Questões de Concurso Sobre português
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Ao entardecer, a multidão desnorteada aguardava que o povo se mobilizasse de forma fervorosa. Não havia espaço para o combate nem tempo para o jantar; apenas a repulsa à desonestidade movia o cidadão brasileiro.
I. O vocábulo entardecer é formado por derivação parassintética, enquanto desnorteada resulta de derivação prefixal e sufixal não simultânea, visto que a base admite a existência prévia da forma autônoma norteada.
II. As palavras combate e jantar exemplificam, respectivamente, casos de derivação regressiva (ou deverbal) e derivação imprópria (ou conversão), pois na primeira há redução da forma verbal com mudança de classe gramatical, e na segunda ocorre mudança de classe sem alteração da estrutura fônica.
III. Os termos fervorosa, desonestidade e brasileiro representam casos de derivação afixal (sufixal ou prefixal e sufixal), sendo que a palavra povo constitui a forma primitiva da qual derivam cognatos por afixação no mesmo campo semântico.
Em relação às assertivas acima, assinale a alternativa correta:
I – ( ) No verso "Nem o lábio amargo", a elipse do verbo "tinha" e do padrão de demonstrativo configura um zeugma, mantendo-se a estrutura sintática de objeto direto composto em relação ao verbo da oração antecedente.
II – ( ) No trecho “Eu não tinha este coração / Que nem se mostra”, o vocábulo 'Que' classifica-se como pronome relativo com função sintática de sujeito, referindo-se ao termo antecedente 'coração'.
III – ( ) Caso o último período fosse reescrito mantendo o mesmo sentido e a relação semântica de lugar expressos no texto original, estaria correta a substituição por: "De que espelho ficou perdida a minha face?".
IV – ( ) No verso "Tão paradas e frias e mortas", a conjunção aditiva "e" é empregada de forma polissindética, atuando como elemento de coesão que intensifica o estado de inércia atribuído ao substantivo "mãos".
V – ( ) A substituição do vocábulo "Assim" (v. 2) por "Conquanto" preservaria a coerência textual e a correção gramatical do período, visto que ambos guardam valor estritamente explicativo no contexto lírico.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo:
I - ( ) A reiteração dos pronomes demonstrativos "este(s),esta(s)” cumpre uma função dêitica que aproxima o leitor da dimensão corpórea atual do eu lírico, evidenciando uma autopercepção marcada pelo distanciamento alienante em relação ao próprio presente.
II - ( ) No último quarteto, os adjetivos "simples", "certa" e "fácil" operam uma ironia trágica: a transição existencial, embora inexorável e desprovida de percalços mecânicos, é recebida com perplexidade e assombro pela consciência lírica, que não acompanhou ativamente o próprio declínio.
III - ( ) A negação reiterada "Eu não tinha..." projeta uma imagem pretérita de vivacidade e completude, em oposição à falência física e emocional do presente.
IV - ( ) A pergunta retórica que encerra o poema ("- Em que espelho ficou perdida / A minha face?") denota uma busca metafísica pela identidade original, sugerindo que a alienação do ser decorre de uma distorção deliberada promovida pelo meio externo, cindindo a essência e a aparência.
V - ( ) Do ponto de vista da progressão temática, o poema estrutura-se a partir de um movimento que vai do universal ao particular, partindo de uma reflexão filosófica abstrata sobre o tempo para, ao final, corporificarse na fisionomia deteriorada do sujeito lírico.
Assinale a alternativa que preenche corretamente os parênteses, de cima para baixo:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Aprova DF ultrapassa 126 mil estudantes em 2026 e se consolida como uma das maiores iniciativas gratuitas de preparação para concursos do país.
Projeto da Secretaria de Justiça e Cidadania, em parceria com a Associação Cresce-DF, já emitiu mais de 411 mil ingressos desde 2024, ampliando oportunidades para quem sonha com uma vaga no serviço público ou no ensino superior
Mais do que aulas preparatórias, o Aprova DF tem se consolidado como uma importante ferramenta de transformação social e inclusão educacional. Promovido pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), em parceria com a Associação Cresce-DF, o projeto alcançou a marca de 126.209 estudantes atendidos somente no primeiro semestre de 2026. Desde sua criação, em julho de 2024, já foram emitidos mais de 411 mil ingressos para os aulões gratuitos voltados à preparação para concursos públicos e vestibulares, consolidando a iniciativa como uma das maiores ações de capacitação gratuita do país.
Voltado a estudantes de nível médio e superior, o Aprova DF oferece acesso gratuito a conteúdos especializados ministrados por professores experientes em disciplinas tradicionalmente cobradas nos principais certames do país, como língua portuguesa, matemática, redação, raciocínio lógico, informática, direito constitucional, direito administrativo, atualidades e realidade brasileira.
Com o objetivo de ampliar ainda mais as chances de aprovação dos participantes, a iniciativa passou por aprimoramentos em 2026. Entre as novidades está a inclusão da disciplina de Lei Orgânica do Distrito Federal (LODF), conteúdo considerado essencial para quem pretende disputar vagas em concursos públicos locais. A medida atende a uma demanda recorrente dos estudantes e reforça o compromisso do projeto com uma preparação cada vez mais alinhada às exigências dos certames.
Além das aulas, os participantes recebem material didático, apostilas impressas, kits escolares e alimentação, fatores que contribuem para a permanência dos estudantes e para o melhor aproveitamento do aprendizado. Os encontros são realizados aos fins de semana, possibilitando a participação de trabalhadores e de pessoas que precisam conciliar os estudos com outras atividades.
As inscrições são abertas por disciplina e podem ser feitas pelo site oficial do projeto (https://aprovadf.com.br) ou presencialmente no local das aulas. Caso ainda haja vagas disponíveis, os interessados também podem se inscrever nos dias de realização das atividades.
DISTRITO FEDERAL. Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania. Aprova DF ultrapassa 126 mil estudantes em 2026 e se consolida como uma das maiores iniciativas gratuitas de preparação para concursos do país. Sejus-DF, Brasília, jun. 2026. Disponível em: https://www.sejus.df.gov.br/w/aprova-df-ultrapassa-126-mil-estudantesem-2026-e-se-consolida-como-uma-das-maiores-iniciativas-gratuitas-d e-preparacao-para-concursos-do-pais. Acesso em: 20 ago. 2026.
"Mais do que aulas preparatórias, o Aprova DF tem se consolidado como uma importante ferramenta de transformação social e inclusão educacional."
A expressão verbal 'tem se consolidado' contribui para a construção do sentido do período ao indicar:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Aprova DF ultrapassa 126 mil estudantes em 2026 e se consolida como uma das maiores iniciativas gratuitas de preparação para concursos do país.
Projeto da Secretaria de Justiça e Cidadania, em parceria com a Associação Cresce-DF, já emitiu mais de 411 mil ingressos desde 2024, ampliando oportunidades para quem sonha com uma vaga no serviço público ou no ensino superior
Mais do que aulas preparatórias, o Aprova DF tem se consolidado como uma importante ferramenta de transformação social e inclusão educacional. Promovido pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), em parceria com a Associação Cresce-DF, o projeto alcançou a marca de 126.209 estudantes atendidos somente no primeiro semestre de 2026. Desde sua criação, em julho de 2024, já foram emitidos mais de 411 mil ingressos para os aulões gratuitos voltados à preparação para concursos públicos e vestibulares, consolidando a iniciativa como uma das maiores ações de capacitação gratuita do país.
Voltado a estudantes de nível médio e superior, o Aprova DF oferece acesso gratuito a conteúdos especializados ministrados por professores experientes em disciplinas tradicionalmente cobradas nos principais certames do país, como língua portuguesa, matemática, redação, raciocínio lógico, informática, direito constitucional, direito administrativo, atualidades e realidade brasileira.
Com o objetivo de ampliar ainda mais as chances de aprovação dos participantes, a iniciativa passou por aprimoramentos em 2026. Entre as novidades está a inclusão da disciplina de Lei Orgânica do Distrito Federal (LODF), conteúdo considerado essencial para quem pretende disputar vagas em concursos públicos locais. A medida atende a uma demanda recorrente dos estudantes e reforça o compromisso do projeto com uma preparação cada vez mais alinhada às exigências dos certames.
Além das aulas, os participantes recebem material didático, apostilas impressas, kits escolares e alimentação, fatores que contribuem para a permanência dos estudantes e para o melhor aproveitamento do aprendizado. Os encontros são realizados aos fins de semana, possibilitando a participação de trabalhadores e de pessoas que precisam conciliar os estudos com outras atividades.
As inscrições são abertas por disciplina e podem ser feitas pelo site oficial do projeto (https://aprovadf.com.br) ou presencialmente no local das aulas. Caso ainda haja vagas disponíveis, os interessados também podem se inscrever nos dias de realização das atividades.
DISTRITO FEDERAL. Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania. Aprova DF ultrapassa 126 mil estudantes em 2026 e se consolida como uma das maiores iniciativas gratuitas de preparação para concursos do país. Sejus-DF, Brasília, jun. 2026. Disponível em: https://www.sejus.df.gov.br/w/aprova-df-ultrapassa-126-mil-estudantesem-2026-e-se-consolida-como-uma-das-maiores-iniciativas-gratuitas-d e-preparacao-para-concursos-do-pais. Acesso em: 20 ago. 2026.
"A medida atende a uma demanda recorrente dos estudantes e reforça o compromisso do projeto com uma preparação cada vez mais alinhada às exigências dos certames."
Assinale a alternativa que apresenta o vocábulo que pode substituir corretamente 'recorrente', mantendo o sentido essencial do trecho.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
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Projeto da Secretaria de Justiça e Cidadania, em parceria com a Associação Cresce-DF, já emitiu mais de 411 mil ingressos desde 2024, ampliando oportunidades para quem sonha com uma vaga no serviço público ou no ensino superior
Mais do que aulas preparatórias, o Aprova DF tem se consolidado como uma importante ferramenta de transformação social e inclusão educacional. Promovido pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), em parceria com a Associação Cresce-DF, o projeto alcançou a marca de 126.209 estudantes atendidos somente no primeiro semestre de 2026. Desde sua criação, em julho de 2024, já foram emitidos mais de 411 mil ingressos para os aulões gratuitos voltados à preparação para concursos públicos e vestibulares, consolidando a iniciativa como uma das maiores ações de capacitação gratuita do país.
Voltado a estudantes de nível médio e superior, o Aprova DF oferece acesso gratuito a conteúdos especializados ministrados por professores experientes em disciplinas tradicionalmente cobradas nos principais certames do país, como língua portuguesa, matemática, redação, raciocínio lógico, informática, direito constitucional, direito administrativo, atualidades e realidade brasileira.
Com o objetivo de ampliar ainda mais as chances de aprovação dos participantes, a iniciativa passou por aprimoramentos em 2026. Entre as novidades está a inclusão da disciplina de Lei Orgânica do Distrito Federal (LODF), conteúdo considerado essencial para quem pretende disputar vagas em concursos públicos locais. A medida atende a uma demanda recorrente dos estudantes e reforça o compromisso do projeto com uma preparação cada vez mais alinhada às exigências dos certames.
Além das aulas, os participantes recebem material didático, apostilas impressas, kits escolares e alimentação, fatores que contribuem para a permanência dos estudantes e para o melhor aproveitamento do aprendizado. Os encontros são realizados aos fins de semana, possibilitando a participação de trabalhadores e de pessoas que precisam conciliar os estudos com outras atividades.
As inscrições são abertas por disciplina e podem ser feitas pelo site oficial do projeto (https://aprovadf.com.br) ou presencialmente no local das aulas. Caso ainda haja vagas disponíveis, os interessados também podem se inscrever nos dias de realização das atividades.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Aprova DF ultrapassa 126 mil estudantes em 2026 e se consolida como uma das maiores iniciativas gratuitas de preparação para concursos do país.
Projeto da Secretaria de Justiça e Cidadania, em parceria com a Associação Cresce-DF, já emitiu mais de 411 mil ingressos desde 2024, ampliando oportunidades para quem sonha com uma vaga no serviço público ou no ensino superior
Mais do que aulas preparatórias, o Aprova DF tem se consolidado como uma importante ferramenta de transformação social e inclusão educacional. Promovido pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), em parceria com a Associação Cresce-DF, o projeto alcançou a marca de 126.209 estudantes atendidos somente no primeiro semestre de 2026. Desde sua criação, em julho de 2024, já foram emitidos mais de 411 mil ingressos para os aulões gratuitos voltados à preparação para concursos públicos e vestibulares, consolidando a iniciativa como uma das maiores ações de capacitação gratuita do país.
Voltado a estudantes de nível médio e superior, o Aprova DF oferece acesso gratuito a conteúdos especializados ministrados por professores experientes em disciplinas tradicionalmente cobradas nos principais certames do país, como língua portuguesa, matemática, redação, raciocínio lógico, informática, direito constitucional, direito administrativo, atualidades e realidade brasileira.
Com o objetivo de ampliar ainda mais as chances de aprovação dos participantes, a iniciativa passou por aprimoramentos em 2026. Entre as novidades está a inclusão da disciplina de Lei Orgânica do Distrito Federal (LODF), conteúdo considerado essencial para quem pretende disputar vagas em concursos públicos locais. A medida atende a uma demanda recorrente dos estudantes e reforça o compromisso do projeto com uma preparação cada vez mais alinhada às exigências dos certames.
Além das aulas, os participantes recebem material didático, apostilas impressas, kits escolares e alimentação, fatores que contribuem para a permanência dos estudantes e para o melhor aproveitamento do aprendizado. Os encontros são realizados aos fins de semana, possibilitando a participação de trabalhadores e de pessoas que precisam conciliar os estudos com outras atividades.
As inscrições são abertas por disciplina e podem ser feitas pelo site oficial do projeto (https://aprovadf.com.br) ou presencialmente no local das aulas. Caso ainda haja vagas disponíveis, os interessados também podem se inscrever nos dias de realização das atividades.
DISTRITO FEDERAL. Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania. Aprova DF ultrapassa 126 mil estudantes em 2026 e se consolida como uma das maiores iniciativas gratuitas de preparação para concursos do país. Sejus-DF, Brasília, jun. 2026. Disponível em: https://www.sejus.df.gov.br/w/aprova-df-ultrapassa-126-mil-estudantesem-2026-e-se-consolida-como-uma-das-maiores-iniciativas-gratuitas-d e-preparacao-para-concursos-do-pais. Acesso em: 20 ago. 2026.
"Voltado a estudantes de nível médio e superior, o Aprova DF oferece acesso gratuito a conteúdos especializados ministrados por professores experientes."
Considerando as regras de concordância verbal e nominal, analise as asserções a seguir:
I.O vocábulo 'voltado', particípio do verbo 'voltar', está flexionado corretamente no singular.
PORQUE
II. Por estar empregado no particípio e ser seguido da preposição 'a', o vocábulo 'voltado' permanece invariável, não estabelecendo concordância com nenhum termo da oração.
A respeito das asserções, assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Aprova DF ultrapassa 126 mil estudantes em 2026 e se consolida como uma das maiores iniciativas gratuitas de preparação para concursos do país.
Projeto da Secretaria de Justiça e Cidadania, em parceria com a Associação Cresce-DF, já emitiu mais de 411 mil ingressos desde 2024, ampliando oportunidades para quem sonha com uma vaga no serviço público ou no ensino superior
Mais do que aulas preparatórias, o Aprova DF tem se consolidado como uma importante ferramenta de transformação social e inclusão educacional. Promovido pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), em parceria com a Associação Cresce-DF, o projeto alcançou a marca de 126.209 estudantes atendidos somente no primeiro semestre de 2026. Desde sua criação, em julho de 2024, já foram emitidos mais de 411 mil ingressos para os aulões gratuitos voltados à preparação para concursos públicos e vestibulares, consolidando a iniciativa como uma das maiores ações de capacitação gratuita do país.
Voltado a estudantes de nível médio e superior, o Aprova DF oferece acesso gratuito a conteúdos especializados ministrados por professores experientes em disciplinas tradicionalmente cobradas nos principais certames do país, como língua portuguesa, matemática, redação, raciocínio lógico, informática, direito constitucional, direito administrativo, atualidades e realidade brasileira.
Com o objetivo de ampliar ainda mais as chances de aprovação dos participantes, a iniciativa passou por aprimoramentos em 2026. Entre as novidades está a inclusão da disciplina de Lei Orgânica do Distrito Federal (LODF), conteúdo considerado essencial para quem pretende disputar vagas em concursos públicos locais. A medida atende a uma demanda recorrente dos estudantes e reforça o compromisso do projeto com uma preparação cada vez mais alinhada às exigências dos certames.
Além das aulas, os participantes recebem material didático, apostilas impressas, kits escolares e alimentação, fatores que contribuem para a permanência dos estudantes e para o melhor aproveitamento do aprendizado. Os encontros são realizados aos fins de semana, possibilitando a participação de trabalhadores e de pessoas que precisam conciliar os estudos com outras atividades.
As inscrições são abertas por disciplina e podem ser feitas pelo site oficial do projeto (https://aprovadf.com.br) ou presencialmente no local das aulas. Caso ainda haja vagas disponíveis, os interessados também podem se inscrever nos dias de realização das atividades.
DISTRITO FEDERAL. Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania. Aprova DF ultrapassa 126 mil estudantes em 2026 e se consolida como uma das maiores iniciativas gratuitas de preparação para concursos do país. Sejus-DF, Brasília, jun. 2026. Disponível em: https://www.sejus.df.gov.br/w/aprova-df-ultrapassa-126-mil-estudantesem-2026-e-se-consolida-como-uma-das-maiores-iniciativas-gratuitas-d e-preparacao-para-concursos-do-pais. Acesso em: 20 ago. 2026.
"...o Aprova DF oferece acesso gratuito a conteúdos especializados ministrados por professores experientes em disciplinas tradicionalmente cobradas nos principais certames do país, como língua portuguesa, matemática, redação, raciocínio lógico, informática, direito constitucional, direito administrativo, atualidades e realidade brasileira."
Com base nas regras de acentuação, analise as afirmativas a seguir.
I. O vocábulo 'conteúdo' está acentuado corretamente, enquanto o vocábulo 'gratuito' também está grafado corretamente sem acento.
PORQUE
II. No vocábulo 'conteúdo', o 'u' tônico forma hiato com a vogal anterior, regra que se aplica tanto a palavras paroxítonas quanto a oxítonas, não se restringindo, portanto, a apenas uma dessas classes. Já o vocábulo 'gratuito' não recebe acento gráfico, pois, na pronúncia considerada pela norma-padrão, apresenta ditongo, e não hiato, em sua estrutura, e termina em 'o', não se enquadrando nas regras gerais de acentuação das paroxítonas.
A respeito das assertivas, assinale a alternativa correta.
Tendo como base a competência da BNCC específica de Língua Portuguesa descrita abaixo:
Compreender a língua como fenômeno cultural, histórico, social, variável, heterogêneo e sensível aos contextos de uso, reconhecendo-a como meio de construção de identidades de seus usuários e da comunidade a que pertencem.
Analise o texto:
“A casa-grande e a senzala foram misturando-se aos poucos. De um lado os jesuítas e seu português reinol, aliados aos donos dos engenhos, buscavam ensinar a língua do dominador; de outro, a ama negra, a mucama, aliadas ao sinhozinho, à sinhá-moça, ao menino branco.
Os padres-mestres diziam: “Faça-me”. Seguiam a colocação pronominal lusitana, que dá um toque autoritário ao pedido. As negras, por sua vez, suplicavam: “Me faz, me espere, me diga”, mais dengoso e totalmente brasileiro.
E por que classificar de erro essa forma alternativa de colocação pronominal? Simplesmente é uma variação, é outra frase, que enriquece a língua.
E os jesuítas lutavam dramaticamente contra a influência da senzala, buscando mudar a história. Condenava-se, e até que ponto se condena até hoje, o “mandá”, o “buscá”, o “comê”, a “muler”, a “coler”, o “le pediu”, e o famoso “oxente”.
FREYRE, Gilberto – Casa-grande e Senzala. Editora , Maia & Schmidt, Rio de janeiro, 1934.
Assinale a alternativa correta.
Texto 5
A questão é baseadas na tirinha abaixo:

https://clubedamafalda.blogspot.com/
No terceiro quadrinho, Mafalda dirige-se ao globo terrestre e afirma:
- “Se você tivesse fígado… que hepatite, hein?”.
A palavra “hepatite” somente pode ser entendida com a associação da linguagem verbal com a não verbal e assim criar significado metafórico cujo objetivo é:
Texto 5
A questão é baseadas na tirinha abaixo:

https://clubedamafalda.blogspot.com/
Para resolver a questão, você deve levar em conta a charge acima e ligá-la às seguintes habilidades estabelecidas pela BNCC para os anos finais do ensino fundamental:
EF69LP05: Inferir e justificar, em textos multimodais, o efeito de sentido decorrente do uso de recursos de linguagem verbal e não verbal - expressão facial, postura corporal, silêncio, símbolos.
EF67LP08: Identificar os efeitos de sentido devidos à escolha de imagens, elementos gráficos e sua relação com o texto verbal em tirinhas e charge.
Na tirinha do cartunista Quino, a personagem Mafalda reage às notícias transmitidas pelo rádio. Para construir o humor e a crítica social da história, o autor utiliza recursos de linguagem verbal e não verbal. O segundo quadrinho é marcado pela total ausência de palavras (linguagem verbal).
Nesse contexto, a linguagem não verbal cumpre o papel de:
Texto 3
Para resolver a questão, leia o texto abaixo:
“A mim, desde muito jovem, sempre me agradou um discurso sem arestas, não importa se feito por um camponês ingênuo diante do mundo ou por um sociólogo do porte de Gilberto Freyre. (…) Tomava-o, quase sempre, como exemplo para falar do problema da colocação dos pronomes objetivos nas sentenças, sublinhando a boniteza do seu estilo. Dificilmente, de acordo ou não com a gramática, Gilberto Freyre escrevia uma feiura.
Foi ele que, sem nenhuma dificuldade, numa primeira experiência estética, me fez, entre um ‘ela vinha-se aproximando’ e um ‘ela vinha se aproximando’, optar pela segunda hipótese, devido à sonoridade que resulta do desligamento do se do verbo auxiliar vinha que lhe ‘dá’ a liberdade de se deixar atrair pelo a do verbo principal aproximando. O se de vinha-se passa a ser s’a quando se liberta daquele verbo e quase se aconchega ao a de aproximando.”
FREIRE, Paulo, Pedagogia da esperança, Ed. Paz & Terra, 22ª edição, Rio de Janeiro e São Paulo, 2015, p. 101.
Em relação ao Texto 3, o autor defende um ponto de vista; contudo, para efetivar isso, precisa empregar fatos ou informações.
Assinale a alternativa em que há apenas informações ou fatos.
Texto 3
Para resolver a questão, leia o texto abaixo:
“A mim, desde muito jovem, sempre me agradou um discurso sem arestas, não importa se feito por um camponês ingênuo diante do mundo ou por um sociólogo do porte de Gilberto Freyre. (…) Tomava-o, quase sempre, como exemplo para falar do problema da colocação dos pronomes objetivos nas sentenças, sublinhando a boniteza do seu estilo. Dificilmente, de acordo ou não com a gramática, Gilberto Freyre escrevia uma feiura.
Foi ele que, sem nenhuma dificuldade, numa primeira experiência estética, me fez, entre um ‘ela vinha-se aproximando’ e um ‘ela vinha se aproximando’, optar pela segunda hipótese, devido à sonoridade que resulta do desligamento do se do verbo auxiliar vinha que lhe ‘dá’ a liberdade de se deixar atrair pelo a do verbo principal aproximando. O se de vinha-se passa a ser s’a quando se liberta daquele verbo e quase se aconchega ao a de aproximando.”
FREIRE, Paulo, Pedagogia da esperança, Ed. Paz & Terra, 22ª edição, Rio de Janeiro e São Paulo, 2015, p. 101.
Dentre as práticas de leitura, estabelecidas pela BNCC, há o seguinte trecho:
Identificar implícitos e os efeitos de sentido decorrentes de determinados usos expressivos da linguagem, da pontuação e de outras notações, da escolha de determinadas palavras ou expressões e identificar efeitos de ironia ou humor.
A identificação entre o significado figurado, conotativo e o denotativo é importante estratégia textual.
Qual das palavras abaixo (destacadas no Texto 3) foi empregada em significado denotado?
Texto 3
Para resolver a questão, leia o texto abaixo:
“A mim, desde muito jovem, sempre me agradou um discurso sem arestas, não importa se feito por um camponês ingênuo diante do mundo ou por um sociólogo do porte de Gilberto Freyre. (…) Tomava-o, quase sempre, como exemplo para falar do problema da colocação dos pronomes objetivos nas sentenças, sublinhando a boniteza do seu estilo. Dificilmente, de acordo ou não com a gramática, Gilberto Freyre escrevia uma feiura.
Foi ele que, sem nenhuma dificuldade, numa primeira experiência estética, me fez, entre um ‘ela vinha-se aproximando’ e um ‘ela vinha se aproximando’, optar pela segunda hipótese, devido à sonoridade que resulta do desligamento do se do verbo auxiliar vinha que lhe ‘dá’ a liberdade de se deixar atrair pelo a do verbo principal aproximando. O se de vinha-se passa a ser s’a quando se liberta daquele verbo e quase se aconchega ao a de aproximando.”
FREIRE, Paulo, Pedagogia da esperança, Ed. Paz & Terra, 22ª edição, Rio de Janeiro e São Paulo, 2015, p. 101.
A colocação pronominal assinala grande distinção entre o uso cotidiano do falante da língua, inclusive em veículos de imprensa, e as recomendações da norma culta.
No Texto 3, o autor explica sua preferência pela forma “ela vinha se aproximando” em vez de “ela vinha-se aproximando”, ou seja, o pronome enclítico em relação ao verbo auxiliar ou proclítico em relação ao principal. A defesa do autor por uma das formas revela explicações que destacam a sonoridade e o estilo.
Essa reflexão aponta que:
Texto 1
“Desensinando o amor aos livros
Quer ensinar o jovem a odiar literatura? Dê-lhe, como dever, fazer fichamento de obras clássicas. A tarefa de fichar o livro desvia o aluno do único objetivo da leitura que é o prazer. Eu estava em processo de mudança. Numa sala, uma montanha de livros. Um dos carregadores olhou assombrado para os livros. Era certo que nunca havia visto tantos. E comentou: “Como deve ser difícil decorar todos esses livros…”. Aquele carregador dizia em linguagem direta o que está dito na tarefa de fichar: ler é uma tarefa penosa. Em vez do fichamento, peça que o aluno fale sobre as ideias dele, aluno, que aquele livro o fez pensar. Para que fazer um resumo do livro se o livro inteiro já está escrito? Pavlov, cientista russo, mostrou que é possível fazer um cão salivar pelo simples toque de uma campainha. Sua lição se aplica à pedagogia. Os fichamentos, repetidos várias vezes, criam no aluno o reflexo condicionado de repulsão pelo livro.”
ALVES, Rubem, Ostra feliz não faz pérola, ed. Planeta, 5ª impressão, 2008, São Paulo, p. 117.
Texto 2
“Estudar é, realmente, um trabalho difícil. Exige de quem o faz uma postura crítica, sistemática. Exige uma disciplina intelectual que não se ganha a não ser praticando-a.
Isto é, precisamente, o que a ‘educação bancária’ não estimula. Pelo contrário, sua tônica reside fundamentalmente em matar nos educandos a curiosidade, o espírito investigador, a criatividade. Sua ‘disciplina’ é a disciplina para a ingenuidade em face do texto, não para a indispensável criticidade.”
FREIRE, Paulo, Ação cultural para a liberdade e outros escritos, ed. Paz & Terra, Rio de Janeiro e São Paulo, 5ª edição, págs. 9 e 10.
Dentre as práticas leitoras estabelecidas pela BNCC, encontramos este trecho:
Estabelecer relações entre as partes do texto, identificando repetições, substituições e os elementos coesivos que contribuem para a continuidade do texto e sua progressão temática.
O Texto 1 exige soluções coesivas relacionadas às palavras livros, literatura, obras clássicas e aluno.
Analise as afirmativas abaixo relacionadas à coesão textual:
1. Os pronomes lhe, dele e o, destacados no texto, possuem o mesmo referente.
2. No último período do texto, a expressão “de repulsão pelo livro” poderia ser reescrita por: “de repulsão dele” sem prejuízos à clareza textual.
3. O pronome que, no terceiro período do texto, retoma a palavra aluno.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Texto 1
“Desensinando o amor aos livros
Quer ensinar o jovem a odiar literatura? Dê-lhe, como dever, fazer fichamento de obras clássicas. A tarefa de fichar o livro desvia o aluno do único objetivo da leitura que é o prazer. Eu estava em processo de mudança. Numa sala, uma montanha de livros. Um dos carregadores olhou assombrado para os livros. Era certo que nunca havia visto tantos. E comentou: “Como deve ser difícil decorar todos esses livros…”. Aquele carregador dizia em linguagem direta o que está dito na tarefa de fichar: ler é uma tarefa penosa. Em vez do fichamento, peça que o aluno fale sobre as ideias dele, aluno, que aquele livro o fez pensar. Para que fazer um resumo do livro se o livro inteiro já está escrito? Pavlov, cientista russo, mostrou que é possível fazer um cão salivar pelo simples toque de uma campainha. Sua lição se aplica à pedagogia. Os fichamentos, repetidos várias vezes, criam no aluno o reflexo condicionado de repulsão pelo livro.”
ALVES, Rubem, Ostra feliz não faz pérola, ed. Planeta, 5ª impressão, 2008, São Paulo, p. 117.
Texto 2
“Estudar é, realmente, um trabalho difícil. Exige de quem o faz uma postura crítica, sistemática. Exige uma disciplina intelectual que não se ganha a não ser praticando-a.
Isto é, precisamente, o que a ‘educação bancária’ não estimula. Pelo contrário, sua tônica reside fundamentalmente em matar nos educandos a curiosidade, o espírito investigador, a criatividade. Sua ‘disciplina’ é a disciplina para a ingenuidade em face do texto, não para a indispensável criticidade.”
FREIRE, Paulo, Ação cultural para a liberdade e outros escritos, ed. Paz & Terra, Rio de Janeiro e São Paulo, 5ª edição, págs. 9 e 10.
Texto 1
“Desensinando o amor aos livros
Quer ensinar o jovem a odiar literatura? Dê-lhe, como dever, fazer fichamento de obras clássicas. A tarefa de fichar o livro desvia o aluno do único objetivo da leitura que é o prazer. Eu estava em processo de mudança. Numa sala, uma montanha de livros. Um dos carregadores olhou assombrado para os livros. Era certo que nunca havia visto tantos. E comentou: “Como deve ser difícil decorar todos esses livros…”. Aquele carregador dizia em linguagem direta o que está dito na tarefa de fichar: ler é uma tarefa penosa. Em vez do fichamento, peça que o aluno fale sobre as ideias dele, aluno, que aquele livro o fez pensar. Para que fazer um resumo do livro se o livro inteiro já está escrito? Pavlov, cientista russo, mostrou que é possível fazer um cão salivar pelo simples toque de uma campainha. Sua lição se aplica à pedagogia. Os fichamentos, repetidos várias vezes, criam no aluno o reflexo condicionado de repulsão pelo livro.”
ALVES, Rubem, Ostra feliz não faz pérola, ed. Planeta, 5ª impressão, 2008, São Paulo, p. 117.
Texto 2
“Estudar é, realmente, um trabalho difícil. Exige de quem o faz uma postura crítica, sistemática. Exige uma disciplina intelectual que não se ganha a não ser praticando-a.
Isto é, precisamente, o que a ‘educação bancária’ não estimula. Pelo contrário, sua tônica reside fundamentalmente em matar nos educandos a curiosidade, o espírito investigador, a criatividade. Sua ‘disciplina’ é a disciplina para a ingenuidade em face do texto, não para a indispensável criticidade.”
FREIRE, Paulo, Ação cultural para a liberdade e outros escritos, ed. Paz & Terra, Rio de Janeiro e São Paulo, 5ª edição, págs. 9 e 10.