Questões de Concurso Sobre português

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Q3625167 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Nova política de alfabetização formará professores

Meta do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada é implementar Política de Formação de Gestores Educacionais e Professores em todos os estados do país

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Garantir que 100% dos municípios e estados do país implementem as Políticas de Formação de Gestores (as) Escolares e de Formação de Professores (as) Alfabetizadores (as), essa é a meta do Eixo Formação do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada – uma nova política de alfabetização do Governo Federal, lançada pelo Ministério da Educação (MEC) no último dia 12 de junho. O MEC considera que o processo de formação continuada dos profissionais da educação é um pilar estruturante da garantia do sucesso de cada criança. Por essa razão, estão sendo planejadas diferentes ações de formação. Para fortalecer o regime de colaboração e o princípio da corresponsabilização da União, dos estados e dos municípios na garantia da alfabetização de todas as crianças brasileiras, o Ministério atuará fornecendo assistência técnica e financeira para que todas as redes públicas do país construam e implementem sua política de formação. As políticas de formação devem respeitar as singularidades e especificidades de cada território e as trajetórias já existentes de formação em cada sistema de ensino. Serão disponibilizados pelo MEC recursos financeiros e um conjunto de diretrizes técnicas para o desenho e a atualização dessas políticas, à luz das principais evidências acumuladas no campo científico. As diretrizes técnicas pretendem assegurar que os investimentos realizados estejam sintonizados com uma visão de alfabetização emancipadora, aos processos de aprendizagem das crianças, às estratégias de ensino dos docentes e às práticas de coordenação pedagógica e de gestão escolar. Além dessa forma de assistência técnica e financeira, o MEC também disponibilizará programas de formação complementares nos quais os municípios e estados poderão incluir seus professores, coordenadores pedagógicos, diretores de escola e técnicos das secretarias de educação, gratuitamente.

Comissão Científica – o processo de formulação do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada contou com um diálogo muito importante dos pesquisadores e pesquisadoras das universidades públicas brasileiras. A Associação Nacional de Pós-graduação em Educação (ANPEd) e a Associação Brasileira de Alfabetização (Abalf), entidades reconhecidas no campo, foram escutadas com atenção e puderam sinalizar elementos importantes para a Política. Essa colaboração será permanente na implementação da nova política de alfabetização. O MEC contará com uma Comissão Científica para apoiar, monitorar e fortalecer as estratégias de gestão, formação e avaliação permanente do Compromisso. Dessa maneira, os pesquisadores e as pesquisadoras poderão colaborar ativamente para a melhoria contínua da Política.
Quanto à participação das universidades e demais pesquisadores do campo no eixo de formação, as redes municipais e estaduais de educação poderão utilizar os recursos federais para estabelecer parcerias com essas instituições, com apoio técnico do MEC.

Plataforma – o Ambiente Virtual de Aprendizagem do MEC, o Avamec, será um instrumento da política, no eixo de formação. Até o ano passado, esse ambiente ofertava cursos em regime autoinstrucional, nas diferentes áreas de política educacional. A partir deste ano, será remodelado para funcionar de forma interativa, garantindo que os profissionais possam participar de cursos síncronos, com interações ao vivo, facilitando a criação de comunidades de aprendizagem. O Compromisso Nacional Criança Alfabetizada mobilizará esse novo ambiente virtual para ampliar a potência das políticas de formação dos estados e dos municípios e para conectar 7.200 profissionais que formarão a Rede Nacional de Gestão, Formação e Mobilização (Renalfa).

Eixos – as estratégias de implementação do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada serão operacionalizadas por meio de políticas, programas e ações integradas em cinco eixos estruturantes: governança e gestão da política de alfabetização; formação de profissionais da educação e melhoria das práticas pedagógicas e de gestão escolar; melhoria e qualificação da infraestrutura física e insumos pedagógicos; sistemas de avaliação; e reconhecimento e compartilhamento de boas práticas.

Compromisso – a nova política de alfabetização terá um investimento de cerca de 1 bilhão, em 2023, e mais R$ 2 bilhões durante os próximos três anos. A expectativa é beneficiar 4 milhões de estudantes de 4 e 5 anos de idade, em 80 mil escolas públicas que ofertam pré-escola; 4,5 milhões de 6 e 7 anos de idade, em 98 mil escolas públicas de anos iniciais; e 7,3 milhões de 8 a 10 anos de idade, em 98 mil escolas públicas de anos iniciais. 


Assessoria de Comunicação Social do MEC, com
informações da Secretaria de Educação Básica

Publicado em 16/06/2023 15h56
O texto lido apresenta como ideia central:
Alternativas
Q3625096 Português
Marque a única alternativa que apresenta equívocos de acentuação das palavras: 
Alternativas
Q3625095 Português
O cartum acima apresenta um par de palavras homônimas(mesmo som e grafia com significados diferentes). As parônimas apresentam grafia semelhante com significados diferentes.

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Dentre os pares parônimos a seguir, há uma EXCEÇÃO:
Alternativas
Q3625094 Português
As palavras madeira, uruguaiano e lua têm os seguintes encontros vocálicos, respectivamente: 
Alternativas
Q3625093 Português
A concordância nominal está INCORRETA apenas na alternativa
Alternativas
Q3625092 Português
Leia o trecho do texto extraído do site: camadaseducacionais.com.br para responder à questão:

Sou professora meu nome é Karina Garcia Netto Martins, atuo no magistério há treze anos na educação infantil e há oito concursada na rede municipal de Correia Pinto. Tive que ressignificar a maneira de trocar experiências com nossas crianças, pois não aprendemos sobre aula remota e distanciamento social na graduação em pedagogia, pós-graduação em educação infantil, nem os cursos de formação continuada.
(...)
Karina Garcia, 30 de set. 2020 

O uso do verbo haver na frase: “(...) atuo no magistério treze anos na educação infantil” está:
Alternativas
Q3625091 Português
A crase nada mais é do que a união da preposição “a” com o artigo definido feminino “a” (a + a = à) Vale lembrar que o acento gráfico em cima da letra “a” não é a crase; este é o acento grave.
Há casos em que ela nunca deve ser utilizada, com EXCEÇÃO do citado na alternativa: 
Alternativas
Q3625090 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão

Especialistas falam sobre acesso e aprendizagem no ensino fundamental

15º Encontro do Ciclo de Webinários Conae 2024, primeiro realizado pelo MEC neste ano, faz parte da série de debates preparatórios para a Conferência Nacional, que ocorrerá no fim do mês

Publicado em 09/01/2024 17h27


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O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Articulação Intersetorial e com os Sistemas de Ensino (Sase), realizou, na última segunda-feira, 8 de janeiro, o 15º Encontro do Ciclo de Webinários da Conferência Nacional de Educação (Conae) 2024, com o tema “Acesso e aprendizagem no ensino fundamental”. O evento foi transmitido ao vivo pelo canal do MEC no YouTube. O debate contou com a participação de Clarissa Guimarães, coordenadora de Estudos Educacionais e pesquisadora em Avaliação Educacional no Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep); Flávia Viana Basso, mestre em Administração Pública pela Universidade de Brasília (UnB) e pesquisadora tecnologista em Informações e Avaliações Educacionais do Inep; e Aricélia Ribeiro, doutora em Educação, assessora técnica em Educação no MEC e consultora da Rede Sesi de Educação Nacional — Serviço Social da Indústria. Elas discutiram a seguinte questão básica: “Entre problemas infraestruturais, discriminações não reconhecidas, condições de trabalho e sistemáticas questões curriculares, urge que o tema dê o salto e abandone males educacionais seculares”. Além disso, as participantes responderam às questões trazidas pelo público, que pôde interagir on-line durante a transmissão do webinário. Na abertura, a moderadora Geovana Lunardi, vice-presidente da World Education Research Association (Wera) e professora titular da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), afirmou que o tema é muito importante e que o acesso e a aprendizagem no ensino fundamental é um problema histórico no Brasil. “Esse é um problema que tem diferentes camadas, questões de infraestrutura, de carreira, de desigualdades, de preconceitos e questões curriculares”, falou. Na sequência, Clarissa Guimarães, coordenadora de Estudos Educacionais e pesquisadora em Avaliação Educacional no Inep, apresentou dados sobre o acesso ao ensino fundamental e falou sobre a sua regulamentação. “Ele é definido pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação [LDB] como segunda etapa da educação básica, que também é formada por outras duas etapas, que são a educação infantil e o ensino médio”, informou. Segundo ela, o objetivo principal do ensino fundamental, de acordo com a LDB, é promover a formação integral do estudante e contribuir para o seu desenvolvimento pessoal e intelectual. “É preparar esse estudante para enfrentar os desafios futuros e participar ativamente da sociedade, preparar o estudante para o exercício da cidadania e para a continuidade dos seus estudos também”, observou. Em seguida, Flávia Basso, que é pesquisadora tecnologista em Informações e Avaliações Educacionais do Inep, afirmou que a qualidade no ensino fundamental ainda não é uma realidade, apesar de estar estabelecida no Plano Nacional de Educação (PNE). “No PNE vigente, uma das diretrizes é a melhoria da qualidade da educação, um desafio histórico na educação brasileira. As Metas 5 e 7 vão falar sobre essa questão da aprendizagem e da qualidade da educação básica em todas as etapas e modalidades, como melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem, de modo a atingir as seguintes médias nacionais para o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica”, disse. Por fim, Aricélia Ribeiro, assessora técnica em Educação no MEC, que atuou por 22 anos como professora no ensino fundamental, analisou os dados apresentados pelas pesquisadoras do Inep e afirmou que esse é um momento histórico na construção do novo PNE. “Começar o ano letivo de 2024 com esse encontro, esse webinário, é fundamental, principalmente porque estaremos, daqui a pouco, chegando às escolas para as nossas jornadas pedagógicas”, comentou.

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Sase
“Segundo ela, o objetivo principal do ensino fundamental, de acordo com a LDB, é promover a formação integral do estudante e contribuir para o seu desenvolvimento pessoal e intelectual”. O pronome “ela” destacado no trecho refere-se especificamente a: 
Alternativas
Q3625089 Português
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Especialistas falam sobre acesso e aprendizagem no ensino fundamental

15º Encontro do Ciclo de Webinários Conae 2024, primeiro realizado pelo MEC neste ano, faz parte da série de debates preparatórios para a Conferência Nacional, que ocorrerá no fim do mês

Publicado em 09/01/2024 17h27


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O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Articulação Intersetorial e com os Sistemas de Ensino (Sase), realizou, na última segunda-feira, 8 de janeiro, o 15º Encontro do Ciclo de Webinários da Conferência Nacional de Educação (Conae) 2024, com o tema “Acesso e aprendizagem no ensino fundamental”. O evento foi transmitido ao vivo pelo canal do MEC no YouTube. O debate contou com a participação de Clarissa Guimarães, coordenadora de Estudos Educacionais e pesquisadora em Avaliação Educacional no Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep); Flávia Viana Basso, mestre em Administração Pública pela Universidade de Brasília (UnB) e pesquisadora tecnologista em Informações e Avaliações Educacionais do Inep; e Aricélia Ribeiro, doutora em Educação, assessora técnica em Educação no MEC e consultora da Rede Sesi de Educação Nacional — Serviço Social da Indústria. Elas discutiram a seguinte questão básica: “Entre problemas infraestruturais, discriminações não reconhecidas, condições de trabalho e sistemáticas questões curriculares, urge que o tema dê o salto e abandone males educacionais seculares”. Além disso, as participantes responderam às questões trazidas pelo público, que pôde interagir on-line durante a transmissão do webinário. Na abertura, a moderadora Geovana Lunardi, vice-presidente da World Education Research Association (Wera) e professora titular da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), afirmou que o tema é muito importante e que o acesso e a aprendizagem no ensino fundamental é um problema histórico no Brasil. “Esse é um problema que tem diferentes camadas, questões de infraestrutura, de carreira, de desigualdades, de preconceitos e questões curriculares”, falou. Na sequência, Clarissa Guimarães, coordenadora de Estudos Educacionais e pesquisadora em Avaliação Educacional no Inep, apresentou dados sobre o acesso ao ensino fundamental e falou sobre a sua regulamentação. “Ele é definido pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação [LDB] como segunda etapa da educação básica, que também é formada por outras duas etapas, que são a educação infantil e o ensino médio”, informou. Segundo ela, o objetivo principal do ensino fundamental, de acordo com a LDB, é promover a formação integral do estudante e contribuir para o seu desenvolvimento pessoal e intelectual. “É preparar esse estudante para enfrentar os desafios futuros e participar ativamente da sociedade, preparar o estudante para o exercício da cidadania e para a continuidade dos seus estudos também”, observou. Em seguida, Flávia Basso, que é pesquisadora tecnologista em Informações e Avaliações Educacionais do Inep, afirmou que a qualidade no ensino fundamental ainda não é uma realidade, apesar de estar estabelecida no Plano Nacional de Educação (PNE). “No PNE vigente, uma das diretrizes é a melhoria da qualidade da educação, um desafio histórico na educação brasileira. As Metas 5 e 7 vão falar sobre essa questão da aprendizagem e da qualidade da educação básica em todas as etapas e modalidades, como melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem, de modo a atingir as seguintes médias nacionais para o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica”, disse. Por fim, Aricélia Ribeiro, assessora técnica em Educação no MEC, que atuou por 22 anos como professora no ensino fundamental, analisou os dados apresentados pelas pesquisadoras do Inep e afirmou que esse é um momento histórico na construção do novo PNE. “Começar o ano letivo de 2024 com esse encontro, esse webinário, é fundamental, principalmente porque estaremos, daqui a pouco, chegando às escolas para as nossas jornadas pedagógicas”, comentou.

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Sase
Observe o uso do verbo poder no trecho a seguir:

“Além disso, as participantes responderam às questões trazidas pelo público, que pôde interagir on-line durante a transmissão do webinário.”

Esse verbo (pôde) se encontra na: 
Alternativas
Q3625088 Português
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Especialistas falam sobre acesso e aprendizagem no ensino fundamental

15º Encontro do Ciclo de Webinários Conae 2024, primeiro realizado pelo MEC neste ano, faz parte da série de debates preparatórios para a Conferência Nacional, que ocorrerá no fim do mês

Publicado em 09/01/2024 17h27


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O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Articulação Intersetorial e com os Sistemas de Ensino (Sase), realizou, na última segunda-feira, 8 de janeiro, o 15º Encontro do Ciclo de Webinários da Conferência Nacional de Educação (Conae) 2024, com o tema “Acesso e aprendizagem no ensino fundamental”. O evento foi transmitido ao vivo pelo canal do MEC no YouTube. O debate contou com a participação de Clarissa Guimarães, coordenadora de Estudos Educacionais e pesquisadora em Avaliação Educacional no Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep); Flávia Viana Basso, mestre em Administração Pública pela Universidade de Brasília (UnB) e pesquisadora tecnologista em Informações e Avaliações Educacionais do Inep; e Aricélia Ribeiro, doutora em Educação, assessora técnica em Educação no MEC e consultora da Rede Sesi de Educação Nacional — Serviço Social da Indústria. Elas discutiram a seguinte questão básica: “Entre problemas infraestruturais, discriminações não reconhecidas, condições de trabalho e sistemáticas questões curriculares, urge que o tema dê o salto e abandone males educacionais seculares”. Além disso, as participantes responderam às questões trazidas pelo público, que pôde interagir on-line durante a transmissão do webinário. Na abertura, a moderadora Geovana Lunardi, vice-presidente da World Education Research Association (Wera) e professora titular da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), afirmou que o tema é muito importante e que o acesso e a aprendizagem no ensino fundamental é um problema histórico no Brasil. “Esse é um problema que tem diferentes camadas, questões de infraestrutura, de carreira, de desigualdades, de preconceitos e questões curriculares”, falou. Na sequência, Clarissa Guimarães, coordenadora de Estudos Educacionais e pesquisadora em Avaliação Educacional no Inep, apresentou dados sobre o acesso ao ensino fundamental e falou sobre a sua regulamentação. “Ele é definido pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação [LDB] como segunda etapa da educação básica, que também é formada por outras duas etapas, que são a educação infantil e o ensino médio”, informou. Segundo ela, o objetivo principal do ensino fundamental, de acordo com a LDB, é promover a formação integral do estudante e contribuir para o seu desenvolvimento pessoal e intelectual. “É preparar esse estudante para enfrentar os desafios futuros e participar ativamente da sociedade, preparar o estudante para o exercício da cidadania e para a continuidade dos seus estudos também”, observou. Em seguida, Flávia Basso, que é pesquisadora tecnologista em Informações e Avaliações Educacionais do Inep, afirmou que a qualidade no ensino fundamental ainda não é uma realidade, apesar de estar estabelecida no Plano Nacional de Educação (PNE). “No PNE vigente, uma das diretrizes é a melhoria da qualidade da educação, um desafio histórico na educação brasileira. As Metas 5 e 7 vão falar sobre essa questão da aprendizagem e da qualidade da educação básica em todas as etapas e modalidades, como melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem, de modo a atingir as seguintes médias nacionais para o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica”, disse. Por fim, Aricélia Ribeiro, assessora técnica em Educação no MEC, que atuou por 22 anos como professora no ensino fundamental, analisou os dados apresentados pelas pesquisadoras do Inep e afirmou que esse é um momento histórico na construção do novo PNE. “Começar o ano letivo de 2024 com esse encontro, esse webinário, é fundamental, principalmente porque estaremos, daqui a pouco, chegando às escolas para as nossas jornadas pedagógicas”, comentou.

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Sase
Observe o emprego dos dois pontos e das aspas no trecho retirado do texto:

Elas discutiram a seguinte questão básica: “Entre problemas infraestruturais, discriminações não reconhecidas, condições de trabalho e sistemáticas questões curriculares, urge que o tema dê o salto e abandone males educacionais seculares”.

De acordo com a norma padrão, pode-se afirmar que nesse caso:
Alternativas
Q3625087 Português
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Especialistas falam sobre acesso e aprendizagem no ensino fundamental

15º Encontro do Ciclo de Webinários Conae 2024, primeiro realizado pelo MEC neste ano, faz parte da série de debates preparatórios para a Conferência Nacional, que ocorrerá no fim do mês

Publicado em 09/01/2024 17h27


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O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Articulação Intersetorial e com os Sistemas de Ensino (Sase), realizou, na última segunda-feira, 8 de janeiro, o 15º Encontro do Ciclo de Webinários da Conferência Nacional de Educação (Conae) 2024, com o tema “Acesso e aprendizagem no ensino fundamental”. O evento foi transmitido ao vivo pelo canal do MEC no YouTube. O debate contou com a participação de Clarissa Guimarães, coordenadora de Estudos Educacionais e pesquisadora em Avaliação Educacional no Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep); Flávia Viana Basso, mestre em Administração Pública pela Universidade de Brasília (UnB) e pesquisadora tecnologista em Informações e Avaliações Educacionais do Inep; e Aricélia Ribeiro, doutora em Educação, assessora técnica em Educação no MEC e consultora da Rede Sesi de Educação Nacional — Serviço Social da Indústria. Elas discutiram a seguinte questão básica: “Entre problemas infraestruturais, discriminações não reconhecidas, condições de trabalho e sistemáticas questões curriculares, urge que o tema dê o salto e abandone males educacionais seculares”. Além disso, as participantes responderam às questões trazidas pelo público, que pôde interagir on-line durante a transmissão do webinário. Na abertura, a moderadora Geovana Lunardi, vice-presidente da World Education Research Association (Wera) e professora titular da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), afirmou que o tema é muito importante e que o acesso e a aprendizagem no ensino fundamental é um problema histórico no Brasil. “Esse é um problema que tem diferentes camadas, questões de infraestrutura, de carreira, de desigualdades, de preconceitos e questões curriculares”, falou. Na sequência, Clarissa Guimarães, coordenadora de Estudos Educacionais e pesquisadora em Avaliação Educacional no Inep, apresentou dados sobre o acesso ao ensino fundamental e falou sobre a sua regulamentação. “Ele é definido pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação [LDB] como segunda etapa da educação básica, que também é formada por outras duas etapas, que são a educação infantil e o ensino médio”, informou. Segundo ela, o objetivo principal do ensino fundamental, de acordo com a LDB, é promover a formação integral do estudante e contribuir para o seu desenvolvimento pessoal e intelectual. “É preparar esse estudante para enfrentar os desafios futuros e participar ativamente da sociedade, preparar o estudante para o exercício da cidadania e para a continuidade dos seus estudos também”, observou. Em seguida, Flávia Basso, que é pesquisadora tecnologista em Informações e Avaliações Educacionais do Inep, afirmou que a qualidade no ensino fundamental ainda não é uma realidade, apesar de estar estabelecida no Plano Nacional de Educação (PNE). “No PNE vigente, uma das diretrizes é a melhoria da qualidade da educação, um desafio histórico na educação brasileira. As Metas 5 e 7 vão falar sobre essa questão da aprendizagem e da qualidade da educação básica em todas as etapas e modalidades, como melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem, de modo a atingir as seguintes médias nacionais para o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica”, disse. Por fim, Aricélia Ribeiro, assessora técnica em Educação no MEC, que atuou por 22 anos como professora no ensino fundamental, analisou os dados apresentados pelas pesquisadoras do Inep e afirmou que esse é um momento histórico na construção do novo PNE. “Começar o ano letivo de 2024 com esse encontro, esse webinário, é fundamental, principalmente porque estaremos, daqui a pouco, chegando às escolas para as nossas jornadas pedagógicas”, comentou.

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Sase
A partir da leitura do texto publicado pela Assessoria de Comunicação do MEC, é possível inferir que:
Alternativas
Q3625082 Português
Um dos sanduíches mais emblemáticos de São Paulo, agora é considerado patrimônio cultural imaterial do Estado. A lei 16.914 foi promulgada no dia 28 de dezembro de 2018. A história é famosa: o clássico nasceu em 1937 da fome de um aluno da Faculdade de Direito do Largo São Francisco, Casimiro Pinto Neto, apelidado de Bauru, que ficou famoso justamente por causa da receita. Ele chegou à lanchonete, pediu ao chapeiro para abrir ao meio um pão francês, tirar o miolo e colocar queijo derretido dentro. Antes do chapeiro atender o pedido, ele acrescentou: “põe também umas fatias de rosbife dentro”.

estadão.com.br (atualizado em 2019)

Esse sanduíche famoso é o: 
Alternativas
Q3625081 Português
O provérbio "o inimigo do meu inimigo é meu ________”

A palavra que completa adequadamente o provérbio é:
Alternativas
Q3625061 Português
Assinale a alternativa CORRETA quanto a acentuação:
Alternativas
Q3625060 Português
Em qual das alternativas as palavras estão TODAS escritas da forma correta? 
Alternativas
Q3625059 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão

Certa vez, perguntaram ao Dalai Lama:
O que mais te surpreende na humanidade?
E ele respondeu:
- Os homens me surpreendem... os homens perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saúde; e por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver o presente nem o futuro; e vivem como se nunca fossem morrer e, morrem como se nunca tivessem vivido.
Então busquemos o equilíbrio, a harmonia! 
No texto, a palavra FUTURO, quanto ao número de sílabas é: 
Alternativas
Q3625058 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão

Certa vez, perguntaram ao Dalai Lama:
O que mais te surpreende na humanidade?
E ele respondeu:
- Os homens me surpreendem... os homens perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saúde; e por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver o presente nem o futuro; e vivem como se nunca fossem morrer e, morrem como se nunca tivessem vivido.
Então busquemos o equilíbrio, a harmonia! 
No texto, a palavra EQUILÍBRIO significa: 
Alternativas
Q3625057 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão

Certa vez, perguntaram ao Dalai Lama:
O que mais te surpreende na humanidade?
E ele respondeu:
- Os homens me surpreendem... os homens perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saúde; e por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver o presente nem o futuro; e vivem como se nunca fossem morrer e, morrem como se nunca tivessem vivido.
Então busquemos o equilíbrio, a harmonia! 
Pode-se concluir a partir do texto que: 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: POLICON Órgão: Prefeitura de Canarana - MT Provas: POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Assistente Social | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Fonoaudiólogo | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Gestor de Aeródromo e Responsável AVSEC | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Inspetor Fiscal de Obras e Serviços | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Médico Clínico Geral | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Museólogo | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Nutricionista | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Professor | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Professor de Educação Física | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Professor de Educação Infantil | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Professor de Língua Estrangeira - Inglês | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Psicólogo | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Psicólogo Educacional | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Técnico em Educação Física | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Técnico em Recursos Humanos | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Terapeuta Ocupacional | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Turismólogo | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Bibliotecário | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Contador | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Dentista | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Educador Físico | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Encarregado de Patrimônio | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Enfermeiro | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Engenheiro Ambiental | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Engenheiro Sanitarista | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Fiscal de Obras e Posturas | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Fisioterapeuta |
Q3615579 Português
Instrução: Leia o texto abaixo e responda à questão.


Terremoto de magnitude 6,6 atinge cidade do interior do Acre


Um terremoto de magnitude 6,6 atingiu a cidade de Tarauacá, no interior do Acre, por volta das 4 da manhã deste domingo (28). O tremor foi captado pela Agência de Pesquisa Geológica dos Estados Unidos (USGS). Segundo a agência, o epicentro foi localizado a 609,5 km de profundidade e a 66 km da zona urbana do município.

Dessa maneira, o terremoto não ofereceu risco à população local. Um outro terremoto de mesma magnitude também foi registrado no mesmo município no dia 20 de janeiro, o tremor ocorreu a 614,5 quilômetros de profundidade e a 124 km de Tarauacá.


(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/noticias/terremoto-demagnitude-66-atinge-cidade-do-interior-do-acre/). 
No nome da Agência de Pesquisa Geológica dos Estados Unidos (USGS) vê-se processo de redução de uma palavra através do uso das letras iniciais de cada uma dela. Que nome recebe tal fenômeno? 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: POLICON Órgão: Prefeitura de Canarana - MT Provas: POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Assistente Social | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Fonoaudiólogo | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Gestor de Aeródromo e Responsável AVSEC | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Inspetor Fiscal de Obras e Serviços | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Médico Clínico Geral | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Museólogo | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Nutricionista | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Professor | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Professor de Educação Física | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Professor de Educação Infantil | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Professor de Língua Estrangeira - Inglês | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Psicólogo | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Psicólogo Educacional | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Técnico em Educação Física | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Técnico em Recursos Humanos | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Terapeuta Ocupacional | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Turismólogo | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Bibliotecário | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Contador | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Dentista | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Educador Físico | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Encarregado de Patrimônio | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Enfermeiro | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Engenheiro Ambiental | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Engenheiro Sanitarista | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Fiscal de Obras e Posturas | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Fisioterapeuta |
Q3615578 Português
Instrução: Leia o texto abaixo e responda à questão.


Terremoto de magnitude 6,6 atinge cidade do interior do Acre


Um terremoto de magnitude 6,6 atingiu a cidade de Tarauacá, no interior do Acre, por volta das 4 da manhã deste domingo (28). O tremor foi captado pela Agência de Pesquisa Geológica dos Estados Unidos (USGS). Segundo a agência, o epicentro foi localizado a 609,5 km de profundidade e a 66 km da zona urbana do município.

Dessa maneira, o terremoto não ofereceu risco à população local. Um outro terremoto de mesma magnitude também foi registrado no mesmo município no dia 20 de janeiro, o tremor ocorreu a 614,5 quilômetros de profundidade e a 124 km de Tarauacá.


(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/noticias/terremoto-demagnitude-66-atinge-cidade-do-interior-do-acre/). 
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