Questões de Concurso Sobre português

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Q4290060 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão:

Mudanças climáticas já afetam 85% dos brasileiros, diz pesquisa

        Oito em cada dez pessoas (85%) já notam interferências das mudanças climáticas em seu cotidiano, sendo que quase metade (46%) julga esse impacto intenso. O dado foi obtido por equipes do Aurora Lab e da More in Common, em pesquisa sobre a transição de energias sujas para limpas, obtida com exclusividade pela Agência Brasil e que será lançada na próxima quarta-feira (27), em São Paulo.

        Como resultado das mudanças climáticas, as principais reclamações dos 2.630 participantes ouvidos foram:

•   ter que arcar com um custo maior de vida – 53%;
•  problemas de saúde física – 45%;
•  obstáculos ao acesso a seu local de trabalho – 40%;
•  adoecimento mental – 32%;
•  perda de renda – 17%;
•  perda de emprego – 10%.

        A proporção de brasileiros que confia que o governo deve ser a principal figura a garantir a proteção de trabalhadoras e trabalhadores nesse contexto é de sete a cada dez (67%). Outros indicados a essa função são empregadores (7%) e grupos auto-organizados, como os de direitos socioambientais (menos de 6%).
        
        O levantamento ainda demonstra elevada consciência (93%) de que os modelos de produção e consumo da sociedade precisam ser transformados para se enfrentar a crise climática. No total, 74% concordam totalmente com tal afirmação.

        Uma parcela de 67% acredita que essas mudanças trarão bons frutos para a classe trabalhadora, em termos de abertura de vagas. Somente 10% discordam disso e pensam que terão o efeito contrário, de redução dos postos de trabalho.

        De acordo com a pesquisa, mesmo em uma era de disseminação de fake news, os brasileiros ainda confiam no que a ciência diz. Universidades e cientistas são a fonte com mais credibilidade para 69% dos entrevistados, enquanto as redes sociais são o principal meio de informação de 65% deles, quando o assunto é clima.

(Letycia Treitero Kawada. Agência Brasil, 24.05.2026. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-05/mudancasclimaticas-ja-afetam-85-dos-brasileiros-diz-pesquisa. Adaptada)
No trecho “No total, 74% concordam totalmente com tal afirmação.” (4° parágrafo), a vírgula foi utilizada para
Alternativas
Q4290059 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão:

Mudanças climáticas já afetam 85% dos brasileiros, diz pesquisa

        Oito em cada dez pessoas (85%) já notam interferências das mudanças climáticas em seu cotidiano, sendo que quase metade (46%) julga esse impacto intenso. O dado foi obtido por equipes do Aurora Lab e da More in Common, em pesquisa sobre a transição de energias sujas para limpas, obtida com exclusividade pela Agência Brasil e que será lançada na próxima quarta-feira (27), em São Paulo.

        Como resultado das mudanças climáticas, as principais reclamações dos 2.630 participantes ouvidos foram:

•   ter que arcar com um custo maior de vida – 53%;
•  problemas de saúde física – 45%;
•  obstáculos ao acesso a seu local de trabalho – 40%;
•  adoecimento mental – 32%;
•  perda de renda – 17%;
•  perda de emprego – 10%.

        A proporção de brasileiros que confia que o governo deve ser a principal figura a garantir a proteção de trabalhadoras e trabalhadores nesse contexto é de sete a cada dez (67%). Outros indicados a essa função são empregadores (7%) e grupos auto-organizados, como os de direitos socioambientais (menos de 6%).
        
        O levantamento ainda demonstra elevada consciência (93%) de que os modelos de produção e consumo da sociedade precisam ser transformados para se enfrentar a crise climática. No total, 74% concordam totalmente com tal afirmação.

        Uma parcela de 67% acredita que essas mudanças trarão bons frutos para a classe trabalhadora, em termos de abertura de vagas. Somente 10% discordam disso e pensam que terão o efeito contrário, de redução dos postos de trabalho.

        De acordo com a pesquisa, mesmo em uma era de disseminação de fake news, os brasileiros ainda confiam no que a ciência diz. Universidades e cientistas são a fonte com mais credibilidade para 69% dos entrevistados, enquanto as redes sociais são o principal meio de informação de 65% deles, quando o assunto é clima.

(Letycia Treitero Kawada. Agência Brasil, 24.05.2026. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-05/mudancasclimaticas-ja-afetam-85-dos-brasileiros-diz-pesquisa. Adaptada)
Está em sentido figurado a expressão destacada em:
Alternativas
Q4290058 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão:

Mudanças climáticas já afetam 85% dos brasileiros, diz pesquisa

        Oito em cada dez pessoas (85%) já notam interferências das mudanças climáticas em seu cotidiano, sendo que quase metade (46%) julga esse impacto intenso. O dado foi obtido por equipes do Aurora Lab e da More in Common, em pesquisa sobre a transição de energias sujas para limpas, obtida com exclusividade pela Agência Brasil e que será lançada na próxima quarta-feira (27), em São Paulo.

        Como resultado das mudanças climáticas, as principais reclamações dos 2.630 participantes ouvidos foram:

•   ter que arcar com um custo maior de vida – 53%;
•  problemas de saúde física – 45%;
•  obstáculos ao acesso a seu local de trabalho – 40%;
•  adoecimento mental – 32%;
•  perda de renda – 17%;
•  perda de emprego – 10%.

        A proporção de brasileiros que confia que o governo deve ser a principal figura a garantir a proteção de trabalhadoras e trabalhadores nesse contexto é de sete a cada dez (67%). Outros indicados a essa função são empregadores (7%) e grupos auto-organizados, como os de direitos socioambientais (menos de 6%).
        
        O levantamento ainda demonstra elevada consciência (93%) de que os modelos de produção e consumo da sociedade precisam ser transformados para se enfrentar a crise climática. No total, 74% concordam totalmente com tal afirmação.

        Uma parcela de 67% acredita que essas mudanças trarão bons frutos para a classe trabalhadora, em termos de abertura de vagas. Somente 10% discordam disso e pensam que terão o efeito contrário, de redução dos postos de trabalho.

        De acordo com a pesquisa, mesmo em uma era de disseminação de fake news, os brasileiros ainda confiam no que a ciência diz. Universidades e cientistas são a fonte com mais credibilidade para 69% dos entrevistados, enquanto as redes sociais são o principal meio de informação de 65% deles, quando o assunto é clima.

(Letycia Treitero Kawada. Agência Brasil, 24.05.2026. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-05/mudancasclimaticas-ja-afetam-85-dos-brasileiros-diz-pesquisa. Adaptada)
No trecho “ter que arcar com um custo maior de vida”, a palavra arcar significa
Alternativas
Q4290057 Português
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Mudanças climáticas já afetam 85% dos brasileiros, diz pesquisa

        Oito em cada dez pessoas (85%) já notam interferências das mudanças climáticas em seu cotidiano, sendo que quase metade (46%) julga esse impacto intenso. O dado foi obtido por equipes do Aurora Lab e da More in Common, em pesquisa sobre a transição de energias sujas para limpas, obtida com exclusividade pela Agência Brasil e que será lançada na próxima quarta-feira (27), em São Paulo.

        Como resultado das mudanças climáticas, as principais reclamações dos 2.630 participantes ouvidos foram:

•   ter que arcar com um custo maior de vida – 53%;
•  problemas de saúde física – 45%;
•  obstáculos ao acesso a seu local de trabalho – 40%;
•  adoecimento mental – 32%;
•  perda de renda – 17%;
•  perda de emprego – 10%.

        A proporção de brasileiros que confia que o governo deve ser a principal figura a garantir a proteção de trabalhadoras e trabalhadores nesse contexto é de sete a cada dez (67%). Outros indicados a essa função são empregadores (7%) e grupos auto-organizados, como os de direitos socioambientais (menos de 6%).
        
        O levantamento ainda demonstra elevada consciência (93%) de que os modelos de produção e consumo da sociedade precisam ser transformados para se enfrentar a crise climática. No total, 74% concordam totalmente com tal afirmação.

        Uma parcela de 67% acredita que essas mudanças trarão bons frutos para a classe trabalhadora, em termos de abertura de vagas. Somente 10% discordam disso e pensam que terão o efeito contrário, de redução dos postos de trabalho.

        De acordo com a pesquisa, mesmo em uma era de disseminação de fake news, os brasileiros ainda confiam no que a ciência diz. Universidades e cientistas são a fonte com mais credibilidade para 69% dos entrevistados, enquanto as redes sociais são o principal meio de informação de 65% deles, quando o assunto é clima.

(Letycia Treitero Kawada. Agência Brasil, 24.05.2026. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-05/mudancasclimaticas-ja-afetam-85-dos-brasileiros-diz-pesquisa. Adaptada)
De acordo com a pesquisa relatada na notícia, é correto afirmar que
Alternativas
Q4289984 Português
A palavra álibi é acentuada pela mesma razão que:  
Alternativas
Q4289983 Português
Quanto ao emprego do hífen, estão CORRETAS as palavras da série: 
Alternativas
Q4289982 Português
“Conheci o namorado da minha filha, que sofreu um grave acidente.” O uso do relativo “que” causa um(a): 
Alternativas
Q4289981 Português
Amanhecendo, iremos à praia. A forma em destaque exprime sentido de: 
Alternativas
Q4289980 Português
Em O rio rolava vagarosamente as suas grandes águas., os termos da oração foram corretamente classificados, EXCETO em: 
Alternativas
Q4289979 Português
O texto a seguir é referência para a questão:


Garantir Fronteira e Pesquisas Ambientais Brasil desafia ambiente hostil e mais remoto de seu território para manter Base Científica

Luiz André Ferreira
Publicado 02/03/2026


    A Estação Científica do Arquipélago de São Pedro e São Paulo passa pela terceira ampliação. É o ponto mais afastado do continente brasileiro. Fica na extremidade da costa de Natal, no Rio Grande do Norte. Devido a ser a área mais remota, sua ocupação é de fundamental estratégia para garantir o espaço territorial e manter os limites das fronteiras do país. É também uma das principais bases de estudos científicos.
    Estão sendo investidos cerca de 7 milhões de reais do Fundo de Compensação Ambiental. Entre as melhorias, a instalação de uma passarela ligando o ponto mais baixo ao mais alto da ilha Belmonte, a principal, onde deverão ser construídas novas edificações até o final deste ano.
    Espaço Selvagem  
  As novas construções se destacam pelo uso de materiais altamente resistentes à corrosão e um sistema de montagem por encaixe que reduz o uso de parafusos. A atual estrutura apresenta sinais de acentuado desgaste. Devido ao difícil acesso, o transporte de pessoas e materiais não pode ser feito por uma embarcação comum, mas somente pelo adaptado Navio Patrulha Oceânico “Araguari”.
    Além da distância da costa, a cerca de mil quilômetros do litoral brasileiro, a geografia é resumida a um pequeno cume de cadeia de montanhas que se ergue de profundidades de cerca de 4.000 metros do fundo do mar.
    A topografia é extremamente irregular. A pequena dimensão mais plana equivale a aproximadamente um campo de futebol. Seu ponto mais elevado está a apenas 16 metros do nível do mar, o que faz com que constantemente seja invadida pelas fortes ondas que assolam a região que também é escaldada pelo forte sol e sacudida pelos constantes tremores de terra.
    Complexidade da Operação 
    A manutenção da operação também é muito complexa. Envolve diversos sistemas adjacentes, como o de geração de energia, o de captação e dessalinização de água e o de comunicações. O Arquipélago está há mais de 20 anos sob a gestão da Marinha, que mantém em uma de suas bases, um farol para sinalização de embarcações. A força armada divide a gestão da Base Científica com o ICMBio e a Universidade Federal do Espírito Santo.  


Garantir Fronteira e Pesquisas Ambientais. Disponível em https://odia.ig.com.br/colunas/luiz-andreferreira/2026/03/7215486-garantir-fronteira-e-pesquisasambientais.html. Acesso em 13 de março de 2026. Adaptado. 
A respeito da estrutura de gestão e operação descrita no texto, assinale a alternativa CORRETA sobre a natureza da administração do arquipélago: 
Alternativas
Q4289978 Português
O texto a seguir é referência para a questão:


Garantir Fronteira e Pesquisas Ambientais Brasil desafia ambiente hostil e mais remoto de seu território para manter Base Científica

Luiz André Ferreira
Publicado 02/03/2026


    A Estação Científica do Arquipélago de São Pedro e São Paulo passa pela terceira ampliação. É o ponto mais afastado do continente brasileiro. Fica na extremidade da costa de Natal, no Rio Grande do Norte. Devido a ser a área mais remota, sua ocupação é de fundamental estratégia para garantir o espaço territorial e manter os limites das fronteiras do país. É também uma das principais bases de estudos científicos.
    Estão sendo investidos cerca de 7 milhões de reais do Fundo de Compensação Ambiental. Entre as melhorias, a instalação de uma passarela ligando o ponto mais baixo ao mais alto da ilha Belmonte, a principal, onde deverão ser construídas novas edificações até o final deste ano.
    Espaço Selvagem  
  As novas construções se destacam pelo uso de materiais altamente resistentes à corrosão e um sistema de montagem por encaixe que reduz o uso de parafusos. A atual estrutura apresenta sinais de acentuado desgaste. Devido ao difícil acesso, o transporte de pessoas e materiais não pode ser feito por uma embarcação comum, mas somente pelo adaptado Navio Patrulha Oceânico “Araguari”.
    Além da distância da costa, a cerca de mil quilômetros do litoral brasileiro, a geografia é resumida a um pequeno cume de cadeia de montanhas que se ergue de profundidades de cerca de 4.000 metros do fundo do mar.
    A topografia é extremamente irregular. A pequena dimensão mais plana equivale a aproximadamente um campo de futebol. Seu ponto mais elevado está a apenas 16 metros do nível do mar, o que faz com que constantemente seja invadida pelas fortes ondas que assolam a região que também é escaldada pelo forte sol e sacudida pelos constantes tremores de terra.
    Complexidade da Operação 
    A manutenção da operação também é muito complexa. Envolve diversos sistemas adjacentes, como o de geração de energia, o de captação e dessalinização de água e o de comunicações. O Arquipélago está há mais de 20 anos sob a gestão da Marinha, que mantém em uma de suas bases, um farol para sinalização de embarcações. A força armada divide a gestão da Base Científica com o ICMBio e a Universidade Federal do Espírito Santo.  


Garantir Fronteira e Pesquisas Ambientais. Disponível em https://odia.ig.com.br/colunas/luiz-andreferreira/2026/03/7215486-garantir-fronteira-e-pesquisasambientais.html. Acesso em 13 de março de 2026. Adaptado. 
O texto descreve o local das construções como um ambiente: 
Alternativas
Q4289977 Português
O texto a seguir é referência para a questão:


Garantir Fronteira e Pesquisas Ambientais Brasil desafia ambiente hostil e mais remoto de seu território para manter Base Científica

Luiz André Ferreira
Publicado 02/03/2026


    A Estação Científica do Arquipélago de São Pedro e São Paulo passa pela terceira ampliação. É o ponto mais afastado do continente brasileiro. Fica na extremidade da costa de Natal, no Rio Grande do Norte. Devido a ser a área mais remota, sua ocupação é de fundamental estratégia para garantir o espaço territorial e manter os limites das fronteiras do país. É também uma das principais bases de estudos científicos.
    Estão sendo investidos cerca de 7 milhões de reais do Fundo de Compensação Ambiental. Entre as melhorias, a instalação de uma passarela ligando o ponto mais baixo ao mais alto da ilha Belmonte, a principal, onde deverão ser construídas novas edificações até o final deste ano.
    Espaço Selvagem  
  As novas construções se destacam pelo uso de materiais altamente resistentes à corrosão e um sistema de montagem por encaixe que reduz o uso de parafusos. A atual estrutura apresenta sinais de acentuado desgaste. Devido ao difícil acesso, o transporte de pessoas e materiais não pode ser feito por uma embarcação comum, mas somente pelo adaptado Navio Patrulha Oceânico “Araguari”.
    Além da distância da costa, a cerca de mil quilômetros do litoral brasileiro, a geografia é resumida a um pequeno cume de cadeia de montanhas que se ergue de profundidades de cerca de 4.000 metros do fundo do mar.
    A topografia é extremamente irregular. A pequena dimensão mais plana equivale a aproximadamente um campo de futebol. Seu ponto mais elevado está a apenas 16 metros do nível do mar, o que faz com que constantemente seja invadida pelas fortes ondas que assolam a região que também é escaldada pelo forte sol e sacudida pelos constantes tremores de terra.
    Complexidade da Operação 
    A manutenção da operação também é muito complexa. Envolve diversos sistemas adjacentes, como o de geração de energia, o de captação e dessalinização de água e o de comunicações. O Arquipélago está há mais de 20 anos sob a gestão da Marinha, que mantém em uma de suas bases, um farol para sinalização de embarcações. A força armada divide a gestão da Base Científica com o ICMBio e a Universidade Federal do Espírito Santo.  


Garantir Fronteira e Pesquisas Ambientais. Disponível em https://odia.ig.com.br/colunas/luiz-andreferreira/2026/03/7215486-garantir-fronteira-e-pesquisasambientais.html. Acesso em 13 de março de 2026. Adaptado. 
De acordo com o texto, por que as novas construções utilizam materiais resistentes à corrosão e sistemas de encaixe? 
Alternativas
Q4289976 Português
O texto a seguir é referência para a questão:


Garantir Fronteira e Pesquisas Ambientais Brasil desafia ambiente hostil e mais remoto de seu território para manter Base Científica

Luiz André Ferreira
Publicado 02/03/2026


    A Estação Científica do Arquipélago de São Pedro e São Paulo passa pela terceira ampliação. É o ponto mais afastado do continente brasileiro. Fica na extremidade da costa de Natal, no Rio Grande do Norte. Devido a ser a área mais remota, sua ocupação é de fundamental estratégia para garantir o espaço territorial e manter os limites das fronteiras do país. É também uma das principais bases de estudos científicos.
    Estão sendo investidos cerca de 7 milhões de reais do Fundo de Compensação Ambiental. Entre as melhorias, a instalação de uma passarela ligando o ponto mais baixo ao mais alto da ilha Belmonte, a principal, onde deverão ser construídas novas edificações até o final deste ano.
    Espaço Selvagem  
  As novas construções se destacam pelo uso de materiais altamente resistentes à corrosão e um sistema de montagem por encaixe que reduz o uso de parafusos. A atual estrutura apresenta sinais de acentuado desgaste. Devido ao difícil acesso, o transporte de pessoas e materiais não pode ser feito por uma embarcação comum, mas somente pelo adaptado Navio Patrulha Oceânico “Araguari”.
    Além da distância da costa, a cerca de mil quilômetros do litoral brasileiro, a geografia é resumida a um pequeno cume de cadeia de montanhas que se ergue de profundidades de cerca de 4.000 metros do fundo do mar.
    A topografia é extremamente irregular. A pequena dimensão mais plana equivale a aproximadamente um campo de futebol. Seu ponto mais elevado está a apenas 16 metros do nível do mar, o que faz com que constantemente seja invadida pelas fortes ondas que assolam a região que também é escaldada pelo forte sol e sacudida pelos constantes tremores de terra.
    Complexidade da Operação 
    A manutenção da operação também é muito complexa. Envolve diversos sistemas adjacentes, como o de geração de energia, o de captação e dessalinização de água e o de comunicações. O Arquipélago está há mais de 20 anos sob a gestão da Marinha, que mantém em uma de suas bases, um farol para sinalização de embarcações. A força armada divide a gestão da Base Científica com o ICMBio e a Universidade Federal do Espírito Santo.  


Garantir Fronteira e Pesquisas Ambientais. Disponível em https://odia.ig.com.br/colunas/luiz-andreferreira/2026/03/7215486-garantir-fronteira-e-pesquisasambientais.html. Acesso em 13 de março de 2026. Adaptado. 
Analise as asserções a seguir sobre a infraestrutura descrita no texto e marque a opção CORRETA:

I. A nova passarela servirá para interligar as novas edificações que serão construídas em diferentes níveis de altitude na ilha Belmonte.
II. O texto indica que a ampliação atual será finalizada no próximo ano, com foco na construção de novos laboratórios de ponta.
III. A Estação Científica de São Pedro e São Paulo, ao se ampliar, reafirma sua posição estratégica de soberania no ponto mais distante do continente.

A interpretação correta das asserções é:
Alternativas
Q4289975 Português
O texto a seguir é referência para a questão:


Garantir Fronteira e Pesquisas Ambientais Brasil desafia ambiente hostil e mais remoto de seu território para manter Base Científica

Luiz André Ferreira
Publicado 02/03/2026


    A Estação Científica do Arquipélago de São Pedro e São Paulo passa pela terceira ampliação. É o ponto mais afastado do continente brasileiro. Fica na extremidade da costa de Natal, no Rio Grande do Norte. Devido a ser a área mais remota, sua ocupação é de fundamental estratégia para garantir o espaço territorial e manter os limites das fronteiras do país. É também uma das principais bases de estudos científicos.
    Estão sendo investidos cerca de 7 milhões de reais do Fundo de Compensação Ambiental. Entre as melhorias, a instalação de uma passarela ligando o ponto mais baixo ao mais alto da ilha Belmonte, a principal, onde deverão ser construídas novas edificações até o final deste ano.
    Espaço Selvagem  
  As novas construções se destacam pelo uso de materiais altamente resistentes à corrosão e um sistema de montagem por encaixe que reduz o uso de parafusos. A atual estrutura apresenta sinais de acentuado desgaste. Devido ao difícil acesso, o transporte de pessoas e materiais não pode ser feito por uma embarcação comum, mas somente pelo adaptado Navio Patrulha Oceânico “Araguari”.
    Além da distância da costa, a cerca de mil quilômetros do litoral brasileiro, a geografia é resumida a um pequeno cume de cadeia de montanhas que se ergue de profundidades de cerca de 4.000 metros do fundo do mar.
    A topografia é extremamente irregular. A pequena dimensão mais plana equivale a aproximadamente um campo de futebol. Seu ponto mais elevado está a apenas 16 metros do nível do mar, o que faz com que constantemente seja invadida pelas fortes ondas que assolam a região que também é escaldada pelo forte sol e sacudida pelos constantes tremores de terra.
    Complexidade da Operação 
    A manutenção da operação também é muito complexa. Envolve diversos sistemas adjacentes, como o de geração de energia, o de captação e dessalinização de água e o de comunicações. O Arquipélago está há mais de 20 anos sob a gestão da Marinha, que mantém em uma de suas bases, um farol para sinalização de embarcações. A força armada divide a gestão da Base Científica com o ICMBio e a Universidade Federal do Espírito Santo.  


Garantir Fronteira e Pesquisas Ambientais. Disponível em https://odia.ig.com.br/colunas/luiz-andreferreira/2026/03/7215486-garantir-fronteira-e-pesquisasambientais.html. Acesso em 13 de março de 2026. Adaptado. 
Com base na leitura do texto, assinale a alternativa CORRETA para a relação entre a localização da Estação Científica e o investimento realizado:  
Alternativas
Q4289939 Português
Leia o texto para responder à questão:


As crianças deixadas para trás


    O instituto Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), com o apoio das fundações Bracell, Itaú, VélezReyes+, Van Leer e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), lançou recentemente um indicador que mede a cobertura da educação infantil no Brasil. Vistos de cima, os dados sobre as matrículas das crianças de 0 a 5 anos de idade transmitem a sensação de que tudo vai bem, mas não vai: a análise dos dados revela uma persistente negligência das autoridades públicas no cuidado da primeira infância.

    Uma emenda à Constituição, de 2009, tornou obrigatória a matrícula das crianças de 4 e 5 anos na pré-escola. E o prazo para o País alcançar a universalização, que é um índice de matrícula acima de 95%, era até 2016. Segundo o Iede, 94,6% das crianças frequentavam a pré-escola em 2025, o que até permitiria inferir que falta pouco para o Brasil bater a meta.

    Mas, passados dez anos, o que se vê são desigualdades intoleráveis entre municípios, Estados e regiões. Segundo o Iede, 876 municípios brasileiros – ou 16% do total – ainda não alcançaram nem a marca de 90% das crianças matriculadas na pré-escola. Não é exagero afirmar que mais de 300 mil crianças vivem à margem do direito constitucional à educação infantil.

    O local de nascimento de uma criança pode definir quem tem ou não o direito universal à educação. Enquanto no Piauí 100% das crianças frequentam a pré-escola, no Amapá esse índice não chega a 70%. Aliás, o Norte lidera os indicadores negativos: 29% dos municípios da região têm menos de 90% das crianças na pré-escola.

     A atual realidade não autoriza otimismo. Tudo isso é muito triste, porque a Constituição fez muitas promessas aos cidadãos: uma delas é a de que o Brasil combateria as desigualdades regionais e outra é a de que as crianças deveriam ser tratadas, pelo Estado, pela família e pela sociedade, com “absoluta prioridade”. Mas, decerto porque as crianças não votam, as autoridades públicas brasileiras decidiram não honrar o compromisso firmado com todas elas, deixando-as, assim, para trás.


(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 03.05.2026. Adaptado)
Considere as passagens:

•     a análise dos dados revela uma persistente negligência das autoridades públicas no cuidado da primeira infância. (1° parágrafo)
•     Uma emenda à Constituição, de 2009, tornou obrigatória a matrícula das crianças de 4 e 5 anos na pré-escola. (2° parágrafo)

De acordo com a norma-padrão, os trechos destacados podem ser substituídos, respectivamente, por:
Alternativas
Q4289938 Português
Leia o texto para responder à questão:


As crianças deixadas para trás


    O instituto Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), com o apoio das fundações Bracell, Itaú, VélezReyes+, Van Leer e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), lançou recentemente um indicador que mede a cobertura da educação infantil no Brasil. Vistos de cima, os dados sobre as matrículas das crianças de 0 a 5 anos de idade transmitem a sensação de que tudo vai bem, mas não vai: a análise dos dados revela uma persistente negligência das autoridades públicas no cuidado da primeira infância.

    Uma emenda à Constituição, de 2009, tornou obrigatória a matrícula das crianças de 4 e 5 anos na pré-escola. E o prazo para o País alcançar a universalização, que é um índice de matrícula acima de 95%, era até 2016. Segundo o Iede, 94,6% das crianças frequentavam a pré-escola em 2025, o que até permitiria inferir que falta pouco para o Brasil bater a meta.

    Mas, passados dez anos, o que se vê são desigualdades intoleráveis entre municípios, Estados e regiões. Segundo o Iede, 876 municípios brasileiros – ou 16% do total – ainda não alcançaram nem a marca de 90% das crianças matriculadas na pré-escola. Não é exagero afirmar que mais de 300 mil crianças vivem à margem do direito constitucional à educação infantil.

    O local de nascimento de uma criança pode definir quem tem ou não o direito universal à educação. Enquanto no Piauí 100% das crianças frequentam a pré-escola, no Amapá esse índice não chega a 70%. Aliás, o Norte lidera os indicadores negativos: 29% dos municípios da região têm menos de 90% das crianças na pré-escola.

     A atual realidade não autoriza otimismo. Tudo isso é muito triste, porque a Constituição fez muitas promessas aos cidadãos: uma delas é a de que o Brasil combateria as desigualdades regionais e outra é a de que as crianças deveriam ser tratadas, pelo Estado, pela família e pela sociedade, com “absoluta prioridade”. Mas, decerto porque as crianças não votam, as autoridades públicas brasileiras decidiram não honrar o compromisso firmado com todas elas, deixando-as, assim, para trás.


(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 03.05.2026. Adaptado)
A colocação pronominal está em conformidade com a norma-padrão em:
Alternativas
Q4289937 Português
Leia o texto para responder à questão:


As crianças deixadas para trás


    O instituto Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), com o apoio das fundações Bracell, Itaú, VélezReyes+, Van Leer e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), lançou recentemente um indicador que mede a cobertura da educação infantil no Brasil. Vistos de cima, os dados sobre as matrículas das crianças de 0 a 5 anos de idade transmitem a sensação de que tudo vai bem, mas não vai: a análise dos dados revela uma persistente negligência das autoridades públicas no cuidado da primeira infância.

    Uma emenda à Constituição, de 2009, tornou obrigatória a matrícula das crianças de 4 e 5 anos na pré-escola. E o prazo para o País alcançar a universalização, que é um índice de matrícula acima de 95%, era até 2016. Segundo o Iede, 94,6% das crianças frequentavam a pré-escola em 2025, o que até permitiria inferir que falta pouco para o Brasil bater a meta.

    Mas, passados dez anos, o que se vê são desigualdades intoleráveis entre municípios, Estados e regiões. Segundo o Iede, 876 municípios brasileiros – ou 16% do total – ainda não alcançaram nem a marca de 90% das crianças matriculadas na pré-escola. Não é exagero afirmar que mais de 300 mil crianças vivem à margem do direito constitucional à educação infantil.

    O local de nascimento de uma criança pode definir quem tem ou não o direito universal à educação. Enquanto no Piauí 100% das crianças frequentam a pré-escola, no Amapá esse índice não chega a 70%. Aliás, o Norte lidera os indicadores negativos: 29% dos municípios da região têm menos de 90% das crianças na pré-escola.

     A atual realidade não autoriza otimismo. Tudo isso é muito triste, porque a Constituição fez muitas promessas aos cidadãos: uma delas é a de que o Brasil combateria as desigualdades regionais e outra é a de que as crianças deveriam ser tratadas, pelo Estado, pela família e pela sociedade, com “absoluta prioridade”. Mas, decerto porque as crianças não votam, as autoridades públicas brasileiras decidiram não honrar o compromisso firmado com todas elas, deixando-as, assim, para trás.


(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 03.05.2026. Adaptado)
Na passagem “Mas, decerto porque as crianças não votam, as autoridades públicas brasileiras decidiram não honrar o compromisso firmado com todas elas, deixando- -as, assim, para trás.” (5° parágrafo), os termos destacados expressam, correta e respectivamente, sentidos de 
Alternativas
Q4289936 Português
Leia o texto para responder à questão:


As crianças deixadas para trás


    O instituto Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), com o apoio das fundações Bracell, Itaú, VélezReyes+, Van Leer e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), lançou recentemente um indicador que mede a cobertura da educação infantil no Brasil. Vistos de cima, os dados sobre as matrículas das crianças de 0 a 5 anos de idade transmitem a sensação de que tudo vai bem, mas não vai: a análise dos dados revela uma persistente negligência das autoridades públicas no cuidado da primeira infância.

    Uma emenda à Constituição, de 2009, tornou obrigatória a matrícula das crianças de 4 e 5 anos na pré-escola. E o prazo para o País alcançar a universalização, que é um índice de matrícula acima de 95%, era até 2016. Segundo o Iede, 94,6% das crianças frequentavam a pré-escola em 2025, o que até permitiria inferir que falta pouco para o Brasil bater a meta.

    Mas, passados dez anos, o que se vê são desigualdades intoleráveis entre municípios, Estados e regiões. Segundo o Iede, 876 municípios brasileiros – ou 16% do total – ainda não alcançaram nem a marca de 90% das crianças matriculadas na pré-escola. Não é exagero afirmar que mais de 300 mil crianças vivem à margem do direito constitucional à educação infantil.

    O local de nascimento de uma criança pode definir quem tem ou não o direito universal à educação. Enquanto no Piauí 100% das crianças frequentam a pré-escola, no Amapá esse índice não chega a 70%. Aliás, o Norte lidera os indicadores negativos: 29% dos municípios da região têm menos de 90% das crianças na pré-escola.

     A atual realidade não autoriza otimismo. Tudo isso é muito triste, porque a Constituição fez muitas promessas aos cidadãos: uma delas é a de que o Brasil combateria as desigualdades regionais e outra é a de que as crianças deveriam ser tratadas, pelo Estado, pela família e pela sociedade, com “absoluta prioridade”. Mas, decerto porque as crianças não votam, as autoridades públicas brasileiras decidiram não honrar o compromisso firmado com todas elas, deixando-as, assim, para trás.


(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 03.05.2026. Adaptado)
Considere as passagens:

•     ... a análise dos dados revela uma persistente negligência das autoridades públicas... (1° parágrafo)
•     ... o que se vê são desigualdades intoleráveis entre municípios, Estados e regiões. (3° parágrafo)

Os termos destacados são, correta e respectivamente, antônimos de: 
Alternativas
Q4289935 Português
Leia o texto para responder à questão:


As crianças deixadas para trás


    O instituto Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), com o apoio das fundações Bracell, Itaú, VélezReyes+, Van Leer e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), lançou recentemente um indicador que mede a cobertura da educação infantil no Brasil. Vistos de cima, os dados sobre as matrículas das crianças de 0 a 5 anos de idade transmitem a sensação de que tudo vai bem, mas não vai: a análise dos dados revela uma persistente negligência das autoridades públicas no cuidado da primeira infância.

    Uma emenda à Constituição, de 2009, tornou obrigatória a matrícula das crianças de 4 e 5 anos na pré-escola. E o prazo para o País alcançar a universalização, que é um índice de matrícula acima de 95%, era até 2016. Segundo o Iede, 94,6% das crianças frequentavam a pré-escola em 2025, o que até permitiria inferir que falta pouco para o Brasil bater a meta.

    Mas, passados dez anos, o que se vê são desigualdades intoleráveis entre municípios, Estados e regiões. Segundo o Iede, 876 municípios brasileiros – ou 16% do total – ainda não alcançaram nem a marca de 90% das crianças matriculadas na pré-escola. Não é exagero afirmar que mais de 300 mil crianças vivem à margem do direito constitucional à educação infantil.

    O local de nascimento de uma criança pode definir quem tem ou não o direito universal à educação. Enquanto no Piauí 100% das crianças frequentam a pré-escola, no Amapá esse índice não chega a 70%. Aliás, o Norte lidera os indicadores negativos: 29% dos municípios da região têm menos de 90% das crianças na pré-escola.

     A atual realidade não autoriza otimismo. Tudo isso é muito triste, porque a Constituição fez muitas promessas aos cidadãos: uma delas é a de que o Brasil combateria as desigualdades regionais e outra é a de que as crianças deveriam ser tratadas, pelo Estado, pela família e pela sociedade, com “absoluta prioridade”. Mas, decerto porque as crianças não votam, as autoridades públicas brasileiras decidiram não honrar o compromisso firmado com todas elas, deixando-as, assim, para trás.


(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 03.05.2026. Adaptado)
A conclusão do editorial marca-se
Alternativas
Q4289934 Português
Leia o texto para responder à questão:


As crianças deixadas para trás


    O instituto Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), com o apoio das fundações Bracell, Itaú, VélezReyes+, Van Leer e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), lançou recentemente um indicador que mede a cobertura da educação infantil no Brasil. Vistos de cima, os dados sobre as matrículas das crianças de 0 a 5 anos de idade transmitem a sensação de que tudo vai bem, mas não vai: a análise dos dados revela uma persistente negligência das autoridades públicas no cuidado da primeira infância.

    Uma emenda à Constituição, de 2009, tornou obrigatória a matrícula das crianças de 4 e 5 anos na pré-escola. E o prazo para o País alcançar a universalização, que é um índice de matrícula acima de 95%, era até 2016. Segundo o Iede, 94,6% das crianças frequentavam a pré-escola em 2025, o que até permitiria inferir que falta pouco para o Brasil bater a meta.

    Mas, passados dez anos, o que se vê são desigualdades intoleráveis entre municípios, Estados e regiões. Segundo o Iede, 876 municípios brasileiros – ou 16% do total – ainda não alcançaram nem a marca de 90% das crianças matriculadas na pré-escola. Não é exagero afirmar que mais de 300 mil crianças vivem à margem do direito constitucional à educação infantil.

    O local de nascimento de uma criança pode definir quem tem ou não o direito universal à educação. Enquanto no Piauí 100% das crianças frequentam a pré-escola, no Amapá esse índice não chega a 70%. Aliás, o Norte lidera os indicadores negativos: 29% dos municípios da região têm menos de 90% das crianças na pré-escola.

     A atual realidade não autoriza otimismo. Tudo isso é muito triste, porque a Constituição fez muitas promessas aos cidadãos: uma delas é a de que o Brasil combateria as desigualdades regionais e outra é a de que as crianças deveriam ser tratadas, pelo Estado, pela família e pela sociedade, com “absoluta prioridade”. Mas, decerto porque as crianças não votam, as autoridades públicas brasileiras decidiram não honrar o compromisso firmado com todas elas, deixando-as, assim, para trás.


(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 03.05.2026. Adaptado)
O editorial deixa evidente que
Alternativas
Respostas
841: C
842: B
843: B
844: E
845: D
846: C
847: D
848: B
849: A
850: C
851: B
852: A
853: C
854: D
855: E
856: A
857: B
858: C
859: D
860: B