Questões de Concurso Sobre português

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Q4394565 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A complexa ciência por trás do ato de ficar parado em pé

Para a maioria das pessoas, ficar em pé, por exemplo, em uma fila é uma tarefa automática que não requer nenhuma atenção ou habilidade especial para manter o equilíbrio. Por outro lado, talvez paradoxalmente, o estudo científico de como o corpo humano se mantém em postura ereta quieta se mostra bastante complexo. [...]

Um conceito inicial, que merece ser ressaltado, é que a rigidez passiva (ou intrínseca) de músculos e tendões da perna e demais regiões do corpo envolvidos na postura ereta não é, em geral, suficiente para manter o equilíbrio de um sujeito em pé. É necessário haver a contração de certos músculos para garantir a manutenção da postura em pé, mesmo sobre uma superfície plana, horizontal, rígida e imóvel.

Um segundo aspecto é que, do ponto de vista de minimizar o gasto energético, poderia parecer ideal o corpo ficar a 90 graus durante a postura ereta quieta. Mas não é isso o que ocorre, o corpo fica alguns graus inclinado para a frente. Esta situação poderia, teoricamente, ocorrer com a rigidez passiva muscular e tendinosa dos músculos localizados atrás da perna (panturrilha), mas na realidade há uma leve contração dos músculos da panturrilha para evitar que o sujeito caia para a frente. Uma razão que explica isto é que essa configuração mantém os receptores sensoriais (transdutores mecano-elétricos) que há nos músculos da panturrilha em condições ideais para sinalizar pequenas alterações na posição e movimento do corpo, algo que não ocorreria caso o sujeito ficasse a 90 graus. Essa sinalização sensorial evita eventuais princípios de queda por meio do controle da contração muscular ativada por realimentação sensório-motora via medula espinhal. [...]


KOHN, André Fabio. A complexa ciência por trás do ato de ficar parado em pé. Jornal da USP, São Paulo, 14 set. 2026. Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/a-complexa-ciencia-por-tras-do-ato-de-ficarparado-em-pe/. Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.) 
No texto, adjetivos e substantivos contribuem para a precisão técnica da descrição do controle postural, e alguns deles têm classe ou valor alterados conforme a posição que ocupam ou a palavra a que se referem. Considerando a classe gramatical e o valor semântico dessas palavras no contexto, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4394564 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A complexa ciência por trás do ato de ficar parado em pé

Para a maioria das pessoas, ficar em pé, por exemplo, em uma fila é uma tarefa automática que não requer nenhuma atenção ou habilidade especial para manter o equilíbrio. Por outro lado, talvez paradoxalmente, o estudo científico de como o corpo humano se mantém em postura ereta quieta se mostra bastante complexo. [...]

Um conceito inicial, que merece ser ressaltado, é que a rigidez passiva (ou intrínseca) de músculos e tendões da perna e demais regiões do corpo envolvidos na postura ereta não é, em geral, suficiente para manter o equilíbrio de um sujeito em pé. É necessário haver a contração de certos músculos para garantir a manutenção da postura em pé, mesmo sobre uma superfície plana, horizontal, rígida e imóvel.

Um segundo aspecto é que, do ponto de vista de minimizar o gasto energético, poderia parecer ideal o corpo ficar a 90 graus durante a postura ereta quieta. Mas não é isso o que ocorre, o corpo fica alguns graus inclinado para a frente. Esta situação poderia, teoricamente, ocorrer com a rigidez passiva muscular e tendinosa dos músculos localizados atrás da perna (panturrilha), mas na realidade há uma leve contração dos músculos da panturrilha para evitar que o sujeito caia para a frente. Uma razão que explica isto é que essa configuração mantém os receptores sensoriais (transdutores mecano-elétricos) que há nos músculos da panturrilha em condições ideais para sinalizar pequenas alterações na posição e movimento do corpo, algo que não ocorreria caso o sujeito ficasse a 90 graus. Essa sinalização sensorial evita eventuais princípios de queda por meio do controle da contração muscular ativada por realimentação sensório-motora via medula espinhal. [...]


KOHN, André Fabio. A complexa ciência por trás do ato de ficar parado em pé. Jornal da USP, São Paulo, 14 set. 2026. Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/a-complexa-ciencia-por-tras-do-ato-de-ficarparado-em-pe/. Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.) 
No texto, a escolha de tempos e modos verbais permite ao autor distinguir fatos, hipóteses e possibilidades não confirmadas, o que é essencial em uma exposição científica que discute modelos alternativos de explicação. Associe as colunas abaixo, relacionando os valores de tempos e modos verbais (Coluna 1) às formas verbais indicadas nos trechos do texto (Coluna 2).

Coluna 1:
1. Futuro do pretérito que expressa fato hipotético, dependente de condição expressa no mesmo período.
2. Futuro do pretérito que atenua uma afirmação, apresentando-a como possibilidade não confirmada pelos fatos.
3. Pretérito imperfeito do subjuntivo que integra oração de valor condicional.
4. Presente do subjuntivo exigido pelo sentido do verbo da oração principal.

Coluna 2:
(__) "poderia", em "poderia parecer ideal o corpo ficar a 90 graus".
(__) "caia", em "para evitar que o sujeito caia para a frente".
(__) "ocorreria", em "algo que não ocorreria caso o sujeito ficasse a 90 graus".
(__) "ficasse", em "caso o sujeito ficasse a 90 graus".

Assinale a alternativa que contém a associação CORRETA, de cima para baixo. 
Alternativas
Q4394563 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A complexa ciência por trás do ato de ficar parado em pé

Para a maioria das pessoas, ficar em pé, por exemplo, em uma fila é uma tarefa automática que não requer nenhuma atenção ou habilidade especial para manter o equilíbrio. Por outro lado, talvez paradoxalmente, o estudo científico de como o corpo humano se mantém em postura ereta quieta se mostra bastante complexo. [...]

Um conceito inicial, que merece ser ressaltado, é que a rigidez passiva (ou intrínseca) de músculos e tendões da perna e demais regiões do corpo envolvidos na postura ereta não é, em geral, suficiente para manter o equilíbrio de um sujeito em pé. É necessário haver a contração de certos músculos para garantir a manutenção da postura em pé, mesmo sobre uma superfície plana, horizontal, rígida e imóvel.

Um segundo aspecto é que, do ponto de vista de minimizar o gasto energético, poderia parecer ideal o corpo ficar a 90 graus durante a postura ereta quieta. Mas não é isso o que ocorre, o corpo fica alguns graus inclinado para a frente. Esta situação poderia, teoricamente, ocorrer com a rigidez passiva muscular e tendinosa dos músculos localizados atrás da perna (panturrilha), mas na realidade há uma leve contração dos músculos da panturrilha para evitar que o sujeito caia para a frente. Uma razão que explica isto é que essa configuração mantém os receptores sensoriais (transdutores mecano-elétricos) que há nos músculos da panturrilha em condições ideais para sinalizar pequenas alterações na posição e movimento do corpo, algo que não ocorreria caso o sujeito ficasse a 90 graus. Essa sinalização sensorial evita eventuais princípios de queda por meio do controle da contração muscular ativada por realimentação sensório-motora via medula espinhal. [...]


KOHN, André Fabio. A complexa ciência por trás do ato de ficar parado em pé. Jornal da USP, São Paulo, 14 set. 2026. Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/a-complexa-ciencia-por-tras-do-ato-de-ficarparado-em-pe/. Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.) 
O trecho a seguir parafraseia informações do texto e apresenta lacunas relativas ao emprego do acento indicativo de crase, cuja ocorrência depende da regência dos termos e da presença do artigo definido. Analise a afirmativa abaixo:

Ao contrário do que sugere a hipótese dos 90 graus, o autor atribui __________ leve contração da panturrilha papel decisivo: ela impede a queda para __________ frente e mantém os receptores sensíveis __________ cada pequena alteração de posição, informação que chega __________ medula espinhal por realimentação sensório-motora. 

Assinale a alternativa que preenche CORRETA e respectivamente as lacunas. 
Alternativas
Q4394442 Português

Leia o texto a seguir:

Anvisa atualiza regras sanitárias para aeroportos e aviões 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária publicou uma nova resolução que reforça as regras de segurança sanitária para aeroportos e aeronaves no Brasil. A norma substitui a regulamentação de 2002 e foi criada para adequar os procedimentos do setor às exigências atuais de vigilância em saúde. 

Entre os principais pontos estão medidas sobre qualidade da água, limpeza, gerenciamento de resíduos, controle de pragas, climatização e atendimento de saúde nos aeroportos. Cada área deverá contar com um plano de gestão específi co, com foco em prevenção e controle de riscos sanitários.

As novas exigências valem para aeroportos das classes III e IV, como os de Guarulhos, Brasília e Galeão, além de empresas de transporte regular de passageiros que operem aeronaves com banheiros ou instalações hidráulicas. A resolução também prevê a implantação de sistemas de gestão da qualidade voltados à segurança sanitária. 

Esse sistema deverá incluir políticas de segurança sanitária, programas de auditoria, gestão documental, qualifi cação de fornecedores e capacitação periódica de trabalhadores. As organizações terão até 24 meses para implantar integralmente as medidas, mas as áreas de documentação e treinamento deverão estar estruturadas em até 12 meses.

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2026/08/1060710-anvisaatualiza-regras-sanitarias-para-aeroportos-e-avioes.html. Acesso em 07/09/2026. Excerto.

“A norma substitui a regulamentação de 2002 e foi criada para adequar os procedimentos do setor às exigências atuais de vigilância em saúde” (1º parágrafo). O termo em destaque classifi ca-se sintaticamente como:
Alternativas
Q4394441 Português

Leia o texto a seguir:

Anvisa atualiza regras sanitárias para aeroportos e aviões 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária publicou uma nova resolução que reforça as regras de segurança sanitária para aeroportos e aeronaves no Brasil. A norma substitui a regulamentação de 2002 e foi criada para adequar os procedimentos do setor às exigências atuais de vigilância em saúde. 

Entre os principais pontos estão medidas sobre qualidade da água, limpeza, gerenciamento de resíduos, controle de pragas, climatização e atendimento de saúde nos aeroportos. Cada área deverá contar com um plano de gestão específi co, com foco em prevenção e controle de riscos sanitários.

As novas exigências valem para aeroportos das classes III e IV, como os de Guarulhos, Brasília e Galeão, além de empresas de transporte regular de passageiros que operem aeronaves com banheiros ou instalações hidráulicas. A resolução também prevê a implantação de sistemas de gestão da qualidade voltados à segurança sanitária. 

Esse sistema deverá incluir políticas de segurança sanitária, programas de auditoria, gestão documental, qualifi cação de fornecedores e capacitação periódica de trabalhadores. As organizações terão até 24 meses para implantar integralmente as medidas, mas as áreas de documentação e treinamento deverão estar estruturadas em até 12 meses.

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2026/08/1060710-anvisaatualiza-regras-sanitarias-para-aeroportos-e-avioes.html. Acesso em 07/09/2026. Excerto.

“Esse sistema deverá incluir políticas de segurança sanitária, programas de auditoria, gestão documental, qualifi cação de fornecedores e capacitação periódica de trabalhadores” (4º parágrafo). Nesse trecho, a forma verbal em destaque está fl exionada no:

Alternativas
Q4394440 Português

Leia o texto a seguir:

Anvisa atualiza regras sanitárias para aeroportos e aviões 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária publicou uma nova resolução que reforça as regras de segurança sanitária para aeroportos e aeronaves no Brasil. A norma substitui a regulamentação de 2002 e foi criada para adequar os procedimentos do setor às exigências atuais de vigilância em saúde. 

Entre os principais pontos estão medidas sobre qualidade da água, limpeza, gerenciamento de resíduos, controle de pragas, climatização e atendimento de saúde nos aeroportos. Cada área deverá contar com um plano de gestão específi co, com foco em prevenção e controle de riscos sanitários.

As novas exigências valem para aeroportos das classes III e IV, como os de Guarulhos, Brasília e Galeão, além de empresas de transporte regular de passageiros que operem aeronaves com banheiros ou instalações hidráulicas. A resolução também prevê a implantação de sistemas de gestão da qualidade voltados à segurança sanitária. 

Esse sistema deverá incluir políticas de segurança sanitária, programas de auditoria, gestão documental, qualifi cação de fornecedores e capacitação periódica de trabalhadores. As organizações terão até 24 meses para implantar integralmente as medidas, mas as áreas de documentação e treinamento deverão estar estruturadas em até 12 meses.

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2026/08/1060710-anvisaatualiza-regras-sanitarias-para-aeroportos-e-avioes.html. Acesso em 07/09/2026. Excerto.

No trecho “[...] além de empresas de transporte regular de passageiros” (3º parágrafo), a expressão em destaque contribui para: 
Alternativas
Q4394439 Português

Leia o texto a seguir:

Anvisa atualiza regras sanitárias para aeroportos e aviões 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária publicou uma nova resolução que reforça as regras de segurança sanitária para aeroportos e aeronaves no Brasil. A norma substitui a regulamentação de 2002 e foi criada para adequar os procedimentos do setor às exigências atuais de vigilância em saúde. 

Entre os principais pontos estão medidas sobre qualidade da água, limpeza, gerenciamento de resíduos, controle de pragas, climatização e atendimento de saúde nos aeroportos. Cada área deverá contar com um plano de gestão específi co, com foco em prevenção e controle de riscos sanitários.

As novas exigências valem para aeroportos das classes III e IV, como os de Guarulhos, Brasília e Galeão, além de empresas de transporte regular de passageiros que operem aeronaves com banheiros ou instalações hidráulicas. A resolução também prevê a implantação de sistemas de gestão da qualidade voltados à segurança sanitária. 

Esse sistema deverá incluir políticas de segurança sanitária, programas de auditoria, gestão documental, qualifi cação de fornecedores e capacitação periódica de trabalhadores. As organizações terão até 24 meses para implantar integralmente as medidas, mas as áreas de documentação e treinamento deverão estar estruturadas em até 12 meses.

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2026/08/1060710-anvisaatualiza-regras-sanitarias-para-aeroportos-e-avioes.html. Acesso em 07/09/2026. Excerto.

Segundo o texto, a substituição da regulamentação de 2002 teve como objetivo:
Alternativas
Q4394438 Português

Leia o texto a seguir:

Anvisa atualiza regras sanitárias para aeroportos e aviões 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária publicou uma nova resolução que reforça as regras de segurança sanitária para aeroportos e aeronaves no Brasil. A norma substitui a regulamentação de 2002 e foi criada para adequar os procedimentos do setor às exigências atuais de vigilância em saúde. 

Entre os principais pontos estão medidas sobre qualidade da água, limpeza, gerenciamento de resíduos, controle de pragas, climatização e atendimento de saúde nos aeroportos. Cada área deverá contar com um plano de gestão específi co, com foco em prevenção e controle de riscos sanitários.

As novas exigências valem para aeroportos das classes III e IV, como os de Guarulhos, Brasília e Galeão, além de empresas de transporte regular de passageiros que operem aeronaves com banheiros ou instalações hidráulicas. A resolução também prevê a implantação de sistemas de gestão da qualidade voltados à segurança sanitária. 

Esse sistema deverá incluir políticas de segurança sanitária, programas de auditoria, gestão documental, qualifi cação de fornecedores e capacitação periódica de trabalhadores. As organizações terão até 24 meses para implantar integralmente as medidas, mas as áreas de documentação e treinamento deverão estar estruturadas em até 12 meses.

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2026/08/1060710-anvisaatualiza-regras-sanitarias-para-aeroportos-e-avioes.html. Acesso em 07/09/2026. Excerto.

Em relação ao desenvolvimento do texto, o título “Anvisa atualiza regras sanitárias para aeroportos e aviões”:
Alternativas
Q4394417 Português

Leia o texto a seguir: 


No trecho “Atenção, Mato Grosso", a vírgula foi empregada para: 
Alternativas
Q4394416 Português

Leia o texto a seguir: 


A divisão silábica da palavra ADOLESCENTES está correta em: 
Alternativas
Q4394415 Português

Leia o texto a seguir: 


A combinação de letras grandes e números destacados tem a função de:
Alternativas
Q4394414 Português

Leia o texto a seguir: 


A presença da personagem em forma de gota contribui para:
Alternativas
Q4394413 Português

Leia o texto a seguir: 


Ao empregar a mensagem “Atenção, Mato Grosso”, o cartaz procura: 
Alternativas
Q4394412 Português

Leia o texto a seguir: 


A expressão “Dia D” é empregada no cartaz para indicar o(a):
Alternativas
Q4394411 Português

Leia o texto a seguir: 


A campanha é dirigida principalmente a:
Alternativas
Q4394410 Português

Leia o texto a seguir: 


Leia o texto a seguir: 
Alternativas
Q4394095 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Massa de Panqueca Simples
Ingredientes:
1 ovo
1 xícara de farinha de trigo
1 xícara de leite
1 pitada de sal
1 colher de sopa de óleo
Modo de Preparo:
Bata todos os ingredientes no liquidificador. A seguir, aqueça uma frigideira untada com um fio de óleo em fogo baixo.
Coloque um pouco da massa na frigideira não muito quente e esparrame de modo a cobrir todo o fundo e ficar só uma camada fina de massa.
Deixe igualar os dois lados, até que fiquem levemente douradas. Retire com a espátula, e sirva com o recheio de sua preferência.
https://www.tudogostoso.com.br/receita/82681-massa-de-panqueca.html
Leia o trecho: “A seguir, aqueça uma frigideira untada com um fio de óleo em fogo baixo. Coloque um pouco da massa na frigideira não muito quente e esparrame de modo a cobrir todo o fundo e ficar só uma camada fina de massa.”
Considerando as orientações apresentadas no trecho, é possível inferir que a recomendação para utilizar uma frigideira “não muito quente” e espalhar a massa em uma camada fina tem como objetivo: 
Alternativas
Q4394094 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Massa de Panqueca Simples
Ingredientes:
1 ovo
1 xícara de farinha de trigo
1 xícara de leite
1 pitada de sal
1 colher de sopa de óleo
Modo de Preparo:
Bata todos os ingredientes no liquidificador. A seguir, aqueça uma frigideira untada com um fio de óleo em fogo baixo.
Coloque um pouco da massa na frigideira não muito quente e esparrame de modo a cobrir todo o fundo e ficar só uma camada fina de massa.
Deixe igualar os dois lados, até que fiquem levemente douradas. Retire com a espátula, e sirva com o recheio de sua preferência.
https://www.tudogostoso.com.br/receita/82681-massa-de-panqueca.html
O texto "Massa de Panqueca Simples" apresenta ingredientes e, em seguida, orientações sobre como preparar a receita, utilizando verbos como "bata", "aqueça", "coloque", "esparrame", "deixe" e "retire". Considerando sua finalidade comunicativa e a forma como as informações são organizadas, predomina no texto o tipo: 
Alternativas
Q4394093 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Massa de Panqueca Simples
Ingredientes:
1 ovo
1 xícara de farinha de trigo
1 xícara de leite
1 pitada de sal
1 colher de sopa de óleo
Modo de Preparo:
Bata todos os ingredientes no liquidificador. A seguir, aqueça uma frigideira untada com um fio de óleo em fogo baixo.
Coloque um pouco da massa na frigideira não muito quente e esparrame de modo a cobrir todo o fundo e ficar só uma camada fina de massa.
Deixe igualar os dois lados, até que fiquem levemente douradas. Retire com a espátula, e sirva com o recheio de sua preferência.
https://www.tudogostoso.com.br/receita/82681-massa-de-panqueca.html
Leia o trecho da receita: “Bata no liquidificador o leite, o ovo, a farinha de trigo, o óleo e uma pitada de sal. Depois, aqueça uma frigideira e coloque uma concha da massa.” Considerando as regras de acentuação gráfica das palavras oxítonas, paroxítonas e proparoxítonas, assinale a alternativa em que a palavra está corretamente classificada quanto à sua tonicidade.
Alternativas
Q4394023 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que a natureza nos faz sentir mais calmos?


A conexão com ambientes naturais proporciona diversos benefícios à saúde, abrangendo desde a redução da ansiedade e da depressão até a diminuição da pressão arterial. Pessoas relatam sentir-se melhor após um passeio ao ar livre, o que levanta questionamentos sobre a origem dessa afinidade com o meio ambiente e se todos podem colher os mesmos resultados.

Os impactos positivos da natureza em ambientes de saúde são observados há décadas. Na década de 1980, uma pesquisa constatou que pacientes submetidos à cirurgia de vesícula recebiam alta, em média, quase um dia antes caso pudessem ver árvores através da janela do quarto. Aqueles que tinham vista para uma parede de tijolos demandavam analgésicos mais fortes e recebiam mais observações negativas da equipe de enfermagem. Atualmente, hospitais e centros médicos expandem essa abordagem. A organização beneficente Maggie's mantém centros de bem-estar no Reino Unido, em Hong Kong e no Japão. O psicólogo clínico Robin Muir, diretor da unidade de Manchester, na Inglaterra, relatou que o prédio é cercado por um jardim de trezentos e sessenta graus com janelas que vão do chão ao teto para trazer a natureza para dentro do ambiente. Ele explicou que as cidades muitas vezes carecem de áreas verdes e que, para alguém em tratamento contra o câncer, o contato com o jardim e a natureza exerce um papel terapêutico. Outras instituições adotam medidas semelhantes, como o King's College Hospital, no Reino Unido, que inaugurou uma unidade de terapia intensiva na cobertura onde pacientes conectados a fontes de energia e oxigênio podem permanecer ao ar livre. Além da área médica, um estudo realizado na Snake River Correctional Institution, no Oregon, demonstrou que detentos que assistiam a vídeos sobre a natureza de três a quatro vezes por semana cometiam vinte e seis por cento menos infrações violentas ao longo de um ano.

A explicação para tais efeitos fundamenta-se em diferentes correntes científicas. A hipótese da biofilia defende que os seres humanos possuem um impulso inato de estar próximos à natureza, derivado da evolução de nossos ancestrais em ambientes selvagens. Na década de 1980, o biólogo Edward O. Wilson sugeriu que esse impulso estaria codificado nos genes. Embora pesquisas com gêmeos indiquem um componente genético, ainda não foi identificado um gene específico associado ao amor pela natureza. Contudo, cientistas formulam teorias sobre como o tempo passado no meio natural afeta os sistemas fisiológico e cognitivo.

O professor associado e diretor do laboratório de meio ambiente e bem-estar da Universidade de Washington, Gregory Bratman, destaca duas teorias principais. A primeira é a hipótese da redução do estresse, que sustenta que ambientes naturais desencadeiam alterações fisiológicas responsáveis por diminuir o estresse mediante a ativação do sistema nervoso parassimpático, associado a respostas como a redução da frequência cardíaca. Segundo Bratman, o contato com a natureza auxilia na preparação para eventos estressantes, na neutralização de reações no momento em que ocorrem e na recuperação posterior. A segunda vertente é a teoria da restauração da atenção, que aponta que a natureza fortalece a capacidade de ignorar distrações e focar na chamada atenção direcionada. Bratman explica que os espaços urbanos sobrecarregam e esgotam essa atenção direcionada devido à necessidade constante de desviar de carros, trânsito e ruídos. Em contrapartida, ambientes naturais estimulam a atenção indireta, caracterizada pelo sentimento de estar em outro lugar e em sintonia com o ambiente, permitindo que a atenção direcionada se recupere. Em suas pesquisas, Bratman observou melhorias na memória de trabalho em pessoas que caminharam na natureza por cinquenta minutos em comparação com aquelas que caminharam em áreas urbanas. Os participantes do grupo que esteve no meio natural apresentaram redução em indicadores como ansiedade e obtiveram desempenho superior em um teste de memorização de letras e resolução de equações simultâneas, lembrando, em média, de nove a dez letras a mais. Já o desempenho dos caminhantes do ambiente urbano permaneceu inalterado. Para o pesquisador, a redução do estresse e a restauração da atenção não são teorias mutuamente exclusivas, podendo atuar de forma conjunta.

Apesar dos benefícios gerais, a experiência com a natureza varia entre os indivíduos. Em um estudo japonês que comparou jovens em florestas e em ambientes urbanos, a maioria dos que ficaram na floresta apresentaram aumento na atividade do sistema nervoso parassimpático, enquanto os outros apresentaram redução. Diante disso, pesquisadores investigam como diferentes tipos de ambientes naturais impactam diferentes pessoas. Em um experimento realizado em El Paso, no Texas, participantes submetidos a uma situação estressante foram expostos a três cenários em realidade virtual: uma paisagem verde, uma paisagem desértica e um ambiente de escritório como grupo de controle. A hipótese inicial previa que o ambiente verde traria mais benefícios com base na teoria psicoevolutiva de redução do estresse, segundo a qual vegetações ativam o sistema de repouso por sinalizar a presença de água, presas e visibilidade de predadores. Contudo, o ambiente desértico promoveu a recuperação do estresse em nível semelhante, o que surpreendeu a equipe.

O avanço das pesquisas indica que o contato com a natureza beneficia a saúde da população em geral. Diante do dado de que a maior parte da população mundial reside em vilas e cidades, segundo a Organização das Nações Unidas, Bratman ressalta a necessidade de planejar o acesso a áreas verdes para todos, sobretudo para as crianças em pátios escolares e bairros. O especialista conclui que, embora os efeitos diários no humor possam parecer pequenos, a exposição repetida ao longo de dias, semanas, meses ou anos acumula-se e gera transformações profundas no bem-estar ao longo do tempo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4gv2jey3dqo.adaptado.
A hipótese inicial previa que o ambiente verde traria mais benefícios com base na teoria psicoevolutiva de redução do estresse, segundo a qual vegetações ativam o sistema de repouso por sinalizar a presença de água, presas e visibilidade de predadores. Contudo, o ambiente desértico promoveu a recuperação do estresse em nível semelhante, o que surpreendeu a equipe.

Considerando a produção de sentido e a coesão básica, especialmente o emprego de conectivos no trecho apresentado, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
1161: D
1162: A
1163: E
1164: B
1165: D
1166: A
1167: A
1168: C
1169: B
1170: D
1171: B
1172: C
1173: D
1174: A
1175: C
1176: A
1177: A
1178: D
1179: A
1180: D