Questões de Concurso Sobre português

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Q3483603 Português
Texto 2 


Ah, as Redes Sociais 

Por Bichinhos de Jardim  



Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/ah-as-redes-sociais/. Acesso em: 13 set. 2024.
É possível identificar, no Texto 2, um exemplo de onomatopeia na frase 
Alternativas
Q3483602 Português
Texto 2 


Ah, as Redes Sociais 

Por Bichinhos de Jardim  



Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/ah-as-redes-sociais/. Acesso em: 13 set. 2024.
Referente ao Texto 2, é correto afirmar que a personagem
Alternativas
Q3483601 Português
Texto 1


Psicólogo destaca a importância do lazer na saúde física e mental

Profissional explica como o descanso auxilia na qualidade de vida e indica opções de atividades

Por Izabelle Gomes

        As preocupações que surgem com as atividades diárias e a agitação da cidade grande são as principais causadoras do mau humor, cansaço e estresse. A qualidade de vida pode melhorar progressivamente se as pessoas colocarem em prática algumas atividades de lazer, que é uma das formas de diversão, descanso e desenvolvimento do corpo e da mente. 

        Segundo o psicólogo e professor da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau Recife, campus Caxangá, Amaro Ferreira, o lazer não pode ser visto como um desperdício de tempo, pois ele é fundamental para o nosso bem-estar e produtividade. “O lazer não ajuda somente no controle do estresse, mas também na percepção de autocuidado e equilíbrio na saúde mental e física”, comenta.

        O entretenimento proporciona muitos benefícios para a saúde, que tendem a impactar em diversas áreas, como o aumento na qualidade e expectativa de vida; a fuga da rotina; novas experiências, interesses e habilidades. “Por mais que alguém goste do seu trabalho, não é saudável viver somente naquele mesmo costume que pode causar cansaço e frustração. Encontrar uma atividade agradável ajuda no desenvolvimento pessoal e social e previne o surgimento de sintomas de depressão e ansiedade”, informa. 

        Não é preciso muito dinheiro para ter um momento de descanso. Existem ocupações simples que podem ser incluídas no cotidiano. Elas podem ser de cunho artístico, físico, manual, intelectual ou turístico. Alguns exemplos são cinema e teatro; as artes; decorações; prática de esportes e caminhadas; artesanatos; costura; jardinagem; leitura; viagens e passeios. “Existem atividades de lazer para todos os gostos. Você só precisa saber o que mais gosta e o que funciona para sua rotina”, explica o professor. 

        Devido à ampliação da expectativa de vida, as oportunidades de entretenimento podem prevenir alguns problemas de saúde, como estafa, perda de memória, transtornos psicológicos e doenças crônicas, a exemplo de diabetes e hipertensão. Para que seja possível o aproveitamento dos benefícios do lazer, é importante focar em si mesmo e no relaxamento. Se há dificuldades em aproveitar os momentos e levá-los com seriedade, procure ajuda de um especialista para obter os melhores resultados.

Adaptado de: https://www.uninassau.edu.br/noticias/psicologo destaca-importancia-do-lazer-na-saude-fisica-e-mental. Acesso em: 23 ago. 2024. 
Quanto à estrutura do Texto 1, como ela pode ser caracterizada? 
Alternativas
Q3483600 Português
Texto 1


Psicólogo destaca a importância do lazer na saúde física e mental

Profissional explica como o descanso auxilia na qualidade de vida e indica opções de atividades

Por Izabelle Gomes

        As preocupações que surgem com as atividades diárias e a agitação da cidade grande são as principais causadoras do mau humor, cansaço e estresse. A qualidade de vida pode melhorar progressivamente se as pessoas colocarem em prática algumas atividades de lazer, que é uma das formas de diversão, descanso e desenvolvimento do corpo e da mente. 

        Segundo o psicólogo e professor da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau Recife, campus Caxangá, Amaro Ferreira, o lazer não pode ser visto como um desperdício de tempo, pois ele é fundamental para o nosso bem-estar e produtividade. “O lazer não ajuda somente no controle do estresse, mas também na percepção de autocuidado e equilíbrio na saúde mental e física”, comenta.

        O entretenimento proporciona muitos benefícios para a saúde, que tendem a impactar em diversas áreas, como o aumento na qualidade e expectativa de vida; a fuga da rotina; novas experiências, interesses e habilidades. “Por mais que alguém goste do seu trabalho, não é saudável viver somente naquele mesmo costume que pode causar cansaço e frustração. Encontrar uma atividade agradável ajuda no desenvolvimento pessoal e social e previne o surgimento de sintomas de depressão e ansiedade”, informa. 

        Não é preciso muito dinheiro para ter um momento de descanso. Existem ocupações simples que podem ser incluídas no cotidiano. Elas podem ser de cunho artístico, físico, manual, intelectual ou turístico. Alguns exemplos são cinema e teatro; as artes; decorações; prática de esportes e caminhadas; artesanatos; costura; jardinagem; leitura; viagens e passeios. “Existem atividades de lazer para todos os gostos. Você só precisa saber o que mais gosta e o que funciona para sua rotina”, explica o professor. 

        Devido à ampliação da expectativa de vida, as oportunidades de entretenimento podem prevenir alguns problemas de saúde, como estafa, perda de memória, transtornos psicológicos e doenças crônicas, a exemplo de diabetes e hipertensão. Para que seja possível o aproveitamento dos benefícios do lazer, é importante focar em si mesmo e no relaxamento. Se há dificuldades em aproveitar os momentos e levá-los com seriedade, procure ajuda de um especialista para obter os melhores resultados.

Adaptado de: https://www.uninassau.edu.br/noticias/psicologo destaca-importancia-do-lazer-na-saude-fisica-e-mental. Acesso em: 23 ago. 2024. 
No excerto “Se há dificuldades em aproveitar os momentos e levá-los com seriedade, procure ajuda [...]” (Texto 1), a conjunção em destaque introduz uma oração com função 
Alternativas
Q3483599 Português
Texto 1


Psicólogo destaca a importância do lazer na saúde física e mental

Profissional explica como o descanso auxilia na qualidade de vida e indica opções de atividades

Por Izabelle Gomes

        As preocupações que surgem com as atividades diárias e a agitação da cidade grande são as principais causadoras do mau humor, cansaço e estresse. A qualidade de vida pode melhorar progressivamente se as pessoas colocarem em prática algumas atividades de lazer, que é uma das formas de diversão, descanso e desenvolvimento do corpo e da mente. 

        Segundo o psicólogo e professor da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau Recife, campus Caxangá, Amaro Ferreira, o lazer não pode ser visto como um desperdício de tempo, pois ele é fundamental para o nosso bem-estar e produtividade. “O lazer não ajuda somente no controle do estresse, mas também na percepção de autocuidado e equilíbrio na saúde mental e física”, comenta.

        O entretenimento proporciona muitos benefícios para a saúde, que tendem a impactar em diversas áreas, como o aumento na qualidade e expectativa de vida; a fuga da rotina; novas experiências, interesses e habilidades. “Por mais que alguém goste do seu trabalho, não é saudável viver somente naquele mesmo costume que pode causar cansaço e frustração. Encontrar uma atividade agradável ajuda no desenvolvimento pessoal e social e previne o surgimento de sintomas de depressão e ansiedade”, informa. 

        Não é preciso muito dinheiro para ter um momento de descanso. Existem ocupações simples que podem ser incluídas no cotidiano. Elas podem ser de cunho artístico, físico, manual, intelectual ou turístico. Alguns exemplos são cinema e teatro; as artes; decorações; prática de esportes e caminhadas; artesanatos; costura; jardinagem; leitura; viagens e passeios. “Existem atividades de lazer para todos os gostos. Você só precisa saber o que mais gosta e o que funciona para sua rotina”, explica o professor. 

        Devido à ampliação da expectativa de vida, as oportunidades de entretenimento podem prevenir alguns problemas de saúde, como estafa, perda de memória, transtornos psicológicos e doenças crônicas, a exemplo de diabetes e hipertensão. Para que seja possível o aproveitamento dos benefícios do lazer, é importante focar em si mesmo e no relaxamento. Se há dificuldades em aproveitar os momentos e levá-los com seriedade, procure ajuda de um especialista para obter os melhores resultados.

Adaptado de: https://www.uninassau.edu.br/noticias/psicologo destaca-importancia-do-lazer-na-saude-fisica-e-mental. Acesso em: 23 ago. 2024. 
Referente à ortografia de palavras adaptadas do Texto 1, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3483598 Português
Texto 1


Psicólogo destaca a importância do lazer na saúde física e mental

Profissional explica como o descanso auxilia na qualidade de vida e indica opções de atividades

Por Izabelle Gomes

        As preocupações que surgem com as atividades diárias e a agitação da cidade grande são as principais causadoras do mau humor, cansaço e estresse. A qualidade de vida pode melhorar progressivamente se as pessoas colocarem em prática algumas atividades de lazer, que é uma das formas de diversão, descanso e desenvolvimento do corpo e da mente. 

        Segundo o psicólogo e professor da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau Recife, campus Caxangá, Amaro Ferreira, o lazer não pode ser visto como um desperdício de tempo, pois ele é fundamental para o nosso bem-estar e produtividade. “O lazer não ajuda somente no controle do estresse, mas também na percepção de autocuidado e equilíbrio na saúde mental e física”, comenta.

        O entretenimento proporciona muitos benefícios para a saúde, que tendem a impactar em diversas áreas, como o aumento na qualidade e expectativa de vida; a fuga da rotina; novas experiências, interesses e habilidades. “Por mais que alguém goste do seu trabalho, não é saudável viver somente naquele mesmo costume que pode causar cansaço e frustração. Encontrar uma atividade agradável ajuda no desenvolvimento pessoal e social e previne o surgimento de sintomas de depressão e ansiedade”, informa. 

        Não é preciso muito dinheiro para ter um momento de descanso. Existem ocupações simples que podem ser incluídas no cotidiano. Elas podem ser de cunho artístico, físico, manual, intelectual ou turístico. Alguns exemplos são cinema e teatro; as artes; decorações; prática de esportes e caminhadas; artesanatos; costura; jardinagem; leitura; viagens e passeios. “Existem atividades de lazer para todos os gostos. Você só precisa saber o que mais gosta e o que funciona para sua rotina”, explica o professor. 

        Devido à ampliação da expectativa de vida, as oportunidades de entretenimento podem prevenir alguns problemas de saúde, como estafa, perda de memória, transtornos psicológicos e doenças crônicas, a exemplo de diabetes e hipertensão. Para que seja possível o aproveitamento dos benefícios do lazer, é importante focar em si mesmo e no relaxamento. Se há dificuldades em aproveitar os momentos e levá-los com seriedade, procure ajuda de um especialista para obter os melhores resultados.

Adaptado de: https://www.uninassau.edu.br/noticias/psicologo destaca-importancia-do-lazer-na-saude-fisica-e-mental. Acesso em: 23 ago. 2024. 
Considerando o uso da vírgula, assinale a alternativa em que a frase adaptada do Texto 1 está redigida corretamente. 
Alternativas
Q3483597 Português
Texto 1


Psicólogo destaca a importância do lazer na saúde física e mental

Profissional explica como o descanso auxilia na qualidade de vida e indica opções de atividades

Por Izabelle Gomes

        As preocupações que surgem com as atividades diárias e a agitação da cidade grande são as principais causadoras do mau humor, cansaço e estresse. A qualidade de vida pode melhorar progressivamente se as pessoas colocarem em prática algumas atividades de lazer, que é uma das formas de diversão, descanso e desenvolvimento do corpo e da mente. 

        Segundo o psicólogo e professor da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau Recife, campus Caxangá, Amaro Ferreira, o lazer não pode ser visto como um desperdício de tempo, pois ele é fundamental para o nosso bem-estar e produtividade. “O lazer não ajuda somente no controle do estresse, mas também na percepção de autocuidado e equilíbrio na saúde mental e física”, comenta.

        O entretenimento proporciona muitos benefícios para a saúde, que tendem a impactar em diversas áreas, como o aumento na qualidade e expectativa de vida; a fuga da rotina; novas experiências, interesses e habilidades. “Por mais que alguém goste do seu trabalho, não é saudável viver somente naquele mesmo costume que pode causar cansaço e frustração. Encontrar uma atividade agradável ajuda no desenvolvimento pessoal e social e previne o surgimento de sintomas de depressão e ansiedade”, informa. 

        Não é preciso muito dinheiro para ter um momento de descanso. Existem ocupações simples que podem ser incluídas no cotidiano. Elas podem ser de cunho artístico, físico, manual, intelectual ou turístico. Alguns exemplos são cinema e teatro; as artes; decorações; prática de esportes e caminhadas; artesanatos; costura; jardinagem; leitura; viagens e passeios. “Existem atividades de lazer para todos os gostos. Você só precisa saber o que mais gosta e o que funciona para sua rotina”, explica o professor. 

        Devido à ampliação da expectativa de vida, as oportunidades de entretenimento podem prevenir alguns problemas de saúde, como estafa, perda de memória, transtornos psicológicos e doenças crônicas, a exemplo de diabetes e hipertensão. Para que seja possível o aproveitamento dos benefícios do lazer, é importante focar em si mesmo e no relaxamento. Se há dificuldades em aproveitar os momentos e levá-los com seriedade, procure ajuda de um especialista para obter os melhores resultados.

Adaptado de: https://www.uninassau.edu.br/noticias/psicologo destaca-importancia-do-lazer-na-saude-fisica-e-mental. Acesso em: 23 ago. 2024. 
Em “O lazer não ajuda somente no controle do estresse, mas também na percepção de autocuidado e equilíbrio na saúde mental e física.” (Texto 1), a expressão em destaque indica 
Alternativas
Q3483596 Português
Texto 1


Psicólogo destaca a importância do lazer na saúde física e mental

Profissional explica como o descanso auxilia na qualidade de vida e indica opções de atividades

Por Izabelle Gomes

        As preocupações que surgem com as atividades diárias e a agitação da cidade grande são as principais causadoras do mau humor, cansaço e estresse. A qualidade de vida pode melhorar progressivamente se as pessoas colocarem em prática algumas atividades de lazer, que é uma das formas de diversão, descanso e desenvolvimento do corpo e da mente. 

        Segundo o psicólogo e professor da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau Recife, campus Caxangá, Amaro Ferreira, o lazer não pode ser visto como um desperdício de tempo, pois ele é fundamental para o nosso bem-estar e produtividade. “O lazer não ajuda somente no controle do estresse, mas também na percepção de autocuidado e equilíbrio na saúde mental e física”, comenta.

        O entretenimento proporciona muitos benefícios para a saúde, que tendem a impactar em diversas áreas, como o aumento na qualidade e expectativa de vida; a fuga da rotina; novas experiências, interesses e habilidades. “Por mais que alguém goste do seu trabalho, não é saudável viver somente naquele mesmo costume que pode causar cansaço e frustração. Encontrar uma atividade agradável ajuda no desenvolvimento pessoal e social e previne o surgimento de sintomas de depressão e ansiedade”, informa. 

        Não é preciso muito dinheiro para ter um momento de descanso. Existem ocupações simples que podem ser incluídas no cotidiano. Elas podem ser de cunho artístico, físico, manual, intelectual ou turístico. Alguns exemplos são cinema e teatro; as artes; decorações; prática de esportes e caminhadas; artesanatos; costura; jardinagem; leitura; viagens e passeios. “Existem atividades de lazer para todos os gostos. Você só precisa saber o que mais gosta e o que funciona para sua rotina”, explica o professor. 

        Devido à ampliação da expectativa de vida, as oportunidades de entretenimento podem prevenir alguns problemas de saúde, como estafa, perda de memória, transtornos psicológicos e doenças crônicas, a exemplo de diabetes e hipertensão. Para que seja possível o aproveitamento dos benefícios do lazer, é importante focar em si mesmo e no relaxamento. Se há dificuldades em aproveitar os momentos e levá-los com seriedade, procure ajuda de um especialista para obter os melhores resultados.

Adaptado de: https://www.uninassau.edu.br/noticias/psicologo destaca-importancia-do-lazer-na-saude-fisica-e-mental. Acesso em: 23 ago. 2024. 
No excerto “Para que seja possível o aproveitamento dos benefícios do lazer, é importante focar em si mesmo e no relaxamento. [...]” (Texto 1), as expressões destacadas podem ser substituídas – sem alteração semântica e de forma correta –, respectivamente, por 
Alternativas
Q3483595 Português
Texto 1


Psicólogo destaca a importância do lazer na saúde física e mental

Profissional explica como o descanso auxilia na qualidade de vida e indica opções de atividades

Por Izabelle Gomes

        As preocupações que surgem com as atividades diárias e a agitação da cidade grande são as principais causadoras do mau humor, cansaço e estresse. A qualidade de vida pode melhorar progressivamente se as pessoas colocarem em prática algumas atividades de lazer, que é uma das formas de diversão, descanso e desenvolvimento do corpo e da mente. 

        Segundo o psicólogo e professor da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau Recife, campus Caxangá, Amaro Ferreira, o lazer não pode ser visto como um desperdício de tempo, pois ele é fundamental para o nosso bem-estar e produtividade. “O lazer não ajuda somente no controle do estresse, mas também na percepção de autocuidado e equilíbrio na saúde mental e física”, comenta.

        O entretenimento proporciona muitos benefícios para a saúde, que tendem a impactar em diversas áreas, como o aumento na qualidade e expectativa de vida; a fuga da rotina; novas experiências, interesses e habilidades. “Por mais que alguém goste do seu trabalho, não é saudável viver somente naquele mesmo costume que pode causar cansaço e frustração. Encontrar uma atividade agradável ajuda no desenvolvimento pessoal e social e previne o surgimento de sintomas de depressão e ansiedade”, informa. 

        Não é preciso muito dinheiro para ter um momento de descanso. Existem ocupações simples que podem ser incluídas no cotidiano. Elas podem ser de cunho artístico, físico, manual, intelectual ou turístico. Alguns exemplos são cinema e teatro; as artes; decorações; prática de esportes e caminhadas; artesanatos; costura; jardinagem; leitura; viagens e passeios. “Existem atividades de lazer para todos os gostos. Você só precisa saber o que mais gosta e o que funciona para sua rotina”, explica o professor. 

        Devido à ampliação da expectativa de vida, as oportunidades de entretenimento podem prevenir alguns problemas de saúde, como estafa, perda de memória, transtornos psicológicos e doenças crônicas, a exemplo de diabetes e hipertensão. Para que seja possível o aproveitamento dos benefícios do lazer, é importante focar em si mesmo e no relaxamento. Se há dificuldades em aproveitar os momentos e levá-los com seriedade, procure ajuda de um especialista para obter os melhores resultados.

Adaptado de: https://www.uninassau.edu.br/noticias/psicologo destaca-importancia-do-lazer-na-saude-fisica-e-mental. Acesso em: 23 ago. 2024. 
De acordo com o Texto 1, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3483563 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que às vezes fracassamos quando nos esforçamos demais


"Quando a imaginação e a força de vontade estão em conflito, são antagônicas, é sempre a imaginação que vence, sem exceção."

Foi assim que o psicólogo francês Émile Coué explicou o que o intelectual e escritor Aldous Huxley chamou de Lei do Esforço Inverso.

Se a bela frase de Coué te confundiu, pense na areia movediça. É uma superfície que parece sólida, mas que se você pisar nela, esta se separa em água e areia e faz o corpo afundar e sair exige uma força enorme.

Muitos de nós só vimos isso em filmes ou quadrinhos, quando personagens são engolidos enquanto tentam desesperadamente evitar o destino.

É aí que reside o erro e a razão pela qual as areias movediças são uma boa analogia.

Algo semelhante deve ser feito quando você não consegue adormecer, ou tem um ataque de riso em um momento inconveniente, ou não consegue lembrar-se de algo; em vez de se forçar a tentar fazer o que não consegue, relaxe ou pense em outra coisa.

Isso porque, embora possa parecer contraditório, às vezes fracassamos porque nos esforçamos demais.

Isso não significa que você tenha que fazer nada, ou que sempre precisa ter uma atitude passiva diante da vida, mas, às vezes, quanto mais você tenta melhorar algo através da força de vontade, mais piora a situação.

O escritor Liev Tolstói ilustrou o conceito em seu livro Anna Karenina, descrevendo o que aconteceu ao proprietário de terras Konstantin Levin quando ele encontrou harmonia no cultivo da terra com os camponeses:

"Começou a ocorrer uma mudança no trabalho que o enchia de prazer. No meio do trabalho, havia momentos em que ele se esquecia do que estava fazendo e trabalhava sem esforço, e nesses mesmos momentos sua fileira era tão bem cortada quanto a de Tit."

"Mas assim que se lembrava do que estava fazendo e tentava fazer melhor, sentia o peso do esforço e tudo resultava pior."

Os taoístas chamam algo semelhante de "wu wei", que pode ser traduzido como "ação sem esforço".

Em linhas gerais, a ideia é que quando paramos de lutar e aprendemos a esperar e observar, vemos com mais clareza que existem forças externas que nos superam e, às vezes, temos que seguir o fluxo e só agir no momento certo e com as medidas corretas para chegar ao destino desejado.

Ao agir precipitadamente, cada passo é um erro potencial, e a emoção e o ego guiam as decisões mais do que a razão. 


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3g2996p2mjo. Adaptado.
O escritor Liev Tolstói ilustrou o conceito em seu livro Anna Karenina.

O verbo presente na oração comporta-se, nesta frase, como verbo:
Alternativas
Q3483556 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que às vezes fracassamos quando nos esforçamos demais


"Quando a imaginação e a força de vontade estão em conflito, são antagônicas, é sempre a imaginação que vence, sem exceção."

Foi assim que o psicólogo francês Émile Coué explicou o que o intelectual e escritor Aldous Huxley chamou de Lei do Esforço Inverso.

Se a bela frase de Coué te confundiu, pense na areia movediça. É uma superfície que parece sólida, mas que se você pisar nela, esta se separa em água e areia e faz o corpo afundar e sair exige uma força enorme.

Muitos de nós só vimos isso em filmes ou quadrinhos, quando personagens são engolidos enquanto tentam desesperadamente evitar o destino.

É aí que reside o erro e a razão pela qual as areias movediças são uma boa analogia.

Algo semelhante deve ser feito quando você não consegue adormecer, ou tem um ataque de riso em um momento inconveniente, ou não consegue lembrar-se de algo; em vez de se forçar a tentar fazer o que não consegue, relaxe ou pense em outra coisa.

Isso porque, embora possa parecer contraditório, às vezes fracassamos porque nos esforçamos demais.

Isso não significa que você tenha que fazer nada, ou que sempre precisa ter uma atitude passiva diante da vida, mas, às vezes, quanto mais você tenta melhorar algo através da força de vontade, mais piora a situação.

O escritor Liev Tolstói ilustrou o conceito em seu livro Anna Karenina, descrevendo o que aconteceu ao proprietário de terras Konstantin Levin quando ele encontrou harmonia no cultivo da terra com os camponeses:

"Começou a ocorrer uma mudança no trabalho que o enchia de prazer. No meio do trabalho, havia momentos em que ele se esquecia do que estava fazendo e trabalhava sem esforço, e nesses mesmos momentos sua fileira era tão bem cortada quanto a de Tit."

"Mas assim que se lembrava do que estava fazendo e tentava fazer melhor, sentia o peso do esforço e tudo resultava pior."

Os taoístas chamam algo semelhante de "wu wei", que pode ser traduzido como "ação sem esforço".

Em linhas gerais, a ideia é que quando paramos de lutar e aprendemos a esperar e observar, vemos com mais clareza que existem forças externas que nos superam e, às vezes, temos que seguir o fluxo e só agir no momento certo e com as medidas corretas para chegar ao destino desejado.

Ao agir precipitadamente, cada passo é um erro potencial, e a emoção e o ego guiam as decisões mais do que a razão. 


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3g2996p2mjo. Adaptado.
Em vez de se forçar a tentar fazer o que não consegue, 'relaxe ou pense em outra coisa'.

Sintaticamente, em relação à expressão destacada:
Alternativas
Q3483534 Português
Assinale a alternativa em que a forma superlativa absoluta analítica do adjetivo está correta, segundo a norma-padrão.
Alternativas
Q3483532 Português
Assinale a alternativa em que a palavra dada apresenta um sufixo formador de substantivo derivado de verbo.
Alternativas
Q3483531 Português
Carnaval


          Incipiente alegria na tarde carnavalesca. Os sambas passam nos automóveis abertos. Um vento beija a avenida larga, trêmula nas serpentinas, rodopia nos confetes, caminha na voz das cantigas. As moças lindas, em fantasias de cores vivas e leves, vão com os cabelos alvoroçados pelo vento. Meu amigo comprou 200 gramas metálicas. Andou pelas ruas que se animavam. Encheu os bolsos de confetes. Foi andando...

        E na boca da noite vieram cordões, ranchos, blocos, bandos. A multidão encheu as ruas que a noite engoliu. Mas as luzes rebentaram de todos os lados e a garganta da massa se abriu em delírio. Meu amigo foi andando. Apertou-se entre homens excitados e mulheres que cantavam e riam. Entrou na confusão das raças irmanadas pelo prazer comum da carne. Alguém lhe jogou confetes na boca, lança-perfume nos olhos. Uma serpentina bateu em seu nariz. Um reco-reco gritou em seu ouvido. Foi andando. Um automóvel do corso quase o esmagou. Um bloco o arrastou pelo meio da massa, com força inelutável de uma corrente marinha. Uma mulher qualquer cantou à toa, para ele, uma frase de samba. Jogou um pouco de confetes no cabelo da mulher. Jogou-lhe éter no corpo. Ela defendeu-se e riu. Depois desapareceu, arrastada. Meu amigo foi andando. Tinha um cravo na lapela, um cravo que tirara da mesa do restaurante. Uma moça pediu a flor. Ele a encharcou de éter e fez presente. Foi andando. Automaticamente cantou sambas e marchas. Teve mil pequenas aventuras inconsequentes e rápidas. Um homem bêbado quis arrebatar o lança-perfume de sua mão. Foi andando. No meio de uma confusão, recebeu e distribuiu socos e empurrões sem saber de quem, para quem, por que, nem para quê. Meu amigo entrou no baile. Agarrou-se ao ombro de uma mulher e foi no cordão, dançando, cantando, suando. Repetiu três vezes com o mesmo par a marchinha do momento. Apaixonou-se de repente por uma fantasia, por um corpo, por uma risada. Bebeu.

        Meu amigo foi a outro baile. De madrugada, meu amigo saiu pela rua vazia, sem programa. Passavam os foliões cansados, as mulheres mais belas pela fadiga e pelo suor. Um homem grisalho carregava pelo braço uma adolescente que se queixava de dor nos pés.

          Meu amigo arranjou uma mulher: a mulher que sempre aparece. A mulher que não vimos na rua nem no baile e que aparece na mesa do bar ou do restaurante, no último instante. Esguichou seu último lança-perfume nos braços e nos seios da mulher. Jogou os últimos confetes em seu cabelo. Ela repetiu um samba mil vezes repetido. Foram.

        No caminho, meu amigo parou. No canto da calçada, um menino sujo e esfarrapado dormia. Dormia sobre um saco de estopa cheio de serpentinas que juntara para vender. Pararam. A mulher disse: coitadinho... Meu amigo olhou em silêncio o menino que dormia. Sentiu pena. Olhou a mulher. Balançou a bisnaga. Ainda havia um resto de éter. Jogou na perna da criança, que acordou assustada. A mulher disse: você é ruim! coitadinho... A criança ficou olhando estremunhada, resmungou um xingamento e tornou a dormir. Meu amigo jogou a bisnaga no asfalto. Sentia-se bêbado. Apertou a mulher contra seu corpo e mandou parar um automóvel que passava. No apartamento, antes de deitar-se, olhou-se no espelho do guarda-roupa. Fantasiado. Exausto. Beijou a mulher na boca como se beija uma noiva. E pensou desanimado: eu sou um folião. Evoé!


BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.
Considere o excerto: “Repetiu três vezes com o mesmo par a marchinha do momento.” Assinale a alternativa que apresenta:

I. a regência verbal de ‘repetiu’, no contexto apresentado,
II. e o termo regido, correspondente à regência apontada em I.
Alternativas
Q3483529 Português
Carnaval


          Incipiente alegria na tarde carnavalesca. Os sambas passam nos automóveis abertos. Um vento beija a avenida larga, trêmula nas serpentinas, rodopia nos confetes, caminha na voz das cantigas. As moças lindas, em fantasias de cores vivas e leves, vão com os cabelos alvoroçados pelo vento. Meu amigo comprou 200 gramas metálicas. Andou pelas ruas que se animavam. Encheu os bolsos de confetes. Foi andando...

        E na boca da noite vieram cordões, ranchos, blocos, bandos. A multidão encheu as ruas que a noite engoliu. Mas as luzes rebentaram de todos os lados e a garganta da massa se abriu em delírio. Meu amigo foi andando. Apertou-se entre homens excitados e mulheres que cantavam e riam. Entrou na confusão das raças irmanadas pelo prazer comum da carne. Alguém lhe jogou confetes na boca, lança-perfume nos olhos. Uma serpentina bateu em seu nariz. Um reco-reco gritou em seu ouvido. Foi andando. Um automóvel do corso quase o esmagou. Um bloco o arrastou pelo meio da massa, com força inelutável de uma corrente marinha. Uma mulher qualquer cantou à toa, para ele, uma frase de samba. Jogou um pouco de confetes no cabelo da mulher. Jogou-lhe éter no corpo. Ela defendeu-se e riu. Depois desapareceu, arrastada. Meu amigo foi andando. Tinha um cravo na lapela, um cravo que tirara da mesa do restaurante. Uma moça pediu a flor. Ele a encharcou de éter e fez presente. Foi andando. Automaticamente cantou sambas e marchas. Teve mil pequenas aventuras inconsequentes e rápidas. Um homem bêbado quis arrebatar o lança-perfume de sua mão. Foi andando. No meio de uma confusão, recebeu e distribuiu socos e empurrões sem saber de quem, para quem, por que, nem para quê. Meu amigo entrou no baile. Agarrou-se ao ombro de uma mulher e foi no cordão, dançando, cantando, suando. Repetiu três vezes com o mesmo par a marchinha do momento. Apaixonou-se de repente por uma fantasia, por um corpo, por uma risada. Bebeu.

        Meu amigo foi a outro baile. De madrugada, meu amigo saiu pela rua vazia, sem programa. Passavam os foliões cansados, as mulheres mais belas pela fadiga e pelo suor. Um homem grisalho carregava pelo braço uma adolescente que se queixava de dor nos pés.

          Meu amigo arranjou uma mulher: a mulher que sempre aparece. A mulher que não vimos na rua nem no baile e que aparece na mesa do bar ou do restaurante, no último instante. Esguichou seu último lança-perfume nos braços e nos seios da mulher. Jogou os últimos confetes em seu cabelo. Ela repetiu um samba mil vezes repetido. Foram.

        No caminho, meu amigo parou. No canto da calçada, um menino sujo e esfarrapado dormia. Dormia sobre um saco de estopa cheio de serpentinas que juntara para vender. Pararam. A mulher disse: coitadinho... Meu amigo olhou em silêncio o menino que dormia. Sentiu pena. Olhou a mulher. Balançou a bisnaga. Ainda havia um resto de éter. Jogou na perna da criança, que acordou assustada. A mulher disse: você é ruim! coitadinho... A criança ficou olhando estremunhada, resmungou um xingamento e tornou a dormir. Meu amigo jogou a bisnaga no asfalto. Sentia-se bêbado. Apertou a mulher contra seu corpo e mandou parar um automóvel que passava. No apartamento, antes de deitar-se, olhou-se no espelho do guarda-roupa. Fantasiado. Exausto. Beijou a mulher na boca como se beija uma noiva. E pensou desanimado: eu sou um folião. Evoé!


BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.
Considere o excerto: “Apertou-se entre homens excitados e mulheres que cantavam e riam.” Nesse contexto, as palavras “se”, “entre”, “mulheres” e “que” classificam-se gramaticalmente e respectivamente como:
Alternativas
Q3483527 Português
Carnaval


          Incipiente alegria na tarde carnavalesca. Os sambas passam nos automóveis abertos. Um vento beija a avenida larga, trêmula nas serpentinas, rodopia nos confetes, caminha na voz das cantigas. As moças lindas, em fantasias de cores vivas e leves, vão com os cabelos alvoroçados pelo vento. Meu amigo comprou 200 gramas metálicas. Andou pelas ruas que se animavam. Encheu os bolsos de confetes. Foi andando...

        E na boca da noite vieram cordões, ranchos, blocos, bandos. A multidão encheu as ruas que a noite engoliu. Mas as luzes rebentaram de todos os lados e a garganta da massa se abriu em delírio. Meu amigo foi andando. Apertou-se entre homens excitados e mulheres que cantavam e riam. Entrou na confusão das raças irmanadas pelo prazer comum da carne. Alguém lhe jogou confetes na boca, lança-perfume nos olhos. Uma serpentina bateu em seu nariz. Um reco-reco gritou em seu ouvido. Foi andando. Um automóvel do corso quase o esmagou. Um bloco o arrastou pelo meio da massa, com força inelutável de uma corrente marinha. Uma mulher qualquer cantou à toa, para ele, uma frase de samba. Jogou um pouco de confetes no cabelo da mulher. Jogou-lhe éter no corpo. Ela defendeu-se e riu. Depois desapareceu, arrastada. Meu amigo foi andando. Tinha um cravo na lapela, um cravo que tirara da mesa do restaurante. Uma moça pediu a flor. Ele a encharcou de éter e fez presente. Foi andando. Automaticamente cantou sambas e marchas. Teve mil pequenas aventuras inconsequentes e rápidas. Um homem bêbado quis arrebatar o lança-perfume de sua mão. Foi andando. No meio de uma confusão, recebeu e distribuiu socos e empurrões sem saber de quem, para quem, por que, nem para quê. Meu amigo entrou no baile. Agarrou-se ao ombro de uma mulher e foi no cordão, dançando, cantando, suando. Repetiu três vezes com o mesmo par a marchinha do momento. Apaixonou-se de repente por uma fantasia, por um corpo, por uma risada. Bebeu.

        Meu amigo foi a outro baile. De madrugada, meu amigo saiu pela rua vazia, sem programa. Passavam os foliões cansados, as mulheres mais belas pela fadiga e pelo suor. Um homem grisalho carregava pelo braço uma adolescente que se queixava de dor nos pés.

          Meu amigo arranjou uma mulher: a mulher que sempre aparece. A mulher que não vimos na rua nem no baile e que aparece na mesa do bar ou do restaurante, no último instante. Esguichou seu último lança-perfume nos braços e nos seios da mulher. Jogou os últimos confetes em seu cabelo. Ela repetiu um samba mil vezes repetido. Foram.

        No caminho, meu amigo parou. No canto da calçada, um menino sujo e esfarrapado dormia. Dormia sobre um saco de estopa cheio de serpentinas que juntara para vender. Pararam. A mulher disse: coitadinho... Meu amigo olhou em silêncio o menino que dormia. Sentiu pena. Olhou a mulher. Balançou a bisnaga. Ainda havia um resto de éter. Jogou na perna da criança, que acordou assustada. A mulher disse: você é ruim! coitadinho... A criança ficou olhando estremunhada, resmungou um xingamento e tornou a dormir. Meu amigo jogou a bisnaga no asfalto. Sentia-se bêbado. Apertou a mulher contra seu corpo e mandou parar um automóvel que passava. No apartamento, antes de deitar-se, olhou-se no espelho do guarda-roupa. Fantasiado. Exausto. Beijou a mulher na boca como se beija uma noiva. E pensou desanimado: eu sou um folião. Evoé!


BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.
O verbo “juntara”, no excerto “Dormia sobre um saco de estopa cheio de serpentinas que juntara para vender.”, está conjugado no: 
Alternativas
Q3483485 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O tempo é outro

No último treino de basquete que participei, veio de novo aquela sensação de que o tempo passou. E passou bonito. Porque em minha cabeça, a jogada estava certinha, mano, perfeita! Mas na hora de executar, quem disse que saiu?

Expectativa e realidade que fala, né? Tipo: a cabeça sabia o que fazer, mas o corpo não acompanhou.

E não é uma questão de estar ou não em forma. A parada é que aos 49 o corpo já não salta mais como aos 18 e se a cabeça não estiver boa o suficiente pode realmente dar pano para o divã. Tenho muitos amigos que simplesmente se recusam a aceitar que o tempo mudou. O tempo, de fato, é outro.

Claro que tudo tem a ver também com motivação porque com a mente focada naquilo que você ama fazer, alguns limites são superados. Eu, por exemplo, consigo carregar um equipamento de três quilos na mão o dia todo para fazer um ensaio fotográfico ou ficar em pé por horas dando aula, mas o fato é que nada disso ocorre impunemente e a conta chega cada vez pesada ao final.

Eu me preocupo com isso sim. Não tenho muito esta paranoia de classe média de trabalhar como um camelo em nome de uma aposentadoria privada razoável. A gente quer sim ter mais qualidade de vida, mas é para hoje que isso se faz urgente, para curtir a vida hoje, os filhos hoje, a esposa hoje, o mundo lindo como ele é, hoje!

Mas voltando ao UFC "Corpo x Mente", tem uma parte que isso fica legal: a maturidade.

Sim, porque com o tempo e sabedoria que ele nos traz, aprendemos a pensar e agir bem melhor. É o lance de você saber se entra ou não em uma discussão porque talvez não terá muita paciência para aquilo ou até mesmo saúde mental para segurar a bronca.

Neste caso, corpo e mente trabalham de forma perfeita e evitam problemas que facilmente aceitaríamos com uma cabeça mais jovem.

Enfim, prós e contras.

Mas que eu queria fazer de novo aquela infiltração, aquela bandeja perfeita e só soltar a bola quase que dentro da cesta, isso eu queria. Help!

Roberto Mancuzo


https://www.imparcial.com.br/noticias/o-tempo-e-outro,65342 
O autor do texto "O tempo é outro" expressa um desejo nostálgico de reviver momentos de habilidade e vigor físico do passado, ao mesmo tempo em que reconhece as limitações impostas pelo tempo.
A maturidade é apresentada como, EXCETO:
Alternativas
Q3483391 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O que aconteceria se você se encontrasse com seu eu futuro?





Um clássico conto do escritor americano Ted Chiang conta a história de um jovem comerciante que viaja para o futuro e encontra o seu "eu" de anos depois. Ao longo da história, o homem recebe alertas, promessas e dicas daquela versão mais idosa e sábia de si próprio.


Essas premonições mudam o curso da vida do comerciante, até que ele acaba se tornando o homem mais velho, que encontra seu eu mais jovem e compartilha aquele mesmo conhecimento.


Este tipo de narrativa, por razões óbvias, sempre ficou restrito ao campo da ficção científica. Mas e se − um grande "se" − você realmente conseguisse encontrar o seu eu do futuro?


Esta é uma questão bastante estranha, mas acredito que vale a pena pensar mais sobre ela e nas pesquisas que realizei.


Meus estudos se concentraram principalmente em como as pessoas pensam e se relacionam com seus "eus" futuros, e publiquei recentemente um livro sobre o assunto. Nele, exploro os motivos que nos levam a ter tanta dificuldade para tomar decisões de longo prazo e como podemos fazer escolhas melhores, ampliando nossa conexão emocional com nosso eu futuro.


Minhas pesquisas me ensinaram que costumamos imaginar o nosso eu futuro como outra pessoa − e esta tendência pode nos criar problemas.


Pense em alguém na sua vida que você mal conhece: um vizinho ou um colega de trabalho, por exemplo. Se esse estranho pedisse que você se privasse de algo em seu benefício − que lhe emprestasse dinheiro, por exemplo − talvez você educadamente recusasse.


Se tratarmos o nosso eu futuro da mesma forma, faz sentido por que, às vezes, nós cedemos aos nossos desejos imediatos em vez de fazer algo que nos traria um bem maior a longo prazo.


Nós poderíamos pelo menos tentar fazer com que o nosso eu futuro se parecesse menos com estranhos e mais com pessoas próximas, como nossos parceiros, nossos entes queridos ou melhores amigos.


Em um estudo recente, por exemplo, meus colaboradores e eu fizemos uma parceria com um banco e descobrimos que clientes que recebem imagens de si próprios com o avanço da idade, ao lado de mensagens incentivando que eles economizem para a aposentadoria, são 16% mais propensos a fazer uma contribuição para a aposentadoria do que as pessoas que receberam apenas as mensagens de incentivo.


Outro estudo concluiu que escrever cartas para si próprio no futuro − e respondê-las − também pode fortalecer a conexão entre o eu atual e o do futuro.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckrpd3md325o.

Adaptado.


Um clássico conto do escritor americano Ted Chiang conta a história de um jovem comerciante que viaja para o futuro e encontra o seu "eu" de anos depois. Ao longo da história, o homem recebe alertas, promessas e dicas daquela versão mais idosa e sábia de si próprio.

De acordo com o texto e o foco das pesquisas do autor, o texto:
Alternativas
Q3483354 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O tempo é outro

No último treino de basquete que participei, veio de novo aquela sensação de que o tempo passou. E passou bonito. Porque em minha cabeça, a jogada estava certinha, mano, perfeita! Mas na hora de executar, quem disse que saiu?

Expectativa e realidade que fala, né? Tipo: a cabeça sabia o que fazer, mas o corpo não acompanhou.

E não é uma questão de estar ou não em forma. A parada é que aos 49 o corpo já não salta mais como aos 18 e se a cabeça não estiver boa o suficiente pode realmente dar pano para o divã. Tenho muitos amigos que simplesmente se recusam a aceitar que o tempo mudou. O tempo, de fato, é outro.

Claro que tudo tem a ver também com motivação porque com a mente focada naquilo que você ama fazer, alguns limites são superados. Eu, por exemplo, consigo carregar um equipamento de três quilos na mão o dia todo para fazer um ensaio fotográfico ou ficar em pé por horas dando aula, mas o fato é que nada disso ocorre impunemente e a conta chega cada vez pesada ao final.

Eu me preocupo com isso sim. Não tenho muito esta paranoia de classe média de trabalhar como um camelo em nome de uma aposentadoria privada razoável. A gente quer sim ter mais qualidade de vida, mas é para hoje que isso se faz urgente, para curtir a vida hoje, os filhos hoje, a esposa hoje, o mundo lindo como ele é, hoje!

Mas voltando ao UFC "Corpo x Mente", tem uma parte que isso fica legal: a maturidade.

Sim, porque com o tempo e sabedoria que ele nos traz, aprendemos a pensar e agir bem melhor. É o lance de você saber se entra ou não em uma discussão porque talvez não terá muita paciência para aquilo ou até mesmo saúde mental para segurar a bronca.

Neste caso, corpo e mente trabalham de forma perfeita e evitam problemas que facilmente aceitaríamos com uma cabeça mais jovem.

Enfim, prós e contras.

Mas que eu queria fazer de novo aquela infiltração, aquela bandeja perfeita e só soltar a bola quase que dentro da cesta, isso eu queria. Help!

Roberto Mancuzo


https://www.imparcial.com.br/noticias/o-tempo-e-outro,65342 
Considere as afirmativas relacionadas ao texto "O tempo é outro" apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__) O texto retrata a reflexão de alguém que, ao participar de um treino de basquete, confronta a dicotomia entre a mente e o corpo, refletindo sobre a passagem do tempo e suas consequências físicas e mentais.
(__) O autor destaca a desconexão entre a expectativa idealizada na mente e a realidade física na execução das ações, especialmente ao envelhecer.
(__) Há uma análise sobre a resistência de muitos em aceitar as mudanças que o tempo traz, bem como a importância da motivação e do equilíbrio entre os desejos imediatos e a preocupação com a qualidade de vida no presente.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA:
Alternativas
Q3483300 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O que aconteceria se você se encontrasse com seu eu futuro?





Um clássico conto do escritor americano Ted Chiang conta a história de um jovem comerciante que viaja para o futuro e encontra o seu "eu" de anos depois. Ao longo da história, o homem recebe alertas, promessas e dicas daquela versão mais idosa e sábia de si próprio.


Essas premonições mudam o curso da vida do comerciante, até que ele acaba se tornando o homem mais velho, que encontra seu eu mais jovem e compartilha aquele mesmo conhecimento.


Este tipo de narrativa, por razões óbvias, sempre ficou restrito ao campo da ficção científica. Mas e se − um grande "se" − você realmente conseguisse encontrar o seu eu do futuro?


Esta é uma questão bastante estranha, mas acredito que vale a pena pensar mais sobre ela e nas pesquisas que realizei.


Meus estudos se concentraram principalmente em como as pessoas pensam e se relacionam com seus "eus" futuros, e publiquei recentemente um livro sobre o assunto. Nele, exploro os motivos que nos levam a ter tanta dificuldade para tomar decisões de longo prazo e como podemos fazer escolhas melhores, ampliando nossa conexão emocional com nosso eu futuro.


Minhas pesquisas me ensinaram que costumamos imaginar o nosso eu futuro como outra pessoa − e esta tendência pode nos criar problemas.


Pense em alguém na sua vida que você mal conhece: um vizinho ou um colega de trabalho, por exemplo. Se esse estranho pedisse que você se privasse de algo em seu benefício − que lhe emprestasse dinheiro, por exemplo − talvez você educadamente recusasse.


Se tratarmos o nosso eu futuro da mesma forma, faz sentido por que, às vezes, nós cedemos aos nossos desejos imediatos em vez de fazer algo que nos traria um bem maior a longo prazo.


Nós poderíamos pelo menos tentar fazer com que o nosso eu futuro se parecesse menos com estranhos e mais com pessoas próximas, como nossos parceiros, nossos entes queridos ou melhores amigos.


Em um estudo recente, por exemplo, meus colaboradores e eu fizemos uma parceria com um banco e descobrimos que clientes que recebem imagens de si próprios com o avanço da idade, ao lado de mensagens incentivando que eles economizem para a aposentadoria, são 16% mais propensos a fazer uma contribuição para a aposentadoria do que as pessoas que receberam apenas as mensagens de incentivo.


Outro estudo concluiu que escrever cartas para si próprio no futuro − e respondê-las − também pode fortalecer a conexão entre o eu atual e o do futuro.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckrpd3md325o.

Adaptado.

Pense em alguém na sua vida que você mal conhece: um vizinho ou um colega de trabalho, por exemplo. Se esse estranho pedisse que você se privasse de algo em seu benefício − que lhe emprestasse dinheiro, por exemplo − talvez você educadamente recusasse.

De acordo com as descobertas apresentadas no texto, este:
Alternativas
Respostas
46301: A
46302: C
46303: E
46304: C
46305: D
46306: B
46307: E
46308: B
46309: C
46310: C
46311: C
46312: B
46313: D
46314: A
46315: E
46316: C
46317: A
46318: A
46319: C
46320: D