Questões de Concurso Sobre português

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Q3465542 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Comparando as mutações genéticas dessas populações, os pesquisadores concluíram que a especialização em humanos ocorreu por volta de cinco mil anos atrás. Nessa época, terminava o "período úmido africano": por conta de mudanças cíclicas na órbita da Terra, o norte da África tem períodos alternados de umidade (caracterizado por alguma presença de lagos e florestas) e completamente desérticos. Estamos na fase mais seca, e conhecemos a região hoje como deserto do Saara.

Com a mudança de clima, as populações de mosquitos que viviam ali não encontravam mais animais para se alimentar e água para botar ovos. Daí se aproximaram das civilizações humanas, como as que viviam no rio Nilo. Não à toa, o nome Aedes aegypti faz referência ao Egito.

Por meio de registros históricos, sabemos que o espalhamento do mosquito pelo mundo só ocorreu no século 17 − em especial, com o tráfico de escravizados partindo da África para as Américas. O A. aegypti picava a tripulação e colocava os ovos nos barris de água dos navios.

A América do Sul e a Central proporcionaram o ambiente perfeito para o mosquito. A temperatura ideal para o desenvolvimento do Aedes aegypti é de 22ºC a 32ºC (4). Some isso à abundância de chuvas, e dá para dizer que os bichinhos encontraram um continente para chamar de seu.


(Super Interessante, março 2024)
 O termo "ao Egito" em: "Não à toa, o nome Aedes aegypti faz referência ao Egito.". Classifica-se como: 
Alternativas
Q3465536 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Mosquito de estimação


Apenas as fêmeas do Aedes aegypti picam humanos. Elas usam as proteínas presentes no nosso sangue para amadurecer os ovos dentro do organismo. Quatro dias depois da picada, os ovos estão prontos para sair. E a água parada é o "ninho" que a mãe precisa encontrar para botá-los. O macho é o vegano da relação: se contenta apenas com frutas.

Só que nem todas as fêmeas preferem humanos, especificamente. Populações de A. aegypti que vivem nas savanas africanas, por exemplo, se alimentam de outros animais e não mostram interesse especial em nós. Já os mosquitos que vivem nos ambientes urbanos ao redor do mundo se especializaram em seguir nosso cheiro.

Podemos dizer que os humanos "domesticaram" populações de mosquito involuntariamente quando começaram a se organizar de forma mais complexa e (principalmente) armazenar grandes quantidades de água. As primeiras civilizações forneciam um estoque quase inesgotável de sangue e "ninhos" para as fêmeas − e isso fez com que elas se especializassem em nós.

Estudos de 2020 e 2023 sugerem uma hipótese de como isso aconteceu. Sabemos que o Aedes aegypti é originário da África, então os pesquisadores coletaram populações especialistas (que preferem humanos) e generalistas (que picam qualquer animal) por todo o continente. As especialistas se concentram no norte da África, mostrando que a aproximação com humanos provavelmente rolou por ali.


(Super Interessante, março 2024)
A alternativa em que há monossílabo tônico é: 
Alternativas
Q3465531 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Mosquito de estimação


Apenas as fêmeas do Aedes aegypti picam humanos. Elas usam as proteínas presentes no nosso sangue para amadurecer os ovos dentro do organismo. Quatro dias depois da picada, os ovos estão prontos para sair. E a água parada é o "ninho" que a mãe precisa encontrar para botá-los. O macho é o vegano da relação: se contenta apenas com frutas.

Só que nem todas as fêmeas preferem humanos, especificamente. Populações de A. aegypti que vivem nas savanas africanas, por exemplo, se alimentam de outros animais e não mostram interesse especial em nós. Já os mosquitos que vivem nos ambientes urbanos ao redor do mundo se especializaram em seguir nosso cheiro.

Podemos dizer que os humanos "domesticaram" populações de mosquito involuntariamente quando começaram a se organizar de forma mais complexa e (principalmente) armazenar grandes quantidades de água. As primeiras civilizações forneciam um estoque quase inesgotável de sangue e "ninhos" para as fêmeas − e isso fez com que elas se especializassem em nós.

Estudos de 2020 e 2023 sugerem uma hipótese de como isso aconteceu. Sabemos que o Aedes aegypti é originário da África, então os pesquisadores coletaram populações especialistas (que preferem humanos) e generalistas (que picam qualquer animal) por todo o continente. As especialistas se concentram no norte da África, mostrando que a aproximação com humanos provavelmente rolou por ali.


(Super Interessante, março 2024)
Em: "Podemos dizer que os humanos "domesticaram" populações de mosquitos (...)", as aspas na forma verbal indicam: 
Alternativas
Q3465530 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Mosquito de estimação


Apenas as fêmeas do Aedes aegypti picam humanos. Elas usam as proteínas presentes no nosso sangue para amadurecer os ovos dentro do organismo. Quatro dias depois da picada, os ovos estão prontos para sair. E a água parada é o "ninho" que a mãe precisa encontrar para botá-los. O macho é o vegano da relação: se contenta apenas com frutas.

Só que nem todas as fêmeas preferem humanos, especificamente. Populações de A. aegypti que vivem nas savanas africanas, por exemplo, se alimentam de outros animais e não mostram interesse especial em nós. Já os mosquitos que vivem nos ambientes urbanos ao redor do mundo se especializaram em seguir nosso cheiro.

Podemos dizer que os humanos "domesticaram" populações de mosquito involuntariamente quando começaram a se organizar de forma mais complexa e (principalmente) armazenar grandes quantidades de água. As primeiras civilizações forneciam um estoque quase inesgotável de sangue e "ninhos" para as fêmeas − e isso fez com que elas se especializassem em nós.

Estudos de 2020 e 2023 sugerem uma hipótese de como isso aconteceu. Sabemos que o Aedes aegypti é originário da África, então os pesquisadores coletaram populações especialistas (que preferem humanos) e generalistas (que picam qualquer animal) por todo o continente. As especialistas se concentram no norte da África, mostrando que a aproximação com humanos provavelmente rolou por ali.


(Super Interessante, março 2024)
Em: "Apenas as fêmeas do Aedes aegypti picam humanos.", a forma verbal apassivada é:
Alternativas
Q3465467 Português
Para trabalhar com a noção de memória pública, um professor do ensino fundamental usou fragmentos de um poema escrito por Manuel Bandeira
Minha gente, salvemos Ouro Preto!
As chuvas de verão ameaçaram derruir Ouro Preto. Ouro Preto, a avozinha, vacila. Meus amigos, meus inimigos, Salvemos Ouro Preto.
Bem sei que os monumentos veneráveis Não correm perigo. Mas Ouro Preto não é só o Palácio dos Governadores, A Casa dos Contos, A Casa da Câmara, Os templos, Os chafarizes, Os nobres sobrados da Rua Direita.
Ouro Preto são também os casebres de taipa de sopapo Agüentando-se uns aos outros ladeira abaixo, O casario do Vira-Saia, Que está vira-não-vira enxurro, E é a isso que precisamos acudir urgentemente!
[...]. BANDEIRA, Manuel. Minha gente, Salvemos Ouro Preto! Correio da Manhã. Rio de Janeiro, 11 set. 1949.
A partir do fragmento da poesia de Manuel Bandeira, o professor demonstrou que 
Alternativas
Q3463969 Português
No trecho “o circuito da leitura no cérebro não vai alocar tempo suficiente para um processamento cognitivo...” (10º parágrafo), a forma verbal destacada pode ser substituída sem alteração do sentido por: 
Alternativas
Q3463968 Português
Marque a opção em que a ocorrência de crase é terminantemente proibida:
Alternativas
Q3463967 Português
No trecho "Segundo um livro de Wolf prestes a ser lançado no Brasil (O Cérebro no Mundo Digital - Os desafios da leitura na nossa era; ed. Contexto) e algumas pesquisas sobre o tema” (3º parágrafo), O termo destacado pode ser corretamente classificado como: 
Alternativas
Q3463966 Português
Sobre a oração “Esse circuito cerebral começou a se desenvolver quando nossos antepassados passaram a contar cabeças de gado...” (7º parágrafo), a oração subordinada destacada pode ser corretamente classificada como:
Alternativas
Q3463965 Português
Em “...o circuito da leitura no cérebro não vai alocar tempo suficiente...” (10º parágrafo), o termo gramatical destacado foi corretamente classificado na opção:
Alternativas
Q3463964 Português
“Em um cenário de leitura apenas superficial” (10º parágrafo), o termo em destaque é um..... e está se referindo ao..... superficial.
As lacunas são corretamente completadas com a opção:
Alternativas
Q3463963 Português
No trecho “(...) a prática cada vez mais comum de apenas "passar os olhos" superficialmente...” (3º parágrafo), a palavra em destaque foi acentuada pelo mesmo motivo que todas abaixo, exceto: 
Alternativas
Q3463962 Português
Na passagem do texto “[...] nossa capacidade de entender argumentos complexos” (3º parágrafo), a única opção em que o x não tem o mesmo som da palavra destacada é:
Alternativas
Q3463961 Português
No texto, a expressão em destaque, “Ao apenas 'passar os olhos' em um texto,” (11º parágrafo), significa: 
Alternativas
Q3463960 Português
Com base no texto, depreende-se que a especialista ouvida: 
Alternativas
Q3463959 Português
De acordo com o livro de Wolf, o fato de lermos cada vez mais em telas, em vez de papel:
Alternativas
Q3463958 Português
A principal queixa com a qual as pessoas abordam a neurocientista em suas palestras e aulas é:
Alternativas
Q3463957 Português
De acordo com o texto a habilidade de leitura é resultado de um circuito cerebral: 
Alternativas
Q3463956 Português
De acordo com a fala “Não existe, portanto, um circuito genético para ler, que se desenvolva logo que uma criança nasce” (8º parágrafo), podemos concluir que:
Alternativas
Q3463955 Português
De acordo com o texto só é verdadeiro o que se afirma em: 
Alternativas
Respostas
46821: C
46822: A
46823: D
46824: B
46825: C
46826: D
46827: C
46828: E
46829: B
46830: C
46831: A
46832: C
46833: D
46834: E
46835: A
46836: A
46837: E
46838: C
46839: D
46840: B