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Questões de Concurso Sobre português

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Q3624872 Português
Você pode estar sofrendo de fadiga digital e nem percebeu

        Nos últimos anos, o avanço das tecnologias digitais e a popularização do trabalho remoto transformaram a forma como as pessoas se relacionam com o ambiente virtual. A rotina de passar horas seguidas diante de telas, seja para atividades profissionais, estudo ou lazer, tornou-se parte do cotidiano de milhões de indivíduos. Esse novo cenário trouxe à tona um fenômeno cada vez mais discutido: o surgimento de tipos inéditos de cansaço mental associados às longas jornadas on-line.

        O esgotamento provocado pelo uso prolongado de dispositivos digitais vai além do simples cansaço físico. Muitas pessoas relatam sintomas como dificuldade de concentração, irritabilidade e sensação de esvaziamento mental após períodos extensos conectados. Esse quadro tem chamado a atenção de pesquisadores e profissionais da saúde, que buscam compreender as causas e impactos desse fenômeno no bem-estar da população. Recentemente, instituições como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e universidades de referência, como a Universidade de São Paulo, vêm promovendo estudos para entender melhor a relação entre o ambiente digital e a saúde mental, trazendo novas perspectivas sobre o tema.

        Estudos recentes indicam que a exposição contínua a estímulos digitais pode sobrecarregar áreas do cérebro responsáveis pela atenção e processamento de informações. O excesso de notificações, reuniões virtuais e multitarefas digitais exige uma adaptação constante, levando à chamada fadiga digital. Esse tipo de exaustão mental difere do cansaço tradicional, pois está relacionado à hiperestimulação e à dificuldade de desconectar-se do ambiente virtual. 

        Além disso, a ausência de pausas regulares e a falta de interação presencial contribuem para o aumento do estresse e da ansiedade. O cérebro, ao ser submetido a longos períodos de atividade on-line, tende a apresentar sinais de esgotamento, como lapsos de memória e sensação de confusão mental. Tais sintomas são cada vez mais comuns em profissionais que atuam em home office ou estudantes em regime remoto. 

        O esgotamento causado pelas longas jornadas on-line possui características distintas em relação ao estresse convencional. Enquanto o estresse físico está geralmente associado a esforços corporais ou preocupações pontuais, o cansaço digital resulta da sobrecarga de informações e da necessidade de estar sempre disponível no ambiente virtual.

        Além disso, a ausência de limites claros entre trabalho, lazer e vida pessoal intensifica o desgaste mental. O acesso constante a redes sociais, e-mails e aplicativos de mensagens faz com que o cérebro permaneça em estado de alerta, dificultando o relaxamento e a recuperação das energias.

        Para reduzir os efeitos do cansaço mental digital, especialistas recomendam adotar algumas estratégias simples no dia a dia. Entre elas, destaca-se a importância de realizar pausas regulares durante o uso de dispositivos eletrônicos, evitando períodos prolongados sem descanso. A prática de atividades físicas e o contato com ambientes naturais também contribuem para aliviar a tensão acumulada.

        Outra medida eficaz é estabelecer horários definidos para o uso de tecnologias, separando momentos de trabalho, estudo e lazer. Desativar notificações não essenciais e priorizar interações presenciais sempre que possível são atitudes que ajudam a preservar a saúde mental e a qualidade de vida em um mundo cada vez mais conectado. Empresas como Google e Apple têm implementado ferramentas em seus dispositivos para auxiliar os usuários na gestão do tempo de tela, facilitando o equilíbrio entre o digital e o offline

(Disponível em: https://www.em.com.br/emfoco. Acesso em: julho de 2025. Adaptado.)
“O cérebro, ao ser submetido a longos períodos de atividade on-line, tende a apresentar sinais de esgotamento, [...]” (4º§). Em relação à oração intercalada, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3624871 Português
Você pode estar sofrendo de fadiga digital e nem percebeu

        Nos últimos anos, o avanço das tecnologias digitais e a popularização do trabalho remoto transformaram a forma como as pessoas se relacionam com o ambiente virtual. A rotina de passar horas seguidas diante de telas, seja para atividades profissionais, estudo ou lazer, tornou-se parte do cotidiano de milhões de indivíduos. Esse novo cenário trouxe à tona um fenômeno cada vez mais discutido: o surgimento de tipos inéditos de cansaço mental associados às longas jornadas on-line.

        O esgotamento provocado pelo uso prolongado de dispositivos digitais vai além do simples cansaço físico. Muitas pessoas relatam sintomas como dificuldade de concentração, irritabilidade e sensação de esvaziamento mental após períodos extensos conectados. Esse quadro tem chamado a atenção de pesquisadores e profissionais da saúde, que buscam compreender as causas e impactos desse fenômeno no bem-estar da população. Recentemente, instituições como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e universidades de referência, como a Universidade de São Paulo, vêm promovendo estudos para entender melhor a relação entre o ambiente digital e a saúde mental, trazendo novas perspectivas sobre o tema.

        Estudos recentes indicam que a exposição contínua a estímulos digitais pode sobrecarregar áreas do cérebro responsáveis pela atenção e processamento de informações. O excesso de notificações, reuniões virtuais e multitarefas digitais exige uma adaptação constante, levando à chamada fadiga digital. Esse tipo de exaustão mental difere do cansaço tradicional, pois está relacionado à hiperestimulação e à dificuldade de desconectar-se do ambiente virtual. 

        Além disso, a ausência de pausas regulares e a falta de interação presencial contribuem para o aumento do estresse e da ansiedade. O cérebro, ao ser submetido a longos períodos de atividade on-line, tende a apresentar sinais de esgotamento, como lapsos de memória e sensação de confusão mental. Tais sintomas são cada vez mais comuns em profissionais que atuam em home office ou estudantes em regime remoto. 

        O esgotamento causado pelas longas jornadas on-line possui características distintas em relação ao estresse convencional. Enquanto o estresse físico está geralmente associado a esforços corporais ou preocupações pontuais, o cansaço digital resulta da sobrecarga de informações e da necessidade de estar sempre disponível no ambiente virtual.

        Além disso, a ausência de limites claros entre trabalho, lazer e vida pessoal intensifica o desgaste mental. O acesso constante a redes sociais, e-mails e aplicativos de mensagens faz com que o cérebro permaneça em estado de alerta, dificultando o relaxamento e a recuperação das energias.

        Para reduzir os efeitos do cansaço mental digital, especialistas recomendam adotar algumas estratégias simples no dia a dia. Entre elas, destaca-se a importância de realizar pausas regulares durante o uso de dispositivos eletrônicos, evitando períodos prolongados sem descanso. A prática de atividades físicas e o contato com ambientes naturais também contribuem para aliviar a tensão acumulada.

        Outra medida eficaz é estabelecer horários definidos para o uso de tecnologias, separando momentos de trabalho, estudo e lazer. Desativar notificações não essenciais e priorizar interações presenciais sempre que possível são atitudes que ajudam a preservar a saúde mental e a qualidade de vida em um mundo cada vez mais conectado. Empresas como Google e Apple têm implementado ferramentas em seus dispositivos para auxiliar os usuários na gestão do tempo de tela, facilitando o equilíbrio entre o digital e o offline

(Disponível em: https://www.em.com.br/emfoco. Acesso em: julho de 2025. Adaptado.)

“Esse quadro tem chamado a atenção de pesquisadores e profissionais da saúde, que buscam compreender as causas e impactos desse fenômeno no bem-estar da população.” (2º§). Considerando a oração sublinhada, assinale a afirmativa correta.

Alternativas
Q3624868 Português
Você pode estar sofrendo de fadiga digital e nem percebeu

        Nos últimos anos, o avanço das tecnologias digitais e a popularização do trabalho remoto transformaram a forma como as pessoas se relacionam com o ambiente virtual. A rotina de passar horas seguidas diante de telas, seja para atividades profissionais, estudo ou lazer, tornou-se parte do cotidiano de milhões de indivíduos. Esse novo cenário trouxe à tona um fenômeno cada vez mais discutido: o surgimento de tipos inéditos de cansaço mental associados às longas jornadas on-line.

        O esgotamento provocado pelo uso prolongado de dispositivos digitais vai além do simples cansaço físico. Muitas pessoas relatam sintomas como dificuldade de concentração, irritabilidade e sensação de esvaziamento mental após períodos extensos conectados. Esse quadro tem chamado a atenção de pesquisadores e profissionais da saúde, que buscam compreender as causas e impactos desse fenômeno no bem-estar da população. Recentemente, instituições como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e universidades de referência, como a Universidade de São Paulo, vêm promovendo estudos para entender melhor a relação entre o ambiente digital e a saúde mental, trazendo novas perspectivas sobre o tema.

        Estudos recentes indicam que a exposição contínua a estímulos digitais pode sobrecarregar áreas do cérebro responsáveis pela atenção e processamento de informações. O excesso de notificações, reuniões virtuais e multitarefas digitais exige uma adaptação constante, levando à chamada fadiga digital. Esse tipo de exaustão mental difere do cansaço tradicional, pois está relacionado à hiperestimulação e à dificuldade de desconectar-se do ambiente virtual. 

        Além disso, a ausência de pausas regulares e a falta de interação presencial contribuem para o aumento do estresse e da ansiedade. O cérebro, ao ser submetido a longos períodos de atividade on-line, tende a apresentar sinais de esgotamento, como lapsos de memória e sensação de confusão mental. Tais sintomas são cada vez mais comuns em profissionais que atuam em home office ou estudantes em regime remoto. 

        O esgotamento causado pelas longas jornadas on-line possui características distintas em relação ao estresse convencional. Enquanto o estresse físico está geralmente associado a esforços corporais ou preocupações pontuais, o cansaço digital resulta da sobrecarga de informações e da necessidade de estar sempre disponível no ambiente virtual.

        Além disso, a ausência de limites claros entre trabalho, lazer e vida pessoal intensifica o desgaste mental. O acesso constante a redes sociais, e-mails e aplicativos de mensagens faz com que o cérebro permaneça em estado de alerta, dificultando o relaxamento e a recuperação das energias.

        Para reduzir os efeitos do cansaço mental digital, especialistas recomendam adotar algumas estratégias simples no dia a dia. Entre elas, destaca-se a importância de realizar pausas regulares durante o uso de dispositivos eletrônicos, evitando períodos prolongados sem descanso. A prática de atividades físicas e o contato com ambientes naturais também contribuem para aliviar a tensão acumulada.

        Outra medida eficaz é estabelecer horários definidos para o uso de tecnologias, separando momentos de trabalho, estudo e lazer. Desativar notificações não essenciais e priorizar interações presenciais sempre que possível são atitudes que ajudam a preservar a saúde mental e a qualidade de vida em um mundo cada vez mais conectado. Empresas como Google e Apple têm implementado ferramentas em seus dispositivos para auxiliar os usuários na gestão do tempo de tela, facilitando o equilíbrio entre o digital e o offline

(Disponível em: https://www.em.com.br/emfoco. Acesso em: julho de 2025. Adaptado.)
“Esse tipo de exaustão mental difere do cansaço tradicional, pois está relacionado à hiperestimulação e à dificuldade de desconectar-se do ambiente virtual.” (3º§). De acordo com o contexto exposto, a expressão “hiperestimulação” significa:
Alternativas
Q3624867 Português
Você pode estar sofrendo de fadiga digital e nem percebeu

        Nos últimos anos, o avanço das tecnologias digitais e a popularização do trabalho remoto transformaram a forma como as pessoas se relacionam com o ambiente virtual. A rotina de passar horas seguidas diante de telas, seja para atividades profissionais, estudo ou lazer, tornou-se parte do cotidiano de milhões de indivíduos. Esse novo cenário trouxe à tona um fenômeno cada vez mais discutido: o surgimento de tipos inéditos de cansaço mental associados às longas jornadas on-line.

        O esgotamento provocado pelo uso prolongado de dispositivos digitais vai além do simples cansaço físico. Muitas pessoas relatam sintomas como dificuldade de concentração, irritabilidade e sensação de esvaziamento mental após períodos extensos conectados. Esse quadro tem chamado a atenção de pesquisadores e profissionais da saúde, que buscam compreender as causas e impactos desse fenômeno no bem-estar da população. Recentemente, instituições como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e universidades de referência, como a Universidade de São Paulo, vêm promovendo estudos para entender melhor a relação entre o ambiente digital e a saúde mental, trazendo novas perspectivas sobre o tema.

        Estudos recentes indicam que a exposição contínua a estímulos digitais pode sobrecarregar áreas do cérebro responsáveis pela atenção e processamento de informações. O excesso de notificações, reuniões virtuais e multitarefas digitais exige uma adaptação constante, levando à chamada fadiga digital. Esse tipo de exaustão mental difere do cansaço tradicional, pois está relacionado à hiperestimulação e à dificuldade de desconectar-se do ambiente virtual. 

        Além disso, a ausência de pausas regulares e a falta de interação presencial contribuem para o aumento do estresse e da ansiedade. O cérebro, ao ser submetido a longos períodos de atividade on-line, tende a apresentar sinais de esgotamento, como lapsos de memória e sensação de confusão mental. Tais sintomas são cada vez mais comuns em profissionais que atuam em home office ou estudantes em regime remoto. 

        O esgotamento causado pelas longas jornadas on-line possui características distintas em relação ao estresse convencional. Enquanto o estresse físico está geralmente associado a esforços corporais ou preocupações pontuais, o cansaço digital resulta da sobrecarga de informações e da necessidade de estar sempre disponível no ambiente virtual.

        Além disso, a ausência de limites claros entre trabalho, lazer e vida pessoal intensifica o desgaste mental. O acesso constante a redes sociais, e-mails e aplicativos de mensagens faz com que o cérebro permaneça em estado de alerta, dificultando o relaxamento e a recuperação das energias.

        Para reduzir os efeitos do cansaço mental digital, especialistas recomendam adotar algumas estratégias simples no dia a dia. Entre elas, destaca-se a importância de realizar pausas regulares durante o uso de dispositivos eletrônicos, evitando períodos prolongados sem descanso. A prática de atividades físicas e o contato com ambientes naturais também contribuem para aliviar a tensão acumulada.

        Outra medida eficaz é estabelecer horários definidos para o uso de tecnologias, separando momentos de trabalho, estudo e lazer. Desativar notificações não essenciais e priorizar interações presenciais sempre que possível são atitudes que ajudam a preservar a saúde mental e a qualidade de vida em um mundo cada vez mais conectado. Empresas como Google e Apple têm implementado ferramentas em seus dispositivos para auxiliar os usuários na gestão do tempo de tela, facilitando o equilíbrio entre o digital e o offline

(Disponível em: https://www.em.com.br/emfoco. Acesso em: julho de 2025. Adaptado.)
O principal objetivo do texto é:
Alternativas
Q3624638 Português
        Comumente, inteligência artificial (IA) é relacionada com a imagem de robôs que pensam e agem como humanos, numa analogia às cenas clássicas dos filmes de ficção científica. Porém, mesmo com muitos avanços no desenvolvimento de “substitutos” para os humanos, diversas outras formas de IA bem mais discretas já fazem parte da rotina de pessoas por todo o mundo.

        A IA se caracteriza por sistemas de machine learning, que, em uma explicação simples, são algoritmos treinados a partir de uma grande base de dados. Exemplos desses algoritmos no cotidiano são os sistemas de busca, que consideram o histórico de preferências do usuário para oferecer melhores resultados em aplicativos que calculam rotas e que são capazes de sugerir o melhor caminho de volta para casa em um dia de trânsito complicado. Toda vez que você tem a impressão de que a máquina leu seus pensamentos ou antecipou uma necessidade sua, você provavelmente está diante de um sistema de IA.

        A advogada Thays Joana Tumelero, especialista em proteção de dados e privacidade, explica que atualmente o Poder Judiciário brasileiro utiliza recursos de inteligência artificial para fins mais simples, como a leitura de documentos e a classificação de processos. Isso evita o trabalho repetitivo de dezenas ou centenas de servidores, mas representa apenas parte do que as máquinas são capazes de fazer. No sistema elaborado pelo STJ, por exemplo, os algoritmos verificam o assunto e classificam os processos que entram no tribunal, agilizando a fase de distribuição.

         Sistemas de inteligência artificial que extrapolam a simples promoção de agilidade na tramitação de processos já têm sido questionados, do ponto de vista legal e também ético, em diversas partes do mundo. Isso porque, se os algoritmos são capazes de ler processos e sugerir classificações e procedimentos, eles também podem ser usados para estudar padrões de decisão dos magistrados e apontar tendências em ações específicas.

         Tumelero também acredita que a transformação digital é um movimento inevitável nas organizações. Mas, ao contrário das previsões apocalípticas que apontam uma total substituição do trabalho dos operadores do direito pela mão de obra de robôs, Thays aposta em um cenário no qual homem e máquina se complementam: “Nenhuma solução tecnológica vem com criatividade, sensibilidade e ética. Esses são elementos comuns aos operadores do direito que a inteligência artificial não é capaz de substituir”, conclui.

Internet:<www.esmesc.com.br>  (com adaptações).

Julgue o item que se segue, com base nas ideias, nos aspectos linguísticos e no vocabulário do texto precedente.


O emprego de vírgula logo após a conjunção “mas” (segundo período do terceiro parágrafo) prejudicaria a correção gramatical do texto.  

Alternativas
Q3624634 Português
        Comumente, inteligência artificial (IA) é relacionada com a imagem de robôs que pensam e agem como humanos, numa analogia às cenas clássicas dos filmes de ficção científica. Porém, mesmo com muitos avanços no desenvolvimento de “substitutos” para os humanos, diversas outras formas de IA bem mais discretas já fazem parte da rotina de pessoas por todo o mundo.

        A IA se caracteriza por sistemas de machine learning, que, em uma explicação simples, são algoritmos treinados a partir de uma grande base de dados. Exemplos desses algoritmos no cotidiano são os sistemas de busca, que consideram o histórico de preferências do usuário para oferecer melhores resultados em aplicativos que calculam rotas e que são capazes de sugerir o melhor caminho de volta para casa em um dia de trânsito complicado. Toda vez que você tem a impressão de que a máquina leu seus pensamentos ou antecipou uma necessidade sua, você provavelmente está diante de um sistema de IA.

        A advogada Thays Joana Tumelero, especialista em proteção de dados e privacidade, explica que atualmente o Poder Judiciário brasileiro utiliza recursos de inteligência artificial para fins mais simples, como a leitura de documentos e a classificação de processos. Isso evita o trabalho repetitivo de dezenas ou centenas de servidores, mas representa apenas parte do que as máquinas são capazes de fazer. No sistema elaborado pelo STJ, por exemplo, os algoritmos verificam o assunto e classificam os processos que entram no tribunal, agilizando a fase de distribuição.

         Sistemas de inteligência artificial que extrapolam a simples promoção de agilidade na tramitação de processos já têm sido questionados, do ponto de vista legal e também ético, em diversas partes do mundo. Isso porque, se os algoritmos são capazes de ler processos e sugerir classificações e procedimentos, eles também podem ser usados para estudar padrões de decisão dos magistrados e apontar tendências em ações específicas.

         Tumelero também acredita que a transformação digital é um movimento inevitável nas organizações. Mas, ao contrário das previsões apocalípticas que apontam uma total substituição do trabalho dos operadores do direito pela mão de obra de robôs, Thays aposta em um cenário no qual homem e máquina se complementam: “Nenhuma solução tecnológica vem com criatividade, sensibilidade e ética. Esses são elementos comuns aos operadores do direito que a inteligência artificial não é capaz de substituir”, conclui.

Internet:<www.esmesc.com.br>  (com adaptações).

Julgue o item que se segue, com base nas ideias, nos aspectos linguísticos e no vocabulário do texto precedente.


A palavra “Porém” (segundo período do primeiro parágrafo) introduz uma ideia que se opõe à apresentada no primeiro período do texto. 

Alternativas
Q3624633 Português
        Comumente, inteligência artificial (IA) é relacionada com a imagem de robôs que pensam e agem como humanos, numa analogia às cenas clássicas dos filmes de ficção científica. Porém, mesmo com muitos avanços no desenvolvimento de “substitutos” para os humanos, diversas outras formas de IA bem mais discretas já fazem parte da rotina de pessoas por todo o mundo.

        A IA se caracteriza por sistemas de machine learning, que, em uma explicação simples, são algoritmos treinados a partir de uma grande base de dados. Exemplos desses algoritmos no cotidiano são os sistemas de busca, que consideram o histórico de preferências do usuário para oferecer melhores resultados em aplicativos que calculam rotas e que são capazes de sugerir o melhor caminho de volta para casa em um dia de trânsito complicado. Toda vez que você tem a impressão de que a máquina leu seus pensamentos ou antecipou uma necessidade sua, você provavelmente está diante de um sistema de IA.

        A advogada Thays Joana Tumelero, especialista em proteção de dados e privacidade, explica que atualmente o Poder Judiciário brasileiro utiliza recursos de inteligência artificial para fins mais simples, como a leitura de documentos e a classificação de processos. Isso evita o trabalho repetitivo de dezenas ou centenas de servidores, mas representa apenas parte do que as máquinas são capazes de fazer. No sistema elaborado pelo STJ, por exemplo, os algoritmos verificam o assunto e classificam os processos que entram no tribunal, agilizando a fase de distribuição.

         Sistemas de inteligência artificial que extrapolam a simples promoção de agilidade na tramitação de processos já têm sido questionados, do ponto de vista legal e também ético, em diversas partes do mundo. Isso porque, se os algoritmos são capazes de ler processos e sugerir classificações e procedimentos, eles também podem ser usados para estudar padrões de decisão dos magistrados e apontar tendências em ações específicas.

         Tumelero também acredita que a transformação digital é um movimento inevitável nas organizações. Mas, ao contrário das previsões apocalípticas que apontam uma total substituição do trabalho dos operadores do direito pela mão de obra de robôs, Thays aposta em um cenário no qual homem e máquina se complementam: “Nenhuma solução tecnológica vem com criatividade, sensibilidade e ética. Esses são elementos comuns aos operadores do direito que a inteligência artificial não é capaz de substituir”, conclui.

Internet:<www.esmesc.com.br>  (com adaptações).

Julgue o item que se segue, com base nas ideias, nos aspectos linguísticos e no vocabulário do texto precedente.


No primeiro período do texto, a substituição do trecho “com a imagem” por a imagens manteria a correção gramatical e os sentidos do texto. 

Alternativas
Q3624632 Português
        Comumente, inteligência artificial (IA) é relacionada com a imagem de robôs que pensam e agem como humanos, numa analogia às cenas clássicas dos filmes de ficção científica. Porém, mesmo com muitos avanços no desenvolvimento de “substitutos” para os humanos, diversas outras formas de IA bem mais discretas já fazem parte da rotina de pessoas por todo o mundo.

        A IA se caracteriza por sistemas de machine learning, que, em uma explicação simples, são algoritmos treinados a partir de uma grande base de dados. Exemplos desses algoritmos no cotidiano são os sistemas de busca, que consideram o histórico de preferências do usuário para oferecer melhores resultados em aplicativos que calculam rotas e que são capazes de sugerir o melhor caminho de volta para casa em um dia de trânsito complicado. Toda vez que você tem a impressão de que a máquina leu seus pensamentos ou antecipou uma necessidade sua, você provavelmente está diante de um sistema de IA.

        A advogada Thays Joana Tumelero, especialista em proteção de dados e privacidade, explica que atualmente o Poder Judiciário brasileiro utiliza recursos de inteligência artificial para fins mais simples, como a leitura de documentos e a classificação de processos. Isso evita o trabalho repetitivo de dezenas ou centenas de servidores, mas representa apenas parte do que as máquinas são capazes de fazer. No sistema elaborado pelo STJ, por exemplo, os algoritmos verificam o assunto e classificam os processos que entram no tribunal, agilizando a fase de distribuição.

         Sistemas de inteligência artificial que extrapolam a simples promoção de agilidade na tramitação de processos já têm sido questionados, do ponto de vista legal e também ético, em diversas partes do mundo. Isso porque, se os algoritmos são capazes de ler processos e sugerir classificações e procedimentos, eles também podem ser usados para estudar padrões de decisão dos magistrados e apontar tendências em ações específicas.

         Tumelero também acredita que a transformação digital é um movimento inevitável nas organizações. Mas, ao contrário das previsões apocalípticas que apontam uma total substituição do trabalho dos operadores do direito pela mão de obra de robôs, Thays aposta em um cenário no qual homem e máquina se complementam: “Nenhuma solução tecnológica vem com criatividade, sensibilidade e ética. Esses são elementos comuns aos operadores do direito que a inteligência artificial não é capaz de substituir”, conclui.

Internet:<www.esmesc.com.br>  (com adaptações).

Julgue o item que se segue, com base nas ideias, nos aspectos linguísticos e no vocabulário do texto precedente.


A palavra “apocalípticas” (segundo período do último parágrafo) está empregada com o mesmo sentido de irremediáveis.

Alternativas
Q3624631 Português
        Comumente, inteligência artificial (IA) é relacionada com a imagem de robôs que pensam e agem como humanos, numa analogia às cenas clássicas dos filmes de ficção científica. Porém, mesmo com muitos avanços no desenvolvimento de “substitutos” para os humanos, diversas outras formas de IA bem mais discretas já fazem parte da rotina de pessoas por todo o mundo.

        A IA se caracteriza por sistemas de machine learning, que, em uma explicação simples, são algoritmos treinados a partir de uma grande base de dados. Exemplos desses algoritmos no cotidiano são os sistemas de busca, que consideram o histórico de preferências do usuário para oferecer melhores resultados em aplicativos que calculam rotas e que são capazes de sugerir o melhor caminho de volta para casa em um dia de trânsito complicado. Toda vez que você tem a impressão de que a máquina leu seus pensamentos ou antecipou uma necessidade sua, você provavelmente está diante de um sistema de IA.

        A advogada Thays Joana Tumelero, especialista em proteção de dados e privacidade, explica que atualmente o Poder Judiciário brasileiro utiliza recursos de inteligência artificial para fins mais simples, como a leitura de documentos e a classificação de processos. Isso evita o trabalho repetitivo de dezenas ou centenas de servidores, mas representa apenas parte do que as máquinas são capazes de fazer. No sistema elaborado pelo STJ, por exemplo, os algoritmos verificam o assunto e classificam os processos que entram no tribunal, agilizando a fase de distribuição.

         Sistemas de inteligência artificial que extrapolam a simples promoção de agilidade na tramitação de processos já têm sido questionados, do ponto de vista legal e também ético, em diversas partes do mundo. Isso porque, se os algoritmos são capazes de ler processos e sugerir classificações e procedimentos, eles também podem ser usados para estudar padrões de decisão dos magistrados e apontar tendências em ações específicas.

         Tumelero também acredita que a transformação digital é um movimento inevitável nas organizações. Mas, ao contrário das previsões apocalípticas que apontam uma total substituição do trabalho dos operadores do direito pela mão de obra de robôs, Thays aposta em um cenário no qual homem e máquina se complementam: “Nenhuma solução tecnológica vem com criatividade, sensibilidade e ética. Esses são elementos comuns aos operadores do direito que a inteligência artificial não é capaz de substituir”, conclui.

Internet:<www.esmesc.com.br>  (com adaptações).

Julgue o item que se segue, com base nas ideias, nos aspectos linguísticos e no vocabulário do texto precedente.


No trecho “se os algoritmos são capazes de ler processos e sugerir classificações e procedimentos” (segundo período do quarto parágrafo), a substituição do vocábulo “se” por como comprometeria a coerência das ideias do texto. 

Alternativas
Q3624630 Português
        Comumente, inteligência artificial (IA) é relacionada com a imagem de robôs que pensam e agem como humanos, numa analogia às cenas clássicas dos filmes de ficção científica. Porém, mesmo com muitos avanços no desenvolvimento de “substitutos” para os humanos, diversas outras formas de IA bem mais discretas já fazem parte da rotina de pessoas por todo o mundo.

        A IA se caracteriza por sistemas de machine learning, que, em uma explicação simples, são algoritmos treinados a partir de uma grande base de dados. Exemplos desses algoritmos no cotidiano são os sistemas de busca, que consideram o histórico de preferências do usuário para oferecer melhores resultados em aplicativos que calculam rotas e que são capazes de sugerir o melhor caminho de volta para casa em um dia de trânsito complicado. Toda vez que você tem a impressão de que a máquina leu seus pensamentos ou antecipou uma necessidade sua, você provavelmente está diante de um sistema de IA.

        A advogada Thays Joana Tumelero, especialista em proteção de dados e privacidade, explica que atualmente o Poder Judiciário brasileiro utiliza recursos de inteligência artificial para fins mais simples, como a leitura de documentos e a classificação de processos. Isso evita o trabalho repetitivo de dezenas ou centenas de servidores, mas representa apenas parte do que as máquinas são capazes de fazer. No sistema elaborado pelo STJ, por exemplo, os algoritmos verificam o assunto e classificam os processos que entram no tribunal, agilizando a fase de distribuição.

         Sistemas de inteligência artificial que extrapolam a simples promoção de agilidade na tramitação de processos já têm sido questionados, do ponto de vista legal e também ético, em diversas partes do mundo. Isso porque, se os algoritmos são capazes de ler processos e sugerir classificações e procedimentos, eles também podem ser usados para estudar padrões de decisão dos magistrados e apontar tendências em ações específicas.

         Tumelero também acredita que a transformação digital é um movimento inevitável nas organizações. Mas, ao contrário das previsões apocalípticas que apontam uma total substituição do trabalho dos operadores do direito pela mão de obra de robôs, Thays aposta em um cenário no qual homem e máquina se complementam: “Nenhuma solução tecnológica vem com criatividade, sensibilidade e ética. Esses são elementos comuns aos operadores do direito que a inteligência artificial não é capaz de substituir”, conclui.

Internet:<www.esmesc.com.br>  (com adaptações).

Julgue o item que se segue, com base nas ideias, nos aspectos linguísticos e no vocabulário do texto precedente.


O texto sugere que o uso da IA para “estudar padrões de decisão dos magistrados e apontar tendências em ações específicas” (quarto parágrafo) pode ser questionável do ponto de vista legal e ético. 

Alternativas
Q3624628 Português
        Comumente, inteligência artificial (IA) é relacionada com a imagem de robôs que pensam e agem como humanos, numa analogia às cenas clássicas dos filmes de ficção científica. Porém, mesmo com muitos avanços no desenvolvimento de “substitutos” para os humanos, diversas outras formas de IA bem mais discretas já fazem parte da rotina de pessoas por todo o mundo.

        A IA se caracteriza por sistemas de machine learning, que, em uma explicação simples, são algoritmos treinados a partir de uma grande base de dados. Exemplos desses algoritmos no cotidiano são os sistemas de busca, que consideram o histórico de preferências do usuário para oferecer melhores resultados em aplicativos que calculam rotas e que são capazes de sugerir o melhor caminho de volta para casa em um dia de trânsito complicado. Toda vez que você tem a impressão de que a máquina leu seus pensamentos ou antecipou uma necessidade sua, você provavelmente está diante de um sistema de IA.

        A advogada Thays Joana Tumelero, especialista em proteção de dados e privacidade, explica que atualmente o Poder Judiciário brasileiro utiliza recursos de inteligência artificial para fins mais simples, como a leitura de documentos e a classificação de processos. Isso evita o trabalho repetitivo de dezenas ou centenas de servidores, mas representa apenas parte do que as máquinas são capazes de fazer. No sistema elaborado pelo STJ, por exemplo, os algoritmos verificam o assunto e classificam os processos que entram no tribunal, agilizando a fase de distribuição.

         Sistemas de inteligência artificial que extrapolam a simples promoção de agilidade na tramitação de processos já têm sido questionados, do ponto de vista legal e também ético, em diversas partes do mundo. Isso porque, se os algoritmos são capazes de ler processos e sugerir classificações e procedimentos, eles também podem ser usados para estudar padrões de decisão dos magistrados e apontar tendências em ações específicas.

         Tumelero também acredita que a transformação digital é um movimento inevitável nas organizações. Mas, ao contrário das previsões apocalípticas que apontam uma total substituição do trabalho dos operadores do direito pela mão de obra de robôs, Thays aposta em um cenário no qual homem e máquina se complementam: “Nenhuma solução tecnológica vem com criatividade, sensibilidade e ética. Esses são elementos comuns aos operadores do direito que a inteligência artificial não é capaz de substituir”, conclui.

Internet:<www.esmesc.com.br>  (com adaptações).

Julgue o item que se segue, com base nas ideias, nos aspectos linguísticos e no vocabulário do texto precedente.


O autor do texto argumenta a favor da ideia de que há características humanas que a IA não é capaz de substituir.  

Alternativas
Q3624627 Português
        Comumente, inteligência artificial (IA) é relacionada com a imagem de robôs que pensam e agem como humanos, numa analogia às cenas clássicas dos filmes de ficção científica. Porém, mesmo com muitos avanços no desenvolvimento de “substitutos” para os humanos, diversas outras formas de IA bem mais discretas já fazem parte da rotina de pessoas por todo o mundo.

        A IA se caracteriza por sistemas de machine learning, que, em uma explicação simples, são algoritmos treinados a partir de uma grande base de dados. Exemplos desses algoritmos no cotidiano são os sistemas de busca, que consideram o histórico de preferências do usuário para oferecer melhores resultados em aplicativos que calculam rotas e que são capazes de sugerir o melhor caminho de volta para casa em um dia de trânsito complicado. Toda vez que você tem a impressão de que a máquina leu seus pensamentos ou antecipou uma necessidade sua, você provavelmente está diante de um sistema de IA.

        A advogada Thays Joana Tumelero, especialista em proteção de dados e privacidade, explica que atualmente o Poder Judiciário brasileiro utiliza recursos de inteligência artificial para fins mais simples, como a leitura de documentos e a classificação de processos. Isso evita o trabalho repetitivo de dezenas ou centenas de servidores, mas representa apenas parte do que as máquinas são capazes de fazer. No sistema elaborado pelo STJ, por exemplo, os algoritmos verificam o assunto e classificam os processos que entram no tribunal, agilizando a fase de distribuição.

         Sistemas de inteligência artificial que extrapolam a simples promoção de agilidade na tramitação de processos já têm sido questionados, do ponto de vista legal e também ético, em diversas partes do mundo. Isso porque, se os algoritmos são capazes de ler processos e sugerir classificações e procedimentos, eles também podem ser usados para estudar padrões de decisão dos magistrados e apontar tendências em ações específicas.

         Tumelero também acredita que a transformação digital é um movimento inevitável nas organizações. Mas, ao contrário das previsões apocalípticas que apontam uma total substituição do trabalho dos operadores do direito pela mão de obra de robôs, Thays aposta em um cenário no qual homem e máquina se complementam: “Nenhuma solução tecnológica vem com criatividade, sensibilidade e ética. Esses são elementos comuns aos operadores do direito que a inteligência artificial não é capaz de substituir”, conclui.

Internet:<www.esmesc.com.br>  (com adaptações).

Julgue o item que se segue, com base nas ideias, nos aspectos linguísticos e no vocabulário do texto precedente.


Infere-se do texto que algumas formas de IA podem passar despercebidas no dia a dia.  

Alternativas
Q3624618 Português
A função dos gêneros textuais no desenvolvimento da oralidade e escrita, é promover:

I. O Desenvolvimento de sua capacidade linguística, além de ajudá-lo a melhor ler e interpretar um texto.
II. A Possibilitar o conhecimento e reconhecimento de sua função social.
III. O Desenvolvimento da capacidade de reflexão.
IV. A Ampliação do vocabulário.

Estão CORRETOS: 
Alternativas
Q3624596 Português
Segundo Bakhtin (1992) e Marcuschi (2008), os gêneros do discurso são formas relativamente estáveis de enunciados que se consolidam historicamente na interação social e possuem características estruturais próprias. Cada gênero apresenta finalidade comunicativa, temas recorrentes e organização interna, refletindo contextos sociais específicos. 

Considerando essas ideias, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3624595 Português
De acordo com estudos de Bagno (2007) e Faraco (2011), o ensino da Língua Portuguesa deve considerar a norma culta como referência formal de comunicação, sem desconsiderar a variação linguística e os diferentes registros presentes na sociedade. O professor de língua deve, portanto, mediar o ensino da norma culta, articulando regras gramaticais e situações reais de uso da linguagem, promovendo competência comunicativa crítica nos estudantes. 

Nessa perspectiva, é CORRETO afirmar que:  
Alternativas
Q3624594 Português
Segundo Marcuschi (2008) e Yule (2010), a linguagem humana possui diferentes dimensões que permitem ao falante construir sentido, organizar estruturas e interagir adequadamente em contextos comunicativos. A comunicação eficaz em Língua Portuguesa depende do domínio simultâneo dessas dimensões, garantindo coerência, clareza e adequação à situação de comunicação. 

Considerando essas ideias, é CORRETO associar:  
Alternativas
Q3624593 Português
A respeito da gramática prescritiva (ou normativa), analise as afirmativas a seguir e assinale V para VERDADEIRO e F para FALSO:

( ) A gramática prescritiva busca descrever a língua tal como é utilizada pelos falantes em diferentes contextos sociais.
( ) Essa abordagem estabelece regras e padrões considerados corretos, indicando como a língua deve ser usada, especialmente na escrita formal.
( ) A gramática normativa valoriza exclusivamente a norma-padrão e tende a desconsiderar variações linguísticas regionais e sociais.
( ) Um dos desafios da gramática prescritiva é que ela pode limitar a criatividade linguística dos falantes ao enfatizar apenas a correção normativa. 

Assinale a alternativa CORRETA quanto à veracidade das afirmativas: 
Alternativas
Q3624592 Português
O conceito de dialogismo, conforme Bakhtin, indica que: 
Alternativas
Q3624589 Português
TEXTO II


Vozes-Mulheres 
Conceição Evaristo

A voz de minha bisavó
ecoou criança
nos porões do navio.
Ecoou lamentos
de uma infância perdida.
A voz de minha avó
ecoou obediência
aos brancos-donos de tudo.
A voz de minha mãe
ecoou baixinho revolta
no fundo das cozinhas alheias
debaixo das trouxas
roupagens sujas dos brancos
pelo caminho empoeirado
rumo à favela
A minha voz ainda
ecoa versos perplexos
com rimas de sangue e
 fome.


A voz de minha filha
recolhe todas as nossas vozes
recolhe em si
as vozes mudas caladas
engasgadas nas gargantas.
A voz de minha filha
recolhe em si
a fala e o ato.
O ontem – o hoje – o agora.
Na voz de minha filha
se fará ouvir a ressonância
O eco da vida-liberdade.


(In: Poemas de recordação e outros movimentos, 3.ed., p. 24-25.
Disponível em: http://www.letras.ufmg.br/literafro/24-textos-das-
autoras/923-conceicao-evaristo-vozes-mulheres
No poema lido (Texto II), a autora apresenta a sucessão de vozes femininas de diferentes gerações, culminando na voz da filha:

A voz de minha filha
recolhe todas as nossas vozes
recolhe em si
a fala e o ato. 

Nesse contexto, o ato de recolher a fala simboliza uma dimensão do ser humano relacionada à escrita e à linguagem. Assinale a alternativa que melhor interpreta essa potencialidade humana no poema:
Alternativas
Q3624588 Português
TEXTO II


Vozes-Mulheres 
Conceição Evaristo

A voz de minha bisavó
ecoou criança
nos porões do navio.
Ecoou lamentos
de uma infância perdida.
A voz de minha avó
ecoou obediência
aos brancos-donos de tudo.
A voz de minha mãe
ecoou baixinho revolta
no fundo das cozinhas alheias
debaixo das trouxas
roupagens sujas dos brancos
pelo caminho empoeirado
rumo à favela
A minha voz ainda
ecoa versos perplexos
com rimas de sangue e
 fome.


A voz de minha filha
recolhe todas as nossas vozes
recolhe em si
as vozes mudas caladas
engasgadas nas gargantas.
A voz de minha filha
recolhe em si
a fala e o ato.
O ontem – o hoje – o agora.
Na voz de minha filha
se fará ouvir a ressonância
O eco da vida-liberdade.


(In: Poemas de recordação e outros movimentos, 3.ed., p. 24-25.
Disponível em: http://www.letras.ufmg.br/literafro/24-textos-das-
autoras/923-conceicao-evaristo-vozes-mulheres
No texto II, a repetição da expressão “A voz de...” ao longo das estrofes funciona como um recurso textual que contribui tanto para a progressão quanto para a unidade temática do texto.

Considerando os mecanismos de coesão e os fatores de coerência textual, é correto afirmar que essa repetição   
Alternativas
Respostas
29841: C
29842: C
29843: A
29844: B
29845: C
29846: C
29847: E
29848: E
29849: E
29850: C
29851: E
29852: C
29853: B
29854: B
29855: C
29856: A
29857: B
29858: A
29859: C
29860: B