Além disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações.


    Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolamento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desgaste emocional.


    Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante.


    A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Brasil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10).  

  

    Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo.  



(ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak)

No texto, a palavra “burnout” aparece em itálico. Qual é a principal razão para esse uso?
Alternativas
Q3524042 Português

Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho



    O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissional nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional.


    Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade das empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (MorenoJimenez e Schaufeli, 2007). Além disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações.


    Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolamento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desgaste emocional.


    Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante.


    A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Brasil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10).  

  

    Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo.  



(ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak)

Analise as afirmativas abaixo com base nos verbos:



I. O verbo promove, presente no trecho “o ambiente profissional nem sempre promove bem-estar”, é rizotônico, pois a tonicidade recai sobre o radical;


II. O verbo precisa, no trecho “quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde”, é arrizotônico, já que a sílaba tônica recai fora do radical;


III. O verbo cresce, no trecho “cresce a urgência por estratégias”, é um exemplo de verbo arrizotônico, pois a tonicidade recai na desinência.



Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3524041 Português

Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho



    O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissional nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional.


    Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade das empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (MorenoJimenez e Schaufeli, 2007). Além disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações.


    Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolamento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desgaste emocional.


    Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante.


    A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Brasil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10).  

  

    Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo.  



(ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak)

Leia as afirmativas a seguir sobre o uso de pontuações, em seguida marque V para verdadeiro ou F para falso.



( ) No trecho: “Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde”, os dois-pontos são utilizados no texto para introduzir uma explicação ou esclarecimento, como em listas ou definições;


( ) No trecho: “A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação”, o travessão é usado no texto para substituir a vírgula em enumerações e não possui função expressiva;


( ) No trecho: “entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade”, a vírgula aparece no texto para isolar expressões explicativas.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

Alternativas
Q3524040 Português

Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho



    O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissional nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional.


    Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade das empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (MorenoJimenez e Schaufeli, 2007). Além disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações.


    Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolamento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desgaste emocional.


    Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante.


    A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Brasil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10).  

  

    Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo.  



(ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak)

Analise as afirmativas abaixo sobre a acentuação gráfica de palavras presentes no texto:



I. A palavra saúde é acentuada por conter um hiato;


II. A palavra síndrome é acentuada porque é uma paroxítona terminada em -e.


III. A palavra saudáveis é acentuada por ser uma paroxítona.




Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3524039 Português

Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho



    O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissional nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional.


    Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade das empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (MorenoJimenez e Schaufeli, 2007). Além disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações.


    Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolamento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desgaste emocional.


    Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante.


    A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Brasil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10).  

  

    Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo.  



(ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak)

No trecho “Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis...”, o conectivo destacado tem a função de
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Q3524038 Português

Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho



    O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissional nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional.


    Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade das empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (MorenoJimenez e Schaufeli, 2007). Além disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações.


    Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolamento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desgaste emocional.


    Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante.


    A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Brasil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10).  

  

    Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo.  



(ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak)

Qual dos recursos a seguir representa um argumento utilizado pelo autor para sustentar a gravidade do burnout no ambiente de trabalho? 
Alternativas
Q3524037 Português

Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho



    O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissional nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional.


    Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade das empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (MorenoJimenez e Schaufeli, 2007). Além disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações.


    Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolamento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desgaste emocional.


    Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante.


    A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Brasil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10).  

  

    Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo.  



(ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak)

Qual é a ideia principal do texto?
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Q3523998 Português
“O estudante do Ensino Médio tem oportunidade de desenvolver maior autonomia e capacidade de atuação na vida pública e na produção cultural, especialmente nas culturas juvenis manifestadas em músicas, danças e na internet [...] não se trata apenas da integração entre as diferentes linguagens, mas também de uma nova forma de funcionamento, em que novas ações e papéis ganham espaço”. (SEDUC, 2020).

A essa nova forma de funcionamento relativa à área de Linguagens e suas Tecnologias para o Ensino Médio, associa-se o conceito de: 
Alternativas
Q3523900 Português
Diferentemente de mídias anteriores, os novos (hiper) textos e (multi)letramentos têm uma determinada característica que se deve à sua própria constituição e ao seu funcionamento.
Trata-se da
Alternativas
Q3523889 Português
Analise a seguinte sequência de atividades, adaptada de Lerner (2001), para responder à questão.


1. Seleção de poemas: A professora lê diversos poemas, incluindo sugestões das crianças e da bibliotecária, todos aprovados pela qualidade literária. As crianças escolhem os poemas que gostariam de gravar, compartilhando impressões e discutindo os autores.

2. Organização da tarefa: A professora forma duplas, que releem os poemas escolhidos, discutem como interpretá-los e definem quem gravará qual poema. Estudam os textos em casa.

3. Audição de gravações: As crianças ouvem gravações de poetas ou declamadores para se inspirarem.

4. Gravação e ensaio: Cada dupla grava os poemas, escuta as gravações, faz ajustes e regrava se necessário. Experimentam com outros poemas.

5. Audição: Todas as crianças escutam as gravações e trocam sugestões.

6. Gravação (segundo ensaio): As duplas regravam os poemas, ajustando conforme as sugestões dos ouvintes, repetindo até a gravação ficar satisfatória.

7. Gravação final: As duplas fazem ajustes finais, com correções da professora e das crianças, até o produto ser aprovado.

8. Audição final: Todos ouvem a gravação compilada pela professora.


(Lerner, 2001. Adaptado)
Essa sequência de atividades trabalha com textos de um mesmo gênero, o que, para Lerner (2001),
Alternativas
Q3523888 Português
Analise a seguinte sequência de atividades, adaptada de Lerner (2001), para responder à questão.


1. Seleção de poemas: A professora lê diversos poemas, incluindo sugestões das crianças e da bibliotecária, todos aprovados pela qualidade literária. As crianças escolhem os poemas que gostariam de gravar, compartilhando impressões e discutindo os autores.

2. Organização da tarefa: A professora forma duplas, que releem os poemas escolhidos, discutem como interpretá-los e definem quem gravará qual poema. Estudam os textos em casa.

3. Audição de gravações: As crianças ouvem gravações de poetas ou declamadores para se inspirarem.

4. Gravação e ensaio: Cada dupla grava os poemas, escuta as gravações, faz ajustes e regrava se necessário. Experimentam com outros poemas.

5. Audição: Todas as crianças escutam as gravações e trocam sugestões.

6. Gravação (segundo ensaio): As duplas regravam os poemas, ajustando conforme as sugestões dos ouvintes, repetindo até a gravação ficar satisfatória.

7. Gravação final: As duplas fazem ajustes finais, com correções da professora e das crianças, até o produto ser aprovado.

8. Audição final: Todos ouvem a gravação compilada pela professora.


(Lerner, 2001. Adaptado)
No âmbito do projeto cuja sequência foi apresentada, Lerner (2001) entende que a leitura em voz alta
Alternativas
Q3523886 Português
Leia a descrição a seguir, adaptada de Oliveira (in: Kleiman, 1995):

Diz respeito à condição decorrente da falta de oportunidade de interação intensa e sistemática com determinados aspectos culturais fundamentais nesse tipo de sociedade e não a alguma classificação técnica do grau de alfabetização desses indivíduos. O modo de inserção dos membros desse grupo na sociedade tem a marca da exclusão, em um sistema em que o pleno domínio da leitura e da escrita e de outras práticas letradas é um pressuposto da constituição das competências individuais necessárias e valorizadas nessa sociedade.

Oliveira caracteriza nesse excerto o grupo denominado
Alternativas
Q3523864 Português
Na apresentação de uma de suas técnicas voltadas à verificação da compreensão dos alunos, no capítulo 3 de seu livro Aula nota 10 3.0, Lemov (2023) exemplifica e discute diferentes formulações de perguntas que os professores podem usar para descobrir se os alunos entendem o que está sendo ensinado.
Tendo em vista esse propósito, o autor defende como mais produtivas as perguntas
Alternativas
Q3523841 Português
Ao considerar o trabalho de forma articulada das disciplinas da área de Linguagens e suas Tecnologias, o desenvolvimento integral do estudante deve ocorrer a partir da articulação entre os diferentes componentes. Assim, o Currículo Paulista (2020) para o Ensino Médio prioriza cinco campos de atuação social para as práticas de linguagem, dentre os quais consta a seguinte descrição: “sua exploração permite construir uma consciência crítica e seletiva em relação à produção e circulação de informações, posicionamentos e induções ao consumo”.
A qual campo de atuação social está relacionada a descrição supracitada?
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Q3523721 Português
Gois em sua obra Líderes na escola: o que fazem bons diretores e diretoras, e como os melhores sistemas educacionais do mundo os selecionam, formam e apoiam (2020), aborda a liderança no sistema educacional de Singapura, onde as escolas são extremamente bem organizadas, cujas funções são bem definidas e há um espírito de colaboração.
Nelas, há um grande número de funções de liderança intermediária e, também, investimento na formação dessas lideranças, o que facilita o trabalho de distribuição de liderança por diretores e vice-diretores, e “faz com que cada estabelecimento tenha profissionais capacitados para tornar aquele ambiente uma verdadeira
Alternativas
Q3523714 Português
Em sua obra Conflitos na Escola, Ceccon e outros (2009) recorrem a definições de especialistas sobre conflitos e destacam que “Conflitos são inerentes às interações e, portanto, não podem ser eliminados. De fato, seres humanos interagem dispondo de diferentes condições, recursos, bens, diretrizes, valores, normas, procedimentos, interpretações, sempre procurando chegar a um mínimo de equidade”.
A proposta do trabalho de Ceccon e outros é de “contribuir para que as comunidades escolares aprendam a dialogar e a lidar com o conflito de forma criativa, encontrando processos, procedimentos e ferramentas para organizar um amplo sistema de gestão
Alternativas
Respostas
24561: A
24562: A
24563: D
24564: D
24565: D
24566: A
24567: A
24568: D
24569: D
24570: C
24571: D
24572: A
24573: B
24574: E
24575: A
24576: D
24577: C
24578: D
24579: B
24580: B