Questões de Concurso Sobre português

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Q4385554 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Dia do Folclore: entenda importância das tradições populares na educação


O Dia do Folclore é celebrado internacionalmente no dia 22 de agosto. No Brasil, a data tem o objetivo de garantir a preservação do folclore brasileiro, além de incentivar o estudo das tradições.


O dia costuma retomar elementos da cultura popular brasileira: danças, ritmos, festas e lendas tradicionais, como as do Saci-Pererê, do Curupira, da Iara e do Boto-cor-de-rosa, entre outras. Mas, além de reforçar todas as tradições, esses conhecimentos também podem ser inseridos na educação.


Thaís Ciardella, coordenadora pedagógica na Roda Educativa, explica que o Dia do Folclore é uma oportunidade de abordar a diversidade cultural no planejamento escolar de uma maneira mais ampla, crítica e contextualizada.


"O mais potente é a comunidade escolar se colocar para identificar quais são os conhecimentos, quais são as manifestações culturais do próprio território, como cantigas, narrativas populares, manifestações culturais. É um saber tradicional; tudo isso pode ser objeto de pesquisa, de análise, de produção artística, de reflexão", avalia a coordenadora.


Ciardella reitera a necessidade de valorizar a história, a cultura afro-brasileira e indígena, dialogando com o que a própria legislação brasileira exige.


"É possível refletir sobre os diferentes saberes, sobre as diferentes linguagens, sobre a investigação sobre o território. E isso dialoga com o desenvolvimento integral e a valorização dos saberes ancestrais", afirma. Para a especialista, é preciso assumir o compromisso com a transmissão de saberes populares de uma geração para outra.


Ao analisar os efeitos de uma prática pedagógica que aplique os conhecimentos folclóricos, a especialista aponta que lendas, cantigas e brincadeiras populares podem reforçar o pertencimento.


"Essas expressões culturais vão permitindo que crianças, jovens e adultos se sintam pertencentes e produtores de saberes populares e de arte popular", explica.


Segundo Thaís Ciardella, a escola é o espaço para dialogar sobre todas as culturas. "Quando a gente fala das diversidades culturais, das histórias populares, dos saberes populares, a gente usa a identidade cultural do Brasil, mas a gente também usa a de outros países para valorizar as múltiplas culturas e identidades", detalha ela.


A coordenadora pedagógica explica que diferentes grupos sociais produzem folclore e culturas populares no Brasil contemporâneo. Por isso, é preciso ouvir reconhecer essas diversidades.     


"No caso das culturas indígenas e quilombolas, isso é especialmente importante para não reforçar no imaginário dos estudantes que esses são povos do passado. São povos historicamente presentes, com produções e lutas contemporâneas em meio aos desafios que vivenciamos para estruturar a sociedade brasileira no tempo presente", defende Ciardella.


A educadora ressalta que o ensino sobre saberes tradicionais e diversidade não se restringe a uma única data. "A BNCC (Base Nacional Comum Curricular) assegura esse tipo de formação, com um currículo articulado que contemple os saberes dos povos indígenas, das comunidades quilombolas e das comunidades tradicionais", pontua Thaís Ciardella.


A coordenadora pedagógica também lembra que o ensino sobre culturas populares não precisa ser restrito à educação infantil. "Isso pode aparecer em todas as etapas educacionais. Mais importante do que celebrar a data é garantir que esses diferentes saberes, manifestações e produções culturais façam parte da sociedade brasileira, que estejam presentes no currículo ao longo de todo ano", finaliza ela.


DIA do Folclore: 5 razões para as escolas celebrarem a data [adaptado]. CNN Brasil, [S. l.], 22 ago. 2025. Educação. Disponível em:

https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/dia-do-folclore-5-razoes-para-a s-escolas-celebrarem-a-data/. Acesso em: 20 ago. 2026.   

"Essas expressões culturais vão permitindo que crianças, jovens e adultos se sintam pertencentes e produtores de saberes populares e de arte popular."
Assinale a alternativa que reescreve corretamente o trecho, empregando tempos e modos verbais coerentes com a norma-padrão, sem considerar a diferença semântica.
Alternativas
Q4385553 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Dia do Folclore: entenda importância das tradições populares na educação


O Dia do Folclore é celebrado internacionalmente no dia 22 de agosto. No Brasil, a data tem o objetivo de garantir a preservação do folclore brasileiro, além de incentivar o estudo das tradições.


O dia costuma retomar elementos da cultura popular brasileira: danças, ritmos, festas e lendas tradicionais, como as do Saci-Pererê, do Curupira, da Iara e do Boto-cor-de-rosa, entre outras. Mas, além de reforçar todas as tradições, esses conhecimentos também podem ser inseridos na educação.


Thaís Ciardella, coordenadora pedagógica na Roda Educativa, explica que o Dia do Folclore é uma oportunidade de abordar a diversidade cultural no planejamento escolar de uma maneira mais ampla, crítica e contextualizada.


"O mais potente é a comunidade escolar se colocar para identificar quais são os conhecimentos, quais são as manifestações culturais do próprio território, como cantigas, narrativas populares, manifestações culturais. É um saber tradicional; tudo isso pode ser objeto de pesquisa, de análise, de produção artística, de reflexão", avalia a coordenadora.


Ciardella reitera a necessidade de valorizar a história, a cultura afro-brasileira e indígena, dialogando com o que a própria legislação brasileira exige.


"É possível refletir sobre os diferentes saberes, sobre as diferentes linguagens, sobre a investigação sobre o território. E isso dialoga com o desenvolvimento integral e a valorização dos saberes ancestrais", afirma. Para a especialista, é preciso assumir o compromisso com a transmissão de saberes populares de uma geração para outra.


Ao analisar os efeitos de uma prática pedagógica que aplique os conhecimentos folclóricos, a especialista aponta que lendas, cantigas e brincadeiras populares podem reforçar o pertencimento.


"Essas expressões culturais vão permitindo que crianças, jovens e adultos se sintam pertencentes e produtores de saberes populares e de arte popular", explica.


Segundo Thaís Ciardella, a escola é o espaço para dialogar sobre todas as culturas. "Quando a gente fala das diversidades culturais, das histórias populares, dos saberes populares, a gente usa a identidade cultural do Brasil, mas a gente também usa a de outros países para valorizar as múltiplas culturas e identidades", detalha ela.


A coordenadora pedagógica explica que diferentes grupos sociais produzem folclore e culturas populares no Brasil contemporâneo. Por isso, é preciso ouvir reconhecer essas diversidades.     


"No caso das culturas indígenas e quilombolas, isso é especialmente importante para não reforçar no imaginário dos estudantes que esses são povos do passado. São povos historicamente presentes, com produções e lutas contemporâneas em meio aos desafios que vivenciamos para estruturar a sociedade brasileira no tempo presente", defende Ciardella.


A educadora ressalta que o ensino sobre saberes tradicionais e diversidade não se restringe a uma única data. "A BNCC (Base Nacional Comum Curricular) assegura esse tipo de formação, com um currículo articulado que contemple os saberes dos povos indígenas, das comunidades quilombolas e das comunidades tradicionais", pontua Thaís Ciardella.


A coordenadora pedagógica também lembra que o ensino sobre culturas populares não precisa ser restrito à educação infantil. "Isso pode aparecer em todas as etapas educacionais. Mais importante do que celebrar a data é garantir que esses diferentes saberes, manifestações e produções culturais façam parte da sociedade brasileira, que estejam presentes no currículo ao longo de todo ano", finaliza ela.


DIA do Folclore: 5 razões para as escolas celebrarem a data [adaptado]. CNN Brasil, [S. l.], 22 ago. 2025. Educação. Disponível em:

https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/dia-do-folclore-5-razoes-para-a s-escolas-celebrarem-a-data/. Acesso em: 20 ago. 2026.   

"Ciardella reitera a necessidade de valorizar a história, a cultura afro-brasileira e indígena, dialogando com o que a própria legislação brasileira exige."
A acentuação gráfica de alguns vocábulos foi propositalmente eliminada. Assinale a alternativa que apresenta os vocábulos que devem receber acento pela mesma regra de 'indígena'.
Alternativas
Q4385552 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Dia do Folclore: entenda importância das tradições populares na educação


O Dia do Folclore é celebrado internacionalmente no dia 22 de agosto. No Brasil, a data tem o objetivo de garantir a preservação do folclore brasileiro, além de incentivar o estudo das tradições.


O dia costuma retomar elementos da cultura popular brasileira: danças, ritmos, festas e lendas tradicionais, como as do Saci-Pererê, do Curupira, da Iara e do Boto-cor-de-rosa, entre outras. Mas, além de reforçar todas as tradições, esses conhecimentos também podem ser inseridos na educação.


Thaís Ciardella, coordenadora pedagógica na Roda Educativa, explica que o Dia do Folclore é uma oportunidade de abordar a diversidade cultural no planejamento escolar de uma maneira mais ampla, crítica e contextualizada.


"O mais potente é a comunidade escolar se colocar para identificar quais são os conhecimentos, quais são as manifestações culturais do próprio território, como cantigas, narrativas populares, manifestações culturais. É um saber tradicional; tudo isso pode ser objeto de pesquisa, de análise, de produção artística, de reflexão", avalia a coordenadora.


Ciardella reitera a necessidade de valorizar a história, a cultura afro-brasileira e indígena, dialogando com o que a própria legislação brasileira exige.


"É possível refletir sobre os diferentes saberes, sobre as diferentes linguagens, sobre a investigação sobre o território. E isso dialoga com o desenvolvimento integral e a valorização dos saberes ancestrais", afirma. Para a especialista, é preciso assumir o compromisso com a transmissão de saberes populares de uma geração para outra.


Ao analisar os efeitos de uma prática pedagógica que aplique os conhecimentos folclóricos, a especialista aponta que lendas, cantigas e brincadeiras populares podem reforçar o pertencimento.


"Essas expressões culturais vão permitindo que crianças, jovens e adultos se sintam pertencentes e produtores de saberes populares e de arte popular", explica.


Segundo Thaís Ciardella, a escola é o espaço para dialogar sobre todas as culturas. "Quando a gente fala das diversidades culturais, das histórias populares, dos saberes populares, a gente usa a identidade cultural do Brasil, mas a gente também usa a de outros países para valorizar as múltiplas culturas e identidades", detalha ela.


A coordenadora pedagógica explica que diferentes grupos sociais produzem folclore e culturas populares no Brasil contemporâneo. Por isso, é preciso ouvir reconhecer essas diversidades.     


"No caso das culturas indígenas e quilombolas, isso é especialmente importante para não reforçar no imaginário dos estudantes que esses são povos do passado. São povos historicamente presentes, com produções e lutas contemporâneas em meio aos desafios que vivenciamos para estruturar a sociedade brasileira no tempo presente", defende Ciardella.


A educadora ressalta que o ensino sobre saberes tradicionais e diversidade não se restringe a uma única data. "A BNCC (Base Nacional Comum Curricular) assegura esse tipo de formação, com um currículo articulado que contemple os saberes dos povos indígenas, das comunidades quilombolas e das comunidades tradicionais", pontua Thaís Ciardella.


A coordenadora pedagógica também lembra que o ensino sobre culturas populares não precisa ser restrito à educação infantil. "Isso pode aparecer em todas as etapas educacionais. Mais importante do que celebrar a data é garantir que esses diferentes saberes, manifestações e produções culturais façam parte da sociedade brasileira, que estejam presentes no currículo ao longo de todo ano", finaliza ela.


DIA do Folclore: 5 razões para as escolas celebrarem a data [adaptado]. CNN Brasil, [S. l.], 22 ago. 2025. Educação. Disponível em:

https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/dia-do-folclore-5-razoes-para-a s-escolas-celebrarem-a-data/. Acesso em: 20 ago. 2026.   

"Ao analisar os efeitos de uma prática pedagógica que aplique os conhecimentos folclóricos, a especialista aponta que lendas, cantigas e brincadeiras populares podem reforçar o pertencimento."
Com base na concordância verbal, analise as afirmativas a seguir.
I.O verbo 'poder' está flexionado no plural para concordar com o sujeito composto, formado por três núcleos coordenados.
II.Caso o trecho fosse reescrito como 'A maioria das lendas, cantigas e brincadeiras populares pode reforçar o pertencimento', a concordância estaria de acordo com a norma-padrão.
III.Caso a construção fosse 'pode reforçar o pertencimento a lenda, as cantigas e as brincadeiras...', o verbo estaria corretamente empregado no singular, pois o verbo pode concordar com o núcleo mais próximo.
IV.Se o sujeito fosse reescrito como 'Um conjunto de lendas, cantigas e brincadeiras populares', a concordância no singular ('pode') estaria em conformidade com a norma-padrão.
É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4385551 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Dia do Folclore: entenda importância das tradições populares na educação


O Dia do Folclore é celebrado internacionalmente no dia 22 de agosto. No Brasil, a data tem o objetivo de garantir a preservação do folclore brasileiro, além de incentivar o estudo das tradições.


O dia costuma retomar elementos da cultura popular brasileira: danças, ritmos, festas e lendas tradicionais, como as do Saci-Pererê, do Curupira, da Iara e do Boto-cor-de-rosa, entre outras. Mas, além de reforçar todas as tradições, esses conhecimentos também podem ser inseridos na educação.


Thaís Ciardella, coordenadora pedagógica na Roda Educativa, explica que o Dia do Folclore é uma oportunidade de abordar a diversidade cultural no planejamento escolar de uma maneira mais ampla, crítica e contextualizada.


"O mais potente é a comunidade escolar se colocar para identificar quais são os conhecimentos, quais são as manifestações culturais do próprio território, como cantigas, narrativas populares, manifestações culturais. É um saber tradicional; tudo isso pode ser objeto de pesquisa, de análise, de produção artística, de reflexão", avalia a coordenadora.


Ciardella reitera a necessidade de valorizar a história, a cultura afro-brasileira e indígena, dialogando com o que a própria legislação brasileira exige.


"É possível refletir sobre os diferentes saberes, sobre as diferentes linguagens, sobre a investigação sobre o território. E isso dialoga com o desenvolvimento integral e a valorização dos saberes ancestrais", afirma. Para a especialista, é preciso assumir o compromisso com a transmissão de saberes populares de uma geração para outra.


Ao analisar os efeitos de uma prática pedagógica que aplique os conhecimentos folclóricos, a especialista aponta que lendas, cantigas e brincadeiras populares podem reforçar o pertencimento.


"Essas expressões culturais vão permitindo que crianças, jovens e adultos se sintam pertencentes e produtores de saberes populares e de arte popular", explica.


Segundo Thaís Ciardella, a escola é o espaço para dialogar sobre todas as culturas. "Quando a gente fala das diversidades culturais, das histórias populares, dos saberes populares, a gente usa a identidade cultural do Brasil, mas a gente também usa a de outros países para valorizar as múltiplas culturas e identidades", detalha ela.


A coordenadora pedagógica explica que diferentes grupos sociais produzem folclore e culturas populares no Brasil contemporâneo. Por isso, é preciso ouvir reconhecer essas diversidades.     


"No caso das culturas indígenas e quilombolas, isso é especialmente importante para não reforçar no imaginário dos estudantes que esses são povos do passado. São povos historicamente presentes, com produções e lutas contemporâneas em meio aos desafios que vivenciamos para estruturar a sociedade brasileira no tempo presente", defende Ciardella.


A educadora ressalta que o ensino sobre saberes tradicionais e diversidade não se restringe a uma única data. "A BNCC (Base Nacional Comum Curricular) assegura esse tipo de formação, com um currículo articulado que contemple os saberes dos povos indígenas, das comunidades quilombolas e das comunidades tradicionais", pontua Thaís Ciardella.


A coordenadora pedagógica também lembra que o ensino sobre culturas populares não precisa ser restrito à educação infantil. "Isso pode aparecer em todas as etapas educacionais. Mais importante do que celebrar a data é garantir que esses diferentes saberes, manifestações e produções culturais façam parte da sociedade brasileira, que estejam presentes no currículo ao longo de todo ano", finaliza ela.


DIA do Folclore: 5 razões para as escolas celebrarem a data [adaptado]. CNN Brasil, [S. l.], 22 ago. 2025. Educação. Disponível em:

https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/dia-do-folclore-5-razoes-para-a s-escolas-celebrarem-a-data/. Acesso em: 20 ago. 2026.   

"No caso das culturas indígenas e quilombolas, isso é especialmente importante para não reforçar no imaginário dos estudantes que esses são povos do passado. São povos historicamente presentes, com produções e lutas contemporâneas em meio aos desafios que vivenciamos para estruturar a sociedade brasileira no tempo presente."
Considerando os mecanismos de coesão e coerência utilizados no trecho, julgue as afirmativas a seguir.
I.O pronome 'isso' retoma cataforicamente o conteúdo apresentado na oração seguinte, antecipando a ideia de que os povos indígenas e quilombolas são historicamente presentes.
II.O pronome "esses" estabelece referência anafórica às culturas indígenas e quilombolas mencionadas no contexto, cuja condição histórica é posteriormente reafirmada pela expressão "São povos historicamente presentes".
III.A oração 'São povos historicamente presentes...' estabelece uma relação de contraposição com a ideia anteriormente apresentada, equivalente ao sentido introduzido pela conjunção 'mas', ao reafirmar a presença contemporânea dos povos indígenas e quilombolas.
IV.O pronome relativo 'que', em 'que vivenciamos', estabelece coesão referencial ao retomar o termo 'desafios', mencionado anteriormente, e exerce a função de objeto direto do verbo 'vivenciar'.
É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4385550 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Dia do Folclore: entenda importância das tradições populares na educação


O Dia do Folclore é celebrado internacionalmente no dia 22 de agosto. No Brasil, a data tem o objetivo de garantir a preservação do folclore brasileiro, além de incentivar o estudo das tradições.


O dia costuma retomar elementos da cultura popular brasileira: danças, ritmos, festas e lendas tradicionais, como as do Saci-Pererê, do Curupira, da Iara e do Boto-cor-de-rosa, entre outras. Mas, além de reforçar todas as tradições, esses conhecimentos também podem ser inseridos na educação.


Thaís Ciardella, coordenadora pedagógica na Roda Educativa, explica que o Dia do Folclore é uma oportunidade de abordar a diversidade cultural no planejamento escolar de uma maneira mais ampla, crítica e contextualizada.


"O mais potente é a comunidade escolar se colocar para identificar quais são os conhecimentos, quais são as manifestações culturais do próprio território, como cantigas, narrativas populares, manifestações culturais. É um saber tradicional; tudo isso pode ser objeto de pesquisa, de análise, de produção artística, de reflexão", avalia a coordenadora.


Ciardella reitera a necessidade de valorizar a história, a cultura afro-brasileira e indígena, dialogando com o que a própria legislação brasileira exige.


"É possível refletir sobre os diferentes saberes, sobre as diferentes linguagens, sobre a investigação sobre o território. E isso dialoga com o desenvolvimento integral e a valorização dos saberes ancestrais", afirma. Para a especialista, é preciso assumir o compromisso com a transmissão de saberes populares de uma geração para outra.


Ao analisar os efeitos de uma prática pedagógica que aplique os conhecimentos folclóricos, a especialista aponta que lendas, cantigas e brincadeiras populares podem reforçar o pertencimento.


"Essas expressões culturais vão permitindo que crianças, jovens e adultos se sintam pertencentes e produtores de saberes populares e de arte popular", explica.


Segundo Thaís Ciardella, a escola é o espaço para dialogar sobre todas as culturas. "Quando a gente fala das diversidades culturais, das histórias populares, dos saberes populares, a gente usa a identidade cultural do Brasil, mas a gente também usa a de outros países para valorizar as múltiplas culturas e identidades", detalha ela.


A coordenadora pedagógica explica que diferentes grupos sociais produzem folclore e culturas populares no Brasil contemporâneo. Por isso, é preciso ouvir reconhecer essas diversidades.     


"No caso das culturas indígenas e quilombolas, isso é especialmente importante para não reforçar no imaginário dos estudantes que esses são povos do passado. São povos historicamente presentes, com produções e lutas contemporâneas em meio aos desafios que vivenciamos para estruturar a sociedade brasileira no tempo presente", defende Ciardella.


A educadora ressalta que o ensino sobre saberes tradicionais e diversidade não se restringe a uma única data. "A BNCC (Base Nacional Comum Curricular) assegura esse tipo de formação, com um currículo articulado que contemple os saberes dos povos indígenas, das comunidades quilombolas e das comunidades tradicionais", pontua Thaís Ciardella.


A coordenadora pedagógica também lembra que o ensino sobre culturas populares não precisa ser restrito à educação infantil. "Isso pode aparecer em todas as etapas educacionais. Mais importante do que celebrar a data é garantir que esses diferentes saberes, manifestações e produções culturais façam parte da sociedade brasileira, que estejam presentes no currículo ao longo de todo ano", finaliza ela.


DIA do Folclore: 5 razões para as escolas celebrarem a data [adaptado]. CNN Brasil, [S. l.], 22 ago. 2025. Educação. Disponível em:

https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/dia-do-folclore-5-razoes-para-a s-escolas-celebrarem-a-data/. Acesso em: 20 ago. 2026.   

"O dia costuma retomar elementos da cultura popular brasileira: danças, ritmos, festas e lendas tradicionais, como as do Saci-Pererê, do Curupira, da Iara e do Boto-cor-de-rosa, entre outras."
Considerando o emprego do hífen em palavras compostas, analise as assertivas a seguir.
I.O vocábulo 'cor-de-rosa' exemplifica uma exceção à regra geral das locuções substantivas, que, em regra, não são hifenizadas.
PORQUE
II.Locuções substantivas comuns, como 'cor de vinho' e 'café com leite', não recebem hífen; contudo, 'cor-de-rosa' é registrada como exceção consagrada pelo uso, mantendo o hífen mesmo após o Novo Acordo Ortográfico.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4385329 Português
Em “É necessária a participação de todos”, a flexão feminina de necessária decorre exclusivamente da regência nominal do adjetivo, razão pela qual seria obrigatória mesmo na construção “É necessário participação”.
Alternativas
Q4385328 Português
Na frase “A pesquisadora assistiu à palestra e depois se dirigiu à biblioteca”, os dois sinais indicativos de crase são justificáveis: no primeiro caso, pela regência de assistir no sentido de presenciar; no segundo, pela regência de dirigir-se, combinadas com artigos femininos.
Alternativas
Q4385327 Português
A construção “Houveram dificuldades durante o projeto” atende à norma-padrão, porque o substantivo plural dificuldades funciona como sujeito posposto e determina a flexão do verbo haver.
Alternativas
Q4385326 Português
Situação hipotética: em um aviso, escreveu-se “Faz três meses que a biblioteca ampliou o atendimento”. Assertiva: a concordância está de acordo com a norma-padrão, porque fazer, quando indica tempo decorrido, é impessoal e permanece na terceira pessoa do singular.
Alternativas
Q4385325 Português
Na transformação de “A equipe revisou os relatórios” em “Os relatórios foram revisados pela equipe”, o termo pela equipe passa a exercer a função de objeto indireto, pois é introduzido pela preposição por.
Alternativas
Q4385324 Português
No período “Quando a comissão chegar, iniciaremos a reunião”, a forma chegar está no futuro do subjuntivo e apresenta como correta, no contexto, uma ação futura tomada como condição temporal para a ação expressa por iniciaremos.
Alternativas
Q4385323 Português
Situação hipotética: um estudante classificou o vocábulo aguardente como palavra formada por justaposição, sob o argumento de que seus elementos mantiveram integralmente a forma fonológica. Assertiva: a classificação está correta, pois não ocorreu perda sonora na união entre água e ardente.
Alternativas
Q4385322 Português
A palavra infelizmente resulta de derivação prefixal e sufixal, e não de derivação parassintética, porque existem na língua as formas felizmente e infeliz, obtidas pela retirada de apenas um dos afixos. 
Alternativas
Q4385321 Português
Em “Os professores mesmos organizaram a mostra”, a palavra mesmos funciona como advérbio de reforço e, por isso, permaneceria invariável na norma-padrão. 
Alternativas
Q4385320 Português
No período “Embora os estudantes estivessem cansados, permaneceram atentos”, embora é conjunção subordinativa concessiva, e a oração por ela introduzida estabelece circunstância que poderia contrariar, mas não impede, a ocorrência expressa na oração principal.
Alternativas
Q4385319 Português
As palavras saída e saúde deixaram de receber acento com o Acordo Ortográfico, porque toda vogal i ou u tônica em hiato é grafada sem sinal diacrítico quando precedida de vogal. 
Alternativas
Q4385318 Português
Conforme o sistema ortográfico vigente, as formas ideia, heroico e assembleia são grafadas sem acento, porque perderam o acento os ditongos abertos ei e oi de palavras paroxítonas; essa supressão não alcança oxítonas como herói.
Alternativas
Q4385317 Português
Se um texto não explicita determinada informação, então qualquer conclusão inferencial do leitor é subjetiva e igualmente aceitável, ainda que contradiga marcas linguísticas e relações estabelecidas no próprio texto. 
Alternativas
Q4384896 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Todos Pela Educação analisa projeto de lei do novo Plano Nacional de Educação

Nota técnica do Todos Pela Educação analisa os resultados do Brasil em Leitura, Matemática e Ciências, desempenho em relação à média da OCDE e aos países vizinhos da América Latina, e desigualdades socioeconômicas e territoriais.
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgou nesta terça-feira, 8, os resultados da edição 2025 do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). A avaliação internacional analisa o desempenho de estudantes de 15 anos em Leitura, Matemática e Ciências. Neste ano, 91 países e/ou economias, incluindo o Brasil, participaram da avaliação.
A nota técnica "O desempenho brasileiro no Pisa 2025", elaborada pelo Todos Pela Educação e disponível para download, mostra que o Brasil permaneceu estável em relação à edição de 2022, em um cenário internacional que registrou, no mesmo período, queda. Em Leitura (408 pontos) e Matemática (377 pontos), o país teve redução de dois pontos na média. Em Ciências (409 pontos), por sua vez, houve aumento de seis pontos. Nesta edição, 30.140 estudantes de 1.053 escolas brasileiras participaram da avaliação.
Entre os principais pontos destacados pela nota técnica está a desigualdade de aprendizagem. No Brasil, 72% dos estudantes estão abaixo do nível mínimo de proficiência em Matemática (a média da OCDE é de 35%); 52% estão abaixo do nível desejado em Ciências (a média da OCDE é de 26%); e 51% dos alunos não atingiram o patamar mínimo de Leitura (a média da OCDE é de 31%).
O desempenho do Brasil no Pisa em relação aos países vizinhos da América Latina também faz parte da análise. O resultado brasileiro permaneceu basicamente estável no decênio, enquanto os países vizinhos e a OCDE apresentaram queda no desempenho. A queda no patamar de desempenho da OCDE é puxada principalmente por uma redução no número de estudantes que alcançam resultados mais avançados no exame.
A análise ainda revela fortes desigualdades por nível socioeconômico nos resultados. No Brasil, entre os estudantes mais pobres, 89% têm baixo desempenho em Matemática, 70% em Ciências e 67% em Leitura, percentuais muito superiores aos observados entre os mais ricos. Por outro lado, praticamente não há estudantes entre os mais pobres desempenhando em alto nível em nenhum dos domínios avaliados.

TODOS PELA EDUCAÇÃO. Todos Pela Educação analisa projeto de lei do novo Plano Nacional de Educação. [S. l.], 14 abr. 2025. Disponível em: https://todospelaeducacao.org.br/noticias/todos-pela-educacao-analisaprojeto-de-lei-do-novo-plano-nacional-de-educacao/. Acesso em: 18 set. 2026.
"No Brasil, 72% dos estudantes estão abaixo do nível mínimo de proficiência em Matemática (a média da OCDE é de 35%); 52% estão abaixo do nível desejado em Ciências (a média da OCDE é de 26%); e 51% dos alunos não atingiram o patamar mínimo de Leitura (a média da OCDE é de 31%)."
Considerando a concordância verbal empregada no trecho acima, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4384895 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Todos Pela Educação analisa projeto de lei do novo Plano Nacional de Educação

Nota técnica do Todos Pela Educação analisa os resultados do Brasil em Leitura, Matemática e Ciências, desempenho em relação à média da OCDE e aos países vizinhos da América Latina, e desigualdades socioeconômicas e territoriais.
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgou nesta terça-feira, 8, os resultados da edição 2025 do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). A avaliação internacional analisa o desempenho de estudantes de 15 anos em Leitura, Matemática e Ciências. Neste ano, 91 países e/ou economias, incluindo o Brasil, participaram da avaliação.
A nota técnica "O desempenho brasileiro no Pisa 2025", elaborada pelo Todos Pela Educação e disponível para download, mostra que o Brasil permaneceu estável em relação à edição de 2022, em um cenário internacional que registrou, no mesmo período, queda. Em Leitura (408 pontos) e Matemática (377 pontos), o país teve redução de dois pontos na média. Em Ciências (409 pontos), por sua vez, houve aumento de seis pontos. Nesta edição, 30.140 estudantes de 1.053 escolas brasileiras participaram da avaliação.
Entre os principais pontos destacados pela nota técnica está a desigualdade de aprendizagem. No Brasil, 72% dos estudantes estão abaixo do nível mínimo de proficiência em Matemática (a média da OCDE é de 35%); 52% estão abaixo do nível desejado em Ciências (a média da OCDE é de 26%); e 51% dos alunos não atingiram o patamar mínimo de Leitura (a média da OCDE é de 31%).
O desempenho do Brasil no Pisa em relação aos países vizinhos da América Latina também faz parte da análise. O resultado brasileiro permaneceu basicamente estável no decênio, enquanto os países vizinhos e a OCDE apresentaram queda no desempenho. A queda no patamar de desempenho da OCDE é puxada principalmente por uma redução no número de estudantes que alcançam resultados mais avançados no exame.
A análise ainda revela fortes desigualdades por nível socioeconômico nos resultados. No Brasil, entre os estudantes mais pobres, 89% têm baixo desempenho em Matemática, 70% em Ciências e 67% em Leitura, percentuais muito superiores aos observados entre os mais ricos. Por outro lado, praticamente não há estudantes entre os mais pobres desempenhando em alto nível em nenhum dos domínios avaliados.

TODOS PELA EDUCAÇÃO. Todos Pela Educação analisa projeto de lei do novo Plano Nacional de Educação. [S. l.], 14 abr. 2025. Disponível em: https://todospelaeducacao.org.br/noticias/todos-pela-educacao-analisaprojeto-de-lei-do-novo-plano-nacional-de-educacao/. Acesso em: 18 set. 2026.
"O resultado brasileiro permaneceu basicamente estável no decênio, enquanto os países vizinhos e a OCDE apresentaram queda no desempenho." Considerando as regras de acentuação, analise as asserções a seguir.
I.O vocábulo 'países' e 'estável' estão acentuados corretamente por regras distintas.
PORQUE
II.O vocábulo 'países' recebe acento por apresentar o 'i' tônico que forma hiato com a vogal anterior e fica sozinho na sílaba, assim como ocorre com 'período', enquanto o vocábulo 'estável' recebe acento por ser paroxítona terminada em 'l', assim como ocorre em 'amável'.
A respeito das asserções, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
1461: C
1462: C
1463: D
1464: C
1465: D
1466: E
1467: C
1468: E
1469: C
1470: E
1471: C
1472: E
1473: C
1474: E
1475: C
1476: E
1477: C
1478: E
1479: A
1480: D