Questões de Concurso Sobre português
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Para a questão, leia o texto a seguir:
Texto IV
Debaixo dos caracóis dos seus cabelos
Um dia a areia branca
Seus pés irão tocar
E vai molhar seus cabelos
A água azul do mar
Janelas e portas vão se abrir
Pra ver você chegar
E ao se sentir em casa
Sorrindo vai chorar
Debaixo dos caracóis dos seus cabelos
Uma história pra contar de um mundo tão distante
Debaixo dos caracóis dos seus cabelos
Um soluço e a vontade de ficar mais um instante
As luzes e o colorido
Que você vê agora
Nas ruas por onde anda
Na casa onde mora
Você olha tudo e nada
Lhe faz ficar contente
Você só deseja agora
Voltar pra sua gente
Debaixo dos caracóis dos seus cabelos
Uma história pra contar de um mundo tão distante
Debaixo dos caracóis dos seus cabelos
Um soluço e a vontade de ficar mais um instante
Você anda pela tarde
E o seu olhar tristonho
Deixa sangrar no peito
Uma saudade, um sonho
Um dia vou ver você
Chegando num sorriso
Pisando a areia branca
Que é seu paraíso
[...]
(Adaptado de: CARLOS, Roberto; CARLOS, Erasmo. Debaixo dos caracóis dos seus cabelos. In: CARLOS, Roberto. Roberto Carlos. Rio de Janeiro: CBS, 1971.
Para a questão, leia o texto a seguir:
Texto IV
Debaixo dos caracóis dos seus cabelos
Um dia a areia branca
Seus pés irão tocar
E vai molhar seus cabelos
A água azul do mar
Janelas e portas vão se abrir
Pra ver você chegar
E ao se sentir em casa
Sorrindo vai chorar
Debaixo dos caracóis dos seus cabelos
Uma história pra contar de um mundo tão distante
Debaixo dos caracóis dos seus cabelos
Um soluço e a vontade de ficar mais um instante
As luzes e o colorido
Que você vê agora
Nas ruas por onde anda
Na casa onde mora
Você olha tudo e nada
Lhe faz ficar contente
Você só deseja agora
Voltar pra sua gente
Debaixo dos caracóis dos seus cabelos
Uma história pra contar de um mundo tão distante
Debaixo dos caracóis dos seus cabelos
Um soluço e a vontade de ficar mais um instante
Você anda pela tarde
E o seu olhar tristonho
Deixa sangrar no peito
Uma saudade, um sonho
Um dia vou ver você
Chegando num sorriso
Pisando a areia branca
Que é seu paraíso
[...]
(Adaptado de: CARLOS, Roberto; CARLOS, Erasmo. Debaixo dos caracóis dos seus cabelos. In: CARLOS, Roberto. Roberto Carlos. Rio de Janeiro: CBS, 1971.
Para responder à questão, leia o texto III.
Texto III
Durante uma viagem pelo Distrito de Bragança, o professor Joaquim resolveu passar uns dias na Vila Baticuteua. Ao conversar com os moradores do local, notou que uma mesma palavra podia apresentar pronúncias diversas, como o vocá bulo tia, que alguns falavam “tchia” e outros pronunciavam com o som inicial mais próximo de “tia”.
O professor também observou que havia variações no uso do “s”. Alguns indivíduos mais jovens produziam o “s” chiado no final de palavras, como em meninos, com som de “mininush”, ou no meio de vocábulos, como mesmo, pronunci ado “meshmu”. Outros falantes falavam o “s” sem chiado, pronunciando “mininus” e “mesmu”.
O Professor Joaquim concluiu que aquele seria um bom lócus de pesquisa para seus estudos sobre variação linguís tica fonética, que desenvolve no Núcleo de Fonética e Fonologia da Universidade Regional do Norte. Compreendendo que essas realizações são sistemáticas e condicionadas, resolveu iniciar seus registros em nota de campo para a constituição da proposta de pesquisa.
(Texto fictício)
Para responder à questão, leia o texto III.
Texto III
Durante uma viagem pelo Distrito de Bragança, o professor Joaquim resolveu passar uns dias na Vila Baticuteua. Ao conversar com os moradores do local, notou que uma mesma palavra podia apresentar pronúncias diversas, como o vocá bulo tia, que alguns falavam “tchia” e outros pronunciavam com o som inicial mais próximo de “tia”.
O professor também observou que havia variações no uso do “s”. Alguns indivíduos mais jovens produziam o “s” chiado no final de palavras, como em meninos, com som de “mininush”, ou no meio de vocábulos, como mesmo, pronunci ado “meshmu”. Outros falantes falavam o “s” sem chiado, pronunciando “mininus” e “mesmu”.
O Professor Joaquim concluiu que aquele seria um bom lócus de pesquisa para seus estudos sobre variação linguís tica fonética, que desenvolve no Núcleo de Fonética e Fonologia da Universidade Regional do Norte. Compreendendo que essas realizações são sistemáticas e condicionadas, resolveu iniciar seus registros em nota de campo para a constituição da proposta de pesquisa.
(Texto fictício)
Para responder à questão, analise os textos I e II:
Texto I

Texto II
“No Brasil, a diversidade linguística é uma marca cultural profunda, resultado de séculos de interações entre povos nativos, colonizadores europeus e imigrantes de várias partes do mundo [...] variações dialetais refletem as influências históricas, geográficas e culturais de cada região, tornando o português brasileiro uma língua rica em diversidade. Ao analisar os principais dialetos regionais do Brasil, torna-se evidente como essas variações desempenham um papel fundamental na identidade cultural de diferentes regiões”.
(CASTILHO, Divina Eterna. Variação linguística no Brasil: uma análise sobre os dialetos regionais. Revista Ilustração, Cruz Alta, v. 5, n. 10, p. 71 86, 2024. Disponível em: https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/406. Acesso em: 17, jul., 2026.)
Quais princípios sociolinguísticos possibilitam relacionar as ideias do texto II à situação comunicativa apresentada na charge (texto I)?
I. Variação linguística diamésica, variação diacrônica, comunidade de fala e bilinguismo;
II. Variação linguística diatópica, heterogeneidade linguística, adequação comunicativa e pertencimento cultural;
III. Prestígio linguístico, variação diafásica, diferenças entre variedade de prestígio e variedade popular;
IV. Mudança linguística, variação individual (idioleto) e alternância de código;
V. Estigma linguístico, variação linguística situacional e preconceito linguístico.
Selecione uma alternativa correta.
Mantendo o paralelismo semântico, ao flexionar o verbo “lembrar” no pretérito imperfeito do modo subjuntivo, o verbo “concluir” assume a seguinte forma:
Articulando-se à frase citada, o 6º parágrafo tem a função de apresentar uma:
As duas frases deste trecho apresentam a seguinte sequência de formulações:
A partir da leitura do texto, essa articulação se estabelece com base no seguinte fator principal:
TEXTO PARA A QUESTÃO
A sociedade da informação e os desafios da leitura crítica.
Nas últimas décadas, o desenvolvimento das tecnologias digitais alterou profundamente a forma como o conhecimento é produzido, compartilhado e consumido. A informação, que durante muito tempo esteve concentrada em livros, bibliotecas e meios tradicionais de comunicação, passou a circular de maneira praticamente instantânea por diferentes plataformas digitais. Esse processo ampliou significativamente o acesso ao conhecimento e favoreceu a democratização da comunicação. Entretanto, trouxe consigo desafios que extrapolam o domínio da tecnologia e alcançam dimensões sociais, educacionais e éticas.
A rapidez com que notícias, opiniões e imagens são difundidas faz com que milhões de pessoas tenham contato diário com uma quantidade de informações muito superior à capacidade humana de analisá-las de forma criteriosa. Em consequência, torna-se cada vez mais frequente a formação de opiniões baseadas em leituras superficiais, interpretações precipitadas ou conteúdos cuja veracidade sequer foi verificada. Em um cenário marcado pelo excesso de informações, a dificuldade já não consiste apenas em obter acesso ao conhecimento, mas em distinguir aquilo que se fundamenta em evidências daquilo que se apoia na desinformação, na manipulação ou na ausência de critérios confiáveis.
Essa realidade evidencia que a leitura, por si só, não garante compreensão. Ler criticamente pressupõe interpretar argumentos, identificar relações de causa e consequência, reconhecer estratégias persuasivas, analisar pressupostos e confrontar diferentes pontos de vista. Em outras palavras, significa compreender que todo texto resulta de escolhas linguísticas e discursivas realizadas por seu autor, escolhas essas que podem influenciar a maneira como determinados fatos são percebidos pelo leitor.
Nesse contexto, a escola assume papel essencial na formação de cidadãos capazes de utilizar a informação de maneira ética, responsável e crítica. Mais do que transmitir conteúdos, compete à educação desenvolver competências relacionadas à análise, à argumentação e à tomada de decisões fundamentadas. Afinal, em uma sociedade na qual a informação circula em velocidade cada vez maior, a capacidade de refletir tornou-se tão importante quanto o próprio acesso ao conhecimento.
TEXTO PARA A QUESTÃO
A sociedade da informação e os desafios da leitura crítica.
Nas últimas décadas, o desenvolvimento das tecnologias digitais alterou profundamente a forma como o conhecimento é produzido, compartilhado e consumido. A informação, que durante muito tempo esteve concentrada em livros, bibliotecas e meios tradicionais de comunicação, passou a circular de maneira praticamente instantânea por diferentes plataformas digitais. Esse processo ampliou significativamente o acesso ao conhecimento e favoreceu a democratização da comunicação. Entretanto, trouxe consigo desafios que extrapolam o domínio da tecnologia e alcançam dimensões sociais, educacionais e éticas.
A rapidez com que notícias, opiniões e imagens são difundidas faz com que milhões de pessoas tenham contato diário com uma quantidade de informações muito superior à capacidade humana de analisá-las de forma criteriosa. Em consequência, torna-se cada vez mais frequente a formação de opiniões baseadas em leituras superficiais, interpretações precipitadas ou conteúdos cuja veracidade sequer foi verificada. Em um cenário marcado pelo excesso de informações, a dificuldade já não consiste apenas em obter acesso ao conhecimento, mas em distinguir aquilo que se fundamenta em evidências daquilo que se apoia na desinformação, na manipulação ou na ausência de critérios confiáveis.
Essa realidade evidencia que a leitura, por si só, não garante compreensão. Ler criticamente pressupõe interpretar argumentos, identificar relações de causa e consequência, reconhecer estratégias persuasivas, analisar pressupostos e confrontar diferentes pontos de vista. Em outras palavras, significa compreender que todo texto resulta de escolhas linguísticas e discursivas realizadas por seu autor, escolhas essas que podem influenciar a maneira como determinados fatos são percebidos pelo leitor.
Nesse contexto, a escola assume papel essencial na formação de cidadãos capazes de utilizar a informação de maneira ética, responsável e crítica. Mais do que transmitir conteúdos, compete à educação desenvolver competências relacionadas à análise, à argumentação e à tomada de decisões fundamentadas. Afinal, em uma sociedade na qual a informação circula em velocidade cada vez maior, a capacidade de refletir tornou-se tão importante quanto o próprio acesso ao conhecimento.
TEXTO PARA A QUESTÃO
A sociedade da informação e os desafios da leitura crítica.
Nas últimas décadas, o desenvolvimento das tecnologias digitais alterou profundamente a forma como o conhecimento é produzido, compartilhado e consumido. A informação, que durante muito tempo esteve concentrada em livros, bibliotecas e meios tradicionais de comunicação, passou a circular de maneira praticamente instantânea por diferentes plataformas digitais. Esse processo ampliou significativamente o acesso ao conhecimento e favoreceu a democratização da comunicação. Entretanto, trouxe consigo desafios que extrapolam o domínio da tecnologia e alcançam dimensões sociais, educacionais e éticas.
A rapidez com que notícias, opiniões e imagens são difundidas faz com que milhões de pessoas tenham contato diário com uma quantidade de informações muito superior à capacidade humana de analisá-las de forma criteriosa. Em consequência, torna-se cada vez mais frequente a formação de opiniões baseadas em leituras superficiais, interpretações precipitadas ou conteúdos cuja veracidade sequer foi verificada. Em um cenário marcado pelo excesso de informações, a dificuldade já não consiste apenas em obter acesso ao conhecimento, mas em distinguir aquilo que se fundamenta em evidências daquilo que se apoia na desinformação, na manipulação ou na ausência de critérios confiáveis.
Essa realidade evidencia que a leitura, por si só, não garante compreensão. Ler criticamente pressupõe interpretar argumentos, identificar relações de causa e consequência, reconhecer estratégias persuasivas, analisar pressupostos e confrontar diferentes pontos de vista. Em outras palavras, significa compreender que todo texto resulta de escolhas linguísticas e discursivas realizadas por seu autor, escolhas essas que podem influenciar a maneira como determinados fatos são percebidos pelo leitor.
Nesse contexto, a escola assume papel essencial na formação de cidadãos capazes de utilizar a informação de maneira ética, responsável e crítica. Mais do que transmitir conteúdos, compete à educação desenvolver competências relacionadas à análise, à argumentação e à tomada de decisões fundamentadas. Afinal, em uma sociedade na qual a informação circula em velocidade cada vez maior, a capacidade de refletir tornou-se tão importante quanto o próprio acesso ao conhecimento.
TEXTO PARA A QUESTÃO
A sociedade da informação e os desafios da leitura crítica.
Nas últimas décadas, o desenvolvimento das tecnologias digitais alterou profundamente a forma como o conhecimento é produzido, compartilhado e consumido. A informação, que durante muito tempo esteve concentrada em livros, bibliotecas e meios tradicionais de comunicação, passou a circular de maneira praticamente instantânea por diferentes plataformas digitais. Esse processo ampliou significativamente o acesso ao conhecimento e favoreceu a democratização da comunicação. Entretanto, trouxe consigo desafios que extrapolam o domínio da tecnologia e alcançam dimensões sociais, educacionais e éticas.
A rapidez com que notícias, opiniões e imagens são difundidas faz com que milhões de pessoas tenham contato diário com uma quantidade de informações muito superior à capacidade humana de analisá-las de forma criteriosa. Em consequência, torna-se cada vez mais frequente a formação de opiniões baseadas em leituras superficiais, interpretações precipitadas ou conteúdos cuja veracidade sequer foi verificada. Em um cenário marcado pelo excesso de informações, a dificuldade já não consiste apenas em obter acesso ao conhecimento, mas em distinguir aquilo que se fundamenta em evidências daquilo que se apoia na desinformação, na manipulação ou na ausência de critérios confiáveis.
Essa realidade evidencia que a leitura, por si só, não garante compreensão. Ler criticamente pressupõe interpretar argumentos, identificar relações de causa e consequência, reconhecer estratégias persuasivas, analisar pressupostos e confrontar diferentes pontos de vista. Em outras palavras, significa compreender que todo texto resulta de escolhas linguísticas e discursivas realizadas por seu autor, escolhas essas que podem influenciar a maneira como determinados fatos são percebidos pelo leitor.
Nesse contexto, a escola assume papel essencial na formação de cidadãos capazes de utilizar a informação de maneira ética, responsável e crítica. Mais do que transmitir conteúdos, compete à educação desenvolver competências relacionadas à análise, à argumentação e à tomada de decisões fundamentadas. Afinal, em uma sociedade na qual a informação circula em velocidade cada vez maior, a capacidade de refletir tornou-se tão importante quanto o próprio acesso ao conhecimento.
TEXTO PARA A QUESTÃO
A sociedade da informação e os desafios da leitura crítica.
Nas últimas décadas, o desenvolvimento das tecnologias digitais alterou profundamente a forma como o conhecimento é produzido, compartilhado e consumido. A informação, que durante muito tempo esteve concentrada em livros, bibliotecas e meios tradicionais de comunicação, passou a circular de maneira praticamente instantânea por diferentes plataformas digitais. Esse processo ampliou significativamente o acesso ao conhecimento e favoreceu a democratização da comunicação. Entretanto, trouxe consigo desafios que extrapolam o domínio da tecnologia e alcançam dimensões sociais, educacionais e éticas.
A rapidez com que notícias, opiniões e imagens são difundidas faz com que milhões de pessoas tenham contato diário com uma quantidade de informações muito superior à capacidade humana de analisá-las de forma criteriosa. Em consequência, torna-se cada vez mais frequente a formação de opiniões baseadas em leituras superficiais, interpretações precipitadas ou conteúdos cuja veracidade sequer foi verificada. Em um cenário marcado pelo excesso de informações, a dificuldade já não consiste apenas em obter acesso ao conhecimento, mas em distinguir aquilo que se fundamenta em evidências daquilo que se apoia na desinformação, na manipulação ou na ausência de critérios confiáveis.
Essa realidade evidencia que a leitura, por si só, não garante compreensão. Ler criticamente pressupõe interpretar argumentos, identificar relações de causa e consequência, reconhecer estratégias persuasivas, analisar pressupostos e confrontar diferentes pontos de vista. Em outras palavras, significa compreender que todo texto resulta de escolhas linguísticas e discursivas realizadas por seu autor, escolhas essas que podem influenciar a maneira como determinados fatos são percebidos pelo leitor.
Nesse contexto, a escola assume papel essencial na formação de cidadãos capazes de utilizar a informação de maneira ética, responsável e crítica. Mais do que transmitir conteúdos, compete à educação desenvolver competências relacionadas à análise, à argumentação e à tomada de decisões fundamentadas. Afinal, em uma sociedade na qual a informação circula em velocidade cada vez maior, a capacidade de refletir tornou-se tão importante quanto o próprio acesso ao conhecimento.