Questões de Concurso Sobre português

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Q3473072 Português
Mala de Pedras


Certa vez, ao pedir informações, um rapaz confundiu esquerda com direita. Isso me fez pensar na dificuldade que muitos tem em se orientar no espaço — e, quem sabe, no tempo também.


Vi isso no meu neto Guilherme, de três anos, aprendendo com entusiasmo os sentidos de frente, trás, direita. Mas mesmo nós, adultos, às vezes, erramos o rumo. Olhamos para frente, mas enxergamos para trás.


Seguimos o retrovisor, presos ao passado, como atores repetindo o mesmo roteiro. O que já vivemos pesa como uma mala cheia de pedras, nos impede de ver com clareza o que podemos ser.


Nossa história deve ser bagagem útil, não fardo. O menino aprenderá logo. E eu também quero aprender: largar parte dessa carga, limpar os óculos da alma.


"Tudo passa", dizia a tatuagem de um jogador. Sim, mas às vezes as marcas ficam. Ainda assim, vale tentar — deixar a mala para trás e seguir com um novo olhar.

Antonio Carlos Sarmento - Texto Adaptado


https://cronicaseagudas.com/2022/10/02/mala-de-pedras/
A oração "que muitos tem em se orientar no espaço" presente no período "Isso me fez pensar na dificuldade que muitos têm em se orientar no espaço — e, quem sabe, no tempo também" desempenha função específica na estrutura sintática e semântica do período. Com base na análise das orações subordinadas, assinale a alternativa que classifica corretamente essa oração e interpreta seu papel no texto:
Alternativas
Q3473071 Português
Mala de Pedras


Certa vez, ao pedir informações, um rapaz confundiu esquerda com direita. Isso me fez pensar na dificuldade que muitos tem em se orientar no espaço — e, quem sabe, no tempo também.


Vi isso no meu neto Guilherme, de três anos, aprendendo com entusiasmo os sentidos de frente, trás, direita. Mas mesmo nós, adultos, às vezes, erramos o rumo. Olhamos para frente, mas enxergamos para trás.


Seguimos o retrovisor, presos ao passado, como atores repetindo o mesmo roteiro. O que já vivemos pesa como uma mala cheia de pedras, nos impede de ver com clareza o que podemos ser.


Nossa história deve ser bagagem útil, não fardo. O menino aprenderá logo. E eu também quero aprender: largar parte dessa carga, limpar os óculos da alma.


"Tudo passa", dizia a tatuagem de um jogador. Sim, mas às vezes as marcas ficam. Ainda assim, vale tentar — deixar a mala para trás e seguir com um novo olhar.

Antonio Carlos Sarmento - Texto Adaptado


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Leia atentamente o seguinte trecho do texto:

"Nossa história deve ser bagagem útil, não fardo. O menino aprenderá logo. E eu também quero aprender: largar parte dessa carga, limpar os óculos da alma."
Considerando os princípios normativos da língua portuguesa e os efeitos de sentido provocados pela pontuação, assinale a alternativa que interpreta de forma correta e crítica o emprego dos sinais de pontuação no trecho destacado: 
Alternativas
Q3473070 Português
Mala de Pedras


Certa vez, ao pedir informações, um rapaz confundiu esquerda com direita. Isso me fez pensar na dificuldade que muitos tem em se orientar no espaço — e, quem sabe, no tempo também.


Vi isso no meu neto Guilherme, de três anos, aprendendo com entusiasmo os sentidos de frente, trás, direita. Mas mesmo nós, adultos, às vezes, erramos o rumo. Olhamos para frente, mas enxergamos para trás.


Seguimos o retrovisor, presos ao passado, como atores repetindo o mesmo roteiro. O que já vivemos pesa como uma mala cheia de pedras, nos impede de ver com clareza o que podemos ser.


Nossa história deve ser bagagem útil, não fardo. O menino aprenderá logo. E eu também quero aprender: largar parte dessa carga, limpar os óculos da alma.


"Tudo passa", dizia a tatuagem de um jogador. Sim, mas às vezes as marcas ficam. Ainda assim, vale tentar — deixar a mala para trás e seguir com um novo olhar.

Antonio Carlos Sarmento - Texto Adaptado


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Considerando os elementos estruturais e semânticos presentes no enunciado "Nossa história deve ser bagagem útil, não fardo", analise a estrutura da oração quanto à predicação verbal e ao papel desempenhado pelos termos que a compõem. Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3473069 Português
Mala de Pedras


Certa vez, ao pedir informações, um rapaz confundiu esquerda com direita. Isso me fez pensar na dificuldade que muitos tem em se orientar no espaço — e, quem sabe, no tempo também.


Vi isso no meu neto Guilherme, de três anos, aprendendo com entusiasmo os sentidos de frente, trás, direita. Mas mesmo nós, adultos, às vezes, erramos o rumo. Olhamos para frente, mas enxergamos para trás.


Seguimos o retrovisor, presos ao passado, como atores repetindo o mesmo roteiro. O que já vivemos pesa como uma mala cheia de pedras, nos impede de ver com clareza o que podemos ser.


Nossa história deve ser bagagem útil, não fardo. O menino aprenderá logo. E eu também quero aprender: largar parte dessa carga, limpar os óculos da alma.


"Tudo passa", dizia a tatuagem de um jogador. Sim, mas às vezes as marcas ficam. Ainda assim, vale tentar — deixar a mala para trás e seguir com um novo olhar.

Antonio Carlos Sarmento - Texto Adaptado


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No texto "Mala de Pedras", o autor constrói uma progressão temática que articula experiências cotidianas, observações familiares e reflexões existenciais. Considerando os mecanismos de coesão referencial, sequencial e lexical que garantem a coerência global do texto, assinale a alternativa que analisa corretamente um recurso coesivo empregado e seu efeito no encadeamento das ideias:
Alternativas
Q3473068 Português
Mala de Pedras


Certa vez, ao pedir informações, um rapaz confundiu esquerda com direita. Isso me fez pensar na dificuldade que muitos tem em se orientar no espaço — e, quem sabe, no tempo também.


Vi isso no meu neto Guilherme, de três anos, aprendendo com entusiasmo os sentidos de frente, trás, direita. Mas mesmo nós, adultos, às vezes, erramos o rumo. Olhamos para frente, mas enxergamos para trás.


Seguimos o retrovisor, presos ao passado, como atores repetindo o mesmo roteiro. O que já vivemos pesa como uma mala cheia de pedras, nos impede de ver com clareza o que podemos ser.


Nossa história deve ser bagagem útil, não fardo. O menino aprenderá logo. E eu também quero aprender: largar parte dessa carga, limpar os óculos da alma.


"Tudo passa", dizia a tatuagem de um jogador. Sim, mas às vezes as marcas ficam. Ainda assim, vale tentar — deixar a mala para trás e seguir com um novo olhar.

Antonio Carlos Sarmento - Texto Adaptado


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Considerando as regras da norma-padrão da língua portuguesa no que se refere à concordância verbal e nominal, assinale a alternativa que apresenta um ERRO.
Alternativas
Q3473067 Português
Mala de Pedras


Certa vez, ao pedir informações, um rapaz confundiu esquerda com direita. Isso me fez pensar na dificuldade que muitos tem em se orientar no espaço — e, quem sabe, no tempo também.


Vi isso no meu neto Guilherme, de três anos, aprendendo com entusiasmo os sentidos de frente, trás, direita. Mas mesmo nós, adultos, às vezes, erramos o rumo. Olhamos para frente, mas enxergamos para trás.


Seguimos o retrovisor, presos ao passado, como atores repetindo o mesmo roteiro. O que já vivemos pesa como uma mala cheia de pedras, nos impede de ver com clareza o que podemos ser.


Nossa história deve ser bagagem útil, não fardo. O menino aprenderá logo. E eu também quero aprender: largar parte dessa carga, limpar os óculos da alma.


"Tudo passa", dizia a tatuagem de um jogador. Sim, mas às vezes as marcas ficam. Ainda assim, vale tentar — deixar a mala para trás e seguir com um novo olhar.

Antonio Carlos Sarmento - Texto Adaptado


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No trecho "O que já vivemos pesa como uma mala cheia de pedras, nos impede de ver com clareza o que podemos ser", a forma verbal "impede" exerce papel central na construção do sentido. Com base na regência verbal e na transitividade do verbo "impedir", assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3473066 Português
Mala de Pedras


Certa vez, ao pedir informações, um rapaz confundiu esquerda com direita. Isso me fez pensar na dificuldade que muitos tem em se orientar no espaço — e, quem sabe, no tempo também.


Vi isso no meu neto Guilherme, de três anos, aprendendo com entusiasmo os sentidos de frente, trás, direita. Mas mesmo nós, adultos, às vezes, erramos o rumo. Olhamos para frente, mas enxergamos para trás.


Seguimos o retrovisor, presos ao passado, como atores repetindo o mesmo roteiro. O que já vivemos pesa como uma mala cheia de pedras, nos impede de ver com clareza o que podemos ser.


Nossa história deve ser bagagem útil, não fardo. O menino aprenderá logo. E eu também quero aprender: largar parte dessa carga, limpar os óculos da alma.


"Tudo passa", dizia a tatuagem de um jogador. Sim, mas às vezes as marcas ficam. Ainda assim, vale tentar — deixar a mala para trás e seguir com um novo olhar.

Antonio Carlos Sarmento - Texto Adaptado


https://cronicaseagudas.com/2022/10/02/mala-de-pedras/
No trecho "Seguimos o retrovisor, presos ao passado, como atores repetindo o mesmo roteiro", diversos termos exercem funções sintáticas distintas e relevantes para a construção do sentido. Assinale a alternativa que analisa corretamente os termos destacados quanto às funções sintáticas que desempenham:
Alternativas
Q3473065 Português
Mala de Pedras


Certa vez, ao pedir informações, um rapaz confundiu esquerda com direita. Isso me fez pensar na dificuldade que muitos tem em se orientar no espaço — e, quem sabe, no tempo também.


Vi isso no meu neto Guilherme, de três anos, aprendendo com entusiasmo os sentidos de frente, trás, direita. Mas mesmo nós, adultos, às vezes, erramos o rumo. Olhamos para frente, mas enxergamos para trás.


Seguimos o retrovisor, presos ao passado, como atores repetindo o mesmo roteiro. O que já vivemos pesa como uma mala cheia de pedras, nos impede de ver com clareza o que podemos ser.


Nossa história deve ser bagagem útil, não fardo. O menino aprenderá logo. E eu também quero aprender: largar parte dessa carga, limpar os óculos da alma.


"Tudo passa", dizia a tatuagem de um jogador. Sim, mas às vezes as marcas ficam. Ainda assim, vale tentar — deixar a mala para trás e seguir com um novo olhar.

Antonio Carlos Sarmento - Texto Adaptado


https://cronicaseagudas.com/2022/10/02/mala-de-pedras/
A metáfora da "mala cheia de pedras", central à construção simbólica do texto, articula-se com os demais elementos discursivos de maneira a expressar uma crítica e, ao mesmo tempo, uma esperança. Considerando os elementos implícitos e os efeitos de sentido provocados por essa construção metafórica, assinale a alternativa que interpreta de forma mais abrangente e coerente a proposta reflexiva do texto:
Alternativas
Q3472914 Português
Coceira crônica, distúrbio dermatológico que afeta uma em cada cinco pessoas


A coceira crônica é associada a distúrbios dermatológicos como eczemas, urticária e psoríase, mas também a outras condições médicas, incluindo doença renal crônica, insuficiência renal e linfoma. Em alguns casos, a coceira crônica dura anos e a sensação é enlouquecedora.


No livro A Divina Comédia, de Dante Alighieri (1265-1321), os pecadores condenados ao oitavo círculo do inferno - os fraudadores - sofriam "a fúria ardente da feroz coceira que nada consegue aliviar".


Muitas pessoas que sofrem de psoríase talvez se identifiquem com a descrição do inferno de Dante. A coceira decorrente dessa condição já foi comparada com um ataque de formigas-de-fogo.


Pacientes com doenças hepáticas chegaram a ser submetidos a transplantes por não conseguirem lidar com a sensação de coceira. E alguns pacientes com câncer param de tomar medicações que salvariam suas vidas por não suportarem a coceira que esses remédios lhes causam.


"Estudos demonstraram que a coceira crônica é tão debilitante quanto as dores crônicas, mas, na verdade, eu defendo que é ainda pior", afirma o médico e neuroimunologista Brian Kim, da Escola de Medicina em Mount Sinai de Nova York.


"Com a dor crônica, você tem uma sensação de dor monótona, uma espécie de dor nível seis de dez que simplesmente não desaparece", explica ele. "Mas você consegue dormir."


A coceira crônica é diferente porque ela não deixa você descansar. As pessoas afetadas se coçam a noite toda. Deste ponto de vista, ela é consideravelmente mais debilitadora.


Até recentemente, os cientistas não compreendiam, na verdade, o que causa a coceira crônica, mesmo com sua alta incidência. Já as causas da coceira aguda são relativamente bem conhecidas.


Se você for picado por um mosquito ou encostar em hera venenosa, as células imunológicas da pele liberam histamina e outras substâncias, que se ligam a pequenos receptores na superfície dos nervos sensoriais.


Essas substâncias ativam os receptores, que enviam um sinal de coceira para a medula espinhal e para o cérebro.


A coceira aguda é irritante, mas é tratada com anti-histamínicos ou esteroides de uso tópico. Mas os anti-histamínicos não apresentam efeito sobre a coceira crônica.


O resultado é que houve poucos avanços no tratamento da coceira nos últimos anos, desde que ela foi definida pela medicina pela primeira vez.


Um motivo é que os cientistas acreditavam que a coceira seria apenas uma forma suave de dor. Este conceito errôneo pode ser visto em um estudo do início dos anos 1920.


O fisiologista austríaco-alemão Max von Frey (1852-1932) arranhou levemente a pele dos participantes de um estudo de laboratório com objetos pontiagudos chamados espículas. Ele concluiu que a sensação inicial de dor era seguida por outra sensação posterior de coceira.


Em 2007, cientistas liderados por Zhou-Feng da Universidade Washington, identificaram um receptor dedicado à coceira em um subconjunto de neurônios na medula espinhal. Seu estudo concluiu que camundongos que não tinham esse receptor eram incapazes de sentir coceira. Não importa o quanto se fizesse cócegas ou se causasse irritação neles, eles não se coçavam. Mas os animais sentiam dores normalmente.


Em outras palavras, os cientistas descobriram um conjunto de neurônios na medula espinhal que transmitem especificamente a sensação de coceira para o cérebro.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9822p5jz05o.adaptado.
Com a dor crônica, você "tem" uma sensação de dor monótona, uma espécie de dor nível seis de dez que simplesmente não desaparece.
O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:
Alternativas
Q3472913 Português
Coceira crônica, distúrbio dermatológico que afeta uma em cada cinco pessoas


A coceira crônica é associada a distúrbios dermatológicos como eczemas, urticária e psoríase, mas também a outras condições médicas, incluindo doença renal crônica, insuficiência renal e linfoma. Em alguns casos, a coceira crônica dura anos e a sensação é enlouquecedora.


No livro A Divina Comédia, de Dante Alighieri (1265-1321), os pecadores condenados ao oitavo círculo do inferno - os fraudadores - sofriam "a fúria ardente da feroz coceira que nada consegue aliviar".


Muitas pessoas que sofrem de psoríase talvez se identifiquem com a descrição do inferno de Dante. A coceira decorrente dessa condição já foi comparada com um ataque de formigas-de-fogo.


Pacientes com doenças hepáticas chegaram a ser submetidos a transplantes por não conseguirem lidar com a sensação de coceira. E alguns pacientes com câncer param de tomar medicações que salvariam suas vidas por não suportarem a coceira que esses remédios lhes causam.


"Estudos demonstraram que a coceira crônica é tão debilitante quanto as dores crônicas, mas, na verdade, eu defendo que é ainda pior", afirma o médico e neuroimunologista Brian Kim, da Escola de Medicina em Mount Sinai de Nova York.


"Com a dor crônica, você tem uma sensação de dor monótona, uma espécie de dor nível seis de dez que simplesmente não desaparece", explica ele. "Mas você consegue dormir."


A coceira crônica é diferente porque ela não deixa você descansar. As pessoas afetadas se coçam a noite toda. Deste ponto de vista, ela é consideravelmente mais debilitadora.


Até recentemente, os cientistas não compreendiam, na verdade, o que causa a coceira crônica, mesmo com sua alta incidência. Já as causas da coceira aguda são relativamente bem conhecidas.


Se você for picado por um mosquito ou encostar em hera venenosa, as células imunológicas da pele liberam histamina e outras substâncias, que se ligam a pequenos receptores na superfície dos nervos sensoriais.


Essas substâncias ativam os receptores, que enviam um sinal de coceira para a medula espinhal e para o cérebro.


A coceira aguda é irritante, mas é tratada com anti-histamínicos ou esteroides de uso tópico. Mas os anti-histamínicos não apresentam efeito sobre a coceira crônica.


O resultado é que houve poucos avanços no tratamento da coceira nos últimos anos, desde que ela foi definida pela medicina pela primeira vez.


Um motivo é que os cientistas acreditavam que a coceira seria apenas uma forma suave de dor. Este conceito errôneo pode ser visto em um estudo do início dos anos 1920.


O fisiologista austríaco-alemão Max von Frey (1852-1932) arranhou levemente a pele dos participantes de um estudo de laboratório com objetos pontiagudos chamados espículas. Ele concluiu que a sensação inicial de dor era seguida por outra sensação posterior de coceira.


Em 2007, cientistas liderados por Zhou-Feng da Universidade Washington, identificaram um receptor dedicado à coceira em um subconjunto de neurônios na medula espinhal. Seu estudo concluiu que camundongos que não tinham esse receptor eram incapazes de sentir coceira. Não importa o quanto se fizesse cócegas ou se causasse irritação neles, eles não se coçavam. Mas os animais sentiam dores normalmente.


Em outras palavras, os cientistas descobriram um conjunto de neurônios na medula espinhal que transmitem especificamente a sensação de coceira para o cérebro.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9822p5jz05o.adaptado.
 A coceira crônica é diferente porque ela "não deixa você" descansar.
De acordo com as regras de colocação pronominal, a forma correta do pronome oblíquo para substituir o termo destacado é:
Alternativas
Q3472912 Português
Coceira crônica, distúrbio dermatológico que afeta uma em cada cinco pessoas


A coceira crônica é associada a distúrbios dermatológicos como eczemas, urticária e psoríase, mas também a outras condições médicas, incluindo doença renal crônica, insuficiência renal e linfoma. Em alguns casos, a coceira crônica dura anos e a sensação é enlouquecedora.


No livro A Divina Comédia, de Dante Alighieri (1265-1321), os pecadores condenados ao oitavo círculo do inferno - os fraudadores - sofriam "a fúria ardente da feroz coceira que nada consegue aliviar".


Muitas pessoas que sofrem de psoríase talvez se identifiquem com a descrição do inferno de Dante. A coceira decorrente dessa condição já foi comparada com um ataque de formigas-de-fogo.


Pacientes com doenças hepáticas chegaram a ser submetidos a transplantes por não conseguirem lidar com a sensação de coceira. E alguns pacientes com câncer param de tomar medicações que salvariam suas vidas por não suportarem a coceira que esses remédios lhes causam.


"Estudos demonstraram que a coceira crônica é tão debilitante quanto as dores crônicas, mas, na verdade, eu defendo que é ainda pior", afirma o médico e neuroimunologista Brian Kim, da Escola de Medicina em Mount Sinai de Nova York.


"Com a dor crônica, você tem uma sensação de dor monótona, uma espécie de dor nível seis de dez que simplesmente não desaparece", explica ele. "Mas você consegue dormir."


A coceira crônica é diferente porque ela não deixa você descansar. As pessoas afetadas se coçam a noite toda. Deste ponto de vista, ela é consideravelmente mais debilitadora.


Até recentemente, os cientistas não compreendiam, na verdade, o que causa a coceira crônica, mesmo com sua alta incidência. Já as causas da coceira aguda são relativamente bem conhecidas.


Se você for picado por um mosquito ou encostar em hera venenosa, as células imunológicas da pele liberam histamina e outras substâncias, que se ligam a pequenos receptores na superfície dos nervos sensoriais.


Essas substâncias ativam os receptores, que enviam um sinal de coceira para a medula espinhal e para o cérebro.


A coceira aguda é irritante, mas é tratada com anti-histamínicos ou esteroides de uso tópico. Mas os anti-histamínicos não apresentam efeito sobre a coceira crônica.


O resultado é que houve poucos avanços no tratamento da coceira nos últimos anos, desde que ela foi definida pela medicina pela primeira vez.


Um motivo é que os cientistas acreditavam que a coceira seria apenas uma forma suave de dor. Este conceito errôneo pode ser visto em um estudo do início dos anos 1920.


O fisiologista austríaco-alemão Max von Frey (1852-1932) arranhou levemente a pele dos participantes de um estudo de laboratório com objetos pontiagudos chamados espículas. Ele concluiu que a sensação inicial de dor era seguida por outra sensação posterior de coceira.


Em 2007, cientistas liderados por Zhou-Feng da Universidade Washington, identificaram um receptor dedicado à coceira em um subconjunto de neurônios na medula espinhal. Seu estudo concluiu que camundongos que não tinham esse receptor eram incapazes de sentir coceira. Não importa o quanto se fizesse cócegas ou se causasse irritação neles, eles não se coçavam. Mas os animais sentiam dores normalmente.


Em outras palavras, os cientistas descobriram um conjunto de neurônios na medula espinhal que transmitem especificamente a sensação de coceira para o cérebro.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9822p5jz05o.adaptado.
No livro A Divina Comédia, de Dante Alighieri, os pecadores condenados ao oitavo círculo do inferno sofriam a fúria ardente da feroz coceira.
Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase:
Alternativas
Q3472911 Português
Coceira crônica, distúrbio dermatológico que afeta uma em cada cinco pessoas


A coceira crônica é associada a distúrbios dermatológicos como eczemas, urticária e psoríase, mas também a outras condições médicas, incluindo doença renal crônica, insuficiência renal e linfoma. Em alguns casos, a coceira crônica dura anos e a sensação é enlouquecedora.


No livro A Divina Comédia, de Dante Alighieri (1265-1321), os pecadores condenados ao oitavo círculo do inferno - os fraudadores - sofriam "a fúria ardente da feroz coceira que nada consegue aliviar".


Muitas pessoas que sofrem de psoríase talvez se identifiquem com a descrição do inferno de Dante. A coceira decorrente dessa condição já foi comparada com um ataque de formigas-de-fogo.


Pacientes com doenças hepáticas chegaram a ser submetidos a transplantes por não conseguirem lidar com a sensação de coceira. E alguns pacientes com câncer param de tomar medicações que salvariam suas vidas por não suportarem a coceira que esses remédios lhes causam.


"Estudos demonstraram que a coceira crônica é tão debilitante quanto as dores crônicas, mas, na verdade, eu defendo que é ainda pior", afirma o médico e neuroimunologista Brian Kim, da Escola de Medicina em Mount Sinai de Nova York.


"Com a dor crônica, você tem uma sensação de dor monótona, uma espécie de dor nível seis de dez que simplesmente não desaparece", explica ele. "Mas você consegue dormir."


A coceira crônica é diferente porque ela não deixa você descansar. As pessoas afetadas se coçam a noite toda. Deste ponto de vista, ela é consideravelmente mais debilitadora.


Até recentemente, os cientistas não compreendiam, na verdade, o que causa a coceira crônica, mesmo com sua alta incidência. Já as causas da coceira aguda são relativamente bem conhecidas.


Se você for picado por um mosquito ou encostar em hera venenosa, as células imunológicas da pele liberam histamina e outras substâncias, que se ligam a pequenos receptores na superfície dos nervos sensoriais.


Essas substâncias ativam os receptores, que enviam um sinal de coceira para a medula espinhal e para o cérebro.


A coceira aguda é irritante, mas é tratada com anti-histamínicos ou esteroides de uso tópico. Mas os anti-histamínicos não apresentam efeito sobre a coceira crônica.


O resultado é que houve poucos avanços no tratamento da coceira nos últimos anos, desde que ela foi definida pela medicina pela primeira vez.


Um motivo é que os cientistas acreditavam que a coceira seria apenas uma forma suave de dor. Este conceito errôneo pode ser visto em um estudo do início dos anos 1920.


O fisiologista austríaco-alemão Max von Frey (1852-1932) arranhou levemente a pele dos participantes de um estudo de laboratório com objetos pontiagudos chamados espículas. Ele concluiu que a sensação inicial de dor era seguida por outra sensação posterior de coceira.


Em 2007, cientistas liderados por Zhou-Feng da Universidade Washington, identificaram um receptor dedicado à coceira em um subconjunto de neurônios na medula espinhal. Seu estudo concluiu que camundongos que não tinham esse receptor eram incapazes de sentir coceira. Não importa o quanto se fizesse cócegas ou se causasse irritação neles, eles não se coçavam. Mas os animais sentiam dores normalmente.


Em outras palavras, os cientistas descobriram um conjunto de neurônios na medula espinhal que transmitem especificamente a sensação de coceira para o cérebro.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9822p5jz05o.adaptado.
O resultado é que "houve poucos avanços no tratamento da coceira nos últimos anos".
Sintaticamente, é correto afirmar que, na oração destacada: 
Alternativas
Q3472910 Português
Coceira crônica, distúrbio dermatológico que afeta uma em cada cinco pessoas


A coceira crônica é associada a distúrbios dermatológicos como eczemas, urticária e psoríase, mas também a outras condições médicas, incluindo doença renal crônica, insuficiência renal e linfoma. Em alguns casos, a coceira crônica dura anos e a sensação é enlouquecedora.


No livro A Divina Comédia, de Dante Alighieri (1265-1321), os pecadores condenados ao oitavo círculo do inferno - os fraudadores - sofriam "a fúria ardente da feroz coceira que nada consegue aliviar".


Muitas pessoas que sofrem de psoríase talvez se identifiquem com a descrição do inferno de Dante. A coceira decorrente dessa condição já foi comparada com um ataque de formigas-de-fogo.


Pacientes com doenças hepáticas chegaram a ser submetidos a transplantes por não conseguirem lidar com a sensação de coceira. E alguns pacientes com câncer param de tomar medicações que salvariam suas vidas por não suportarem a coceira que esses remédios lhes causam.


"Estudos demonstraram que a coceira crônica é tão debilitante quanto as dores crônicas, mas, na verdade, eu defendo que é ainda pior", afirma o médico e neuroimunologista Brian Kim, da Escola de Medicina em Mount Sinai de Nova York.


"Com a dor crônica, você tem uma sensação de dor monótona, uma espécie de dor nível seis de dez que simplesmente não desaparece", explica ele. "Mas você consegue dormir."


A coceira crônica é diferente porque ela não deixa você descansar. As pessoas afetadas se coçam a noite toda. Deste ponto de vista, ela é consideravelmente mais debilitadora.


Até recentemente, os cientistas não compreendiam, na verdade, o que causa a coceira crônica, mesmo com sua alta incidência. Já as causas da coceira aguda são relativamente bem conhecidas.


Se você for picado por um mosquito ou encostar em hera venenosa, as células imunológicas da pele liberam histamina e outras substâncias, que se ligam a pequenos receptores na superfície dos nervos sensoriais.


Essas substâncias ativam os receptores, que enviam um sinal de coceira para a medula espinhal e para o cérebro.


A coceira aguda é irritante, mas é tratada com anti-histamínicos ou esteroides de uso tópico. Mas os anti-histamínicos não apresentam efeito sobre a coceira crônica.


O resultado é que houve poucos avanços no tratamento da coceira nos últimos anos, desde que ela foi definida pela medicina pela primeira vez.


Um motivo é que os cientistas acreditavam que a coceira seria apenas uma forma suave de dor. Este conceito errôneo pode ser visto em um estudo do início dos anos 1920.


O fisiologista austríaco-alemão Max von Frey (1852-1932) arranhou levemente a pele dos participantes de um estudo de laboratório com objetos pontiagudos chamados espículas. Ele concluiu que a sensação inicial de dor era seguida por outra sensação posterior de coceira.


Em 2007, cientistas liderados por Zhou-Feng da Universidade Washington, identificaram um receptor dedicado à coceira em um subconjunto de neurônios na medula espinhal. Seu estudo concluiu que camundongos que não tinham esse receptor eram incapazes de sentir coceira. Não importa o quanto se fizesse cócegas ou se causasse irritação neles, eles não se coçavam. Mas os animais sentiam dores normalmente.


Em outras palavras, os cientistas descobriram um conjunto de neurônios na medula espinhal que transmitem especificamente a sensação de coceira para o cérebro.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9822p5jz05o.adaptado.
Até recentemente, os cientistas não compreendiam, na verdade, o que causa a coceira crônica, mesmo com sua alta incidência.
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
Alternativas
Q3472908 Português
Coceira crônica, distúrbio dermatológico que afeta uma em cada cinco pessoas


A coceira crônica é associada a distúrbios dermatológicos como eczemas, urticária e psoríase, mas também a outras condições médicas, incluindo doença renal crônica, insuficiência renal e linfoma. Em alguns casos, a coceira crônica dura anos e a sensação é enlouquecedora.


No livro A Divina Comédia, de Dante Alighieri (1265-1321), os pecadores condenados ao oitavo círculo do inferno - os fraudadores - sofriam "a fúria ardente da feroz coceira que nada consegue aliviar".


Muitas pessoas que sofrem de psoríase talvez se identifiquem com a descrição do inferno de Dante. A coceira decorrente dessa condição já foi comparada com um ataque de formigas-de-fogo.


Pacientes com doenças hepáticas chegaram a ser submetidos a transplantes por não conseguirem lidar com a sensação de coceira. E alguns pacientes com câncer param de tomar medicações que salvariam suas vidas por não suportarem a coceira que esses remédios lhes causam.


"Estudos demonstraram que a coceira crônica é tão debilitante quanto as dores crônicas, mas, na verdade, eu defendo que é ainda pior", afirma o médico e neuroimunologista Brian Kim, da Escola de Medicina em Mount Sinai de Nova York.


"Com a dor crônica, você tem uma sensação de dor monótona, uma espécie de dor nível seis de dez que simplesmente não desaparece", explica ele. "Mas você consegue dormir."


A coceira crônica é diferente porque ela não deixa você descansar. As pessoas afetadas se coçam a noite toda. Deste ponto de vista, ela é consideravelmente mais debilitadora.


Até recentemente, os cientistas não compreendiam, na verdade, o que causa a coceira crônica, mesmo com sua alta incidência. Já as causas da coceira aguda são relativamente bem conhecidas.


Se você for picado por um mosquito ou encostar em hera venenosa, as células imunológicas da pele liberam histamina e outras substâncias, que se ligam a pequenos receptores na superfície dos nervos sensoriais.


Essas substâncias ativam os receptores, que enviam um sinal de coceira para a medula espinhal e para o cérebro.


A coceira aguda é irritante, mas é tratada com anti-histamínicos ou esteroides de uso tópico. Mas os anti-histamínicos não apresentam efeito sobre a coceira crônica.


O resultado é que houve poucos avanços no tratamento da coceira nos últimos anos, desde que ela foi definida pela medicina pela primeira vez.


Um motivo é que os cientistas acreditavam que a coceira seria apenas uma forma suave de dor. Este conceito errôneo pode ser visto em um estudo do início dos anos 1920.


O fisiologista austríaco-alemão Max von Frey (1852-1932) arranhou levemente a pele dos participantes de um estudo de laboratório com objetos pontiagudos chamados espículas. Ele concluiu que a sensação inicial de dor era seguida por outra sensação posterior de coceira.


Em 2007, cientistas liderados por Zhou-Feng da Universidade Washington, identificaram um receptor dedicado à coceira em um subconjunto de neurônios na medula espinhal. Seu estudo concluiu que camundongos que não tinham esse receptor eram incapazes de sentir coceira. Não importa o quanto se fizesse cócegas ou se causasse irritação neles, eles não se coçavam. Mas os animais sentiam dores normalmente.


Em outras palavras, os cientistas descobriram um conjunto de neurônios na medula espinhal que transmitem especificamente a sensação de coceira para o cérebro.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9822p5jz05o.adaptado.
Mas os anti-histamínicos não "apresentam" efeito sobre a coceira crônica.
O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:
Alternativas
Q3472907 Português
Coceira crônica, distúrbio dermatológico que afeta uma em cada cinco pessoas


A coceira crônica é associada a distúrbios dermatológicos como eczemas, urticária e psoríase, mas também a outras condições médicas, incluindo doença renal crônica, insuficiência renal e linfoma. Em alguns casos, a coceira crônica dura anos e a sensação é enlouquecedora.


No livro A Divina Comédia, de Dante Alighieri (1265-1321), os pecadores condenados ao oitavo círculo do inferno - os fraudadores - sofriam "a fúria ardente da feroz coceira que nada consegue aliviar".


Muitas pessoas que sofrem de psoríase talvez se identifiquem com a descrição do inferno de Dante. A coceira decorrente dessa condição já foi comparada com um ataque de formigas-de-fogo.


Pacientes com doenças hepáticas chegaram a ser submetidos a transplantes por não conseguirem lidar com a sensação de coceira. E alguns pacientes com câncer param de tomar medicações que salvariam suas vidas por não suportarem a coceira que esses remédios lhes causam.


"Estudos demonstraram que a coceira crônica é tão debilitante quanto as dores crônicas, mas, na verdade, eu defendo que é ainda pior", afirma o médico e neuroimunologista Brian Kim, da Escola de Medicina em Mount Sinai de Nova York.


"Com a dor crônica, você tem uma sensação de dor monótona, uma espécie de dor nível seis de dez que simplesmente não desaparece", explica ele. "Mas você consegue dormir."


A coceira crônica é diferente porque ela não deixa você descansar. As pessoas afetadas se coçam a noite toda. Deste ponto de vista, ela é consideravelmente mais debilitadora.


Até recentemente, os cientistas não compreendiam, na verdade, o que causa a coceira crônica, mesmo com sua alta incidência. Já as causas da coceira aguda são relativamente bem conhecidas.


Se você for picado por um mosquito ou encostar em hera venenosa, as células imunológicas da pele liberam histamina e outras substâncias, que se ligam a pequenos receptores na superfície dos nervos sensoriais.


Essas substâncias ativam os receptores, que enviam um sinal de coceira para a medula espinhal e para o cérebro.


A coceira aguda é irritante, mas é tratada com anti-histamínicos ou esteroides de uso tópico. Mas os anti-histamínicos não apresentam efeito sobre a coceira crônica.


O resultado é que houve poucos avanços no tratamento da coceira nos últimos anos, desde que ela foi definida pela medicina pela primeira vez.


Um motivo é que os cientistas acreditavam que a coceira seria apenas uma forma suave de dor. Este conceito errôneo pode ser visto em um estudo do início dos anos 1920.


O fisiologista austríaco-alemão Max von Frey (1852-1932) arranhou levemente a pele dos participantes de um estudo de laboratório com objetos pontiagudos chamados espículas. Ele concluiu que a sensação inicial de dor era seguida por outra sensação posterior de coceira.


Em 2007, cientistas liderados por Zhou-Feng da Universidade Washington, identificaram um receptor dedicado à coceira em um subconjunto de neurônios na medula espinhal. Seu estudo concluiu que camundongos que não tinham esse receptor eram incapazes de sentir coceira. Não importa o quanto se fizesse cócegas ou se causasse irritação neles, eles não se coçavam. Mas os animais sentiam dores normalmente.


Em outras palavras, os cientistas descobriram um conjunto de neurônios na medula espinhal que transmitem especificamente a sensação de coceira para o cérebro.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9822p5jz05o.adaptado.
A coceira crônica é associada a distúrbios dermatológicos como eczemas, urticária e psoríase, mas também a outras condições médicas, incluindo insuficiência e doença renal e linfoma.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3472906 Português
Coceira crônica, distúrbio dermatológico que afeta uma em cada cinco pessoas


A coceira crônica é associada a distúrbios dermatológicos como eczemas, urticária e psoríase, mas também a outras condições médicas, incluindo doença renal crônica, insuficiência renal e linfoma. Em alguns casos, a coceira crônica dura anos e a sensação é enlouquecedora.


No livro A Divina Comédia, de Dante Alighieri (1265-1321), os pecadores condenados ao oitavo círculo do inferno - os fraudadores - sofriam "a fúria ardente da feroz coceira que nada consegue aliviar".


Muitas pessoas que sofrem de psoríase talvez se identifiquem com a descrição do inferno de Dante. A coceira decorrente dessa condição já foi comparada com um ataque de formigas-de-fogo.


Pacientes com doenças hepáticas chegaram a ser submetidos a transplantes por não conseguirem lidar com a sensação de coceira. E alguns pacientes com câncer param de tomar medicações que salvariam suas vidas por não suportarem a coceira que esses remédios lhes causam.


"Estudos demonstraram que a coceira crônica é tão debilitante quanto as dores crônicas, mas, na verdade, eu defendo que é ainda pior", afirma o médico e neuroimunologista Brian Kim, da Escola de Medicina em Mount Sinai de Nova York.


"Com a dor crônica, você tem uma sensação de dor monótona, uma espécie de dor nível seis de dez que simplesmente não desaparece", explica ele. "Mas você consegue dormir."


A coceira crônica é diferente porque ela não deixa você descansar. As pessoas afetadas se coçam a noite toda. Deste ponto de vista, ela é consideravelmente mais debilitadora.


Até recentemente, os cientistas não compreendiam, na verdade, o que causa a coceira crônica, mesmo com sua alta incidência. Já as causas da coceira aguda são relativamente bem conhecidas.


Se você for picado por um mosquito ou encostar em hera venenosa, as células imunológicas da pele liberam histamina e outras substâncias, que se ligam a pequenos receptores na superfície dos nervos sensoriais.


Essas substâncias ativam os receptores, que enviam um sinal de coceira para a medula espinhal e para o cérebro.


A coceira aguda é irritante, mas é tratada com anti-histamínicos ou esteroides de uso tópico. Mas os anti-histamínicos não apresentam efeito sobre a coceira crônica.


O resultado é que houve poucos avanços no tratamento da coceira nos últimos anos, desde que ela foi definida pela medicina pela primeira vez.


Um motivo é que os cientistas acreditavam que a coceira seria apenas uma forma suave de dor. Este conceito errôneo pode ser visto em um estudo do início dos anos 1920.


O fisiologista austríaco-alemão Max von Frey (1852-1932) arranhou levemente a pele dos participantes de um estudo de laboratório com objetos pontiagudos chamados espículas. Ele concluiu que a sensação inicial de dor era seguida por outra sensação posterior de coceira.


Em 2007, cientistas liderados por Zhou-Feng da Universidade Washington, identificaram um receptor dedicado à coceira em um subconjunto de neurônios na medula espinhal. Seu estudo concluiu que camundongos que não tinham esse receptor eram incapazes de sentir coceira. Não importa o quanto se fizesse cócegas ou se causasse irritação neles, eles não se coçavam. Mas os animais sentiam dores normalmente.


Em outras palavras, os cientistas descobriram um conjunto de neurônios na medula espinhal que transmitem especificamente a sensação de coceira para o cérebro.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9822p5jz05o.adaptado.
Muitas pessoas que sofrem de psoríase talvez "se identifiquem" com a descrição do inferno de Dante.
A norma-padrão de colocação pronominal destacada na frase denomina-se:
Alternativas
Q3472905 Português
Coceira crônica, distúrbio dermatológico que afeta uma em cada cinco pessoas


A coceira crônica é associada a distúrbios dermatológicos como eczemas, urticária e psoríase, mas também a outras condições médicas, incluindo doença renal crônica, insuficiência renal e linfoma. Em alguns casos, a coceira crônica dura anos e a sensação é enlouquecedora.


No livro A Divina Comédia, de Dante Alighieri (1265-1321), os pecadores condenados ao oitavo círculo do inferno - os fraudadores - sofriam "a fúria ardente da feroz coceira que nada consegue aliviar".


Muitas pessoas que sofrem de psoríase talvez se identifiquem com a descrição do inferno de Dante. A coceira decorrente dessa condição já foi comparada com um ataque de formigas-de-fogo.


Pacientes com doenças hepáticas chegaram a ser submetidos a transplantes por não conseguirem lidar com a sensação de coceira. E alguns pacientes com câncer param de tomar medicações que salvariam suas vidas por não suportarem a coceira que esses remédios lhes causam.


"Estudos demonstraram que a coceira crônica é tão debilitante quanto as dores crônicas, mas, na verdade, eu defendo que é ainda pior", afirma o médico e neuroimunologista Brian Kim, da Escola de Medicina em Mount Sinai de Nova York.


"Com a dor crônica, você tem uma sensação de dor monótona, uma espécie de dor nível seis de dez que simplesmente não desaparece", explica ele. "Mas você consegue dormir."


A coceira crônica é diferente porque ela não deixa você descansar. As pessoas afetadas se coçam a noite toda. Deste ponto de vista, ela é consideravelmente mais debilitadora.


Até recentemente, os cientistas não compreendiam, na verdade, o que causa a coceira crônica, mesmo com sua alta incidência. Já as causas da coceira aguda são relativamente bem conhecidas.


Se você for picado por um mosquito ou encostar em hera venenosa, as células imunológicas da pele liberam histamina e outras substâncias, que se ligam a pequenos receptores na superfície dos nervos sensoriais.


Essas substâncias ativam os receptores, que enviam um sinal de coceira para a medula espinhal e para o cérebro.


A coceira aguda é irritante, mas é tratada com anti-histamínicos ou esteroides de uso tópico. Mas os anti-histamínicos não apresentam efeito sobre a coceira crônica.


O resultado é que houve poucos avanços no tratamento da coceira nos últimos anos, desde que ela foi definida pela medicina pela primeira vez.


Um motivo é que os cientistas acreditavam que a coceira seria apenas uma forma suave de dor. Este conceito errôneo pode ser visto em um estudo do início dos anos 1920.


O fisiologista austríaco-alemão Max von Frey (1852-1932) arranhou levemente a pele dos participantes de um estudo de laboratório com objetos pontiagudos chamados espículas. Ele concluiu que a sensação inicial de dor era seguida por outra sensação posterior de coceira.


Em 2007, cientistas liderados por Zhou-Feng da Universidade Washington, identificaram um receptor dedicado à coceira em um subconjunto de neurônios na medula espinhal. Seu estudo concluiu que camundongos que não tinham esse receptor eram incapazes de sentir coceira. Não importa o quanto se fizesse cócegas ou se causasse irritação neles, eles não se coçavam. Mas os animais sentiam dores normalmente.


Em outras palavras, os cientistas descobriram um conjunto de neurônios na medula espinhal que transmitem especificamente a sensação de coceira para o cérebro.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9822p5jz05o.adaptado.
Essas substâncias ativam os receptores, "que enviam um sinal de coceira para a medula espinhal e para o cérebro".
Na frase destacada, tem-se a presença de: 
Alternativas
Q3472814 Português
Negociações com EUA (e Rússia) para paz na Ucrânia impõem desafios a Zelensky


Prestes a obter um cessar-fogo, após três anos de guerra, ucraniano precisa se equilibrar entre a pressão por concessões de Trump e a necessidade de uma saída honrosa

Por Filipe Barini

    A proposta para um cessar-fogo temporário na Ucrânia, apresentado pelos EUA e válido por 30 dias, foi um dos passos mais importantes para encerrar um conflito que, ao longo de três anos, deixou centenas de milhares de mortos e causou uma ampla devastação em solo ucraniano. Kiev deu seu aval após uma reunião com representantes americanos na Arábia Saudita, mas falta combinar com os russos, que dizem "não descartar" contatos com Washington "nos próximos dias".

   Mas o anúncio deixou evidente a posição delicada do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. Ele está sob pressão da Casa Branca para fazer concessões territoriais e econômicas, da Rússia, com suas bombas e avanços militares, e dos próprios ucranianos, que não querem uma paz a qualquer custo. Sua margem de ação é cada vez mais estreita.

   Nas conversas em Jedá, a proposta de cessar-fogo que prevaleceu não era exatamente a que queria Zelensky: antes do encontro, ele defendia uma pausa nos combates por ar e por mar, citando os ataques contra instalações energéticas, enquanto condicionava a suspensão das operações terrestres a garantias de segurança de seus aliados ocidentais.

    Em declarações na véspera, afirmou que um cessar-fogo total e sem garantias daria tempo ao Kremlin para “curar os feridos, recrutar infantaria da Coreia do Norte e recomeçar esta guerra”. Ao final, foi voto vencido e apoiou uma pausa completa e válida por 30 dias, a partir da concordância dos russos. Por outro lado, obteve a retomada da ajuda militar e de inteligência dos EUA e avançou nas discussões sobre um acordo que abre caminho para os americanos explorarem os recursos minerais do país.

   Apesar dos apertos de mãos e sorrisos, Zelensky sabe que a relação com a Casa Branca não será exatamente um conto de fadas como os resgatados por Alexander Afanasyev no século XIX. Desde seu retorno ao poder, o presidente Donald Trump sinaliza que vê em Moscou, não em Kiev ou Bruxelas, o caminho preferencial para resolver a guerra.

    As críticas a Zelensky são recorrentes e já incluíram comentários sugerindo sua renúncia e zombando de sua popularidade (Trump usou um número falso, 4%, quando na verdade o apoio era superior a 50%). No final de fevereiro, os dois bateram boca no Salão Oval, no dia em que deveria ser assinado um acordo sobre o acesso aos minerais. Em seguida, Trump suspendeu a ajuda militar e o acesso ucraniano à inteligência americana, uma decisão derrubada nesta terçafeira.

    Mas os ataques, em vez de enfraquecerem Zelensky, lhe deram um impulso no momento ideal. A falta de soluções para o conflito, disputas internas e questões sobre sua legitimidade — seu mandato terminou em maio do ano passado, mas a lei marcial em vigor impede novas eleições — tinham levado sua popularidade, em dezembro, ao nível mais baixo desde a invasão. Após a discussão, houve um salto nos índices de aprovação e nas declarações de apoio interno.

   Mesmo entre seus rivais, o discurso era um só: os arroubos do republicano não eram apenas contra alguém cujo primeiro cargo público foi o de presidente de um país que enfrentou uma pandemia e uma guerra, mas sim contra toda a Ucrânia.

    — Algumas pessoas esperavam que eu criticasse Zelensky — disse Petro Poroshenko, expresidente, rival de Zelensky na eleição de 2019 e um crítico mordaz do atual governo. — Mas não, não haverá críticas, porque não é disso que o país precisa agora.


https://oglobo.globo.com/mundo/noticia
Marque a alternativa cuja pontuação está adequada.
Alternativas
Q3472813 Português
Negociações com EUA (e Rússia) para paz na Ucrânia impõem desafios a Zelensky


Prestes a obter um cessar-fogo, após três anos de guerra, ucraniano precisa se equilibrar entre a pressão por concessões de Trump e a necessidade de uma saída honrosa

Por Filipe Barini

    A proposta para um cessar-fogo temporário na Ucrânia, apresentado pelos EUA e válido por 30 dias, foi um dos passos mais importantes para encerrar um conflito que, ao longo de três anos, deixou centenas de milhares de mortos e causou uma ampla devastação em solo ucraniano. Kiev deu seu aval após uma reunião com representantes americanos na Arábia Saudita, mas falta combinar com os russos, que dizem "não descartar" contatos com Washington "nos próximos dias".

   Mas o anúncio deixou evidente a posição delicada do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. Ele está sob pressão da Casa Branca para fazer concessões territoriais e econômicas, da Rússia, com suas bombas e avanços militares, e dos próprios ucranianos, que não querem uma paz a qualquer custo. Sua margem de ação é cada vez mais estreita.

   Nas conversas em Jedá, a proposta de cessar-fogo que prevaleceu não era exatamente a que queria Zelensky: antes do encontro, ele defendia uma pausa nos combates por ar e por mar, citando os ataques contra instalações energéticas, enquanto condicionava a suspensão das operações terrestres a garantias de segurança de seus aliados ocidentais.

    Em declarações na véspera, afirmou que um cessar-fogo total e sem garantias daria tempo ao Kremlin para “curar os feridos, recrutar infantaria da Coreia do Norte e recomeçar esta guerra”. Ao final, foi voto vencido e apoiou uma pausa completa e válida por 30 dias, a partir da concordância dos russos. Por outro lado, obteve a retomada da ajuda militar e de inteligência dos EUA e avançou nas discussões sobre um acordo que abre caminho para os americanos explorarem os recursos minerais do país.

   Apesar dos apertos de mãos e sorrisos, Zelensky sabe que a relação com a Casa Branca não será exatamente um conto de fadas como os resgatados por Alexander Afanasyev no século XIX. Desde seu retorno ao poder, o presidente Donald Trump sinaliza que vê em Moscou, não em Kiev ou Bruxelas, o caminho preferencial para resolver a guerra.

    As críticas a Zelensky são recorrentes e já incluíram comentários sugerindo sua renúncia e zombando de sua popularidade (Trump usou um número falso, 4%, quando na verdade o apoio era superior a 50%). No final de fevereiro, os dois bateram boca no Salão Oval, no dia em que deveria ser assinado um acordo sobre o acesso aos minerais. Em seguida, Trump suspendeu a ajuda militar e o acesso ucraniano à inteligência americana, uma decisão derrubada nesta terçafeira.

    Mas os ataques, em vez de enfraquecerem Zelensky, lhe deram um impulso no momento ideal. A falta de soluções para o conflito, disputas internas e questões sobre sua legitimidade — seu mandato terminou em maio do ano passado, mas a lei marcial em vigor impede novas eleições — tinham levado sua popularidade, em dezembro, ao nível mais baixo desde a invasão. Após a discussão, houve um salto nos índices de aprovação e nas declarações de apoio interno.

   Mesmo entre seus rivais, o discurso era um só: os arroubos do republicano não eram apenas contra alguém cujo primeiro cargo público foi o de presidente de um país que enfrentou uma pandemia e uma guerra, mas sim contra toda a Ucrânia.

    — Algumas pessoas esperavam que eu criticasse Zelensky — disse Petro Poroshenko, expresidente, rival de Zelensky na eleição de 2019 e um crítico mordaz do atual governo. — Mas não, não haverá críticas, porque não é disso que o país precisa agora.


https://oglobo.globo.com/mundo/noticia
Marque a alternativa correta quanto ao emprego ou não do acento indicativo de crase:
Alternativas
Q3472812 Português
Negociações com EUA (e Rússia) para paz na Ucrânia impõem desafios a Zelensky


Prestes a obter um cessar-fogo, após três anos de guerra, ucraniano precisa se equilibrar entre a pressão por concessões de Trump e a necessidade de uma saída honrosa

Por Filipe Barini

    A proposta para um cessar-fogo temporário na Ucrânia, apresentado pelos EUA e válido por 30 dias, foi um dos passos mais importantes para encerrar um conflito que, ao longo de três anos, deixou centenas de milhares de mortos e causou uma ampla devastação em solo ucraniano. Kiev deu seu aval após uma reunião com representantes americanos na Arábia Saudita, mas falta combinar com os russos, que dizem "não descartar" contatos com Washington "nos próximos dias".

   Mas o anúncio deixou evidente a posição delicada do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. Ele está sob pressão da Casa Branca para fazer concessões territoriais e econômicas, da Rússia, com suas bombas e avanços militares, e dos próprios ucranianos, que não querem uma paz a qualquer custo. Sua margem de ação é cada vez mais estreita.

   Nas conversas em Jedá, a proposta de cessar-fogo que prevaleceu não era exatamente a que queria Zelensky: antes do encontro, ele defendia uma pausa nos combates por ar e por mar, citando os ataques contra instalações energéticas, enquanto condicionava a suspensão das operações terrestres a garantias de segurança de seus aliados ocidentais.

    Em declarações na véspera, afirmou que um cessar-fogo total e sem garantias daria tempo ao Kremlin para “curar os feridos, recrutar infantaria da Coreia do Norte e recomeçar esta guerra”. Ao final, foi voto vencido e apoiou uma pausa completa e válida por 30 dias, a partir da concordância dos russos. Por outro lado, obteve a retomada da ajuda militar e de inteligência dos EUA e avançou nas discussões sobre um acordo que abre caminho para os americanos explorarem os recursos minerais do país.

   Apesar dos apertos de mãos e sorrisos, Zelensky sabe que a relação com a Casa Branca não será exatamente um conto de fadas como os resgatados por Alexander Afanasyev no século XIX. Desde seu retorno ao poder, o presidente Donald Trump sinaliza que vê em Moscou, não em Kiev ou Bruxelas, o caminho preferencial para resolver a guerra.

    As críticas a Zelensky são recorrentes e já incluíram comentários sugerindo sua renúncia e zombando de sua popularidade (Trump usou um número falso, 4%, quando na verdade o apoio era superior a 50%). No final de fevereiro, os dois bateram boca no Salão Oval, no dia em que deveria ser assinado um acordo sobre o acesso aos minerais. Em seguida, Trump suspendeu a ajuda militar e o acesso ucraniano à inteligência americana, uma decisão derrubada nesta terçafeira.

    Mas os ataques, em vez de enfraquecerem Zelensky, lhe deram um impulso no momento ideal. A falta de soluções para o conflito, disputas internas e questões sobre sua legitimidade — seu mandato terminou em maio do ano passado, mas a lei marcial em vigor impede novas eleições — tinham levado sua popularidade, em dezembro, ao nível mais baixo desde a invasão. Após a discussão, houve um salto nos índices de aprovação e nas declarações de apoio interno.

   Mesmo entre seus rivais, o discurso era um só: os arroubos do republicano não eram apenas contra alguém cujo primeiro cargo público foi o de presidente de um país que enfrentou uma pandemia e uma guerra, mas sim contra toda a Ucrânia.

    — Algumas pessoas esperavam que eu criticasse Zelensky — disse Petro Poroshenko, expresidente, rival de Zelensky na eleição de 2019 e um crítico mordaz do atual governo. — Mas não, não haverá críticas, porque não é disso que o país precisa agora.


https://oglobo.globo.com/mundo/noticia
Marque a alternativa com a correta colocação pronominal.
Alternativas
Respostas
33181: B
33182: D
33183: C
33184: A
33185: D
33186: C
33187: C
33188: B
33189: D
33190: C
33191: B
33192: C
33193: B
33194: D
33195: A
33196: B
33197: C
33198: D
33199: A
33200: C