Questões de Concurso Sobre português

Foram encontradas 248.609 questões

Q3666876 Português
Observe o excerto a seguir.

Ao longo dos anos, pesquisadores que estudam elefantes notaram um fenômeno intrigante. Algumas vezes, quando um elefante vocaliza algo para um grupo de outros elefantes, todos respondem. Mas, às vezes, quando aquele mesmo elefante faz um chamado similar ao grupo, apenas um deles responde.”

ELEFANTES podem chamar uns aos outros por nomes, mostra estudo. Planeta, 10 de junho de 2024. Disponível em: https://revistaplaneta.com.br/elefantespodem-chamar-uns-aos-outros-por-nomes-mostra-estudo/. Acesso em: 13 jun. 2024.

Qual é a função das vírgulas empregadas junto das expressões sublinhadas no excerto?
Alternativas
Q3666875 Português
Leia e analise o parágrafo a seguir.

“Ele estava caminhando pelo longo corredor do Ministério e estava quase no lugar onde Júlia havia colocado o bilhete em sua mão quando se deu conta de que alguém maior do que ele estava seguindo-o. A pessoa, quem quer que fosse, deu uma pequena tosse, evidentemente como um prelúdio para falar. Winston parou abruptamente e virou-se. Era O’Brien.”

ORWELL, George. 1984. Curitiba: Gazeta do Povo, 2022. Disponível em: https://multimidia.gazetadopovo.com.br/media/info/2022/202209/1984/e-book1984.pdf. Acesso em: 13 jun. 2024.

A qual informação textual se refere o pronome pessoal que inicia o parágrafo?
Alternativas
Q3666874 Português
Qual dos pares de vocábulos a seguir apresenta, respectivamente, uma palavra com ditongo crescente e uma com hiato?
Alternativas
Q3666873 Português
Analise o texto a seguir.

Q12.png (336×328)
POYNTING, Mark; RIVAULT, Erwan. 2023 é confirmado como ano mais quente já registrado: 2024 pode bater esse recorde? BBC Brasil, 09 de janeiro de 2024. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ced7pl4l74vo. Acesso em: 14 jun. 2024.

Qual é a função da linguagem que embasa o texto?
Alternativas
Q3666872 Português
Leia e analise o parágrafo a seguir.

“Clebson Teixeira, marido de Lulu Santos, fez um clique do marido repousando em casa [...]. A imagem foi compartilhada no Instagram oficial do artista com um emoji de coração remendado. O cantor se recupera das complicações de um quadro de gastroenterite aguda e influenza A e, recentemente, do diagnóstico de dengue.”

NEVES, Carla. Marido de Lulu Santos mostra cantor em repouso após dengue. Quem, 14 de junho de 2024. Disponível em: https://revistaquem.globo.com/ noticias/noticia/2024/06/marido-de-lulu-santos-mostra-cantor-em-repouso-aposdengue.ghtml. Acesso em: 14 jun. 2024. Adaptado.

Quantas palavras dissílabas (excetuando-se os nomes próprios) foram empregadas no parágrafo?
Alternativas
Q3666871 Português
Leia a tirinha a seguir.

Q10.png (361×110)
GONSALES, Fernando. Níquel Náusea. Folha de São Paulo, 14 de junho de 2024. Disponível em: https://cartum.folha.uol.com.br/quadrinhos/2024/06/14/niquelnausea-fernando-gonsales.shtml. Acesso em: 14 jun. 2024.

Para causar a quebra de expectativa característica do gênero textual apresentado, foi utilizada, no último quadrinho, uma estratégia de conexão entre linguagem verbal e não-verbal pautada no/na
Alternativas
Q3666870 Português
Leia o texto para responder à questão.


Os oceanos e as mudanças climáticas.


Para ter os mares como aliados, é necessário voltar a eles como fizeram nossos ancestrais. É preciso mantê-los com políticas de conservação marinha, investimento em pesquisa e monitoramento oceânico


Segen Estefen | 12/06/24


    Apesar de se chamar Terra, é de água que é coberta a maior parte do planeta — cerca de 71% de toda a superfície é oceano, 80% no Hemisfério Sul. A importância não é desproporcional ao tamanho dos mares ou de duas moléculas de hidrogênio para uma de oxigênio na vida. Antigos guardiões do clima terrestre, são os oceanos que TEM/TÊM regulado a temperatura do planeta, influenciado padrões atmosféricos e sustentado a biodiversidade marinha. Os oceanos absorvem 90% do excesso de todo o calor atmosférico gerado pelas emissões de dióxido de carbono (CO2). A água tem uma alta capacidade térmica, permitindo que se armazene grandes quantidades de calor. É exatamente o que os oceanos fazem com a Terra. Sem eles, a temperatura global seria insustentável. 

    Os oceanos também desempenham um papel significativo no que se refere à absorção dos gases do efeito estufa que causam o aquecimento da Terra. Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, os oceanos captaram cerca de um terço de todo o CO2 emitido pela humanidade desde a Revolução Industrial. No entanto, essa absorção tem um custo, especialmente em um planeta que aumentou em cerca de 1,4°C a sua temperatura em um período de 40 anos.

    As mudanças climáticas e os oceanos estão intrinsecamente conectados, em uma via de mão dupla. Enquanto os oceanos naturalmente mitigam boa parte dos efeitos do aquecimento do planeta, as mudanças climáticas também impactam os oceanos pelo degelo nos polos e aumento da absorção de CO2, o que resulta em uma série de problemas, como o aumento do nível do mar, da temperatura e da acidificação. O aquecimento dos oceanos Pacífico e Atlântico TEM/TÊM contribuído para eventos climáticos extremos, devido à potencialização de fenômenos naturais como ciclones e furacões. A elevação da temperatura das águas dos oceanos TEM/TÊM efeito deletério nos corais e na biodiversidade marinha.

    Recentemente, a BBC publicou uma análise baseada em dados do Serviço Climático Copernicus, da União Europeia, mostrando que os oceanos bateram recordes de temperatura todos os dias por 12 meses. O dado é o prenúncio da condição crítica das mudanças climáticas. Segundo o Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas, o IPCC, se o planeta aquecer 1,5°C, cerca de 70% dos corais, que suportam um quarto da vida marinha, desaparecerão.

    Para além dos mares, esse cenário nos afeta também, pois os oceanos funcionam como um grande reservatório de carbono, armazenando-o em taxas muito superiores às florestas tropicais terrestres. Além de reconhecer a importância dos oceanos para a vida e combater a crise climática, é preciso entender o papel crucial que esse aliado muitas vezes desconhecido, TEM/TÊM. Não dá para enfrentar esse desafio do século 21 sem considerá-lo.

    O caminho para isso é conhecido. Inclui a redução das emissões de gases de efeito estufa, o que passa invariavelmente, por transicionar as matrizes energéticas do fóssil para o renovável. O surpreendente é que os oceanos também podem dar uma alternativa para isso. O potencial energético dos mares é vasto. As energias oceânicas — ainda muito pouco exploradas — TEM/TÊM um potencial de produzir dezenas de vezes mais energia do que o mundo será capaz de consumir em 2040. Os oceanos podem ser não apenas um regulador climático, mas também uma das fontes de energia renovável que vai viabilizar o futuro do clima na Terra.

    No entanto, para ter os mares como aliados, é necessário voltar a eles como fizeram nossos ancestrais. É preciso mantê-los com políticas de conservação marinha, investimento em pesquisa e monitoramento oceânico. Somente com dados constantes, a ciência conseguirá abastecer aqueles que TEM/TÊM o poder de tomar as decisões, da política à economia. Isso pode gerar iniciativas, como a criação de áreas marinhas protegidas e o desenvolvimento de tecnologias de baixo carbono a partir do mar. Sem essa integração e se deixarmos tudo como está, corremos o risco de perder a nossa primeira e última barreira contra a crise climática.


Segen Estefen: Diretor-geral do Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas (Inpo) e professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) ESTEFEN, Segen. Os oceanos e as mudanças climáticas. Correio Braziliense, 12 de junho de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/ 2024/06/6875725-artigo-os-oceanos-e-as-mudancas-climaticas.html. Acesso em: 13 jun. 2024.
Qual é a justificativa para a utilização dos travessões no penúltimo parágrafo do texto?
Alternativas
Q3666869 Português
Leia o texto para responder à questão.


Os oceanos e as mudanças climáticas.


Para ter os mares como aliados, é necessário voltar a eles como fizeram nossos ancestrais. É preciso mantê-los com políticas de conservação marinha, investimento em pesquisa e monitoramento oceânico


Segen Estefen | 12/06/24


    Apesar de se chamar Terra, é de água que é coberta a maior parte do planeta — cerca de 71% de toda a superfície é oceano, 80% no Hemisfério Sul. A importância não é desproporcional ao tamanho dos mares ou de duas moléculas de hidrogênio para uma de oxigênio na vida. Antigos guardiões do clima terrestre, são os oceanos que TEM/TÊM regulado a temperatura do planeta, influenciado padrões atmosféricos e sustentado a biodiversidade marinha. Os oceanos absorvem 90% do excesso de todo o calor atmosférico gerado pelas emissões de dióxido de carbono (CO2). A água tem uma alta capacidade térmica, permitindo que se armazene grandes quantidades de calor. É exatamente o que os oceanos fazem com a Terra. Sem eles, a temperatura global seria insustentável. 

    Os oceanos também desempenham um papel significativo no que se refere à absorção dos gases do efeito estufa que causam o aquecimento da Terra. Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, os oceanos captaram cerca de um terço de todo o CO2 emitido pela humanidade desde a Revolução Industrial. No entanto, essa absorção tem um custo, especialmente em um planeta que aumentou em cerca de 1,4°C a sua temperatura em um período de 40 anos.

    As mudanças climáticas e os oceanos estão intrinsecamente conectados, em uma via de mão dupla. Enquanto os oceanos naturalmente mitigam boa parte dos efeitos do aquecimento do planeta, as mudanças climáticas também impactam os oceanos pelo degelo nos polos e aumento da absorção de CO2, o que resulta em uma série de problemas, como o aumento do nível do mar, da temperatura e da acidificação. O aquecimento dos oceanos Pacífico e Atlântico TEM/TÊM contribuído para eventos climáticos extremos, devido à potencialização de fenômenos naturais como ciclones e furacões. A elevação da temperatura das águas dos oceanos TEM/TÊM efeito deletério nos corais e na biodiversidade marinha.

    Recentemente, a BBC publicou uma análise baseada em dados do Serviço Climático Copernicus, da União Europeia, mostrando que os oceanos bateram recordes de temperatura todos os dias por 12 meses. O dado é o prenúncio da condição crítica das mudanças climáticas. Segundo o Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas, o IPCC, se o planeta aquecer 1,5°C, cerca de 70% dos corais, que suportam um quarto da vida marinha, desaparecerão.

    Para além dos mares, esse cenário nos afeta também, pois os oceanos funcionam como um grande reservatório de carbono, armazenando-o em taxas muito superiores às florestas tropicais terrestres. Além de reconhecer a importância dos oceanos para a vida e combater a crise climática, é preciso entender o papel crucial que esse aliado muitas vezes desconhecido, TEM/TÊM. Não dá para enfrentar esse desafio do século 21 sem considerá-lo.

    O caminho para isso é conhecido. Inclui a redução das emissões de gases de efeito estufa, o que passa invariavelmente, por transicionar as matrizes energéticas do fóssil para o renovável. O surpreendente é que os oceanos também podem dar uma alternativa para isso. O potencial energético dos mares é vasto. As energias oceânicas — ainda muito pouco exploradas — TEM/TÊM um potencial de produzir dezenas de vezes mais energia do que o mundo será capaz de consumir em 2040. Os oceanos podem ser não apenas um regulador climático, mas também uma das fontes de energia renovável que vai viabilizar o futuro do clima na Terra.

    No entanto, para ter os mares como aliados, é necessário voltar a eles como fizeram nossos ancestrais. É preciso mantê-los com políticas de conservação marinha, investimento em pesquisa e monitoramento oceânico. Somente com dados constantes, a ciência conseguirá abastecer aqueles que TEM/TÊM o poder de tomar as decisões, da política à economia. Isso pode gerar iniciativas, como a criação de áreas marinhas protegidas e o desenvolvimento de tecnologias de baixo carbono a partir do mar. Sem essa integração e se deixarmos tudo como está, corremos o risco de perder a nossa primeira e última barreira contra a crise climática.


Segen Estefen: Diretor-geral do Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas (Inpo) e professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) ESTEFEN, Segen. Os oceanos e as mudanças climáticas. Correio Braziliense, 12 de junho de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/ 2024/06/6875725-artigo-os-oceanos-e-as-mudancas-climaticas.html. Acesso em: 13 jun. 2024.
Observe as ocorrências do verbo “ter” destacadas, em letras maiúsculas, no texto: Os oceanos e as mudanças climáticas. Em seguida, indique a alternativa que apresenta a concordância verbal adequada para cada uma dessas ocorrências.
Alternativas
Q3666868 Português
Leia o texto para responder à questão.


Os oceanos e as mudanças climáticas.


Para ter os mares como aliados, é necessário voltar a eles como fizeram nossos ancestrais. É preciso mantê-los com políticas de conservação marinha, investimento em pesquisa e monitoramento oceânico


Segen Estefen | 12/06/24


    Apesar de se chamar Terra, é de água que é coberta a maior parte do planeta — cerca de 71% de toda a superfície é oceano, 80% no Hemisfério Sul. A importância não é desproporcional ao tamanho dos mares ou de duas moléculas de hidrogênio para uma de oxigênio na vida. Antigos guardiões do clima terrestre, são os oceanos que TEM/TÊM regulado a temperatura do planeta, influenciado padrões atmosféricos e sustentado a biodiversidade marinha. Os oceanos absorvem 90% do excesso de todo o calor atmosférico gerado pelas emissões de dióxido de carbono (CO2). A água tem uma alta capacidade térmica, permitindo que se armazene grandes quantidades de calor. É exatamente o que os oceanos fazem com a Terra. Sem eles, a temperatura global seria insustentável. 

    Os oceanos também desempenham um papel significativo no que se refere à absorção dos gases do efeito estufa que causam o aquecimento da Terra. Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, os oceanos captaram cerca de um terço de todo o CO2 emitido pela humanidade desde a Revolução Industrial. No entanto, essa absorção tem um custo, especialmente em um planeta que aumentou em cerca de 1,4°C a sua temperatura em um período de 40 anos.

    As mudanças climáticas e os oceanos estão intrinsecamente conectados, em uma via de mão dupla. Enquanto os oceanos naturalmente mitigam boa parte dos efeitos do aquecimento do planeta, as mudanças climáticas também impactam os oceanos pelo degelo nos polos e aumento da absorção de CO2, o que resulta em uma série de problemas, como o aumento do nível do mar, da temperatura e da acidificação. O aquecimento dos oceanos Pacífico e Atlântico TEM/TÊM contribuído para eventos climáticos extremos, devido à potencialização de fenômenos naturais como ciclones e furacões. A elevação da temperatura das águas dos oceanos TEM/TÊM efeito deletério nos corais e na biodiversidade marinha.

    Recentemente, a BBC publicou uma análise baseada em dados do Serviço Climático Copernicus, da União Europeia, mostrando que os oceanos bateram recordes de temperatura todos os dias por 12 meses. O dado é o prenúncio da condição crítica das mudanças climáticas. Segundo o Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas, o IPCC, se o planeta aquecer 1,5°C, cerca de 70% dos corais, que suportam um quarto da vida marinha, desaparecerão.

    Para além dos mares, esse cenário nos afeta também, pois os oceanos funcionam como um grande reservatório de carbono, armazenando-o em taxas muito superiores às florestas tropicais terrestres. Além de reconhecer a importância dos oceanos para a vida e combater a crise climática, é preciso entender o papel crucial que esse aliado muitas vezes desconhecido, TEM/TÊM. Não dá para enfrentar esse desafio do século 21 sem considerá-lo.

    O caminho para isso é conhecido. Inclui a redução das emissões de gases de efeito estufa, o que passa invariavelmente, por transicionar as matrizes energéticas do fóssil para o renovável. O surpreendente é que os oceanos também podem dar uma alternativa para isso. O potencial energético dos mares é vasto. As energias oceânicas — ainda muito pouco exploradas — TEM/TÊM um potencial de produzir dezenas de vezes mais energia do que o mundo será capaz de consumir em 2040. Os oceanos podem ser não apenas um regulador climático, mas também uma das fontes de energia renovável que vai viabilizar o futuro do clima na Terra.

    No entanto, para ter os mares como aliados, é necessário voltar a eles como fizeram nossos ancestrais. É preciso mantê-los com políticas de conservação marinha, investimento em pesquisa e monitoramento oceânico. Somente com dados constantes, a ciência conseguirá abastecer aqueles que TEM/TÊM o poder de tomar as decisões, da política à economia. Isso pode gerar iniciativas, como a criação de áreas marinhas protegidas e o desenvolvimento de tecnologias de baixo carbono a partir do mar. Sem essa integração e se deixarmos tudo como está, corremos o risco de perder a nossa primeira e última barreira contra a crise climática.


Segen Estefen: Diretor-geral do Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas (Inpo) e professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) ESTEFEN, Segen. Os oceanos e as mudanças climáticas. Correio Braziliense, 12 de junho de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/ 2024/06/6875725-artigo-os-oceanos-e-as-mudancas-climaticas.html. Acesso em: 13 jun. 2024.
observe o excerto a seguir.

“No entanto, para ter os mares como aliados, é necessário voltar a eles como fizeram nossos ancestrais.” (7º parágrafo)

Qual é o sentido que o vocábulo em destaque no excerto confere ao enunciado?
Alternativas
Q3666867 Português
Leia o texto para responder à questão.


Os oceanos e as mudanças climáticas.


Para ter os mares como aliados, é necessário voltar a eles como fizeram nossos ancestrais. É preciso mantê-los com políticas de conservação marinha, investimento em pesquisa e monitoramento oceânico


Segen Estefen | 12/06/24


    Apesar de se chamar Terra, é de água que é coberta a maior parte do planeta — cerca de 71% de toda a superfície é oceano, 80% no Hemisfério Sul. A importância não é desproporcional ao tamanho dos mares ou de duas moléculas de hidrogênio para uma de oxigênio na vida. Antigos guardiões do clima terrestre, são os oceanos que TEM/TÊM regulado a temperatura do planeta, influenciado padrões atmosféricos e sustentado a biodiversidade marinha. Os oceanos absorvem 90% do excesso de todo o calor atmosférico gerado pelas emissões de dióxido de carbono (CO2). A água tem uma alta capacidade térmica, permitindo que se armazene grandes quantidades de calor. É exatamente o que os oceanos fazem com a Terra. Sem eles, a temperatura global seria insustentável. 

    Os oceanos também desempenham um papel significativo no que se refere à absorção dos gases do efeito estufa que causam o aquecimento da Terra. Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, os oceanos captaram cerca de um terço de todo o CO2 emitido pela humanidade desde a Revolução Industrial. No entanto, essa absorção tem um custo, especialmente em um planeta que aumentou em cerca de 1,4°C a sua temperatura em um período de 40 anos.

    As mudanças climáticas e os oceanos estão intrinsecamente conectados, em uma via de mão dupla. Enquanto os oceanos naturalmente mitigam boa parte dos efeitos do aquecimento do planeta, as mudanças climáticas também impactam os oceanos pelo degelo nos polos e aumento da absorção de CO2, o que resulta em uma série de problemas, como o aumento do nível do mar, da temperatura e da acidificação. O aquecimento dos oceanos Pacífico e Atlântico TEM/TÊM contribuído para eventos climáticos extremos, devido à potencialização de fenômenos naturais como ciclones e furacões. A elevação da temperatura das águas dos oceanos TEM/TÊM efeito deletério nos corais e na biodiversidade marinha.

    Recentemente, a BBC publicou uma análise baseada em dados do Serviço Climático Copernicus, da União Europeia, mostrando que os oceanos bateram recordes de temperatura todos os dias por 12 meses. O dado é o prenúncio da condição crítica das mudanças climáticas. Segundo o Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas, o IPCC, se o planeta aquecer 1,5°C, cerca de 70% dos corais, que suportam um quarto da vida marinha, desaparecerão.

    Para além dos mares, esse cenário nos afeta também, pois os oceanos funcionam como um grande reservatório de carbono, armazenando-o em taxas muito superiores às florestas tropicais terrestres. Além de reconhecer a importância dos oceanos para a vida e combater a crise climática, é preciso entender o papel crucial que esse aliado muitas vezes desconhecido, TEM/TÊM. Não dá para enfrentar esse desafio do século 21 sem considerá-lo.

    O caminho para isso é conhecido. Inclui a redução das emissões de gases de efeito estufa, o que passa invariavelmente, por transicionar as matrizes energéticas do fóssil para o renovável. O surpreendente é que os oceanos também podem dar uma alternativa para isso. O potencial energético dos mares é vasto. As energias oceânicas — ainda muito pouco exploradas — TEM/TÊM um potencial de produzir dezenas de vezes mais energia do que o mundo será capaz de consumir em 2040. Os oceanos podem ser não apenas um regulador climático, mas também uma das fontes de energia renovável que vai viabilizar o futuro do clima na Terra.

    No entanto, para ter os mares como aliados, é necessário voltar a eles como fizeram nossos ancestrais. É preciso mantê-los com políticas de conservação marinha, investimento em pesquisa e monitoramento oceânico. Somente com dados constantes, a ciência conseguirá abastecer aqueles que TEM/TÊM o poder de tomar as decisões, da política à economia. Isso pode gerar iniciativas, como a criação de áreas marinhas protegidas e o desenvolvimento de tecnologias de baixo carbono a partir do mar. Sem essa integração e se deixarmos tudo como está, corremos o risco de perder a nossa primeira e última barreira contra a crise climática.


Segen Estefen: Diretor-geral do Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas (Inpo) e professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) ESTEFEN, Segen. Os oceanos e as mudanças climáticas. Correio Braziliense, 12 de junho de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/ 2024/06/6875725-artigo-os-oceanos-e-as-mudancas-climaticas.html. Acesso em: 13 jun. 2024.
No texto: Os oceanos e as mudanças climáticas, foram sublinhados três conectivos. Analise-os e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta corretamente os sentidos por eles veiculados nos trechos em que ocorrem.
Alternativas
Q3666866 Português
Leia o texto para responder à questão.


Os oceanos e as mudanças climáticas.


Para ter os mares como aliados, é necessário voltar a eles como fizeram nossos ancestrais. É preciso mantê-los com políticas de conservação marinha, investimento em pesquisa e monitoramento oceânico


Segen Estefen | 12/06/24


    Apesar de se chamar Terra, é de água que é coberta a maior parte do planeta — cerca de 71% de toda a superfície é oceano, 80% no Hemisfério Sul. A importância não é desproporcional ao tamanho dos mares ou de duas moléculas de hidrogênio para uma de oxigênio na vida. Antigos guardiões do clima terrestre, são os oceanos que TEM/TÊM regulado a temperatura do planeta, influenciado padrões atmosféricos e sustentado a biodiversidade marinha. Os oceanos absorvem 90% do excesso de todo o calor atmosférico gerado pelas emissões de dióxido de carbono (CO2). A água tem uma alta capacidade térmica, permitindo que se armazene grandes quantidades de calor. É exatamente o que os oceanos fazem com a Terra. Sem eles, a temperatura global seria insustentável. 

    Os oceanos também desempenham um papel significativo no que se refere à absorção dos gases do efeito estufa que causam o aquecimento da Terra. Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, os oceanos captaram cerca de um terço de todo o CO2 emitido pela humanidade desde a Revolução Industrial. No entanto, essa absorção tem um custo, especialmente em um planeta que aumentou em cerca de 1,4°C a sua temperatura em um período de 40 anos.

    As mudanças climáticas e os oceanos estão intrinsecamente conectados, em uma via de mão dupla. Enquanto os oceanos naturalmente mitigam boa parte dos efeitos do aquecimento do planeta, as mudanças climáticas também impactam os oceanos pelo degelo nos polos e aumento da absorção de CO2, o que resulta em uma série de problemas, como o aumento do nível do mar, da temperatura e da acidificação. O aquecimento dos oceanos Pacífico e Atlântico TEM/TÊM contribuído para eventos climáticos extremos, devido à potencialização de fenômenos naturais como ciclones e furacões. A elevação da temperatura das águas dos oceanos TEM/TÊM efeito deletério nos corais e na biodiversidade marinha.

    Recentemente, a BBC publicou uma análise baseada em dados do Serviço Climático Copernicus, da União Europeia, mostrando que os oceanos bateram recordes de temperatura todos os dias por 12 meses. O dado é o prenúncio da condição crítica das mudanças climáticas. Segundo o Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas, o IPCC, se o planeta aquecer 1,5°C, cerca de 70% dos corais, que suportam um quarto da vida marinha, desaparecerão.

    Para além dos mares, esse cenário nos afeta também, pois os oceanos funcionam como um grande reservatório de carbono, armazenando-o em taxas muito superiores às florestas tropicais terrestres. Além de reconhecer a importância dos oceanos para a vida e combater a crise climática, é preciso entender o papel crucial que esse aliado muitas vezes desconhecido, TEM/TÊM. Não dá para enfrentar esse desafio do século 21 sem considerá-lo.

    O caminho para isso é conhecido. Inclui a redução das emissões de gases de efeito estufa, o que passa invariavelmente, por transicionar as matrizes energéticas do fóssil para o renovável. O surpreendente é que os oceanos também podem dar uma alternativa para isso. O potencial energético dos mares é vasto. As energias oceânicas — ainda muito pouco exploradas — TEM/TÊM um potencial de produzir dezenas de vezes mais energia do que o mundo será capaz de consumir em 2040. Os oceanos podem ser não apenas um regulador climático, mas também uma das fontes de energia renovável que vai viabilizar o futuro do clima na Terra.

    No entanto, para ter os mares como aliados, é necessário voltar a eles como fizeram nossos ancestrais. É preciso mantê-los com políticas de conservação marinha, investimento em pesquisa e monitoramento oceânico. Somente com dados constantes, a ciência conseguirá abastecer aqueles que TEM/TÊM o poder de tomar as decisões, da política à economia. Isso pode gerar iniciativas, como a criação de áreas marinhas protegidas e o desenvolvimento de tecnologias de baixo carbono a partir do mar. Sem essa integração e se deixarmos tudo como está, corremos o risco de perder a nossa primeira e última barreira contra a crise climática.


Segen Estefen: Diretor-geral do Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas (Inpo) e professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) ESTEFEN, Segen. Os oceanos e as mudanças climáticas. Correio Braziliense, 12 de junho de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/ 2024/06/6875725-artigo-os-oceanos-e-as-mudancas-climaticas.html. Acesso em: 13 jun. 2024.
O verbo “transicionar”, empregado no sexto parágrafo do texto, significa, no contexto,
Alternativas
Q3666865 Português
Leia o texto para responder à questão.


Os oceanos e as mudanças climáticas.


Para ter os mares como aliados, é necessário voltar a eles como fizeram nossos ancestrais. É preciso mantê-los com políticas de conservação marinha, investimento em pesquisa e monitoramento oceânico


Segen Estefen | 12/06/24


    Apesar de se chamar Terra, é de água que é coberta a maior parte do planeta — cerca de 71% de toda a superfície é oceano, 80% no Hemisfério Sul. A importância não é desproporcional ao tamanho dos mares ou de duas moléculas de hidrogênio para uma de oxigênio na vida. Antigos guardiões do clima terrestre, são os oceanos que TEM/TÊM regulado a temperatura do planeta, influenciado padrões atmosféricos e sustentado a biodiversidade marinha. Os oceanos absorvem 90% do excesso de todo o calor atmosférico gerado pelas emissões de dióxido de carbono (CO2). A água tem uma alta capacidade térmica, permitindo que se armazene grandes quantidades de calor. É exatamente o que os oceanos fazem com a Terra. Sem eles, a temperatura global seria insustentável. 

    Os oceanos também desempenham um papel significativo no que se refere à absorção dos gases do efeito estufa que causam o aquecimento da Terra. Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, os oceanos captaram cerca de um terço de todo o CO2 emitido pela humanidade desde a Revolução Industrial. No entanto, essa absorção tem um custo, especialmente em um planeta que aumentou em cerca de 1,4°C a sua temperatura em um período de 40 anos.

    As mudanças climáticas e os oceanos estão intrinsecamente conectados, em uma via de mão dupla. Enquanto os oceanos naturalmente mitigam boa parte dos efeitos do aquecimento do planeta, as mudanças climáticas também impactam os oceanos pelo degelo nos polos e aumento da absorção de CO2, o que resulta em uma série de problemas, como o aumento do nível do mar, da temperatura e da acidificação. O aquecimento dos oceanos Pacífico e Atlântico TEM/TÊM contribuído para eventos climáticos extremos, devido à potencialização de fenômenos naturais como ciclones e furacões. A elevação da temperatura das águas dos oceanos TEM/TÊM efeito deletério nos corais e na biodiversidade marinha.

    Recentemente, a BBC publicou uma análise baseada em dados do Serviço Climático Copernicus, da União Europeia, mostrando que os oceanos bateram recordes de temperatura todos os dias por 12 meses. O dado é o prenúncio da condição crítica das mudanças climáticas. Segundo o Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas, o IPCC, se o planeta aquecer 1,5°C, cerca de 70% dos corais, que suportam um quarto da vida marinha, desaparecerão.

    Para além dos mares, esse cenário nos afeta também, pois os oceanos funcionam como um grande reservatório de carbono, armazenando-o em taxas muito superiores às florestas tropicais terrestres. Além de reconhecer a importância dos oceanos para a vida e combater a crise climática, é preciso entender o papel crucial que esse aliado muitas vezes desconhecido, TEM/TÊM. Não dá para enfrentar esse desafio do século 21 sem considerá-lo.

    O caminho para isso é conhecido. Inclui a redução das emissões de gases de efeito estufa, o que passa invariavelmente, por transicionar as matrizes energéticas do fóssil para o renovável. O surpreendente é que os oceanos também podem dar uma alternativa para isso. O potencial energético dos mares é vasto. As energias oceânicas — ainda muito pouco exploradas — TEM/TÊM um potencial de produzir dezenas de vezes mais energia do que o mundo será capaz de consumir em 2040. Os oceanos podem ser não apenas um regulador climático, mas também uma das fontes de energia renovável que vai viabilizar o futuro do clima na Terra.

    No entanto, para ter os mares como aliados, é necessário voltar a eles como fizeram nossos ancestrais. É preciso mantê-los com políticas de conservação marinha, investimento em pesquisa e monitoramento oceânico. Somente com dados constantes, a ciência conseguirá abastecer aqueles que TEM/TÊM o poder de tomar as decisões, da política à economia. Isso pode gerar iniciativas, como a criação de áreas marinhas protegidas e o desenvolvimento de tecnologias de baixo carbono a partir do mar. Sem essa integração e se deixarmos tudo como está, corremos o risco de perder a nossa primeira e última barreira contra a crise climática.


Segen Estefen: Diretor-geral do Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas (Inpo) e professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) ESTEFEN, Segen. Os oceanos e as mudanças climáticas. Correio Braziliense, 12 de junho de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/ 2024/06/6875725-artigo-os-oceanos-e-as-mudancas-climaticas.html. Acesso em: 13 jun. 2024.
No trecho: “Para além dos mares, esse cenário nos afeta também, pois os oceanos funcionam como um grande reservatório de carbono, armazenando-o em taxas muito superiores às florestas tropicais terrestres.” (5º parágrafo).

A que se refere o pronome em destaque?
Alternativas
Q3666864 Português
Leia o texto para responder à questão.


Os oceanos e as mudanças climáticas.


Para ter os mares como aliados, é necessário voltar a eles como fizeram nossos ancestrais. É preciso mantê-los com políticas de conservação marinha, investimento em pesquisa e monitoramento oceânico


Segen Estefen | 12/06/24


    Apesar de se chamar Terra, é de água que é coberta a maior parte do planeta — cerca de 71% de toda a superfície é oceano, 80% no Hemisfério Sul. A importância não é desproporcional ao tamanho dos mares ou de duas moléculas de hidrogênio para uma de oxigênio na vida. Antigos guardiões do clima terrestre, são os oceanos que TEM/TÊM regulado a temperatura do planeta, influenciado padrões atmosféricos e sustentado a biodiversidade marinha. Os oceanos absorvem 90% do excesso de todo o calor atmosférico gerado pelas emissões de dióxido de carbono (CO2). A água tem uma alta capacidade térmica, permitindo que se armazene grandes quantidades de calor. É exatamente o que os oceanos fazem com a Terra. Sem eles, a temperatura global seria insustentável. 

    Os oceanos também desempenham um papel significativo no que se refere à absorção dos gases do efeito estufa que causam o aquecimento da Terra. Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, os oceanos captaram cerca de um terço de todo o CO2 emitido pela humanidade desde a Revolução Industrial. No entanto, essa absorção tem um custo, especialmente em um planeta que aumentou em cerca de 1,4°C a sua temperatura em um período de 40 anos.

    As mudanças climáticas e os oceanos estão intrinsecamente conectados, em uma via de mão dupla. Enquanto os oceanos naturalmente mitigam boa parte dos efeitos do aquecimento do planeta, as mudanças climáticas também impactam os oceanos pelo degelo nos polos e aumento da absorção de CO2, o que resulta em uma série de problemas, como o aumento do nível do mar, da temperatura e da acidificação. O aquecimento dos oceanos Pacífico e Atlântico TEM/TÊM contribuído para eventos climáticos extremos, devido à potencialização de fenômenos naturais como ciclones e furacões. A elevação da temperatura das águas dos oceanos TEM/TÊM efeito deletério nos corais e na biodiversidade marinha.

    Recentemente, a BBC publicou uma análise baseada em dados do Serviço Climático Copernicus, da União Europeia, mostrando que os oceanos bateram recordes de temperatura todos os dias por 12 meses. O dado é o prenúncio da condição crítica das mudanças climáticas. Segundo o Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas, o IPCC, se o planeta aquecer 1,5°C, cerca de 70% dos corais, que suportam um quarto da vida marinha, desaparecerão.

    Para além dos mares, esse cenário nos afeta também, pois os oceanos funcionam como um grande reservatório de carbono, armazenando-o em taxas muito superiores às florestas tropicais terrestres. Além de reconhecer a importância dos oceanos para a vida e combater a crise climática, é preciso entender o papel crucial que esse aliado muitas vezes desconhecido, TEM/TÊM. Não dá para enfrentar esse desafio do século 21 sem considerá-lo.

    O caminho para isso é conhecido. Inclui a redução das emissões de gases de efeito estufa, o que passa invariavelmente, por transicionar as matrizes energéticas do fóssil para o renovável. O surpreendente é que os oceanos também podem dar uma alternativa para isso. O potencial energético dos mares é vasto. As energias oceânicas — ainda muito pouco exploradas — TEM/TÊM um potencial de produzir dezenas de vezes mais energia do que o mundo será capaz de consumir em 2040. Os oceanos podem ser não apenas um regulador climático, mas também uma das fontes de energia renovável que vai viabilizar o futuro do clima na Terra.

    No entanto, para ter os mares como aliados, é necessário voltar a eles como fizeram nossos ancestrais. É preciso mantê-los com políticas de conservação marinha, investimento em pesquisa e monitoramento oceânico. Somente com dados constantes, a ciência conseguirá abastecer aqueles que TEM/TÊM o poder de tomar as decisões, da política à economia. Isso pode gerar iniciativas, como a criação de áreas marinhas protegidas e o desenvolvimento de tecnologias de baixo carbono a partir do mar. Sem essa integração e se deixarmos tudo como está, corremos o risco de perder a nossa primeira e última barreira contra a crise climática.


Segen Estefen: Diretor-geral do Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas (Inpo) e professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) ESTEFEN, Segen. Os oceanos e as mudanças climáticas. Correio Braziliense, 12 de junho de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/ 2024/06/6875725-artigo-os-oceanos-e-as-mudancas-climaticas.html. Acesso em: 13 jun. 2024.
Como se classifica sintaticamente a estrutura grifada em: “O caminho para isso é conhecido.” (6º parágrafo)?
Alternativas
Q3666863 Português
Leia o texto para responder à questão.


Os oceanos e as mudanças climáticas.


Para ter os mares como aliados, é necessário voltar a eles como fizeram nossos ancestrais. É preciso mantê-los com políticas de conservação marinha, investimento em pesquisa e monitoramento oceânico


Segen Estefen | 12/06/24


    Apesar de se chamar Terra, é de água que é coberta a maior parte do planeta — cerca de 71% de toda a superfície é oceano, 80% no Hemisfério Sul. A importância não é desproporcional ao tamanho dos mares ou de duas moléculas de hidrogênio para uma de oxigênio na vida. Antigos guardiões do clima terrestre, são os oceanos que TEM/TÊM regulado a temperatura do planeta, influenciado padrões atmosféricos e sustentado a biodiversidade marinha. Os oceanos absorvem 90% do excesso de todo o calor atmosférico gerado pelas emissões de dióxido de carbono (CO2). A água tem uma alta capacidade térmica, permitindo que se armazene grandes quantidades de calor. É exatamente o que os oceanos fazem com a Terra. Sem eles, a temperatura global seria insustentável. 

    Os oceanos também desempenham um papel significativo no que se refere à absorção dos gases do efeito estufa que causam o aquecimento da Terra. Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, os oceanos captaram cerca de um terço de todo o CO2 emitido pela humanidade desde a Revolução Industrial. No entanto, essa absorção tem um custo, especialmente em um planeta que aumentou em cerca de 1,4°C a sua temperatura em um período de 40 anos.

    As mudanças climáticas e os oceanos estão intrinsecamente conectados, em uma via de mão dupla. Enquanto os oceanos naturalmente mitigam boa parte dos efeitos do aquecimento do planeta, as mudanças climáticas também impactam os oceanos pelo degelo nos polos e aumento da absorção de CO2, o que resulta em uma série de problemas, como o aumento do nível do mar, da temperatura e da acidificação. O aquecimento dos oceanos Pacífico e Atlântico TEM/TÊM contribuído para eventos climáticos extremos, devido à potencialização de fenômenos naturais como ciclones e furacões. A elevação da temperatura das águas dos oceanos TEM/TÊM efeito deletério nos corais e na biodiversidade marinha.

    Recentemente, a BBC publicou uma análise baseada em dados do Serviço Climático Copernicus, da União Europeia, mostrando que os oceanos bateram recordes de temperatura todos os dias por 12 meses. O dado é o prenúncio da condição crítica das mudanças climáticas. Segundo o Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas, o IPCC, se o planeta aquecer 1,5°C, cerca de 70% dos corais, que suportam um quarto da vida marinha, desaparecerão.

    Para além dos mares, esse cenário nos afeta também, pois os oceanos funcionam como um grande reservatório de carbono, armazenando-o em taxas muito superiores às florestas tropicais terrestres. Além de reconhecer a importância dos oceanos para a vida e combater a crise climática, é preciso entender o papel crucial que esse aliado muitas vezes desconhecido, TEM/TÊM. Não dá para enfrentar esse desafio do século 21 sem considerá-lo.

    O caminho para isso é conhecido. Inclui a redução das emissões de gases de efeito estufa, o que passa invariavelmente, por transicionar as matrizes energéticas do fóssil para o renovável. O surpreendente é que os oceanos também podem dar uma alternativa para isso. O potencial energético dos mares é vasto. As energias oceânicas — ainda muito pouco exploradas — TEM/TÊM um potencial de produzir dezenas de vezes mais energia do que o mundo será capaz de consumir em 2040. Os oceanos podem ser não apenas um regulador climático, mas também uma das fontes de energia renovável que vai viabilizar o futuro do clima na Terra.

    No entanto, para ter os mares como aliados, é necessário voltar a eles como fizeram nossos ancestrais. É preciso mantê-los com políticas de conservação marinha, investimento em pesquisa e monitoramento oceânico. Somente com dados constantes, a ciência conseguirá abastecer aqueles que TEM/TÊM o poder de tomar as decisões, da política à economia. Isso pode gerar iniciativas, como a criação de áreas marinhas protegidas e o desenvolvimento de tecnologias de baixo carbono a partir do mar. Sem essa integração e se deixarmos tudo como está, corremos o risco de perder a nossa primeira e última barreira contra a crise climática.


Segen Estefen: Diretor-geral do Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas (Inpo) e professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) ESTEFEN, Segen. Os oceanos e as mudanças climáticas. Correio Braziliense, 12 de junho de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/ 2024/06/6875725-artigo-os-oceanos-e-as-mudancas-climaticas.html. Acesso em: 13 jun. 2024.
Observando suas características, é possível afirmar que o texto apresentado se baseia em uma estrutura
Alternativas
Q3666862 Português
Leia o texto para responder à questão.


Os oceanos e as mudanças climáticas.


Para ter os mares como aliados, é necessário voltar a eles como fizeram nossos ancestrais. É preciso mantê-los com políticas de conservação marinha, investimento em pesquisa e monitoramento oceânico


Segen Estefen | 12/06/24


    Apesar de se chamar Terra, é de água que é coberta a maior parte do planeta — cerca de 71% de toda a superfície é oceano, 80% no Hemisfério Sul. A importância não é desproporcional ao tamanho dos mares ou de duas moléculas de hidrogênio para uma de oxigênio na vida. Antigos guardiões do clima terrestre, são os oceanos que TEM/TÊM regulado a temperatura do planeta, influenciado padrões atmosféricos e sustentado a biodiversidade marinha. Os oceanos absorvem 90% do excesso de todo o calor atmosférico gerado pelas emissões de dióxido de carbono (CO2). A água tem uma alta capacidade térmica, permitindo que se armazene grandes quantidades de calor. É exatamente o que os oceanos fazem com a Terra. Sem eles, a temperatura global seria insustentável. 

    Os oceanos também desempenham um papel significativo no que se refere à absorção dos gases do efeito estufa que causam o aquecimento da Terra. Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, os oceanos captaram cerca de um terço de todo o CO2 emitido pela humanidade desde a Revolução Industrial. No entanto, essa absorção tem um custo, especialmente em um planeta que aumentou em cerca de 1,4°C a sua temperatura em um período de 40 anos.

    As mudanças climáticas e os oceanos estão intrinsecamente conectados, em uma via de mão dupla. Enquanto os oceanos naturalmente mitigam boa parte dos efeitos do aquecimento do planeta, as mudanças climáticas também impactam os oceanos pelo degelo nos polos e aumento da absorção de CO2, o que resulta em uma série de problemas, como o aumento do nível do mar, da temperatura e da acidificação. O aquecimento dos oceanos Pacífico e Atlântico TEM/TÊM contribuído para eventos climáticos extremos, devido à potencialização de fenômenos naturais como ciclones e furacões. A elevação da temperatura das águas dos oceanos TEM/TÊM efeito deletério nos corais e na biodiversidade marinha.

    Recentemente, a BBC publicou uma análise baseada em dados do Serviço Climático Copernicus, da União Europeia, mostrando que os oceanos bateram recordes de temperatura todos os dias por 12 meses. O dado é o prenúncio da condição crítica das mudanças climáticas. Segundo o Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas, o IPCC, se o planeta aquecer 1,5°C, cerca de 70% dos corais, que suportam um quarto da vida marinha, desaparecerão.

    Para além dos mares, esse cenário nos afeta também, pois os oceanos funcionam como um grande reservatório de carbono, armazenando-o em taxas muito superiores às florestas tropicais terrestres. Além de reconhecer a importância dos oceanos para a vida e combater a crise climática, é preciso entender o papel crucial que esse aliado muitas vezes desconhecido, TEM/TÊM. Não dá para enfrentar esse desafio do século 21 sem considerá-lo.

    O caminho para isso é conhecido. Inclui a redução das emissões de gases de efeito estufa, o que passa invariavelmente, por transicionar as matrizes energéticas do fóssil para o renovável. O surpreendente é que os oceanos também podem dar uma alternativa para isso. O potencial energético dos mares é vasto. As energias oceânicas — ainda muito pouco exploradas — TEM/TÊM um potencial de produzir dezenas de vezes mais energia do que o mundo será capaz de consumir em 2040. Os oceanos podem ser não apenas um regulador climático, mas também uma das fontes de energia renovável que vai viabilizar o futuro do clima na Terra.

    No entanto, para ter os mares como aliados, é necessário voltar a eles como fizeram nossos ancestrais. É preciso mantê-los com políticas de conservação marinha, investimento em pesquisa e monitoramento oceânico. Somente com dados constantes, a ciência conseguirá abastecer aqueles que TEM/TÊM o poder de tomar as decisões, da política à economia. Isso pode gerar iniciativas, como a criação de áreas marinhas protegidas e o desenvolvimento de tecnologias de baixo carbono a partir do mar. Sem essa integração e se deixarmos tudo como está, corremos o risco de perder a nossa primeira e última barreira contra a crise climática.


Segen Estefen: Diretor-geral do Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas (Inpo) e professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) ESTEFEN, Segen. Os oceanos e as mudanças climáticas. Correio Braziliense, 12 de junho de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/ 2024/06/6875725-artigo-os-oceanos-e-as-mudancas-climaticas.html. Acesso em: 13 jun. 2024.
Segundo as informações do texto, os oceanos e seus mares
Alternativas
Q3666791 Português
Holanda tem ciclovia brilhante inspirada em obra de Van Gogh

    Além de ser a terra natal de Van Gogh, a província holandesa de Brabante do Norte possui uma ciclovia brilhante inspirada na famosa obra “A Noite Estrelada”. Situada na cidade de Eindhoven, nos arredores do vilarejo de Nuenen, onde Van Gogh morou de 1883 a 1885, a ciclovia tem cerca de 600 metros e se ilumina ao anoitecer.
   A “mágica” ocorre graças às milhares de pedras falsas no concreto cobertas com um material inteligente que permite que elas sejam carregadas durante o dia e que ganhem brilho ao cair da noite.
   A ciclovia está localizada entre dois moinhos retratados em pinturas de Van Gogh: o moinho Opwetten, em Nuenen, e o moinho Col, em Eindhoven. As obras foram pintadas no período em que o artista morou em Eindhoven, em que usou a cidade como cenário para seus quadros.
      A “Van Gogh-Roosegaarde Fietspad”, nome original da ciclovia, foi inaugurada no final de 2014 como parte das celebrações dos 125 anos do aniversário da morte do pintor holandês e foi elaborada pelo artista Daan Roosegaarde, conhecido por projetos que misturam tecnologia e arte em ambientes urbanos.
    “Queria criar um lugar que as pessoas vivenciassem de uma forma especial, com técnica aliada à experiência, isso é o que a tecnopoesia significa para mim”, disse Roosegarde na época da inauguração da ciclovia.
     Rota de cicloturismo
     A ciclovia inspirada na obra “A Noite Estrelada” faz parte de uma rota maior de 435 km que atravessa locais históricos por onde Van Gogh passou em Brabante do Norte.
    Esta rota maior é dividida em 10 ciclovias individuais espalhadas pela província, incluindo uma que atravessa a cidade em que o artista nasceu, Zundert, com 46 km de extensão e que passa por seis monumentos dedicados a Van Gogh. 
'    Também é possível conhecer vários dos lugares que o pintor esteve na província a partir de uma rota turística a pé. Juntos, os cinco percursos têm uma extensão total de 63 km e passam por Nuenen, Zundert, Etten-Leur, Helvoirt e Tilburg.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/curiosidades/holanda-tem-ciclovia-brilhante-inspirada-em-obra-de-vangogh/ (adaptado). 
Considerando as palavras "sena" e "cena", qual é a relação entre elas?
Alternativas
Q3666790 Português
Holanda tem ciclovia brilhante inspirada em obra de Van Gogh

    Além de ser a terra natal de Van Gogh, a província holandesa de Brabante do Norte possui uma ciclovia brilhante inspirada na famosa obra “A Noite Estrelada”. Situada na cidade de Eindhoven, nos arredores do vilarejo de Nuenen, onde Van Gogh morou de 1883 a 1885, a ciclovia tem cerca de 600 metros e se ilumina ao anoitecer.
   A “mágica” ocorre graças às milhares de pedras falsas no concreto cobertas com um material inteligente que permite que elas sejam carregadas durante o dia e que ganhem brilho ao cair da noite.
   A ciclovia está localizada entre dois moinhos retratados em pinturas de Van Gogh: o moinho Opwetten, em Nuenen, e o moinho Col, em Eindhoven. As obras foram pintadas no período em que o artista morou em Eindhoven, em que usou a cidade como cenário para seus quadros.
      A “Van Gogh-Roosegaarde Fietspad”, nome original da ciclovia, foi inaugurada no final de 2014 como parte das celebrações dos 125 anos do aniversário da morte do pintor holandês e foi elaborada pelo artista Daan Roosegaarde, conhecido por projetos que misturam tecnologia e arte em ambientes urbanos.
    “Queria criar um lugar que as pessoas vivenciassem de uma forma especial, com técnica aliada à experiência, isso é o que a tecnopoesia significa para mim”, disse Roosegarde na época da inauguração da ciclovia.
     Rota de cicloturismo
     A ciclovia inspirada na obra “A Noite Estrelada” faz parte de uma rota maior de 435 km que atravessa locais históricos por onde Van Gogh passou em Brabante do Norte.
    Esta rota maior é dividida em 10 ciclovias individuais espalhadas pela província, incluindo uma que atravessa a cidade em que o artista nasceu, Zundert, com 46 km de extensão e que passa por seis monumentos dedicados a Van Gogh. 
'    Também é possível conhecer vários dos lugares que o pintor esteve na província a partir de uma rota turística a pé. Juntos, os cinco percursos têm uma extensão total de 63 km e passam por Nuenen, Zundert, Etten-Leur, Helvoirt e Tilburg.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/curiosidades/holanda-tem-ciclovia-brilhante-inspirada-em-obra-de-vangogh/ (adaptado). 
Considerando a regência do verbo "inspirar", qual das seguintes frases está correta?
Alternativas
Q3666789 Português
Holanda tem ciclovia brilhante inspirada em obra de Van Gogh

    Além de ser a terra natal de Van Gogh, a província holandesa de Brabante do Norte possui uma ciclovia brilhante inspirada na famosa obra “A Noite Estrelada”. Situada na cidade de Eindhoven, nos arredores do vilarejo de Nuenen, onde Van Gogh morou de 1883 a 1885, a ciclovia tem cerca de 600 metros e se ilumina ao anoitecer.
   A “mágica” ocorre graças às milhares de pedras falsas no concreto cobertas com um material inteligente que permite que elas sejam carregadas durante o dia e que ganhem brilho ao cair da noite.
   A ciclovia está localizada entre dois moinhos retratados em pinturas de Van Gogh: o moinho Opwetten, em Nuenen, e o moinho Col, em Eindhoven. As obras foram pintadas no período em que o artista morou em Eindhoven, em que usou a cidade como cenário para seus quadros.
      A “Van Gogh-Roosegaarde Fietspad”, nome original da ciclovia, foi inaugurada no final de 2014 como parte das celebrações dos 125 anos do aniversário da morte do pintor holandês e foi elaborada pelo artista Daan Roosegaarde, conhecido por projetos que misturam tecnologia e arte em ambientes urbanos.
    “Queria criar um lugar que as pessoas vivenciassem de uma forma especial, com técnica aliada à experiência, isso é o que a tecnopoesia significa para mim”, disse Roosegarde na época da inauguração da ciclovia.
     Rota de cicloturismo
     A ciclovia inspirada na obra “A Noite Estrelada” faz parte de uma rota maior de 435 km que atravessa locais históricos por onde Van Gogh passou em Brabante do Norte.
    Esta rota maior é dividida em 10 ciclovias individuais espalhadas pela província, incluindo uma que atravessa a cidade em que o artista nasceu, Zundert, com 46 km de extensão e que passa por seis monumentos dedicados a Van Gogh. 
'    Também é possível conhecer vários dos lugares que o pintor esteve na província a partir de uma rota turística a pé. Juntos, os cinco percursos têm uma extensão total de 63 km e passam por Nuenen, Zundert, Etten-Leur, Helvoirt e Tilburg.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/curiosidades/holanda-tem-ciclovia-brilhante-inspirada-em-obra-de-vangogh/ (adaptado). 
A menção à rota de cicloturismo de 435 km contribui para o texto ao:
Alternativas
Q3666788 Português
Holanda tem ciclovia brilhante inspirada em obra de Van Gogh

    Além de ser a terra natal de Van Gogh, a província holandesa de Brabante do Norte possui uma ciclovia brilhante inspirada na famosa obra “A Noite Estrelada”. Situada na cidade de Eindhoven, nos arredores do vilarejo de Nuenen, onde Van Gogh morou de 1883 a 1885, a ciclovia tem cerca de 600 metros e se ilumina ao anoitecer.
   A “mágica” ocorre graças às milhares de pedras falsas no concreto cobertas com um material inteligente que permite que elas sejam carregadas durante o dia e que ganhem brilho ao cair da noite.
   A ciclovia está localizada entre dois moinhos retratados em pinturas de Van Gogh: o moinho Opwetten, em Nuenen, e o moinho Col, em Eindhoven. As obras foram pintadas no período em que o artista morou em Eindhoven, em que usou a cidade como cenário para seus quadros.
      A “Van Gogh-Roosegaarde Fietspad”, nome original da ciclovia, foi inaugurada no final de 2014 como parte das celebrações dos 125 anos do aniversário da morte do pintor holandês e foi elaborada pelo artista Daan Roosegaarde, conhecido por projetos que misturam tecnologia e arte em ambientes urbanos.
    “Queria criar um lugar que as pessoas vivenciassem de uma forma especial, com técnica aliada à experiência, isso é o que a tecnopoesia significa para mim”, disse Roosegarde na época da inauguração da ciclovia.
     Rota de cicloturismo
     A ciclovia inspirada na obra “A Noite Estrelada” faz parte de uma rota maior de 435 km que atravessa locais históricos por onde Van Gogh passou em Brabante do Norte.
    Esta rota maior é dividida em 10 ciclovias individuais espalhadas pela província, incluindo uma que atravessa a cidade em que o artista nasceu, Zundert, com 46 km de extensão e que passa por seis monumentos dedicados a Van Gogh. 
'    Também é possível conhecer vários dos lugares que o pintor esteve na província a partir de uma rota turística a pé. Juntos, os cinco percursos têm uma extensão total de 63 km e passam por Nuenen, Zundert, Etten-Leur, Helvoirt e Tilburg.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/curiosidades/holanda-tem-ciclovia-brilhante-inspirada-em-obra-de-vangogh/ (adaptado). 
A expressão "125 anos" contém um exemplo de:
Alternativas
Q3666787 Português
Holanda tem ciclovia brilhante inspirada em obra de Van Gogh

    Além de ser a terra natal de Van Gogh, a província holandesa de Brabante do Norte possui uma ciclovia brilhante inspirada na famosa obra “A Noite Estrelada”. Situada na cidade de Eindhoven, nos arredores do vilarejo de Nuenen, onde Van Gogh morou de 1883 a 1885, a ciclovia tem cerca de 600 metros e se ilumina ao anoitecer.
   A “mágica” ocorre graças às milhares de pedras falsas no concreto cobertas com um material inteligente que permite que elas sejam carregadas durante o dia e que ganhem brilho ao cair da noite.
   A ciclovia está localizada entre dois moinhos retratados em pinturas de Van Gogh: o moinho Opwetten, em Nuenen, e o moinho Col, em Eindhoven. As obras foram pintadas no período em que o artista morou em Eindhoven, em que usou a cidade como cenário para seus quadros.
      A “Van Gogh-Roosegaarde Fietspad”, nome original da ciclovia, foi inaugurada no final de 2014 como parte das celebrações dos 125 anos do aniversário da morte do pintor holandês e foi elaborada pelo artista Daan Roosegaarde, conhecido por projetos que misturam tecnologia e arte em ambientes urbanos.
    “Queria criar um lugar que as pessoas vivenciassem de uma forma especial, com técnica aliada à experiência, isso é o que a tecnopoesia significa para mim”, disse Roosegarde na época da inauguração da ciclovia.
     Rota de cicloturismo
     A ciclovia inspirada na obra “A Noite Estrelada” faz parte de uma rota maior de 435 km que atravessa locais históricos por onde Van Gogh passou em Brabante do Norte.
    Esta rota maior é dividida em 10 ciclovias individuais espalhadas pela província, incluindo uma que atravessa a cidade em que o artista nasceu, Zundert, com 46 km de extensão e que passa por seis monumentos dedicados a Van Gogh. 
'    Também é possível conhecer vários dos lugares que o pintor esteve na província a partir de uma rota turística a pé. Juntos, os cinco percursos têm uma extensão total de 63 km e passam por Nuenen, Zundert, Etten-Leur, Helvoirt e Tilburg.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/curiosidades/holanda-tem-ciclovia-brilhante-inspirada-em-obra-de-vangogh/ (adaptado). 
A palavra "técnica" é acentuada por ser:
Alternativas
Respostas
44301: C
44302: D
44303: C
44304: C
44305: E
44306: C
44307: A
44308: D
44309: E
44310: B
44311: A
44312: E
44313: A
44314: C
44315: D
44316: D
44317: C
44318: D
44319: A
44320: A