Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3770861 Português
No que diz respeito à classificação das palavras quanto à quantidade de sílabas, assinale, a seguir, a alternativa que possui, respectivamente, nesta ordem: uma polissílaba, uma trissílaba, uma dissílaba e uma monossílaba.
Alternativas
Q3770860 Português
A Acentuação Gráfica trata da correta colocação de sinais gráficos nas palavras. Ciente disso, assinale, a seguir, a alternativa que possui um erro de acentuação gráfica. 
Alternativas
Q3770859 Português
As formas onde e aonde podem ser classificadas como advérbio de lugar ou pronome relativo (quando retoma um termo anterior) e, muitas vezes, são utilizadas de modo inadequado pelos usuários da língua. Ciente das regras que regem o uso dessas formas, assinale, a seguir, a alternativa cujo termo em destaque foi usado incorretamente
Alternativas
Q3770858 Português
Sabendo que o adjunto adnominal é o determinante de um núcleo nominal, assinale, a seguir, a alternativa cujo termo em destaque apresenta função sintática de adjunto adnominal. 
Alternativas
Q3770857 Português

Leia o texto III a seguir e responda à questão.

 

Texto III

Realização pessoal ou tormento?

Autor anônimo

 

A palavra trabalho originou-se do termo latino tripalium (ou trepalium), que nomeava um instrumento utilizado para torturar os escravos, no século VI. Naquela época, o “trabalhador” não era uma vítima, como hoje em dia, em que ele é “escravizado”, mas, sim, um torturador que castigava os prisioneiros. Antes de significar “atividade ou exercício profissional”, trabalho tinha o sentido abstrato de “tormento, agonia, sofrimento”, sentido este que permanece para muitas pessoas atualmente.

Após ter recebido o novo sentido, o trabalho passou a ser exaltado por comemorações, como no dia 1 de maio, “Dia do trabalho”, ou até por frases como: “O trabalho dignifica o homem”. Mas, será mesmo que o trabalho perdeu a velha “sombra” da aflição? Como será que a sociedade lida com este exercício nos nossos dias? Será que ele é tratado de forma justa?

Mesmo depois da abolição da escravidão no Brasil, em 1888, cidadãos ainda têm seu trabalho explorado, isto é, algumas pessoas são sujeitadas a certos tipos de empregos por não poderem obter um melhor. Um exemplo clássico são os trabalhadores rurais que, na maioria das vezes, não possuem carteira assinada e que por não terem uma formação escolar ou acadêmica ou por morarem muito longe do centro urbano terminam aceitando ganhar menos de um salário mínimo (direito de todo profissional com a carteira assinada). Assim, podemos ver que em determinados lugares os trabalhadores não são tratados com justiça, pois não recebem o salário adequado ao seu serviço, ou então, em alguns casos, embora os patrões tentem ser mais justos, estes empregados rurais não obtêm uma contribuição digna, pois recebem uma remuneração mais baixa do que o salário determinado pela Lei do TRT (Tribunal Regional do Trabalho).

Para alguns cidadãos, o trabalho ainda é um tormento, pois não é fonte de realização, ou seja, estes cidadãos não escolhem a profissão que revela o seu talento, o que termina gerando insatisfações pessoais, dores de cabeça, aborrecimentos, ao contrário de outras pessoas, que se realizam em sua profissão, tornando-a valorizada. A profissão não deve ser escolhida apenas pelo benefício financeiro, mas, sim, pelo benefício espiritual. Se trabalharmos naquilo que gostamos, estaremos sempre realizados, dispostos, sem dores de cabeça, caso contrário, teremos sempre o trabalho como uma “sombra” em nossas vidas, consequência das más escolhas.

Assim sendo, se quisermos nos realizar tanto profissional como espiritualmente, devemos escolher nosso trabalho, com base no que gostamos de fazer, desconsiderando os preconceitos presentes na sociedade os quais desvalorizam as profissões sem as quais a população não vive como, por exemplo, o trabalho de um professor, de um gari, de um faxineiro, de um cozinheiro, entre outros tão descriminados. Enfim, para acabarmos de vez com o antigo conceito do termo “trabalho”, precisamos, primeiramente, extinguir todos os preconceitos para com o mesmo, pois, desta forma, ninguém terá vergonha de exercer qualquer profissão, seja esta de faxineiro, gari, professor, entre outros, da mesma maneira que nenhum cidadão envergonha-se de ser um médico, advogado ou engenheiro. (Profissões mais valorizadas socialmente)

 

Fonte: arquivo pessoal do elaborador

As orações em destaque no período “Enfim, para acabarmos de vez com o antigo conceito do termo “trabalho”, precisamos, primeiramente, extinguir todos os preconceitos para com o mesmo, pois, desta forma, ninguém terá vergonha de exercer qualquer profissão [...]” classificam-se, respectivamente, nesta ordem, como:
Alternativas
Q3770856 Português

Leia o texto III a seguir e responda à questão.

 

Texto III

Realização pessoal ou tormento?

Autor anônimo

 

A palavra trabalho originou-se do termo latino tripalium (ou trepalium), que nomeava um instrumento utilizado para torturar os escravos, no século VI. Naquela época, o “trabalhador” não era uma vítima, como hoje em dia, em que ele é “escravizado”, mas, sim, um torturador que castigava os prisioneiros. Antes de significar “atividade ou exercício profissional”, trabalho tinha o sentido abstrato de “tormento, agonia, sofrimento”, sentido este que permanece para muitas pessoas atualmente.

Após ter recebido o novo sentido, o trabalho passou a ser exaltado por comemorações, como no dia 1 de maio, “Dia do trabalho”, ou até por frases como: “O trabalho dignifica o homem”. Mas, será mesmo que o trabalho perdeu a velha “sombra” da aflição? Como será que a sociedade lida com este exercício nos nossos dias? Será que ele é tratado de forma justa?

Mesmo depois da abolição da escravidão no Brasil, em 1888, cidadãos ainda têm seu trabalho explorado, isto é, algumas pessoas são sujeitadas a certos tipos de empregos por não poderem obter um melhor. Um exemplo clássico são os trabalhadores rurais que, na maioria das vezes, não possuem carteira assinada e que por não terem uma formação escolar ou acadêmica ou por morarem muito longe do centro urbano terminam aceitando ganhar menos de um salário mínimo (direito de todo profissional com a carteira assinada). Assim, podemos ver que em determinados lugares os trabalhadores não são tratados com justiça, pois não recebem o salário adequado ao seu serviço, ou então, em alguns casos, embora os patrões tentem ser mais justos, estes empregados rurais não obtêm uma contribuição digna, pois recebem uma remuneração mais baixa do que o salário determinado pela Lei do TRT (Tribunal Regional do Trabalho).

Para alguns cidadãos, o trabalho ainda é um tormento, pois não é fonte de realização, ou seja, estes cidadãos não escolhem a profissão que revela o seu talento, o que termina gerando insatisfações pessoais, dores de cabeça, aborrecimentos, ao contrário de outras pessoas, que se realizam em sua profissão, tornando-a valorizada. A profissão não deve ser escolhida apenas pelo benefício financeiro, mas, sim, pelo benefício espiritual. Se trabalharmos naquilo que gostamos, estaremos sempre realizados, dispostos, sem dores de cabeça, caso contrário, teremos sempre o trabalho como uma “sombra” em nossas vidas, consequência das más escolhas.

Assim sendo, se quisermos nos realizar tanto profissional como espiritualmente, devemos escolher nosso trabalho, com base no que gostamos de fazer, desconsiderando os preconceitos presentes na sociedade os quais desvalorizam as profissões sem as quais a população não vive como, por exemplo, o trabalho de um professor, de um gari, de um faxineiro, de um cozinheiro, entre outros tão descriminados. Enfim, para acabarmos de vez com o antigo conceito do termo “trabalho”, precisamos, primeiramente, extinguir todos os preconceitos para com o mesmo, pois, desta forma, ninguém terá vergonha de exercer qualquer profissão, seja esta de faxineiro, gari, professor, entre outros, da mesma maneira que nenhum cidadão envergonha-se de ser um médico, advogado ou engenheiro. (Profissões mais valorizadas socialmente)

 

Fonte: arquivo pessoal do elaborador

Após leitura do texto, percebe-se que, ao discutir sobre a temática do trabalho, o autor defende que: 
Alternativas
Q3770855 Português

Leia o texto III a seguir e responda à questão.

 

Texto III

Realização pessoal ou tormento?

Autor anônimo

 

A palavra trabalho originou-se do termo latino tripalium (ou trepalium), que nomeava um instrumento utilizado para torturar os escravos, no século VI. Naquela época, o “trabalhador” não era uma vítima, como hoje em dia, em que ele é “escravizado”, mas, sim, um torturador que castigava os prisioneiros. Antes de significar “atividade ou exercício profissional”, trabalho tinha o sentido abstrato de “tormento, agonia, sofrimento”, sentido este que permanece para muitas pessoas atualmente.

Após ter recebido o novo sentido, o trabalho passou a ser exaltado por comemorações, como no dia 1 de maio, “Dia do trabalho”, ou até por frases como: “O trabalho dignifica o homem”. Mas, será mesmo que o trabalho perdeu a velha “sombra” da aflição? Como será que a sociedade lida com este exercício nos nossos dias? Será que ele é tratado de forma justa?

Mesmo depois da abolição da escravidão no Brasil, em 1888, cidadãos ainda têm seu trabalho explorado, isto é, algumas pessoas são sujeitadas a certos tipos de empregos por não poderem obter um melhor. Um exemplo clássico são os trabalhadores rurais que, na maioria das vezes, não possuem carteira assinada e que por não terem uma formação escolar ou acadêmica ou por morarem muito longe do centro urbano terminam aceitando ganhar menos de um salário mínimo (direito de todo profissional com a carteira assinada). Assim, podemos ver que em determinados lugares os trabalhadores não são tratados com justiça, pois não recebem o salário adequado ao seu serviço, ou então, em alguns casos, embora os patrões tentem ser mais justos, estes empregados rurais não obtêm uma contribuição digna, pois recebem uma remuneração mais baixa do que o salário determinado pela Lei do TRT (Tribunal Regional do Trabalho).

Para alguns cidadãos, o trabalho ainda é um tormento, pois não é fonte de realização, ou seja, estes cidadãos não escolhem a profissão que revela o seu talento, o que termina gerando insatisfações pessoais, dores de cabeça, aborrecimentos, ao contrário de outras pessoas, que se realizam em sua profissão, tornando-a valorizada. A profissão não deve ser escolhida apenas pelo benefício financeiro, mas, sim, pelo benefício espiritual. Se trabalharmos naquilo que gostamos, estaremos sempre realizados, dispostos, sem dores de cabeça, caso contrário, teremos sempre o trabalho como uma “sombra” em nossas vidas, consequência das más escolhas.

Assim sendo, se quisermos nos realizar tanto profissional como espiritualmente, devemos escolher nosso trabalho, com base no que gostamos de fazer, desconsiderando os preconceitos presentes na sociedade os quais desvalorizam as profissões sem as quais a população não vive como, por exemplo, o trabalho de um professor, de um gari, de um faxineiro, de um cozinheiro, entre outros tão descriminados. Enfim, para acabarmos de vez com o antigo conceito do termo “trabalho”, precisamos, primeiramente, extinguir todos os preconceitos para com o mesmo, pois, desta forma, ninguém terá vergonha de exercer qualquer profissão, seja esta de faxineiro, gari, professor, entre outros, da mesma maneira que nenhum cidadão envergonha-se de ser um médico, advogado ou engenheiro. (Profissões mais valorizadas socialmente)

 

Fonte: arquivo pessoal do elaborador

Tipologia textual refere-se à organização discursiva do texto. Sabendo disso, percebe-se que, no texto III, as tipologias predominantes na organização textual são: 
Alternativas
Q3770854 Português

Leia os textos I e II a seguir e responda à questão.

 

Texto I

A violência conjugal contra a mulher a partir da ótica do homem autor da violência

 

Antonio Gomes da Rosa

Antonio Fernando Boing

Fátima Büchele

Walter Ferreira de Oliveira

Elza Berger Salema Coelho

 

Resumo: Este artigo objetiva investigar as causas da agressão conjugal contra a mulher a partir da ótica do homem autor de violência. Para tanto, foi desenvolvida uma pesquisa descritiva exploratória com abordagem qualitativa. Os dados foram coletados por meio da técnica de grupos focais com homens que se envolveram em violência conjugal e participavam voluntariamente do Programa de Atenção à Violência Doméstica e Intrafamiliar de um município de médio porte de Santa Catarina. Na análise das informações, evidenciaram-se três categorias: “Ela”, “Eu” e “Outros”. Nossos resultados apontam comportamentos e atitudes que permitem identificar as causas da agressão contra a companheira evidenciada a partir da interferência de pessoas estranhas à relação conjugal; presença de ações inadequadas da companheira; domínio da mulher sobre o companheiro; resposta à agressão física, verbal ou psicológica da companheira; dependência química e situação financeira. Os resultados mostram também que essas causas se mesclam no dia-a-dia, acumulam-se sob a forma de conflitos e eclodem em atos que configuram a violência conjugal do homem contra a companheira. Os sujeitos da pesquisa não demonstram compreensão ativa de que são agressores, ou seja, reconhecem os atos de violência que relatam, no entanto, não identificam que essas ações os caracterizam como autores de violência.

 

Palavras-chave: Violência contra a mulher; Violência doméstica; Saúde da mulher.

 

 

 

Texto II

ROSA, Antônio Gomes da et al. A violência conjugal contra a mulher a partir da ótica do homem autor da violência. Revista Saúde, São Paulo, v.17, n.3, p.152-160, 2008.

 

No artigo A violência conjugal contra a mulher a partir da ótica do homem autor da violência, Antônio Rosa, Antônio Boing, Fátima Büchele e Walter de Oliveira tematizam a respeito da violência conjugal, considerando ser esse um problema de saúde pública, como comprovam, segundo eles, diversos estudos realizados em âmbito nacional e internacional.

Nesse contexto, os estudiosos realizam uma pesquisa descritiva exploratória com o objetivo de investigar os motivos que justificam a agressão à mulher na visão do homem agressor. Para tal, os pesquisadores entrevistam, por meio da técnica de grupos focais, homens que se envolveram em violência conjugal e participavam voluntariamente do Programa de Atenção à Violência Doméstica e Intrafamiliar de um município de Santa Catarina.

Ao analisarem as entrevistas concedidas pelos participantes da pesquisa, os autores categorizam as informações obtidas em três categorias: “Ela”, “Eu” e “Outros”. Na primeira categoria, os professores mostram que a causa da agressão é atribuída à mulher por esta demonstrar atitudes inadequadas em relação ao parceiro, ao tentarem dominar a vida conjugal e às vezes agredir seu companheiro. Na segunda categoria, os pesquisadores evidenciam que a violência foi ocasionada por problemas financeiros ou dependência química sofridos pelo agressor. Na terceira e última categoria, Rosa et al. sinalizam que os homens entrevistados justificam seu ato violento culpabilizando a influência de terceiros no seu relacionamento.

Ao término da investigação, os autores chegam à conclusão de que os sujeitos, embora reconheçam os atos de agressão cometidos, não acreditam que esses atos os caracterizem como responsáveis pela violência.

 

Fonte: SILVA, Elizabeth Maria da. Professora, como é que se faz?. Campina Grande: Bagagem, 2012, p.49-50. [edit]

No quarto parágrafo do texto II, no período “Ao analisarem as entrevistas concedidas pelos participantes da pesquisa, os autores categorizam as informações obtidas em três categorias: ‘Ela’, ‘Eue Outros’”, os termos em destaque exercem função sintática de: 
Alternativas
Q3770852 Português

Leia os textos I e II a seguir e responda à questão.

 

Texto I

A violência conjugal contra a mulher a partir da ótica do homem autor da violência

 

Antonio Gomes da Rosa

Antonio Fernando Boing

Fátima Büchele

Walter Ferreira de Oliveira

Elza Berger Salema Coelho

 

Resumo: Este artigo objetiva investigar as causas da agressão conjugal contra a mulher a partir da ótica do homem autor de violência. Para tanto, foi desenvolvida uma pesquisa descritiva exploratória com abordagem qualitativa. Os dados foram coletados por meio da técnica de grupos focais com homens que se envolveram em violência conjugal e participavam voluntariamente do Programa de Atenção à Violência Doméstica e Intrafamiliar de um município de médio porte de Santa Catarina. Na análise das informações, evidenciaram-se três categorias: “Ela”, “Eu” e “Outros”. Nossos resultados apontam comportamentos e atitudes que permitem identificar as causas da agressão contra a companheira evidenciada a partir da interferência de pessoas estranhas à relação conjugal; presença de ações inadequadas da companheira; domínio da mulher sobre o companheiro; resposta à agressão física, verbal ou psicológica da companheira; dependência química e situação financeira. Os resultados mostram também que essas causas se mesclam no dia-a-dia, acumulam-se sob a forma de conflitos e eclodem em atos que configuram a violência conjugal do homem contra a companheira. Os sujeitos da pesquisa não demonstram compreensão ativa de que são agressores, ou seja, reconhecem os atos de violência que relatam, no entanto, não identificam que essas ações os caracterizam como autores de violência.

 

Palavras-chave: Violência contra a mulher; Violência doméstica; Saúde da mulher.

 

 

 

Texto II

ROSA, Antônio Gomes da et al. A violência conjugal contra a mulher a partir da ótica do homem autor da violência. Revista Saúde, São Paulo, v.17, n.3, p.152-160, 2008.

 

No artigo A violência conjugal contra a mulher a partir da ótica do homem autor da violência, Antônio Rosa, Antônio Boing, Fátima Büchele e Walter de Oliveira tematizam a respeito da violência conjugal, considerando ser esse um problema de saúde pública, como comprovam, segundo eles, diversos estudos realizados em âmbito nacional e internacional.

Nesse contexto, os estudiosos realizam uma pesquisa descritiva exploratória com o objetivo de investigar os motivos que justificam a agressão à mulher na visão do homem agressor. Para tal, os pesquisadores entrevistam, por meio da técnica de grupos focais, homens que se envolveram em violência conjugal e participavam voluntariamente do Programa de Atenção à Violência Doméstica e Intrafamiliar de um município de Santa Catarina.

Ao analisarem as entrevistas concedidas pelos participantes da pesquisa, os autores categorizam as informações obtidas em três categorias: “Ela”, “Eu” e “Outros”. Na primeira categoria, os professores mostram que a causa da agressão é atribuída à mulher por esta demonstrar atitudes inadequadas em relação ao parceiro, ao tentarem dominar a vida conjugal e às vezes agredir seu companheiro. Na segunda categoria, os pesquisadores evidenciam que a violência foi ocasionada por problemas financeiros ou dependência química sofridos pelo agressor. Na terceira e última categoria, Rosa et al. sinalizam que os homens entrevistados justificam seu ato violento culpabilizando a influência de terceiros no seu relacionamento.

Ao término da investigação, os autores chegam à conclusão de que os sujeitos, embora reconheçam os atos de agressão cometidos, não acreditam que esses atos os caracterizem como responsáveis pela violência.

 

Fonte: SILVA, Elizabeth Maria da. Professora, como é que se faz?. Campina Grande: Bagagem, 2012, p.49-50. [edit]

Após leitura dos textos I e II, analise as afirmativas a seguir.
I. O texto I é um resumo e o texto II é uma resenha;
II. Embora ambos os textos tenham o objetivo de sumarizar as ideias centrais de um artigo científico, o texto I foi produzido pelos próprios autores do artigo e o texto II foi produzido por um leitor do gênero resumido;
III. O texto II apresenta as informações do artigo de maneira, predominantemente, subjetiva;
IV. Os numerais ordinais presentes no terceiro parágrafo do texto II auxiliam na construção da coesão referencial e sequencial.
Após análise das afirmativas, conclui-se que estão corretas:
Alternativas
Q3770833 Português
A estabilidade no serviço público, frequentemente alvo de críticas, é um dos principais pilares de proteção da impessoalidade e da moralidade administrativa. Ela garante que o servidor atue com autonomia técnica, livre de pressões políticas ou interferências externas que possam comprometer o interesse público. O propósito da reforma deve ser criar um ambiente em que a estabilidade não se confunda com imutabilidade ou acomodação, mas seja fortalecida por critérios objetivos de desempenho e produtividade. Nesse sentido, a modernização do serviço público não pode ocorrer à custa da vulnerabilidade funcional do servidor, sob pena de fragilizar a própria estrutura do Estado. 


(https://www.jota.info/opiniao-e-analise/artigos/reforma-administrativa-e
-o-desafio-de-equilibrar-eficiencia-e-estabilidade-no-servico-publico)
"Nesse sentido, a modernização do serviço público não pode ocorrer à custa da vulnerabilidade funcional do servidor, sob pena de fragilizar a própria estrutura do Estado."
Considerando a regência dos verbos 'ocorrer' e 'fragilizar', identifique a alternativa correta. 
Alternativas
Q3770832 Português
A estabilidade no serviço público, frequentemente alvo de críticas, é um dos principais pilares de proteção da impessoalidade e da moralidade administrativa. Ela garante que o servidor atue com autonomia técnica, livre de pressões políticas ou interferências externas que possam comprometer o interesse público. O propósito da reforma deve ser criar um ambiente em que a estabilidade não se confunda com imutabilidade ou acomodação, mas seja fortalecida por critérios objetivos de desempenho e produtividade. Nesse sentido, a modernização do serviço público não pode ocorrer à custa da vulnerabilidade funcional do servidor, sob pena de fragilizar a própria estrutura do Estado. 


(https://www.jota.info/opiniao-e-analise/artigos/reforma-administrativa-e
-o-desafio-de-equilibrar-eficiencia-e-estabilidade-no-servico-publico)
"Ela garante que o servidor atue com autonomia técnica, livre de pressões políticas ou interferências externas que possam comprometer o interesse público."
Ao substituir o termo destacado por um pronome oblíquo átono, a colocação pronominal adequada será:
Alternativas
Q3770813 Português
 A estabilidade no serviço público, frequentemente alvo de críticas, é um dos principais pilares de proteção da impessoalidade e da moralidade administrativa. Ela garante que o servidor atue com autonomia técnica, livre de pressões políticas ou interferências externas que possam comprometer o interesse público. O propósito da reforma deve ser criar um ambiente em que a estabilidade não se confunda com imutabilidade ou acomodação, mas seja fortalecida por critérios objetivos de desempenho e produtividade. Nesse sentido, a modernização do serviço público não pode ocorrer à custa da vulnerabilidade funcional do servidor, sob pena de fragilizar a própria estrutura do Estado.


(https://www.jota.info/opiniao-e-analise/artigos/reforma-administrativa-e
-o-desafio-de-equilibrar-eficiencia-e-estabilidade-no-servico-publico)

"Nesse sentido, a modernização do serviço público não pode ocorrer à custa da vulnerabilidade funcional do servidor, sob pena de fragilizar a própria estrutura do Estado."
Considerando a regência dos verbos 'ocorrer' e 'fragilizar', identifique a alternativa correta. 
Alternativas
Q3770812 Português
 A estabilidade no serviço público, frequentemente alvo de críticas, é um dos principais pilares de proteção da impessoalidade e da moralidade administrativa. Ela garante que o servidor atue com autonomia técnica, livre de pressões políticas ou interferências externas que possam comprometer o interesse público. O propósito da reforma deve ser criar um ambiente em que a estabilidade não se confunda com imutabilidade ou acomodação, mas seja fortalecida por critérios objetivos de desempenho e produtividade. Nesse sentido, a modernização do serviço público não pode ocorrer à custa da vulnerabilidade funcional do servidor, sob pena de fragilizar a própria estrutura do Estado.


(https://www.jota.info/opiniao-e-analise/artigos/reforma-administrativa-e
-o-desafio-de-equilibrar-eficiencia-e-estabilidade-no-servico-publico)

"Ela garante que o servidor atue com autonomia técnica, livre de pressões políticas ou interferências externas que possam comprometer o interesse público."
Ao substituir o termo destacado por um pronome oblíquo átono, a colocação pronominal adequada será:
Alternativas
Q3770806 Português
Leia o enunciado abaixo:
Um colega de trabalho precisa sair mais cedo e deseja deixar uma mensagem rápida, dirigida apenas ao superior imediato, explicando o motivo da ausência e sugerindo o reagendamento de uma tarefa.
Considerando as características dos gêneros textuais, a alternativa que melhor representa o tipo de texto adequado a essa situação é: 
Alternativas
Q3770805 Português
Considere o seguinte enunciado hipotético:
Um leitor deseja escrever à redação de um jornal, manifestando sua insatisfação com o conteúdo de uma reportagem e solicitando a correção de uma informação. Para isso, ele decide enviar uma carta.
Com base nas características formais do gênero "carta", especialmente no contexto descrito, assinale a alternativa que apresenta elementos obrigatórios e coerentes com esse tipo de correspondência. 
Alternativas
Q3770799 Português
O Mistério e o Gato


Certa vez, por volta das 18 horas, Tony, o gato da família Stones, se encontrava em um dilema: quando ele deixava de beber o leite que seus donos colocavam para ele no piso da cozinha, algo horrível acontecia. O leite ficava com um cheiro e aparência estranha, de maneira que intrigava Tony.

Havia um mistério a ser solucionado. Tony percebe que quando ele bebe o leite na hora que os donos colocam em seu pote, tudo está perfeitamente bem. Porém, se ele espera algumas horas, seu leite volta a apresentar aquelas estranhas características.

Após alguns dias, cansado de tanto investigar, Tony deita no chão da sala para descansar. Em seguida, seus donos sentam-se no sofá da sala e ligam a televisão. Algo chama a atenção de Tony, um homem do documentário assistido pela família Stones diz a seguinte frase: "Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma".

Finalmente Tony conseguiria descrever o que acontecia com seu leite? Seria apenas uma transformação? Bom... Apesar de não ser exatamente a resposta esperada, agora o belo gatinho branco começara a entender um pouquinho de tudo o que acontecia com o mundo ao seu redor.


SCHROEDER, Bruna Letícia Dreis. O mistério e o gato. In: Fundação Indaialense de Cultura. 80 contos: volume 4. Indaial: FIC, 2021. Disponível em: https://www.ficindaial.com.br/fundacao/wp-content/uploads/2021/10/E-B OOK-80-CONTOS-4.pdf . Acesso em: 16 nov. 2025. 
Assinale a alternativa cuja palavra em destaque não possui dígrafo:
Alternativas
Q3770713 Português
Em qual alternativa o uso das conjunções coordenativas e da pontuação está correto e coerente com o sentido do período? 
Alternativas
Q3770711 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Prefiro as manhãs para tudo que exija algum esforço

        A literatura é amante das madrugadas. Eu, ao menos, quando menina, imaginava que escritores só escrevessem à noite, enquanto consumiam maços de cigarros e muito uísque, cercados por gatos (nunca por bebês) e tendo o silêncio quebrado apenas pelas ondas do mar – uma casa em uma praia isolada, que outro cenário para produzir poemas dilacerantes, histórias que sangram e ensaios que revolucionam o mundo?

        Ei, ei! Despertador tocando.

        Patti Smith acorda cedo, faz alguns exercícios e sai com uma caderneta em busca de um lugar para escrever enquanto toma um café. Haruki Murakami se levanta da cama às 4h e escreve por cinco ou seis horas – de tarde, pratica esportes. Toni Morrison também começava a escrever antes do nascer do sol, quando não havia ninguém por perto para interrompê-la. Maya Angelou acordava às 5h50, tomava café com o marido e ia para um hotel trabalhar. Jack Kerouac acreditava que o primeiro pensamento era o melhor – escrevia pela manhã em fluxo livre e deixava as tardes e noites para revisões. Henry Miller, mesma coisa: começava seus textos pela manhã e, à noite, andava de bicicleta. Virginia Woolf debruçava-se sobre o caderno das 9h30 ao meio-dia, todos os dias.

        A despeito da fama de notívago e boêmio que todo artista carrega, escrever é um trabalho braçal, somos operários do ofício. A inspiração pode vir do escuro, mas a transpiração é solar e cedo já está em pé.

        Nada mal ter alguma coisa em comum com essa turma, mesmo que apenas com sua rotina criativa. Ninguém me perguntou, mas as manhãs também são coautoras da minha escrita. As primeiras horas do dia me encontram mais acesa. O problema é que é também quando estou mais disposta a me exercitar – à tarde não consigo levantar pesos, fazer abdominais e outras crueldades com meu corpo. É também pela manhã que prefiro ir ao supermercado, geralmente vazio e sem filas. Se preciso fazer compras no shopping, chego antes de as portas abrirem, pelo mesmo motivo: oferta de vagas para estacionar, corredores desimpedidos, provadores às moscas. Ou seja, prefiro as manhãs para tudo que exija algum esforço. Depois das 14h, a inspiração mingua, e depois das 18h, só relaxar me interessa. Ou seja, a continuar assim, morrerei de fome. Tenho que tomar vergonha e transferir todos os meus afazeres mundanos para o turno da tarde, a fim de usar as manhãs exclusivamente para a escrita. Se não conseguir, me restará o radicalismo: abandonar a administração da casa, desistir de manter o corpo saudável e fugir para uma praia isolada, onde aguardarei o sol nascer cercada apenas pelas garrafas vazias da noite anterior e dois ou três gatos.

Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
Considerando os diferentes tipos de colocação pronominal da língua portuguesa, analise as assertivas:
I. Em “Ninguém me perguntou”, a forma pronominal é empregada em mesóclise, já que o termo “me” aparece entre o radical e a desinência verbal.
II. Em “não havia ninguém por perto para interrompê-la”, o pronome está em ênclise, ocorrendo a união do oblíquo ao verbo no infinitivo devido à ausência de fator atrativo.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3770709 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Prefiro as manhãs para tudo que exija algum esforço

        A literatura é amante das madrugadas. Eu, ao menos, quando menina, imaginava que escritores só escrevessem à noite, enquanto consumiam maços de cigarros e muito uísque, cercados por gatos (nunca por bebês) e tendo o silêncio quebrado apenas pelas ondas do mar – uma casa em uma praia isolada, que outro cenário para produzir poemas dilacerantes, histórias que sangram e ensaios que revolucionam o mundo?

        Ei, ei! Despertador tocando.

        Patti Smith acorda cedo, faz alguns exercícios e sai com uma caderneta em busca de um lugar para escrever enquanto toma um café. Haruki Murakami se levanta da cama às 4h e escreve por cinco ou seis horas – de tarde, pratica esportes. Toni Morrison também começava a escrever antes do nascer do sol, quando não havia ninguém por perto para interrompê-la. Maya Angelou acordava às 5h50, tomava café com o marido e ia para um hotel trabalhar. Jack Kerouac acreditava que o primeiro pensamento era o melhor – escrevia pela manhã em fluxo livre e deixava as tardes e noites para revisões. Henry Miller, mesma coisa: começava seus textos pela manhã e, à noite, andava de bicicleta. Virginia Woolf debruçava-se sobre o caderno das 9h30 ao meio-dia, todos os dias.

        A despeito da fama de notívago e boêmio que todo artista carrega, escrever é um trabalho braçal, somos operários do ofício. A inspiração pode vir do escuro, mas a transpiração é solar e cedo já está em pé.

        Nada mal ter alguma coisa em comum com essa turma, mesmo que apenas com sua rotina criativa. Ninguém me perguntou, mas as manhãs também são coautoras da minha escrita. As primeiras horas do dia me encontram mais acesa. O problema é que é também quando estou mais disposta a me exercitar – à tarde não consigo levantar pesos, fazer abdominais e outras crueldades com meu corpo. É também pela manhã que prefiro ir ao supermercado, geralmente vazio e sem filas. Se preciso fazer compras no shopping, chego antes de as portas abrirem, pelo mesmo motivo: oferta de vagas para estacionar, corredores desimpedidos, provadores às moscas. Ou seja, prefiro as manhãs para tudo que exija algum esforço. Depois das 14h, a inspiração mingua, e depois das 18h, só relaxar me interessa. Ou seja, a continuar assim, morrerei de fome. Tenho que tomar vergonha e transferir todos os meus afazeres mundanos para o turno da tarde, a fim de usar as manhãs exclusivamente para a escrita. Se não conseguir, me restará o radicalismo: abandonar a administração da casa, desistir de manter o corpo saudável e fugir para uma praia isolada, onde aguardarei o sol nascer cercada apenas pelas garrafas vazias da noite anterior e dois ou três gatos.

Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
O texto emprega humor e certo grau de ironia para construir uma autorrepresentação que oscila entre o rigor criativo e a autocrítica bem-humorada. Ao relatar preferências, procrastinações e fantasias sobre rotinas ideais, a autora problematiza a relação entre disciplina e cotidiano de forma leve e reflexiva. Nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta interpretação adequada dos efeitos expressivos do texto.
Alternativas
Q3770708 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Prefiro as manhãs para tudo que exija algum esforço

        A literatura é amante das madrugadas. Eu, ao menos, quando menina, imaginava que escritores só escrevessem à noite, enquanto consumiam maços de cigarros e muito uísque, cercados por gatos (nunca por bebês) e tendo o silêncio quebrado apenas pelas ondas do mar – uma casa em uma praia isolada, que outro cenário para produzir poemas dilacerantes, histórias que sangram e ensaios que revolucionam o mundo?

        Ei, ei! Despertador tocando.

        Patti Smith acorda cedo, faz alguns exercícios e sai com uma caderneta em busca de um lugar para escrever enquanto toma um café. Haruki Murakami se levanta da cama às 4h e escreve por cinco ou seis horas – de tarde, pratica esportes. Toni Morrison também começava a escrever antes do nascer do sol, quando não havia ninguém por perto para interrompê-la. Maya Angelou acordava às 5h50, tomava café com o marido e ia para um hotel trabalhar. Jack Kerouac acreditava que o primeiro pensamento era o melhor – escrevia pela manhã em fluxo livre e deixava as tardes e noites para revisões. Henry Miller, mesma coisa: começava seus textos pela manhã e, à noite, andava de bicicleta. Virginia Woolf debruçava-se sobre o caderno das 9h30 ao meio-dia, todos os dias.

        A despeito da fama de notívago e boêmio que todo artista carrega, escrever é um trabalho braçal, somos operários do ofício. A inspiração pode vir do escuro, mas a transpiração é solar e cedo já está em pé.

        Nada mal ter alguma coisa em comum com essa turma, mesmo que apenas com sua rotina criativa. Ninguém me perguntou, mas as manhãs também são coautoras da minha escrita. As primeiras horas do dia me encontram mais acesa. O problema é que é também quando estou mais disposta a me exercitar – à tarde não consigo levantar pesos, fazer abdominais e outras crueldades com meu corpo. É também pela manhã que prefiro ir ao supermercado, geralmente vazio e sem filas. Se preciso fazer compras no shopping, chego antes de as portas abrirem, pelo mesmo motivo: oferta de vagas para estacionar, corredores desimpedidos, provadores às moscas. Ou seja, prefiro as manhãs para tudo que exija algum esforço. Depois das 14h, a inspiração mingua, e depois das 18h, só relaxar me interessa. Ou seja, a continuar assim, morrerei de fome. Tenho que tomar vergonha e transferir todos os meus afazeres mundanos para o turno da tarde, a fim de usar as manhãs exclusivamente para a escrita. Se não conseguir, me restará o radicalismo: abandonar a administração da casa, desistir de manter o corpo saudável e fugir para uma praia isolada, onde aguardarei o sol nascer cercada apenas pelas garrafas vazias da noite anterior e dois ou três gatos.

Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
O texto articula lembranças da infância, referências a escritores consagrados e reflexões autobiográficas para desconstruir o estereótipo do artista notívago. A autora explora o contraste entre a ideia romantizada da escrita e as rotinas disciplinadas de grandes nomes da literatura, integrando esse movimento à própria relação que mantém com as manhãs. Considerando esse percurso argumentativo, assinale a alternativa que apresenta interpretação coerente com o sentido construído no texto.
Alternativas
Respostas
20781: A
20782: B
20783: D
20784: E
20785: B
20786: E
20787: B
20788: A
20789: C
20790: B
20791: E
20792: C
20793: A
20794: B
20795: D
20796: B
20797: B
20798: B
20799: C
20800: B