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Q4028816 Português
Tema esquecido: só 11 países incluem moradia em suas metas climáticas


    Desastres climáticos como as enchentes causadas pelo excesso de chuvas no Rio Grande do Sul, em 2024, e, mais recentemente, pelo tornado em Rio Bonito do Iguaçu (PR), foram responsáveis por destruir mais do que indústrias, prédios públicos e produções agrícolas. Parte da população das cidades afetadas também ficou sem ter onde morar.
   Dados da Habitat for Humanity International obtidos a partir de uma análise das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em inglês) de 188 países mostram que o tema da moradia ainda não está entre as prioridades dos dirigentes políticos.
     Segundo a Habitat for Humanity Internacional, na grande maioria dos casos, as NDCs incluem pouca ou nenhuma referência à habitação, “apesar de o ambiente construído contribuir significativamente para as emissões de carbono”, aponta o relatório. Além da falta de compromisso com a habitação, apenas 11 das 188 NDCs analisadas mencionam assentamentos informais ou favelas como uma questão nacional – apesar de essas áreas abrigarem mais de 1 bilhão de pessoas.
     A recomendação da Habitat for Humanity International é para que os países tomem medidas em suas próximas atualizações de NDCs para aumentar a resiliência climática e reduzir as emissões por meio da habitação.


Adaptado de: https://exame.com/esg/tema-esquecido-so-11-paisesincluem-moradia-em-suas-metas-climaticas/. 
No trecho Desastres climáticos como as enchentes causadas pelo excesso de chuvas no Rio Grande do Sul, presente no primeiro parágrafo, a palavra climáticos classifica-se, do ponto de vista gramatical, como:  
Alternativas
Q4028814 Português
Tema esquecido: só 11 países incluem moradia em suas metas climáticas


    Desastres climáticos como as enchentes causadas pelo excesso de chuvas no Rio Grande do Sul, em 2024, e, mais recentemente, pelo tornado em Rio Bonito do Iguaçu (PR), foram responsáveis por destruir mais do que indústrias, prédios públicos e produções agrícolas. Parte da população das cidades afetadas também ficou sem ter onde morar.
   Dados da Habitat for Humanity International obtidos a partir de uma análise das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em inglês) de 188 países mostram que o tema da moradia ainda não está entre as prioridades dos dirigentes políticos.
     Segundo a Habitat for Humanity Internacional, na grande maioria dos casos, as NDCs incluem pouca ou nenhuma referência à habitação, “apesar de o ambiente construído contribuir significativamente para as emissões de carbono”, aponta o relatório. Além da falta de compromisso com a habitação, apenas 11 das 188 NDCs analisadas mencionam assentamentos informais ou favelas como uma questão nacional – apesar de essas áreas abrigarem mais de 1 bilhão de pessoas.
     A recomendação da Habitat for Humanity International é para que os países tomem medidas em suas próximas atualizações de NDCs para aumentar a resiliência climática e reduzir as emissões por meio da habitação.


Adaptado de: https://exame.com/esg/tema-esquecido-so-11-paisesincluem-moradia-em-suas-metas-climaticas/. 
No terceiro parágrafo do texto, o dado de que apenas 11 das 188 NDCs mencionam assentamentos informais ou favelas como questão nacional evidencia, sobretudo:  
Alternativas
Q4028813 Português
Tema esquecido: só 11 países incluem moradia em suas metas climáticas


    Desastres climáticos como as enchentes causadas pelo excesso de chuvas no Rio Grande do Sul, em 2024, e, mais recentemente, pelo tornado em Rio Bonito do Iguaçu (PR), foram responsáveis por destruir mais do que indústrias, prédios públicos e produções agrícolas. Parte da população das cidades afetadas também ficou sem ter onde morar.
   Dados da Habitat for Humanity International obtidos a partir de uma análise das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em inglês) de 188 países mostram que o tema da moradia ainda não está entre as prioridades dos dirigentes políticos.
     Segundo a Habitat for Humanity Internacional, na grande maioria dos casos, as NDCs incluem pouca ou nenhuma referência à habitação, “apesar de o ambiente construído contribuir significativamente para as emissões de carbono”, aponta o relatório. Além da falta de compromisso com a habitação, apenas 11 das 188 NDCs analisadas mencionam assentamentos informais ou favelas como uma questão nacional – apesar de essas áreas abrigarem mais de 1 bilhão de pessoas.
     A recomendação da Habitat for Humanity International é para que os países tomem medidas em suas próximas atualizações de NDCs para aumentar a resiliência climática e reduzir as emissões por meio da habitação.


Adaptado de: https://exame.com/esg/tema-esquecido-so-11-paisesincluem-moradia-em-suas-metas-climaticas/. 
No último parágrafo do texto, a recomendação da Habitat for Humanity International dirige-se aos países com o objetivo de:  
Alternativas
Q4028810 Português
Tema esquecido: só 11 países incluem moradia em suas metas climáticas


    Desastres climáticos como as enchentes causadas pelo excesso de chuvas no Rio Grande do Sul, em 2024, e, mais recentemente, pelo tornado em Rio Bonito do Iguaçu (PR), foram responsáveis por destruir mais do que indústrias, prédios públicos e produções agrícolas. Parte da população das cidades afetadas também ficou sem ter onde morar.
   Dados da Habitat for Humanity International obtidos a partir de uma análise das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em inglês) de 188 países mostram que o tema da moradia ainda não está entre as prioridades dos dirigentes políticos.
     Segundo a Habitat for Humanity Internacional, na grande maioria dos casos, as NDCs incluem pouca ou nenhuma referência à habitação, “apesar de o ambiente construído contribuir significativamente para as emissões de carbono”, aponta o relatório. Além da falta de compromisso com a habitação, apenas 11 das 188 NDCs analisadas mencionam assentamentos informais ou favelas como uma questão nacional – apesar de essas áreas abrigarem mais de 1 bilhão de pessoas.
     A recomendação da Habitat for Humanity International é para que os países tomem medidas em suas próximas atualizações de NDCs para aumentar a resiliência climática e reduzir as emissões por meio da habitação.


Adaptado de: https://exame.com/esg/tema-esquecido-so-11-paisesincluem-moradia-em-suas-metas-climaticas/. 
Considerando as informações apresentadas no texto, é correto afirmar que os desastres climáticos mencionados evidenciam, como consequência mais sensível e socialmente impactante:
Alternativas
Q4028789 Português

São José amplia hortas urbanas com nova lei voltada à sustentabilidade


A sustentabilidade ganhou reforço institucional em São José com a sanção da Lei nº 6.535, de 11 de dezembro de 2025, que transformou o Programa Horta Solidária Urbana em política pública permanente. A medida oficializa e amplia uma iniciativa já em atividade na cidade, responsável por revitalizar áreas públicas ociosas e convertê-las em espaços produtivos de cultivo agroecológico e participação social.


A legislação estabelece parâmetros estáveis para a implantação e a expansão das hortas comunitárias, que atualmente funcionam nos bairros Ipiranga, Potecas, Loteamento Lisboa (Forquilhas), Morar Bem (Serraria) e Areias. O texto legal orienta que cada área cultivada tenha foco na promoção do meio ambiente, na segurança alimentar e na economia solidária, estimulando o uso socialmente responsável dos espaços públicos.


Sustentabilidade como Eixo Central


Entre os avanços previstos, a lei destaca o incentivo à compostagem como instrumento para reduzir o volume de resíduos enviados a aterros sanitários. As unidades da rede municipal de ensino passam a incorporar a compostagem escolar à rotina pedagógica, fortalecendo práticas de educação ambiental e ampliando o protagonismo estudantil em ações de cuidado com o território.


Apoio Técnico e Possibilidades de Gestão


A execução do programa contará com suporte técnico, logístico e educacional da Fundação Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. O texto autoriza que associações de moradores, entidades e grupos organizados possam assumir a gestão das áreas destinadas ao cultivo. O financiamento das ações poderá ser assegurado por múltiplas fontes, incluindo orçamento municipal, parcerias privadas, repasses estaduais e federais, emendas parlamentares, medidas compensatórias e doações.


Incentivo à Participação Social


A legislação institui ainda o Selo Verde, criado para reconhecer empresas, instituições e grupos comunitários que contribuírem com o programa por meio de doações, apoio financeiro, insumos ou iniciativas educativas e ambientais. O objetivo é valorizar parceiros que fortaleçam práticas de preservação e colaboração comunitária.


[…] Fonte: https://conectasc.com.br/2025/12/12/sao-jose-amplia hortas-urbanas-com-nova-lei-voltada-a-sustentabilidade/


No período “A execução do programa contará com suporte técnico, logístico e educacional da Fundação Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.”, assinale a alternativa correta quanto ao sujeito da oração.
Alternativas
Q4028788 Português

São José amplia hortas urbanas com nova lei voltada à sustentabilidade


A sustentabilidade ganhou reforço institucional em São José com a sanção da Lei nº 6.535, de 11 de dezembro de 2025, que transformou o Programa Horta Solidária Urbana em política pública permanente. A medida oficializa e amplia uma iniciativa já em atividade na cidade, responsável por revitalizar áreas públicas ociosas e convertê-las em espaços produtivos de cultivo agroecológico e participação social.


A legislação estabelece parâmetros estáveis para a implantação e a expansão das hortas comunitárias, que atualmente funcionam nos bairros Ipiranga, Potecas, Loteamento Lisboa (Forquilhas), Morar Bem (Serraria) e Areias. O texto legal orienta que cada área cultivada tenha foco na promoção do meio ambiente, na segurança alimentar e na economia solidária, estimulando o uso socialmente responsável dos espaços públicos.


Sustentabilidade como Eixo Central


Entre os avanços previstos, a lei destaca o incentivo à compostagem como instrumento para reduzir o volume de resíduos enviados a aterros sanitários. As unidades da rede municipal de ensino passam a incorporar a compostagem escolar à rotina pedagógica, fortalecendo práticas de educação ambiental e ampliando o protagonismo estudantil em ações de cuidado com o território.


Apoio Técnico e Possibilidades de Gestão


A execução do programa contará com suporte técnico, logístico e educacional da Fundação Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. O texto autoriza que associações de moradores, entidades e grupos organizados possam assumir a gestão das áreas destinadas ao cultivo. O financiamento das ações poderá ser assegurado por múltiplas fontes, incluindo orçamento municipal, parcerias privadas, repasses estaduais e federais, emendas parlamentares, medidas compensatórias e doações.


Incentivo à Participação Social


A legislação institui ainda o Selo Verde, criado para reconhecer empresas, instituições e grupos comunitários que contribuírem com o programa por meio de doações, apoio financeiro, insumos ou iniciativas educativas e ambientais. O objetivo é valorizar parceiros que fortaleçam práticas de preservação e colaboração comunitária.


[…] Fonte: https://conectasc.com.br/2025/12/12/sao-jose-amplia hortas-urbanas-com-nova-lei-voltada-a-sustentabilidade/


Assinale a alternativa em que os usos do hífen e de acentuação gráfica estão corretos, de acordo com as regras do Acordo Ortográfico:


Alternativas
Q4028787 Português

São José amplia hortas urbanas com nova lei voltada à sustentabilidade


A sustentabilidade ganhou reforço institucional em São José com a sanção da Lei nº 6.535, de 11 de dezembro de 2025, que transformou o Programa Horta Solidária Urbana em política pública permanente. A medida oficializa e amplia uma iniciativa já em atividade na cidade, responsável por revitalizar áreas públicas ociosas e convertê-las em espaços produtivos de cultivo agroecológico e participação social.


A legislação estabelece parâmetros estáveis para a implantação e a expansão das hortas comunitárias, que atualmente funcionam nos bairros Ipiranga, Potecas, Loteamento Lisboa (Forquilhas), Morar Bem (Serraria) e Areias. O texto legal orienta que cada área cultivada tenha foco na promoção do meio ambiente, na segurança alimentar e na economia solidária, estimulando o uso socialmente responsável dos espaços públicos.


Sustentabilidade como Eixo Central


Entre os avanços previstos, a lei destaca o incentivo à compostagem como instrumento para reduzir o volume de resíduos enviados a aterros sanitários. As unidades da rede municipal de ensino passam a incorporar a compostagem escolar à rotina pedagógica, fortalecendo práticas de educação ambiental e ampliando o protagonismo estudantil em ações de cuidado com o território.


Apoio Técnico e Possibilidades de Gestão


A execução do programa contará com suporte técnico, logístico e educacional da Fundação Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. O texto autoriza que associações de moradores, entidades e grupos organizados possam assumir a gestão das áreas destinadas ao cultivo. O financiamento das ações poderá ser assegurado por múltiplas fontes, incluindo orçamento municipal, parcerias privadas, repasses estaduais e federais, emendas parlamentares, medidas compensatórias e doações.


Incentivo à Participação Social


A legislação institui ainda o Selo Verde, criado para reconhecer empresas, instituições e grupos comunitários que contribuírem com o programa por meio de doações, apoio financeiro, insumos ou iniciativas educativas e ambientais. O objetivo é valorizar parceiros que fortaleçam práticas de preservação e colaboração comunitária.


[…] Fonte: https://conectasc.com.br/2025/12/12/sao-jose-amplia hortas-urbanas-com-nova-lei-voltada-a-sustentabilidade/


No trecho “responsável por revitalizar áreas públicas ociosas e convertê-las em espaços produtivos de cultivo agroecológico e participação social”, a forma “-las” é classificada, morfologicamente, como:

Alternativas
Q4028786 Português

São José amplia hortas urbanas com nova lei voltada à sustentabilidade


A sustentabilidade ganhou reforço institucional em São José com a sanção da Lei nº 6.535, de 11 de dezembro de 2025, que transformou o Programa Horta Solidária Urbana em política pública permanente. A medida oficializa e amplia uma iniciativa já em atividade na cidade, responsável por revitalizar áreas públicas ociosas e convertê-las em espaços produtivos de cultivo agroecológico e participação social.


A legislação estabelece parâmetros estáveis para a implantação e a expansão das hortas comunitárias, que atualmente funcionam nos bairros Ipiranga, Potecas, Loteamento Lisboa (Forquilhas), Morar Bem (Serraria) e Areias. O texto legal orienta que cada área cultivada tenha foco na promoção do meio ambiente, na segurança alimentar e na economia solidária, estimulando o uso socialmente responsável dos espaços públicos.


Sustentabilidade como Eixo Central


Entre os avanços previstos, a lei destaca o incentivo à compostagem como instrumento para reduzir o volume de resíduos enviados a aterros sanitários. As unidades da rede municipal de ensino passam a incorporar a compostagem escolar à rotina pedagógica, fortalecendo práticas de educação ambiental e ampliando o protagonismo estudantil em ações de cuidado com o território.


Apoio Técnico e Possibilidades de Gestão


A execução do programa contará com suporte técnico, logístico e educacional da Fundação Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. O texto autoriza que associações de moradores, entidades e grupos organizados possam assumir a gestão das áreas destinadas ao cultivo. O financiamento das ações poderá ser assegurado por múltiplas fontes, incluindo orçamento municipal, parcerias privadas, repasses estaduais e federais, emendas parlamentares, medidas compensatórias e doações.


Incentivo à Participação Social


A legislação institui ainda o Selo Verde, criado para reconhecer empresas, instituições e grupos comunitários que contribuírem com o programa por meio de doações, apoio financeiro, insumos ou iniciativas educativas e ambientais. O objetivo é valorizar parceiros que fortaleçam práticas de preservação e colaboração comunitária.


[…] Fonte: https://conectasc.com.br/2025/12/12/sao-jose-amplia hortas-urbanas-com-nova-lei-voltada-a-sustentabilidade/


Segundo o texto, o que é o Selo Verde?


Alternativas
Q4028785 Português

São José amplia hortas urbanas com nova lei voltada à sustentabilidade


A sustentabilidade ganhou reforço institucional em São José com a sanção da Lei nº 6.535, de 11 de dezembro de 2025, que transformou o Programa Horta Solidária Urbana em política pública permanente. A medida oficializa e amplia uma iniciativa já em atividade na cidade, responsável por revitalizar áreas públicas ociosas e convertê-las em espaços produtivos de cultivo agroecológico e participação social.


A legislação estabelece parâmetros estáveis para a implantação e a expansão das hortas comunitárias, que atualmente funcionam nos bairros Ipiranga, Potecas, Loteamento Lisboa (Forquilhas), Morar Bem (Serraria) e Areias. O texto legal orienta que cada área cultivada tenha foco na promoção do meio ambiente, na segurança alimentar e na economia solidária, estimulando o uso socialmente responsável dos espaços públicos.


Sustentabilidade como Eixo Central


Entre os avanços previstos, a lei destaca o incentivo à compostagem como instrumento para reduzir o volume de resíduos enviados a aterros sanitários. As unidades da rede municipal de ensino passam a incorporar a compostagem escolar à rotina pedagógica, fortalecendo práticas de educação ambiental e ampliando o protagonismo estudantil em ações de cuidado com o território.


Apoio Técnico e Possibilidades de Gestão


A execução do programa contará com suporte técnico, logístico e educacional da Fundação Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. O texto autoriza que associações de moradores, entidades e grupos organizados possam assumir a gestão das áreas destinadas ao cultivo. O financiamento das ações poderá ser assegurado por múltiplas fontes, incluindo orçamento municipal, parcerias privadas, repasses estaduais e federais, emendas parlamentares, medidas compensatórias e doações.


Incentivo à Participação Social


A legislação institui ainda o Selo Verde, criado para reconhecer empresas, instituições e grupos comunitários que contribuírem com o programa por meio de doações, apoio financeiro, insumos ou iniciativas educativas e ambientais. O objetivo é valorizar parceiros que fortaleçam práticas de preservação e colaboração comunitária.


[…] Fonte: https://conectasc.com.br/2025/12/12/sao-jose-amplia hortas-urbanas-com-nova-lei-voltada-a-sustentabilidade/


Assinale a alternativa correta com base no texto sobre a ampliação das hortas urbanas em São José.


Alternativas
Q4028754 Português
Tema esquecido: só 11 países incluem moradia em suas metas climáticas


    Desastres climáticos como as enchentes causadas pelo excesso de chuvas no Rio Grande do Sul, em 2024, e, mais recentemente, pelo tornado em Rio Bonito do Iguaçu (PR), foram responsáveis por destruir mais do que indústrias, prédios públicos e produções agrícolas. Parte da população das cidades afetadas também ficou sem ter onde morar.
   Dados da Habitat for Humanity International obtidos a partir de uma análise das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em inglês) de 188 países mostram que o tema da moradia ainda não está entre as prioridades dos dirigentes políticos.
     Segundo a Habitat for Humanity Internacional, na grande maioria dos casos, as NDCs incluem pouca ou nenhuma referência à habitação, “apesar de o ambiente construído contribuir significativamente para as emissões de carbono”, aponta o relatório. Além da falta de compromisso com a habitação, apenas 11 das 188 NDCs analisadas mencionam assentamentos informais ou favelas como uma questão nacional – apesar de essas áreas abrigarem mais de 1 bilhão de pessoas.
     A recomendação da Habitat for Humanity International é para que os países tomem medidas em suas próximas atualizações de NDCs para aumentar a resiliência climática e reduzir as emissões por meio da habitação.


Adaptado de: https://exame.com/esg/tema-esquecido-so-11-paisesincluem-moradia-em-suas-metas-climaticas/. 
 No trecho foram responsáveis por destruir mais do que indústrias, prédios públicos e produções agrícolas, a vírgula empregada após indústrias exerce a função de:
Alternativas
Q4028748 Português
Tema esquecido: só 11 países incluem moradia em suas metas climáticas


    Desastres climáticos como as enchentes causadas pelo excesso de chuvas no Rio Grande do Sul, em 2024, e, mais recentemente, pelo tornado em Rio Bonito do Iguaçu (PR), foram responsáveis por destruir mais do que indústrias, prédios públicos e produções agrícolas. Parte da população das cidades afetadas também ficou sem ter onde morar.
   Dados da Habitat for Humanity International obtidos a partir de uma análise das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em inglês) de 188 países mostram que o tema da moradia ainda não está entre as prioridades dos dirigentes políticos.
     Segundo a Habitat for Humanity Internacional, na grande maioria dos casos, as NDCs incluem pouca ou nenhuma referência à habitação, “apesar de o ambiente construído contribuir significativamente para as emissões de carbono”, aponta o relatório. Além da falta de compromisso com a habitação, apenas 11 das 188 NDCs analisadas mencionam assentamentos informais ou favelas como uma questão nacional – apesar de essas áreas abrigarem mais de 1 bilhão de pessoas.
     A recomendação da Habitat for Humanity International é para que os países tomem medidas em suas próximas atualizações de NDCs para aumentar a resiliência climática e reduzir as emissões por meio da habitação.


Adaptado de: https://exame.com/esg/tema-esquecido-so-11-paisesincluem-moradia-em-suas-metas-climaticas/. 
No último parágrafo do texto, a recomendação da Habitat for Humanity International dirige-se aos países com o objetivo de:
Alternativas
Q4028745 Português
Tema esquecido: só 11 países incluem moradia em suas metas climáticas


    Desastres climáticos como as enchentes causadas pelo excesso de chuvas no Rio Grande do Sul, em 2024, e, mais recentemente, pelo tornado em Rio Bonito do Iguaçu (PR), foram responsáveis por destruir mais do que indústrias, prédios públicos e produções agrícolas. Parte da população das cidades afetadas também ficou sem ter onde morar.
   Dados da Habitat for Humanity International obtidos a partir de uma análise das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em inglês) de 188 países mostram que o tema da moradia ainda não está entre as prioridades dos dirigentes políticos.
     Segundo a Habitat for Humanity Internacional, na grande maioria dos casos, as NDCs incluem pouca ou nenhuma referência à habitação, “apesar de o ambiente construído contribuir significativamente para as emissões de carbono”, aponta o relatório. Além da falta de compromisso com a habitação, apenas 11 das 188 NDCs analisadas mencionam assentamentos informais ou favelas como uma questão nacional – apesar de essas áreas abrigarem mais de 1 bilhão de pessoas.
     A recomendação da Habitat for Humanity International é para que os países tomem medidas em suas próximas atualizações de NDCs para aumentar a resiliência climática e reduzir as emissões por meio da habitação.


Adaptado de: https://exame.com/esg/tema-esquecido-so-11-paisesincluem-moradia-em-suas-metas-climaticas/. 
Considerando as informações apresentadas no texto, é correto afirmar que os desastres climáticos mencionados evidenciam, como consequência mais sensível e socialmente impactante:  
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IESES Órgão: IBHASES Prova: IESES - 2026 - IBHASES - Motorista de Carro |
Q4028615 Português
Tema esquecido: só 11 países incluem moradia em suas metas climáticas


    Desastres climáticos como as enchentes causadas pelo excesso de chuvas no Rio Grande do Sul, em 2024, e, mais recentemente, pelo tornado em Rio Bonito do Iguaçu (PR), foram responsáveis por destruir mais do que indústrias, prédios públicos e produções agrícolas. Parte da população das cidades afetadas também ficou sem ter onde morar.
   Dados da Habitat for Humanity International obtidos a partir de uma análise das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em inglês) de 188 países mostram que o tema da moradia ainda não está entre as prioridades dos dirigentes políticos.
     Segundo a Habitat for Humanity Internacional, na grande maioria dos casos, as NDCs incluem pouca ou nenhuma referência à habitação, “apesar de o ambiente construído contribuir significativamente para as emissões de carbono”, aponta o relatório. Além da falta de compromisso com a habitação, apenas 11 das 188 NDCs analisadas mencionam assentamentos informais ou favelas como uma questão nacional – apesar de essas áreas abrigarem mais de 1 bilhão de pessoas.
     A recomendação da Habitat for Humanity International é para que os países tomem medidas em suas próximas atualizações de NDCs para aumentar a resiliência climática e reduzir as emissões por meio da habitação.


Adaptado de: https://exame.com/esg/tema-esquecido-so-11-paisesincluem-moradia-em-suas-metas-climaticas/. 
Considerando as informações apresentadas no texto, é correto afirmar que os desastres climáticos mencionados evidenciam, como consequência mais sensível e socialmente impactante: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IESES Órgão: IBHASES Prova: IESES - 2026 - IBHASES - Assistente Social |
Q4028501 Português
Responda à questão com base no seguinte texto:


Prédios novos terão que cumprir normas para reduzir sua sensação térmica


   Uma resolução publicada pelo governo federal estabelece critérios de construção para que residências, prédios comerciais e públicos tenham mais conforto térmico em meio às mudanças climáticas em curso. A medida também possibilitará a redução do custo de energia elétrica. Atualmente, o setor da construção civil já dispõe de um instrumento de “etiquetagem” voluntária de eficiência energética, assim como os eletrodomésticos. Com a resolução publicada, esse processo se tornará obrigatório para novas construções.

   Essa etiquetagem vai variar de A a C, sendo A o nível mais eficiente do ponto de vista energético e o C, o menos eficiente. A norma determina que o nível C será obrigatório para os prédios residenciais e comerciais do setor privado a partir de 2030. Já para o setor público, os novos edifícios terão que atender aos critérios do nível A, a partir de 2027.

   Segundo o governo federal, ao atender os requisitos do nível “C”, as novas construções proporcionarão mais conforto térmico aos moradores e iluminação natural por mais tempo, o que vai reduzir a necessidade de ar condicionado para resfriar o ambiente e de iluminação artificial. Essas medidas podem ajudar a reduzir o custo da conta de luz.

  Com a resolução, o Ministério de Minas e Energia estima que cerca de 17 milhões de MWh sejam economizados até 2040. Isso daria para suprir o consumo de uma cidade de 1 milhão de habitantes durante 7 anos. Em valores, estima-se uma economia com energia elétrica de até R$ 2,7 bilhões.


Adaptado de:
https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomi
a/predios-novos-terao-que-cumprir-normas-para
reduzir-sua-sensacao-termica/.  
No contexto do texto, a expressão “mudanças climáticas em curso”, no primeiro parágrafo, desempenha função argumentativa relevante. Seu emprego contribui para: 
Alternativas
Q4028422 Português

Para responder à questão. Leia a charge abaixo.


                                            q_1 pim.png (503×378)



Autor: Cazo

Com base nos vocábulos AQUECER, ASSANDO e PLANETA, extraídos da charge, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F)
( ) O termo AQUECER compartilha o mesmo radical e pertence, portanto, a mesma família de palavras do substantivo aquecimento e do adjetivo aquecido
( ) A forma verbal ASSANDO encontra-se flexionada no gerúndio, expressando no contexto da fala do alienígena a nítida ideia de uma ação continua e em pleno desenvolvimento temporal
( ) A palavra PLANETA é classificada morfológica e semanticamente como um substantivo abstrato, visto que depende exclusivamente da imaginação dos alienígenas para existir no universo.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima? 
Alternativas
Q4028421 Português

Para responder à questão. Leia a charge abaixo.


                                            q_1 pim.png (503×378)



Autor: Cazo

O estudo das relações morfossintáticas e da concordância garante a correta estruturação e a exata compreensão dos enunciados na norma-padrão. Diante disso, observe a frase PLANETA DEVE AQUECER ATE 2,6°C, presente na parte superior da charge, e analise a sua estrutura gramatical com base na Língua Portuguesa. Acerca disso, assinale a alternativa CORRETA 
Alternativas
Q4028420 Português

Para responder à questão. Leia a charge abaixo.


                                            q_1 pim.png (503×378)



Autor: Cazo

Analise as partes que seguem: Na charge em analise, os alienígenas observam o nosso globo de longe e sentem um forte cheiro de churrasco, associando esse odor diretamente ao drástico aumento da temperatura na Terra (1º parte). O efeito de sentido provocado por essa inusitada situação constrói uma pesada ironia, deixando perfeitamente subentendido que a humanidade, devido a sua inércia diante das mudanças climáticas, esta literalmente assando e destruindo a si mesma (2º parte).
Acerca das partes, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q4028379 Português
Acerca do emprego de artigos e pronomes, considere as assertivas a seguir.

I. Em "Os estudantes entregaram seus trabalhos no prazo", o termo "os" é classificado como artigo indefinido, enquanto "seus" é pronome relativo.
II. Em "Alguns candidatos solicitaram revisão da prova", o termo "alguns" exerce função de pronome indefinido.
III. Em "Ela apresentou a proposta aos avaliadores", o termo "a" é classificado como artigo definido feminino singular.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4028377 Português
Assinale a alternativa CORRETA sobre períodos compostos por coordenação.
Alternativas
Q4028376 Português
Acerca do emprego dos tempos e modos verbais, considere as assertivas a seguir.

I. No período "Se o candidato estudar com disciplina, alcançará bons resultados", o verbo "estudar" está no futuro do subjuntivo.
II. No período "Era necessário que os servidores cumprissem o prazo estabelecido", o verbo "cumprissem" está no pretérito imperfeito do subjuntivo.
III. No período "Os pesquisadores analisaram os dados antes de divulgar o relatório", o verbo "analisaram" está no pretérito imperfeito do indicativo.

Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Respostas
10241: A
10242: A
10243: C
10244: D
10245: E
10246: A
10247: D
10248: E
10249: C
10250: C
10251: D
10252: B
10253: D
10254: D
10255: C
10256: C
10257: C
10258: B
10259: A
10260: B