Questões de Concurso Sobre português
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I. O alfabeto da Língua Portuguesa passa a ter 27 letras, com a incorporação das letras K, W e Y, que se empregam na grafia de nomes próprios, palavras deles derivadas e em abreviações.
II. Cai o acento circunflexo do hiato EE dos verbos LER, DAR, CRER, VER e derivados.
III. Cai o acento diferencial, apesar de permanecer nas palavras PÔDE e PÔR, e facultativamente , poder-se acentuar o substantivo FÔRMA.
Estão corretos:
Texto para responder às questão.
Memória é onde se guardam as coisas do passado.
Há dois tipos de memórias: memórias sem vida própria e memórias com vida própria.
As memórias sem vida própria são inertes. Não têm vontade. Sua existência é semelhante à das ferramentas guardadas numa caixa. Não se mexem. Ficam imóveis nos seus lugares, à espera. À espera de quê? À espera de que as chamemos. Ao chegar a um hotel, a recepcionista me entrega uma ficha para ser preenchida. Lá estão os espaços em branco onde deverei escrever meu nome, endereço, número da carteira de identidade, do CPF, número do telefone, e-mail. Abro a minha caixa de memórias sem vida própria e encontro as informações pedidas.
As memórias com vida própria, ao contrário, não ficam quietas dentro de uma caixa. São como pássaros em voo. Vão para onde querem. Viajando, olhando a paisagem com pensamento perdido, vemos um rio. E nos lembramos então do riachinho em que brincávamos quando crianças.
Alves, Rubem. O velho que acordou o menino. São Paulo: Editora Planeta, 2005, com adaptações.
Texto para responder às questão.
Memória é onde se guardam as coisas do passado.
Há dois tipos de memórias: memórias sem vida própria e memórias com vida própria.
As memórias sem vida própria são inertes. Não têm vontade. Sua existência é semelhante à das ferramentas guardadas numa caixa. Não se mexem. Ficam imóveis nos seus lugares, à espera. À espera de quê? À espera de que as chamemos. Ao chegar a um hotel, a recepcionista me entrega uma ficha para ser preenchida. Lá estão os espaços em branco onde deverei escrever meu nome, endereço, número da carteira de identidade, do CPF, número do telefone, e-mail. Abro a minha caixa de memórias sem vida própria e encontro as informações pedidas.
As memórias com vida própria, ao contrário, não ficam quietas dentro de uma caixa. São como pássaros em voo. Vão para onde querem. Viajando, olhando a paisagem com pensamento perdido, vemos um rio. E nos lembramos então do riachinho em que brincávamos quando crianças.
Alves, Rubem. O velho que acordou o menino. São Paulo: Editora Planeta, 2005, com adaptações.
Texto para responder às questão.
Memória é onde se guardam as coisas do passado.
Há dois tipos de memórias: memórias sem vida própria e memórias com vida própria.
As memórias sem vida própria são inertes. Não têm vontade. Sua existência é semelhante à das ferramentas guardadas numa caixa. Não se mexem. Ficam imóveis nos seus lugares, à espera. À espera de quê? À espera de que as chamemos. Ao chegar a um hotel, a recepcionista me entrega uma ficha para ser preenchida. Lá estão os espaços em branco onde deverei escrever meu nome, endereço, número da carteira de identidade, do CPF, número do telefone, e-mail. Abro a minha caixa de memórias sem vida própria e encontro as informações pedidas.
As memórias com vida própria, ao contrário, não ficam quietas dentro de uma caixa. São como pássaros em voo. Vão para onde querem. Viajando, olhando a paisagem com pensamento perdido, vemos um rio. E nos lembramos então do riachinho em que brincávamos quando crianças.
Alves, Rubem. O velho que acordou o menino. São Paulo: Editora Planeta, 2005, com adaptações.
Texto para responder à questão.
O número de consumidores de livros cresceu em 2025 no Brasil, de acordo com pesquisa divulgada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) em parceria com a Nielsen BookData. Os dados mostram que 18% da população acima de 18 anos comprou ao menos um livro, impresso ou digital, no ano passado. O número representa um aumento de 2 pontos percentuais – 3 milhões de novos consumidores – em relação a 2024.
Segundo o levantamento, as mulheres representam 61% do total de consumidores de livros. Considerando recorte de raça, classe e gênero, a pesquisa indicou que as mulheres negras da classe C são o maior grupo consumidor de livros do país, alcançando 15% do total.
A pesquisa apontou ainda que o maior crescimento ocorreu entre os jovens. Na faixa de 18 a 34 anos, houve aumento de 3,4 pontos percentuais em relação ao ano anterior. Para a diretora da CBL, as redes sociais se tornaram uma porta de entrada importante para novos leitores.
Disponível em:<https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-
03/numero-de-consumidores-de-livros-aumenta-e-chega-a-18-da-populacao>
Texto para responder à questão.
O número de consumidores de livros cresceu em 2025 no Brasil, de acordo com pesquisa divulgada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) em parceria com a Nielsen BookData. Os dados mostram que 18% da população acima de 18 anos comprou ao menos um livro, impresso ou digital, no ano passado. O número representa um aumento de 2 pontos percentuais – 3 milhões de novos consumidores – em relação a 2024.
Segundo o levantamento, as mulheres representam 61% do total de consumidores de livros. Considerando recorte de raça, classe e gênero, a pesquisa indicou que as mulheres negras da classe C são o maior grupo consumidor de livros do país, alcançando 15% do total.
A pesquisa apontou ainda que o maior crescimento ocorreu entre os jovens. Na faixa de 18 a 34 anos, houve aumento de 3,4 pontos percentuais em relação ao ano anterior. Para a diretora da CBL, as redes sociais se tornaram uma porta de entrada importante para novos leitores.
Disponível em:<https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-
03/numero-de-consumidores-de-livros-aumenta-e-chega-a-18-da-populacao>
Texto para responder à questão.
O número de consumidores de livros cresceu em 2025 no Brasil, de acordo com pesquisa divulgada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) em parceria com a Nielsen BookData. Os dados mostram que 18% da população acima de 18 anos comprou ao menos um livro, impresso ou digital, no ano passado. O número representa um aumento de 2 pontos percentuais – 3 milhões de novos consumidores – em relação a 2024.
Segundo o levantamento, as mulheres representam 61% do total de consumidores de livros. Considerando recorte de raça, classe e gênero, a pesquisa indicou que as mulheres negras da classe C são o maior grupo consumidor de livros do país, alcançando 15% do total.
A pesquisa apontou ainda que o maior crescimento ocorreu entre os jovens. Na faixa de 18 a 34 anos, houve aumento de 3,4 pontos percentuais em relação ao ano anterior. Para a diretora da CBL, as redes sociais se tornaram uma porta de entrada importante para novos leitores.
Disponível em:<https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-
03/numero-de-consumidores-de-livros-aumenta-e-chega-a-18-da-populacao>
Texto para responder à questão.
A mudança social não é resultado exclusivo de líderes carismáticos nem produto automático de forças históricas impessoais. Ela emerge da interação entre indivíduos estrategicamente posicionados e configurações estruturais em transformação.
Talvez perguntar se um indivíduo pode mudar a sociedade seja formular mal a questão. A pergunta mais produtiva é: como indivíduos podem contribuir para alinhar forças em sistemas complexos?
Se a direção coletiva resulta de múltiplas forças, o papel do indivíduo não é substituir o sistema, mas atuar nele para aumentar a probabilidade de convergência.
Disponível em: : <https://jornal.usp.br/articulistas/marcos-buckeridge/umindividuo-pode-mudar-a-sociedade/>.
Texto para responder à questão.
A mudança social não é resultado exclusivo de líderes carismáticos nem produto automático de forças históricas impessoais. Ela emerge da interação entre indivíduos estrategicamente posicionados e configurações estruturais em transformação.
Talvez perguntar se um indivíduo pode mudar a sociedade seja formular mal a questão. A pergunta mais produtiva é: como indivíduos podem contribuir para alinhar forças em sistemas complexos?
Se a direção coletiva resulta de múltiplas forças, o papel do indivíduo não é substituir o sistema, mas atuar nele para aumentar a probabilidade de convergência.
Disponível em: : <https://jornal.usp.br/articulistas/marcos-buckeridge/umindividuo-pode-mudar-a-sociedade/>.
Texto para responder à questão.
A mudança social não é resultado exclusivo de líderes carismáticos nem produto automático de forças históricas impessoais. Ela emerge da interação entre indivíduos estrategicamente posicionados e configurações estruturais em transformação.
Talvez perguntar se um indivíduo pode mudar a sociedade seja formular mal a questão. A pergunta mais produtiva é: como indivíduos podem contribuir para alinhar forças em sistemas complexos?
Se a direção coletiva resulta de múltiplas forças, o papel do indivíduo não é substituir o sistema, mas atuar nele para aumentar a probabilidade de convergência.
Disponível em: : <https://jornal.usp.br/articulistas/marcos-buckeridge/umindividuo-pode-mudar-a-sociedade/>.
Texto para responder à questão.
A mudança social não é resultado exclusivo de líderes carismáticos nem produto automático de forças históricas impessoais. Ela emerge da interação entre indivíduos estrategicamente posicionados e configurações estruturais em transformação.
Talvez perguntar se um indivíduo pode mudar a sociedade seja formular mal a questão. A pergunta mais produtiva é: como indivíduos podem contribuir para alinhar forças em sistemas complexos?
Se a direção coletiva resulta de múltiplas forças, o papel do indivíduo não é substituir o sistema, mas atuar nele para aumentar a probabilidade de convergência.
Disponível em: : <https://jornal.usp.br/articulistas/marcos-buckeridge/umindividuo-pode-mudar-a-sociedade/>.

Coluna 1
1. Advérbio.
2. Adjetivo.
3. Substantivo.
4. Pronome.
Coluna 2
( ) “A paisagem é a mesma que surpreendeu os navegantes ao chegarem na Antártica”.
( ) “Não imaginava edificação tão moderna naquele isolamento”.
( ) “Para compensar, o mar ficou azul-esverdeado”.
( ) “os dois paredões laterais tinham quase cem metros de altura”.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

“A primeira impressão é a de que estou em outro planeta”.

“Não há uma árvore nem um fiapo de verde sequer, tudo é árido, branco, preto ou cinzento”.

I. Os vocábulos “edificação”, “sustentação” e “observação” são substantivos que se relacionam a ações e foram formados com o emprego do mesmo sufixo.
II. Os vocábulos “infinito”, “inflável” e “incapaz” são formados pelo mesmo prefixo, ou seja, o prefixo in - estabelece o mesmo tipo de relação de sentido em todas as palavras mencionadas.
III. As palavras “navegante” e “flutuante” apresentam o mesmo sufixo e foram formadas a partir de verbos.
Quais estão corretas?

Considerando os trechos a seguir, retirados do texto, assinale a alternativa na qual a palavra sublinhada NÃO seja um substantivo no grau diminutivo.
