Questões de Concurso Sobre português

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Q4292554 Português

Leia o fragmento de “Canto de Curundingo” para responder à questão:


        Sshhhhh...! Vem aí Curundingoooo...!!! Sshhhhh... Cala a boca, agacha, baixa a cabeça, rápido...! para que ele não lhe crave os olhos sombrios e você morra aí mesmo...!


        Não olhe para ele: seus dentes são amarelos, e ele fede a mijo e sangue.


        Não lhe dê ouvidos: ele saiu do inferno, e centenas de demônios vêm rastejando e gritando atrás dele.


        Não fale com ele: porque ele vai rasgar sua pele com unhas pretas e afiadas enquanto você dorme...


        Sshhhh, vamos lá...! de seus braços curvos saem pelos e garras que cavam a terra. Passa pelo batey * como um vapor, entre assobios e grilhões que estremecem a noite.


        Os que estão na Senzala escutam e cobrem a cabeça com um pedaço de pano em meio a calafrios. Eles colocam seus deuses e patuás atrás da porta para defendê-los. Se amontoam perto um do outro para se sentirem a salvo.


        Sshh... Todo mundo o teme. Até os cães que sempre o seguem, fiéis e tão imundos quanto ele.


        – Curundingo... Curundingooooo... – fala na penumbra.


        – Curundingoo... – rugem os trovões quebrando a escura abóbada celeste.


        Curiundingo Capataz, filho de escrava e estuprador. Procriado como os cães que caçavam fugitivos. Comendo no chão, dormindo no matagal. Ninguém amou ou cuidou dele e, de repente, a criança suja e abandonada tornou-se Curundingo, o monstro, o Capataz.


(Teresa Cárdenas, Awon Baba, 2022. Adaptado)


*  Batey: designação, em Cuba, do lugar onde ficam as casas, as oficinas e o comércio açucareiro central.

Nos quatro primeiros parágrafos, há recursos para simular oralidade numa situação em que um narrador fala a seu(s) ouvinte(s). Esses recursos estão caracterizados com o emprego
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Q4292553 Português

Leia o fragmento de “Canto de Curundingo” para responder à questão:


        Sshhhhh...! Vem aí Curundingoooo...!!! Sshhhhh... Cala a boca, agacha, baixa a cabeça, rápido...! para que ele não lhe crave os olhos sombrios e você morra aí mesmo...!


        Não olhe para ele: seus dentes são amarelos, e ele fede a mijo e sangue.


        Não lhe dê ouvidos: ele saiu do inferno, e centenas de demônios vêm rastejando e gritando atrás dele.


        Não fale com ele: porque ele vai rasgar sua pele com unhas pretas e afiadas enquanto você dorme...


        Sshhhh, vamos lá...! de seus braços curvos saem pelos e garras que cavam a terra. Passa pelo batey * como um vapor, entre assobios e grilhões que estremecem a noite.


        Os que estão na Senzala escutam e cobrem a cabeça com um pedaço de pano em meio a calafrios. Eles colocam seus deuses e patuás atrás da porta para defendê-los. Se amontoam perto um do outro para se sentirem a salvo.


        Sshh... Todo mundo o teme. Até os cães que sempre o seguem, fiéis e tão imundos quanto ele.


        – Curundingo... Curundingooooo... – fala na penumbra.


        – Curundingoo... – rugem os trovões quebrando a escura abóbada celeste.


        Curiundingo Capataz, filho de escrava e estuprador. Procriado como os cães que caçavam fugitivos. Comendo no chão, dormindo no matagal. Ninguém amou ou cuidou dele e, de repente, a criança suja e abandonada tornou-se Curundingo, o monstro, o Capataz.


(Teresa Cárdenas, Awon Baba, 2022. Adaptado)


*  Batey: designação, em Cuba, do lugar onde ficam as casas, as oficinas e o comércio açucareiro central.

Considere as passagens:
•  Não olhe para ele: seus dentes são amarelos, e ele fede a mijo e sangue. (2° parágrafo)
•  Não lhe dê ouvidos: ele saiu do inferno, e centenas de demônios vêm rastejando e gritando atrás dele. (3° parágrafo)
Na abordagem do tópico gramatical “pontuação”, o emprego de dois-pontos nas passagens justifica-se como 
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Q4292552 Português

Leia o fragmento de “Canto de Curundingo” para responder à questão:


        Sshhhhh...! Vem aí Curundingoooo...!!! Sshhhhh... Cala a boca, agacha, baixa a cabeça, rápido...! para que ele não lhe crave os olhos sombrios e você morra aí mesmo...!


        Não olhe para ele: seus dentes são amarelos, e ele fede a mijo e sangue.


        Não lhe dê ouvidos: ele saiu do inferno, e centenas de demônios vêm rastejando e gritando atrás dele.


        Não fale com ele: porque ele vai rasgar sua pele com unhas pretas e afiadas enquanto você dorme...


        Sshhhh, vamos lá...! de seus braços curvos saem pelos e garras que cavam a terra. Passa pelo batey * como um vapor, entre assobios e grilhões que estremecem a noite.


        Os que estão na Senzala escutam e cobrem a cabeça com um pedaço de pano em meio a calafrios. Eles colocam seus deuses e patuás atrás da porta para defendê-los. Se amontoam perto um do outro para se sentirem a salvo.


        Sshh... Todo mundo o teme. Até os cães que sempre o seguem, fiéis e tão imundos quanto ele.


        – Curundingo... Curundingooooo... – fala na penumbra.


        – Curundingoo... – rugem os trovões quebrando a escura abóbada celeste.


        Curiundingo Capataz, filho de escrava e estuprador. Procriado como os cães que caçavam fugitivos. Comendo no chão, dormindo no matagal. Ninguém amou ou cuidou dele e, de repente, a criança suja e abandonada tornou-se Curundingo, o monstro, o Capataz.


(Teresa Cárdenas, Awon Baba, 2022. Adaptado)


*  Batey: designação, em Cuba, do lugar onde ficam as casas, as oficinas e o comércio açucareiro central.

Nos quatro parágrafos iniciais do fragmento, há elementos que permitem ao aluno caracterizar a construção do tipo textual predominantemente
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Q4292551 Português

Leia a tira.


34.jpg (318×112)


(André Dahmer, Malvados, 2019)


Tratando do texto multimodal em práticas de ensino, Carmelino et al. (apud Marquesi, S.C., Pauliukonis, A.L. e Elias, V.M., Linguística Textual e ensino, 2017) afirmam que, na leitura das tiras cômicas, espera-se que o leitor “depreenda algumas informações, além de também inferir as relações existentes entre um quadrinho e outro”. Nesse sentido, a leitura dessa tira ativará diversos planos de significação, entre os quais o

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Q4292549 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


É uma anedota/2


Acidenta-se um automóvel na saída de Moscou. O condutor emerge das ferragens e geme:

– Meu Mercedes... Meu Mercedes...

Alguém diz:

– Mas, senhor... Que importa o carro? Não vê que perdeu um braço?

Olhando o coto sangrento, o homem chora:

– Meu Rolex ... Meu Rolex!

Em “Coerência e referenciação” (apud Marquesi et al., Linguística textual e ensino), os autores abordam os processos referenciais “considerando-os como estratégias essenciais para a construção da coerência do texto.” Na anedota, o que caracteriza essa estratégia é a sequência fundamentada na relação de hiperonímia entre os termos 
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Q4292548 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


É uma anedota/2


Acidenta-se um automóvel na saída de Moscou. O condutor emerge das ferragens e geme:

– Meu Mercedes... Meu Mercedes...

Alguém diz:

– Mas, senhor... Que importa o carro? Não vê que perdeu um braço?

Olhando o coto sangrento, o homem chora:

– Meu Rolex ... Meu Rolex!

Em sala de aula, o trabalho de leitura do texto exigirá suscitar a interação de diversos conhecimentos prévios do leitor: (1) as palavras e sua organização; (2) o tipo narrativo e o gênero anedota; (3) a identificação das marcas Mercedes e Rolex, a relação entre os títulos do texto e do livro, além da referência a Moscou.


De acordo com Angela Kleimann (Texto & Leitor: Aspectos Cognitivos da Leitura) os conhecimentos prévios apontados são, correta e respectivamente,

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Q4292546 Português
Segundo Cavalcanti et al. (apud Marquesi, Pauliukonis, Elias (org.). Linguística textual e ensino), as relações intertextuais cumprem funções no texto, “colaborando para a (re)construção de seus sentidos”. Com base nessa afirmação, assinale a alternativa em que estão corretamente identificados o tipo de intertextualidade e a sua respectiva função.
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Q4292544 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.

 A pedra azul


    Cidade de Goiânia, Brasil, setembro de 1987: dois papeleiros encontram um tubo de metal num terreno baldio. Quebram-no a marretadas e descobrem uma pedra de luz azul. A pedra mágica transpira luz, azulece o ar e dá fulgor a tudo o que toca.

    Os papeleiros partem em pedaços essa pedra de luz e os oferecem aos vizinhos. Quem passa a pedra na pele, brilha à noite. O bairro todo é uma lâmpada. O pobrerio, subitamente rico de luz, está em festa.

    No dia seguinte, os papeleiros vomitam. Comeram manga com coco, será por isso? Mas todo o bairro vomita e todos estão inchados, com queimaduras. A luz azul queima, devora, mata, e se dissemina levada pelo vento, pela chuva, pelas moscas, pelos pássaros.

    Foi uma das maiores catástrofes nucleares da história. Muitos morreram e muitos ficaram inutilizados para sempre. Naquele bairro do subúrbio de Goiânia ninguém sabia o que significava radioatividade e ninguém jamais ouvira falar em césio 137.

    Um mês depois da tragédia, o chefe da Polícia Federal em Goiás declarou:

    – A situação é absurda. Não existe ninguém responsável pelo controle da radioatividade que se usa para fins medicinais.


(Eduardo Galeano, De pernas pro ar: a escola do mundo ao avesso, 2020. Adaptado)

Observe as frases do texto:
I. Quem passa a pedra na pele, brilha à noite.
II. Comeram manga com coco, será por isso?
Em sala de aula, valendo-se do texto como objeto de estudo da língua e seus efeitos de sentido, é correto afirmar, em relação aos fatos linguísticos observados nas frases, respectivamente, que
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Q4292543 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.

 A pedra azul


    Cidade de Goiânia, Brasil, setembro de 1987: dois papeleiros encontram um tubo de metal num terreno baldio. Quebram-no a marretadas e descobrem uma pedra de luz azul. A pedra mágica transpira luz, azulece o ar e dá fulgor a tudo o que toca.

    Os papeleiros partem em pedaços essa pedra de luz e os oferecem aos vizinhos. Quem passa a pedra na pele, brilha à noite. O bairro todo é uma lâmpada. O pobrerio, subitamente rico de luz, está em festa.

    No dia seguinte, os papeleiros vomitam. Comeram manga com coco, será por isso? Mas todo o bairro vomita e todos estão inchados, com queimaduras. A luz azul queima, devora, mata, e se dissemina levada pelo vento, pela chuva, pelas moscas, pelos pássaros.

    Foi uma das maiores catástrofes nucleares da história. Muitos morreram e muitos ficaram inutilizados para sempre. Naquele bairro do subúrbio de Goiânia ninguém sabia o que significava radioatividade e ninguém jamais ouvira falar em césio 137.

    Um mês depois da tragédia, o chefe da Polícia Federal em Goiás declarou:

    – A situação é absurda. Não existe ninguém responsável pelo controle da radioatividade que se usa para fins medicinais.


(Eduardo Galeano, De pernas pro ar: a escola do mundo ao avesso, 2020. Adaptado)

Considere a afirmação de Marcuschi, segundo a qual “O tipo textual designa uma espécie de construção teórica (em geral uma sequência subjacente aos textos) definida pela natureza linguística de sua composição (aspectos lexicais, sintáticos, tempos verbais, relações lógicas, estilo).” (Produção textual, análise de gêneros e compreensão, 2008). Com base nessa afirmação, a abordagem de “A pedra azul” em sala de aula permitirá caracterizar
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Q4292161 Português

TEXTO





ARÃO, Cristian. IA nas escolas: uso de tecnologia na sala de aula expõe limites do ensino baseado na memorização. The Conversation Brasil. Disponível em: https://theconversation.com/ia-nas-escolas-evidencia-precariedades-ja-existentes-da-educacaomas-pode-ser-oportunidade-de-mudanca-288883. Acesso em 15 ago. 2026. 

Assinale a alternativa em que o verbo destacado está no mesmo tempo e modo do destacado em: "...que mobilizem a capacidade de formular perguntas..." (linha 20). 
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Q4292160 Português

TEXTO





ARÃO, Cristian. IA nas escolas: uso de tecnologia na sala de aula expõe limites do ensino baseado na memorização. The Conversation Brasil. Disponível em: https://theconversation.com/ia-nas-escolas-evidencia-precariedades-ja-existentes-da-educacaomas-pode-ser-oportunidade-de-mudanca-288883. Acesso em 15 ago. 2026. 

Assinale a alternativa que indica corretamente a função sintática do termo destacado em "...cujo significado raramente é interrogado pelos próprios sujeitos do processo" (linhas 12-13).
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Q4292159 Português

TEXTO





ARÃO, Cristian. IA nas escolas: uso de tecnologia na sala de aula expõe limites do ensino baseado na memorização. The Conversation Brasil. Disponível em: https://theconversation.com/ia-nas-escolas-evidencia-precariedades-ja-existentes-da-educacaomas-pode-ser-oportunidade-de-mudanca-288883. Acesso em 15 ago. 2026. 

Assinale a alternativa em que a oração destacada segue as normas da língua padrão, como em "...uma sequência previsível de operações de memorização e reprodução cujo significado raramente é interrogado pelos próprios sujeitos do processo" (linhas 11-13).
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Q4292158 Português

TEXTO





ARÃO, Cristian. IA nas escolas: uso de tecnologia na sala de aula expõe limites do ensino baseado na memorização. The Conversation Brasil. Disponível em: https://theconversation.com/ia-nas-escolas-evidencia-precariedades-ja-existentes-da-educacaomas-pode-ser-oportunidade-de-mudanca-288883. Acesso em 15 ago. 2026. 

Assinale a alternativa cuja palavra contém sufixo de mesmo valor semântico do sufixo presente em "escolar" (linha 09).

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Q4292157 Português

TEXTO





ARÃO, Cristian. IA nas escolas: uso de tecnologia na sala de aula expõe limites do ensino baseado na memorização. The Conversation Brasil. Disponível em: https://theconversation.com/ia-nas-escolas-evidencia-precariedades-ja-existentes-da-educacaomas-pode-ser-oportunidade-de-mudanca-288883. Acesso em 15 ago. 2026. 

Assinale a alternativa cuja palavra, como "mal-estar" (linha 08), está grafada conforme as normas ortográficas vigentes. 
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Q4292155 Português

TEXTO





ARÃO, Cristian. IA nas escolas: uso de tecnologia na sala de aula expõe limites do ensino baseado na memorização. The Conversation Brasil. Disponível em: https://theconversation.com/ia-nas-escolas-evidencia-precariedades-ja-existentes-da-educacaomas-pode-ser-oportunidade-de-mudanca-288883. Acesso em 15 ago. 2026. 

No texto, o autor compara a chamada "educação bancária" a um algoritmo, porque:
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Q4292154 Português

TEXTO





ARÃO, Cristian. IA nas escolas: uso de tecnologia na sala de aula expõe limites do ensino baseado na memorização. The Conversation Brasil. Disponível em: https://theconversation.com/ia-nas-escolas-evidencia-precariedades-ja-existentes-da-educacaomas-pode-ser-oportunidade-de-mudanca-288883. Acesso em 15 ago. 2026. 

Assinale a frase em que o termo está empregado com o mesmo sentido que tem em "...que o educador Paulo Freire criticava na década de 1960..." (linha 14).
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Q4292153 Português

TEXTO





ARÃO, Cristian. IA nas escolas: uso de tecnologia na sala de aula expõe limites do ensino baseado na memorização. The Conversation Brasil. Disponível em: https://theconversation.com/ia-nas-escolas-evidencia-precariedades-ja-existentes-da-educacaomas-pode-ser-oportunidade-de-mudanca-288883. Acesso em 15 ago. 2026. 

Em "No entanto, uma investigação mais detida revela que o alarme em torno da tecnologia..." (linhas 07-08), a expressão sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo da relação de sentido estabelecida, por:
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Q4292152 Português

TEXTO





ARÃO, Cristian. IA nas escolas: uso de tecnologia na sala de aula expõe limites do ensino baseado na memorização. The Conversation Brasil. Disponível em: https://theconversation.com/ia-nas-escolas-evidencia-precariedades-ja-existentes-da-educacaomas-pode-ser-oportunidade-de-mudanca-288883. Acesso em 15 ago. 2026. 

Segundo o autor, o uso de IA em tarefas escolares constitui:
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Q4291800 Português
Para responder à questão, leia a charge abaixo. 


Captura_de tela 2026-09-09 200516.png (342×257)

Fonte: Cazo
A professora que está do lado esquerdo da imagem não fala nada, mas sua linguagem corporal transmite uma mensagem clara ao leitor. Sua expressão facial e postura revelam que ela está:
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Q4291799 Português
Para responder à questão, leia a charge abaixo. 


Captura_de tela 2026-09-09 200516.png (342×257)

Fonte: Cazo
No final da fala da professora, é utilizado um ponto de exclamação. No contexto da cena, o emprego desse sinal de pontuação serve para:
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Respostas
721: C
722: A
723: D
724: B
725: C
726: D
727: B
728: D
729: B
730: D
731: B
732: B
733: C
734: B
735: A
736: D
737: C
738: A
739: C
740: C