Questões de Concurso Sobre português

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Q3400136 Português

Leia com atenção a afirmativa abaixo:

Leu o livro inteiro durante a noite.


Qual é o tipo de sujeito presente na afirmativa acima?

Alternativas
Q3400135 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Caminhar pelo quarteirão é bom para saúde − e por um motivo surpreendente


Já está mais do que comprovado que o simples ato de caminhar diariamente faz muito bem à saúde e é um antídoto para o sedentarismo a quase todas as pessoas, independentemente da idade e da quantidade de exercícios físicos que faz semanalmente.


Segundo a revista científica British Journal of Sports Medicine, a prática de caminhar de 9 a 10 mil passos diários reduz o risco de morte em mais de 1/3. Também diminui o risco de doenças cardiovasculares em pelo menos 20%, como reforça um artigo de National Geographic sobre o tema, intitulado "A sua caminhada diária precisa ter 10 mil passos? Veja o que a ciência diz". "Mesmo aumentos menores no número diário de passos mostraram benefício à saúde", informam os pesquisadores após um estudo da realizado com mais de 72 mil pessoas.


Já de acordo com o American Council of Exercise (organização global sem fins lucrativos que trabalha para melhorar os níveis de atividade física) mesmo o ato de caminhar em volta do quarteirão, no próprio bairro, já beneficia o corpo − e faz dessa atividade a mais acessível para cuidar da saúde.


 "De baixo risco e fácil de começar, a caminhada deve ser incentivada por causa de seus vários benefícios à saúde, que incluem redução da pressão arterial e melhora da saúde mental", reforça a ACE sobre o tema.


A entidade explica que a caminhada pelo bairro também ajuda a conectar as pessoas com seus vizinhos e a própria comunidade. "Só nos Estados Unidos, mais de um quinto dos adultos diz que frequentemente ou sempre se sente solitário ou isolado dos outros. Ao incentivar as pessoas a caminharem em suas vizinhanças, elas encontram mais oportunidades de se envolverem com os membros de suas comunidades, obtendo assim benefícios sociais e de saúde", informa a ACE.


 Ainda segundo dados do órgão norte-americano, pesquisas apontam para a importância de "bairros que podem ser percorridos a pé" e da "caminhada como um meio de restaurar as conexões sociais".

Em tempos nos quais diversos serviços de saúde mundo afora indicam que há uma "epidemia de solidão" entre as pessoas adultas, a ACE defende que a caminhada pelo quarteirão acompanhado de um vizinho ou membro da comunidade traz vantagens adicionais semelhantes às de um "amigo do fitness", ou seja, o famoso "colega de academia". "Ambos proporcionam um benefício social, bem como um fator de responsabilidade, o que aumenta a probabilidade de que a atividade física seja mantida e continuada".


https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2024/04/caminhar-pel o-quarteirao-e-bom-para-saude-e-por-um-motivo-surpreendente



Qual é um dos benefícios sociais mencionados pela ACE relacionado à caminhada pelo bairro?
Alternativas
Q3400134 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Caminhar pelo quarteirão é bom para saúde − e por um motivo surpreendente


Já está mais do que comprovado que o simples ato de caminhar diariamente faz muito bem à saúde e é um antídoto para o sedentarismo a quase todas as pessoas, independentemente da idade e da quantidade de exercícios físicos que faz semanalmente.


Segundo a revista científica British Journal of Sports Medicine, a prática de caminhar de 9 a 10 mil passos diários reduz o risco de morte em mais de 1/3. Também diminui o risco de doenças cardiovasculares em pelo menos 20%, como reforça um artigo de National Geographic sobre o tema, intitulado "A sua caminhada diária precisa ter 10 mil passos? Veja o que a ciência diz". "Mesmo aumentos menores no número diário de passos mostraram benefício à saúde", informam os pesquisadores após um estudo da realizado com mais de 72 mil pessoas.


Já de acordo com o American Council of Exercise (organização global sem fins lucrativos que trabalha para melhorar os níveis de atividade física) mesmo o ato de caminhar em volta do quarteirão, no próprio bairro, já beneficia o corpo − e faz dessa atividade a mais acessível para cuidar da saúde.


 "De baixo risco e fácil de começar, a caminhada deve ser incentivada por causa de seus vários benefícios à saúde, que incluem redução da pressão arterial e melhora da saúde mental", reforça a ACE sobre o tema.


A entidade explica que a caminhada pelo bairro também ajuda a conectar as pessoas com seus vizinhos e a própria comunidade. "Só nos Estados Unidos, mais de um quinto dos adultos diz que frequentemente ou sempre se sente solitário ou isolado dos outros. Ao incentivar as pessoas a caminharem em suas vizinhanças, elas encontram mais oportunidades de se envolverem com os membros de suas comunidades, obtendo assim benefícios sociais e de saúde", informa a ACE.


 Ainda segundo dados do órgão norte-americano, pesquisas apontam para a importância de "bairros que podem ser percorridos a pé" e da "caminhada como um meio de restaurar as conexões sociais".

Em tempos nos quais diversos serviços de saúde mundo afora indicam que há uma "epidemia de solidão" entre as pessoas adultas, a ACE defende que a caminhada pelo quarteirão acompanhado de um vizinho ou membro da comunidade traz vantagens adicionais semelhantes às de um "amigo do fitness", ou seja, o famoso "colega de academia". "Ambos proporcionam um benefício social, bem como um fator de responsabilidade, o que aumenta a probabilidade de que a atividade física seja mantida e continuada".


https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2024/04/caminhar-pel o-quarteirao-e-bom-para-saude-e-por-um-motivo-surpreendente



Qual é a análise feita pelo American Council of Exercise acerca do ato de caminhar em volta do quarteirão?
Alternativas
Q3400133 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Caminhar pelo quarteirão é bom para saúde − e por um motivo surpreendente


Já está mais do que comprovado que o simples ato de caminhar diariamente faz muito bem à saúde e é um antídoto para o sedentarismo a quase todas as pessoas, independentemente da idade e da quantidade de exercícios físicos que faz semanalmente.


Segundo a revista científica British Journal of Sports Medicine, a prática de caminhar de 9 a 10 mil passos diários reduz o risco de morte em mais de 1/3. Também diminui o risco de doenças cardiovasculares em pelo menos 20%, como reforça um artigo de National Geographic sobre o tema, intitulado "A sua caminhada diária precisa ter 10 mil passos? Veja o que a ciência diz". "Mesmo aumentos menores no número diário de passos mostraram benefício à saúde", informam os pesquisadores após um estudo da realizado com mais de 72 mil pessoas.


Já de acordo com o American Council of Exercise (organização global sem fins lucrativos que trabalha para melhorar os níveis de atividade física) mesmo o ato de caminhar em volta do quarteirão, no próprio bairro, já beneficia o corpo − e faz dessa atividade a mais acessível para cuidar da saúde.


 "De baixo risco e fácil de começar, a caminhada deve ser incentivada por causa de seus vários benefícios à saúde, que incluem redução da pressão arterial e melhora da saúde mental", reforça a ACE sobre o tema.


A entidade explica que a caminhada pelo bairro também ajuda a conectar as pessoas com seus vizinhos e a própria comunidade. "Só nos Estados Unidos, mais de um quinto dos adultos diz que frequentemente ou sempre se sente solitário ou isolado dos outros. Ao incentivar as pessoas a caminharem em suas vizinhanças, elas encontram mais oportunidades de se envolverem com os membros de suas comunidades, obtendo assim benefícios sociais e de saúde", informa a ACE.


 Ainda segundo dados do órgão norte-americano, pesquisas apontam para a importância de "bairros que podem ser percorridos a pé" e da "caminhada como um meio de restaurar as conexões sociais".

Em tempos nos quais diversos serviços de saúde mundo afora indicam que há uma "epidemia de solidão" entre as pessoas adultas, a ACE defende que a caminhada pelo quarteirão acompanhado de um vizinho ou membro da comunidade traz vantagens adicionais semelhantes às de um "amigo do fitness", ou seja, o famoso "colega de academia". "Ambos proporcionam um benefício social, bem como um fator de responsabilidade, o que aumenta a probabilidade de que a atividade física seja mantida e continuada".


https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2024/04/caminhar-pel o-quarteirao-e-bom-para-saude-e-por-um-motivo-surpreendente



Qual é uma das consequências da prática de caminhar para a saúde? 
Alternativas
Q3400132 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Caminhar pelo quarteirão é bom para saúde − e por um motivo surpreendente


Já está mais do que comprovado que o simples ato de caminhar diariamente faz muito bem à saúde e é um antídoto para o sedentarismo a quase todas as pessoas, independentemente da idade e da quantidade de exercícios físicos que faz semanalmente.


Segundo a revista científica British Journal of Sports Medicine, a prática de caminhar de 9 a 10 mil passos diários reduz o risco de morte em mais de 1/3. Também diminui o risco de doenças cardiovasculares em pelo menos 20%, como reforça um artigo de National Geographic sobre o tema, intitulado "A sua caminhada diária precisa ter 10 mil passos? Veja o que a ciência diz". "Mesmo aumentos menores no número diário de passos mostraram benefício à saúde", informam os pesquisadores após um estudo da realizado com mais de 72 mil pessoas.


Já de acordo com o American Council of Exercise (organização global sem fins lucrativos que trabalha para melhorar os níveis de atividade física) mesmo o ato de caminhar em volta do quarteirão, no próprio bairro, já beneficia o corpo − e faz dessa atividade a mais acessível para cuidar da saúde.


 "De baixo risco e fácil de começar, a caminhada deve ser incentivada por causa de seus vários benefícios à saúde, que incluem redução da pressão arterial e melhora da saúde mental", reforça a ACE sobre o tema.


A entidade explica que a caminhada pelo bairro também ajuda a conectar as pessoas com seus vizinhos e a própria comunidade. "Só nos Estados Unidos, mais de um quinto dos adultos diz que frequentemente ou sempre se sente solitário ou isolado dos outros. Ao incentivar as pessoas a caminharem em suas vizinhanças, elas encontram mais oportunidades de se envolverem com os membros de suas comunidades, obtendo assim benefícios sociais e de saúde", informa a ACE.


 Ainda segundo dados do órgão norte-americano, pesquisas apontam para a importância de "bairros que podem ser percorridos a pé" e da "caminhada como um meio de restaurar as conexões sociais".

Em tempos nos quais diversos serviços de saúde mundo afora indicam que há uma "epidemia de solidão" entre as pessoas adultas, a ACE defende que a caminhada pelo quarteirão acompanhado de um vizinho ou membro da comunidade traz vantagens adicionais semelhantes às de um "amigo do fitness", ou seja, o famoso "colega de academia". "Ambos proporcionam um benefício social, bem como um fator de responsabilidade, o que aumenta a probabilidade de que a atividade física seja mantida e continuada".


https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2024/04/caminhar-pel o-quarteirao-e-bom-para-saude-e-por-um-motivo-surpreendente



Qual é a consequência mencionada pela ACE dos benefícios sociais ganhos com a caminhada?
Alternativas
Q3400122 Português

A aprendizagem sempre passa pelo Sistema Nervoso Central, no entanto, segundo Rotta (2006), nem sempre ele é responsável pelo fracasso escolar. Dados apontam que as dificuldades para a aprendizagem podem chegar a 50% e como causas primárias têm-se problemas como a dislexias, discalculias, dispraxias, disgnosias, déficits de atenção e hiperatividade, que necessitam ser investigados. No entanto não são as únicas causas, devem-se olhar também as causas não primárias como problemas físicos, socioeconômicos e pedagógicos.


Fonte: SPRADA, Thanise Pereira; GARGHETTI, Francine Cristine. Dificuldades de Aprendizagem: identificação, avaliação e tratamento. Revista Psicologia em Foco, v. 8, n. 11, p. 15-35, 2016.


De acordo com o texto, marque a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q3400025 Português
Leia este texto de Arnaldo Antunes e responda à questão seguir.

“As coisas têm peso, massa, volume, tamanho, tempo, forma, cor, posição, textura, duração, densidade, cheiro, valor, consistência, profundidade, contorno, temperatura, função, aparência, preço, destino, idade, sentido. As coisas não têm paz.”

O autor enumerou vários elementos que completam o verbo ter sem empregar nenhuma conjunção. O nome dado a esse recurso é: 
Alternativas
Q3400024 Português
“A expectativa é de que, nos próximos anos, cada vez mais, os processos corporativos façam uso da inteligência artificial. Espera-se que a ampliação da IA continue crescendo nas organizações de serviços financeiros, fábricas e setores de tecnologia.”
As duas formas verbais sublinhadas nessa frase não estão conjugadas:
Alternativas
Q3399881 Português

Leia com atenção a afirmativa abaixo:


Matheus estava muito ancioso para saber o resultado.


Qual é o vício de linguagem presente na afirmativa lida?

Alternativas
Q3399880 Português
Qual é a afirmativa com a regência verbal inadequada nos termos da norma culta da Língua Portuguesa?
Alternativas
Q3399879 Português

Leia com atenção a afirmativa abaixo:


Ó Davi ! Que alegria pela sua conquista.


O termo destacado é: 

Alternativas
Q3399878 Português

Leia com atenção as afirmativas abaixo:


I.Sempre me surpreendo com o governo e a burocracia alemãs.

II.Quando cheguei em casa vi que os quartos e a sala estavam bagunçados.

III.Nos deparamos com escandalosas mulheres e homens na cerimônia.

IV.Todo turista sempre se surpreende com o humor e a alegria brasileiros.

V.Pinturas e livros francesas marcaram a história moderna da Europa.


Quais das afirmativas lidas possui a concordância nominal correta?

Alternativas
Q3399877 Português

Leia com atenção as colunas abaixo:


Coluna 01:


(__)Marcela tem a necessidade de que a elogiem sempre.


(__)Eu torço que o Flamengo vença sempre.


(__)É incerto que ele venha te parabenizar.


(__)Espero somente uma coisa: que tu tenhas estudado muito.


(__)Meu maior sonho era que reconhecessem meus esforços.


(__)Quando estou sozinho me lembro de que tu choravas à noite.


Coluna 02:


I.Oração subordinada substantiva apositiva.

II.Oração subordinada substantiva completiva nominal.

III.Oração subordinada substantiva objetiva direta.

IV.Oração subordinada substantiva objetiva indireta.

V.Oração subordinada substantiva predicativa.

VI.Oração subordinada substantiva subjetiva.


Correlacione ambas as colunas de acordo com o tipo de oração subordinada substantiva empregada. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta:

Alternativas
Q3399876 Português
Assinale a afirmativa com o emprego de um complemento nominal:
Alternativas
Q3399875 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Dieta rica em açúcar e gordura na adolescência prejudica a memória


Um novo estudo liderado por pesquisadores da USC (University of Southern California) mostrou que uma dieta rica em "junk food" — um termo em inglês para se referir a comidas ricas em calorias e de baixa qualidade nutritiva, como ultraprocessados e alimentos com alto teor de açúcar — durante a adolescência pode prejudicar a memória longo do tempo.

 

No estudo, os pesquisadores alimentaram camundongos adolescentes com uma dieta rica em gordura e açúcar e descobriram que a capacidade de memória desses modelos foi prejudicada a longo prazo. A descoberta foi publicada na edição de maio da revista Brain, Behavior, and Immunity.


"O que vemos não apenas neste artigo, mas em algu.ns de nossos outros trabalhos recentes, é que se esses ratos cresceram com essa dieta de junk food, então eles têm problemas de memória que não desaparecem", diz Scott Kanoski, professor de ciências biológicas na Faculdade de Letras, Artes e Ciências da USC Dornsife, em comunicado. "Se você simplesmente colocá-los em uma dieta saudável, esses efeitos infelizmente duram até a idade adulta."


Para realizar o estudo, os pesquisadores levaram em consideração que pesquisas anteriores já haviam mostrado uma relação entre a má alimentação e a doença de Alzheimer, que leva à perda progressiva da memória e capacidades cognitivas.


Pessoas com Alzheimer tendem a ter níveis mais baixos de um neurotransmissor chamado acetilcolina no cérebro. Ele é essencial para a memória e funções como aprendizagem, atenção e movimentos musculares involuntários.


Diante disso, a equipe de pesquisadores se questionou se isso poderia trazer prejuízos a longo prazo para jovens que estão seguindo uma dieta rica em gordura e açúcar, especialmente durante a adolescência, fase em que o cérebro ainda está em desenvolvimento significativo.


Portanto, os pesquisadores decidiram rastrear os níveis de acetilcolina em um grupo de ratos que estavam recebendo uma alimentação gordurosa e açucarada e em um segundo grupo controle de ratos — que não receberam a mesma alimentação.


A equipe analisou as respostas cerebrais a certas tarefas destinadas a testar a memória dos roedores. Os testes incluíam a exploração de objetos em um determinado cenário. Dias depois, os ratos eram reintroduzidos na mesma cena, mas com a adição de um novo objeto.


De acordo com o estudo, os ratos que seguiam uma dieta com "junk food" mostraram sinais de que não conseguiam lembrar qual objeto haviam visto anteriormente e em qual lugar. Já os ratos do grupo controle mostraram familiaridade na tarefa.


Os cérebros dos ratos também foram examinados após a morte deles, em busca de sinais de alterações nos níveis de acetilcolina.


"A sinalização de acetilcolina é um mecanismo para ajudá-los a codificar e lembrar esses eventos, análogo à 'memória episódica' em humanos, que nos permite lembrar eventos do nosso passado", explicou a autora principal do estudo, Anna Hayes. "Esse sinal parece não estar acontecendo nos animais que cresceram comendo uma dieta gordurosa e açucarada."


De acordo com os pesquisadores, a adolescência é um período muito sensível para o cérebro, pois nela ocorrem mudanças importantes no desenvolvimento. "Infelizmente, algumas coisas que podem ser mais facilmente reversíveis durante a idade adulta são menos reversíveis quando ocorrem durante a infância", afirma Kanoski.


Porém, ainda existe uma esperança de intervenção. O pesquisador conta que, em outro estudo, a equipe examinou se os danos à memória em ratos que foram criados com a dieta com junk food poderiam ser revertidos com o uso de medicamentos que induzem a liberação de acetilcolina.


Para isso, foram utilizados dois medicamentos, PNU-282987 e carbacol. Quando administrados diretamente no hipocampo, região do cérebro que controla a memória, a capacidade de reminiscência foi restaurada. No entanto, sem essa intervenção médica, os pesquisadores acreditam que outros estudos são necessários para saber como reverter problemas de memória causados por uma má alimentação. 


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/dieta-rica-em-acucar-e-gordura-naadolescencia-prejudica-a-memoria-diz-estudo/

Qual foi o efeito da dieta rica em gordura e açúcar nos camundongos adolescentes, de acordo com o estudo mencionado?
Alternativas
Q3399874 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Dieta rica em açúcar e gordura na adolescência prejudica a memória


Um novo estudo liderado por pesquisadores da USC (University of Southern California) mostrou que uma dieta rica em "junk food" — um termo em inglês para se referir a comidas ricas em calorias e de baixa qualidade nutritiva, como ultraprocessados e alimentos com alto teor de açúcar — durante a adolescência pode prejudicar a memória longo do tempo.

 

No estudo, os pesquisadores alimentaram camundongos adolescentes com uma dieta rica em gordura e açúcar e descobriram que a capacidade de memória desses modelos foi prejudicada a longo prazo. A descoberta foi publicada na edição de maio da revista Brain, Behavior, and Immunity.


"O que vemos não apenas neste artigo, mas em algu.ns de nossos outros trabalhos recentes, é que se esses ratos cresceram com essa dieta de junk food, então eles têm problemas de memória que não desaparecem", diz Scott Kanoski, professor de ciências biológicas na Faculdade de Letras, Artes e Ciências da USC Dornsife, em comunicado. "Se você simplesmente colocá-los em uma dieta saudável, esses efeitos infelizmente duram até a idade adulta."


Para realizar o estudo, os pesquisadores levaram em consideração que pesquisas anteriores já haviam mostrado uma relação entre a má alimentação e a doença de Alzheimer, que leva à perda progressiva da memória e capacidades cognitivas.


Pessoas com Alzheimer tendem a ter níveis mais baixos de um neurotransmissor chamado acetilcolina no cérebro. Ele é essencial para a memória e funções como aprendizagem, atenção e movimentos musculares involuntários.


Diante disso, a equipe de pesquisadores se questionou se isso poderia trazer prejuízos a longo prazo para jovens que estão seguindo uma dieta rica em gordura e açúcar, especialmente durante a adolescência, fase em que o cérebro ainda está em desenvolvimento significativo.


Portanto, os pesquisadores decidiram rastrear os níveis de acetilcolina em um grupo de ratos que estavam recebendo uma alimentação gordurosa e açucarada e em um segundo grupo controle de ratos — que não receberam a mesma alimentação.


A equipe analisou as respostas cerebrais a certas tarefas destinadas a testar a memória dos roedores. Os testes incluíam a exploração de objetos em um determinado cenário. Dias depois, os ratos eram reintroduzidos na mesma cena, mas com a adição de um novo objeto.


De acordo com o estudo, os ratos que seguiam uma dieta com "junk food" mostraram sinais de que não conseguiam lembrar qual objeto haviam visto anteriormente e em qual lugar. Já os ratos do grupo controle mostraram familiaridade na tarefa.


Os cérebros dos ratos também foram examinados após a morte deles, em busca de sinais de alterações nos níveis de acetilcolina.


"A sinalização de acetilcolina é um mecanismo para ajudá-los a codificar e lembrar esses eventos, análogo à 'memória episódica' em humanos, que nos permite lembrar eventos do nosso passado", explicou a autora principal do estudo, Anna Hayes. "Esse sinal parece não estar acontecendo nos animais que cresceram comendo uma dieta gordurosa e açucarada."


De acordo com os pesquisadores, a adolescência é um período muito sensível para o cérebro, pois nela ocorrem mudanças importantes no desenvolvimento. "Infelizmente, algumas coisas que podem ser mais facilmente reversíveis durante a idade adulta são menos reversíveis quando ocorrem durante a infância", afirma Kanoski.


Porém, ainda existe uma esperança de intervenção. O pesquisador conta que, em outro estudo, a equipe examinou se os danos à memória em ratos que foram criados com a dieta com junk food poderiam ser revertidos com o uso de medicamentos que induzem a liberação de acetilcolina.


Para isso, foram utilizados dois medicamentos, PNU-282987 e carbacol. Quando administrados diretamente no hipocampo, região do cérebro que controla a memória, a capacidade de reminiscência foi restaurada. No entanto, sem essa intervenção médica, os pesquisadores acreditam que outros estudos são necessários para saber como reverter problemas de memória causados por uma má alimentação. 


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/dieta-rica-em-acucar-e-gordura-naadolescencia-prejudica-a-memoria-diz-estudo/

Qual é a relação entre a doença de Alzheimer e o neurotransmissor acetilcolina? 
Alternativas
Q3399873 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Dieta rica em açúcar e gordura na adolescência prejudica a memória


Um novo estudo liderado por pesquisadores da USC (University of Southern California) mostrou que uma dieta rica em "junk food" — um termo em inglês para se referir a comidas ricas em calorias e de baixa qualidade nutritiva, como ultraprocessados e alimentos com alto teor de açúcar — durante a adolescência pode prejudicar a memória longo do tempo.

 

No estudo, os pesquisadores alimentaram camundongos adolescentes com uma dieta rica em gordura e açúcar e descobriram que a capacidade de memória desses modelos foi prejudicada a longo prazo. A descoberta foi publicada na edição de maio da revista Brain, Behavior, and Immunity.


"O que vemos não apenas neste artigo, mas em algu.ns de nossos outros trabalhos recentes, é que se esses ratos cresceram com essa dieta de junk food, então eles têm problemas de memória que não desaparecem", diz Scott Kanoski, professor de ciências biológicas na Faculdade de Letras, Artes e Ciências da USC Dornsife, em comunicado. "Se você simplesmente colocá-los em uma dieta saudável, esses efeitos infelizmente duram até a idade adulta."


Para realizar o estudo, os pesquisadores levaram em consideração que pesquisas anteriores já haviam mostrado uma relação entre a má alimentação e a doença de Alzheimer, que leva à perda progressiva da memória e capacidades cognitivas.


Pessoas com Alzheimer tendem a ter níveis mais baixos de um neurotransmissor chamado acetilcolina no cérebro. Ele é essencial para a memória e funções como aprendizagem, atenção e movimentos musculares involuntários.


Diante disso, a equipe de pesquisadores se questionou se isso poderia trazer prejuízos a longo prazo para jovens que estão seguindo uma dieta rica em gordura e açúcar, especialmente durante a adolescência, fase em que o cérebro ainda está em desenvolvimento significativo.


Portanto, os pesquisadores decidiram rastrear os níveis de acetilcolina em um grupo de ratos que estavam recebendo uma alimentação gordurosa e açucarada e em um segundo grupo controle de ratos — que não receberam a mesma alimentação.


A equipe analisou as respostas cerebrais a certas tarefas destinadas a testar a memória dos roedores. Os testes incluíam a exploração de objetos em um determinado cenário. Dias depois, os ratos eram reintroduzidos na mesma cena, mas com a adição de um novo objeto.


De acordo com o estudo, os ratos que seguiam uma dieta com "junk food" mostraram sinais de que não conseguiam lembrar qual objeto haviam visto anteriormente e em qual lugar. Já os ratos do grupo controle mostraram familiaridade na tarefa.


Os cérebros dos ratos também foram examinados após a morte deles, em busca de sinais de alterações nos níveis de acetilcolina.


"A sinalização de acetilcolina é um mecanismo para ajudá-los a codificar e lembrar esses eventos, análogo à 'memória episódica' em humanos, que nos permite lembrar eventos do nosso passado", explicou a autora principal do estudo, Anna Hayes. "Esse sinal parece não estar acontecendo nos animais que cresceram comendo uma dieta gordurosa e açucarada."


De acordo com os pesquisadores, a adolescência é um período muito sensível para o cérebro, pois nela ocorrem mudanças importantes no desenvolvimento. "Infelizmente, algumas coisas que podem ser mais facilmente reversíveis durante a idade adulta são menos reversíveis quando ocorrem durante a infância", afirma Kanoski.


Porém, ainda existe uma esperança de intervenção. O pesquisador conta que, em outro estudo, a equipe examinou se os danos à memória em ratos que foram criados com a dieta com junk food poderiam ser revertidos com o uso de medicamentos que induzem a liberação de acetilcolina.


Para isso, foram utilizados dois medicamentos, PNU-282987 e carbacol. Quando administrados diretamente no hipocampo, região do cérebro que controla a memória, a capacidade de reminiscência foi restaurada. No entanto, sem essa intervenção médica, os pesquisadores acreditam que outros estudos são necessários para saber como reverter problemas de memória causados por uma má alimentação. 


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/dieta-rica-em-acucar-e-gordura-naadolescencia-prejudica-a-memoria-diz-estudo/

Qual foi o efeito da dieta com "junk food" nos ratos em relação à memória dos objetos, conforme o estudo mencionado?
Alternativas
Q3399872 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Dieta rica em açúcar e gordura na adolescência prejudica a memória


Um novo estudo liderado por pesquisadores da USC (University of Southern California) mostrou que uma dieta rica em "junk food" — um termo em inglês para se referir a comidas ricas em calorias e de baixa qualidade nutritiva, como ultraprocessados e alimentos com alto teor de açúcar — durante a adolescência pode prejudicar a memória longo do tempo.

 

No estudo, os pesquisadores alimentaram camundongos adolescentes com uma dieta rica em gordura e açúcar e descobriram que a capacidade de memória desses modelos foi prejudicada a longo prazo. A descoberta foi publicada na edição de maio da revista Brain, Behavior, and Immunity.


"O que vemos não apenas neste artigo, mas em algu.ns de nossos outros trabalhos recentes, é que se esses ratos cresceram com essa dieta de junk food, então eles têm problemas de memória que não desaparecem", diz Scott Kanoski, professor de ciências biológicas na Faculdade de Letras, Artes e Ciências da USC Dornsife, em comunicado. "Se você simplesmente colocá-los em uma dieta saudável, esses efeitos infelizmente duram até a idade adulta."


Para realizar o estudo, os pesquisadores levaram em consideração que pesquisas anteriores já haviam mostrado uma relação entre a má alimentação e a doença de Alzheimer, que leva à perda progressiva da memória e capacidades cognitivas.


Pessoas com Alzheimer tendem a ter níveis mais baixos de um neurotransmissor chamado acetilcolina no cérebro. Ele é essencial para a memória e funções como aprendizagem, atenção e movimentos musculares involuntários.


Diante disso, a equipe de pesquisadores se questionou se isso poderia trazer prejuízos a longo prazo para jovens que estão seguindo uma dieta rica em gordura e açúcar, especialmente durante a adolescência, fase em que o cérebro ainda está em desenvolvimento significativo.


Portanto, os pesquisadores decidiram rastrear os níveis de acetilcolina em um grupo de ratos que estavam recebendo uma alimentação gordurosa e açucarada e em um segundo grupo controle de ratos — que não receberam a mesma alimentação.


A equipe analisou as respostas cerebrais a certas tarefas destinadas a testar a memória dos roedores. Os testes incluíam a exploração de objetos em um determinado cenário. Dias depois, os ratos eram reintroduzidos na mesma cena, mas com a adição de um novo objeto.


De acordo com o estudo, os ratos que seguiam uma dieta com "junk food" mostraram sinais de que não conseguiam lembrar qual objeto haviam visto anteriormente e em qual lugar. Já os ratos do grupo controle mostraram familiaridade na tarefa.


Os cérebros dos ratos também foram examinados após a morte deles, em busca de sinais de alterações nos níveis de acetilcolina.


"A sinalização de acetilcolina é um mecanismo para ajudá-los a codificar e lembrar esses eventos, análogo à 'memória episódica' em humanos, que nos permite lembrar eventos do nosso passado", explicou a autora principal do estudo, Anna Hayes. "Esse sinal parece não estar acontecendo nos animais que cresceram comendo uma dieta gordurosa e açucarada."


De acordo com os pesquisadores, a adolescência é um período muito sensível para o cérebro, pois nela ocorrem mudanças importantes no desenvolvimento. "Infelizmente, algumas coisas que podem ser mais facilmente reversíveis durante a idade adulta são menos reversíveis quando ocorrem durante a infância", afirma Kanoski.


Porém, ainda existe uma esperança de intervenção. O pesquisador conta que, em outro estudo, a equipe examinou se os danos à memória em ratos que foram criados com a dieta com junk food poderiam ser revertidos com o uso de medicamentos que induzem a liberação de acetilcolina.


Para isso, foram utilizados dois medicamentos, PNU-282987 e carbacol. Quando administrados diretamente no hipocampo, região do cérebro que controla a memória, a capacidade de reminiscência foi restaurada. No entanto, sem essa intervenção médica, os pesquisadores acreditam que outros estudos são necessários para saber como reverter problemas de memória causados por uma má alimentação. 


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/dieta-rica-em-acucar-e-gordura-naadolescencia-prejudica-a-memoria-diz-estudo/

Qual foi o resultado da intervenção com os medicamentos PNU-282987 e carbacol nos ratos com danos à memória devido à dieta com "junk food"?
Alternativas
Q3399811 Português

Instrução: O excerto a seguir deve ser lido para responder à questão.


Chicó


    “[...] Acabou-se o Grilo mais inteligente do mundo. Cumpriu sua sentença e encontrou-se com o único mal irremediável, aquilo que é a marca de nosso estranho destino sobre a terra, aquele fato sem explicação que iguala tudo o que é vivo num só rebanho de condenados [...].”


SUASSUNA, Ariano. Auto da Compadecida. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2014. 36. ed. p. 114.

“Auto da Compadecida” trata-se de uma peça teatral, portanto, prevalece em sua construção o discurso direto. Ao passar a fala do personagem para o discurso indireto, ela ficará da seguinte forma:
Alternativas
Q3399810 Português

Instrução: O excerto a seguir deve ser lido para responder à questão.


Chicó


    “[...] Acabou-se o Grilo mais inteligente do mundo. Cumpriu sua sentença e encontrou-se com o único mal irremediável, aquilo que é a marca de nosso estranho destino sobre a terra, aquele fato sem explicação que iguala tudo o que é vivo num só rebanho de condenados [...].”


SUASSUNA, Ariano. Auto da Compadecida. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2014. 36. ed. p. 114.

Qual a figura de linguagem presente no trecho sublinhado acima?
Alternativas
Respostas
49321: B
49322: A
49323: B
49324: C
49325: C
49326: C
49327: B
49328: C
49329: B
49330: A
49331: C
49332: A
49333: B
49334: D
49335: C
49336: B
49337: C
49338: C
49339: A
49340: D